I Seminário Brasiliense de História e Educação Matemática
Jornalista: sindicato
A Sociedade Brasileira de Educação Matemática convida todas e todos para o I Seminário Brasiliense de História e Educação Matemática Nilza Eigenheer Bertoni. O seminário tem por objetivos realizar debate acerca da efetiva contribuição da professora e educadora matemática Nilza Eigenheer Bertoni para a Educação Matemática, e a influência de suas concepções na formação de uma comunidade de educadores matemáticos. Outro ponto em discussão é a possibilidade de fomentar reflexões e ações voltadas para a formação presencial e continuada dos educadores matemáticos no Distrito Federal. Mais informações pelo site www.sbemdf.com. Veja abaixo a programação completa:
Programa resumido do I Seminário Brasiliense de História e Educação Matemática: Dia 14 de julho de 2010, 8h às 9h – Credenciamento dos participantes 9h – Solenidade de abertura 9h30 – Mesa redonda I – A constituição de uma comunidade de educadores matemáticos no Distrito Federal 12h – Intervalo para almoço. 14h – Conferência: O estado da arte da Educação Matemática no Brasil 16h – Intervalo 16h15 – Mesa redonda II – A licenciatura em Matemática na UnB: de sua criação aos dias atuais. 18h – Encerramento do 1º dia Dia 15 de julho de 2010, 9h – Mesa redonda III – O Projeto SPEC/UnB/MAT e sua importância para a Educação Matemática no Distrito Federal. 9h45 – Intervalo 10h – Exposição Nilza Bertoni 12h30 – Intervalo para almoço 14h – Mesa redonda IV – A influência das concepções de educação matemática de Nilza Bertoni na Educação Básica do Distrito Federal. 15h45 – Intervalo 16h15 – Conferência de Encerramento – Olhando o passando e projetando o futuro: revelações de uma educadora matemática 18h – Solenidade de Encerramento
Campanha salarial: negociações continuam na sexta, 18
Jornalista: sindicato
Conforme já havíamos noticiado, formamos uma mesa permanente para negociação de nossa pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2010/2011. No dia 18 de junho, sexta-feira da semana que vem, a comissão do Sinpro se reúne novamente com o GDF.
O ponto principal dessa negociação é a gestão democrática nas escolas públicas, uma bandeira histórica da categoria. As reuniões ocorrerão quinzenalmente.
Desde o começo deste mês, a Central Única dos Trabalhadores do Distrito Federal (CUT-DF) está coordenada pelo presidente interino José Eudes, auxiliar de Administração Escolar. A mudança foi feita devido o licenciamento de Rejane Pitanga para concorrer às eleições, como deputada distrital pelo PT. De acordo com Eudes, será dada continuidade ao projeto de fortalecimento da Central e dos sindicatos filiados, implantado ainda em 2006, quanto Rejane Pitanga tomou posse pela primeira vez como presidente da Central. “Tivemos um crescimento enorme da Central neste período. Os sindicatos filiados, inclusive os do entorno, foram integrados à CUT; saímos da inadimplência; trabalhamos na capacitação dos funcionários da Central; e garantimos inúmeras conquistas no cenário local”, afirmou o presidente interino. Com a mudança da presidência, Roberto Miguel, que antes atuava na secretaria de Organização e Políticas Locais, ocupa agora a secretaria-geral, coordenada antes por Eudes. Com isso, quem ocupa a secretaria de Organização e Políticas Locais é Cássio de Oliveira, do Sinpro-DF. Eudes assume a presidência da CUT-DF até 2012, quando será realizado Congresso para eleger a nova direção da Central. Perfil – O maranhense José Eudes traz na bagagem quase 30 anos de militância sindical. Sua trajetória começa ainda em 82, no movimento estudantil. Pouco tempo depois, Eudes já trabalhava para ajudar na fundação do Sindicato dos Auxiliares de Educação Escolar (SAE-DF), categoria que pertence. De lá para cá, o atual presidente interino da CUT-DF não se desvencilhou do movimento sindical. Atualmente, Eudes também ocupa a secretaria de assuntos Jurídicos e Trabalhistas do SAE. Na CUT-DF, Eudes José já atuou na secretaria de Organização e sempre militou nas causas cutistas. Para ele, assim como para Rejane Pitanga, a CUT “representa a mais bela demonstração de organização da classe trabalhadora”. Com informações do site da CUT-DF
Durante festa, professores conhecem projeto ambiental
Jornalista: sindicato
A nossa tradicional festa junina reuniu na Chácara do Professor mais de três mil pessoas na véspera do feriado de Corpus Christi. Além de dançarem, se deliciarem com as comidas típicas, participarem de divertido bingo, os professores tiveram a oportunidade de conhecerem, em primeira mão, o projeto para construção do Centro de Formação Política e Sindical, Lazer, Cultural e de Educação Ambiental do Sinpro DF, que será construído no local (na foto, a demarcação do terreno).
Os profissionais responsáveis pelo projeto apresentaram a proposta em um telão durante a festa. Durante nove meses, bioarquitetos, biólogos, engenheiros florestais, ambientalistas se reuniram para elaborar um projeto de uso sustentável da Chácara do Professor. A ideia é fazer da chácara um verdadeiro modelo de ocupação. Na construção dos alojamentos do centro de formação, por exemplo, serão usados materiais disponíveis na região, com aproveitamento da luz solar e da ventilação natural, com a construção de banheiros ecológicos e reaproveitamento de águas e reciclagem de lixo.
A diretora do Sinpro, Augusta Ribeiro salienta que há muito tempo a categoria reivindica investimentos na Chácara. “Como a Chácara está localizada em área privilegiada, em um vale próximo à Brazlândia, Taguatinga e Ceilândia e ao lado do Parque Nacional de Brasília e com seis nascentes, entendemos que não daria para deixar de buscar um projeto de ocupação ambientalmente correto. Agora isso está ocorrendo”, afirma ela.
O projeto prevê o uso da Chácara para atividades de educação ambiental. “A categoria terá condições de usar um espaço que é seu para educar os jovens, orientando-os a respeitar a natureza e a preservá-la para as futuras gerações”, ressalta Augusta.
“Não é bastante não ser cego para ver a beleza das árvores e das flores”** Por Cristino Cesário Rocha – O pensamento de Caeiro nos introduz em um contexto muito específico: o da significação histórica do Sindicato dos Professores (as) do Distrito Federal como mediador/interventor no processo de melhoria da qualidade em suas diversas dimensões: pedagógica, de gestão escolar, salarial e humana, dentre outras. Não se tem dúvidas de que para enxergar o significado do SINPRO-DF e de tantos outros sindicatos combativos no Brasil precisa enxergar para além dos olhos físicos, mesmo porque estes podem ver apenas aparências.
Pensar o SINPRO-DF, em sua singularidade, remete à dimensão tempo-espacial que não tem mentido: este sindicato, sob a direção da atual composição vem se revitalizando com o encontro fecundo das experiências acumuladas e das novas energias que se somam com um objetivo tácito: renovar o vigor para avançar na luta e garantir resultados que imprimem uma qualidade sociocultural da categoria.
Ver, portanto, exige abertura, consciência, politização. Veja que politização não significa pensamento único, falso consenso, nem sentir-se como o único depositário (a) da consciência emancipatória. Politização tem a ver com diálogo dos contrários, mas pautado no respeito, na honestidade, sinceridade e senso de justiça. Já alguns, ao travarem um ataque à direção atual, revelam não apenas um esforço em diluir a autoimagem construída da atual Diretoria, que foi forjada em processos históricos perplexos e complexos, como também demonstra uma reprodução de instituições e grupos sociais que almejam o poder a todo custo, livre, muitas vezes, da mediação ética. É de inteira responsabilidade saber que a respeitabilidade da atual direção não se deu de forma mágica, nem se trata de uma dádiva, mas se fez no processo de luta por reconhecimento de sua força política.
Pois bem, se enxergar, na perspectiva de Caeiro, tem um sentido político, sobrepujando o ato físico, é verdade também que o revolucionário fora de contexto pode se tornar um reacionário (a). Digo isso com triste convicção, porque de quem se esperaria um senso ético como justiça e libertação, vê-se a apropriação de uma candidatura para enfraquecer o Sindicato que é um instrumento crível, significativo e sempre atual.
Diante desse contexto, precisamos nos perguntar: a luta para assumir o poder está acima do princípio da defesa da vida? Quem são nossos inimigos e opressores que precisamos identificar e combater? Ao atacar nossos representantes sindicais não estamos fortalecendo os representantes da ideologia e da prática neoliberal que têm historicamente atacado Sindicatos, Estado Interventor, Sociedade e outros grupos sociais? De qual lado estamos jogando, do opressor ou do oprimido?
A experiência histórica das civilizações tem demonstrado que a contribuição dos idosos e idôneos tem o seu valor, o zelo e preparação das crianças, adolescentes e jovens são imprescindíveis e que não há totalitarismo de uma etapa sobre a outra. Essa concepção não vem do plano europeu, por vezes eurocêntrico e capitalista, porque o esquema europeu é rígido, dicotômico e autoritário. A identidade familiar, pensada sob a lógica do respeito às diferentes etapas da vida tem um lugar na vivência afro-ameríndia, enfim, nas Matrizes Tupi e Afro.
Vejo que a Direção atual do SINPRO-DF busca conciliar novas energias com experiências acumuladas e que também se renovam, porque o mundo nunca é estanque, mas dinâmico em todas as esferas da vida. Nesta perspectiva, é preciso entender que quem ganha com um sindicato forte, combativo e sério é a categoria dos professores (as) e, sobretudo a sociedade em geral, porque as mudanças que operam, via intervenção de qualquer sindicato impacta na qualidade de vida de todos. Por essa razão, quem ainda não viu os grandes avanços promovidos pela atual direção do SINPRO-DF necessita limpar e aumentar as lentes de alcance…
** trecho de poema de Alberto Caieiro, heterônimo de Fernando Pessoa. Cristino Cesário Rocha é Professor de Filosofia e Sociologia CEM 414 de Samambaia – DF
Coletivo de artistas apresenta espetáculo em Brasília
Jornalista: sindicato
O coletivo de artistas BR Sociedade Anônima apresenta, este mês, O casamento – uma grande comédia. A peça, baseada da obra O Matrimônio, de Nicolai Vassilievitch Gogol, será apresentada de 03 a 06 de junho no Teatro Sesc Garagem (913 Sul); 16 no Teatro Newton Rossi (Sesc Ceilândia); 18, 19 e 20 no Teatro Paulo Autran (Sesc Taguatinga Norte); e 25, 26 e 27 no Teatro Iara Amaral (Sesi Taguatinga Norte). O espetáculo mostra uma mistura de farsa e comédia burlesca recheada de tipos excêntricos e hilários que transitam pela cena movidos menos por desejos subjetivos e mais por convenções sociais.
Direção: Denis Camargo e Lidiane Araújo. Elenco: Alma Arriaga, André Vechi, Anna Cristina Prado, Carlos Kobvez, Fernanda Pacini, Gustavo Reinecken, Larissa Vargas, Laura Moreira, Luiz Alfredo Vannini e Thiago de Moraes.
Do site orçamento transparente – 02/06 – Denúncia, encaminhada à Justiça, aponta formação de quadrilha e conluio em licitação. A Polícia Civil, o Tribunal de Contas e o Ministério Público do DF têm, juntos, um farto material de investigação que denuncia o crime enraizado no Governo do Distrito Federal. Apurações que se desdobram em outras, que por sua vez dão origem a terceiras, num ciclo sem fim.
Das formas mais variadas, em diversos momentos de gestão, as irregularidades apontam para a mesma coisa: gastos ilegais de dinheiro público. A última operação concluída é a Terabyte, cujo alvo foram os contratos de empresas de informática do GDF no período entre 1999 e 2008. O relatório final apontou os crimes de formação de quadrilha, fraude e dispensa ilegal de licitação. A Polícia Civil remeteu as conclusões do inquérito à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, que também participou das apurações.
Os promotores apresentaram recentemente ação criminal contra os envolvidos: Durval Barbosa, ex-presidente da Codeplan (empresa que realizava para o GDF as contratações irregulares), assessores dele e representantes de empresas envolvidas nas fraudes. O processo corre sob sigilo em uma vara criminal do Tribunal de Justiça do DF e Territórios. Ao todo, nove empresas estão sendo investigadas. Auditorias do Tribunal de Contas do DF (TCDF), inquéritos da Polícia Civil, alguns abertos a pedido do Ministério Público, formam agora um conjunto de provas contundentes do esquema que fez muito dinheiro público escoar para atender interesses particulares.
No apanhado de apurações, constatou-se fraudes para retirar o caráter competitivo das contratações (veja arte). Havia conluio entre as empresas, que combinavam previamente os preços a serem apresentados nas propostas. E elas eram todas superfaturadas. Foi apurado vínculo de parentesco entre sócios de empresas concorrentes, documentos forjados e empresas de fachada. Também é apontado o vínculo de servidores do GDF que lidavam com as contratações e as empresas beneficiadas.
Mais de R$ 1 bi
Na semana passada, auditores do TCDF apresentaram um balanço de trabalho, que o Correio acompanhou, apontando todas as irregularidades constatadas no GDF desde 1997. Foram apontados grandes volumes de recursos gastos com burla ilegal de licitação e superfaturamento de contratos de informática na gestão de Joaquim Roriz. Mais especificamente a administração de Durval Barbosa na Codeplan, no período de 1999 a 2006. Relatório do TCDF destaca que a Codeplan “em total descaso, aumentava, ano a ano, os valores contratados, alçando a absurda quantia de R$ 1, 2 bilhão”.
A assessoria de Roriz afirma que as denúncias não podem ser pessoalizadas. “Uma coisa são os atos de administradores de governo, de ordenadores de despesa. Outra coisa são os atos atribuídos ao governador em exercício. Roriz não foi alvo da Operação Terabyte(1). Não foi investigado nesse caso. E não é réu em ação alguma”, diz Paulo Fona, assessor de imprensa do ex-governador. As investigações da Terabyte, como outras que afetavam pessoas ligadas ao então governador Arruda e ao vice, Paulo Octávio, sofreram reviravoltas no âmbito da Polícia Civil do DF. Hora eram sufocadas, hora, aceleradas. Mas, aos trancos e barrancos, sobreviveram com a parceria, às vezes conflituosa, mas que acabou bem-sucedida, com os promotores do Ministério Público do DF. Mesmo sob a pressão de se preservar Durval Barbosa, a Terabyte foi caminhando. Delegados já contaram ao Ministério Público do DF que Arruda exigia informações sobre o que estava sendo apurado. Queixa Uma das ações da Operação Terabyte irritou o então governador Arruda, em abril de 2009: a busca e apreensão em empresas de informática, que prestaram serviço no governo de Roriz e também estavam entre as contratadas da gestão Arruda. Em reunião com a cúpula da Polícia Civil, o então chefe do Executivo local reclamou. Disse que tinha sido surpreendido e que aquilo não deveria voltar a ocorrer.
Depois do episódio, houve troca de delegados em funções estratégicas. Mas o cerco se apertava e, mesmo sufocados, alguns na nova gestão resistiram a acatar orientações da operação interna de abafa. Alguns se incomodavam com as ordens de proteção a Durval e ao policial civil aposentado Marcelo Toledo, outro personagem envolvido nos escândalos da Operação Caixa de Pandora. Para uns, na Polícia, a ordem soava como medida de desespero. Era necessário proteger o potencial algoz, aquele que se não fosse preservado, implodiria o governo inteiro, exatamente como aconteceu. Em 27 de novembro do ano passado, a Operação Caixa de Pandora foi deflagrada pelo Ministério Público.
A Polícia Civil só não sabia que Durval já havia traído Arruda bem antes do que ele imaginava. 1 – Significado A operação recebeu esse nome por ter como alvo empresas de informática. O Terabyte é uma unidade de medida (capacidade) usada na informática, assim como Byte, Megabyte, Gigabyte etc. Memória Acordos emergenciais Em 2003, o Tribunal de Contas do DF determinou ao GDF a suspensão dos repasses de recursos ao Instituto Candango de Solidariedade (ICS) por julgar ilegais os contratos na área de informática. Mas o governo e o ICS conseguiram mandado de segurança no Tribunal de Justiça do DF para manter os pagamentos.
Em 2004, o Tribunal mandou Durval Barbosa, na condição de presidente da Codeplan, se abster de contratar serviços de informática por meio do ICS. O Ministério Público começou a ajuizar ações contra os gestores dos contratos. Uma auditoria identificou que, somente em 2005 , contratos com a Linknet e a Prodata geraram prejuízo de R$ 24 milhões ao cofres públicos. Na época, o presidente da Codeplan era Durval Barbosa, hoje o delator do esquema que implodiu o governo de Arruda.
A partir de 2005, impedida de usar o ICS como intermediador para burlar a licitação, a Codeplan passa a realizar contratos emergenciais, também recheados de irregularidades. As auditorias do TCDF remetem a problemas no ICS desde 1997. Na época do governo petista de Cristovam Buarque, o problema era outro. O TCDF e o Ministério Publico do DF e do Trabalho questionaram o repasse de R$ 54 milhões em 1998. Na ocasião, a entidade era usada pelo GDF para contratar funcionários sem concurso público. Milhares de pessoas foram contratadas como agentes de saúde sem seleção prévia, sob suspeita de serem cabos eleitorais. Foi aí que o governo transformou o ICS, até então uma mera entidade de fins filantrópicos, em uma organização social.
Horas descontadas devem ser comunicadas à regional
Jornalista: sindicato
A Secretaria de Educação informou que os professores que tiveram horas descontadas por causa das últimas assembleias da categoria devem solicitar a correção na própria regional de ensino a que pertence. Ele pode fazer isso de duas maneiras: entregando diretamente ao diretor(a) de sua escola ou indo pessoalmente à regional de ensino. Faça valer o seu direito e, qualquer problema, entre em contato com o Sinpro. A orientação que havíamos obtido anteriormente era de que os casos de descontos deveriam ser comunicados ao Sinpro para que a entidade encaminhasse à Secretaria, mas como o número de casos superou o esperado, a SEE solicitou que os professores encaminhem diretamente à regional.
A Diretoria do Sinpro repudia de forma veemente as mentiras e as calúnias publicadas na “reportagem” do jornal “Tribuna Distrital” – edição maio/junho. O proprietário desse jornal é professor de Planaltina, concorreu à direção do Sinpro nas eleições de 2007 e foi derrotado, e passou quase dois anos insistindo para que o Sinpro pagasse, com recursos da categoria, parte da tiragem do seu empreendimento comercial. Como não conseguiu obter apoio do sindicato para seus interesses comerciais, utiliza agora o momento em que a entidade passa por processo eleitoral para tentar enfraquecer um dos maiores sindicatos do país.
A Diretoria do Sinpro reafirma, mais uma vez, que todas as decisões a respeito de liberação de dirigentes, bem como as condições que esses têm para fazer o trabalho sindical, foram deliberação de assembleias gerais – algumas delas acontecidas há mais de vinte anos. Ao mesmo tempo a diretoria do Sinpro lembra à categoria que os balanços financeiros da entidade são todos aprovados por assembleia geral e auditados por empresa de auditoria independente.
A diretoria do Sinpro está tomando todas providências judiciais cabíveis para preservar a imagem do nosso sindicato que, mais do que um patrimônio de nossa categoria, é um legítimo instrumento da sociedade do Distrito Federal.