O debate sobre a diversidade sexual e a quebra de tabus, preconceitos, discriminações e estigmas serão um dos focos do “Seminário Cidadania Viva: Lesbianidades, Família e Sociedade”, que acontecerá nos dias 27 e 28 de agosto. Durante o evento, organizado pelo Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Criança e Adolescente, serão oferecidas palestras e painéis com temas referentes ao desafio de se romper com o padrão homofóbico e lesbofóbico, além de abordar questões referentes à orientação sexual e à luta pela igualdade de direitos. A abertura do Seminário está marcada para as 19h de quinta-feira, 27, no Teatro da Caixa (SBS Qd. 4, Lt. 3/4, anexo à sede da Caixa Econômica Federal – A). Na ocasião será transmitido o filme “A verdade sobre Jane”, seguido do pronunciamento de autoridades. Já na sexta-feira, 28, no Hotel St. Peter (SHS, Qd. 02, Bl. D), o evento será aberto às 9h com palestras e painéis com especialistas.
O renomado professor italiano Antonio Maria Baggio está no Brasil para uma série de conferências e palestras de filosofia. No dia 24 de agosto ele estará na UnB para a conferência “A fraternidade como categoria civil e política”, a convite da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, da UnB e da Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura. O professor também estará apresentando os dois volumes de seu livro “O Princípio Esquecido”.
A fraternidade faz parte da trindade da revolução francesa – “liberdade, igualdade, fraternidade” – mas embora a liberdade e a igualdade tenham passado a fazer parte indispensável do dicionário político, a fraternidade só é lembrada em ações sociais esporádicas.
Ainda assim, Baggio defende que a fraternidade pode ser a chave para efetivamente criar as condições para a plena realização da liberdade e da igualdade.
Antonio Maria Baggio, doutor em filosofia, lecionou na Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma) e atualmente é professor extraordinário de filosofia política no Instituto Universitário “Sophia”, Itália.
Conferência “a fraternidade como categoria civil e política” Horário: 15h Local: prédio do Instituto de Ciências Biológicas, Bloco E, Auditório nº 1, Sala ET, no Campus Universitário Darcy Ribeiro. Participação: Antonio Baggio; Profª Nair Bicalho (UnB); Prof. Erasto Fortes Mendonça (UnB). O evento será seguido do lançamento do livro “O princípio esquecido”
O cientista Miguel Nicolelis, 47 anos, é o convidado da segunda edição da Aula da Inquietação. Nesta sexta-feira, 21 de agosto, ele estará no Teatro de Arena, às 10h, no campus do Plano Piloto, para falar à comunidade sobre a importância da curiosidade cientifica.
Na carreira de Nicolelis, apontado como um dos 20 maiores cientistas da atualidade, curiosidade e inquietação se entrelaçam. “A inquietação é o motor, a mola propulsora da ciência. Não existe descoberta sem curiosidade, sem perguntas, sem motivação”, afirmou o pesquisador em entrevista à UnB Agência.
Professor titular da Universidade Duke, na Carolina do Norte, Estados Unidos, Nicolelis é um dos responsáveis pelo prestigiado laboratório de Neuroengenharia da instituição. O grupo trabalha para construir a interface entre o cérebro humano e as máquinas.
A última peripécia científica da equipe foi fazer um robô andar por meio de sinais de computador decodificados a partir de comandos captados direto do cérebro de uma macaca. O robô estava no Japão. A macaca, nos Estados Unidos.
Paulistano, Nicolelis se formou em Medicina pela Universidade de São Paulo. Na mesma instituição, obteve o doutorado em Fisiologia Geral. Em seguida, mudou-se para os EUA, onde fez pós-graduação em Neurofisiologia.
O mais recente ato de inquietação de Nicolelis foi criar o Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra, em Natal, no Rio Grande do Norte. O local, apelidado de campus do cérebro, está trazendo de volta ao país cientistas brasileiros que haviam emigrado e produzindo pesquisas de ponta.
O projeto do campus do cérebro alia, ainda, conhecimento e desenvolvimento social. Os moradores da cidade participam de programas de educação e saúde. “A ciência deve constituir a base de um projeto de nação, pois é capaz de tornar as pessoas mais conscientes, produtivas e participativas”, afirma Nicolelis.
Cotado nas listas de aposta para o prêmio Nobel da Ciência, Miguel Nicolelis tem um conselho para os jovens estudantes: “siga o seu taco, faça aquilo que lhe dá paixão.”
Para o reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Junior, a presença de Nicolelis está dentro da proposta de integração de saberes que a universidade deve contemplar. “Nós já trouxemos um teólogo e um rapper, agora teremos aqui um dos principais cientistas da atualidade”, disse José Geraldo em referência à primeira Aula da Inquietação, que recebeu Leonardo Boff e Gog.
Leia abaixo entrevista exclusiva concedida por Nicolelis à UnB Agência
UnB Agência – Chamamos nossa aula inaugural de Aula da Inquietação. É uma maneira de provocar a curiosidade científica e intelectual de nossos estudantes. Na sua avaliação, qual o valor da inquietação para o desenvolvimento da ciência? Miguel Nicolelis – A inquietação é o motor, a mola propulsora da ciência. Não existe descoberta sem curiosidade, sem perguntas, sem motivação. Na minha carreira, lembro de um momento bastante significativo de inquietação. Logo que cheguei aos Estados Unidos, em um laboratório da Filadélfia, vi a imagem de um disparo elétrico no cérebro. A imagem mostrava milhares de células reagindo em cadeia ao estímulo. O ano era 1989 e esta ocasião me fez elaborar perguntas sobre a maneira sistêmica pela qual o cérebro reagia. Os estudos em Neurociência estavam evoluindo para considerar a importância do sistema e não das células isoladas. Era um paradigma sendo quebrado. Os paradigmas são quebrados por causa da inquietação.
UnB Agência – Em suas falas, o senhor costuma destacar o papel de transformação social que a ciência possui. Como a ciência efetivamente transforma a sociedade? E como podemos democratizá-la? Nicolelis – De alguma maneira, todos nós fazemos e usufruímos da ciência. Ela está no cotidiano de todos – seja na educação, na economia, na medicina. A ciência deve constituir a base de um projeto de nação, pois é capaz de tornar as pessoas mais conscientes, produtivas e participativas. Em Natal, provamos diariamente que é possível democratizar a ciência. Há quatro anos, quando inauguramos o Instituto do Cérebro, a cidade estava fora do mapa científico. Hoje, o nosso centro de estudos ali é um dos melhores do país em sua área – senão, o melhor, e já tem reputação internacional.
UnB Agência – Por que o senhor escolheu o Rio Grande do Norte para este projeto? Nicolelis – Queria provar que cada cabeça pensante é um talento científico em potencial, demonstrar que é possível fazer ciência em qualquer lugar, desde que haja comprometimento. Também pensava em descentralizar o conhecimento. Um pouco como foi a própria criação da Universidade de Brasília. A UnB descentralizou a produção científica brasileira, que estava basicamente no Sudeste antes da criação da nova capital. O Instituto do Cérebro também é um esforço para descentralizar a produção científica. Para efetivar essa proposta de mudança, contamos com bastante ousadia e determinação. Nosso trabalho começa na atenção à saúde das gestantes e vai até a pesquisa de ponta. Não temos a pretensão de que todas as crianças atendidas se tornem cientistas, mas acreditamos que elas serão cidadãos melhores, afinal estão sendo formadas com valores éticos e humanísticos. No futuro próximo, confiamos no papel de multiplicadores que elas terão na sociedade.
UnB Agência – Em sua opinião, que pecados o Brasil comete em relação ao desenvolvimento científico? Nicolelis – Os pecados são muitos. Mas existe um especial: a burocratização, a judicialização das coisas. O Brasil é um país de advogados. Nada contra os advogados, mas deve ser também um país de médicos, engenheiros, biólogos, professores… É um país em que as leis trabalham contra a realização. Um país que transforma cientistas em funcionários públicos. Cientista é para fazer pesquisa, não é para bater ponto. Os departamentos jurídicos brasileiros deveriam executar ordens. Mas, na verdade, são balcões de súplicas. UnB Agência – O senhor defende o compromisso social do pesquisador. Como as universidades podem contribuir para desenvolver esta responsabilidade em seus estudantes? Nicolelis – As universidades públicas devem abrir as portas para a sociedade brasileira. Devem tornar acessível o conhecimento produzido dentro delas. Isso se faz de várias maneiras: convidando crianças para conhecer os laboratórios, criando patentes que vão gerar emprego, realizando projetos de saúde, cultura e educação nas comunidades próximas.
UnB Agência – Que conselho o senhor daria a um jovem estudante? Nicolelis – Siga o seu taco, faça aquilo que lhe dá paixão. A realização pessoal é um ato de ousadia, implica sacrifícios. Mas, por outro lado, é muito difícil levantar da cama diariamente para exercer uma profissão da qual não se gosta. Érica Montenegro – Da Secretaria de Comunicação da UnB
GDF desrespeita a categoria e não comparece à negociação
Jornalista: sindicato
Deveria acontecer ontem, quinta-feira, dia 13 de agosto, uma reunião para negociação entre o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) e a Secretaria de Educação do DF. Esta reunião foi agendada com antecedência para debater questões relevantes de nossa campanha salarial que continuam pendentes. Também incluímos para a discussão medidas que o GDF precisa tomar referentes a gripe H1N1, ou gripe suína, já que nossa categoria é uma categoria que deve ser acompanhada como de risco pois convive diariamente com a comunidade escolar dentro de salas, a maior parte delas, apertadas, superlotadas, sem ventilação, etc. Mas, infelizmente, demonstrando descaso e desrespeito à categoria, a Secretaria de Educação simplesmente não compareceu à reunião e não deu satisfação à Comissão que foi ao Buritinga às 10h00. Acionada por representantes da Comissão de Negociação, a secretária-adjunta de Educação Eunice de Oliveira, informou que “esqueceram” da reunião e que estavam em outra atividade do governo, na Região Administrativa do Brazlândia. Indignada, a comissão de negociação foi embora sem discutir as questões pendentes da categoria e sobre as medidas de prevenção à gripe H1N1 que seriam apresentadas ao Governo. Esse comportamento desrespeitoso do GDF apenas demonstra o tamanho do descaso dele com a educação pública e com a saúde de uma categoria tão importante para a sociedade, assim como também com a saúde de nossas alunas e alunos. A verdade é que as medidas que o Ministério de Saúde determina como prevenção à gripe suína não são totalmente encaminhadas pelo governo, colocando em risco a saúde de professoras e professores, auxiliares de ensino e da comunidade escolar. Simplesmente dispensar do trabalho professoras grávidas nas escolas por 10 dias é muito pouco. E os outros casos considerados pelo Ministério como de alto risco, como ficam? Com a saúde não se brinca. É preciso ter seriedade e responsabilidade porque temos mais de 600 mil alunas e alunos todos os dias nas escolas e mais de 30 mil professoras e professores e auxiliares de ensino.
A Associação de Gays, Lésbicas e Simpatizantes (AGLS/DFE) convida para a 4ª Parada LGBT de Taguatinga, às 14h de domingo, 16 de agosto. A concentração será na QNE 27, Comercial Norte da Região Administrativa, e o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) reforça o convite para que além das pessoas inseridas na causa, todos os que torcem por um mundo sem preconceitos e pela busca de direitos iguais participem da festa.
Nesta sexta-feira (14), militantes sociais e sindicais de todo o Brasil realizarão manifestação na Jornada Unificada de Lutas, que reúne várias centrais sindicais. No DF, as atividades começam cedo, às 9h, na Torre de TV.
De lá, os manifestantes seguirão em passeata pela Esplanada dos Ministérios. Paradas estratégicas serão feitas nos ministérios do Planejamento, da Fazenda e no da Comunicação. Nas duas primeiras pastas, será cobrada a pauta defendida nacionalmente, que abrange a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salários, e a defesa de emprego, salário e direitos. Já no ministério da Comunicação, os manifestantes protestarão pelo monopólio dos Correios e exigirão a realização de uma Conferência Nacional de Comunicação democrática e popular, pautas estas inseridas pela CUT-DF e demais movimentos sociais da região.
“Esta mobilização é uma das principais tarefas da militância cutista neste ano e precisamos nos empenhar para que envolva o conjunto do país”, afirmou o secretário-geral da CUT, Severo Quintino. De acordo com o dirigente cutista, o enfrentamento à crise financeira e a defesa para que os trabalhadores não paguem por ela também “virá à tona com peso no dia 14”. O tema foi aprovado no 10º CONCUT como um dos principais eixos do Plano de Lutas da Central. Por: Vanessa Galassi, da CUT-DF
O governador José Roberto Arruda assinou decreto na tarde desta quarta-feira (12), dispensando do trabalho, por dez dias corridos, a partir desta quinta-feira (13/8), todas as gestantes em atuação no serviço público do DF. A intenção é proteger as gestantes da ameaça da nova gripe. Gestantes, idosos e crianças fazem parte do grupo de risco da gripe A. Segundo o documento, “servidoras, empregadas públicas, prestadoras de serviços, estagiárias, conveniadas ou que desempenhe qualquer outra função em caráter transitório e excepcional nos órgãos e entidades da Administração Direta e Indireta do Governo do Distrito Federal” grávidas estão incluídas. As gestantes deverão apresentar atestado médico comprovando sua condição de grávida. O atestado então deverá ser anexado à folha de ponto para fins de registro pela unidade de gestão de pessoas do respectivo órgão ou entidade de lotação da servidora ou empregada. Essa iniciativa de governo ocorreu após audiência do governador com a presidente da CUT, Rejane Pitanga, que expôs a preocupação das servidoras gestantes com a nova gripe. Apesar de considerar a medida positiva o Sinpro, que terá uma reunião de negociação com o GDF às 10h desta quinta, 13, defenderá um afastamento maior para as professoras grávidas, de 30 dias, para prevenir. (com informações do site do Correio)
Na semana passada o Correio Braziliense estampou em mais de uma página anúncios em letras garrafais do projeto Leio e Escrevo Meu Futuro, que vem a ser a proposta que está torrando R$ 2, 9 milhões dos recursos do Fundeb no Distrito Federal. Infelizmente mais uma vez seus leitores não foram informados dos custos desse convênio firmado com o GDF, dos critérios que foram utilizados para a escolha do jornal para a implantação da proposta e porque foi dispensada licitação para o convênio com o Correio. Além de falarem que 7500 jornais serão distribuídos às escolas, falam do site da Internet e, “benesses das benesses”, falam da realização de um concurso de redação e que haverá “prêmios” para alunos, professores e gestores, entre elas viagens nacionais e internacionais. O Jornal também remete para uma página na Internet, que em nenhum local também especifica os custos do projeto. Neste domingo, 9, o Correio encartou um suplemento especial que nada mais é do que uma propaganda muito bem feita do projeto e de iniciativa que na sua maioria foram desenvolvidas pelos professores à revelia da Secretaria de Educação. É por essas e outras que o Sinpro ingressou com representação no Ministério Público para esclarecer esse convênio e o outro que destinou quase R$ 500 mil à revista Veja. Coincidentemente, logo após esse empenho a revista publicou uma entrevista com o governador nas páginas amarelas. Esperamos que a investigação esclareça o que pode até ser legal, mas que sem dúvida é imoral: a utilização de vultosos recursos públicos sem licitação, para “comprar” no sentido estrito da palavra, os veículos de comunicação.
Voluntários dão aulas em pré-vestibular para alunos carentes Um dia por semana, a diplomata Adriana Telles, de 31 anos, troca o Itamaraty pela Paróquia Santo Antônio, na 911/912 Sul. Sua missão não poderia ser mais importante: assumir o papel de professora voluntária no pré-vestibular da Organização Não Governamental Educafro – Educação e Cidadania para Afrodescendentes. O resultado dessa iniciativa são alunos que saem de bairros carentes e são projetados na direção de um futuro melhor.
Atualmente, passar por um cursinho pré-vestibular parece uma etapa obrigatória para quem pleiteia uma vaga nas universidades públicas. Mas, esse privilégio, em sua maioria, é reservado aos alunos de escolas particulares. “Por isso, pensamos em um pré-vestibular gratuito para jovens carentes e afrodescendentes, para que eles possam garantir um espaço no mercado de trabalho”, justifica o coordenador-geral da Educafro–Brasília, Fernando Benício.
Além de Adriana, outros professores voluntários de alto padrão de ensino ocupam as noites dos alunos que frequentam o pré-vestibular. “Vejo uma grande melhora dos alunos que estão em contato com o curso”, afirma Adriana. “Como outras matérias também exigem leitura, eles acabam evoluindo não só pela minha disciplina, mas devido a um trabalho conjunto”, completa.
A ONG, presente em outros quatro estados, possui dois núcleos em Brasília. Um fica no Setor P Norte, em Ceilândia, e o outro está instalado na Paróquia Santo Antonio, na 911/912 Sul. Apesar de não ter nenhum vínculo religioso, o espaço foi cedido pela igreja para que os alunos pudessem ser bem abrigados.
O custo para quem quer aprender é praticamente nulo. A matrícula custa apenas R$ 15 e a mensalidade R$ 25, para ajudar na comprar das apostilas (com todas as matérias de um vestibular convencional). As aulas seguem um padrão rígido e ocorrem de segunda a sexta-feira, de 19h10 às 22h30h. Quem não pode pagar, tem outra alternativa. “A gente não trabalha com paternalismo. Eles podem fazer uma rifa, por exemplo”, afirma o coordenador da ONG. “Queremos que o aluno se torne um cidadão, não um coitadinho”, acrescenta.
O coordenador explica que o pré-vestibular serve de trampolim para os melhores. Vários ex-alunos conseguiram vagas em faculdades particulares, na Universidade de Brasília e em bolsas espalhadas pelo mundo. “Temos quatro jovens de Brasília que ganharam bolsas pela ONG e cursam Medicina em Cuba e na Venezuela”, orgulha-se Fernando.
O exemplo de Elizete Carvalho, ex-aluna do pré-vestibular e caloura da UnB, não é raro na trajetória de quem passou pela Educafro. A jovem, de apenas 22 anos, estudou um semestre e foi aprovada no curso Terapia Ocupacional, pelo último vestibular do campus de Ceilândia.
Hoje, tanto Elizete quanto sua irmã (bolsista no curso de psicologia da Universidade Católica) são voluntárias da ONG. “Quis aprender o máximo que eu podia. E quando atingi meu objetivo, voltei para ajudar a comunidade”. E recruta. “A Educafro pede ajuda e convida voluntários que quiserem abraçar essa iniciativa”.
O urbanitário Artur Henrique é reeleito presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), para o período 2009-2012. Ele foi escolhido na tarde desta sexta, dia 7, pelos 2.461 delegados e delegadas que participaram do 10º Congresso Nacional da entidade.
Trabalhador da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), formado em Sociologia pela PUC Campinas e originário do SinergiaSP-CUT (Sindicato dos Eletricitários de Campinas), Artur ocupa a Presidência da CUT desde junho de 2006, quando foi eleito pela primeira vez. Ele tem 48 anos.
Presidente da CUT Artur Henrrique
O Congresso também elegeu a Executiva Nacional.
Vice-presidente: José Lopez Feijóo (metalúrgico-SP)