Programa aborda a formação dos professores

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) convida todos os educadores a assistirem o programa Juntos pela Educação e Segurança, às 14h30 de sábado, na TV Brasília. A programação vai tratar da formação dos professores e contará com a presença do educador Olímpio Sabino, do Centro de Ensino Fundamental 15 do Gama.

Professores levam conhecimento de saúde para sala de aula

A Anvisa reuniu em Brasília 114 profissionais de educação para capacita-lós na discussão de temas de saúde em sala de aula. A maior parte dos professores participantes leciona em escolas públicas e vieram dos municípios paulistas de Vinhedo, Paulínia, Taboão da Serra, Mogi das Cruzes e de Pindamonhangaba, e Estância.

A capacitação faz parte do projeto Educanvisa. A meta em 2009 é preparar 544 professores do ensino público de nível fundamental e médio de 32 cidades distribuídas nas cinco regiões do País. Assim o projeto passará a atender a mais 19.040 estudantes. O projeto Educanvisa existe desde 2005. Entre 2006 e 2008, foram formados como multiplicadores 136 profissionais de vigilância sanitária dos municípios participantes. 1.118 professores de escolas públicas e atingiu 45 mil alunos.

Pela soberania nacional do petróleo e da Petrobrás

A descoberta do depósito de petróleo e gás na região do pré-sal brasileiro agitou o mercado e pode colocar o país entre os maiores produtores mundiais. Com valor aproximado de US$ 5 trilhões em matriz energética, o dinheiro advindo da exploração da nova reserva tem o poder de implementar melhorias e acabar com vários problemas dos setores da saúde, da segurança pública e da educação, por exemplo.
Com as descobertas de novas reservas de petróleo diminuindo desde a década de 60 e o consumo cada vez maior (a matriz energética é matéria prima para mais de três mil produtos petroquímicos hoje no mundo), as grandes empresas petrolíferas mundiais passam a olhar o Brasil com ares de cobiça. De acordo com dados divulgados por petroleiros da estatal brasileira , a região do pré-sal pode levar as reservas brasileiras dos atuais 14 para 22 bilhões de barris. O petróleo, encontrado em reservas localizadas abaixo da camada de sal, localizada a até cinco mil metros de profundidade, dobrará o tamanho da Petrobrás, transformando-a em uma das maiores empresas do mundo.
E são respaldados nestes números que alguns setores da política nacional e grandes corporações internacionais tentam traçar mecanismos para que a estatal perca força e se desgaste perante a opinião pública com denúncias descabidas. A intenção, segundo segmentos sindicais ligados à Petrobrás, é que a reserva possa ser explorada por empresas de capital externo, retirando assim a riqueza que poderia ser revertida para o Brasil.
Para enfrentar essa campanha difamatória, vários segmentos sindicais, estudantes, movimentos populares, professores e petroleiros vem promovendo por todo o país palestras com o objetivo de mobilizar e assegurar a consolidação do monopólio estatal do petróleo, a reestatização da Petrobrás, o fim das concessões brasileiras de petróleo e gás, garantindo a destinação social dos recursos gerados. Dentre as maiores reivindicações está a luta por uma nova lei do petróleo que possa garantir uma melhor qualidade de vida à população. A mobilização lembra a campanha “O Petróleo é nosso” que resultou na criação da Petrobras.
Em entrevista concedida ao Sinpro, os técnicos da estatal e filiados à Federação Única dos Petroleiros (FUP) Nelson Araújo, Roberto Gutierrez e Adoniram Costa afirmam que a CPI da Petrobrás, nada mais é que uma cortina de fumaça para esconder a tentativa de retirar do domínio do povo brasileiro mais esta riqueza nacional. Eles apresentaram um powerpoint em que explicam o pré-sal e defendem a necessidade de o povo brasileiro discutir e defender o patrimônio que é dele. O Sinpro colocará esse trabalho à disposição para que os professores possam trabalhar com os alunos.
Confira a íntegra da entrevista:

Qual a importância do petróleo como matriz energética na geopolítica mundial?
O petróleo ocupa um lugar muito importante nas nações e no desenvolvimento dos países, porque é um produto essencial não apenas para a produção de energia. Hoje nós temos mais de três mil produtos derivados do petróleo (plásticos, roupas, alimentos, remédios e etc) e o mundo não sobreviveria sem ele. A sociedade atual, do século XVIII para cá, foi calcada no consumo de hidrocarbonetos e o petróleo, pela sua facilidade de processamento, diferentemente do carvão, acaba ocupando uma importância muito grande neste processo.

O que isto determinou no que se refere às disputas políticas ao redor do mundo?
Desde a origem do petróleo várias disputas surgiram. Nelas, os países produtores sempre estiveram em uma situação inferiorizada porque a empresa de petróleo, organizada a partir do desenvolvimento do capitalismo nos Estados Unidos, principalmente, adquiriu um poder muito grande com uma relação íntima com o Estado. Com isto criou um monopólio privado que dominou a exploração do produto no mundo.

Este foi um dos aspectos principais para a invasão do Iraque?
Tomando como exemplo o Iraque, a invasão deste país não é recente. A ocupação do Iraque foi feita na Inglaterra, em 1921. O México nacionalizou suas reservas na década de 40 e passou a ser muito combatido, porque foi o primeiro país a nacionalizar suas reservas. Hoje, a situação é a seguinte: as empresas de petróleo privadas têm muito poucas reservas. Praticamente o planeta nacionalizou suas reservas e ao nacionalizar, as grandes empresas perdem poder; não é a toa que fazem tanto lobby e investem no pré-sal como o que está acontecendo aqui no Brasil.

É importante salientar que nas últimas três décadas nós não tivemos nenhuma nova descoberta de petróleo no mundo. Em contrapartida, o consumo aumenta exponencialmente. Uma descoberta deste quilate no Brasil (camada pré-sal) chama a atenção de todas as empresas petrolíferas do mundo, além dos segmentos financeiros e econômicos mundiais para o Brasil. Um outro aspecto é que o petróleo não só move apenas a energia, mas a petroquímica também. Muitas vezes o produto final é muito mais valioso do que o uso de energia. Para se ter uma idéia, o barril de petróleo está custando em torno de US$ 70. Se você transformá-lo em produtos tratados, este valor vai para US$ 1, 5 mil.

Essa descoberta parece ter transformado novamente a Petrobrás em “vilã” da história, quer dizer, por isso alguns setores têm defendido outro modelo de gestão. Como vocês fazem esta correlação entre a descoberta do pré-sal, o ataque à Petrobrás e agora a CPI?

Esta CPI, na nossa opinião, é uma grande cortina de fumaça porque, na verdade, o que está em disputa são as eleições de 2010, por interesse do PSDB e do PFL de bater no atual governo (PT), além da disputa pelo governo e pelo orçamento do pré-sal. Existe um movimento para esta agitação social e o movimento dentro do próprio governo pelo fato de Lula ter suspenso o 8º e 9º leilões que estavam previstos. Isto sinaliza para as empresas particulares no mundo que a lei pode mudar. Então o ataque que a Petrobrás está sofrendo por causa da CPI na verdade é para enfraquecer não só a estatal, como também o governo, forçando uma legislação que permita a exploração do pré-sal à vontade deles (forças estrangeiras).

Pela atual legislação, aprovada no governo Fernando Henrique, se permite que a exploração seja ‘ad infinitum’ até depois do pré-sal, que não existia quando a legislação foi criada. Então é por isto que existem outros riscos deles alterarem mais a legislação abrindo mais a exploração.

O entendimento é este, ou seja, a ganância não tem limite. Se o bloco foi vendido, não tinha pré-sal e agora têm, eles vão furar e vão querer. A idéia é a seguinte: é um projeto político que quer tornar ainda mais dependente os países em desenvolvimento, não admitindo que países como o Brasil, com uma descoberta deste tamanho, possam ter um desenvolvimento próprio.

Tanto que os países em desenvolvimento, que hoje tem as grandes reservas de petróleo, são aqueles onde o estágio de miséria de seu povo é avançado, e onde as questões básicas de educação e saúde, por exemplo, ainda estarem sem solução. A tese é esta: conseguir manter a dependência.

A tese destes países que produzem petróleo é serem produtores para os de primeiro mundo, enquanto seu povo permanece na miséria. Por isto a idéia é de que você explore petróleo e venda para outro, porque se você agregar o valor do produto, ganha muito mais.

E em relação à oposição no Congresso?
Está clara que a oposição hoje no Congresso vê esta CPI como um instrumento para que se garanta a manutenção da atual legislação do petróleo. Então o objetivo deles é desgastar a direção da Petrobrás, que em paralelo desgasta o governo e replica nas eleições de 2010. Mesmo porque ela (Lei) atende a todos os interesses deles.

Quem ganha e quem perd
e com essa campanha contra a Petrobras?
A sociedade brasileira perde, porque você vai permitir explorar todas as nossas reservas de forma que o governo brasileiro não terá nenhum controle. Quando você explora as reservas dos países do Oriente Médio, paga-se um custo de aproximadamente 90% daquilo que se explora. Este montante fica no país produtor, ou seja, você só tem direito a 10%. No Brasil o processo é inverso devido a legislação que está aí. Os royalties, que muitos falam que a Petrobrás paga, na verdade representam um percentual muito pequeno.

Mesmo com esta discussão colocada por eles, de que o valor existente no pré-sal tem de ser revertido em um fundo para a educação e a saúde no Brasil, por exemplo? À preocupação que o país pode se tornar uma nova Arábia Saudita? E esta riqueza vai ficar com quem?

Inclusive este debate sobre a nova empresa é interessante porque os argumentos que os parlamentares estão utilizando é que como a distribuição acionária da estatal está em uma situação que a iniciativa privada tem 64%, e deste montante 40% é estrangeiro. Esta privatização por venda de ações foi realizada no governo Fernando Henrique, que foi uma das operações para criar a Petrobrax. E a primeira medida dele foi vender as ações do governo federal, da União, na Bolsa de Nova York, ou seja, 40% estão lá fora.

Hoje a Petrobrás se valorizou muito no mercado internacional. É uma das empresas mais valorizadas do mundo e o país tem recursos para recomprar as ações. A estatal não faz esta discussão e se mantém na relação institucional, e não fala sobre a recompra destas ações. Apesar disto se o governo brasileiro quisesse, poderia recomprá-las. Com poucos meses de operação, o pré-sal pagaria, ou seja, o que o Brasil tem de reserva de dólares hoje, na faixa de US$ 200 bilhões, compra estas ações e com um ano estas reservas estão todas de volta ao caixa da União em função do pré-sal.

Como ex-dirigentes sindicais, demitidos da Petrobrás em 1994, vocês acham que há algum tipo de desvio ético o fato de termos diretores que foram ex-dirigentes sindicais?

Muito ao contrário. Acho que no movimento sindical nós temos pessoas que se prepararam em função da ética, da honestidade e da seriedade do tratamento da coisa pública, e principalmente adotando uma visão política de interesse da nação brasileira. Muitas destas pessoas assumiram posição de cargo na Petrobrás como assumiram em diversos setores de estado brasileiro, o que achamos muito importante, porque estas pessoas estão preparadas para defender os interesses do país.

Melhor que o genro do presidente, já que o Fernando Henrique nomeou o próprio genro para a Petrobras, não é?

Exatamente. O genro foi nomeado, assim como parentes para MP, ou seja, nas gestões anteriores, nós tínhamos a corrupção velada e não revelada, a ocupação de cargos, a quebra da Petrobrás, a quebra do monopólio estatal, a venda das ações que a estatal tinha na Petroquímica, que é o setor mais importante da cadeia de petróleo e foram vendidas as ações do Brasil na Petroquímica. Devido a tudo isto, os sindicalistas estão contribuindo para reconstruir a estatal em um patamar que interessa a sociedade brasileira. Estas denúncias que apareceram na imprensa são porque eles estão vendo que a Petrobrás tem aumentado os investimentos no país, tem um plano de investimento para os próximos quatro anos de US$ 150 bilhões. No governo Fernando Henrique, a Petrobrás ficou sem contratação, ou seja, passou 12 anos sem contratar empregados, anos e anos sem investimento e de 60 mil empregados, a estatal reduziu para 28 mil no governo FHC, e agora retornou para 54 mil funcionários. Isto significa a produção de cinco milhões de empregos indiretos. O problema é que a grande imprensa (Globo, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo e a Revista Veja) representa os mesmos interesses que sustentaram o golpe militar, da ditadura, dos grupos internacionais, da internacionalização da economia brasileira. Eles não aceitam que setores nacionalistas assumam posição na empresa.

Em relação aos patrocínios que a Petrobrás faz: antigamente a estatal só patrocinava grandes produções e hoje está presente até mesmo em festa junina no interior. Isto é ruim, é bom e o que significa para nós?

Na verdade a Petrobrás sempre patrocinou eventos e nesta gestão estamos preservando cultura e iniciativas populares, por exemplo. Então o investimento na verdade é para preservar coisas da cultura regional. Acho que é uma obrigação de empresas do tamanho da Petrobrás fazer este investimento, porque você estará fazendo sua parte social; sem contar que estes investimentos são reduzidos em imposto, coisa que nunca foi dito pela imprensa. A empresa está com uma política de patrocinar filmes, músicas de qualidade, algumas delas com certa dificuldade no mercado, livros. Agora observe que a estatal produziu ano passado, em valor agregado para a economia brasileira, algo em torno de US$ 104 bilhões, pagou em impostos US$ 80 bilhões e estes patrocínios, que são importantes para a sociedade brasileira, estão em torno de US$ 600 milhões. Em relação ao faturamento e ao lucro, o valor é irrisório.

Mudando de foco, o Brasil hoje está com uma mina de ouro, ou melhor, uma mina de petróleo nas mãos. Algo em torno de US$ 5 trilhões se for computada toda a reserva de pré-sal. Isto pode acarretar futuramente uma briga de outros países para tomar esta riqueza, a exemplo do Iraque? De uma solução o país corre o risco de herdar um problema se não investir em algumas áreas?

Nós esperamos que o desenvolvimento do país venha aumentar o nível de participação e consciência da população, para que discuta com a opinião pública mundial uma nova relação internacional, ou seja, onde não permita que os Estados Unidos faça o mesmo que fez com o Iraque e o Afeganistão (invasão dos países). Podemos estar sujeitos a uma situação destas se não formos suficientemente organizados para enfrentar isto. Os EUA carecem de energia porque são os maiores consumidores de petróleo, e isto pode implicar em algumas situações. Desta forma, precisamos de uma autodefesa muito significativa e não tem melhor autodefesa do que a organização e a elevação do nível de consciência e educação da população.

Qual a importância deste movimento que vocês estão fazendo? O que é primordial que a sociedade brasileira conheça e qual a importância deste movimento ganhar as ruas? No caso dos professores, como a classe pode contribuir para a discussão?

Hoje este debate sobre as riquezas brasileiras tem de ser feito por todo o cidadão de qualquer rincão deste país. Nos nossos 500 anos de existência como país, já perdemos muito do nosso patrimônio natural (pau-brasil, ouro, ferro), fomos exportadores de açúcar, cacau, café, urânio, nióbio, ou seja, o Brasil é um país rico. No caso deste movimento, nossa função é dizer para a sociedade brasileira que isto existe e estamos aqui com este painel mostrando o significado do que é esta descoberta. Precisamos que os professores, o movimento sindical, os setores organizados e até mesmo os não organizados saibam disto e tenham dimensão do que significa, para poder entender e fazer juízo do que está ocorrendo. É importante que não se tenha apenas um interlocutor desta história (imprensa), que às vezes manipula as informações e deturpa o que realmente acontece. Queremos transformar o máximo de pessoas possíveis em um multiplicadores desta informação para que possamos fazer a defesa de uma riqueza que é nossa.

Qual a defesa e o modelo de gestão desta riqueza vocês defendem?
A própria UNE (União Nacional dos Estudantes) tem como bandeira a defesa do pré-sal. A CUT (Central Única dos Trabalhadores) e os movimentos sindicais têm colocado a necessidade deste petróleo ser nosso. Tudo isto são sinais
importantes que a sociedade e os movimentos dão de que o fundamental para o país é que este petróleo seja patrimônio da nação, e a exploração tenha o controle estratégico da própria nação, não sendo apenas para exportação como matéria-prima. Em relação ao modelo de uma nova lei de petróleo, teríamos de discutir, mas na minha opinião, passa por duas questões fundamentais: a posse da riqueza como nossa e a exploração também nacional e de cunho estratégico. Esta discussão nós precisamos fazer com todos os professores do Brasil para que isto seja discutido em sala de aula, para que o aluno leve para casa e que todo o cidadão brasileiro tenha a noção de que apesar de sermos um país rico, somos pobres pelo modelo de exploração e predatório de nossos recursos minerais e naturais.

Quais são os maiores inimigos da Petrobrás?
Os maiores inimigos não somente da Petrobrás, mas de toda a nação brasileira em função da sua riqueza, são as grandes empresas internacionais que estão de olho nestas riquezas. Dentro do país podemos enumerar os setores políticos organizados no ex-PFL, hoje DEM, no PSDB, em setores do PTB que fazem esta discussão respondendo ao lobby das empresas internacionais, e aos projetos pessoais. Brasília hoje é um local estratégico porque é justamente onde os lobbyes destas empresas estão.

Curso de especialização em EJA tem início sábado

A Universidade de Brasília (UNB) informa que o Curso de Especialização em Educação na Diversidade e Cidadania, com ênfase na Educação de Jovens e Adultos (EJA), terá inicio no sábado, 01 de agosto, na Faculdade de Educação (Prédio FE-5, Auditório Dois Candangos), localizada no Campus Darcy Ribeiro/Asa Norte. Na data, será realizado o 1º encontro presencial dos pólos de Ceilândia e Santa Maria, ocasião que será efetivada a matrícula bem como o cadastro dos candidatos na plataforma Moodle.
Maiores informações poderão ser obtidas pelo site www.fe.unb.br, clicando no link ‘Informações gerais sobre o início do Curso EJA’. Além dos nomes dos candidatos aprovados, o site mostra toda a programação do dia.

Informações sobre o Curso EJA da UnB

Informamos ao candidato selecionado para o Curso de Especialização em Educação na Diversidade e Cidadania, com ênfase na Educação de Jovens e Adultos, que o Curso de Especialização terá inicio no dia 1º de agosto de 2009, sábado, na Faculdade de Educação (Prédio FE-5 Auditório Dois Candangos) da Universidade de Brasília – UnB, Campus Darcy Ribeiro/Asa Norte. Nesse dia, será realizado o 1º Encontro Presencial, ocasião que será efetivada sua matrícula bem como seu cadastro na plataforma Moodle.

Confira o resultado geral dos editais de seleção:
http://www.fe.unb.br/ctareja/arquivos/ResultadoGeralSegundaSelecao.pdf

Consulte o turno de sua participação no referido encontro presencial:
http://www.fe.unb.br/ctareja/arquivos/turnodeparticipacao.pdf

Leia a Programação desse 1º Encontro Presencial:
http://www.fe.unb.br/ctareja/arquivos/Programa1oEncontroPresencial.pdf

No Polo de Anápolis, o 1º Encontro Presencial será realizado no dia 02 de agosto de 2009, domingo.

Saúde e Educação iniciam capacitação de diretores de escolas

Começou nesta terça-feira a capacitação em gripe Influenza A H1N1 de 5 mil profissionais da educação. O treinamento será ministrado pelos técnicos da Subsecretaria de Vigilância à Saúde/SES-DF.

O treinamento será dividido em duas etapas. Na terça e quarta-feira serão treinadas as equipes de diretores, vice-diretores e supervisores pedagógicos da rede pública de ensino. Na quinta e sexta-feira, esses mesmos profissionais iniciam a fase de multiplicação dos conhecimentos adquiridos entre os professores, em 620 escolas.

Segundo a subsecretária de Vigilância à Saúde, Disney Antezana , o objetivo é transmitir informações que são fundamentais para a distinção entre simples casos de resfriados e de gripes. Ainda segundo a médica, a orientação é que as crianças que estiverem gripadas não sejam levadas às salas de aula, a fim de evitar a contaminação.

Todos os dirigentes das escolas da rede – diretor, vice-diretor, orientador educacional, coordenador pedagógico, supervisores administrativos e pedagógicos e chefe de secretaria escolar; além de representantes da direção das Diretorias Regionais de Ensino e chefes dos núcleos de apoio escolar foram convocados a participar da capacitação.

A meta das secretarias é que os profissionais treinados repassem os conhecimentos adquiridos aos alunos e esses, por sua vez , façam o mesmo entre os seus familiares e vizinhos.

As medidas divulgadas na capacitação estão em acordo com um dos últimos protocolos conjuntos dos Ministérios da Saúde e da Educação, que recomendam aos estados que adotem as medidas preventivas que julgarem necessárias para evitar a propagação da doença.

A Secretaria de Saúde disponibilizou folhetos informativos sobre prevenção da gripe (cartazes e folderes) para distribuição nas escolas. O material informa o que é a Influenza, suas causas e sintomas, que são os mesmos de uma gripe comum: febre e coriza, com ou sem tosse ou dor de garganta. ( fonte: site clicabrasilia.com.br

CUT e OAB-DF na luta pelo pagamento dos precatórios

Estima-se que 40 mil pessoas no Distrito Federal aguardam pelo pagamento de precatórios (dívida da União, Estados e municípios decorrentes de sentença judicial). Para acelerar o pagamento das indenizações, a Seção do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/DF) despende todos os esforços para elaborar um convênio que permita o pagamento total da dívida do GDF. A CUT-DF também se somou a esta luta e participará das reuniões entre a Ordem, representantes do governo local, tribunais e instituições financeiras com o intuído de concretizar a iniciativa da OAB-DF.

A ideia é de que o GDF faça um repasse anual superior a 1% da receita líquida para um convênio firmado com os tribunais. Diante da certeza jurídica da negociação, os bancos poderiam antecipar aos credores os valores totais referentes a cada precatório. Legalmente, o Distrito Federal é obrigado a destinar todo ano no mínimo 1% da receita corrente líquida para o pagamento das dívidas. Isso equivale a aproximadamente R$ 100 milhões, montante insuficiente para quitar uma dívida nominal que gira em torno de R$ 2, 7 bilhões.

Na avaliação do presidente da Comissão de Precatórios da OAB-DF, Marcos Resende, as negociações têm surtido efeito. “O simples fato dos próprios secretários estarem comparecendo tem mostrado que há um interesse do governo em resolver. As negociações, apesar de complexas, estão avançando de maneira significativa”, afirma. A presidente da OAB-DF, Estefânia Viveiros, também está otimista. “Estamos avançando nas negociações que envolvem o Poder Judiciário, o GDF e a própria Ordem, como representante da sociedade”, avalia.

Para a presidente da CUT-DF, Rejane Pitanga, a celeridade no pagamento dos precatórios dos cidadãos do DF é justa e urgente. “Há vários e vários anos, trabalhadores e trabalhadoras do Distrito Federal vêm lutando para que o governo quite suas dívidas. A CUT luta pela garantia da justiça e pelos direitos conquistados. Por isso, a Central se uniu à OAB nesta luta”, enfatiza.

Uma nova reunião entre CUT-DF, OAB-DF, representantes do governo local, tribunais e instituições financeiras está agendada para o dia 13 de agosto, às 9h30, na sede a Ordem.

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Por: Da CUT-DF, com informações da OAB-DF

A reação das elites

Por Rejane Pitanga – Sob o argumento de descumprimento de preceito constitucional, o DEM solicitou, nesta semana, que o STF declare a inconstitucionalidade do sistema de cotas implementado na UnB desde 2004. A ação, ajuizada no STF, pede a suspensão liminar das matrículas dos estudantes cotistas aprovados no segundo vestibular de 2009. Os argumentos da advogada sustentam-se nos princípios da universalização e da meritocracia.
Essa ação traduz o sentimento das elites de nosso país, que não suportam ter que dividir seus “espaços exclusivos” com os setores historicamente excluídos. Não é uma ação isolada ou pontual, mas uma reação a qualquer tentativa de política redistributiva. Vale lembrar que os ataques às ações afirmativas recrudesceram desde que o Governo Federal passou a dar maior visibilidade ao tema, com a criação da SEPPIR.
Ora, não há que se falar em meritocracia se as condições de disputa por uma vaga na universidade são desiguais. Além disso, a formação histórica do Brasil já institui uma limitação ao espaço de participação econômica e social de negros e negras, que, além de destinar-lhes os postos de trabalho mais precários e descarregar sobre eles toda forma de violência, traduz-se numa participação política que não corresponde à sua presença na sociedade, alimentando o ciclo de exclusão. Considerando que a educação é um dos balizadores das condições de desenvolvimento humano, uma ação afirmativa que permita aos grupos excluídos acessar e permanecer neste espaço não é apenas o pagamento de uma dívida histórica como contribui para realizar o princípio da universalização. Ser contra o sistema de cotas raciais no Brasil é ser contra a democracia.

*Rejane Guimarães Pitanga é Presidenta da CUT-DF

Festival da Cultura Consciente

Nos dias 22 e 23 de agosto o Jardim Botânico de Brasília receberá a 12ª edição do Puroritmo, festival de cultura consciente que une ecologia, sustentabilidade, arte e cultura. Contando com ampla programação de oficinas, palestras, feira de ecoprodutos e shows de arte popular, o Puroritmo tem como objetivo ser a vanguarda do movimento de transição por um mundo ambientalmente e socialmente responsável.

Já estão abertas as inscrições antecipadas para o Curso Intensivo de Estruturas de Bambu, nos dias 8 e 9 de agosto. Ministrado pelo arquiteto Guilhermo Gayo, referência internacional em bioconstruções com bambu, o curso aborda desde a biologia do bambu até a prática com cortes, encaixe e montagem.

Inscrições: www.puroritmo.org.br
Informações: curso@puroritmo.org.br
Telefone: 8117-8356

Escolas e entidades têm cinco dias para inscrever projetos

Escolas, bibliotecas, universidades e empresas têm até sexta-feira, 24, para participar da edição 2009 do prêmio Vivaleitura. O prêmio vai distribuir R$ 90 mil, entre três categorias.

Podem se inscrever todas as escolas, entidades e instituições que desenvolvem projetos de incentivo à leitura para crianças, jovens e adultos de todos os municípios do país. Os objetivos do prêmio são aumentar e melhorar o acesso dos cidadãos à leitura, valorizar o livro como instrumento cultural e apoiar a criação e a produção de obras literárias.

Até o momento, 950 trabalhos estão inscritos: 108 na categoria bibliotecas públicas, privadas e comunitárias; 447 de escolas públicas e privadas; 395 de sociedade (que compreende empresas, organizações não-governamentais, pessoas físicas, universidades e instituições sociais). O vencedor de cada categoria receberá R$ 30 mil, em dinheiro. De acordo com o regulamento da quarta edição do Vivaleitura, a divulgação dos 15 finalistas será em setembro. Deste grupo de 15, cinco por categoria, serão escolhidos os três vencedores. A entrega do prêmio será em outubro.

O Vivaleitura é uma promoção conjunta dos ministérios da Educação e da Cultura, coordenado pela Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e o patrocínio é da Fundação Santillana, da Espanha. O Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) apóiam a iniciativa.

O regulamento está disponível pelo telefone gratuito 0800 7700987 ou na página eletrônica do prêmio, onde também pode ser obtida a ficha de inscrição. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pela internet ou por carta registrada, com aviso de recebimento, para o seguinte endereço: Prêmio Vivaleitura – caixa postal 710.377, CEP 03410-970 – São Paulo (SP).

De Ionice Lorenzoni, do site do MEC.

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