Estão reabertas as inscrições para a compra subsidiada de laptops
Jornalista: sindicato
De acordo com informações divulgadas no site da Secretaria de Educação do Distrito Federal, 18.660 mil laptops já foram entregues a professores. O GDF agora estendeu o programa ao pessoal da carreira de assistência. Assim, ainda estão aptos a adquirir os notebooks 9.742 mil professores e os 12.397 mil servidores ativos da assistência. A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, vinculada a Secretaria de Ciência e Tecnologia, informa: estão reabertas as inscrições para a aquisição de notebook para professores da rede pública. As inscrições vão até o dia 7 de agosto. Para inscrever-se basta acessar o site da FAPDF, no endereço www.fap.df.gov.br, cadastrar-se e preencher o Termo de Adesão ao Programa de Inclusão Digital para Professores e Servidores da Rede Pública de Ensino. Na primeira etapa do programa foram entregues 18.660 mil laptops a professores. Nesta segunda etapa o Governo do DF estendeu o programa aos servidores da carreira de assistência. Assim, ainda estão aptos a adquirir os notebooks 9.742 mil professores e os 12.397 mil servidores ativos da carreira de assistência. Feito o cadastro, os interessados serão convocados via e-mail para assinarem o contrato de financiamento em qualquer agência ou posto de atendimento do BRB. Não é necessária a entrega do comprovante do Termo de Adesão na FAPDF. O valor unitário é de R$ 1.426 mil, acrescidos de 1, 6% de juros ao mês, referente ao financiamento bancário. Serão 24 parcelas fixas no valor de R$ 38, 41. O GDF, por meio da FAPDF, creditará mensalmente na conta corrente do professor o valor correspondente a 50% do valor da prestação mensal. O professor participará da entrega do equipamento, em local e data a serem oportunamente informados pela FAP. Com informações do site da Secretaria de Educação
As páginas amarelas de Veja serviram nesta semana para promover o governo Arruda, único governador eleito do DEM. Além de tentarem vender o peixe de Arruda como administrador e como político que “assumiu” seu erro, não podia faltar o tradicional ataque ao Sinpro, aos professores e às entidades de classe dos trabalhadores. Na opinião do governador, foi graças ao fato de ter partido para o confronto com os professores que se produziu uma “revolução na educação”(sic) no DF. Só não sabemos onde estão os resultados dessa revolução.
Segundo Arruda, o sindicalismo feito pela categoria representa um pensamento retrógrado e corporativo. Afirmou que agora o sindicato está contra a proposta que condiciona o 14º salário ao resultado das escolas, omitindo porque somos contra a proposta e como ela pode ser excludente e elitista, ao tratar como iguais realidades diferentes nas escolas da rede pública.
O irônico de tudo é que ele denomina de retrógrado justamente o pensamento que hoje está na ordem do dia, inclusive de países onde o neoliberalismo nasceu: a importância da presença do Estado, a necessidade da discussão democrática com todos os atores sociais, o controle social no uso dos recursos públicos.
Na verdade são pensamentos como os do partido dele que estão em extinção: a privatização desmedida promovida pelo governo de Fernando Henrique Cardoso, a terceirização e precarização das relações trabalhistas, a tentativa de dar uma feição empresarial a um serviço essencial à sociedade.
Mais sintomático ainda é saber que a entrevista sai no mesmo mês em que fomos informados de que a Veja recebeu do GDF mais de R$ 442 mil de recursos do Fundeb a título de assinatura da referida revista para as escolas públicas. É, há mais coisas entre o céu e terra do que possa imaginar a nossa vã filosofia, ou há mais coisas no ar do que os aviões de carreira.
Finalmente, após anos de reclamação e sofrimento, os professores e os funcionários de escola passarão a contar com um espaço mais adequado de atendimento da Perícia Médica do GPMO. Na próxima segunda-feira, 20, de acordo com informações da Diretoria de Saúde Ocupacional (DSO) o serviço será transferido da 705/905 Norte para a antiga Escola Classe da 711 Norte, que foi totalmente reformada para abrigar toda a DSO. Em Taguatinga as homologações de atestados continuarão no mesmo local, mas para se submeter à junta médica os professores terão que se descolar ao Plano, como já ocorre com outras cidades.
Segundo informações do site da Secretaria de Educação, “agora serão 28 consultórios no Plano Piloto. Todos os serviços, antes localizados em endereços distintos – perícia e junta médica, psicologia, dependência química e o programa de readaptação funcional – foram reunidos no mesmo prédio. Na 705/905, onde ficava a perícia, só havia quatro consultórios médicos e mais quatro salas – três para atendimento psicológico e uma para o serviço social.
Os programas de dependência química e de readaptação funcional, por exemplo, ocupavam salas do Gisno, na 907 Norte, causando transtornos por causa do deslocamento de prontuários médicos e falta de intercâmbio entre a DSO e os coordenadores desses setores.
“Tudo isso sempre gerou irritabilidade no servidor, dificultava o trabalho. Com o novo espaço, vai melhorar muito a qualidade do serviço médico”, diz Valente, e completa: “O espaço da 705/905 era um grande entrave para prestar um serviço de qualidade, era muito pequeno para atender à demanda diária”.
Sobre esse último parágrafo é bom constatar que o secretário confirma o que o Sinpro vinha criticando há tempos: o local da GPMO era completamente inadequado para o serviço que prestava. Mas não basta apenas espaço adequado, é preciso acabar com a carência crônica de médicos. “Hoje essa carência é de 20 médicos, apenas dois novos médicos foram contratados”, afirmou Maria José, a Zezé, coordenadora da Secretaria de Saúde do Sinpro-DF. Ela lembra que em Taguatinga, não há junta médica por causa da falta de profissionais, o que obriga os professores da cidade a se deslocarem doentes para o Plano Piloto.
Seria bom que a Secretaria de Educação entendesse também que o número de atestados diminuiu em 2008 com relação a 2007 não porque os professores estão sendo melhor atendidos, com maior autoestima e adoecendo menos. Isso ocorreu em grande parte porque os professores se submeteram a trabalhar doentes, já que são obrigados a enfrentar um atendimento precário até para referendarem um atestado de um dia.
O projeto Tribo nas Artes terá nova edição nesta terça-feira, 14, agora no Teatro da Praça , na EIT em Taguatinga. A partir das 19h30, o público poderá usufruir de poesia, vídeo, exposições, shows musicais, entre outras atrações. O “mote” desta vez será A Poesia no Teatro. Os ingressos custam R$ 6 a inteira e R$ 3 a meia.
Lembro-me que quando era criança, ainda existia uma divisão clara e respeitosa das Instituições (família, escola, igreja e Estado), onde cada um exercia seu papel precípuo, de maneira que todos participavam de todas elas, no entanto nenhuma era sobrecarregada. A família era a mais importante delas, pois a ela cabia educar as crianças, ensinando-as como se comportar, como se sentar, se vestir, comer, os conceitos de respeito aos mais velhos e às outras instituições. A família formava o caráter das crianças, os pais ensinavam, educavam e a televisão agia apenas no entretenimento das crianças, íamos pra cama cedo porque tínhamos de acordar cedo para ir à escola sem atrasos, limpos e uniformizados. Meus pais orientavam a mim e a minha irmã que era necessário que tivéssemos responsabilidade, tínhamos horário de chegar da escola, não pensávamos em parar para brincar no parque ou na praça, ir pra casa dos coleguinhas? Nem pensar. Também éramos orientadas para que não confiar em estranhos, ou melhor, nem mesmo falar com estranhos. Além disso, tínhamos que respeitar os mais velhos e nossos professores eram vistos como as pessoas mais importantes, e devíamos respeito a eles. À escola cabia apenas ensinar a ler, a escrever, a fazer contas e resolver situações matemáticas. Aprendíamos também a ter respeito por nossa pátria. Nossa formação na escola era principalmente a formal, afinal a educação, o respeito e as boas maneiras eram aprendidas em casa. Aos domingos meus pais nos levavam a igreja, onde participávamos das missas. Fizemos a catequese. Aprendemos que Deus castigava quem pecava (hoje tenho um visão bem diferente daquela época), então devíamos respeitar as regras, sob pena de Deus baixar sua mão contra nós. Assim como meus pais, muitos pais tinham uma maneira peculiar de criar os filhos. A família criava as crianças para saberem enfrentar o mundo, não éramos movidos a presentes, por mais que desejássemos algo que passava no comercial da TV, tínhamos a consciência de que nem sempre ou quase nunca poderíamos ter (claro falo da realidade de uma família de classe média baixa). Nós filhos por sua vez não nos deslumbrávamos com os brinquedos caros que víamos na TV ou nas lojas, apenas sonhávamos em um dia possuir tal brinquedo, e aprendemos que era preciso estudar e trabalhar para realizar nossos sonhos de criança. Não pense que tínhamos tudo na mão como hoje, nada disso, tínhamos tarefas de casa para realizar, e isso não era visto como exploração do trabalho infantil, era apenas educação para a vida e valorização do trabalho. Quando nos tornamos adolescentes nossos pais conheciam nossos amigos, lembro que os trabalhos da escola eram feitos em grupo. Nos reuníamos aos sábados na casa de algum integrante do grupo, nossas mães, as que não trabalhavam fora, tinham prazer de receber nossos amigos, faziam até bolo pro lanche da tarde. A vida escola era acompanhada pelos pais, que tinha conhecimento do desempenho em cada disciplina e não achavam normal nos sairmos mal na escola e também não culpavam a escola e nem tampouco nossos professores. Nossos pais acreditavam que a nós cabia a responsabilidade de estudar, aprender e pedir ajuda quando necessário. Nossas festas eram ótimas, sem drogas, sem bebidas, sem sexo e com supervisão de nossos pais, que cediam suas garagens pra gente brincar. Um dia perguntei a mãe de um amigo que nos recebia sempre com um sorriso largo no rosto, o porque dela aceitar tamanha bagunça em sua casa, ela me respondeu que além de gostar da nossa turma, preferia nos ter sob seu teto e sua supervisão a nos ver nas esquinas. Crescemos, hoje somos adultos e sempre relembramos nossas dificuldades, nossas diversões, nosso aprendizado. E podemos dizer sem medo de errar que nossa geração foi bem formada e a mais feliz. Bummm!!!!!!!! Tudo mudou… Essa família que forma o caráter está cada dia mais rara. Hoje deixamos que as secretárias, a televisão, a internet, a rua sejam responsáveis pela educação antes fornecida pela família. A escola também passou a exercer o papel antes precípuo dos pais. Atualmente a figura do professor não passa para muitos pais de alguém que tem a obrigação de tomar conta dos seus filhos para estes trabalharem, figura essa que nem de longe parece o que aprendi a respeitar. Quando criança sonhava em ser professora, me fascinava a idéia de ser inteligente como meus professores. Mas infelizmente hoje a imagem do professor não tem o mesmo respeito de outrora. Hoje o professor além das funções inerentes a sua profissão, se viu obrigado a exercer outras funções. Tendo em vista que o aluno é um ser humano e tem que ser visto como um todo, então precisamos sanar as suas dificuldades. Quando é pedagógico o fazemos, dando reforço da matéria no horário contrário, mudamos a metodologia no momento que observamos que a utilizada não alcança um ou outro aluno, e até compramos materiais para aquele que não tem e que os pais não se importam em adquirir ou às vezes não têm condições. No entanto, existem situações que nos cabe procurar encaminhamento em outras áreas: dentista, oftalmologista, psicólogo, fonoaudiólogo. Quantas vezes vamos pra casa preocupados com nossos alunos que têm uma família, entretanto não têm quem lute por eles. Muitas vezes esquecemos nossos problemas, deixamos os problemas de nossos filhos, maridos, para nos preocupar com nossos alunos. Levamos trabalho pra casa, estamos adoecendo… Acredito que o acumulo de funções está adoecendo os professores. Conversando com uma amiga e colega de trabalho, chegamos à triste constatação de que nossa escola assim como tantas outras, está doente. Síndrome do pânico, ansiedade, depressão, medo, problemas de voz, fibromialgia, são algumas das doenças que nós professores enfrentamos hoje. Parece que no momento que a instituição família se desestruturou, todas as outras também saíram dos trilhos, nem mesmo o Estado com seu poder de polícia têm conseguido manter-se respeitado. Todos os dias assistimos nos noticiários crianças e adolescentes que cometem crimes, outros que são atraídos por pedófilos, sem contar as festas regadas por bebidas, drogas e sexo. Por isso eu pergunto: Onde estão os pais como nossos pais foram? Lucimeire Vaz Lima – professora da rede.
“Na polícia e nas ruas” condenado por danos morais contra professora
Jornalista: sindicato
O radialista Silvio Linhares e a Rádio Atividade FM foram condenados a pagar uma indenização de 10 mil reais a uma professora da rede pública. Em sentença publicada no dia 29 de maio, foi julgada procedente a ação indenizatória por danos morais ingressada pela professora contra o programa “Na polícia e nas ruas”.
A ação era uma resposta à matéria que foi ao ao ar no dia 24 de setembro de 2008, na qual o radialista noticiou possíveis agressões físicas da professora a uma aluna, durante passeio no zoológico. O nome da professora foi mencionado, e ao longo do programa ela foi chamada de educadora “de merda”, criminosa, “filha da puta”, mulher mal amada, feia “pra cassete”, “mal comida”, e outras ofensas. Além de pagar a indenização, a rádio e o apresentador do referido programa deverão se retratar publicamente pelas ofensas dirigidas à professora.
A rádio insuflou a comunidade escolar contra a professora, que teve que enfrentar pais exaltados cobrando explicações para os fatos narrados na reportagem, constrangindo-a e forçando-a a buscar refúgio na direção, onde também foi forçada a se justificar. O incidente e o constrangimento público que se seguiu levaram a professora até a precisar de tratamento médico.
Em sua defesa, Silvio Linhares alegou estar apenas cumprindo seu papel informativo, e que a matéria estava baseada em boletim da Delegacia de Proteção da Criança e ao Adolescente. Porém, o juiz considerou que não era esse o caso, como dito na sentença: “Não pairam dúvidas que a notícia excedeu da mera informação, ao formular afirmações ou sugestões subjetivas do radialista, as quais depõem contra a imagem e moral da parte autora”. A Rádio Atividade FM não apresentou defesa.
Conclui o juiz: “O respeito aos princípios democráticos adotado pelo nosso sistema constitucional tem que prevalecer sobre o sensacionalismo rendoso; nem sempre informativo; nem sempre crítico, mas em geral voltado a um proveito econômico advindo do faturamento na venda da notícia/matéria ou a outros ainda mais escusos, como por exemplo a simples execração pública de quem torna-se “a bola da vez.
A Associação da Parada do Orgulho de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Simpatizantes (LGBTS) de Brasília divulgou oficialmente a programação da 12° edição do evento. Há muitas festas, mostra de filmes e debates até o dia 19 de julho, data em que ocorre a caminhada. De 14 a 17 de julho, será realizada uma mostra de filmes de temática LGBT. A diferença deste ano em relação aos anteriores é a maior presença de documentários. De acordo com a organização, essa escolha se deveu ao fato de ser mais difícil o grande público ter acesso a esse tipo de produção. Dessa forma, a mostra irá possibilitar que mais pessoas tenham contato com essas obras. Dentre elas estão Lésbicas Poderosas, que mostra a boa vida de mulheres homossexuais em Los Angeles, e Hijras, o Terceiro Sexo, que faz o contraponto ao documentário anterior e revela a vida difícil e cheia de preconceito que homossexuais enfrentam na Índia. Na sexta-feira 17, haverá debate específico sobre o tema da parada deste ano, que é Jovens LGBT: inclusão e cidadania. Dentre os temas abordados estarão o bullying (prática discriminatória feita por estudantes contra outros), saúde e a cobrança de ações efetivas do governo distrital com foco neste público. Mais tarde, será a vez da Festa Babaloo! Girl Power, na boate Blue Space. No sábado, a grande atração é a festa oficial da parada, a Fun Federal Pride IV. No domingo, enfim, ocorre a 12° Parada do Orgulho LGBTS de Brasília. A concentração será feita a partir das 14h30 com uma novidade. A parada percorrerá um distância maior do que no ano passado. A caminhada começa na altura da 111 Sul, no Eixão. Em 2008, o evento saiu da altura da 109 Sul. Como uma das novidades deste ano, haverá uma festa pós-parada, a Sunset Pride, no Bay Park. Todas as festas da programação têm parte da renda revertida para a organização da parada. Programação:
Terça-feira, 14 de julho de 2009
Mostra de filmes LGBT Horário: 18h30 Local: Casa da Cultura da América Latina (SCS, Quadra 04, Ed. Anápolis) Entrada gratuita
Produção: Milk – A Voz da Igualdade Direção de Gus Van Sant. EUA, 2008. Sinopse: Uma cinebiografia de Harvey Milk, político norte-americano que assumiu sua homossexualidade publicamente nos anos 70 e que foi assassinado por um adversário político.
Quarta-feira, 15 de julho de 2009
Mostra de filmes LGBT Horário: 18h30 Local: Casa da Cultura da América Latina Entrada Gratuita
Produção: Lésbicas Poderosas Documentário. Direção de Viviane Howard, Reino Unido, 2005. Sinopse: É mostrada uma imersão na vida das lésbicas bem-sucedidas de Los Angeles e como elas se divertem.
Produção: Uma Família Moderna Documentário. Direção de Miranda Wills, Austrália, 2007. Sinopse: É contada a história de Fiona e sua companheira Kellie, que decidiram ter e criar o bebê de um amigo gay.
Quinta-feira, 16 de julho de 2009
Mostra de filmes LGBT Horário: 18h30 Local: Casa da Cultura da América Latina Entrada Gratuita
Produção: C.R.A.Z.Y – Loucos de Amor Direção de Jean-Marc Vallée. Canadá, 2005. Sinopse: Zachary vive na adolescência a descoberta de uma sexualidade diferente e sua negação profunda para não decepcionar a família.
Sexta-feira, 17 de julho de 2009
Mostra de filmes LGBT Horário: 18h30 Local: Casa da Cultura da América Latina Entrada Gratuita
Produção: Hijras – O Terceiro Sexo. Direção de Prajna Khanna. Índia, 2006. Sinopse: É mostrada a história de hijras, as travestis e transexuais da Índia.
DEBATE Tema: A realidade de jovens LGBT e como se pode avançar rumo à sua inclusão e cidadania. Horário: 19h30 Local: Casa da América Latina Entrada gratuita
FESTA Festa Babaloo! Girl Power Horário: 23h Local: Blue Space Brasília (SOF Sul, Qd 16, Cj. A) Ingressos: Nome na lista R$ 10 (até 0h30), R$ 15 (até 2h), R$ 20 (após). Sem flyer nem nome na lista R$ 20 (qualquer hora). Informações: 61 8403-4355
Sábado, 18 de julho de 2009
Festa Fun Federal Pride IV * Festa oficial da 12° Parada do Orgulho LGBTS de Brasília Horário: 23h Local: Blue Space Brasília Ingressos: R$ 20 (1º lote) R$ 25 (2º lote) R$ 30 (até 1h) R$ 40 (após 1h) Informações: 61 8144-0110 ( www.festafun.com.br )
Domingo, 19 de julho de 2009
12° Parada do Orgulho LGBTS de Brasília Tema: Jovens LGBT: inclusão e cidadania Concentração: 14h30, na altura da 111 Sul do Eixão. Caminhada rumo à Rodoviária do Plano Piloto.
Festa Sunset Pride* – Festa pós-parada Local: Bay Park – SHTN, Trecho 2, Lote 5. Antecipados: R$ 15 (até 11 de julho) e R$ 20 (até 18 de julho) Bilheteria, R$ 25. Informações: 61 8403-4355 ( www.festadalili.com )
*Compre o ingresso Fun Federal Pride IV e Sunset Pride juntos por preços promocionais: primeiro lote: R$ 30 e segundo lote: R$ 40. Estruturação – Grupo LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros) de Brasília Fundado em 1994 Indicador Cinza, do Estruturação – único índice de acompanhamento de crimes contra LGBT da América Latina Elogios, críticas e sugestões: ouvidoria@estruturacao.org.br
Devido à reforma realizada na CUT-DF para reparar erros estruturais, como infiltração e vazamento, a Central mudará temporariamente de sede. A partir desta terça-feira, dia 7 de julho, o novo endereço será SCS quadra 01 Edifício Central 6º andar.
A CUT-DF também ficará aproximadamente três dias sem contato por telefone, prazo estabelecido pela Brasil Telecom para transferir a linha telefônica.
A intenção da reforma também é de dividir o espaço para acolher as novas cinco secretarias que foram implantadas nesta gestão e, consequentemente, atender melhor os trabalhadores e trabalhadoras do Distrito Federal.
Pedimos desculpas pelo transtorno e contamos com sua compreensão. (do site da CUT-DF)
TCDF impede reduções de aposentadoria por invalidez
Jornalista: sindicato
Desde 2007 a Secretaria de Educação vinha sistematicamente reduzindo aposentadorias por invalidez de forma absolutamente ilegal, com suposto fundamento na aplicação da Emenda 41, o que motivou uma atuação agressiva do SINPRO através do jurídico da saúde para por fim a esta atitude arbitrária. Em face disso, o Tribunal de Contas do DF tomou decisão afastando a aplicação da Emenda 41 e o fim da paridade para os servidores aposentados por invalidez que tenham ingressado no serviço antes de dezembro de 2003 (data da emenda). No mesmo sentido, tem o Tribunal de Justiça do DF reiteradamente decidido em favor dos professores, o que implicou na interrupção de novas reduções e até mesmo no seu desfazimento. Trata-se de uma substancial vitória da categoria contra os abusos do GDF no tratamento de professores doentes. Entretanto a sua sanha contra os adoecidos permanece. São dezenas de ilegalidades que vão desde a negativa de atestados médicos até o corte de vencimentos, vantagens e gratificações. Para tanto, temos ajuizado dezenas de ações semanais contra o corte de gratificações de professores readaptados, o não pagamento de férias e licenças prêmio, a redução de padrões e para reconhecer a natureza ocupacional dos problemas de saúde de professores. Além disso, permanecemos firme na busca de um sistema de prevenção que restrinja o número de adoecimento de professores causado pelas terríveis condições de trabalho que atualmente presenciamos. Informamos nesse sentido, que está disponível o atendimento por advogados especializados nas sedes do SINPRO do SIG e de Taguatinga, em regime de plantão para o atendimento e defesa de professores vítimas desta natureza de abusos.
Os moradores de Planaltina comemorarão no dia 19 de agosto os 150 anos de criação do Distrito Mestre Darmas, a data oficial de fundação da cidade. E para dar início às festas o professor José Humberto Brotas, o “Tibica”, organizou uma inusitada muralha de livros com 150 metros de comprimento, o suficiente para contornar a Praça do Museu, no dia 27 de junho.
O professor Tibica já tinha feito o mesmo dois dias antes, quando levou os livros para o centro de Planaltina e emprestou cerca de 300 exemplares. Tibica também está por trás do projeto Cantinho da Leitura, conhecido pela biblioteca móvel que faz parada em 30 pontos da cidade, com um acervo de mais de 6 mil livros. Para administrar todos eles, Tibica conta com a ajuda dos alunos da disciplina Comunicação Comunitária da UnB, que carimbam e identificam o acervo doado pela comunidade.
A programação de aniversário continuará, com espetáculos, exposições no Parque de Eventos de Planaltina, uma grande roda de capoeira, basquete de cadeirantes, desfile cívico, atividades esportivas, campeonato de truco, shows, festival universitário, o baile da cidade (a ser realizado no dia 23 de agosto) e um gigantesco bolo de aniversário com 150 metros. Tudo, no que depender do professor Tibica, com muita leitura.