Curso capacita professor na área de educação em saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) promove hoje (11) e amanhã (12), em parceria com as secretarias de Educação e de Saúde, curso de capacitação para professores da rede pública. O objetivo é qualificá-los para atuar na área de educação em saúde, conscientizando as comunidades locais em relação aos riscos associados ao consumo influenciado pela propaganda de produtos sujeitos à vigilância sanitária.

As aulas serão dadas no centro de Treinamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no Setor de Indústria e Abastecimento, em Brasília. Ao todo, 50 professores de dez escolas vão discutir temas como promoção de saúde na escola, vigilância sanitária e alimentação saudável.

Criado em 2005, o Projeto Educanvisa é desenvolvido em parceria com as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais, secretarias de Educação e Procons. O objetivo é desenvolver ações nas instituições públicas de ensino básico, visando a mudar hábitos da população na busca pela qualidade de vida e de saúde.

Da Agência Brasil

Atenção, doadores de sangue!

Marina Raquel Costa da Cunha, sobrinha da diretora do Sinpro Maria Aurienne, está precisando com urgência de doação de sangue tipo O Negativo, para que possa fazer procedimento na UTI para combater uma aplazia medular. Os professores que puderem doar este tipo de sangue devem comparecer ao Hospital de Base para fazer a coleta. O Sinpro agradece desde já o gesto de solidariedade que pode salvar vidas.

Solidariedade

O professor Raimundo Nonato dos Santos Souza, que trabalha na Escola Classe 53 de Ceilândia, está em tratamento de câncer e, em dificuldades financeiras, solicita de todos os professores uma demonstração de solidariedade neste momento difícil. Ele precisa de qualquer ajuda financeira, pois são altos os custos do tratamento a que ele precisa se submeter. Qualquer quantia pode ser depositada na agência 134, conta corrente 157 865-5 do BRB.

Plano de saúde será votado nesta quarta-feira

O Sinpro convoca todos os professores aposentados, ou que estejam em folga, para comparecerem nesta quarta-feira, dia 6, às 15h, na Câmara Legislativa para acompanhar a votação do Plano de Saúde dos Servidores Públicos do DF. Finalmente depois de meses de protelação, o tão esperado plano será colocado em votação. Compareça! Vamos garantir os avanços conquistados depois de meses de debate.

Trabalhador faz a festa no 1º de maio

O primeiro de maio foi comemorado pela Central Única dos Trabalhadores-CUT com uma grande festa na Esplanada dos Ministérios. Mesmo com o tempo ruim, a população compareceu ao local da festa durante todo o dia para festejar a data maior dos trabalhadores, que teve como tema este ano “Desenvolvimento com trabalho, renda e direitos.” De manhã, a entidade ofereceu uma série de atividades para as crianças e torneios esportivos. À tarde e à noite foi a vez dos adultos, que puderam contar com vários shows de DJs e artistas locais.

A movimentação maior aconteceu, contudo, à noite, quando a baiana Margareth Menezes fez um espetáculo que esquentou as milhares de pessoas que estavam no local. Antes do show, a presidente da CUT, Rejane Pitanga, fez um discurso emocionado falando das conquistas dos trabalhadores e lembrando a recente greve dos professores, citando-a, sob aplausos, como uma paralisação corajosa e que comprovava o espírito guerreiro da categoria.

Negociação não avança

Não houve qualquer avanço na negociação realizada na tarde do domingo. O secretário de Educação havia chamado o Sinpro para negociar especificamente a questão do item seis da proposta apresentada pelo governo, mas não foi possível avançar na discussão.

Pressão da sociedade leva GDF à negociação

Uma semana depois de decretada a greve, os professores ainda esperam uma proposta do GDF para debater com a categoria em Assembléia Geral. Somente depois de pressionado por um Fórum da sociedade civil, o governador Arruda decidiu abrir negociação com a categoria. A reunião foi marcada para a tarde desta quarta-feira, 15, às 14 horas. A Comissão de Negociação do Sinpro espera que dessa vez, ao contrário do último e frustrante encontro, o governo respeite a categoria e apresente uma proposta concreta.

Houve apenas uma rodada de negociação, acontecida na segunda-feira, 6 de abril, próximo à decretação da greve. Nessa reunião, o governador Arruda confirmou o calote e o desrespeito à lei, pedindo paciência para os professores, alegando que a crise econômica mundial estaria atando as mãos do GDF. Em função da falta de compromisso com os professores e a lei, que determina o reajuste de 15, 31%, a categoria entrou em greve por tempo indeterminado.

A marcação da rodada de negociação para esta quarta-feira só aconteceu devido à pressão da sociedade civil, que criou um fórum para cobrar mais comprometimento do GDF com relação ao movimento grevista. A reunião aconteceu na residência do governador, em Águas Claras. Arruda, representantes da OAB, CUT, CNTE, UnB e parlamentaress debateram a paralisação dos professores.

Durante o encontro, Arruda foi cobrado com relação a uma proposta concreta para os professores, já que até então nenhum índice de reajuste salarial foi apresentado pelo governo para negociação. A CUT, que estimulou e promoveu a reunião, pediu mais seriedade no trato da questão, já que a tendência da greve é continuar sem que haja uma proposta do governo. Só depois, o Sinpro foi informado sobre a rodada de negociação nesta quarta-feira.

Sociedade civil apóia greve dos professores

A luta dos professores do ensino público do Distrito Federal para garantir o que é afirmado em lei vem se fortalecendo. Apesar da inflexibilidade do governo local e das tentativas de veto ao movimento grevista, vários setores da sociedade apoiam a iniciativa dos trabalhadores.

Nesta segunda-feira (13), uma comissão formada pela CUT-DF, deputados distritais e federais, senadores, representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), representantes de vários sindicatos filiados, entre outros membros, se reuniram na Central para definir alguns pontos que podem ser colocados para pressionar o governo a ceder o reajuste salarial de 15, 31%.

A principal justificativa do governo para arrochar o salário da categoria é um suposto rombo no orçamento local. O governador do DF, José Roberto Arruda, garantiu, inclusive, que sua base aliada na Câmara Legislativa aprovasse um projeto de lei (nº 1180/09) que congela por tempo indeterminado o vencimento dos trabalhadores. “Neste ano, o governo recebe R$ 1, 10 bilhão a mais do que recebeu no ano passado para o Fundo Constitucional. Portanto, 40% deste valor que ele está recebendo a mais neste ano daria para pagar o reajuste dos professores. Mas o governo não explica o que vai fazer com este dinheiro”, contesta Antônio Lisboa, dirigente do Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF).

Para pressionar a volta dos professores às salas de aula, o GDF deu entrada com uma liminar na Justiça pedindo a ilegalidade da greve, mas o Tribunal de Justiça do Distrito Federal avaliou como inviável o pedido. Entretanto, o Tribunal apontou que está proibida a realização de piquetes em frente às escolas, exigiu que 50% da categoria continue atuando e não garantiu o pagamento de dias parados para os professores que aderirem à greve. “Se for 50% na administração, eu acho extremamente exequível. Mas 50% dos professores eu acho muito estranho. Com este número como se fará? Vai ter uma turma com aula e a outra sem? Ou ao invés de quatro horas de aula os alunos terão duas? Eu não consigo entender a maneira de se fazer com que 50% estejam nas atividades e a outra metade fora”, questionou o senador Cristovam Buarque (PDT-DF)

Nesta terça-feira (14), a comissão se reunirá com Arruda para, mais uma vez, exigir que o governo cumpra o que está estabelecido em lei. O encontro será no Centro Administrativo do GDF, o Buritinga, às 17 horas.

15, 31% é lei
Ainda em 2008, foi assegurado por lei que o reajuste salarial dos professores em 2009 e 2010 seria corrigido com índices, no mínimo, iguais ao Fundo Constitucional do DF.

Em 2009, a proposta orçamentária enviada pelo governo federal ao Congresso Nacional previu para o Fundo Constitucional do DF um montante que corresponde a um reajuste de 19, 98% sobre o repasse do Fundo em 2008. Este era o percentual reivindicado pela categoria. Entretanto, houve redução nos números do Fundo, devido a inserção de taxas como, por exemplo, o Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). Com a correção do percentual, os professores passaram a reivindicar reajuste salarial de 15, 31%, que continua seguindo o número de crescimento do Fundo Constitucional.

Para pressionar o reajuste, cerca de oito mil professores reunidos em assembléia no último dia 7 decidiram decretar greve por tempo indeterminado a partir desta segunda-feira (13). A expectativa do Sinpro-DF é de que cerca de 70% da categoria esteja de baços cruzados.

.
Por: Vanessa Galassi, da CUT-DF

Comissão discutirá solução para a greve

Nesta segunda-feira (13), uma comissão composta por deputados federais e distritais, representantes do Ministério Público do Trabalho, OAB, MPDFT e outras entidades da sociedade civil se reunirão no auditório da Central para discutir conjuntamente soluções para a greve dos professores. Amanhã (14), às 17 horas, o grupo se reúne com o governador do DF, José Roberto Arruda, para discutir o reajuste reivindicado pela categoria.

Essa é mais uma tentativa para sensibilizar o governo a buscar uma solução para a greve, evitando transtorno aos alunos e aos trabalhadores em educação.

No último dia 7 de abril, cerca de oito mil professores da rede pública de ensino do Distrito Federal se reuniram mais em frente ao Centro Administrativo do GDF (Buritinga) em assembléia geral. Desta vez, o grito dos trabalhadores não só alertou o governo sobre um processo de paralisação geral, mas decretou greve por tempo indeterminado a partir desta segunda-feira (13).

Com a aprovação do projeto de lei 1180, do governador Arruda, a situação da categoria fica ainda mais crítica. Judicialmente condicionados ao arrocho salarial, a categoria atua firmemente para garantir o reajuste salarial de 15, 31%. “A greve não tem a intenção de prejudicar a sociedade, muito pelo contrário. Nós precisamos da ajuda dela para garantir que nosso direito seja cumprido”, afirmou Antônio Lisboa, dirigente do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF).

No dia 15 de abril, quarta-feira, às 9h30, os professores realizam nova assembléia, em frente ao Buritinga. No encontro, serão traçados os eixos de luta da greve da categoria.

15, 31% é lei
Ainda em 2008, foi assegurado por lei que o reajuste salarial dos professores em 2009 e 2010 seria corrigido com índices, no mínimo, iguais ao Fundo Constitucional do DF.

Em 2009, a proposta orçamentária enviada pelo governo federal ao Congresso Nacional previu para o Fundo Constitucional do DF um montante que corresponde a um reajuste de 19, 98% sobre o repasse do Fundo em 2008. Este, era o percentual reivindicado pela categoria. Entretanto, houve redução nos números do Fundo, devido a inserção de taxas como, por exemplo, o Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). Com a correção do percentual, os professores passaram a reivindicar reajuste salarial de 15, 31%, que continua seguindo o número de crescimento do Fundo Constitucional.

Entretanto, com a aprovação do PL, o aumento dos salários dos servidores públicos do GDF ficam submetidos a avaliação de uma Comissão composta por três representantes do Executivo, três do Legislativo e três dos trabalhadores. Com isso, não se sabe ao certo quando o trabalhador poderá contar com acréscimo salarial.
Por: Vanessa Galassi, da CUT-DF.

Confira locais dos ônibus para a assembléia do dia 15

O Sinpro colocará ônibus a disposição dos professores saindo de várias cidades do DF para a assembléia de quarta-feira, dia 15. Se possível, prefira usar o transporte público devido à dificuldade de estacionar. Confira os locais e horários de saída.

Santa Maria
Centro de Ensino Especial – 8h30
CEF 215 – 8h30

Plano Piloto
Elefante Branco – 8h30
Escola Parque 210 Norte – 8h30
Cine Brasília (106/107 sul) – 8h30

Gama
Cine Itapoã – 8h30
Centro de Ensino Médio 02 – 8h

Brazlândia
Praça do Laço – 8h30

Planaltina
Centro de Ensino Especial – 8h

Paranoá
Estacionamento da Praça Central – 8h

Sobradinho
CEM 01 – 8h30

Guará
Igreja São Paulo Apóstolo – 9h

São Sebastião
CAIC – 8h

Formosa
Em frente à Catedral da cidade – 8h

Planaltina de Goiás
Prefeitura – 8h

Unaí (PADF)
PADEF – 7h30

Acessar o conteúdo