Confira a nova edição do Manual de Defesa contra a Censura nas Escolas

Em resposta às intimidações, ameaças e notificações dirigidas a docentes e escolas e à escalada do autoritarismo no país, um grupo de mais de 80 entidades de Educação e Direitos Humanos está lançando uma nova versão do Manual de Defesa Contra a Censura nas Escolas. A publicação apresenta orientações jurídicas e estratégias político pedagógicas em defesa da liberdade de aprender e de ensinar, baseadas em normas nacionais e internacionais e na jurisprudência brasileira.

A nova versão apresenta estratégias de como responder a novos tipos de ameaças que têm sido promovidas por movimentos e grupos ultraconservadores contra comunidades escolares. Além disso, são esmiuçadas as alterações recentes de normativas nacionais e internacionais de Direitos Humanos, além de novas possibilidades no campo das estratégias jurídicas, políticas e pedagógicas de enfrentamento ao acirramento do autoritarismo na educação.

O Manual descreve 19 casos baseados em situações reais, aponta seus desdobramentos e mostra estratégias que podem ser usadas por profissionais de Educação. Mais informações podem ser obtidas pelo link https://bit.ly/356R33B.

Para baixar o documento, basta acessar o site manualdedefesadasescolas.org.br.

Quadrilha clona Instagram de diretora do Sinpro para aplicar golpes

A diretora do Sinpro-DF, Thaís Romanelli, informa que foi vítima de uma quadrilha de Internet e teve seu perfil no Instagram clonado e invadido. Os bandidos anunciaram venda de móveis e, em seguida, começaram a enviar mensagens no Direct para toda a lista de seguidores(as) da diretora. Após isso, anunciaram uma rifa.

 

 

Vários(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais seguidores(as) de Thaís caíram no golpe, inclusive comprando a rifa. A diretora pede a todos e todas para deixar de segui-la neste perfil https://www.instagram.com/thromanelli/.

 

 

“Na segunda-feira (28/2), meu Instagram foi clonado, começaram a anunciar venda de móveis e depois, em seguida, mandaram mensagens no Direct para vários conhecidos meus, inclusive para pessoas que estavam comigo na hora que foi clonado. Logo em seguida, fizeram o golpe de uma rifa dizendo que era para ajudar uma ONG que cuida de moradores de rua. Assim que eu soube, denunciei à polícia”, conta.

 

 

Ela informa que registrou um Boletim de Ocorrência (BO) e que a polícia avisou que está atrás dessa quadrilha há algum tempo e que há outras denúncias e vítimas. Também a orientou a pedir aos(às) seguidores(as) que denuncie o golpe no próprio Instagram e que a deixem de seguir nessa conta clonada.

 

 

“Segundo a polícia, à medida que isso for acontecendo, automaticamente, o Instagram irá tirar a conta invadida da Internet”, afirma. A diretora pede a todos e todas que tomem cuidado com esse perfil (citado acima), que façam a denúncia solicitada pela polícia e que deixem de segui-la. Pede também que passem a segui-la no seguinte perfil: https://www.instagram.com/thaisromanellileite/

 

 

 

 

5 de março: Participe da Marcha das Mulheres Taguatinga/Ceilândia

Como parte do março de lutas das mulheres, dia 5 de março, próximo sábado, acontece a Marcha das Mulheres Taguatinga/Ceilândia. A ação será um “esquenta” para a marcha de 8 de março, próxima terça-feira.

A concentração da atividade será às 14h, próximo à Feira da Ceilândia, onde acontecerão atividades culturais e a tribuna das mulheres até as 16h, horário em que as mulheres saem em caminhada até a Feira dos Goianos.

“A Marcha das Mulheres Taguatinga/Ceilândia vai abrir nosso mês de lutas, e nós, professoras, estaremos lá!”, convida a diretora da Secretaria de Mulheres do Sinpro Vilmara Carmo. Também compõe o calendário de lutas uma oficina sobre direito ao corpo e direitos reprodutivos, no dia 25 de março. Local e horário ainda serão definidos.

E, finalmente, no dia 8 de março, Dia Internacional de Luta por Direitos das Mulheres, professoras do DF tomarão as ruas da capital federal por um Brasil sem fome de comida e de educação. A concentração será às 17h, no Museu da República.

 

CNTE lança 20ª edição da Revista Mátria e presta homenagem à cantora Elza Soares

2022 03 02 revista matria

 

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) lança, neste mês de março, a 20ª edição da Revista Mátria, publicação anual do periódico que celebra o Dia Internacional da Mulher – 8 de março. A publicação homenageia a cantora Elza Soares, artista incansável na luta contra o racismo e a discriminação contra as mulheres, que morreu cumprindo a promessa de cantar até o fim.

 

Além da homenagem, a revista traz ainda entrevista exclusiva com a cientista Lorena Barberia, professora do Departamento de Ciência Política da Universidades de São Paulo (USP) e membro do Observatório Covid-19 BR, que fala sobre a movimentação feminina na ciência e seu grande destaque no combate à pandemia. O encarte teórico desta edição – “Não é uma crise, é um projeto: os efeitos das reformas do estado entre 2016 e 2021 na educação” – apresenta dados analíticos a partir dos marcadores de gênero e raça, buscando compreender como essas categorias estão presentes nas desigualdades educacionais.

 

Mátria será distribuída, gratuitamente, em sindicatos, escolas públicas e bibliotecas, estimulando o debate sobre temas importantes para as lutas das mulheres por mais segurança, equidade e direitos.

 

>> ACESSE A VERSÃO DIGITAL DA REVISTA MÁTRIA (EM PDF)

 

Saiba mais sobre a Mátria

 

A Revista Mátria é produzida anualmente pela CNTE desde 2003, com a proposta de debater a luta da mulher pela igualdade de direitos, de maneira informativa e educativa. O intuito é contribuir para que o mundo seja um lugar onde todos tenham espaço, vez, voz e sejam tratados com justiça e igualdade de oportunidades. Acesse a versão digital (em PDF) e leia também as edições anteriores da revista.

 

 

 

 
 
 

 

 

 

Vídeo comemora 43 anos de luta do Sinpro-DF pela educação do DF

A história do Sinpro-DF se confunde com a história de luta por uma educação pública de qualidade no Distrito Federal. Em toda a trajetória desta entidade, o sindicato mostrou e continua mostrando que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais não se curvam diante das dificuldades, dos problemas e das tentativas de retrocesso. Nossa resposta continua sendo a mesma: a luta!

Nos 43 anos do Sinpro, preparamos um vídeo, que está sendo veiculado no Cine Cultura, mostrando um pouco da nossa história. Confira!

Morte matada ou morrida? A imprensa e os feminicídios no Brasil

Recém lançado pela Drops Editora, o livro “Histórias de Morte Matada Contadas Feito Morte Morrida – A narrativa de feminicídios na imprensa brasileira” é chocante em vários sentidos. Escrito pelas jornalistas Niara de Oliveira e Vanessa Rodrigues, a obra demonstra como o machismo permeia não apenas os feminicídios, mas como a sociedade percebe e conta essas histórias.

“Histórias de Morte matada(…)” analisa a narrativa adotada pela imprensa brasileira, especialmente a escrita, na cobertura dos casos de feminicídio no país. As autoras mergulharam em matérias publicadas, nos últimos 40 anos, sobre o assassinato de mulheres por motivações misóginas, incluindo casos como os de Ângela Diniz e Eliane de Grammont, até Sandra Gomide, Eloá Pimentel, Eliza Samudio, Viviane do Amaral, Viviane Sptinizer, Patrícia Accioli, Marielle Franco e outras vítimas de menos repercussão, mas com igual importância. O conteúdo levanta também uma discussão sobre temas ainda pouco abordados, como o feminicídio político e os órfãos do feminicídio.

Segundo as autoras, existem dois artifícios que são praticamente clichê na construção de textos jornalísticos sobre feminicídios. Um é a corresponsabilização: a mulher também tem um pouco de culpa por sua própria morte. O ciúme do (ex-)parceiro explica, “desculpa” tudo e acaba por amenizar a responsabilidade do assassino.

O outro artifício é sintático. O feminicídio é comumente contado na voz passiva. Assim, o sujeito “Mulher morta” é muito mais comum do que “Homem mata mulher”. Esse artifício destaca dá o protagonismo da história à mulher, e “apaga” a importância do causador de sua morte.

Além disso, a vítima do feminicídio é muitas vezes colocada sob uma lupa moral, o que inclui desde a foto que estampa a matéria até a falta de busca por informações mais profundas sobre a história de vida dessa mulher assassinada. Para as autoras, é como se redações de imprensa de norte a sul do país seguissem um manual de redação informal, não escrito, sobre como fazer a cobertura dos casos de feminicídio.

O livro é obrigatório para jornalistas que buscam refletir, aprender e melhorar. E altamente recomendável para professores que querem trabalhar com seus alunos uma leitura crítica de notícias de jornal. Está disponível no site da Drops Editora por R$ 55,00.

GDF anuncia reajuste aos professores, mas ‘esquece’ que a 6ª parcela é dívida de sete anos

Representantes da categoria “desmentem” governador Ibaneis Rocha e mostram os detalhes das negociações desde 2013, o acordo judicial e a briga nas barras dos tribunais

 

Os professores do Distrito Federal reagiram às declarações do governador Ibaneis Rocha (MDB) que anunciou esta semana o pagamento de uma 3ª parcela do reajuste salarial da categoria para o mês de abril.

“Na verdade, trata-se da 6ª parcela do acordo firmado com a Justiça em 2013 e, diferentemente do que o GDF tenta demonstrar, o pagamento que deveria ter sido feito em 1º de setembro de 2015 só vai ser pago agora depois de o governo distrital ter sido derrotado na justiça e obrigado a efetuar o pagamento”, explica a diretora do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), Letícia Mondandon;

O Sinpro-DF reitera, portanto, que o pagamento de reajuste apresentado como iniciativa do GDF, na verdade é cumprimento de decisão judicial referente ao pagamento da 6ª parcela do reajuste que foi aprovada em 2013

Após assembleia do Sindicato dos Professores do Distrito Federal, na última terça-feira, 22, o governador Ibaneis Rocha  confirmou o pagamento da parcela do reajuste salarial para a categoria. Mas, disse também que há uma movimentação de caráter essencialmente político por parte do sindicato. 

“Eles estão no direito de se manifestar e eu não tenho que interferir em nada nesta questão. Há um movimento político que temos que respeitar, feito pela presidente do sindicato, candidata ao governo, como ela já colocou”. Ibaneis Rocha se feriu à diretora do Sinpro-DF, Rosilene Corrêa que já anunciou sua pré-candidatura ao governo do Distritro Federal.

Governo diz ter concedido benefícios

Em relação à parcela do reajuste salarial a ser paga, Ibaneis disse que o pagamento evita compensação a professores. “Não estou tratando de nenhum tipo de recomposição, pois já concedemos tudo aquilo que era possível, que é a terceira parcela, que será paga no mês de abril”, declarou o governador. 

Na avaliação do Sinpro, as declarações do governador dão a entender à população que os professores do Distrito Federal vão ter reajuste salarial novo e que é bondade do GDF o pagamento dessa parcela em abril para sair no salário de maio.

No entanto, essa 6ª parcela do acordo virá sem retroativo e nenhum ganho real nos últimos sete anos. Por isso, estamos reivindicando, reunindo a categoria para uma mobilização mais efetiva para cobrar o governo esses nossos direitos”, ressaltou a diretora do Sinpro-DF.

De acordo com o Sinpro-DF, a categoria está há sete anos sem reajuste salarial. Especificamente, desde março de 2015, quando foi atualizada a tabela. Até janeiro deste ano, a inflação total acumulada pelo INPC foi de 49%.

 Assembleia Geral, 22 de fevereiro de 2022  Foto: Sinpro/DF

Acordo feito no governo Agnelo

Em maio de 2013, foi sancionada a Lei nº 5.105/2013, que estabelecia os servidores do GDF receberem 6 parcelas de reajuste a contar de março daquele ano. As parcelas foram definidas para as seguintes datas:

  • Parcela 1 – 1º março de março de 2013
  • parcela 2  – 1º de setembro de 2013
  • parcela 3 – 1º de março de 2014
  • parcela 4 –  1º de setembro de 2014
  • parcela 5 –  1º de março de 2015
  • parcela 6 –  1º de setembro de 2015

No entanto, a última parcela, prevista para setembro de 2015, não foi implementada. A partir de então, o Sinpro lembra que realizou uma série de articulações e movimentações para cobrar o cumprimento da lei, entre elas a deflagração de greve e ação judicial.

Rodrigo Rolemberg entra na Justiça

Por outro lado, o governo do Distrito Federal, na época Rodrigo Rolemberg, apresentou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no TJDFT  para tentar declarar inválida a Lei 5.105 de 2013 e assim inviabilizar o direito dos professores.

O Sinpro-DF ingressou como amicus curiae na ADI e sustentou a legalidade do reajuste e o direito dos professores ao aumento previsto.

A ADI 0005592-34.2015.8.07.0000 e a justiça mandou pagar os professores que não cumpriu a determinação.

Em 2016, frustradas negociações com o governo e após a greve de 2015, a categoria decidiu ingressar na Justiça com ação coletiva requerendo o pagamento da última parcela do reajuste. Em outubro de 2017, o TJDF condena o GDF a pagar a 6ª parcela, mas o GDF recorre da decisão.

Ações na gestão Ibaneis Rocha

Em março de 2021, já no governo Ibaneis Rocha, o TJDFT nega o recurso do governo e reafirma a decisão do pagamento da 6ª do reajuste aos servidores do magistério.

Mas, o atual governo não se dá por vencido. Recorre ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão da justiça local, mas o ministro  Ricardo Lewandowski indefere a liminar do GDF, mantendo a validade da decisão do TJDF.

“Mesmo assim, Ibaneis Rocha tenta protelar o desfecho da ação judicial com recursos incabíveis aos tribunais superiores, apenas como estratégia de retardar mais ainda o direito reconhecido judicialmente. É possível ver na movimentação da ADI, que o governo entrou com embargos de declaração e tentou de todas as formas não pagar a 6ª parcela do reajuste”, critica a direora do Sinpro-DF

Letícia Montandon ressalta que que na ação que corre no Supremo (ADI 6990), tanto o Ministério Público Federal como a Advocacia-Geral da União apresentaram pareceres favoráveis ao pleito dos educadores. A última movimentação do processo ocorreu no último dia 21 de fevereiro de 2022.

Fonte: Mais Brasil News 

Gramática da Manipulação agora em versão para Kindle

A Quintal Edições acaba de lançar em versão eletrônica, no site da Amazon, o livro Gramática da Manipulação. Escrito pela jornalista e linguista Letícia Sallorenzo, a versão impressa do livro foi lançada em 2018. Com prefácio do jornalista Franklin Martins, Gramática da Manipulação é o resultado da dissertação de mestrado defendida pela autora em março daquele ano pelo Programa de Pós Graduação em Linguística (PPGL) da Universidade de Brasília, sob o título Gramática e Manipulação: Análise cognitivo-funcional de manchetes de jornais durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2014.

No livro, escrito em linguagem simples e informal, Sallorenzo analisa 340 manchetes de jornal internas e de capa, publicadas pelos jornais O Globo e Folha de S.Paulo durante o segundo turno das eleições. Antes da análise, a autora explica as diferenças entre sintaxe, semântica e pragmática, e como as informações linguísticas são organizadas no cérebro, no que ela identifica como processo de categorização. Também apresenta uma pesquisa acadêmica que comprova que um título tendencioso levará o leitor a apreender o conteúdo da reportagem de forma tendenciosa.

O livro é uma aula de português leve e divertida, a garantia de que você nunca mais vai ler uma manchete de jornal como antes e uma excelente dica para professores de português que querem dar uma sacudida nas turmas do final do Fundamental II ou do Ensino Médio.

A versão para Kindle de Gramática da Manipulação está disponível no site da Amazon por R$ 21,00, ou de graça para os assinantes Kindle Unlimited. Quem preferir a versão impressa, ´também será contemplado, mas tem que pedir no site da Quintal Edições, a R$ 42,00.

 

A vida das mulheres trabalhadoras discutida no Parque da Cidade

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convida todo mundo para debater sobre “A vida das mulheres trabalhadoras em meio à crise econômica gerada pelos governos federal e distrital”.

A atividade faz parte tanto do Calendário de Lutas do sindicato aprovado na assembleia da última terça-feira como do calendário de ações do 8 de março promovido pela CUT-DF.

O encontro será realizado neste sábado de carnaval (26/2), no estacionamento do Parque Ana Lídia, no Parque da Cidade de Brasília, entre 11h e 13h, e o Sinpro vai transmitir em seu Facebook.

“Vamos fazer uma roda de conversa sobre o impacto da crise gerada pelos governos federal e distrital no dia a dia das mulheres: sua autonomia no mundo do trabalho, nossos direitos básicos que estão sob constante ameaça no Congresso Nacional, com relação a questões de religiosidade, reprodução e sexualidade, educação, questão de gênero.”, explica a dirigente da pasta de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro-DF, Vilmara do Carmo.

“A gente precisa dialogar com a sociedade e explicar os porquês das mulheres, principalmente as negras, serem as principais prejudicadas nesse cenário de crise econômica. Não é por acaso. Mulheres são maioria no setor de serviços, além de também serem maioria na categoria dos trabalhadores informais. Esses foram setores muito atacados com a pandemia e com as reformas do governo Bolsonaro, principalmente a reforma trabalhista”, explica a secretária de Mulheres Trabalhadoras da CUT-DF, Thaísa Magalhães.

Paralela à crise econômica, as mulheres também tiveram mais horas dedicadas ao trabalho doméstico durante a pandemia, seja nas atividades realizadas em casa ou no cuidado com algum familiar. “Historicamente somos exploradas. Entretanto, desde a redemocratização do país, nunca tivemos um período em que isso fosse tão acentuado. E o problema não é apenas a pandemia da Covid-19, mas sobretudo a ausência de políticas públicas para mulheres”, alerta a dirigente da CUT-DF.

 

Corte sem precedentes

O Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) mostrou que, “após cinco anos de subfinanciamento das políticas para as mulheres”, o governo dispôs de R$ 425 milhões para o ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, de Damares Alves. “Porém, até meados de maio de 2020, o ministério executou somente R$11,3 milhões, o equivalente a 2,6% do que está disponível”, afirma o Inesc.

O Instituto ainda denuncia que, “o Plano Plurianual (PPA) 2020-2023 excluiu o ‘Programa 2016: Políticas para as Mulheres: Promoção da Igualdade e Enfrentamento a Violência’, que era destinado somente às mulheres, e criou o ‘Programa 5034: Proteção à Vida, Fortalecimento da Família, Promoção e Defesa dos Direitos Humanos para Todos’, que é um guarda-chuva para execução de políticas do ministério destinadas às mulheres, aos idosos e a pessoas com deficiência”. Com a fusão dos programas, as políticas específicas para mulheres tendem a ficar ainda mais prejudicadas e sem transparência.

 

Com informações da CUT-DF

Brasília Notícias entrevista Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro, sobre mulheres na política

O dia 24 de fevereiro é data de comemoração dos 90 anos do direito ao sufrágio das mulheres brasileiras e antevéspera do dia 8 de Março – Dia Internacional da Mulher. Inspirado nessas datas, o programa Brasília Notícias, da TV Comunitária, entrevista Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF e da Confederação dos Trabalhadores em Educação (CNTE), sobre o tema das “mulheres na política ainda enfrentam desafios após 90 anos da conquista do voto feminino”.

 

O programa será transmitido ao vivo, nesta quinta-feira (24), às 15h30, no canal 12 da NET-DF e nas redes digitais da TV Comunitária no YouTube, Facebook e Instagram. Confira e participe!

 

Clique aqui e confira matéria sobre os 90 anos do voto

 

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