Nota de pesar – José Dias de Oliveira

É com grande pesar que a diretoria do Sinpro informa o falecimento do professor José Dias de Oliveira. O educador aposentado, que exerceu o magistério na região de Brazlândia na área de Ciências Físicas e Biológicas, faleceu após se submeter a um procedimento cirúrgico e não resistir.  

Apaixonado pela educação, sempre disposto a repassar o conhecimento e atuante nas lutas da categoria, José Dias era figura sempre presente nas atividades, atos e manifestações do Sinpro por acreditar que o ensino salva vidas e oferece oportunidades a todos(as). Foi com este pensamento e com estas atitudes que ele percorreu seu caminho no magistério público do Distrito Federal.

Ficam as lembranças, o exemplo de garra, de luta e a busca incessante por uma educação pública de qualidade. O velório será realizado às 8h30 dessa quarta-feira (16) na Capela 1 do Cemitério Campo da Esperança, em Taguatinga, e o sepultamento às 10h30.

O sindicato presta toda solidariedade aos familiares e amigos neste momento de dor.

José Dias de Oliveira, Presente!

Debate “A Contrarreforma do Ensino Médio” nesta quinta, 17

Nesta quinta-feira, 17, o encontro mensal do Observatório da Educação Básica da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (ObsEB/UnB) apresenta o debate “A Contrarreforma do Ensino Médio”. O encontro começa às 18h30 no formato online e será transmitido pelo canal do projeto no youtube.

O debate terá a mediação do professor Ricardo Gonçalves (PPGE/UnB), e a participação dos professores Ricardo Rocha (da Secretaria de Educação), Juan Pablo (da Fenet – Federação Nacional dos Estudantes em Ensino Técnico) e da professora Mônica Ribeiro, do Instituto Federal do Paraná (IFPR).

Nota de pesar: Dulce Leiva Moreira Sodré

É com grande pesar que a diretoria do Sinpro-DF comunica o falecimento da professora aposentada Dulce Leiva Moreira Sodré ocorrido no último sábado 12/2.
A professora Dulce, de 95 anos, era aposentada da Fundação Educacional. Morreu de causas naturais, cercada de familiares.
O funeral da professora Dulce será no Cemitério de Taguatinga nesta terça-feira, 15/2, às 12h, e o sepultamento, às 15h.
O Sindicato lamenta a morte da professora e presta toda solidariedade aos familiares e amigos. Todo(a) professor(a) é lembrado(a) com muito carinho e amor por todos os alunos a quem dedicou sua vida. Com toda certeza seu legado ficará pra sempre no coração de seus alunos e colegas de profissão.
Professora Dulce, presente!

Artigo | Sobre a Semana Pedagógica da rede de ensino do DF

O que a SEEDF comunica ao eleger Luiz Felipe Pondé, Anthony Portigliatti e Leandro Karnal seus porta-vozes?

 

(*) Por Gina Vieira

Fiz questão de acompanhar a Semana Pedagógica da SEEDF porque eu estava bem curiosa para ver o projeto que o governo, finalmente, teria para apresentar para a educação, pensando os desafios que vamos enfrentar depois de dois anos em que a educação sofreu tantos prejuízos. O que eu posso afirmar quanto às palestras é que elas foram absolutamente coerentes com a atual gestão da SEEDF.

 

Chamou-me a atenção que, em todas as falas, as questões centrais e estratégicas sobre a educação no contexto da pandemia não foram abordadas. Os três trataram o tema de forma superficial e distante da realidade concreta que enfrentamos.

 

O professor Anthony Portigliatti (que não cursou licenciatura) insistiu na ideia de que “Não ia enveredar pelo lado filosófico da educação, mas para o lado prático” e na tese de que para dar uma boa aula você só precisa identificar os tipos de estudantes que você tem em sala de aula: “o analítico, o dominante, o paciente e o extrovertido”

 

O Pondé fez uma escolha, no mínimo, infeliz e inadequada de dizer que, durante o ensino remoto, “se instaurou uma preguiça entre professores e alunos” e que para retomar as aulas temos que “vencer a preguiça e o medo”. Aliás, eu fiquei me perguntando: como ele chegou à conclusão de que a “preguiça se instaurou entre professores e estudantes”? Ele tem dados concretos que provam isso ou ele está repetindo o que ouviu de alguém, a respeito dos professores com os quais conversaria naquele dia? Se tem os dados deveria ter apresentado, se não os tem, não deveria fazer uma afirmação desta natureza, em um momento que deveria ser dedicado à construção de diálogo e acolhimento para a retomada do ano letivo.

 

Em conversas com docentes das 14 regionais de ensino do DF, o que vi, além da dedicação, foi um quadro de exaustão física e emocional. Fiquei estarrecida e, ao mesmo tempo, comovida, ao constatar que houve professoras no DF que, ao perceberem as condições absurdamente precárias em que os seus alunos viviam, mesmo sob o decreto de isolamento social, correndo todos os riscos, às escondidas, levaram estudantes para suas casas para atendê-los. Depois de dois anos de tantas perdas, lutos e dificuldades, o bom senso e a sensibilidade sugerem que se optasse por uma fala acolhedora, amorosa, de gratidão e reconhecimento pelos esforços dos docentes e das famílias.

 

O Leandro Karnal também não conseguiu, ao longo de sua fala, trazer nada que fosse substancial e propositivo para a educação do DF. Ele disse as mesmas coisas que o Pondé, mas o fez de forma polida, com voz empostada, modulada, e isso foi o suficiente para agradar muita gente e fazer com que as pessoas não percebessem que, muito do que ele falou, se filia à “Positividade Tóxica” e ao discurso de autoajuda que diz que: “basta você se esforçar muito que você consegue tudo o que quiser”.

 

Em resumo, a fala dele foi pelo caminho do esforço individual, de buscar se aprimorar, ler mais (“pelo menos um livro por mês”), ser um ponto de apoio para os estudantes, etc. Todas as vezes em que ele se reportou às adversidades foi para relativizá-la, para dizer que, apesar da existência delas, não poderíamos deixar de dar o nosso melhor. O que se esconde por trás deste discurso é uma perspectiva neoliberal, que tenta sustentar a tese de que as mudanças só dependem de esforços individuais, e que a conjuntura política, econômica e social não precisam ser consideradas na construção de soluções para os problemas que queremos resolver.

 

Até mesmo, ao mencionar a saúde mental, no lugar de trazer uma abordagem que dê conta do fato de que os sujeitos adoecem porque as estruturas estão adoecidas, ele optou por fazer a defesa de medidas individuais como meditação, respiração e coisas afins para lidar com episódios de stress e de adoecimento psíquico. Ou seja, o tempo todo, nas três palestras, se fez uma conclamação a que os profissionais da educação se desdobrem para dar conta do que enfrentarão no ano letivo de 2022, mas a SEEDF não falou sobre que propostas tem para apresentar diante deste novo cenário, a não ser fazer “Avaliação Diagnóstica” ( uma prática já consolidada na rede), mas, em uma perspectiva altamente questionada por pesquisadores especialistas em avaliação.

 

Aparece, também, no discurso dos três palestrantes, uma concepção de educação que afronta os nossos pressupostos teóricos e, portanto, as Ciências da Educação. A teoria de Vygotski, a Psicologia Histórico- Cultural, compreende o estudante como sujeito sócio-histórico e, portanto, complexo, que precisa ser olhado a partir de múltiplas perspectivas. Como sinalizam as Teorias Críticas e Pós-Críticas do Currículo, categorias como raça, classe, gênero, território, identidade precisam compor os dados que vão orientar as políticas públicas educacionais, porque todas elas dialogam com a garantia do direito à aprendizagem. Quem está na gestão e é pesquisador da área de educação deveria saber que ser professor é algo bem mais complexo do que identificar quatro tipos de alunos e trabalhar a partir desta simplificação.

 

O grande mestre Demerval Saviani, o formulador da Pedagogia Histórico-Crítica, que é a base teórica que orienta o trabalho da nossa rede, adverte-nos de que não se separa teoria de prática. Ele nos diz que é fundamental termos em mente que a escola sofre as determinações sociais e, por isso, as soluções não podem se reduzir a ações isoladas e individuais. As soluções para a educação pública devem ser aplicadas com ênfase social, tendo como foco o bem comum, que é de responsabilidade de políticas públicas, das ações do Estado. E isso sim é obrigação de uma Secretaria: garantir os direitos sociais dos jovens e suas famílias e, claro, de seus servidores. Ouvir a fala de que é possível abordar “o lado prático da educação sem abordar o seu lado filosófico” anuncia uma concepção de educação empobrecida, aligeirada e muito distante do entendimento que acumulamos nos longos anos de pesquisas em Ciências da Educação.

 

Apesar de todas estas incoerências e inconsistências, o que mais me preocupou nas palestras não foi a fala inadequada do Pondé e a absoluta falta de aplicabilidade do que o Anthony e o Karnal trouxeram como proposta para resolver os problemas educacionais nesta retomada às aulas presenciais. O que mais me preocupa é pensar que estas palestras foram encomendadas por quem, a esta altura, deveria ter muita segurança do que pretende fazer para apoiar os profissionais da educação na tarefa de enfrentar os desafios que se apresentam depois de dois anos tão difíceis.

 

Não é segredo para ninguém que o atual governo do Distrito Federal não tem uma proposta consistente para a educação. Não por acaso, nos últimos quatro anos, nós passamos por cinco secretários de educação diferentes. Quando não se tem clareza do que é necessário fazer e como fazer, a tendência é ficar a reboque de qualquer proposta que se apresente como a panaceia para os nossos problemas educacionais.

 

Inclusive, o professor Anthony afirma que ele e a Universidade Cristã da Flórida têm uma visão educacional que estão “espalhando pelo mundo”, baseada na ideia dos quatro tipos de alunos que se encontrará em sala de aula. Quem atua em educação sabe que não existe visão, modelo, cartilha, manual, fórmula mágica que dê conta da complexidade da Organização do Trabalho Pedagógico.

 

Quem defende qualquer proposta pedagógica que se aproxime de uma lógica similar a de “Franquia”, não entendeu nada sobre o sentido primeiro da educação. Nunca é demais lembrar que educação é DIREITO e qualquer tentativa de transformá-la em mercadoria vai representar prejuízos profundos às políticas públicas educacionais. Neste sentido, outro ponto que merece destaque e que, também, foi incidente nas falas dos palestrantes e da subsecretária é a louvação explícita e deslumbrada da parceria entre a SEEDF e instituições privadas, inclusive instituições que não trabalham com educação básica. Em uma gestão onde o público se torna privado não nos espanta ver a tentativa de colocar a lógica do empreendedorismo acima da história e da dignidade das pessoas e suas relações sociais e ambientais. Talvez o grande problema seja como este discurso captura o real e recai como verdade para alguns desavisados

 

Para quem quiser compreender melhor o que está por trás da movimentação que a SEEDF tem feito, recomendo fortemente a leitura do livro “Educação contra a Barbárie- Por escolas democráticas e pela liberdade de ensinar” organizado pelo professor Fernando Cássio. Sugiro, em especial, a leitura do artigo “A ideologia da Aprendizagem”. Daqui para frente, a tendência, pelo que se tem anunciado, é que a SEEDF em nome de “recuperar as aprendizagens”, lance uma série de propostas pedagógicas salvacionistas, feitas a partir de parcerias com instituições privadas. Inclusive, vale perguntar: porque, na Semana Pedagógica, a Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, que desenvolve pesquisas sobre Organização do Trabalho Pedagógico e Aprendizagens, no Distrito Federal, há anos, não foi chamada para compor a mesa de diálogo com os docentes e representantes de instituições privadas foram?

 

Mandar os professores e os estudantes “vencerem o medo e a preguiça” é colocar sobre os ombros deles todas as responsabilidades pelos problemas que enfrentamos, quando sabemos que o que enfrentamos foram problemas de ordem estrutural, que não se resolvem com discursos que negam as Ciências da Educação, mas com diálogo, com medidas concretas, alicerçadas em dados específicos da nossa rede.

 

Volto a dizer: se negar as Ciências na saúde mata vidas, negar as Ciências na educação mata o nosso futuro. Vamos precisar de todo mundo para sanar os prejuízos que a pandemia trouxe à educação do DF, e vamos precisar, especialmente, de uma gestão central que tenha discernimento do que precisa ser feito. Para quem não sabe o que fazer, qualquer caminho serve. Mas, é preciso lembrar, nem todo caminho serve para a educação.

 

Observação: este texto foi escrito em diálogo e com a colaboração de profissionais da educação que atuam na SEEDF.

 

(*) Por Gina Vieira, membra do Coletivo Professoras e Professores do Brasil e do Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos. @professoraginavieira

Sinpro retoma atividades presenciais nesta segunda (14)

O Sinpro-DF retoma, nesta segunda-feira (14/2), as atividades presenciais na sede e subsedes normalmente. No entanto, dependendo da situação de contaminação pela Covid-19, por causa do pico da terceira onda da pandemia de coronavírus, a entidade poderá retornar às atividades remotas.

 

As subsedes de Taguatinga, de Planaltina e do Gama, além da sede estarão abertas. Pedimos a todos e todas que buscarem a entidade presencialmente a atender a todos os protocolos científicos a fim de evitar contaminação, ou seja, manter distanciamento e usar máscara.

QUAIS MEDIDAS O GDF ESTÁ TOMANDO PARA O INÍCIO DO ANO LETIVO?

Já estamos há mais de 2 anos convivendo com a pandemia da Covid-19. Tempo suficiente para organizar as escolas e  reformá-las, se necessário. Mas o que vemos é que muito pouco foi feito durante esse tempo. O GDF não proporcionou acesso digital aos estudantes, investiu na estrutura das escolas, na mobilidade urbana, que é fundamental e determinante para a não  circulação do vírus, não comprou máscaras específicas de alta proteção. Com todo este tempo, é impressionante e de indignar que o governo não tenha um plano de ação emergencial.  O GDF espera uma nova bomba estourar, os hospitais e UTIs  estão lotados, quando vão começar a agir?. Segundo um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Controle de Contaminação (SBCC) o transporte público brasileiro é o ‘grande vilão’ para a disseminação da variante Ômicron da Covid-19 e o que vemos no DF são os ônibus cada vez mais lotados e a taxa de transmissão cada vez mais alta, chegando a 2.61 no último mês.

Vivenciamos o ódio a educação pública e a escola por parte do governo quando analisamos os dados que arrecadação do GDF aumentou e o repasse para as escolas públicas diminuiu em 10 milhões em relação ao ano passado.

Enquanto isso, a variante ômicron segue se espalhando, altamente transmissível e com o retorno do ano letivo o medo toma conta da comunidade escolar e da sociedade.  Dia 14 de fevereiro as crianças, os  adolescentes e os jovens voltarão para as escolas públicas do DF. Apenas uma parte das crianças de 5 a 12 anos estarão com a primeira dose no braço.

Algumas medidas, que desde o início da pandemia repetimos insistentemente, precisam ser tomadas como: a apresentação do comprovante de vacinação (passaporte vacinal), o uso de máscaras adequadas, álcool e estrutura física que comporte adequadamente estudantes e profissionais da educação, respeitando o distanciamento social, a necessidade de salas de aula com ventilação, higienização e espaço suficiente para o distanciamento entre estudantes.

A obrigatoriedade da vacinação contra inúmeras doenças está prevista em lei, como a de nº 6.259, de 1975. Em 1990, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) foi sancionado prevendo como “obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias”.

A própria Secretaria de Educação do DF sempre pediu na entrega dos documentos das crianças a caderneta de vacinação. Por que com a covid 19 está sendo diferente?

O Governos Federal e Distrital seguem a mesma linha de tratar a vacinação como algo opcional, não fazem campanha de vacinação, não incentivam a população mostrando os benefícios da vacina. Ao contrário, tratam como opção, uma escolha pessoal, sendo que a vacinação é um pacto coletivo pelo bem de tod@s.

A vacinação é um ato de amor à própria vida ao próximo!
Vacinem suas crianças, a escola é lugar de alegria e não de medo!

Gabriel Magno
Professor da Rede Pública do DF
Dirigente da CNTE

 

Professoras fazem pesquisa sobre dificuldades para trabalhar conteúdos de evolução biológica em sala de aula

As dificuldades encontradas para se trabalhar os conteúdos de evolução biológica em sala de aula, tanto para professores(as) quanto para estudantes, se tornaram tese de Mestrado de duas professoras da rede pública de ensino do Distrito Federal.  O projeto Ensino de Evolução na rede: O que nos dizem professores e estudantes deu origem a dois projetos finais de mestrado: um que objetiva mapear dificuldades e concepções no trabalho dos professores ao abordar temas relativos à Evolução Biológica, desenvolvido pela professora da rede Renata Turbay Freiria; e outro que pretende mapear as concepções e relações que os(as) estudantes da rede pública têm e fazem com os temas relacionados. A temática é desenvolvida pela professora Fernanda de Jesus Silva, da Escola Classe 121 de Samambaia.

Para contribuir com a pesquisa, que pode ser feita de duas formas, a educadora Renata pede a ajuda de professores(as) da rede. Os(as) professores(as) do componente Biologia (ou que tenha sido em 2020 ou 2021) podem participar respondendo um questionário pelo Google formulário. Para aqueles(as) que atuam com estudantes do Ensino Médio (independente do componente), a pesquisa pode ser repassada aos(às) estudantes em seus diversos canais de comunicação.

A participação para professores(as) e para estudantes é voluntária e será feita a partir de um questionário, sendo totalmente online e assíncrona. “O prazo para levantamento de dados via formulário está finalizando e temos pouquíssimas respostas, que não são representativas de toda a rede. A participação dos professores será de grande importância, uma vez que, diante das respostas, podemos traçar um caminho abalizado da temática que estamos trabalhando”, explica Renata, do CEF Dra. Zilda Arns – Itapoã e do CED 15 de Ceilândia. 

Para acessar o questionário a ser respondido por professores, basta clicar aqui.

Para divulgar a pesquisa aos estudantes, basta enviar em meios de comunicação para este link

Observatório da Educação Básica da UnB convida para debate sobre a contrarreforma do Ensino Médio

O Observatório da Educação Básica da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (ObsEB/UnB) convida a todos e todas para acompanhar o debate sobre a “Contrarreforma do Ensino Médio”.

 

O debate conta com a mediação do professor Ricardo Gonçalves (PPGE/UnB) e participação dos professores Ricardo Rocha (SEE-DF), Juan Pablo (Finet) e da professora Mônica Ribeiro, da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

O encontro será on-line, nesta quinta-feira, 17 de fevereiro, às 18h30, com transmissão pelo Canal do projeto no YouTube https://bit.ly/3supAAA. Em breve o ObsEB disponibiliza o link na bio do Instagram. Endereço do ObsEB no Instagram: @obsebfeunb: (https://www.instagram.com/obsebfeunb/).

 

Nota de Pesar: Vilmar Lourenço de Melo

É com grande pesar que a diretoria do Sinpro-DF comunica o falecimento do professor Vilmar Lourenço de Melo na tarde desta última sexta-feira, 4/2.

Vilmar era professor de português. Lecionou no CEMEIT até 2015, e atualmente lecionava no CEMAB.

O professor Vilmar deixa dois filhos, Murilo de 19 anos e Helena de 12 anos, fruto do casamento dele com a professora Sandra Rabelo. Vilmar também era irmão do professor de Matemática,  José Batista,  do CEM 05 de Taguatinga.

O Sindicato lamenta a morte do docente e presta toda solidariedade aos familiares e amigos. Todo professor é lembrado com muito carinho e amor por todos os alunos a quem dedicou sua vida. Com toda certeza seu legado ficará pra sempre no coração de seus alunos e colegas de profissão.

Professor Vilmar, presente!


ATUALIZAÇÃO

A cerimônia de cremação do professor Vilmar ocorrerá no Cemitério e Crematório Jardim Metropolitano
BR 040 Km 4,7 – Área Especial – Valparaíso – GO
HORA: 14:00

A família informa que o acesso à capela será controlado e o caixão, em hipótese alguma, será aberto.

 

 

 

Sinpro oferece mais um canal de comunicação para a categoria

A diretoria do Sinpro comunica à categoria que está disponibilizando mais um número telefônico para que professores(as) e orientadores(as) educacionais possam tirar suas dúvidas. Através do telefone 99301-1142, os(as) educadores(as) poderão receber informações de nossas lutas, novidades e as principais notícias do sindicato. Lembramos que este canal de comunicação estratégico é seguro e oficial do Sinpro, e soma-se aos demais contatos que já são de conhecimento da categoria (Confira logo abaixo).

Lembramos a todos(as) a importância em ficarem atentos(as) aos golpes praticados por criminosos, que se passam por diretores da entidade, advogados ou mesmo por representantes do Ministério Público para lesar os(as) professores(as). O sindicato NUNCA pede dinheiro para mover ações ou para qualquer finalidade, principal mecanismo utilizado por bandidos para entrarem em contato com a categoria.

Além deste número (99301-1142) que está sendo disponibilizado para a comunicação da categoria, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais podem tirar suas dúvidas e serem atendidos pelos seguintes números:

 

GERAL

Planaltina (61) 99323-8114 | EDUARDO

Gama (61) 99204-6345 | RITA

Sede (61) 3343- 4201 | SINARIA / GUTEMBERG

ADMINISTRAÇÃO

(61) 99978-2804 | MARISTELA

JURÍDICO SEDE

(61) 99122-5025 | RAFAEL

(61) 99996-5854 | SIDELEIA

(61) 99611-9715 | RENATA

(61) 99976-3698 | VITOR

JURÍDICO TAGUATINGA

(61) 99964-9263 | PATRICIA

(61) 99963-3982 | SIRLENE

JURÍDICO GAMA

(61) 99204-6345 | RITA

JURÍDICO PLANALTINA

(61) 99323-8114 | EDUARDO

FINANCEIRO

(61) 9836-0382 | JULIANA

 

SECRETARIAS

APOSENTADOS/ ORGANIZAÇÃO – (61) 9994-6258 | AMANDA

CULTURA /MULHERES/POLÍTICAS EDUCACIONAIS E FORMAÇÃO – (61) 99323-8140

SECRETARIA DE SAÚDE – (61) 99244-3839 | MARIA ELIEUZA

CADASTRO (FILIAÇÃO) / POLITICAS SOCIAS / RAÇA E SEXUALIDADES – (61) 99161-2072 | JOELMA

 

CADASTRO

SEDE (61) 99161-2072 | JOELMA

TAGUATINGA (61) 99245-2122 | DENISE

GDF SAÚDE INFORMAÇÕES – (61) 9991-0687 | SILVANI

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