Faleceu nessa quarta-feira (2/02) a professora Ivanilza Santiago da Silva. Vítima de complicações da diabetes, Ivanilza tinha 42 anos e atuava desde 2007 como professora em regime de contratação temporária da rede pública de ensino do DF.
“Ivanilza, profissional competente e habilidosa, amiga sincera, ser humano incrível. Seu sorriso largo, sua alegria e sua gargalhada deixarão saudades em seus alunos, familiares e amigos. Agradeço a Deus por ela ter feito parte de nossas vidas!”, homenageou Poliane Pereira de Souza, gestora da Escola Classe 05 de Brazlândia, unidade onde a professora atuou durante os últimos oito anos.
O velório e enterro de Ivanilza foi realizado nesta quinta-feira (3/2), quando familiares, amigos e colegas de profissão prestaram a última homenagem à professora.
O Sinpro-DF lamenta imensamente a perda da professora Ivanilza Santiago da Silva e se solidariza com familiares e amigos. Temos certeza de que a professora se perpetuará nos ensinamentos deixados na vida de cada estudante e de cada pessoa que fez parte de sua jornada.
Professora desenvolve pesquisa para teste de conclusão de curso
Jornalista: Luis Ricardo
Professora da rede pública de ensino do Distrito Federal pede a ajuda da categoria para finalizar sua Tese de Conclusão de Curso (TCC). Finalizando MBA em Ciência de Dados pela Universidade de São Paulo (USP) e trabalhando no núcleo de Articulação Política do Sindilegis, Bruna Correia desenvolve seu TCC sobre a Inclusão das ferramentas tecnológicas no movimento sindical. O objetivo é entender quais as principais percepções dos sindicalistas sobre o tema e como avaliam a inserção da tecnologia nas entidades.
Para isso, a professora desenvolveu um formulário simples e rápido para captar essas opiniões. As respostas são anônimas, com perguntas simples, objetivas, e será usado para o desenvolvimento de um artigo cientifico. Cada resposta será muito valiosa para o projeto.
O espetáculo “Paulo Freire, o andarilho da utopia” estará em turnê virtual no mês de fevereiro. E, seguindo o legado do querido pedagogo, a peça prevê a interação do público com os atores. A peça será transmitida online, em plataforma Zoom, às sextas, sábados e domingos do mês de fevereiro, com ingressos que vão de R$ 25 a R$ 75.
“O espectador escolhe o valor que achar justo pagar. É uma contribuição consciente”, afirma o ator Richard Riguetti.
A partir do legado deixado pelo mestre, que mostrou aos brasileiros a importância da luta pela dignidade humana, Richard Riguetti (ator), Luiz Antônio Rocha (encenação) e Junio Santos (dramaturgia) encenam a inspiradora vida do educador em montagem indicada ao Prêmio Shell de 2019 na categoria Inovação.
Além do espetáculo, a equipe promove uma “RODA DE CONVERSA” após a apresentação com o ator e o encenador da peça. Um bate papo informal sobre as conexões que os espectadores fazem entre a peça e o momento atual, bem como o processo de criação e circulação da peça.
A peça acompanha a trajetória e os causos de um dos mais notáveis pensadores da história da educação mundial, misturando elementos das linguagens do teatro, do palhaço e do teatro de rua. A ideia é evidenciar na encenação a amorosidade de Paulo Freire com o ser humano, e o profundo respeito ao diálogo e à aceitação das diferenças.
“Com a pandemia, a arte precisou se reinventar para permanecer viva. E o teatro, considerado a arte da presença, tem buscado alternativas e novos caminhos. O teatro em casa é um grande desafio, mas muito importante para que haja encontros com qualidade de presença e escuta, mesmo no distanciamento físico”, declara o ator Richard Riguetti. O diretor Luiz Antônio Rocha acrescenta que a necessidade do confinamento nos faz lembrar de passagens da vida de Paulo Freire: “Assim como o mestre foi perseguido pela ditadura militar e forçado a se exilar, todos nós ficamos, de uma certa forma, exilados pela pandemia e afastados do convívio social. E lutando para que nosso ofício permaneça vivo e pulsante”.
Serviço:
Título da peça: Paulo Freire, o andarilho da utopia Monólogo teatral inspirado na trajetória e na obra do patrono da educação Brasileira, Paulo Freire
Dias: 04, 05, 06, 11, 12, 13, 18, 19, 20, 25, 26 e 27 de fevereiro. Horário: 20h.
Paltaformas: Sympla e Zoom Ingressos: R$ 25,00, R$ 50,00 e 75,00 Link da bilheteria virtual: https://www.sympla.com.br/produtor/paulo-freire- o-andarilho-da-utopia
TV Sinpro debate os desafios do ano letivo de 2022
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A TV Sinpro transmite, nesta quinta-feira, às 18h, uma conversa entre gestores e a diretora do sindicato Rosilene Corrêa, que irão conversar sobre os desafios do retorno do ano letivo.
O programa será transmitido pelas redes sociais do sindicato e da TV COM.
O ano letivo que se inicia no próximo dia 7 (as aulas voltam dia 14) traz os desafios da pandemia de Covid recuperando fôlego, com UTIs lotadas e vacinação andando a passos de tartaruga, e a falta de repasse de verbas do governo distrital, que ainda não repassou os recursos do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF) para as unidades escolares.
Piso salarial para professores da Educação Básica tem reajuste de 33,24%
Jornalista: Luis Ricardo
Imagem: Bom dia Amazônia/TV Globo
A secretária de finanças da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Rosilene Corrêa, participou da matéria do programa Bom Dia Amazônia, exibida no dia 28 de janeiro, pela TV Globo. A CNTE segue pressionando prefeitos/as e governadores/as para o pagamento do reajuste de 33,23%, de acordo com a Lei do Piso do Nacional do Magistério da Educação Básica Pública.
Nota de repúdio | Sinpro exige rigor na punição dos assassinos do jovem congolês Moïse Mugenyi
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF vem a público manifestar o seu mais profundo repúdio pelo assassinato brutal de Moïse Mugenyi Kabagambe, 24 anos. Ele foi espancado até a morte pelo gerente do Kiosque Tropicália e mais cinco homens, no Rio de Janeiro, após ter cobrado R$ 200 por duas diárias de trabalho como ajudante de cozinha não pagas, segundo denúncia da deputada estadual Dani Monteiro (PSOL), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). O crime bárbaro ocorreu no próprio quiosque, situado no Posto 8, da Barra da Tijuca, no dia 24 de janeiro de 2022, às 21h, sob os olhos de várias pessoas que estavam no local.
Segundo informações da imprensa, o jovem congolês, refugiado no Brasil, foi abandonado, após o bárbaro espancamento, perto do estabelecimento e somente 40 minutos depois é que foi chamado o Corpo de Bombeiros, que levou seu corpo já sem vida para o Instituto Médico Legal como indigente. Sua família só foi informada no dia seguinte. Relatos e vídeos feitos no momento do linchamento mostram que, no fim do expediente, Moïse pediu seu pagamento ao gerente, que, simplesmente, começou a lhe agredir e, juntamente com outras cinco pessoas o assassinaram brutalmente. Usaram até um bastão de baseball para matá-lo.
“Esse caso é uma barbárie que nos escandaliza, mas acontece todos os dias e nem sempre são anunciados. No tempo em que vivemos hoje, uma era do fascismo em que você tem de optar se quer trabalho ou direitos, infelizmente, para esse jovem nenhum dos dois prevaleceu. Ele foi cobrar aquilo que lhe era de direito e foi assassinado por um grupo de pessoas. O que nos choca é o fato de haver pessoas que viram o que aconteceu e não fizeram nada. Ninguém se movimentou para impedir. Executaram o jovem e o deixaram jogado na areia da praia e o gerente continuou fazendo seu trabalho no quiosque como se nada tivesse acontecido porque aquela vida não importava para ele”, relata indignada Márcia Gilda Moreira Cosme, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade do sindicato.
Ela observa que essa é uma realidade cruel que se vive no Brasil. “Segundo país negro do mundo. A gente só perde para a Nigéria. Moïse saiu de seu país em busca de esperança e aqui ele encontra a morte. O nome disso é xenofobia, é racismo. Acabamos de refletir, no dia 29 de janeiro, sobre o problema do trabalho escravo no Brasil. Estamos vivemos no tempo em que reivindicar os seus direitos pode se configurar e resultar na sua morte”. A barbárie desse caso não para por aí: em menos de 72 horas, o jovem foi dado como indigente, todos os seus órgãos foram retirados para doação sem a família autorizar.
“Quanto mais a gente lê sobre esse caso, mais se assusta. Estava refletindo sobre a música de Elza Soares intitulada ‘A carne’, na qual ela diz que ‘a carne mais barata do mercado é a carne negra’. Inclusive o movimento negro tem evitado cantar porque é uma letra avassaladora. Contudo, o caso desse jovem congolês remete a essa música: em 72 horas ele foi assassinado a paulada, dado como indigente e seus órgãos retirados para doação sem autorização da família. Mataram, e parecia que era um açougue: vamos dividir aquilo que presta. Esse crime escancarou o tamanho da falta de empatia e da perversidade com os corpos negros. É a animalização. É o fortalecimento da ideia da colonização e da desumanização do corpo negro. Ele não merece o respeito porque ele é um corpo negro. Isso é muito grave e muito cruel”, afirma a diretora.
Infelizmente, passados mais de 100 anos da escravidão, a população negra continua sendo, no Brasil, tratada sob total desumanidade. Trabalhador, imigrante africano, foi cobrar o pagamento pelo seu trabalho prestado e, tal qual se via na época da escravidão, foi linchado até a morte. E tal qual ocorria na época da escravidão, o linchamento não causou nenhum espanto às pessoas que estava na praia vendo um homem negro sendo espancado até a morte. O Brasil precisa ter sensibilidade e se indignar com a barbárie.
Todas as pessoas que estavam no local, na praia, que testemunharam a situação, permaneceram impassíveis, assistindo a cena de horror. “É lamentável ter de divulgar um nota de repúdio, em pleno século XXI, com comentários sobre mais um caso de assassinato de um homem jovem negro no Rio de Janeiro e um texto sobre a brutalidade contra o povo negro a toda hora no Rio e todos os cantos e recantos do País”, ressalta a diretora.
A diretoria exige a imediata responsabilização dos assassinos. O crime está elucidado e os criminosos identificados. Não é possível conviver com mais um crime brutal, bárbaro, cruel contra jovens negros e não ver a punição no rigor máximo da lei. Esse crime evidencia o racismo estrutural e a barbárie trabalhista que se vive hoje no Brasil. Não é possível o País, cuja maioria da população é negra, vivenciar esse terror diário e não se indignar e nem se revoltar.
O crime contra Moïse é mais um que confirma a existência dos crimes de extermínio da juventude negra brasileira. É impensável imaginar que uma barbaridade dessa monta ocorreria contra um jovem trabalhador branco. Não se trata de uma questão apenas de classe social: o racismo estrutural é evidente nesse crime bárbaro.
O sindicato cobra da Justiça do Rio de Janeiro urgência e todo o rigor na punição. Cobra dos governos cariocas estadual e municipal o devido investimento público nas políticas afirmativas capazes de desconstruir séculos de racismo estrutural. Exige do governo federal a reposição, imediata, das somas significativas de recursos financeiros públicos retirados das políticas públicas afirmativas e das instituições de combate ao racismo. O crime foi também uma demonstração perversa de xenofobia contra estrangeiros e refugiados de origem africana.
A diretoria colegiada lembra que, apesar de enfrentar uma gestão federal fascista, racista e neoliberal-terrorista, o Brasil é signatário da Convenção de Genebra de 1949, sobre a proteção das pessoas, e ratificou seus protocolos adicionais, dentre os quais se destaca a inviolabilidade absoluta da vida. O direito de viver é inviolável e receber o pagamento pelo trabalho prestado é direito humano e trabalhista.
Exigimos Justiça para Moïse! Exigimos punição rigorosa, sem exceção, dos criminosos. O Sinpro-DF entende que é premente vencer o racismo, a xenofobia e o fascismo neoliberal porque somente assim o Brasil se tornará uma Nação justa e democrática.
Nota da CNTE em resposta às orientações criminosas da Confederação Nacional dos Municípios contra o reajuste do piso do magistério
Jornalista: Luis Ricardo
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) repudia as descabidas e criminosas orientações publicadas na nota da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) logo após a divulgação do Piso Salarial do Magistério anunciado pelo Ministério da Educação (MEC). A CNTE formalizará denúncia ao Ministério Público (MP) para que as condutas do dirigente e da entidade sejam devidamente apuradas. Caso haja omissão ou demora do MP, ou não havendo retratação da CNM e de seu dirigente em relação à referida nota, a própria CNTE acionará a justiça. Há tempos que o destempero, o revanchismo e a irresponsabilidade tomaram conta dessa entidade municipalista, que age frequentemente fora dos limites da lei.
Nota legal: Prazo para pedir abatimento no IPVA e IPTU se encerra 6ª-feira
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Se você ainda não pediu para usar os créditos do Nota Legal para abater o valor de IPTU ou IPVA, corre que o prazo termina na sexta-feira! O GDF ampliou o prazo devido ao excesso de acessos que causou instabilidade no sistema.
Para obter os créditos, é necessário ter o cadastro na Secretaria de Fazenda e, com ele, solicitar a utilização dos créditos para se obter descontos no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e no Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) – mas é importante que o titular do CPF também seja o proprietário do bem a ter o imposto abatido, não é possível transferir o crédito para terceiros.
38 anos do MST é o tema do TV Sinpro desta segunda (31)
Jornalista: Maria Carla
Nesta segunda-feira (31/1), o TV Sinpro comemora os 38 anos do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) com uma live sobre a luta pelo direito à terra e à produção de alimentos. A data de criação do movimento é 22 de janeiro
Assim, ainda na semana de comemorações e de reflexões sobre a resistência desse movimento, o TV Sinpro apresenta o tema “38 anos do MST lutando pela democratização da terra”. O programa irá ao ar, ao vivo, nesta segunda-feira (31/1), às 17h, com transmissão pelas redes sociais do sindicato (Youtube, Facebook, Instagram) e pela TV Comunitária, no Canal 12 da Net e suas redes (Youtube, Facebook, Instagram).
Para debater o tema, Rosilene Corrêa, diretora do sindicato, recebe Sandra Cantanhede, coordenadora do MST DF e Entorno, e Adonilton Rodrigues, membro do MST e estudante da Universidade de Brasília (UnB).
O TV Sinpro desta segunda será reprisado nos seguintes dias e horários: quinta-feira, às 7h30; sexta-feira, às 8h; sábado, às 13h e 22h30; domingo, às 21h; segunda, às 6h30 e 22h30; terça, às 22h; e quarta, às 6h e 23h59. Assista!
Lançamento da campanha “Pela Vida – prevenção em saúde mental” será no domingo (6/2)
Jornalista: Maria Carla
O Instituto Olhos da Alma Sã, Clínica Social Jung Brasil, Pós-Graduação Lato Sensu de Psicologia Analítica, Imaginário e Prática Clínica e Pós-Graduação Lato Sensu de Saúde Mental de Base Analítica convidam a todos e todas para o lançamento da edição 2022 da campanha “Pela Vida – prevenção em saúde mental”. O evento será realizado no Centro Cultural do Mercado Popular, à Rua 74, 329, Setor Central, em Goiânia, das 16 às 22 horas.
“Traga a sua alegria, a sua vontade de se divertir e vamos celebrar a vida”, convida o grupo. Haverá participações especiais, como os convidados Fernanda Ortins – pop/MPB; Larissa Ribeiro – pop/MPB; Cléber Gomes – MPB; Laércio Correntina – MPB; e Banana Bacon – pop/rock. A entrada pode ser paga com um 1 kg de alimentos não perecíveis.
Em nota à imprensa, o grupo informa que a campanha é realizada desde 2018 e desde o início conta com a participação de artistas e bandas de expressão nacional. A edição deste ano é mais especial ainda porque marca a retomada das atividades presenciais no Mercado Popular da Rua 74, em Goiânia, com um evento por mês e várias participações. A campanha visa a conscientizar a todos e todas dos problemas da saúde mental, da prevenção do suicídio, tendo a arte como forma de conscientização. “Tudo isso para celebrar a vida e integrar as pessoas por meio de arte com qualidade”, diz.
Na nota,o grupo afirma também que “todos os eventos vão seguir as normas sanitárias municipais e estaduais, com o uso de máscara, distanciamento e evitando aglomeração”. Assim, ao seguir as normas sanitárias vigentes, será exigido o comprovante de vacinação ou de testagem de 72 horas na entrada do evento. Para mais informações, acesse o endereço: www.almabr.com.br ou, no Instagram: @olhosdaalmasa.