Nota de pesar: Neuza Machado de Mattos Mota

É com grande pesar que a diretoria do Sinpro-DF comunica o falecimento da professora Neuza Machado de Mattos Mota.

Professora aposentada há 28 anos, trabalhou no CEF10 e CEI de Taguatinga Sul. Professora Neuza também lecionou por 20 anos na Escola Classe 28, também de Taguatinga Sul, escola pela qual era apaixonada.

A professora Neuza deixa o viúvo, sr. Antônio Mota, seus três filhos (Karina, Bernardo e Júnior) e três netos (Luísa, Arthur e Melissa).

O Sindicato lamenta a morte da docente e presta toda solidariedade aos familiares e amigos. Toda professora é lembrada com muito carinho e amor por todos os alunos a quem dedicou sua vida. Com toda certeza seu legado ficará pra sempre no coração de seus alunos e colegas de profissão.

O velório da professora será na Capela 7 do Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, nesta sexta-feira (28/1) a partir das 8:30, e o sepultamento ocorrerá às 11h.

Neuza, presente!

Professora lança livro sobre BNCC e currículos subnacionais

A professora Mestre Alessandra de Paula, em parceria com o professor Doutor Francisco Thiago Silva, convida a categoria para o lançamento do livro BNCC e os currículos subnacionais, que será feito durante uma Live nesta quinta-feira (27), às 19h, pelos canais @francisco.thiago.unb e @profa.alessandradepaula. A obra analisou as relações estabelecidas entre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os currículos subnacionais, compreendendo que esse encontro é o ponto de partida para as políticas educacionais e curriculares. Nesse contexto, foi analisada a forma pela qual as unidades da federação atualizaram seus currículos à luz da BNCC.

Segundo a educadora, o livro debate a premência de um núcleo comum, averiguando se os estados e o Distrito Federal absorveram a Base como prescrição ou orientação, identificando os pressupostos teórico-epistemológicos que sustentam as propostas curriculares e estimando o grau de adesão dos currículos à BNCC. O livro se pautou em constructos teórico-metodológicos da pesquisa qualitativa e nas estratégias de revisão bibliográfica e análise documental para a construção dos dados.

“Os resultados revelaram que, pelo menos em nível prescrito, a Base é uma abundância normativa, que a profusão conceptual e os equívocos teórico-epistemológicos da Base se reproduzem nos documentos subnacionais, os quais, contudo, em sua maioria, a absorveram como orientação e demonstram baixo grau de adesão à BNCC. Ressaltamos a urgência de estudos no campo curricular e em teoria do conhecimento que permitam avanços em relação ao desenvolvimento dessa reforma, que incide em todos os mecanismos da prática escolar”, salienta Alessandra de Paula.

180Play: o streaming de combate à violência contra a mulher

Enfrentar a violência doméstica e familiar contra a mulher é uma ação diária de todas e todos. O Instituto Maria da Penha oferece o “180Play”, uma plataforma gratuita de streaming que reúne cenas de filmes, séries e novelas para conscientizar sobre as formas de violência doméstica e familiar contra as mulheres.

 

A iniciativa tem apoio da ONU Mulheres Brasil e foi lançada no aniversário de 14 anos da Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006), considerada pela ONU uma das mais avançadas leis do mundo de defesa dos direitos das mulheres.

 

A LMP vai além da responsabilização dos agressores: ela institui outros dispositivos, como a definição dos cinco tipos de violência: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral.O Mapa da Violência divulgado em julho de 2021 dá conta de que a cada 6 horas e meia uma mulher é vítima de feminicídio no Brasil. 

 

Acesse o 180Play: https://www.180play.com.br/2/

 

Saiba mais no website da ONU Brasil: https://bit.ly/3b6YXZr

Gostou? Divulgue!

 

Confira matéria sobre uma morte de mulher por feminicídio a cada 6 horas e meia: https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2021/07/4937873-brasil-registra-um-caso-de-feminicidio-a-cada-6-horas-e-meia.html

Aposentadoria no Brasil: o que comemorar?

Por Elineide Rodrigues*

O povo brasileiro reafirmou o direito à aposentadoria previsto na Constituição de 1988. Neste documento, instituiu-se a Seguridade Social, com base no tripé Saúde, Previdência e Assistência Social. Nossa lei soberana assegurou ainda o financiamento da Seguridade Social para toda a sociedade, incluindo recursos provenientes dos orçamentos da União e dos outros entes federados. Entretanto, as reformas antidemocráticas foram chegando para assolar os direitos de quem é trabalhador e trabalhadora.

Uma das principais reformas foi a da Previdência. Logo após ocupar a presidência da República através de um golpe de Estado, em 2016, Michel Temer enviou ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelecia uma reforma da Previdência, com a retirada de direitos de forma absurda, atingindo aposentadas e aposentados de todo o Brasil. A classe trabalhadora, organizada pelos seus sindicatos e centrais sindicais, foi protagonista de uma grande vitória, derrubando, naquele momento, a PEC do então presidente.

Dois anos depois, em 2018, após as eleições gerais no país, Jair Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil e, entre as prioridades de governo, retomou a reforma da Previdência. Ele carreou boa parte do Congresso Nacional que, de forma orquestrada, aprovou a Reforma da Previdência de Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes. As consequências foram as piores já vistas na história, interferindo tanto na idade e no tempo de serviço como nas alíquotas. Importante registrar que houve luta e resistência, e não foram em vão.

Para a reforma da Previdência começar a vigorar, foi preciso que estados, municípios e o DF a aprovasse. Em âmbito distrital, o governador Ibaneis Rocha foi ainda mais perverso. Ao enviar o Projeto de Lei Complementar para a Câmara Legislativa, piorou a reforma para aposentadas e aposentados. A CLDF, não diferente do Congresso Nacional, na sua maioria conservadora e governista, aprovou a lei. O resultado foi o aumento das alíquotas para aposentadas e aposentados, maior do que o que trazia o texto da reforma da Previdência Nacional. Desta forma, aposentadas e aposentados tiveram uma significativa diminuição salarial.

Dia 24 de janeiro comemora-se o Dia da Aposentada e do Aposentado. Porém, o que se tem visto no Brasil é essa parcela da população ter menos direito a cada dia que passa. Menos direito a aposentar-se com dignidade, com salários ínfimos; há dificuldades para sobreviver, para pagar as contas, para comprar os remédios, para ter direito à cultura e ao lazer. Isso acontece na idade em que a fragilidade da saúde se aproxima e as pessoas precisam ter acesso a um serviço de saúde de qualidade.

Pela frente, há a tentativa do governo Bolsonaro de aprovar a reforma Administrativa (PEC 32), piorando ainda mais a situação de aposentados e aposentadas. A tentativa, mais uma vez, é promover alteração na contribuição do Regime Geral, o que dá sustentabilidade às aposentadorias. No fim, essa PEC prevê a privatização dos serviços públicos.

Em 2022, um ano de eleições gerais no país, o que precisamos, em regime de urgência urgentíssima, é derrubar de uma vez por todas o governo Bolsonaro e eleger um governo democrático e popular que mantenha e amplie os direitos de trabalhadores e aposentados. Fundamental ainda é eleger um parlamento que ajude sim na governabilidade, mas sem tirar direitos de trabalhadores e aposentados.

Nesse sentido, é preciso continuar na luta. Por isso, essa máxima nunca foi tão atual: aposentado sim, inativo jamais! O que as pessoas aposentadas têm a comemorar é o fato de estarem vivas. Mas também o orgulho de terem deixado um legado para as próximas gerações. A missão foi cumprida e a conquista merecida. A grande certeza é de que é preciso continuar na luta para ter uma vida digna.

*Elineide Rodrigues é professora aposentada da rede pública de ensino do DF e dirigente do Sinpro/DF

Nota de pesar – Maria Eunice Freire

É com grande pesar que a diretoria do Sinpro-DF comunica o falecimento da professora Maria Eunice Freire Espíndola Romão em decorrência de uma Trombose Mesentérica. Aposentada desde 2019, a educadora sempre atuou na Escola Classe 512 de Samambaia e teve atuação marcante na região administrativa.

Alegre, prestativa e generosa, Eunice mostrava prazer em repassar conhecimento e experiências para seus alunos(as). Para ela, a educação não era somente o compartilhamento de informações, ideias, conteúdos pedagógicos e experiências relevantes, mas a abertura de um espaço para a troca, para o crescimento e para a construção de uma ponte para uma consciência de mundo e do seu papel na vida.  

Foi com este pensamento e com essa generosidade que a professora conquistou o respeito e a admiração de estudantes, colegas e da comunidade escolar. Deixará saudades, mas a certeza que seu legado estará sempre vivo na memória de todos(as) que participaram de sua trajetória profissional e pessoal.

O velório será realizado às 8h30 dessa quinta-feira (27) e o sepultamento às 10h30, no Cemitério de Taguatinga.

O sindicato presta toda solidariedade aos familiares e amigos neste momento de dor.

Maria Eunice, Presente!

Militarização vai contra Constituição, ECA e LDB

Dissertação de mestrado de professor do CEF10 do Gama ouviu 17 docentes de escolas periféricas do DF

Acaba de ser adicionada ao repositório da biblioteca da Universidade de Brasília a dissertação de mestrado do colega Amaral Rodrigues Gomes, que atualmente está lotado no CEF 10 do Gama.

Intitulada Militarização de escolas públicas no Distrito Federal (2019-2020): o que dizem os professores?, a dissertação de mestrado de Gomes ouviu, em entrevista virtual, 17 docentes de escolas públicas periféricas já militarizadas.

Em seu estudo, Gomes concluiu que “a implantação do regime de militarização de escolas públicas caracteriza uma contradição com as concepções teóricas contidas no currículo, uma vez que a escola militarizada impõe uma série de normas que ferem os princípios de liberdade estabelecidos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Constituição Federal de 1988.”

 

Entrevistas com 17 docentes

No estudo de Gomes, 9 docentes entrevistados se declararam contrários à militarização, contra 7 que se disseram favoráveis e um que se absteve, pois queria observar o retorno das aulas presenciais para ter um posicionamento, uma vez que a militarização ocorreu a pedido da própria comunidade escolar.

Foi realizada também a análise documental a partir do Currículo em Movimentos das Escolas Públicas do Distrito Federal e das Propostas Pedagógicas (2020) das 12 escolas militarizadas, e foram encontradas contradições em relação à concepção de educação prevista nos documentos, tendo em vista que se alinham a tendências críticas não reprodutivistas: Saviani (Pedagogia Histórico Crítica) e Paulo Freire (Tendência Libertadora).

 

Contradição com várias leis

Em sua dissertação, o professor lembra ainda que a Gestão Democrática aprovada no governo de Agnelo Queiroz (PT) estabelece a eleição direta da direção das unidades escolares pela comunidade escolar e, para poderem participar da eleição, os candidatos devem necessariamente pertencer às carreiras do Magistério Público (pelo menos um indivíduo) ou de assistência à educação do DF. A inserção de militares nesse processo fere esse princípio, o que gera um precedente perigoso segundo o professor.

“Quando se inserem militares na escola, sejam eles da PM, do CMB ou da FA, há uma desconfiguração da referida lei [da Gestão Democrática]; além disso são pessoas que, muitas vezes, não têm formação específica na área de educação e são oriundos de corporações que treinam a obediência sem questionamentos.” O estudo conclui que a militarização das escolas públicas é uma contradição, “pois a pluralidade cultural, garantida pela Constituição Federal, pela LDB e pelo próprio ECA é violada a partir de uma padronização imposta pelas forças de segurança que compõem a gestão escolar das escolas públicas militarizadas do DF.”

 

Militarização afasta, segrega e padroniza em excesso

O projeto segrega e não inclui. Em outras unidades da federação, o uniforme das escolas militarizadas é cobrado. Isso (ainda) não ocorre no DF, cujos estudantes usam blusa branca e calça jeans. Um dos professores entrevistados para a dissertação de Gomes lembra que se ocorrer essa cobrança haverá possivelmente mais adolescentes sendo excluídos de uma escola pública, ainda que muitos já o sejam quando não se sujeitam ao conjunto de regras impostas pelos militares, presentes no Regimento Escolar, regulamento básico do uniforme e pelo regulamento disciplinar.

Os entrevistados que se declararam contrários à militarização se mostraram preocupados com o excesso de padronização imposta pela militarização, consequentemente com o podamento das manifestações culturais diversas inerentes e com questões identitárias dos adolescentes. “Além disso, o trabalho na escola, principalmente aquele voltado para que os negros assumam sua negritude (muitos usavam cabelo rastafari, Black Power), foi também eliminado com a militarização.”

 

Menos polícia, mais inclusão

A escola não necessita de polícia, mas de política de inclusão, principalmente nas localidades de maior vulnerabilidade social. O texto de análise de dados traz uma preocupação quanto à perda de autonomia do direito de cátedra, principalmente numa época em que vivenciamos uma miríade de projetos conservadores que tentam minar o trabalho do professor.

 

É papel do professor

Gomes conclui que “os docentes da educação que defendem uma escola pública, gratuita, laica e inclusiva necessitam se organizar para combater o discurso de quem aponta a escola insuficiente e apoia uma maior divisão social do trabalho dentro da escola, pois Florestan Fernandes, em O Desafio Educacional (Ed. Expressão Popular), alerta acerca dos que desqualificam a escola pública com a finalidade e a defesa de que a educação seja uma mercadoria. Nesse sentido, o professor deve assumir a luta em defesa da escola pública e, que acima de tudo, contribua no processo de emancipação humana.”

Além de professor do CEF 10 do Gama, Amaral Rodrigues Gomes é membro  do Grupo de Estudos Materialismo Histórico Dialético em Educação UnB, coordenado pelo professor Erlando da Silva Rêses.

 

Sinpro na Luta

A dissertação de Gomes usou informações disponíveis no site do Sinpro como referência bibliográfica, inclusive um artigo da professora Edileuza Fernandes silva sobre Defender o Currículo em Movimento e resistir à BNCC, de maio de 2018.  

Quem quiser ler mais sobre a dissertação de Amaral Gomes pode baixá-la diretamente da biblioteca virtual da UnB.

Atividades virtuais do Fórum Social das Resistências vão até dia 30

 

De 26 a 30 de janeiro, uma série de atividades virtuais integrará o Fórum Social das Resistências (FSR). Educação, economia, cultura, comunicação, direitos humanos e vários outros temas serão abordados em formado de Assembleias de Convergências por pesquisadores, líderes políticos, militantes de movimentos sociais, sindicalistas e outros convidados(as) nacionais e internacionais. Acesse no link a programação completa https://www.forumsocialdasresistencias.org.br/

Iniciado em 2017, o Fórum Social das Resistências está inserido nos processos do Fórum Social Mundial (FSM). Devido ao avanço dos casos de Covid-19 no Brasil, as atividades presenciais foram adiadas para o fim de abril (de 26 a 30), e serão realizadas em Porto Alegre (RS). Para este momento, está confirmada a participação de figuras como Lula, Boaventura de Sousa Santos e Sônia Guajajara.

O objetivo do Fórum Social das Resistências, segundo a organização do evento, é “criar um espaço de articulação, divulgação e ampliação de todas as formas de resistências criadas pelos movimentos culturais, ambientais, políticos e sociais no Brasil e na América Latina”.

As Assembleias de Convergências identificam prioridades coletivas e propõe a construção de uma Agenda Comum de Lutas para o próximo período. Essas propostas serão apresentadas no Fórum Social Mundial 2022, que será realizado em maio, na Cidade do México.

Sindicalizados têm desconto em exame admissional e demissional

A Clínica Cemtra – Centro Especializado em Medicina do Trabalho – está dando um super desconto para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais filiados(as) ao Sinpro. Com a carteirinha Masterclin, o(a) sindicalizado(a) tem direito a fazer exame admissional e demissional por apenas R$ 25. Os(as) professores(as) temporários(as) filiados(as) também têm direito ao mesmo valor promocional.

Os exames podem ser feitos na QND 47, Lote 9, Av. Comercial Norte, Taguatinga; e no Setor de Diversões Sul (Conic), Ed. Miguel Badya, Bl. L, N 30, Sl. 406 a 416, Asa Sul. Saiba mais pelo www.cartaomasterclin.com.br/sinprodf.

Formação em Psicanálise com especialização em Saúde Mental ou em Teoria Psicanalítica com desconto para filiados Sinpro

O Instituto Kalile de Desenvolvimento Humano e a Escola de Psicanálise de Brasília abrem as inscrições para o Curso de Formação em Psicanálise Clínica e Saúde Mental nas unidades Asa Sul, Asa norte, Taguatinga e Gama.

Este ano, os cursos serão ministrados em formato híbrido e em EaD.

A matrícula sai por R$ 100,00, e as mensalidades custam R$ 399 – Filiados ao Sinpro têm desconto de 30%, e pagam R$ 280,00 caso o pagamento seja efetuado até o dia 10 de cada mês.

O curso tem carga horária total de 600 horas.

Serão abertas turmas noturnas e aos fins de semana.

O curso noturno terá aulas nas duas primeiras quartas-feiras de cada mês, das 19h às 21:40; o curso de final de semana terá aulas em um sábado por mês, das 8h às 16h.

O curso terá complemento em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA).

Ao longo do mês, há várias atividades formativas, como seminários, palestras, filmes com discussão e encontros temáticos de Teoria, Análise Pessoal e Supervisão.

O Instituto visa à formação de Psicanalistas e Terapeutas, e desenvolve um trabalho de atendimento terapêutico em diversas áreas como: Psicologia, Psicanálise, Psicopedagogia, Orientação Vocacional e Psicoterapias.

Reserve sua vaga pelos telefones 3047-3677 / 99657-6062 (Whatsapp)

SEEDF lança segunda chamada do remanejamento escolar

Estudantes de escolas públicas que fizeram inscrição para mudar de escola neste ano, mas não foram contemplados, têm uma segunda chance. Nesta terça-feira (25/01), a Secretaria de Educação do DF lançou a segunda chamada do remanejamento escolar. O resultado com os contemplados já está disponível nas unidades de ensino.

De acordo com a pasta, a matrícula deve ser realizada na própria escola, de 7 a 11 de fevereiro.

Veja a lista de documentos que deve ser apresentada no ato de confirmação:

↳ Documento de identificação (RG) – Certidão de Nascimento ou outro documento oficial com foto;

↳ CPF do estudante;

↳ Registro Geral (Carteira de Identidade ou CNH) do responsável legal pela matrícula do estudante;

↳ CPF do responsável legal pela matrícula do estudante;

↳ Comprovante de residência;

↳ 2 (duas) fotografias 3 x 4;

↳ Comprovante de tipagem sanguínea;

↳ Carteira de Vacinação, conforme Lei nº 6.345/2019;

↳ Número de Inscrição Social (NIS) do responsável legal pela matrícula do estudante.

Para mais informações, entre em contato com as unidades de ensino https://www.educacao.df.gov.br/escolas/

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