UnB realiza Semana Universitária e homenageia Paulo Freire
Jornalista: Maria Carla
Com o tema central dedicado ao Centenário de Paulo Freire, o Decanato de Extensão da Universidade de Brasília (DEX/UnB) realiza a Semana Universitária 2021
Com formato totalmente virtual, a Universidade de Brasília (UnB) iniciou a 21ª edição da Semana Universitária (Semuni), nessa segunda-feira (27), com uma palestra com o professor Fernando Haddad, professor de ciência política da Universidade de São Paulo (USP). A 21ª Semuni prossegue até o dia 1º de outubro.
O encerramento, previsto para o dia 1º de outubro, das 16h às 18h, será uma Mesa sobre “O legado de Paulo Freire e o Brasil contemporâneo: educação emancipadora e os tempos do negacionismo”, pelo YouTube: youtube.com/unbtv.
De acordo com o site da UnB, o objetivo é apoiar a participação das unidades acadêmicas e administrativas da universidade na 21ª edição da Semuni, que tem como tema central o centenário de Paulo Freire.
“A ideia é que possamos discutir o seu legado para a educação brasileira e para o mundo, sob as mais diversas perspectivas”, conta o professor Alexandre Pilati, diretor técnico de extensão. “No caso específico da extensão, Paulo Freire é importante pela sua contribuição com a clássica obra Extensão ou comunicação, que certamente será discutida durante a Semuni”.
Entre as várias oficinas, destacamos a de “Política de direitos humanos da UnB”, agendada para ocorrer no dia 30 de setembro e 1º de outubro, das 14h30 às 18h, com mediação da professora e decana de Extensão, Olgamir Amância, com participação de Ana Maria Araújo Freire, doutora em Educação (PUC/SP) e sucessora legal da Obra de Paulo Freire; e Luis Carlos de Menezes, professor do Instituto de Física da USP e consultor da Unesco para propostas curriculares.
Pela segunda vez, o formato das atividades é totalmente virtual. Diferente da edição passada, as propostas foram feitas diretamente por docentes e técnicos da universidade, e foram cadastradas no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA), módulo Extensão.
Os estudantes e a comunidade externa também puderam propor atividades, embora elas sejam e sempre devem ser coordenadas por docentes. As atividades propostas por técnicos administrativos foram autorizadas pela chefia do setor.
Clique na imagem, a seguir, e, dentro do PDF, clique nas imagens e cards para acessar a programação e outros conteúdos da 21ª Semuni:
Geoffrey: um minuto de silêncio com balões brancos
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Professores, direção e colegas de Geoffrey Stony do Nascimento, de 16 anos, assassinado nas proximidades da escola ao voltar pra casa na última quarta-feira, prestaram uma homenagem ao estudante 1º ano do Ensino médio do CED 11 da Ceilândia, nesta segunda-feira 27 de setembro.
A manifestação foi convocada pela direção da escola: “Neste ato pediremos mais policiamento e
segurança pública nas proximidades da Escola, para que nossa comunidade escolar não sofra
mais perdas como essa. Convidamos pais, professores e estudantes dos três turnos e toda comunidade escolar que esteja conosco, na frente da escola. Faremos um minuto de silêncio e soltaremos balões brancos pedindo a paz em nossa comunidade.”
Todos estavam vestidos de camisas brancas, e cada um trazia em mãos um balão branco. Reunidos na porta da escola, a comunidade pediu por mais policiamento.
No assalto, Geoffrey teve o celular roubado, e levou um tiro de um dos suspeitos. Não resistiu aos ferimentos.
A Universidade de Brasília (UnB) realiza dia 30 de setembro, às 19h, um debate com o tema: Política Nacional de Alfabetização: Diálogos e Rupturas – DF. A atividade será transmitida ao vivo pelo canal do Observatório de Educação Básica (ObsEB) no Youtube.
Participarão do debate as professoras Graciely Garcia Soares (SEEDF/Anfope-DF), Ana Carolina Tavares (diretora DIEF/SUBEB/SEEDF) e Kelly Rocha (SEEDF/Chefe da UNIEB – Núcleo Bandeirante). A mediação ficará por conta da professora Viviane Carrijo (SEEDF/PPGE-UnB).
Nesses tempos em que muitos se consideram aptos a falar de tudo e sobre todos, tem sido comum ler impropérios sobre Paulo Reglus Neves Freire.
Falam mal por terem lido a obra e conhecerem a vida dele e por isso discordam do seu pensamento ou postura, enquanto estava entre nós? Não!
Ah! Vale lembrar que ele já faleceu, pois em uma audiência pública da Câmara Legislativa, na qual eu era convidada para o debate, uma senhora disse-me, no chat, que se ele gostasse do Brasil, não estaria morando na Suíça. Enfim… só para que tenham ideia do nível de desconhecimento.
Posso arriscar que a grande, mas grande maioria dos “antiFreire” nunca chegou a ler a orelha de um livro dele ou se deteve a explorar sua biografia. São os intelectuais de redes sociais.
E é para eles que peço: PAREM DE FALAR DE PAULO FREIRE!
É feio falar de quem não conhecemos e reproduzir impressões falsas, rasas, ignorantes. Quando se é professor ou se pretende ser, mais ainda. Denota falta de conhecimento e já vou explicando os motivos:
Paulo Freire não desenvolveu um método de escolarização para toda educação. Paulo Freire desenvolveu um método para alfabetização de jovens, adultos e idosos. E também não é esse o único motivo de ele ter sido alçado a Patrono da Educação Brasileira ou ser mundialmente reconhecido.
Paulo Freire não levou o Brasil a ter os piores resultados em educação – quem fala isso não sabe a partir de quando está falando e nunca abriu nem os indicadores da Educação Básica, que tiveram seus primeiros resultados divulgados de 2005 para cá. Caso tenham curiosidade verão até que progredimos muito em Língua Portuguesa e Matemática em tais indicadores. Sugiro uma pesquisa rápida na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) acerca do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) para Anos Iniciais do Ensino e Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. [2]
Paulo Freire não é atacado pela direita ou esquerda que conhece sua obra. Os que o atacam fazem parte daquela mistura de extrema direita fundamentalista religiosa com a turma do fundão da quinta série, que ficava esperando a cola e zoando de quem gostava de ler ou estudar. Acho que dá para entender…
Então, por qual motivo esse pernambucano, de Jaboatão dos Guararapes, que nasceu em 19 de setembro de 1921 é tão comentado e continua a viver e pulsar em tanta gente?
Freire foi alguém que abordou questões preciosas para quem compreende a educação como direito e, não, como privilégio de poucos; para aqueles que o ato de educar é ação emancipadora e transformadora de indivíduos do mundo do qual fazem parte. Ele nos instiga a pensar acerca da educação como ação problematizadora; da necessidade de negar a concepção bancária da educação; do caráter dialógico entre os sujeitos educativos; da impossibilidade de uma educação pautada numa neutralidade política; de como oprimidos e opressores necessitam se libertar – o oprimido da opressão e da reprodução dela e os opressores da opressão que praticam, a fim de que o mundo possa ser o grande espaço de existência digna. E nos traz a grande tríade de que a educação cumpre seu papel por meio da CONSCIENTIZAÇÃO, que ocorre na AÇÃO DIALÓGICA e gera TRANSFORMAÇÃO.
Ao contrário do que muitos pensam, a formação de Paulo Freire é ampla e seu pensamento tem uma base muito sólida no Existencialismo de Martin Heidegger, na Fenomenologia de Edmundo Husserl, no Personalismo Cristão de Pierre Furter e São Gregório de Nissa, além de Camilo Torres, no Hegelianismo, de Hegel e no Materialismo Histórico, de Karl Marx.
Lembro-me de que quando o conheci pessoalmente, em 1996, ele nos dizia que sempre houve muita “implicância” com o que ele escrevia e falava, pois os comunistas implicavam que ele era muito cristão e os cristãos, que ele era muito comunista. Mas de uma coisa tive certeza no encontro com ele: levava os princípios cristãos “ao pé da letra”, defendendo que o pão precisa ser dividido (entenda-se por pão, tudo o que qualifica a vida, a existência). Por isso educação era, para ele, direito!
Paulo Freire foi fonte inspiradora e bebeu na fonte de vários intelectuais de muitas partes do mundo, ao longo da sua trajetória acadêmica e de militante da educação libertadora e emancipadora.
Freire não é um teórico apenas. Foi para a prática quando coordenou a Campanha Nacional de Alfabetização, antes do golpe militar de 1964 instaurar a ditadura no Brasil. Contribuiu para o processo de alfabetização de vários países, entre eles, o Chile, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e outros tantos em processo de libertação da condição de colonizado.
Foi capaz de inspirar movimentos sociais, estudantes, acadêmicos, religiosos, sindicalistas, intelectuais a se interessarem pela causa da alfabetização do nosso povo e da educação, toda ela, como vetor de desenvolvimento humano, social e econômico.
Seus livros são lidos em várias línguas e em várias partes do mundo, nas diversas áreas das ciências sociais, não por preguiçosos do pensar, mas por esperançosos de que é possível educar de forma a contribuir para a construção de um mundo melhor.
Eu li toda a obra dele e não pretendo aqui, resenhá-la ou escrever um artigo acadêmico sobre ela. Mas é deprimente ver os famosos intelectuais de redes sociais ridicularizarem frases soltas de sua bibliografia. Entendo que são os mesmos que pegam versículos aleatórios do Antigo Testamento, sem contexto, para apregoar o ódio e o preconceito. Fazem parte do mesmo caldeirão que tem bestializado qualquer possibilidade de diálogo fundamentado.
É no encantamento pelos saberes constituídos pela humanidade e na rigorosidade metódica/metodológica, que seguidores do pensamento freireano não se cansam de estudar e lutar por uma educação de qualidade social. Não nos furtamos ao debate, mas não podemos fazê-lo com quem, sequer, tem capacidade argumentativa.
Nesse sentido, peço encarecidamente: querem falar de Paulo Freire, ao menos LEIAM-NO!
Caso contrário, PAREM DE FALAR DE PAULO FREIRE!
[1]Vânia Rego é mestra em Educação pela UnB; professora aposentada da SEEDF; sócia-fundadora do Centro de Educação Paulo Freire de Ceilândia -CEPAFRE.
[2] Verão que com os investimentos que tivemos ao longo dos governos Lula e Dilma, avançamos bastante, o que pode retroceder com todo o desmonte que estamos acompanhando no momento, em função de cortes e abandono de programas educacionais importantes para o desenvolvimento do nosso país. Poderemos até fazer um apanhado dessas políticas públicas em outro momento.
Twittaço contra a PEC 32 nesta segunda (27) às 19h
Jornalista: Alessandra Terribili
A PEC 32, da reforma administrativa, está num momento decisivo! Na semana passada, o texto do relator Arthur Maia (DEM-BA) foi aprovado por 28 x 18 na comissão especial, e agora segue para o plenário da Câmara.
Para ser aprovada, a PEC precisa do voto de 308 dos 513 deputados e deputadas federais. Por isso, nossa mobilização é mais importante e urgente do que nunca!
Fortaleça as ações contra a PEC 32, em defesa dos servidores(as) e do serviço público! Nesta segunda-feira, 27, tem twittaço a partir de 19h. Participe com a tag #PEC32ContraoBrasil.
Acesse o link EDUCAÇÃO FAZ PRESSÃO e pressione os/as parlamentares de outros estados. Use a tag para avisar que #SeVotarNaoVolta !
Acesse as redes sociais dos/as parlamentares do DF e pressione!
Bia Kicis: @biakicis / 6199970-0961
Laerte Bessa (PL): @laertebessa / 6199220-9449
Paula Belmonte (CIDA) @paulabelmonteoficial / 6199924-1328
Julio Cesar (PRB): @juliocesarribeiro / 6199821-2690
A Universidade de Brasília, representada por seus campi universitários, em parceria com movimentos e segmentos sociais parceiros, convida a todos para a cerimônia de instalação de Placas Comemorativas ao Centenário de Paulo Freire, Patrono da Educação Brasileira e do Distrito Federal, que será realizada em ambiente virtual.
A transmissão será nesta segunda feira (27) às 17h, através do canal unBTV ou através do link: https://youtu.be/ltn-kIOFokc
Sede do Sinpro ficará fechada durante a manhã dessa terça (28)
Jornalista: Luis Ricardo
Em virtude da identificação de um caso positivo de Covid-19, a sede do Sinpro-DF (Setor de Indústrias Gráficas) estará fechada durante a manhã desta terça-feira (28). O expediente voltará ao normal durante a tarde.
Para resguardar a saúde de todos e todas, a sede do sindicato será sanitizada e todos(as) os(as) funcionários(as) em trabalho presencial serão testados(as). Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que foram atendidos(as) no jurídico na semana passada devem observar a apresentação de sintomas da doença.
O Sinpro lamenta a partida da professora Andreia Muniz Soares de Gois. A professora faleceu na última sexta-feira, 24 de setembro, em casa, em consequência de câncer. Ela tinha 42 anos. Andreia trabalhava na CEF 519 de Samambaia, onde lecionava no 1º segmento do EJA.
A partida da professora Andreia Muniz traz grande consternamento aos familiares e amigos, assim como aos alunos e colegas de profissão. Certos de que sua jornada jamais será esquecida, os familiares e amigos agradecem por poderem ter partilhado de sua convivência, e desejam que seu descanso eterno seja pleno de paz.
O sindicato presta toda solidariedade aos familiares e amigos neste momento de dor.
O velório ocorre no cemitério de Luziânia. O enterro será hoje, sábado, 25/9, às 16h.
De olho nas futuras gerações, professor da rede ajuda nos trabalhos da Academia de Ação Climática
Jornalista: Luis Ricardo
Preocupado com a mudança climática e todos os desafios que estas alterações têm trazido para a humanidade, o professor de Ciências Naturais e Biologia do CED Agrourbano Ipê, do Núcleo Bandeirante, Leonardo Teruyuki Hatano, participa como palestrante/formador no curso para professores(as) do Brasil e Portugal da Academia de Ação Climática.
O trabalho do professor é um tentáculo da Academia, que visa encontrar meios de diminuir os efeitos das agressões feitas pela população ao meio ambiente. A falta de água na região Centro-Sul, as oscilações climáticas (tempo quente para um frio extremo de forma repentina) e as queimadas são apenas alguns exemplos das consequências da ação humana que, se não for mudada, pode trazer resultados ainda mais graves para esta e para as futuras gerações.
Segundo Leonardo Hatano, os governantes e empresários devem adotar medidas de preservação, recomposição do ambiente natural e investimentos em novas tecnologias para desenvolvimento sustentável. “Individualmente, é possível colocar em prática comportamentos mais sustentáveis e educar as gerações futuras a cuidar melhor de nossa casa: o planeta Terra”, explica Leonardo, professor da Academia de Ação Climática no Brasil e coordenador dos projetos de educação ambiental no Centro Educacional Agrourbano Ipê.
Cuidar da natureza, segundo Leonardo, envolve não apenas respeitar o meio ambiente, mas entender que a vida humana também faz parte de tudo isso e deve ser protegida. “O ser humano moderno tem se distanciado cada vez mais do ambiente natural”, afirma. Para ele, o principal foco dos pais deve ser ensinar o princípio básico do cuidar: a empatia.
Clique aqui e confira matéria do projeto no site UOL.
Galeria Parangolé recebe exposição de Xilogravura e Literatura de Cordel
Jornalista: Maria Carla
Desde o dia 21 de setembro até 31 de outubro, a exposição “Xilogravura e Literatura de Cordel”, de Valdério Costa – artista plástico e professor de artes da rede pública de ensino do Distrito Federal, está aberta para visitação do público, na Galeria Parangolé, do Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, sempre nas sextas-feiras, sábados e domingos, das 10h às 16h.
Realizado com recursos financeiros do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), a exposição apresenta a xilogravura, uma técnica muita antiga de reprodução de imagens impressas em papel a partir de uma matriz em madeira. “Ela é uma linguagem artística que abrange e requer a compreensão, o conhecimento e o uso de várias competências e de habilidades”, explica o artista.
A exposição foi aberta três dias depois que as atividades de cantador, cordelista e xilogravurista foram reconhecidas como profissão no Distrito Federal. A lei, que já está em vigor, foi criada a partir do Projeto de Lei (PL) nº 1.724/2021, da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).
Valdério explica que, para além da transformação do ofício em profissão regulamentada, “essa arte representa o domínio do desenho, a noção e a organização de forma e fundo, a precisão do corte ou entalhe, para que a superfície em alto relevo possa receber o entitamento) e finalmente a impressão, que pode ser feita com o auxílio luxuoso de uma prensa ou com a pressão e a fricção de materiais diversos, como colheres, por exemplo!”
A xilogravura, segundo o professor Valdério, é uma arte autônoma, mas nas temáticas tradicionais, que revelam ou ressignificam o imaginário das manifestações populares, ela está intrinsecamente associada à Literatura de Cordel”. Daí o título da exposição ser “Xilogravura e Literatura de Cordel”.
O artista e professor
Professor da rede pública de ensino do Distrito Federal de artes visuais e história da arte, Valdério é natural de Natal, Rio Grande do Norte, e é graduado em artes plásticas pela Universidade de Brasília (UnB). Há 21 anos trabalha com a arte da xilogravura. Em 2017, ele foi vencedor do Prêmio Culturas Populares, categoria Mestres, MINC 2017.
Poeta e artista plástico cadastrado pela Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal, ele tem uma trajetória com várias exposições individuais e participações em coletivas desde 1988 na capital do País, mas suas estão também em diversas coleções no Brasil e no exterior.
Além de ser professor da Secretaria de Estado da Educação (SEE-DF), ele também atua como docente em escolas privadas e em eventos literários e de artesanato, ministrando oficinas práticas e teóricas sobre a técnica de xilogravura. Dentre seus trabalhos recentes pode ser citada uma vasta obra em vários campos das artes e literatura.
Em literatura – Sobrevoar ou A Imanência da Leveza (poemas). Editora John Herald. Brasília-DF 2020. Como as Histórias Surgiram na Terra (adaptação de lenda africana). Editora IMEPH. Fortaleza/CE, 2018. Enquanto O Tempo Brinca de Roda (poemas infantis) Inédito e Mínimos e Múltiplos (poemas) – Inédito.
Em ilustração – O Planeta Arret e o Monstro Invisível. Martha Moraes. Editora Franco. Juiz de Fora/MG, 2020. O Encontro dos Diferentes. Varneci Nascimento. Editora Areia Dourada. São Paulo/SP, 2020. Anotações de um Andarilho. Marcos Mairton. Editora IMEPH. Fortaleza/CE, 2018. Desejo de Árvores e Pássaros. Roseana Murray. Editora IMEPH. Fortaleza/CE, 2018.
Em artes plásticas – Raíizes e Tradições – Exposição de xilogravuras. SESC Taguatinga/DF, 2018. Brasília Cidade InVisível. Exposição individual de xilogravuras, desenhos e pinturas. Museu Correios, Brasília/DF, 2017. 25ª Bienal do Livro de São Paulo. Exposição e oficinas de xilogravuras no estande da editora IMEPH. São Paulo/SP, 2016. Xilos Brasilianas – Xilogravuras – Câmara dos Deputados, Brasília/DF, 2014.
Serviço
Evento: Exposição Xilogravura e Literatura de Cordel
Onde: Galeria Parangolé, Espaço Renato Russo, na 508 Sul (W3 Sul)
Data: Nas sextas-feiras, sábados e domingos de 21/9 a 31/10/2021
Hora: de 10h às 16h