UnB realiza I Encontro de Pesquisa com o tema: “Interdisciplinaridade e resistência em tempos de pandemia”

Um grupo de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Educação, Modalidade Profissional (PPGE/MP) na Faculdade de Educação (FE), da Universidade de Brasília (UnB), realiza, de 3 a 5 de agosto, o I Encontro de Pesquisa, Currículo e Processos Formativos. O evento, que traz como tema Interdisciplinaridade e resistência em tempos de pandemia, propõe debater e socializar possíveis sínteses das palestras, mesas e momentos de discussões previstos para ocorrer durante os três dias de realização do Encontro.

Poderão participar estudantes de graduação e pós-graduação, professores(as) das redes pública e privada de ensino, além de pesquisadores, sobretudo da área de educação. A atividade será virtual, com transmissão pelo Youtube pelo link https://www.youtube.com/channel/UC7MooRuluHLdLg4KVa1bXIQ.

Além de debater temáticas relevantes para a educação, o Encontro mostra o entendimento sobre o papel da universidade e da própria educação como espaço de resistência frente aos ataques sofridos pelo próprio campo dos estudos do currículo, travestidos por inúmeras tentativas de retrocesso, tais como: Escola sem partido, Militarização das escolas públicas e Educação domiciliar ou homeschooling. Não podemos deixar de falar da realidade de desigualdade social e educacional escancarados pela pandemia, sobretudo no hiato de um longo período da ausência de políticas para minimizar os impactos da pandemia nas escolas brasileiras por parte do Ministério da Educação. 

Participe!

Professor lança pesquisa para impulsionar jogos eletrônicos nas escolas públicas

David Leonardo Teixeira é apaixonado por jogos eletrônicos. Há pelo menos meia década desenvolvendo projetos da modalidade para estudantes das escolas públicas do DF, o professor de Educação Física lançou pesquisa que tem como objetivo ampliar a possibilidade da participação de crianças e adolescentes no universo dos gamers.

A pesquisa elaborada por David Teixeira, coordenador da pauta de games e esportes eletrônicos na Secretaria de Educação do DF, tem como público alvo estudantes do ensino fundamental (anos finais) e do ensino médio. A pesquisa é realizada de forma on-line e pode ser acessada pelo link https://bit.ly/3Bl3x2O. A expectativa é de que o resultado final seja apresentado no fim de agosto.

“Queremos identificar os interesses dos estudantes não só para criar projetos voltados aos seus desejos, mas também para incentivá-los a se desenvolver nesse campo. Além disso, a pesquisa também pretende trazer mais embasamento para dar andamento aos jogos eletrônicos nas escolas, para a realização dos Jogos Escolares Eletrônicos e de outros projetos da Secretaria de Educação voltados para essa temática”, afirma o professor David Leonardo Teixeira.

Ele lembra que os jogos eletrônicos estão inseridos no Currículo em Movimento, documento que, alinhado às Leis educacionais, orienta a direção curricular para as modalidades de ensino. “O intuito das atividades dos jogos e esportes eletrônicos não só visam à melhora do rendimento da coordenação motora fina, da coordenação visiomotora, que são uma valência física, mas também prima por resguardar as articulações dos estudantes, trazendo treinos, alertando sobre o perigo do esforço repetitivo proveniente dos movimentos de punho e ombro, ou então de uma má postura e do mau posicionamento dos esportes eletrônicos com celulares. Além disso, o intuito é de também possibilitar que esses estudantes tenham chance de se desenvolver não só como humano, a partir de valores do esporte, como o ‘fair play’ e a coletividade, mas também do pensamento lógico matemático, estratégico, sem falar na possibilidade da inserção dessa juventude no mercado profissional dos jogos e esportes eletrônicos”, justifica.

Formação
Embora a importância dos jogos eletrônicos esteja comprovada e a procura dos estudantes de escolas públicas pela modalidade seja grande, há carência de formação na área. Para solucionar essa barreira, o professor David Teixeira conta que está construindo, em parceria com a Eape, curso de formação para que professoras/es possam trabalhar com o conteúdo em sala de aula. “Enquanto não dispomos de amplo material para fazer esse trabalho, podemos explorar outras questões, como o cyberbullying, a segurança da informação, o anonimato”, explica.

Acesso
Outra barreira para a ampliação dos jogos eletrônicos nas escolas públicas é carência do acesso à internet e aos dispositivos necessários para executar os jogos. Para mitigar o problema, o professor David Teixeira explica que vem adotando práticas como a seleção de jogos mais populares no mundo e no Brasil, modalidades esportivas gratuitas e esportes eletrônicos de celulares.

“Pretendemos buscar recursos e também políticas públicas necessárias para democratizar os esportes eletrônicos, com a garantia de equipamentos de qualidade”, conta o coordenador pauta de games e esportes eletrônicos na Secretaria de Educação do DF. De acordo com ele, a partir do projeto Escola Vocacionada, pretende-se criar uma sala de esportes eletrônicos no Centro Integrado de Educação Física para atender estudantes das escolas públicas. “Essa seria a primeira Escola Vocacionada. Há previsão para que sejam construídas mais duas em outras regiões administrativas”, afirma.

Paralelamente à luta pela garantia de uma estrutura de qualidade para o desenvolvimento dos jogos eletrônicos nas escolas públicas, David Teixeira dá andamento ao calendário que já prevê campeonato de Wild Rift (jogo eletrônico que mistura elementos de ação, estratégia e RPG) pelo celular no próximo bimestre e, no final do ano, campeonato de Free Fire (jogo eletrônico mobile de ação-aventura). “Jogos eletrônicos não servem apenas como uma válvula de escape. Eles são uma ferramenta lúdica de interação entre estudantes, o que é essencial neste momento de pandemia”, defende o professor.

Campanha para ajudar o professor Franciel

Uma rede de amigos(as) está promovendo uma campanha de ajuda para o professor Franciel. O educador está internado para o tratamento de um problema de saúde e necessita de um medicamento de difícil acesso e extremamente caro (R$ 25 mil).

Objetivando ajudar no tratamento de Franciel, os(as) amigos(as) promovem uma ajuda colaborativa para arrecadar recursos para a compra do medicamento. Os(as) que puderem ajudar podem encaminhar transferência via PIX para Francisca Andréia de Souza (CPF 00454479182).

Não importa a quantia a ser doada, o maior valor é o amor, a empatia e o desejo de ajudar. Ainda que não seja uma doação alta, será uma doação importantíssima e contribuirá para socorrer o professor nesse momento de aflição.

Sinpro-DF convida categoria para live dos 30 anos da Lei de Cotas, pandemia e inclusão de pessoas com deficiência

O Sinpro-DF convida a categoria para participar da live sobre os 30 anos da Lei de Cotas e os efeitos da pandemia na inclusão dos trabalhadores e trabalhadoras com deficiência no trabalho. A live é uma produção da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Brasil e será realizada, nesta sexta-feira (23), às 18 live, pelos YouTube e Facebook da CUT Brasil e do Sinpro-DF.

 

A apresentação conta com a participação de Jandyra Uehara, secretária Nacional de Políticas Sociais e Direitos Humanos da CUT Brasil; Patrícia Pelatieri, Dieese; Carlos Maciel, diretori do Sinpro-DF e membro da Coordenação do Coletivo Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras com Deficiência; Alexandre Padilha, deputado federal (PT-SP); e Maria Cleide Queiroz, do Sindicato dos Bancários de São Paulo e membro da coordenação do Coletivo Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras com Deficiência.

 

Não perca! Nesta sexta (23), às 18h, pelo YouTube e Facebook da CUT Brasil

 

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Mulher negra, Bruna Brelaz é a nova presidenta da UNE

Bruna Brelaz é um sintoma de transformação das amarras e contradições mesmo em um ambiente tradicionalmente progressista como a União Nacional dos Estudantes (UNE). Ao longo de oito décadas com uma maioria de presidentes homens e brancos, ela é a primeira mulher negra e do Norte do Brasil a ser escolhida para a presidência da entidade. Em 2016, Moara Saboia, também mulher negra, assumiu interinamente a presidência da organização.

Uma das principais lutas defendidas pela nova presidenta da UNE é a saída de Jair Bolsonaro da presidência do Brasil. Entretanto, Bruna Brelaz sabe que o impeachment não resolverá todos os problemas do país, uma vez que a crise gerada pelo atual governo impactará todos os setores nos próximos anos, principalmente o da educação. Ela, que teve acesso à universidade como cotista, dentro das políticas públicas de inclusão que mudaram a cara do ensino superior na última década, acredita que esse legado está sob risco.

“Gritamos Fora Bolsonaro, sobretudo, para interromper o processo violento de destruição das universidades, das escolas, do sistema educacional no país. A gente precisa reverter o corte de quase R$2 bilhões no orçamento da educação, a política desumana do teto de gastos, os ataques à autonomia universitária. Tem estudante que está passando fome, desempregado e a evasão do ensino superior é uma grande realidade”, afirma. Hoje, em seu segundo curso de graduação, estudante de uma faculdade particular em São Paulo, ela se diz apreensiva também com a situação dessa parcela de alunos e alunas universitários que não têm garantias das instituições sobre as condições de retorno das aulas, ensino à distância precário e não contam com nenhuma forma de regulamentação ou diretriz por parte do governo federal.

Para enfrentar a grave conjuntura, a presidenta da UNE acredita no protagonismo da juventude popular e periférica nas linhas de frente contra o bolsonarismo. Além da oposição nas ruas, ela destaca também a importância da articulação política com um amplo leque de forças democráticas e partidos para garantir a vitória não somente no impeachment de Jair Bolsonaro, mas em um novo pacto nacional para conter os efeitos da crise que foi plantada.

Manauara, estudante de Direito e com 26 anos, Bruna Brelaz foi eleita presidenta da UNE no Congresso Extraordinário da UNE, realizado no último dia 18, que indicou em caráter excepcional pelos próximos 12 meses a nova diretoria da entidade. Devido à pandemia e a impossibilidade de realizar um evento que chega a reunir 10 mil estudantes, a UNE indicou a nova diretoria respeitando a proporcionalidade eleita na votação do seu 57º Conune, realizado em 2019. A nova composição terá duração de um ano, podendo ser estendida.

Fonte: UNE, com edição do Sinpro-DF

Professor Waler Lopes, presente!

 

A categoria do magistério público perdeu nesta segunda-feira (19) mais um companheiro de luta. Com 65 anos de idade, o professor Waler Lopes faleceu devido complicações de um glioma de alto grau (tipo de tumor que ocorre no cérebro e na medula espinhal). O velório será nesta terça-feira (20) às 14h, no Cemitério Jardim Metropolitano, em Valparaíso (GO).

Waler reforçou várias lutas em defesa da educação pública de qualidade, com valorização dos trabalhadores do setor. Uma das ações encampadas pelo professor foi a campanha “Ibaneis, cumpra a lei. Pague o que é nosso”, realizada para cobrar do GDF o pagamento da última parcela do reajuste salarial conquistado em 2012. Por causa da negligência e da falta de respeito do governador Ibaneis Rocha com a categoria, Waler Lopes faleceu sem receber o que era direito.

O Sinpro-DF lamenta imensamente a partida do companheiro Waler Lopes e se solidariza com seus familiares e amigos. Temos a certeza de que o professor ficará eternizado na luta construída em defesa de uma educação pública que liberta.

Waler Lopes, presente!

Agenda Sindical recebe presidente da CNTE para debater o tema “Governo faz Educação agonizar”

O programa Agenda Sindical desta segunda-feira, 19/7, às 9 horas, recebe Heleno Manoel Gomes Araújo Filho, presidente da CNTE Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação para falar sobre: “Governo faz Educação agonizar”. Com Virginia Berriel, Executiva Nacional da CUT e Gilberto Palmares, ex-dep.estadual.
Apresentação: Roberto Ponciano

 

 

 

FNDC 30 anos | Live comemorativa debate futuro da luta pela democratização da mídia

A democracia no Brasil não pode existir sem a efetiva democratização dos meios de comunicação. É a partir desse pressuposto que, desde os anos 1990, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) atua. Para fazer um balanço histórico dessa trajetória, será realizada especial dos 30 anos do FNDC, nesta quarta-feira (21), às 19h, no canal do FNDC no Youtube e na página do FNDC no Facebook,com retransmissão na página do Facebook do Sinpro-DF.

Participarão da live atuais e ex-integrantes da Coordenação Executiva da entidade. A ideia é relembrar do passado para pensar o presente e o futuro dessa luta no país, que ganhou contornos ainda mais desafiadores.

O FNDC congrega entidades da sociedade para enfrentar os problemas da área de comunicação no país. São dezenas de entidades filiadas, organizadas em cerca de 20 comitês regionais espalhados por todo o Brasil. A entidade teve participação ativa em importantes processos de elaboração de políticas de comunicação, como a legislação de radiodifusão comunitária, a lei do cabo, o marco civil da internet, entre outros. Em 2009, o FNDC foi uma das mais atuantes organizações da sociedade civil na construção da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Desde 2012, organiza o Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação (ENDC), que se firmou como evento de referência na área para comunicadores, pesquisadores e ativistas.

Serviço

Live Especial – FNDC 30 anos
Data: 21/07/2021 às 19h

Canal do FNDC no Youtube – FNDC Brasil – https://www.youtube.com/channel/UCGlodEklNMpncrevUGJ6ZHA

Página do FNDC no Facebook – https://www.facebook.com/fndc.br

Convidadas/os: Beth Costa (FNDC), Celso Schroeder (Fenaj), Renata Mielli (Barão de Itararé), Ana Mielke (Intervozes), Rosane Bertotti (CUT) e João Brant (Instituto Cultura e Democracia)

 

Fonte: FNDC, com edição do Sinpro-DF

Katiana Regia, presente!

A professora Katiana Regia do Espirito Santo Costa é mais uma vítima da covid-19. Com imenso pesar, o Sinpro-DF informa que a educadora faleceu nessa quinta-feira (15), aos 40 anos. O velório será realizado neste sábado (17), das 10h30 às 11h, no Cemitério Jardim Metropolitano, em Valparaíso (GO). Em seguida, será realizada cremação.

Katiana era professora de Atividades no Caic Helena Reis, em Samambaia Sul. Na sua jornada, colaborou para que a educação pública de qualidade fosse direito de todas e todos. Mais que isso: marcou, com ensinamento e afeto, a vida de cada criança que esteve sob sua orientação.

Toda nossa solidariedade aos familiares e amigos da professora Katiana Regia.

Com cumprimento rigoroso dos protocolos de segurança sanitária, Chácara do Professor reabre parcialmente

A Chácara do Professor volta a funcionar de maneira parcial. A reabertura do espaço, entretanto, é condicionada ao cumprimento rigoroso das normas de segurança sanitária estabelecidas para conter a disseminação da covid-19. Excepcionalmente no período do recesso escolar (17/7 a 1º/8), o funcionamento da Chácara do Professor será de quarta-feira a domingo, das 8h às 17h. O agendamento do espaço será feito pela Secretaria de Administração do Sinpro-DF, pelo telefone 99978-2804 ou pelo aplicativo da categoria (https://app.sinprodf.org.br). O acesso à Chácara do Professor só será permitido com agendamento prévio.

“O seguimento criterioso de medidas como utilização de máscara, álcool gel, ocupação com um número limitado de pessoas e outros foi estabelecido pensando na saúde da categoria, de seus familiares e amigos. É dever do Sinpro-DF proporcionar o bem-estar de seus sindicalizados e suas sindicalizadas. Nossa pauta continua sendo a defesa da vida, não podemos abrir mão disso”, explica a diretora do Sinpro-DF Gilza Camilo.

Veja abaixo orientações e regras de uso da Chácara do Professor:

– A Chácara do professor está funcionando de maneira PARCIAL, com a liberação de metade dos quiosques de churrasqueiras. O limite máximo é de 10 pessoas por quiosque;

– O espaço de eventos (Caliandra) funcionará com capacidade reduzida para 25 pessoas, mantendo o distanciamento entre mesas;

– Piscinas e campos de futebol não estão liberados para uso;

– O uso de máscara é obrigatório;

– Higienize as mãos;

– Mantenha o distanciamento;

– A presença da pessoa sindicalizada durante o uso do espaço é indispensável;

– O acesso à Chácara do Professor só será permitido com agendamento prévio.

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