Com muito pesar, a diretoria colegiada do Sinpro-DF informa o falecimento do professor Ewerton Alves dos Santos, por complicações da Covid-19, na manhã desta terça-feira, 13. Seus pais, Divino e Sileia, haviam falecido da mesma causa há poucos dias.
Ewerton tinha 47 anos e lecionava Matemática no CEM Júlia Kubitschek, regional Núcleo Bandeirante, e no CED 01 da Estrutural, regional Guará.
A mãe de Ewerton, Sileia Cândida, era professora aposentada, e seu pai, Divino Alves, foi diretor das regionais de ensino Brazlândia e Guará. Divino foi, inclusive, administrador regional do Guará em duas ocasiões: de 1987 a 1989 e de 1999 a 2000.
O Sinpro-DF apresenta suas condolências aos familiares, neste momento de profunda tristeza.
CONVITE | “PEDAGOGIA EM RISCO: OS IMPACTOS DA BNC-FORMAÇÃO”, É TEMA DE DEBATE NESTA QUARTA (14), ÀS 14H
Jornalista: Leticia
A Faculdade de Educação (Feuff), juntamente com o curso de Pedagogia convida toda categoria para a mesa de debate “Pedagogia em risco: os impactos da BNC- Formação”, que acontecerá nesta quarta-feira (14),às 14h, no Canal Comunidade Feuff
Participam do debate, Professor Luiz Fernandes Dourado (UFG) e Professora Helena Costa Lopes de Freitas (UNICAMP). A mediação ficará por conta da Professora Lisete Jaehn (FEUFF).
PARTICIPE| BASTIDORES DO PACTO PELA EDUCAÇÃO DE 1994”, É TEMA DE LIVE REALIZADA PELA CNTE NESTA TERÇA (13), ÀS 19H
Jornalista: Leticia
O Sinpro-DF convida toda categoria para a live “Bastidores do pacto pela educação de 1994”, realizada hoje (13), às 19h, pelas redes sociais da CNTE. O evento faz parte da programação da 22ª Semana em Defesa e Promoção da Educação Pública, que será realizada entre os dias 26 a 30 de abril de 2021.
Participam como convidados, Horácio Reis – ex-presidente da CNTE e Girlene Lázaro – secretária executiva da CNTE. Para mediação, participa Gilmar Soares – secretário de assuntos educacionais da CNTE.
Não fique de fora! Você pode assistir também em nossas redes sociais.
Sem ensino público, sem chance! Aprenda essa lição.
Já está disponível o documentário Paul Singer, uma Utopia Militante. Das 00h30 do dia 11 às 23h59 do dia 18 de abril, os(as) interessados(as) poderão acessar, de forma totalmente gratuita, a plataforma ou pelo site www.etudoverdade.com.br.
O documentário pode ser lido como uma autobiografia de um grande personagem da vida intelectual dos últimos 60/70 anos. Baseado em uma longa entrevista onde o próprio professor narra sua trajetória e sua maneira de pensar, Singer narra desde sua chegada no Brasil em 1940, escapando da catástrofe europeia que foi a segunda Guerra Mundial, até por volta de 2016, na liderança dos movimentos de Economia Solidária.
O professor Singer não é um herói, também não é uma vítima. Não comove pela emoção, mas pela inteligência. Certamente pode ser classificado como um iluminista, conservando sempre a capacidade de raciocinar e, se possível, educar. Porque foi também um educador, mesmo quando fazia política. Ou, sobretudo, quando fazia política.
Esse documentário tenta mostrar de maneira mais clara possível a visão de um verdadeiro democrata, firme nas suas convicções, mas disposto sempre ao diálogo, e intolerante quanto ao emprego da força para impor ideias, sejam elas quais forem. A missão que se impôs é clara: levar a democracia ao seu limite. Ser integralmente democrático. A pretensão desse documentário também é mostrar da maneira mais evidente possível, diretamente, sem ambiguidades, as características singulares desse personagem. E para empregar as palavras de um velho sociólogo, mostrar a beleza do espetáculo de um homem pensando. Nas salas de aula ou nas reuniões políticas.
Com 58 minutos de duração, Paul Singer, uma Utopia Militante funciona como uma simpática introdução à figura e ao pensamento do mestre, mas tem dificuldade em fornecer uma narrativa mais coesa e menos burocrática.
Já estão abertas as inscrições para o Curso de Especialização em Educação do Campo, no âmbito do Programa Escola da Terra. A pós-graduação faz parte de uma parceria entre a Universidade de Brasília (UnB), o Ministério da Educação (MEC) e a Secretaria de Educação do Distrito Federal. O período para inscrição vai até esta quinta-feira (15).
O objetivo do curso é promover a melhoria das condições de acesso, permanência e aprendizagem dos estudantes do campo e quilombolas em suas comunidades, por meio do apoio à formação de professores que atuam nas turmas dos anos iniciais do ensino fundamental compostas por estudantes de variadas idades, e em escolas de comunidades quilombolas, fortalecendo a escola como espaço de vivência social e cultural.
Pretende-se, também, formar educadores capazes de promover profunda articulação entre escola e comunidade. Portanto, um dos princípios cultivados com mais força refere-se à construção das condições necessárias para que estes futuros educadores possam internalizar a compreensão das relações da escola com a vida.
Para participar do curso é pré-requisito ter feito a primeira edição do Curso Escola da Terra (2018/2019).
É com muita tristeza que o Sindicato dos Professores no Distrito Federal -Sinpro-DF, vem a público noticiar o falecimento da nossa querida companheira de luta Dayse Zerbinato Martins Velásquez, professora que desde 1998, fazia um belíssimo trabalho dentro da educação pública do Distrito Federal.
Após lutar incansavelmente pela vida com a mesma garra que lutava pela categoria magistério, Dayse Zerbinato Martins Velásquez de 64 anos, faleceu ontem (11), deixando muitas saudades entre amigos, familiares e estudantes. O sorriso e a alegria, eram marcas sempre presentes na educadora que foi professora readaptada para a Escola Classe 46 de Ceilândia e estava perto de sua aposentadoria.
Dayse Zerbinato Martins Velásquez, será sempre lembrada pelo profissionalismo, honestidade e competência e, neste momento de dor, a diretoria colegiada do Sinpro-DF se solidariza aos familiares e amigos e deseja que Deus dê conforto para que possam enfrentar esta perda com serenidade.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF vem expressar suas profundas condolências pela perda do professor Elso Hissashi Nitto.
Elso Nitto estava aposentado, e faleceu aos 66 anos no Hospital de Taguatinga neste sábado, 10 de abril, em decorrência da Covid-19. Lecionou Química e Tecnologia da Informação, e era muito querido por todos nas escolas por onde passou, a antiga Escola Nornal de Taguatinga e a Sala de Recursos da Escola Classe 54, na mesma regional.
Professor marcante na trajetória de muitos estudantes de Brasília, Elso Nitto gostava de fotografar os eventos da escola, e era sempre visto na companhia de sua câmera. Infelizmente, a vacina não chegou a tempo para ele.
O enterro será neste domingo, 11, no Cemitério de Taguatinga às 17h, sem velório.
Com violência policial, GDF expulsa moradores de área no CCBB em plena pandemia
Jornalista: Alessandra Terribili
Na manhã da segunda-feira, 5, agentes do DF Legal (Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística) e da Polícia Militar deram sequência ao desalojamento de 34 famílias que moravam em barracos próximos ao Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), a pouco mais de 1 km do Palácio do Planalto. Houve resistência dos moradores e moradoras e de apoiadores.
As ações de desocupação começaram em 22 de março. Uma liminar expedida dia 25 as interrompeu, proibindo que o GDF realizasse qualquer ato de desocupação, despejo ou remoção no local, enquanto dure a pandemia da Covid-19. Porém, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, autorizou a retirada das famílias em decisão tomada no sábado, 2 de abril.
Antes mesmo de a decisão ser publicada, a polícia e o DF Legal se dirigiram ao terreno para efetuar a expulsão das famílias. Na quarta-feira, 7, quatro militantes que estavam na ocupação em apoio aos moradores foram detidos pela polícia quando tentavam impedir a derrubada da Escola do Cerrado, que funcionava no local.
Segundo apurado pela reportagem do jornal Correio Braziliense, famílias de catadores de materiais recicláveis vivem naquela ocupação há mais de 14 anos. A situação de moradia precária se agrava pelo momento de profunda crise e desemprego, resultado da política econômica do Governo Federal e da má gestão da pandemia da Covid-19. Diante desse cenário, que amplia o número de pessoas vivendo em situação de vulnerabilidade, o GDF não apresenta alternativas, políticas sociais, nem medidas emergenciais para amenizar o sofrimento da população mais pobre.
O Sinpro-DF se solidariza com as famílias dos catadores e catadoras que vivem na ocupação CCBB, e se soma às vozes de indignação perante a crueldade contida na derrubada de moradias num momento delicado como o que vivemos.
Julgamento dos precatórios do Fundef é suspenso no STF
Jornalista: Luis Ricardo
Após forte pressão dos/as trabalhadores/as em educação, através de envios de mensagens diretamente aos ministros do Supremo Tribunal Federal pedindo que observassem a derrubada do veto à lei 14.057, o relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 528, ministro Alexandre de Moraes, pediu a suspensão do julgamento no último dia conferido à votação dos ministros em plenário virtual do STF.
A Lei 14.057 contém dispositivo que assegura a subvinculação dos precatórios do Fundef aos profissionais do magistério, na forma de abono, e essa condição estava sendo ignorada nos votos dos cinco ministros que até então haviam se manifestado no processo contra a destinação de recursos dos precatórios aos professores. A vedação partiu de acórdão do Tribunal de Contas da União, questionado na ação judicial.
No mês passado, a CNTE empreendeu ampla mobilização pela derrubada do veto presidencial à lei 14.057, a fim de viabilizar o repasse de parte dos precatórios do Fundef aos detentores originários dessa verba. E conseguimos! Agora cabe ao STF consolidar esse direito!
Com o pedido de destaque do relator, na tarde de hoje (8), a matéria voltará a ser julgada em outra ocasião no plenário físico ou virtual do STF. Porém, da próxima vez, será assegurada a presença simultânea de todos os ministros e ministras na sessão de julgamento. E os votos já anunciados contra o magistério poderão ser revistos pelos ministros, inclusive o do próprio relator.
A CNTE e seus sindicatos filiados manterão a mobilização para que o direito aos precatórios do Fundef seja garantido aos profissionais da educação das regiões Nordeste, parte do Norte e Minas Gerais – estados que dispõem de processos referentes ao Fundef.
Decisão judicial endossa truculência policial contra trabalhadora
Jornalista: Alessandra Terribili
No final de outubro de 2015, em meio a uma vigorosa greve de professores (as) e orientadores (as) educacionais, um protesto realizado no Eixão Sul foi duramente reprimido pela Tropa de Choque, gerando imagens que chocaram o Brasil. A greve era para pressionar o então governador Rodrigo Rollemberg a cumprir a lei e pagar a última parcela do reajuste que a categoria conquistara em 2012.
Houve violência policial e alguns manifestantes foram detidos. Um deles foi a diretora do Sinpro-DF Meg Guimarães, que foi retirada de dentro de seu carro, agredida, detida e algemada. Ela teve lesão corporal atestada pelo Instituto Médico Legal, e, desde então, tem sofrido de transtornos de ansiedade e de estresse pós-traumático.
Meg moveu ação por danos morais, e o processo teve sua conclusão na última segunda-feira, 5, com decisão desfavorável do STF (Supremo Tribunal Federal).
A decisão decepcionou a diretora, que esperava reparação pelas humilhações sofridas quando ela exercia seu direito legítimo de manifestação. “O resultado da ação representa bem a conjuntura atual, de ataque aos nossos direitos e à nossa liberdade de organização e manifestação”, ela diz.
Vale lembrar que a Súmula Vinculante nº 11 do STF, aprovada em 2008, dispõe que só é lícito o uso de algemas em caso de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia. “É muito triste essa decisão da Justiça, mas fica o alerta para que haja unidade da categoria e dos trabalhadores para defender nossas entidades”, afirma Meg.
Agora, cinco anos e meio depois daquele movimento, o Sinpro-DF obteve decisão favorável do Tribunal de Justiça do DF, para que o GDF pague o referido reajuste com os respectivos valores retroativos. A categoria aguarda o encaminhamento da decisão da Justiça por parte do atual governador, Ibaneis Rocha.