Setembro Amarelo: mês de prevenção ao suicídio

No mês de setembro, entidades, governos, sindicatos e a população em geral entrarão na luta contra o suicídio. Com o objetivo de impulsionar trabalhos de prevenção ao suicídio, um problema mundial de saúde pública, o Sinpro vai apoiar o projeto Setembro Amarelo. No Distrito Federal, a abertura do projeto será no dia 1º, às 9h, no Parque da Cidade (Estacionamento 13, ao lado do Nicolândia).   

O Setembro Amarelo é uma campanha brasileira de prevenção ao suicídio iniciada em 2015, uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O mês de setembro foi escolhido para a campanha porque, desde 2003, o dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, por iniciativa da International Association for Suicide Prevention. A ideia é promover eventos que abram espaço para debates sobre suicídio e divulgar o tema alertando a população sobre a importância de sua discussão.

Nesse sentido, a Escola de Psicanálise de Brasília, em parceria com o Sinpro, Defensoria Publica do DF e CVV, promoverá uma manhã de atividades no Parque da Cidade (Estacionamento 13). Os interessados terão à disposição uma série de atividades, como dança, aulas de alongamento, caminhada, escuta psicanalítica, rodas de conversa sobre suicídio, terapias integrativas, brincadeiras para as crianças, pintura de rosto, oficina de cartazes, orientação da defensoria pública e do CVV.

 

 

SETEMBRO AMARELO – Segundo episódio.

https://www.facebook.com/sinprodf/videos/365119577755819/

SETEMBRO AMARELO – Terceiro episódio.

https://www.facebook.com/sinprodf/videos/397680097588274/

 

SETEMBRO AMARELO – Quarto episódio.

https://www.facebook.com/sinprodf/videos/1240407576141858/

Festival Cara e Cultura Negra é a pauta da TV Sinpro na TV Comunitária desta terça (10)

A pauta do programa TV Sinpro, desta terça-feira (10/9), veiculado na TV Comunitária,  será sobre o Festival Cara e Cultura Negra . As convidadas para falar do tema serão a diretora do Sinpro-DF Márcia Gilda e a organizadora do festival, Flávia Portela.

O programa é transmitido ao vivo toda terça-feira, às 17h, na página do Sinpro-DF no Facebook e disponibilizado também no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária.

Assista pelo Facebook do Sinpro-DF no link: facebook.com/sinprodf

As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana. Confira a programação:

Terças – 22h

Quartas – 18h30

Quinta – 13h30 e 22h30

Sábado – 13h

Domingo – 18h30

Educador social de escola militarizada é vítima de tentativa de esfaqueamento

Um educador social do Centro Educacional 1 do Itapoã foi vítima de uma tentativa de esfaqueamento nesta terça-feira (03). O fato foi registrado em uma das escolas militarizadas pelo Governo do Distrito Federal e mostra que mesmo com a presença da Polícia Militar dentro do centro educacional, atos de violência podem acontecer.

No momento que o GDF anunciou o “projeto” de gestão compartilhada nas escolas públicas, o Sinpro afirmou que o problema da educação era um: a falta de investimento. O episódio do CED 1 mostra que a intervenção militar não impede casos de violência nos arredores e no interior das escolas. É importante salientar que a tentativa de esfaqueamento aconteceu no muro do Centro Educacional.

A violência que é repercutida na escola é fruto da violência vivida pela própria comunidade, e para isto são necessárias políticas públicas de combate à criminalidade e da polícia presente na comunidade. Se um estudante adquire drogas ou uma arma branca, por exemplo, isso acontece fora da escola.

Colocar 20 policiais militares dentro de uma escola com a expectativa de melhorar a qualidade do ensino e acabar com a violência é uma falácia. Para isto, somente o investimento na educação na forma de contratação de professores(as) e orientadores(as) educacionais, reforma e construção de escolas poderá melhorar a qualidade de ensino oferecida aos(às) estudantes da rede pública.

Os(as) estudantes do CED 1 do Itapoã estão se mobilizando para construir estratégias para cobrar do governo ações realmente efetivas que venham garantir a segurança dos estudantes na comunidade escolar.

Governo quer acabar com estabilidade e reduzir jornada e salário de servidores

O governo de Jair Bolsonaro (PSL) estuda apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para acabar com a estabilidade dos servidores, reduzir jornadas de trabalho e salários. O objetivo da PEC é driblar uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e um artigo da Constituição. O STF declarou a inconstitucionalidade do artigo 23 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que prevê a redução da jornada e dos salários de servidores quando os gastos alcançarem o teto de 60% do orçamento. Já a estabilidade dos servidores públicos, está garantida no artigo 41 da Constituição.

A proposta da PEC tem apoio de parte do Congresso Nacional. O senador José Serra (PSDB/SP), por exemplo, incluiu uma emenda no texto da reforma da Previdência, que ainda irá à votação no Senado, que permite a redução da jornada e, desta forma, a diminuição dos salários do funcionalismo.

Os ataques ao serviço público do país são vistos como parte de uma política entreguista e neoliberal econômica que quer criminalizar o servidor público, para que a população acredite que é melhor privatizar e vender tudo. No último dia 21, o governo já anunciou um pacote de 17 estatais que pretende privatizar ainda este ano.

A avaliação é do deputado federal e ex-presidente da CUT-PE, Carlos Veras (PT), do diretor da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Pedro Armengol de Souza, e do professor de Ciência Política e Economia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, William Nozaki.

“Vivemos uma criminalização dos servidores públicos, que passaram a ser vistos como privilegiados, detentores de altos salários, que não trabalham e atendem mal a população”, diz Carlos Veras, que questiona: “Como atender bem se toda a estrutura pública passa por um desmonte para ser vendida e atender aos interesses do mercado financeiro?”.

“O cidadão que precisa do atendimento público acaba xingando e fica bravo, mas não entende que o servidor é tanto vítima como ele, por falta de uma mínima condição para exercer sua função com qualidade “, diz Veras.

Pedro Armengol concorda que a redução do funcionamento da máquina pública, com a não realização de concursos públicos para a contratação de novos servidores e as tentativas de retirada de direitos da categoria, faz parte de um plano para atender ao mercado financeiro. Segundo ele, Bolsonaro dá continuidade à política iniciada com o ilegítimo Michel Temer (MDB/SP) que instituiu a Emenda Constitucional n°95, do Teto dos Gastos Públicos, que congelou os investimentos por 20 anos, para garantir os rendimentos dos capitais especulativos.

“Com um orçamento extremamente limitado, a prioridade desse governo é utilizar os recursos arrecadados para garantir o rendimento dos capitais especulativos, e para isso ataca direitos dos trabalhadores, diminui as políticas públicas e a sociedade fica entregue à sua própria sorte”, critica o dirigente, que também é secretário-adjunto de Relações Trabalho da CUT.

Armengol diz ainda que a maioria das políticas públicas, como segurança, meio ambiente e saneamento, está sofrendo com sérias dificuldades porque o único objetivo desse governo é retirar direitos e vender tudo.

“Se o governo Bolsonaro continuar discutindo uma reforma administrativa com esse olhar fiscal, de despesas, e nada mudar, o serviço público brasileiro vai entrar em colapso”, diz Pedro Armengol.

Governo Bolsonaro atua pelo fim dos direitos sociais  

O que está em curso, de acordo com o cientista político William Nozaki, é um redesenho da estrutura das funções do Estado, uma ruptura com os pactos confirmados no século 20, como os da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), do governo de Getúlio Vargas, da Constituição de 1988 e do “Lulismo” (governo do ex-presidente Lula ), que desenharam o Estado pela lógica da  ampliação dos direitos e da universalização das políticas públicas.

“Após o golpe de 2016, transformaram a estrutura do Estado brasileiro para atuar em defesa do mercado financeiro e para uma fiscalização moral e ideológica da sociedade. Nem nos anos 1990 [governos José Sarney, Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso] houve um momento tão preocupante de desmonte”, analisa Nozaki, que também é diretor do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep).

Para ele, o atual cenário de desmonte das políticas públicas e de ataque aos servidores é resultado de um conjunto de sobreposições de forças neoliberais que atuam na gestão da política fiscal e dos gastos sociais, que impuseram a Lei de Responsabilidade Fiscal, a PEC do Teto dos Gastos Públicos e a Regra do Ouro – mecanismo previsto na Constituição que proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes, como salários, benefícios de aposentadoria, contas de luz e outros custeios da máquina pública. Quando a regra é descumprida, os gestores e o presidente da República podem ser enquadrados em crime de responsabilidade.

“Essa política neoliberal engessa e impossibilita o Estado de implantar políticas públicas. É o colapso do atendimento básico como serviços da saúde, educação e assistência social”, destaca William Nozaki.

O cientista político lembra que o Brasil vinha de um ciclo marcado pelo avanço social e um Estado que tinha como norte uma ação pública que negociava direitos dos mais ricos e dos mais pobres. “Hoje, o Estado deixou de ser mediador e agora arbitra em favor dos mais ricos, deixando de defender os direitos dos mais pobres”.

O resultado disso, segundo ele, é o sentimento de meritocracia, já que há um esgarçamento da noção da cidadania, que tenta construir sujeitos individuais responsáveis pelo próprio destino independentemente da ação do Estado.

Nozaki acredita que Bolsonaro utiliza o mesmo discurso de Temer, de que a reforma Trabalhista e a PEC do Teto eram necessárias para a retomada da economia. O mesmo, segundo ele, disseram sobre a necessidade do impeachment da Dilma e da prisão do ex-presidente Lula. Agora é a vez da reforma da Previdência ser necessária. Mas, ao contrário do que dizem, nenhuma dessas ações foi e será capaz de reativar o desenvolvimento econômico.

“Isto só mostra um discurso ideológico que quer induzir a opinião pública e dificultar a percepção de que se trata de um desmonte do país e da própria sociedade. A médio prazo isso criará um colapso social. Mas, como eles se interessam pelos ganhos a curto prazo, subestimam os efeitos colaterais das atitudes de hoje”, afirma Nozaki.

Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público

Para defender o serviço público contra os ataques do governo Bolsonaro e discutir o papel e o aprimoramento do funcionalismo sem esquecer os direitos dos servidores, foi instalada nessa terça-feira (3), a Frente Parlamentar em Defesa do Serviço Público, com a participação de 235 deputados e seis senadores.

Segundo Carlos Veras, um dos deputados da Frente, é preciso mobilizar e esclarecer os parlamentares e a população de que é preciso “pôr o pé na porta” e não deixar o atual governo destruir totalmente o serviço público.

“Precisamos de união aqui no Parlamento, mas sem a pressão das massas não conseguiremos segurar esses ataques. A pressão das ruas, a reação popular é fundamental para evitar danos”, afirma Carlos Veras.

O deputado acredita que, apesar dos ataques tanto aos servidores públicos como aos demais trabalhadores, a população começa a se opor à retirada de direitos, ao trabalho precarizado, quase escravo, mesmo com medo de perder o emprego, porque no final do mês, a conta não fecha. Não está dando para pagar o aluguel e pôr comida à mesa.

“Os trabalhadores vão ressurgir e reagir a esses ataques”, diz Carlos Veras.

“Quando você vê a última pesquisa Datafolha, que mostra que a maioria da população rejeita Bolsonaro, vê que está se desenhando o contrário do que esse governo quer. A população está acordando, sabe que foi vítima de uma eleição ganha por meio da mentira, das fake news e manipulações”, diz o deputado.

“O povo também sabe que este governo não tem nenhuma proposta de desenvolvimento com geração de emprego e renda e justiça social. Tanto que a mesma pesquisa mostrou que, para a maioria dos brasileiros, o desemprego vai aumentar nos próximos meses”, conclui o deputado.

Fonte: CUT Nacional

Clínica Grande Sol Central oferece terapia de florais com desconto para a categoria

Categoria terá desconto no preço dos florais

 

A Clínica Grande Sol Central oferece terapia de florais com desconto para professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as). Além dos descontos no preço dos florais, a primeira consulta é gratuita.

Com mais de 20 anos de experiência, a psicoterapeuta Yolanda Alves Teixeira produz faz atendimentos e, artesanalmente, elabora os florais no seu laboratório. Ela atua em conjunto com a irmã, Glória Teixeira.

Professora aposentada da Secretaria de Estado de Educação (SEDF), socioterapeuta e cineasta, Glória diz que a irmã produziu um livro sobre o tema intitulado “Florais de Brasília e do Brasil”.

Livro de Yolanda traz um pouco do conhecimento sobre florais e da terapia

 

“É com alegria oferecemos essa parceria com o Sinpro-DF. Antecipadamente agradecemos pela parceria e esperamos contribuir eficazmente para com todos que nos procurarem.”, afirma Yolanda.

DA PROMOÇÃO PARA PROFESSORES

Aos professores sindicalizados será oferecido o primeiro atendimento gratuito, pagando apenas o valor dos florais, que é de R$40,00 (quarenta reais) cada.

Para cada atendimento mensal, três florais são prescritos.

Caso a pessoa deseje dar continuidade ao tratamento, o que julgamos importante, a consulta mensal terá um abatimento de 50%.

Cada consulta terá duração de 45 minutos e mais 15 para preparação dos florais.

Será ministrado um curso para Formação de Terapeutas Florais – Etapa I, a ser realizado nos dias 28 e 29 de setembro de 2019, com o desconto de 30% para os professores (ver valor através do telefone).

Consultório: STN Bloco O – Centro Clínico Life Center, salas 105/107 – Asa Norte, Brasília-DF (em frente à Embrapa sede e ao lado da Ponte do Bragueto). CEP: 70770-911.

E-mail: yolanda.florais14@gmail.com

Telefones: (61) 99977-3374 / (61) 98369-5566. (ligar preferencialmente no período da tarde).

Yolanda produz os florais em seu laboratório

 

Tratamento com FLORAIS

O que são florais e para que servem:

As essências retiradas das flores para auxiliar na conquista da saúde integral, ganharam o nome Floral, depois que o médico inglês Dr. Edward Bach, que entre os anos de 1928 a 1935, criou 38 florais e lhes deu o nome de Florais de Bach. Apesar desse fato ter acontecido nos anos 30, sabe-se que civilizações da era antiga já consumiam flores, em busca de cura.

As flores são responsáveis pela reprodução das plantas. Assim, sem elas, nem vida existiria, mas a função das flores vai bem além de produzir alimentos e outras riquezas naturais – elas são o que chamamos de “a alma da planta”, pois abriga em si energia que se traduz em amor, paz, equilíbrio emocional e psicológico.

Quando uma árvore está florida, ela capta pelas raízes seu alimento, tais como nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, dentre outros. Esses elementos todos são necessários para a manutenção da saúde do nosso corpo físico, mas o tratamento pelo floral vai muito além do físico. Os florais atuam nos corpos físico, emocional, psicológico, trazendo consciência e clareza à pessoa, a fim de facilitar decisões e escolhas conscientes.

A energia da flor precisa tempo para se instalar e se fundir com a energia de quem a utiliza. A cura vai se instalando, as feridas vão sendo cicatrizadas, a consciência se expandindo. Essa ligação acontece porque tanto o corpo físico quanto o emocional e psicológico necessitam dos elementos contidos nos seres vegetais e as flores contém tanto os elementos químicos quanto os sutis.

Sobre as terapeutas

Yolanda Alves Teixeira
Psicoterapeuta e terapeuta florais desde 1996.  Iniciou seus estudos pelos Florais de Bach com a especialista brasileira, Dra. Carmem Monari, que por sua vez formou-se diretamente no Instituto Bach Center, Mount Vernon, Reino Unido.

Já em 1997 decidiu pesquisar as flores brasileiras, catalogando seus achados nos diversos estados brasileiros, tais como Amazonas, Acre, Ceará, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal. Mais de 1000 flores foram estudadas, fotografadas e reunidas num livro – Florais de Brasília e do Brasil.

Regularizada pela Vigilância Sanitária, criou suas próprias essências, onde as manipula em laboratório especializado.

Atendendo diariamente, há mais de 20 anos, em consultório próprio, Yolanda oferece palestras, tanto para formação de outros terapeutas, quanto para empresas ou grupos especializados.

Glória Teixeira
Socioterapeuta, formada pela FAHUPE II – Faculdade de Humanidades Pedro II/RJ com especialização em Terceira Idade; Licenciada e Bacharel em Artes pela Uni/Rio – professora aposentada; Terapeuta Florais, tendo estudado florais de Bach, de Minas e os da Yolanda, Florais de Brasília e do Brasil.

Seu atendimento com florais PODE ou não ENVOLVER: massagem em alguns pontos de DO-IN, técnicas de respiração diafragmática e alguns movimentos de expressão corporal, caso se faça necessário.

 

 

Por 18 a 7, CCJ do Senado aprova texto-base da reforma da Previdência

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, na tarde desta quarta-feira (4), o relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) sobre a reforma da Previdência, primeiro teste da matéria aprovada na Câmara dos Deputados após sua chegada ao Senado. O texto foi chancelado por 18 votos a favor contra sete desfavoráveis.

A Comissão ainda vai avaliar os destaques do texto e, em seguida, será votada em Plenário, onde deverá alcançar 49 votos entre os 81 senadores, em dois turnos de votação.

A medida, que aumenta o tempo de contribuição e penaliza principalmente os mais pobres, é amplamente rejeitada pela população. Segundo pesquisa encomendada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) em abril deste ano, a única não ligada a setores interessados na aprovação da reforma, a rejeição está em 65% dos trabalhadores brasileiros.

 

Fake News contra os professores do DF

Nos últimos dias a categoria tem recebido pelo WhatsApp a informação de um curso de formação obrigatória para todos(as) os(as) professores(as), onde a temática do suposto curso era como doutrinar crianças e adolescentes. Esta informação se trata de uma Fake News.

O Sinpro informa que as escolas públicas, as regionais de ensino e a sede da Secretaria de Educação do DF não desenvolveram palestras com esta temática. Para isto contamos com a EAPE, que desenvolve cursos de altíssima qualidade para uma categoria que tem um alto grau de formação acadêmica. Além disto, não aceitaríamos nenhum tipo de curso que não tivesse a qualidade que temos hoje por meio da EAPE e da Universidade de Brasília (UnB), instituição parceira da educação pública do DF tanto na formação inicial quanto na formação continuada dos(as) professores(as).

Foi pensando em denunciar notícias falsas como esta e que podem prejudicar a imagem da categoria que o Sinpro criou o espaço Verdade ou Fake. Neste espaço divulgamos matérias, informações ou qualquer tipo de conteúdo que destoe da realidade e da veracidade dos fatos.

GDF desiste de impor gestão compartilhada com PM no Gisno

Crédito: Metrópoles

Em contrapartida, segundo o secretário de Educação, será feita nova consulta à comunidade escolar no CEF 407, em Samambaia

Após críticas de professores, estudantes, pais, parlamentares e alguns deputados, o Governo do Distrito Federal (GDF) desistiu de implantar a gestão compartilhada entre as secretarias de Segurança e Educação no Gisno, na 907 Asa Norte. Além disso, o GDF fará nova consulta popular com a comunidade escolar do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 407 de Samambaia. As informações foram confirmadas ao Metrópoles pelo secretário de Educação, João Pedro Ferraz.

As duas unidades recusaram, em votação realizada no último dia 17, a implantação do modelo, que ficou conhecido como “escolas militarizadas”. No mesmo dia, outros três colégios aprovaram a iniciativa, que começou em fevereiro, em forma de projeto-piloto, em quatro instituições.

Depois da votação, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), disse que implementaria o modelo nas duas unidades, apesar da recusa, o que provocou embates e culminou na saída do então secretário de Educação, Rafael Parente. Após as polêmicas, o emedebista disse que daria mais tempo para que a questão fosse debatida. Nessa terça-feira (03/09/2019), o martelo foi batido.

“O governador, Ibaneis Rocha, me delegou a solução para essa questão. Quanto ao Gisno, se a própria escola se manifestou por meio de votação e disse que não quer, não vamos insistir”, revelou Ferraz ao Metrópoles. Contudo, salientou o secretário, uma nova consulta pode ser feita no futuro. Todavia, não há data para o pleito.

Fonte: Metrópoles
Por: FRANCISCO DUTRA

ESCOLA BOA NO GOVERNO BOLSONARO, SÓ PARA FILHO DE MILITAR

A Fiesp ofereceu o presente e o presidente Jair Bolsonaro já agradeceu: a entidade bancará projetos básico e executivo do 14º Colégio Militar do país, em São Paulo. A nova escola promete ser grandiosa e ocupar uma área equivalente a cinco campos de futebol na Zona Norte de São Paulo, atendendo a pelo menos 1.000 alunos.

Como a iniciativa é ambiciosa e a construção demorada, provisoriamente 90 alunos começam já a ser atendidos nas instalações do Exército da capital paulista, a partir de fevereiro. Não faltou dinheiro para contratar professores, fazer reformas emergenciais no imóvel, licitar a aquisição de estandarte e também de letreiro da unidade.

A Fiesp vai dar uma boa mãozinha (especialistas estimaram custo com projetos de até R$ 900 mil ), mas a nova escola será construída com recursos do Ministério da Defesa, cuja área educacional celebra um 2019 livre de cortes e, ainda, como símbolo de excelência.

O presidente afirmou que é preciso
O presidente afirmou que é preciso “promover uma educação que prepare nossos jovens para os desafios da quarta geração da Revolução Industrial” Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

Seria uma conquista de todos, não fosse por um detalhe: no colégio militar, só existe vaga garantida para quem nasce em berço verde-oliva. Melhor dizendo, os filhos e filhas de militar de carreira do Exército, sejam da ativa ou da reserva. De 12.500 alunos atualmente matriculados nas unidades pelo país, 82% se enquadram nessa categoria — as vagas que sobram são preenchidas após disputado processo seletivo, onde todos podem participar.

A nova escola chega no mesmo momento em que a Capes — organismo do Ministério da Educação responsável pelo aperfeiçoamento do ensino no país — destaca em sua página web, como se fosse notícia boa, a informação de que nenhuma nova bolsa de estudo será concedida neste ano. E que estão oficialmente congeladas quase 6 mil bolsas. Se projetados os quatro anos de duração delas, são R$ 544 milhões a menos no orçamento da Educação, comemora o ministério.

É normal ver governos celebrarem eficiência administrativa decorrente de redução no cafezinho da repartição, desconto no preço final de uma obra ou redução da propaganda oficial. O que não é normal é tratar corte em bolsa de professor como economia útil ao país. Nos novos tempos, se você pensa em garantir educação de qualidade para os filhos e é brasileiro nato, corra que dá tempo de ingressar na carreira militar. Homem tem de ter 1,60 metro de altura; mulher, 1,55.

Em defesa da Educação e da Amazônia, estudantes voltam às ruas no dia 7 de setembro

Há tempos, os estudantes têm sido protagonistas de grandes mobilizações no Brasil. Com a intensificação dos ataques do governo Bolsonaro à Educação, apenas neste ano, três grandes manifestações foram realizadas. E neste 7 de setembro, o grupo volta às ruas novamente. Desta vez, além das pautas voltadas à Educação, a defesa da Amazônia integra a luta.

Organizados pela União Nacional dos Estudantes (UNE), os atos devem ocorrer em, pelo menos, 12 Estados, e no Distrito Federal. Em Brasília, a manifestação se somará ao Grito dos Excluídos, que acontece no mesmo dia. A concentração para a manifestação acontece a partir das 8h, no gramado atrás da Rodoviária do Plano Piloto.

Em artigo divulgado no site da UNE, o presidente da entidade, Iago Montalvão, destacou que ” é indispensável que continuemos ativos, levando em conta que nossos principais objetivos devem estar em torno de aglutinar mais pessoas, especialmente, pessoas que por ventura estejam participando pela primeira vez de algum movimento político-social”.

Sete motivos para ir às ruas

A entidade pontuou ainda sete motivos para ir às ruas neste 7 de setembro:

1-AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA É COISA SÉRIA

Bolsonaro tem tomado decisões contrárias aos Conselhos Universitários. A escolha de reitores que não foram eleitos pela comunidade acadêmica, composta de representantes discentes e docentes, fere a democracia e coloca em xeque o futuro da educação pública.

2 – FUTURE-SE OU VIRE-SE?

O projeto lançado pelo MEC ignora o problema imediato das universidades que permanecem sem recursos e podem ter suas gestões terceirizadas para Organizações Sociais. É a universidade pública nas mãos do mercado!

3 – FANTASMA DA PRIVATIZAÇÃO

Sucatear as universidades é um dos passos para privatizar a educação pública. Ao passo que recursos são retirados, empresas aparecem como solução para o financiamento.  A educação deve ser de todos.

4 – ATAQUES À CIÊNCIA

O presidente Jair Bolsonaro segue questionando dados científicos produzidos por institutos de pesquisa federal. “Tenho a convicção que os dados são mentirosos” foi uma das inúmeras das frases usadas por ele para desmerecer as informações fornecidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) sobre o desmatamento da Amazônia.

5 – DEVOLVAM NOSSAS BOLSAS

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) suspendeu no último mês de julho a divulgação dos selecionados para a segunda fase de um edital de concessão de bolsas de pesquisa científica. A entidade afirmou que está sem recursos financeiros e que a suspensão vai até o dia 30 de setembro.

6 – PROTEGER A AMAZÔNIA

Embora incêndios possam ser habituais em épocas de seca, a flexibilização dos controles ambientais no atual Governo vem acelerando a perda de vegetação na Amazônia. Segundo a revista científica Nature Sustainability a Amazônia brasileira perdeu mais de uma Alemanha em área de floresta entre 2000 e 2017 se o projeto de Bolsonaro continuar, até quando a floresta irá sobreviver?

7 – DEFENDER A DEMOCRACIA

Em 11 de junho, o presidente Jair Bolsonaro decidiu exonerar 11 peritos que integravam o Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT). No final de julho, Bolsonaro direcionou um de seus ataques ao presidente da OAB Felipe Santa Cruz, ao falar com desdém sobre o desaparecimento de seu pai, Fernando Santa Cruz, na ditadura. “Um dia, se o presidente da OAB quiser saber como é que o pai dele desapareceu no período militar, conto pra ele. Ele não vai querer ouvir a verdade”, disse Bolsonaro.

“O dia 7 de setembro será mais amplo para que consiga contemplar o conjunto dos setores que estão sendo atacados. Será uma data muito oportuna para, além de comemorar a Independência do Brasil, ir às ruas para falar da importância de defender a educação, a soberania nacional, a floresta amazônica − que vem sendo colocada à venda, e outros temas”, destacou a diretora LGBT da UNE, Denise Soares.

Fonte: CUT Brasília com informações da UNE

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