Sinpro convoca base para ato pela paz e segurança nas escolas
Jornalista: Leticia
Nesta segunda-feira (2), a comunidade escolar do Colégio Estadual Machado de Assis, em Águas Lindas de Goiás realizará um ato pela paz e pela segurança nas Escolas Públicas. A concentração é partir das 15h, na escola, localizada na quadra 03, lote 01, Parque das Águas Bonitas.
O sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) convida todos que estiverem em coordenação a engrossarem essa a mobilização contra a violência que matou mais um professor no estado de Goiás.
Entenda
Na última sexta-feira (30), o coordenador pedagógico do Colégio Estadual Machado de Assis, Bruno Pires de Oliveira, de 41 anos, foi esfaqueado por um jovem de 18 anos, que fugiu de moto após o crime. O coordenador chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Na foto, Bruno Pires de Oliveira. Investigação inicial aponta que o suspeito não gostou de ter sido retirado de um projeto esportivo na escola e, por isso, cometeu o crime
De acordo com o delegado responsável pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), Cleber Martins, ao que tudo indica, o aluno não ficou satisfeito ao ser cortado, devido ao baixo rendimento escolar, de um projeto esportivo e resolveu tirar satisfação com o coordenador, o que resultou no crime. O Colégio Estadual Machado de Assis está fechado, e foram colocados cartazes e uma faixa preta para informar sobre o luto
Infelizmente, em apenas quatro meses, este é o segundo caso de violência nas escolas. Em 30 de abril deste ano, após uma discussão, um adolescente de 17 anos matou a tiros Júlio Cesar Barroso de Souza, 41 anos, coordenador pedagógico da Escola Estadual Céu Azul, em Valparaíso de Goiás.
É com extremo pesar que o Sinpro recebe mais uma notícia de violência nas escolas. Mais uma morte trágica e por motivo banal no ambiente escolar, reitera a importância de proteger os estudantes e todos profissionais em educação. É preciso fortalecer o Batalhão Escolar e investir em políticas de Segurança Pública. A diretoria colegiada do Sinpro se solidariza aos familiares e amigos e coloca-se à disposição da comunidade escolar. A luta pela a paz é um dever de todos e todas.
Nota de falecimento | Elias Leonardo dos Anjos Chaves
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF comunica, com pesar, o falecimento, neste sábado, do professor Elias Leonardo dos Anjos Chaves. Ele era professor de biologia no CED 15 da Ceilândia. Natural Taguatinga. O sepultamento será às 17h.
Mais um caso de violência contra professor!
É com grande pesar que a diretoria do Sinpro informa a morte violenta do coordenador pedagógico Bruno Pires de Oliveira, do Colégio Estadual Machado de Assis, em Águas Lindas.
Segundo Caso
A morte do professor Bruno é o segundo caso no Estado de Goiás somente neste ano de violência extrema no ambiente escolar. Em abril, o coordenador pedagógico Júlio César Barroso de Sousa, foi morto a tiros, por um estudante da Escola Estadual Céu Azul, em Valparaíso de Goiás.
Estamos todos de luto!
Sinpro e professores debatem fechamento de turmas do EJA no DF
Jornalista: Luis Ricardo
Na última sexta-feira (23) diretores do Sinpro-DF se reuniram com professores(as), diretores(as) e movimentos sociais no Centro de Ensino Médio 3 de Ceilândia, para debater o fechamento de sete turmas do noturno do EJA. Política assumida pelo GDF para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), o fechamento de turmas no Distrito Federal acarretaria um grande prejuízo aos estudantes e causaria a devolução de quase 20 educadores(as).
Diante da preocupação com o possível fechamento das turmas, o grupo apontou alguns encaminhamentos, que já estão em andamento:
– Carro de som nas imediações do CEM 03 anunciando vagas para o EJA;
– Material sobre o EJA para entrega na assembleia dos estudantes;
– Ida do diretor à Regional de Ensino reivindicar um prazo maior, a fim de que tenha mais tempo de novos estudantes se matricularem.
É importante salientar que o GTPA/Fórum EJA é um espaço de reflexão política primordial de debate para professores(as) e estudantes trabalhadores(as), e uma oportunidade para aqueles(as) que não tiveram oportunidade de estudar.
A próxima reunião será nesta quarta-feira (28), às 19h, no CEM 03. Durante o encontro serão avaliados os resultados das ações.
Ato público pela vida das mulheres na Rodoviária nesta quarta (28)
Jornalista: Maria Carla
A Marcha Mundial das Mulheres convoca todas as mulheres do Distrito Federal para um ato público em protesto contra a violência e assassinatos de mulheres (feminicídio). A manifestação será realizada na Rodoviária do Plano Piloto, nesta quarta-feira (28/8), às 17h.
A convocação foi feita por meio de uma nota pública, na qual a Marcha afirma que o sistema capitalista é um modelo de economia perverso, misógino e LGBTQ+fóbico que assassina mulheres e pessoas LGBTQ+ todos os dias.
A diretoria colegiada do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), por intermédio da Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras, lamenta e se solidariza com a família de Letícia Curado, vítima de um brutal feminicídio ocorrido nesta semana.
A jovem advogada é mais uma vítima da relação patriarcal do capitalismo, cujas brutalidades, misoginias e outros tipos de ódio foram aprofundados e insuflados por um governo federal que, desde o início, se revelou e se declarou machista, fascista, racista, sobretudo com mulheres e pessoas LGBTQ+.
O Sinpro-DF compartilha da opinião da Marcha e afirma que o Governo do Distrito Federal é conivente com esse tipo de violência diária contra as mulheres e se omite de forma negligente ao desviar a Polícia Militar de sua função precípua de combater o crime nas ruas e ao não disponibilizar duplas de policiais militares (Cosme e Damião) para garantir, como prevê as competências da PM, as condições dignas, necessárias e seguras de mobilidade urbana e uma segurança pública capaz de reduzir as elevadas taxas de criminalidade no DF, especialmente, os índices exorbitantes de feminicídios.
A diretoria do sindicato afirma que, em vez de desviar a função da PM, colocando-os para intervir nas escolas públicas, o GDF deveria repensar suas políticas de segurança pública. Nos arredores das escolas, vazias de policiamento, adolescentes são esfaqueados; nas ruas, as mulheres são violentadas e mortas sem que o patrulhamento da PM esteja presente.
O Sinpro-DF convida professoras(es) e orientadoras(es) educacionais que puderem ir à manifestação a comparecerem na Rodoviária para mostrar sua indignação com a continuidade desse tipo de comportamento no Distrito Federal.
Confira a nota da Marcha Mundial das Mulheres
O sistema capitalista patriarcal mata mulheres todos os dias e todas as horas!
Dezesseis mulheres foram vítimas de feminicídio em 2019, duas mulheres foram assassinadas por mês no Distrito Federal e mais de dez mil casos de violência contra as mulheres foram registrados.
O brutal assassinato de Letícia Curado pelo feminicida confesso também de Genir de Sousa mostra que às mulheres são negados o direito à mobilidade urbana, à cidade e a uma vida livre. As condições de mobilidade no Distrito Federal são extremamente precárias, especialmente, nas áreas rurais e nas regiões administrativas mais afastadas, o que coloca as mulheres trabalhadoras em situação de risco constante.
Em nome do capital privado o Governo do Distrito Federal (GDF) se omite quanto à garantia de transporte público seguro e de qualidade, o que inclui maior quantidade de ônibus, paradas em boas condições, câmeras de segurança, fiscalização do transporte pirata e limpeza urbana para retirar os matos altos e lixo.
A privatização do transporte público é negligencia do Estado! O Estado é promotor da violência contra as mulheres quando se omite e quando privilegia o capital privado e menospreza a vida das mulheres trabalhadoras, especialmente, as pobres e negras. Enquanto isso, as forças policiais estão dentro das escolas quando deveriam estar nas ruas garantindo segurança pública para as mulheres e para a população.
O capitalismo e o patriarcado são sistemas de privilégios para os homens e para o capital. O direito das mulheres à uma vida livre e segura somente será possível quando rompermos com essa lógica do lucro e do poder masculino que tudo mercantiliza e oprime.
Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres! Por Letícia, por Genir e por todas as mulheres que foram assassinadas no Distrito Federal.
Por Letícia, por Genir e por todas as mulheres que foram assassinadas no Distrito Federal.https://www.facebook.com/509783469060676/posts/2462578780447792/
Incêndios na Amazônia disparam e Bolsonaro culpa ONGs
Jornalista: Leticia
O ditado popular “tapar o sol com a peneira” cai como uma luva para Jair Bolsonaro (PSL/RJ) que tenta colocar a culpa do aumento recorde de desmatamento e incêndios na Amazônia, neste ano, nas entidades que lutam pela preservação da floresta.
O próprio Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), órgão do governo federal apontou uma alta de 278% nos cortes de árvores em julho deste ano. Segundo o Greenpeace Brasil somente nos últimos meses mais de 1 bilhão de árvores foram tombadas na Amazônia ( considerando 1.500 árvores por hectare)
Já os focos de queimadas aumentaram em 70%, desde janeiro até o dia 18 de agosto deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. Do total de 66,9 mil pontos de incêndio registrados no país, 51,9% dos casos são na Amazônia. Este é o maior índice desde 2013, quando os dados começaram a ser apurados pelo INPE.
“Os primeiros impactados são as comunidades dos trabalhadores que vêm sofrendo com problemas de saúde causados pelas queimadas e pela redução de biodiversidade”, denuncia o secretário do meio ambiente da CUT, Daniel Gaio.
De acordo ele, a CUT se posiciona claramente contra a agenda desse governo de reduzir a fiscalização, promover e incentivar o desmatamento na Amazônia.
“A CUT também se posiciona contra essa parcela do agronegócio que para não perder as benesses que tem da balança comercial brasileira quer culpar os produtores da agricultura familiar e assentados pelo desmatamento. Os grandes responsáveis são o próprio governo que retira a fiscalização e o agronegócio que por debaixo dos panos faz um discurso, mas que incentiva e aumenta a área devastada da Amazônia”, diz.
Para ele, as declarações de Bolsonaro para culpar os pequenos produtores de agricultura familiar, as Organizações não Governamentais (ONGs), os índios e os assentados do Movimento do Sem Terra (MST) nada mais é do que produção de fake news e uma tentativa de encobrir suas reais intenções.
“É uma das coisas mais absurdas que este governo já fez. O que existe na verdade é uma tentativa orquestrada dentro do governo em parceria com o agronegócio de impedir que os dados corretos sobre o avanço da fronteira agrícola em detrimento do meio ambiente cheguem ao conhecimento do mundo”, afirma Gaio, se referindo também à tentativa de desmoralizar o INPE, que culminou na demissão do ex-presidente do órgão, o físico Ricardo Galvão.
Estratégia do agronegócio
Segundo Gaio, para continuar atuando no mercado mundial, o agronegócio se mantém a frente da agenda ambiental do país, desde o golpe de 2016, para capitalizar em cima do “selo” de que o Brasil reduziu o desmatamento – os índices de desmatamento na região amazônica tiveram redução de 72%. De 27.700 km² em 2004 caiu para 7.500 km², em 2018 (dois primeiros anos do governo Lula e o primeiro da ex-presidenta Dilma Rousseff ).
A queda à época,foi atribuída, principalmente, ao aumento da fiscalização e repressão, possibilitado pela melhora do monitoramento por satélites, além de demarcações de terras indígenas
Embora Bolsonaro tente dificultar o acesso aos dados oficiais, o Greenpeace Brasil calcula em 30% a redução das operações de combate ao desmatamento pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) neste ano e queda de 65% na aplicação de multas.
Além disso, os ataques do governo ao Fundo Amazônia, de proteção ambiental, já resultou no bloqueio de R$ 288 milhões em doações da Noruega e da Alemanha.
“Para nós é muito claro que o agronegócio legal e o ilegal querem continuar desmatando, com o atual governo os protegendo da forma como está, mas tentando maquiar os dados para o mundo. Eles também acusam a extração de madeira e a agricultura familiar como causadoras dos incêndios e desmatamento, mas, na verdade, são eles que derrubam árvores para plantarem soja e criarem gado”.
Gaio conta que o pano de fundo dessa articulação é para atingir a Conferência Mundial do Clima agendada para o próximo mês de dezembro, em Santiago, Chile.
“É uma agenda deste governo de extrema direita que quer, nos espaços internacionais que se organizam, dar voz aos governos ultra liberais como os Estados Unidos, de Donald Trump e sabotar a conferência, já que os acordos internacionais impediram que Bolsonaro retirasse o Brasil da conferência do clima”.
“O que atrapalha esse plano são as declarações estapafúrdias de Bolsonaro”.
É com grande pesar que a diretoria do Sinpro informa o falecimento da professora Antônia Teles de Lima Ramos. A educadora tinha 49 anos de idade, 28 deles dedicados ao magistério. Destes 28 anos de Secretaria de Educação, 25 foram no Caic Bernardo Sayão.
O velório será realizado a partir das 13h deste domingo (25), na Capela 01 do Cemitério de Taguatinga, e o sepultamento às 16h.
O Sindicato dos Professores presta toda sua solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.
O governador Ibaneis Rocha (MDB) afirmou que implementará a militarização em mais cinco escolas públicas do Distrito Federal, inclusive naquelas em que pais, professores, alunos e comunidade local votaram contrários ao projeto. A medida foi ampliada sem qualquer dado oficial sobre o efeito da militarização nas escolas e a expectativa do GDF é ampliar ainda mais a iniciativa.
Desde o início do ano, o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) tem mostrado que a militarização das escolas públicas não é solução para resolver os problemas da educação. Além de apresentar uma proposta para educação e para Segurança Pública ao governo, o Sinpro lança agora uma campanha publicitária.
A arte espalhada em outdoors nos quatro cantos do DF, conta com a foto de uma estudante e uma frase que alerta os brasilienses sobre a real solução para todas as escolas da rede: o investimento.
Categoria elege pop rock para estilo musical da festa do Dia do Professor
Jornalista: Maria Carla
O pop rock foi o estilo musical eleito na enquete realizada pelo Sinpro-DF, entre os dias 13 e 20 de agosto, para saber que tipo de música a categoria gostaria de ouvir na festa que a entidade realiza, todo ano, para comemorar o Dia do Professor, a ser realizada no dia 5 de outubro. Com o resultado da enquete, o sindicato irá buscar o show artístico de acordo com o estilo musical escolhido que, em breve, será divulgado.
Na enquete, o sindicato sugeriu quatro estilos musicais: samba/pagode; sertanejo; pop rock; e MPB. O resultado da enquete demonstrou que o samba/pagode teve 13,08% das preferências; sertanejo, 26,79%; pop rock, 41,67%; e MPB, 18,46%.
PDE e Gestão Democrática em pauta na TV Sinpro desta quarta (21)
Jornalista: Leticia
O programa TV Sinpro, desta quarta-feira (21), veiculado na TV Comunitária, vai discutir sobre o Plano Distrital de Educação (PDE) e a Lei n° 4751, de 07 de fevereiro de 2012, que trata da Gestão Democrática.
Os diretores do sindicato, Júlio Barros e Berenice D’arc, são os convidados do dia e responderão às dúvidas dos internautas.
O programa será transmitido ao vivo às 17h, na página do Sinpro-DF no Facebook, no site e na fanpage da TV Comunitária e disponibilizado também no Canal 12 da NET.