GDF cria comércio de notas e adota pedagogia da ditadura militar na rede pública de ensino

Em vez de oferecer uma educação pública, gratuita, de qualidade e emancipadora, o Governo do Distrito Federal (GDF) pôs em curso um projeto completamente diferente. O governador Ibaneis Rocha (MDB) segue a mesma linha de demolição da educação pública do governo federal.

Em artigo intitulado Trabalho escola, disciplina e regimento escolar da rede pública de ensino do DF: incoerências e contradições, as professoras Edileuza Fernandes Silva, da SEEDF e da UnB, e Enílvia Morato Soares, da SEEDF-GEPA, criticam as acões do GDF para a educação e apontam os prejuízos que tais medidas irão causar no ensino e na aprendizagem.

Confira a seguir o texto na íntegra:

Trabalho escola, disciplina e regimento escolar da rede pública de ensino do DF: incoerências e contradições

Sinpro repudia assédio praticado por PM em estudante do CED 3 de Sobradinho

A diretoria do Sinpro manifesta repúdio pela atitude de um sargento da Polícia Militar, que assediou uma estudante do Centro Educacional 3 de Sobradinho, uma das quatro escolas militarizadas no Distrito Federal. O sindicato repudia todo e qualquer ato de violência contra estudantes advindos de qualquer setor da sociedade, principalmente daqueles que deveriam proteger.

Além de expor o abuso de autoridade e de desrespeito para com uma mulher, o fato mostra claramente a face e os efeitos da militarização nas escolas públicas: o medo e o silêncio. Esta tem sido a realidade de todas as escolas que são militarizadas no Distrito Federal e em outras partes do Brasil.

No dia-a-dia, percebe-se a falta de clareza sobre o que ocorre dentro dessas unidades escolares, não conseguindo, inclusive, entrevistar estudantes e professores(as) sobre a rotina da escola no âmbito da militarização devido ao medo. O resultado são episódios como o de Sobradinho, que tendem a ser mais frequentes do que a sociedade imagina.

A Revista Poli, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV), Unidade Técnico-Científica da Fundação Oswaldo Cruz, em uma extensa reportagem abordou o tema sob o título O ‘sentido’ da educação’, onde aprofunda o debate sobre a militarização de escolas públicas e todos os efeitos causados tanto na vida quanto no cotidiano de estudantes, professores e da comunidade escolar em geral.

Clique aqui e confira a reportagem na íntegra.

 

Apuração para o Conselho Fiscal será nessa quarta (5), no Sinpro

A Comissão Eleitoral informa que a apuração para o Conselho Fiscal ocorrerá nessa quarta-feira (5), às 14h, na sede do Sinpro-DF. Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais estão convidados a acompanhar a apuração.

Eleições Sinpro 2019

A Comissão Eleitoral convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais a acompanharem a apuração dos votos da eleição que definirá a nova diretoria do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) para o triênio 2019-2022. A apuração será realizada a partir das 21h, no Clube APCEF/DF (Setor de Clubes Esportivos Norte, trecho 03, conjunto 03, lotes 2A/2B, DF-004).

Desrespeitado, Plano Nacional de Educação completa cinco anos sem avanços

Análise elaborada pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação mostra que, das 20 metas estabelecidas, apenas quatro tiveram avanços parciais no período

O Plano Nacional de Educação (PNE) – estabelecido pela Lei 13.005/2014 –, completou cinco anos de vigência. O que deveria ser motivo para comemorar, na verdade revela uma frustração. Das 20 metas elaboradas após anos de debate e mobilização de educadores e organizações, com o objetivo de melhorar a educação no país, apenas quatro tiveram avanços parciais no período. Na segunda-feira (27),, durante o Evento Nacional da Semana de Ação Mundial 2019, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação lançou um relatório analisando a execução dos artigos, metas e estratégias com prazos intermediários e revelou dados classificados como “alarmantes”.

“A educação está escanteada no Brasil desde 2015, a partir dos cortes de Joaquim Levy (então ministro da Fazenda do governo Dilma Rousseff (PT)). Há uma clara limitação econômica obstruindo a realização do Plano Nacional de Educação, mas diante da crise iniciada em 2014, todas as decisões políticas tomadas desconsideram a consagração do direito à educação, especialmente sob Michel Temer. E isso tende a piorar com Jair Bolsonaro, inviabilizando o cumprimento do PNE até 2024”, analisou Daniel Cara, coordenador geral da Campanha.

Dentre os pontos mais graves do descumprimento do Plano Nacional de Educação estão as metas 1, 2 e 3, relativas à universalização da educação básica. Em consequência, milhares de crianças seguem sem acesso à educação, seja em creches, pré-escolas ou mesmo no ensino fundamental e médio.

Dados de 2017 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) mostram que 34,1% das crianças de até 3 anos estavam matriculadas. Número bem inferior à meta de 50%. A universalização do acesso à pré-escola devia ocorrer até 2016, mas os dados da PNAD mostram que 7% das crianças brasileiras ainda estavam fora da escola em 2017.

Para a Campanha, o maior obstáculo para a universalização do acesso à educação de qualidade no país é a atual política de cortes orçamentários que afetam a área da educação. A prática, iniciada no governo de Michel Temer com a aprovação da Emenda Constitucional 95/2016 – que estabelece o Teto de Gastos – e intensificada já nos primeiros meses do governo de Jair Bolsonaro, coloca em risco o cumprimento das metas e estratégias estabelecidas no Plano Nacional de Educação e impactando também o próximo plano, que terá vigência entre 2024 e 2034.

Por exemplo, o mecanismo que calcula a verba necessária para garantir o acesso à educação pública de qualidade – chamado Custo Aluno-Qualidade Inicial e Custo Aluno-Qualidade (CAQi/CAQ) –, criado em 2007 e incluído no PNE, não só tem sido descumprido, como também atacado por setores que defendem a privatização da educação.

Em março deste ano, o Conselho Nacional de Educação se declarou incompetente “para definir o valor financeiro e precificação do Custo Aluno Qualidade Inicial”, deixando o instrumento sem aplicação prática.

Fonte: CUT Brasil

OMS inclui síndrome de Burnout na lista de fatores que influenciam a saúde

Na última segunda-feira (27), a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou que havia incluído a síndrome de Burnout,  também conhecida como síndrome do esgotamento profissional,  na nova Classificação Internacional de Doenças, uma lista que estabelece  linguagem que facilita a troca de informações entre os profissionais da área da saúde ao redor do planeta. Mas, na terça (28), a notícia foi corrigida por um  porta-voz  da OMS. Segundo a organização, na verdade, a síndrome foi inclusa  na lista de “Fatores que influenciam a saúde”.

A nova classificação, chamada CIP-11, publicada ano passado, foi aprovada durante a 72ª Assembleia Mundial da OMS e entrará em vigor no dia 1º de janeiro de 2022. Apesar de não ter sido de fato, reconhecida como doença, a medida representa uma conquista para a categoria magistério, uma vez que a enfermidade está entre os principais motivos de afastamento de professores e professoras da sala de aula.

A síndrome de Burnout ou  tem sido qualificada por pesquisadores como “a praga do século XXI”, pois é a doença de caráter psicossocial que mais cresce no mundo e tem como fator de risco a organização do trabalho.

Pesquisa divulgada pela Globonews, em novembro de 2017, revelou que o número de professores de escolas estaduais afastados por transtornos mentais ou comportamentais dobrou entre 2015 e 2016. Em 2015, eram 25.849 professores, já em 2016, esse número chegou a 50.046. Enquanto que no ano de 2017, até setembro, houve 27.082 afastamentos de docentes. Já uma pesquisa realizada em 2007,  pela psicóloga Nádia Maria Beserra Leite, da Universidade de Brasília (UNB),  com mais de oito mil professores da educação básica da rede pública de ensino da região Centro-Oeste, revelou que 15,7% dos entrevistados apresentam a síndrome de Burnout.

A diretora da Secretaria Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro-DF, Gilza Camilo explica que a síndrome é uma consequência do estresse laboral crônico, e está relacionada a desordens emocionais, físicas e mentais. “Trata-se de uma resposta prolongada a estresses emocionais e interpessoais crônicos no trabalho. Tem sido descrita como resultante da vivência profissional em um contexto de relações sociais complexas, envolvendo a representação que a pessoa tem de si e dos outros. O trabalhador que antes era muito envolvido afetivamente com os seus clientes, com os seus pacientes ou com o trabalho em si, desgasta-se e, em um dado momento, desiste, perde a energia ou se “queima” completamente. O trabalhador perde o sentido de sua relação com o trabalho, o interesse e e qualquer esforço lhe parece inútil”, explica.

Gilza ressalta ainda que essa classificação da OMS significa avanços para todo o magistério pois, uma vez classificada fator que influencia a saúde, pode-se estabelecer tendências e estatísticas de saúde, quebrar o ciclo de  individualização o problema, sendo possível, inclusive, estabelecer nexos relacionados a atividade laboral desenvolvida e suas consequências de agravamentos à saúde dos trabalhadores.

Confira abaixo algumas características do desencadeamento da síndrome de Burnout:

Características Organizacionais – burocracia, excesso de normas, falta de autonomia do profissional, comunicação ineficiente, mudança organizacional frequente e rigidez nas normas institucionais, ambiente de trabalho ou profissões que predispõe o empregado a riscos físicos e até de vida, clima que impera no ambiente laboral, impossibilidade ou inexistência de ascender profissionalmente;

Características Pessoais – indivíduos com baixa autoestima, controladores, que têm dificuldade em tolerar frustração, impacientes, esforçadas, passivas, perfeccionistas, rígidas, excessivamente críticas, com idealismo elevado, excesso de dedicação, alta motivação, pessoas muito exigentes consigo mesmas e com os outros;

Características do trabalho – sentimento de injustiça, de fata de equidade nas relações laborais, sobrecarga no que diz respeito tanto à qualidade como à quantidade excessiva de demandas, baixa expectativa profissional, tipo de ocupação do indivíduo, suporte organizacional precário, relacionamento conflituoso entre colegas, trabalho por turnos ou noturno, falta de controle e participação nas decisões, alta pressão no trabalho, conflito com seus valores pessoais ao ter que atuar profissionalmente contra esses princípios, e ausência de retorno ou feedback quanto aos serviços prestados.

Características Sociais – falta de suporte familiar e social, valores e normas culturais que o indivíduo possui e a tentativa de manutenção do status social em oposição à baixa salarial.

Diante do quadro de agravamento de doenças dos docentes existe apenas uma alternativa:  utilizar os dados e estatísticas e usa-las para criar programas preventivos, preservando a saúde dos professores. Um desses direitos que podem ser destacados, por exemplo, está o direito à aposentadoria especial. “A nociva reforma da Previdência, se aprovada, prejudicará ainda mais os professores e professoras que já sofrem com o desgaste em sala de aula e terão de trabalhar por muito mais tempo. Não podemos permitir”, concluiu Gilza Camilo.

 

 

 

Capitalização não deu certo em 60% dos países onde foi implantada, revela OIT

O sistema de capitalização, em que o trabalhador faz a própria poupança para sua aposentadoria, defendido pelo ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, com apoio de Jair Bolsonaro (PSL), não deu certo em 60% dos países em que foi implantado, segundo a Organização Mundial do Trabalho (OIT).

Entre 1981 e 2014, segundo os pesquisadores da OIT, 18 dos 30 países que adotaram a capitalização fizeram uma nova reforma para reverter algumas mudanças da previdência privada para a pública: Argentina, Equador, Bolívia, Venezuela, Nicarágua, Bulgária, Cazaquistão, Croácia, Eslováquia, Estônia, Hungria, Letônia, Lituânia, Macedônia, Polônia, República Tcheca, Romênia e Rússia.

Outros 12 ainda mantêm a reforma, apesar do forte empobrecimento dos idosos: Colômbia, Chile, Peru, Uruguai, México, El Salvador, Costa Rica, República Dominicana, Panamá, Armênia, Nigéria e Gana.

Entre os problemas verificados pela entidade estão:

– baixa remuneração do aposentado devido aos altos custos fiscais e administrativos do novo sistema, com benefício médio de 20% do salário do trabalhador quando na ativa, como aconteceu na Bolívia – a OIT recomenda no mínimo 40% desse valor;

– o aumento do rombo da Previdência pública por causa dos custos da mudança do sistema. Na Argentina, por exemplo, o custo foi inicialmente estimado em 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB), mas foi revisto para 3,6% do PIB – 18 vezes mais alto;

– o aumento da desigualdade social porque as pessoas que têm rendimento mais baixo pouparam menos e, consequentemente, receberam uma aposentadoria muito menor.

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, a pesquisa da OIT comprova o que a Central vem denunciando: a capitalização é uma tragédia para a maioria dos trabalhadores, que não vai conseguir se aposentar porque não tem como poupar. Os que conseguirem, vão receber uma miséria.

“Mas, estamos falando de uma remota hipótese de aprovação da proposta. Tenho certeza que os trabalhadores e as trabalhadoras irão lutar muito para impedir que isso aconteça. Já temos mobilização nesta quinta [30] contra a reforma da Previdência e contra os cortes na educação e no dia 14 de junho vamos fazer uma greve geral histórica para impedir os ataques nos direitos dos trabalhadores”.

Além disso, a proposta é também um desastre para o país, que vai arrecadar menos porque o consumo vai cair, as empresas não terão para quem vender, o desemprego vai aumentar ainda mais, critica Vagner.

O professor de pós-doutorado em Economia, da PUC de São Paulo, Ladislau Dowbor, também acha que a proposta do governo só interessa aos bancos que querem se apropriar do dinheiro da Previdência e gerir da forma como quiserem o sistema previdenciário.

“Se olharmos o endividamento das pessoas, das tarifas sobre cartões de crédito, os juros extorsivos, percebemos que os bancos só pensam nos acionistas, em seus ganhos, não no interesse da população. Eles querem, inclusive, o nosso Fundo de Garantia por Tempo de Serviço [FGTS], querem o nosso dinheiro e devolver muito pouco para os pobres”, alerta o professor.

O modelo de capitalização da Previdência que Bolsonaro quer implementar no Brasil, segundo o economista, só funciona em países em que há bem estar social, onde a saúde e a educação são universais e gratuitas, ou seja, onde o Estado é o agente da promoção social e organizador da economia, não o contrário como o atual governo quer fazer, colocando tudo nas costas dos trabalhadores e trabalhadoras. Sem saúde e educação gratuitas os altos custos com planos de saúde e escolas particulares comprometem a renda, afirma.

“Nos países onde o sistema de saúde e educação é público e universal, a qualidade de vida é infinitamente melhor e o que seria gasto com esses serviços vai para o consumo e ajuda a girar a roda da economia”, explica o professor de economia da PUC.

Dowbor ressalta ainda que a capitalização só funciona para quem tem capital. No caso de trabalhadores e trabalhadoras de baixa renda baixa, se o Estado e a empresa não complementarem o valor da contribuição, formando um tripé de Previdência, como funciona o atual sistema brasileiro, o “negócio desanda”.

As justificativas do governo para aprovar a reforma da Previdência e, depois, encaminhar para o Congresso Nacional a proposta do modelo de capitalização da previdência, que acaba com as chances de milhões de trabalhadores de se aposentar, vai garantir a economia de mais um trilhão de reais, o que contribuiria para tirar o país da crise em que se encontra. Quem ouve pensa que as reformas vão gerar desenvolvimento, emprego e renda. É como se o país não tivesse outra alternativa para voltar a prosperar.

O professor Ladislau Dowbor refuta os argumentos do governo. Segundo ele, a prosperidade começa na base de consumo. Se há demanda, as indústrias produzem mais, aumenta o total de impostos pagos ao Estado e a conta fecha.

“O dinheiro é que reforça a capacidade de consumo, seja através de salários mínimos elevados, seja por serviços públicos gratuitos, seja crédito barato para o empresariado comprar máquinas. Esses, aliás, não precisam de discursos ideológicos, o que se precisa é dinamizar a atividade produtiva. É assim que funciona em países desenvolvidos”, diz.

Segundo o professor, países como a Coréia do Sul conseguiram o seu ‘milagre econômico’ investindo em bens públicos coletivos, como educação, saúde e transporte público. Há alguns anos, contou, a Coréia do Sul desbloqueou recursos públicos pesados para financiar sistemas de transporte público não poluente. O investimento gerou um conjunto de atividades de pesquisa e de produção e, portanto, emprego. Como utilizar transporte coletivo é muito mais barato do que cada pessoa pegar o seu carro, foram geradas economias que mais que cobriram o investimento.

“O mesmo aconteceu na China, na Alemanha e em países nórdicos. Esses países se tornaram mais dinâmicos em termos econômicos graças à gratuidade de todos os serviços. Hoje a China se desenvolve com o seu mercado interno, em que as pessoas consomem mais. O milagre da construção européia de 1945 a 1975 também foi graças aos serviços públicos universais“, conta.

O professor critica o Brasil porque aqui os serviços públicos são considerados gastos e não investimentos, como no caso da saúde gratuita e preventiva, que, segundo ele, gera a política de saúde e não a indústria da doença.

Além de tudo isso, a reforma Trabalhista do ilegítimo Michel Temer (MDB) jogou milhões de trabalhadores na informalidade, com trabalhos precários sem condições de contribuir com a Previdência e isso, sim, vai provocar um rombo enorme nos cofres do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), que paga os benefícios, como analisa o professor Dawbor.

“O Brasil tem apenas 33 milhões de trabalhadores com carteira assinada para uma força de trabalho de 105 milhões, e sem expandir a capacidade contributiva da Previdência a conta não vai fechar”. Clique aqui para entender o cálculo

“É preciso aumentar o numerador e não o divisor. A Previdência é essencialmente uma forma de assegurar uma renda digna para as pessoas, da massa da população. Dizer que vai faltar dinheiro lá na frente, para defender a reforma é uma falácia”, explica Ladislau Dowbor, que também é consultor de diversas agências da Organização Mundial das Nações Unidas (ONU).

Fonte: CUT Nacional

30 de maio: ato em defesa da educação e eleição do Sinpro-DF

No dia 30 de maio, convocados pelo movimento estudantil, mais uma vez, defensores e  defensoras da Educação saem às ruas contra o autoritarismo e a ânsia de destruição do (des)governo Bolsonaro, que já elegeu educadores e educadoras como seus principais inimigos.
Coerente com seus 40 anos de história em defesa da escola pública, da valorização dos profissionais da Educação e da democracia, o Sinpro-DF orienta professores(as) e orientadores(as) a utilizarem seu turno de coordenação para fortalecer esse movimento fundamental para a garantia dos direitos da população e da soberania nacional.
Do mesmo modo, convocamos os(as) educadores(as) filiados(as) ao Sinpro-DF a participarem da eleição da próxima diretoria da entidade, que acontece nos dias 29 e 30 de maio, conforme assegura o Estatuto, sem possibilidade de adiamento ratificado pela Comissão Eleitoral.
Estamos certos(as) de que ambas as mobilizações fortalecerão a defesa da Educação e da escola pública contra os cortes de recursos e os ataques covardes desferidos contra a nossa categoria.
Assim, chegaremos fortes e unidos ao dia 14 de junho para construir uma vitoriosa Greve Geral e barrar à reforma da Previdência deste governo entreguista das riquezas do Brasil, incompetente na gestão do Estado e subserviente aos interesses do capital internacional contra o povo.

Eleições do Sinpro-DF nos dias 29 e 30 de maio: onde votar?

Nos dias 29 e 30 de maio, professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal sindicalizados irão participar da eleição da nova diretoria do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) para o triênio 2019-2022.

DATA DA ELEIÇÃO: As eleições acontecerão em dois dias: 29 e 30 de maio de 2019.

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DAS URNAS:
Escolas que funcionam no matutino e no vespertino: das 8h às 18h.
Escolas que funcionam nos turnos matutino, vespertino e noturno: das 8h às 21h
Sede e Subsedes do Sinpro-DF: das 8h às 18h.
Haverá também urnas itinerantes.

IDENTIFICAÇÃO DOS ELEITORES: Será válido para identificação do(a) eleitor(a) um documento oficial com foto. Vale também a carteirinha do Sinpro-DF ATUALIZADA.

LOCAIS DE VOTAÇÃO

As urnas itinerantes têm um roteiro próprio e passarão em todas as escolas.

Eleições do Sinpro-DF é tema da TV Comunitária desta terça (28)

Professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) vão às urnas  nos dias 29 e 30 eleger a diretoria que coordenará o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) no triênio 2019-2022.

Para tirar as dúvidas da categoria, o  programa TV Sinpro, desta terça-feira (28), veiculado na TV Comunitária, abordará sobre as eleições sindicais. O programa vai ao ar às 17h e o entrevistado da vez é Rodrigo Rodrigues, membro da Comissão Eleitoral responsável por conduzir o processo de eleições do sindicato.

O programa é transmitido ao vivo toda terça-feira,  na página do Sinpro-DF no Facebook e disponibilizado também no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária. Não Perca!

 

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