Nota de falecimento: Professora Maria Antonieta de Lucena Neves
Jornalista: sindicato
A diretoria colegiada do Sindicato dos Professores no DF lamenta e informa, com pesar, o falecimento da professora Maria Antonieta de Lucena Neves. A docente lecionava Geografia no Centro de Ensino Médio 2 (CEM 02) do Gama.
O velório e o sepultamento ocorreram na sexta-feira (18/5), no Cemitério Campo da Esperança.
O Sinpro-DF presta toda solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.
Exposição Cultural Científica é destaque do Programa Alternativo
Jornalista: Luis Ricardo
O Programa Alternativo deste sábado (19) mostra a Exposição Cultural Científica, projeto desenvolvido pelo Centro de Ensino Médio EIT (Cemeit), de Taguatinga. Além de incentivar os estudantes a se aprofundarem no mundo da ciência e da cultura em geral, o projeto ainda desperta nos alunos o gosto pela pesquisa.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Campanha da CUT intensifica luta contra desmonte dos serviços públicos
Jornalista: Luis Ricardo
A campanha “Brasil Forte, em defesa de um serviço público e de qualidade e da valorização dos servidores e das estatais” promete mobilizar o Brasil inteiro contra o congelamento de gastos em setores públicos e o aumento das privatizações. A ação, lançada nessa quinta-feira (17/5), em São Paulo, é uma iniciativa da CUT Nacional e conta com apoio de várias entidades.
O objetivo da ação é promover o debate e a luta contra os retrocessos promovidos pelo governo ilegítimo Temer, com foco na luta pela revogação da Emenda Constitucional 95, que congela por 20 anos investimentos acima da inflação em gastos públicos nas áreas sociais. Com isso, saúde e educação, por exemplo, já estão sendo sucateadas, atingindo em cheio os mais pobres.
“Esta campanha é muito importante para o Brasil. Os ataques que sofremos do governo golpista estão sendo intensificados e a luta contra a PEC da Morte deve seguir firme, pois ela representa prejuízos para toda população brasileira”, afirma a Secretária de Relações do Trabalho da CUT Nacional, Graça Costa.
Segundo o diretor executivo da CUT, Ismael José Cesar, a EC 95, aprovada no final de 2016, está impactando a sociedade num desmonte generalizado, e a situação tende a piorar. Segundo ele, postos de saúde e universidades já estão com falta de estrutura para trabalhar.
“Os postos de saúde estão sem estrutura básica como papel, caneta e luva, e a Universidade de Brasília, considerada de ponta, não tem mais recursos para este ano. A biblioteca já está fechada. E o mesmo está acontecendo em todos os segmentos e regiões do país”, contou ele.
Durante a campanha estão previstas diversas atividades. A Central Única dos Trabalhadores encabeçará plenárias regionais por todo país para discutir com os movimentos sociais, políticos, populares e sociedade em geral sobre o tema. As ações ocorrem em junho e julho, e está prevista uma grande mobilização que será organizada em conjunto. Fonte: CUT Brasília, com CUT Nacional
Estudantes do CEM 414, de Semambaia Norte, participam de aula pública sobre privatização da Eletrobras
Jornalista: Maria Carla
Cerca de 150 estudantes do Centro de Ensino Médio (CEM) 414, em Samambaia Norte, participaram, na manhã desta quinta-feira (17), de uma aula pública aberta sobre a história da criação das empresas estatais brasileiras e das privatizações. A aula pública contra a privatização da Eletrobrás e com o intuito de mostrar que energia não é mercadoria foi realizada na Subestação de Furnas, localizada na QN 214, Samambaia Norte, e transmitida, ao vivo, pelo Facebook.
“Ressaltamos a importância do empoderamento de nossos estudantes a partir de informações que lhes são dadas da fonte, de quem de fato protege a estatal: a classe trabalhadora do setor energético, no que diz respeito à segurança, às estratégias e à soberania nacional. Contextualizar a metodologia pedagógica à nossa realidade, do sucateamento para justificar as privatizações”, afirmou Jucimeire Barbosa da Silva, diretora de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF.
Julimar Roberto de Oliveira Nonato, secretário de Administração e Finanças da CUT Brasília, também participou e, segundo ele, trata-se de um debate importante sobre a privatização das empresas estatais brasileiras, em especial da Eletrobrás. “Citamos a importância das estatais para o povo, uma empresa nacional, um patrimônio público, que o governo golpista e ilegítimo de Michel Temer está tentando vender a preços bem baratos. Aliás, estão tentando doar nosso patrimônio para países imperialistas riquíssimos e para multinacionais estrangeiras”.
Fabíola Latino Antezana, diretora do STIU-DF e integrante do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE), foi a palestrante, e disse que a atividade tem o propósito de despertar a juventude para o que irá acontecer após a privatização da Eletrobras. “Estamos mostrando os impactos da privatização na sociedade, como o aumento tarifário que está se desenhando; a perda de um grande campo de emprego, porque as nossas empresas contratam engenheiros, eletrotécnicos, técnicos de diversas áreas, profissionais da área ambiental, químicos, pessoal da área administrativa. É um campo de trabalho imenso que irá se fechar com a privatização”.
David Horn Pureza, professor de história no CEM 414, de Samambaia Norte, informou que, “no 3º Ano do Ensino Médio a gente estuda a questão da criação das empresas nacionais, no segundo governo Vargas, e agora estamos diante da ameaça do fim dessas empresas ou, pelo menos, da sua privatização. Então, não adianta a gente estudar história somente com o que se passou, mas com o que está agora”.
Ele explicou também que, “agora, estamos sob os comandos de um governo golpista, que não foi eleito e não foi eleito para fazer essas privatizações, deu um golpe; e a gente tem de reagir mobilizando a sociedade e explicando que essa privatização, além dos prejuízos para os próprios trabalhadores da Eletrobras, que perderão os seus empregos, também é um prejuízo para toda a Nação porque haverá o aumento da tarifa de energia porque empresa privada visa o lucro e, hoje, o Sistema Eletrobrás garante que os estados mais ricos ajudem na distribuição de energia para os estados mais pobres”.
E finalizou com o alerta de que, com a visão de lucro da iniciativa privada, eles, os privatistas e donos de multinacionais, não vão atender a essa característica. “As áreas rurais e as mais atrasadas e as menos desenvolvidas do país, por exemplo, sofrerão com apagões e falta de energia. A nossa iniciativa aqui em trazer os(as) estudantes é que eles encampem a luta contra o golpe e todas as medidas desse golpe. Não adianta lutar por cada uma das medidas. Tem de lutar para derrubar o golpe e isso significa restituir o poder para quem de fato foi eleito em 2014”.
Entre outras lideranças sindicais, participaram representantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), do Levante da Juventude e da deputada federal Érika Kokay (PT-DF).
Sinpro faz manifesto em repúdio ao PL do Escola sem Partido
Jornalista: Luis Ricardo
Após análise do Substitutivo e Parecer ao Projeto de Lei nº 7180/2014, popularmente chamado de “Escola sem Partido”, que está em tramitação na Câmara dos Deputados, o Sinpro enviou um manifesto em repúdio a todos os deputados do país, solicitando que os parlamentares sejam contrários ao PL da Escola sem Partido.
O “Escola sem Partido” utiliza uma roupagem em defesa da liberdade, mas que caminha em sentido contrário, posto que esvazia o sentido da formação humana mediada pela educação institucional. É uma medida que impede o fomento do debate sobre o sentido das diversas situações da realidade sociocultural, desconhecendo o necessário pluralismo das ideias e dos valores, consolidando o pensamento único, que se torna então dogmático, e é extremamente prejudicial para a formação dos estudantes e da comunidade escolar. Clique aqui e confira o manifesto na íntegra.
Sinpro divulga resultado do IX Concurso de Redação e Desenho
Jornalista: Luis Ricardo
A diretoria colegiada do Sinpro-DF divulga, nesta segunda-feira (14), o resultado do IX Concurso de Redação e Desenho do Sinpro, que este ano trouxe como tema Água: sede de viver, sede de sobreviver. Mais informações com Juliana (3343-4236). Clique aqui e confira o resultado completo. Histórico do Concurso Trabalhos premiados
A cerimônia de premiação acontecerá no dia 21/06/2018 (quinta-feira), às 14h, no Auditório Paulo Freire, na sede do Sinpro.
Importância de se debater o tema
Fonte de vida e recurso necessário para a sobrevivência de toda a cadeia humana, a água é um bem natural, vital, insubstituível e imprescindível para a humanidade. Apesar de tanta importância, este recurso tem sido utilizado de forma errada, o que tem impedido sua disponibilidade de uma forma sustentável para todos. Fatores como o desperdício, a poluição e a forma incorreta que muitas vezes a utilizamos nas cidades e no campo tem colaborado com a exclusão social, a pobreza e o acesso democrático à água.
A temática tem ganhado importância na pauta mundial, resultado disto é a realização do Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA) em março de 2018, em Brasília, que buscou ampliar a defesa da água como direito para os mais amplos segmentos da sociedade, unificando a luta contra a tentativa das grandes corporações em transformar o recurso em uma mercadoria. O Fórum ainda debateu outros temas centrais, tais como a defesa pública e o controle social das fontes de água; o acesso democrático à água; a luta contra as privatizações dos mananciais, as barragens e em defesa dos povos atingidos; serviços públicos de água e saneamento; políticas públicas necessárias para o controle social do uso da água e preservação ambiental, fatores que garantam o ciclo natural da água em todo o planeta.
Sinpro-DF lança Projeto Abraço Negro nesta quinta-feira (17)
Jornalista: Maria Carla
A edição 2018 do Projeto Abraço Negro para todas as escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal será lançada nesta quinta-feira (17/5). Toda a categoria está convidada para o lançamento, que ocorrerá na sede do Sinpro-DF do Setor de Indústrias Gráficas (SIG), às 19h.
Com esse projeto, a diretoria colegiada do sindicato tem o intuito de estimular os(as) professores(as) a desenvolverem atividades interdisciplinares de combate ao racismo e de ações pedagógicas de enfrentamento a todas as formas de discriminação existentes na escola e na sociedade. “O Abraço Negro tem o objetivo também de eliminar os preconceitos raciais e de promover o respeito à diversidade racial e cultural da população negra”, completa Élbia Pires de Almeida, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF.
Ela explica que o Abraço Negro é uma campanha desenvolvida, anualmente, pelo Sinpro-DF nas escolas da rede pública do Distrito Federal de combate ao racismo. “A iniciativa surgiu no Sintego – Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás. Em seguida, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) abraçou a ideia e estimulou todas as entidades sindicais filiadas a ela a adotarem o projeto. E desde então o Sinpro-DF tem desenvolvido o Projeto Abraço Negro no DF”, diz a diretora.
Para realizá-lo, o Sinpro-DF convida pessoas dos diversos segmentos do Movimento Negro para falar sobre a cultura, a religião, a história da população negra no Brasil e na África. “Também desenvolvemos esse projeto nas escolas em respeito à Lei nº 10. 639/2003, que alterou a Lei nº 9.394/1996 e estabeleceu as diretrizes e bases da educação nacional para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, finaliza.
Lançamento da Campanha do Abraço Negro é tema na TV Comunitária, nesta terça (15)
Jornalista: sindicato
A TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (15/5) coloca em pauta a Campanha do Abraço Negro. Para falar mais sobre o tema foram convidadas a diretora de Assuntos de Raça e Sexualidade do Sinpro, Elbia Pires, e a professora Thais Rocha. Elas falarão sobre luta contra o racismo e preconceito. A campanha tem como propósito ampliar as discussões em torno das questões raciais, bem como, sensibilizar a sociedade e a comunidade estudantil de que racismo é crime, está presente em nosso cotidiano e precisa ser combatido.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça vai ao ar às 17h, ao vivo, na página do Sinpro no Facebook. O programa também é disponibilizado no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária.
As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana. Confira a programação a seguir:
Terças – 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30
Ana Cañas fará o show de encerramento do 11º Congresso
Jornalista: Luis Ricardo
A cantora e compositora brasileira Ana Cañas é mais uma das presenças confirmadas no 11º Congresso dos(as) trabalhadores(as) em Educação Chico Mendes. Cañas fará o show de encerramento do Congresso (dia 02 de junho), que este ano tem como tema Você tem sede de quê? água, soberania, direitos, democracia, saber…
Além dela já estão confirmadas a presença de Leonardo Boff, Jessé de Souza, Hugo Yask, Marcelo Hungaro, Olgamir Amância, Eudes Baima, Lalo Leal, João Brandt, Andrey Rosseweld, Jandyra Uehara, Raimundo Angelin, Luiz Alencar Dalla Costa, Marlei Fernandes de Carvalho, Edileuza Fernandes da Silva, Ana Maria de Albuquerque Moreira, Angela Mendes (filha do Chico Mendes), Luiz Dulci, Isabel Freitas, Lucélia Santos, Olga Freitas, Luciane Kozicz Reis Araujo, Rosangela Azevedo, e de Marco Antonio Baratto.
Faça já a sua inscrição e participe do Congresso, que será realizado no auditório da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC – SGAS 902) e ocorre no momento de aprofundamento do golpe parlamentar, jurídico e midiático que derrubou uma presidenta honesta, retirou direitos do povo trabalhador na famigerada “reforma” trabalhista e no congelamento dos investimentos sociais; e ainda tenta cassar o direito de um operário disputar a eleição.
Sinpro-DF convoca aposentados para reunião nesta segunda-feira (14)
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca a todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) para reunião que dará início às discussões do Coletivo dos(as) Aposentados(as), nesta segunda-feira (14/5), às 14h, no Auditório Paulo Freire, na sede do sindicato do Plano Piloto, situada no Setor de Indústrias Gráficas (SIG).