Professores estão no grupo de prioridades para vacinação contra a Influenza

A campanha de vacinação contra a Influenza começa nesta segunda-feira (23) e os(as) professores(as) da rede pública de ensino do Distrito Federal farão parte da lista de prioridades. A campanha vai até 1º de junho, com o Dia D em 12 de maio. Estão entre as prioridades pessoas com mais de 60 anos, crianças de seis meses a cinco anos, professores(as), gestantes, profissionais de saúde, trabalhadores do sistema prisional e do socioeducativo, mães no pós-parto, doentes crônicos e pessoas especiais. Este grupo deve procurar uma unidade básica de saúde e se vacinar.
Apesar de informações que vêm sendo divulgadas nas redes sociais, até o momento a Secretaria de Saúde do DF não formalizou datas específicas para cada grupo que vai ser vacinado. O recomendado é que a partir desta segunda a categoria procure um posto de vacinação para se vacinar.
Nos últimos anos o Sinpro reivindicou que os(as) professores(as) fizessem parte do calendário de vacinação da Gripe Suína (H1N1). Graças às constantes reivindicações feitas pelo sindicato desde 2013, a categoria foi incluída no público prioritário de vacinação contra a gripe logo após seu surgimento. “Esta luta é em prol da saúde dos professores. É importante que todos procurem um posto para se vacinar”, recomenda a diretoria do Sinpro.
 
Clique aqui e confira a relação dos postos de vacinação

Ciclo de Debates aborda Educação Física nas escolas

Dando continuidade ao projeto de Ciclo de Debates, o Sinpro realiza no dia 27 de abril, das 14h às 21h, na sede do sindicato, o debate sobre Educação Física. Este projeto é um esforço que a diretoria colegiada do Sinpro vem fazendo para a formação pedagógica da categoria a partir de debates e construções coletivas, e vem sendo realizado desde 2017 com o objetivo de trazer a categoria para os debates, que hoje interessam e fortalecem a discussão interna na escola.
As discussões serão levadas para o 11º Congresso dos(as) trabalhadores(as) em Educação Chico Mendes, que será realizado dos dias 31 de maio a 02 de junho. Diante disto é importante a participação de todos e todas.
Clique aqui e faça já a sua inscrição.
 
Programação:
14h – Abertura:
Sinpro – Diretora e coordenadora da Secretaria de Finanças, Rosilene Corrêa Lima
CBCE-DF: Secretário Distrital do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte: prof. Vitor Húngaro.
FEF/UnB – Coordenador do curso de Licenciatura em Educação Física – prof. Jonatas Maia da Costa.
CA – FEF/UnB: Presidente do Centro Acadêmico do curso de Educação Física: acadêmica Rebeca Brito Saminêz
14h30 – Conjuntura
15h – A Educação Física, o Esporte e o Lazer no contexto do golpe de Estado: prof. Roberto Lião Junior (SEDF).
16h – O papel da Educação e da Educação Física no processo de formação escolar. Prof. Jonatas Maia da Costa (FEF/UnB)
17h – Debate
18h – Intervalo
18h30 – A especificidade do trabalho do professor de Educação Física na escola – prof. Daniel Cantanhede Behmoiras (FEF/UnB) e prof. Pedro Osmar Flores Figueiredo (SEDF).
19h30 – Rumos do Projeto Educação com Movimento: Prof. Juarez Oliveira Sampaio (SEDF). Participação da prof. Graziela Fernandes de Andrade da (SEEDF) e do prof. Rogério Guerreiro (SEDF).
Lei nº 5.884/17: nomeação de professores.
20h – Combate à atuação do CREF na escola
20h30 – Encaminhamentos

V Corrida, Caminhada e Passeio Ciclístico do Sinpro é destaque no Programa Alternativo

O Programa Alternativo deste sábado (21) mostra a V Corrida, Caminhada e Passeio Ciclístico do Sinpro. A prova, que já faz parte da agenda esportiva do Distrito Federal, teve a participação de 3 mil educadores(as) da rede pública de ensino. “A categoria respondeu, foi um grande sucesso, com um número superior de inscritos em relação ao ano passado. O evento reforça a mobilização de professores(as) e orientadores(as) educacionais e fortalece a todos e todas em um momento de ataque à democracia”, afirma Thaís Romanelli, coordenadora da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Plenária nesta terça (24) discutirá participação do Sinpro no 1º de Maio. Participe

A diretoria colegiada do Sinpro convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para plenária nesta terça-feira (24), às 19h, na sede do sindicato. O objetivo é organizar a participação do Sinpro no 1º de Maio, que este ano tem um significado especial. Também será definida como será nossa participarão nas atividades, e na organização da categoria no 1º de maio unificado em Curitiba e em Brasília.
Vivemos um momento crucial em que está em jogo o futuro do país e da classe trabalhadora. Precisamos dar uma demonstração de força contra os golpistas que tomaram de assalto o poder desde o impeachment da presidenta Dilma, e que vêm implementando uma agenda contrária aos interesses populares e à soberania nacional.
 
Primeiro de maio nacional e unificado em Curitiba
A CUT realizará, junto com outras Centrais Sindicais (FS, UGT, CTB, NCST, CSB, Intersindical) um Ato de 1º de Maio nacional e unificado em Curitiba. Deverá ser um ato histórico, massivo, com ampla participação de dirigentes sindicais, militantes, trabalhadoras(es) do campo e da cidade, vindos em caravana  do interior do Paraná, dos estados vizinhos (SC, RS, regiões na divisa do PR com SP). Terá a participação dos movimentos populares articulados pela FBP e FPSM.
 
Primeiro de maio nos estados
Atos em comemoração ao 1º de maio deverão ser realizados nas capitais de todos os estados e nas principais cidades do interior, em articulação com os movimentos populares (FBP e FPSM). Onde houver condições, as Estaduais da CUT deverão promover atos unitários com outras Centrais Sindicais.
É fundamental mostrar como o atendimento das reivindicações dos(as) trabalhadores(as) de emprego para todos, melhores salários, melhores condições de vida e de defesa dos direitos – nenhum direito a menos – está diretamente relacionado com a defesa da democracia e de eleições livres. Precisamos derrotar os golpistas para reverter as medidas que implementaram contra os interesses do povo e para  criar criadas condições  de atender as  demandas históricas da classe trabalhadora.

Parceria com Canestur viabiliza turismo para aposentados filiados ao Sinpro-DF

Por intermédio da Secretaria para Assuntos de Aposentados, a diretoria colegiada do Sinpro-DF aprovou e está materializando uma parceria com a empresa Canestur Turismo a fim de oferecer aos(às) aposentados(as) filiados(as) a oportunidade de realizar viagens turísticas.
A primeira viagem está prevista para ocorrer entre 17 e 24 de junho para Itacaré, no sul da Bahia, com transporte de luxo (ônibus de dois andares), serviço de bordo, seguro de viagem, hospedagem na Praia da Concha com TV, frigobar, ar-condicionado, e piscina. No valor do pacote estão incluídos café da manhã, jantares e city tour em Ilhéus.
O passeio pode ser pago em seis ou quatro parcelas. Se comprar o pacote até o dia 5 de maio, o(a) aposentado(a) poderá dividir o pacote em seis parcelas, irá pagar, no cartão, entre os meses de maio e outubro, o valor de R$ 247,00. Se optar por quatro parcela, o valor será de R$ 370,00, entre maio e agosto.
“Vale lembrar que o(a) aposentado(a) fará o contrato diretamente com a agente de turismo e todas as despesas serão por conta dele(a). O Sinpro-DF não irá pagar nenhuma viagem. Posteriormente, poderemos pensar em estender esse benefício a toda a categoria”, informa Sílvia Canabrava, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados.
Para maiores informações, falar com Ana Xavier (agente de turismo). O número do telefone está disponível no folder a seguir:

EUA reconhecem o golpe de Estado e veta adesão do Brasil à OCDE

Até o governo Donald Trump, dos EUA, reconheceu que o Brasil vive um golpe de Estado sem respaldo da população e, por causa disso, vetou a adesão do país à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ao excluir o Brasil, o governo Trump anunciou sua preferência pela adesão da Argentina e justificou a decisão, alegando que existia “respaldo eleitoral” em Buenos Aires pelas reformas que Maurício Macri estaria realizando e que essa não seria a realidade do Brasil.
‘Para o governo ilegítimo de Michel Temer, essa é uma derrota internacional. Afinal, apesar de apoiar o golpe, os EUA se recusam a legitimar as reformas já realizadas, que não contam com o apoio da população, e as que estão por realizar, como a reforma da Previdência, prevista para ser votada, e aprovada, no Congresso Nacional, na mesma semana em que o Tribunal Superior Eleitoral anunciar os resultados da eleição geral de outubro deste ano”, analisa Cláudio Antunes, diretor do Sinpro-DF.
No entendimento do diretor, o Poder Judiciário está forçando uma barra para criar, mesmo que seja fictício, o denominado “respaldo eleitoral”. “O papel deplorável que parte do Poder Judiciário está fazendo é o de inviabilizar a candidatura de Lula com uma prisão forçada, sem comprovação de crime, para que o povo não tenha nenhuma alternativa de projeto político-econômico, a não ser o dos partidos, dos políticos e do empresariado neoliberal”.
Para ele, “essa foi a forma que o Poder Judiciário e a elite brasileira e estrangeira encontraram para impedir a eleição de Lula, ou seja, a eleição do projeto de desenvolvimento democrático-popular. Um projeto que lidera todas as pesquisas de intenção de voto até hoje”. A decisão foi anunciada ao governo brasileiro no fim de março, durante encontros de representantes da Casa Civil com Landon Loomis, assessor especial para o hemisfério ocidental e economia global do vice-presidente norte-americano, Mike Pence.
De acordo com a imprensa, nos últimos seis meses, o governo brasileiro realizou uma série de encontros com a cúpula da OCDE para viabilizar a entrada no organismo internacional considerado “o clube dos países desenvolvidos”. Mas, ainda que a secretaria da entidade seja favorável à chegada do Brasil, o voto norte-americano tem impedido o ingresso do país. Em janeiro, em Davos, Temer aproveitou reuniões bilaterais para convencer o secretário-geral da OCDE, Angel Gurria. Mas o diplomata sugeriu a presidente ilegítimo que se aproximasse de membros da administração norte-americana para convencê-los dos pontos positivos da adesão do Brasil.
E foi isso que Temer fez. Nos dias 26 e 27 de março, o representante da Casa Civil, Marcelo Guaranys, foi para Washington a fim de participar de encontro sobre o tema, cujo teor foi colocado em telegrama da chancelaria de 3 de abril. Para o governo, era importante que o processo de adesão do Brasil à OCDE fosse iniciado ainda sob a gestão do presidente Michel Temer. Um dos efeitos explicados aos americanos, segundo o telegrama obtido pelo Estado, seria a capacidade de o processo na OCDE consolidar o andamento das reformas regulatórias promovidas por Temer.
A resposta da Casa Branca não foi positiva. Num dos documentos, a diplomacia nacional indica que Loomis teria elogiado o “processo de reformas atualmente implementado pelo Brasil”. Mas indicou que, “na visão norte-americana, a OCDE deveria aceitar poucos países por vez, levando em consideração pedidos de diferentes regiões”. Os pontos da política doméstica pesaram. “Faltaria no Brasil consenso claro sobre as reformas, especialmente por meio de respaldo eleitoral – algo que pôde ser verificado na Argentina nas últimas eleições presidenciais e legislativas”, destacou o texto. Segundo o documento, Loomis indicou que a Argentina estaria um passo adiante.

Atividade na EAPE gera tumulto

A falta de organização faz com que professores, agora na manhã desta quarta-feira (18) – e provavelmente à tarde -, passem por situações vexatórias na EAPE.

Ocorre que foi marcada uma atividade de formação com professores da Educação Infantil e do 1º ano do Ensino Fundamental em um espaço da EAPE que não comporta o número de presentes. Com isso, os educadores estão assistindo à palestra das janelas, sentados no chão, ou mesmo totalmente impedidos de entrar no auditório por falta de espaço. Não há como garantir a segurança do pessoal em caso de uma emergência.


É responsabilidade dos organizadores (Secretaria de Educação e Câmara Legislativa) estabelecer um cronograma de forma a poder atender a todos. Marcar para o mesmo dia uma atividade que envolve uma grande quantidade de professores, em um espaço que não comporta este contingente, é fazer com que eles percam o tempo do dia de coordenação e não aproveitem o encontro. Vale registrar que a EAPE não é responsável pelo evento, mas apenas pela cessão do espaço.


A diretoria colegiada do Sinpro entende que é fundamental haver a formação continuada para a categoria, mas que essa formação se dê com parâmetros mínimos de segurança e viabilidade.
Confira o vídeo enviado por um professor:

Massacre de Eldorado dos Carajás: 22 anos de impunidade

Há 22 anos, a rodovia PA-150, uma estrada situada no sudeste do Pará, tornou-se cenário de um dos mais perversos massacres de trabalhadores rurais do país. O então governador do estado, Almir Gabriel, do PSDB, ordenou; e a Polícia Militar cumpriu: avançou sobre os sem-terra que, em protesto contra o processo de reintegração de posse de uma propriedade localizada próximo ao trecho rodoviário denominado de “curva-do-S”, bloqueavam a estrada (hoje trecho da BR-155).
Isso aconteceu no dia 17 de abril de 1996. Desarmados, os sem-terra revidavam com pedras e paus e fugiam das saraivadas de balas da PM para dentro do mato. A cena de extermínio e terror. A polícia fuzilou 19 trabalhadores. Ao todo, foram 21 mortes. Dois sem-terra faleceram no dia seguinte em decorrência de complicações dos tiros. Outros 67 ficaram gravemente feridos.
Esse crime ficou registrado na história do Brasil e conhecido no mundo como “massacre de Eldorado dos Carajás. Nesta terça-feira (17), completam-se 22 anos de impunidade. Dos 155 policiais envolvidos, apenas dois foram condenados: o coronel Pantoja e o major José Maria Oliveira. Os mandantes da chacina, sobretudo Almir Gabriel (já falecido), e o então secretário de Segurança Pública, Paulo Sette Câmara, foram absolvidos pelo Poder Judiciário.
Mais de duas décadas após o crime, o país continua submisso ao grande latifúndio e às multinacionais. À luta histórica por reforma agrária, somam-se outras lutas por direitos sociais, trabalhistas e humanos quase que totalmente eliminados pelo governo ilegítimo de Michel Temer (MDB, ex-PMDB). Luta também por uma Justiça imparcial, socialmente justa e sem filiação político-partidária.
Entre 1996 e 2018, o Brasil continuou sendo um dos países com maior concentração de renda e de terras do mundo. E o Estado do Pará ainda é o campeão mundial de violência no campo. As multinacionais e o latifúndio providenciam para que todas as mudanças que ocorrem no país sejam para que ele continue o mesmo desde o ano de 1500. Seguem prendendo ou assassinando lideranças camponesas, indígenas, ribeirinhos, quilombolas e sindicalistas.
Entre janeiro e abril de 2018, quase uma dezena de lideranças políticas forma mortas. Nesse domingo (15), Nazildo dos Santos Brito, líder quilombola do Quilombo Turê III em Tomé-Açu foi assassinado numa emboscada. A notícia foi divulgada pelo site das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base).
Houve assassinato de lideranças camponesas e indígenas em janeiro deste ano; em fevereiro; e, em março, além de tentativas de homicídio de lideranças ligadas ao MST, o Brasil foi açoitado por um crime que estarreceu o mundo: a execução fria de Marielle Franco, uma vereadora do PSOL, no Rio de Janeiro, e seu motorista Anderson Gomes.
Outro caso de perseguição que desafia a Justiça internacional é a prisão do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Uma liderança da classe trabalhadora condenada a 12 anos e 1 mês de prisão sem nenhuma comprovação de cometimento de crime.
O dia 17 de abril, geralmente e em razão do massacre de Eldorado dos Carajás, é também a data em que a Comissão Pastoral da Terra (CPT) divulga seu relatório anual sobre mortes e conflitos no campo. No lançamento deste ano, a CPT diz que, de 1985 a 2017, o Brasil registrou o assassinato de 1.898 lideranças. A maioria impune.
No relatório anual denominado “Conflitos no Campo Brasil”, a CPT revela que, em 2017, os crimes bateram recordes e atingiram os maiores números desde 2003: 70 assassinatos. Esse número indica um aumento de 15% em relação ao número de 2016.
Dentre as mortes, a CPT destacou quatro novos massacres ocorridos nos Estados da Bahia, do Mato Grosso, do Pará e de Rondônia e a suspeita de ter ocorrido mais um, de indígenas isolados, conhecidos como “índios flecheiros”, do Vale do Javari, no Amazonas, entre julho e agosto de 2017. Segundo denúncias, essa chacina teria tido mais de 10 vítimas.
“Contudo, já que o Ministério Público Federal no Amazonas e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), não chegaram a um consenso, e diante das poucas informações a que a CPT teve acesso, por se tratar de povos isolados, o caso não foi inserido na listagem por apresentada”, indica o relatório.
A CPT também denuncia ataques de hackers que sofreu no último ano, provavelmente, dentro do processo de criminalização das organizações sociais, que têm se intensificado, e que impossibilitaram a conclusão e o lançamento nesta data de seu relatório anual.
Neste 17 de abril, registram-se ainda os 2 anos do impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff. Nesta data, em 2016, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o relatório com 367 votos favoráveis e 137 contrários e, a partir daí, o Brasil mergulhou num golpe de Estado voraz, que avança diariamente eliminando direitos conquistados e consolidados na Constituição Federal em vigor.
João Cleps Junior, professor do Instituto de Georgrafia da Universidade Federal de Uberlândia e coordenador do Laboratório de Geografia Agrária, atribui o aumento da escalada de assassinatos a esse golpe e às reformas institucionais e desmonte generalizado dos programas sociais, notadamente, os destinados ao campo, como o fim do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e da Ouvidoria Agrária.
No entendimento de Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF, as consequências são incalculáveis, porém, observa-se que uma delas é o aumento da criminalização dos movimentos sociais e dos assassinatos no campo, uma vez que as medidas do governo ilegítimo encorajam a impunidade.
“Já está comprovado que o impeachment foi um golpe de Estado jurídico-político-midiático e, a cada dia, novos golpes são aplicados no país. Além das reformas antipopulares, uma das contrarreformas que encorajam a impunidade e o avanço do extermínio de lideranças da classe trabalhadora é a medida provisória do governo ilegítimo de Temer que descaracterizou o trabalho escravo”, lembra Rosilene.
No entendimento da sindicalista, esse governo ataca a classe trabalhadora por meio de medidas provisórias, decretos e outros instrumentos jurídicos e legislativos que favorecem a impunidade e impõe ao Brasil e a seu povo a condição degradante de país escravocrata e colonizado. E, assim, também pelo impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff e dessa situação, a diretora do Sinpro-DF considera o dia 17 de abril uma data para reflexão.
“É dia de se repensar as políticas que queremos para o nosso país e nossa vida. Se queremos um país soberano, que investe no desenvolvimento, distribuição de renda mais igualitária e com uma pirâmide social mais justa ou isso que está acontecendo: um território anexado por países estrangeiros e multinacionais, com um povo submisso, dominado por uma elite nacional e internacional capitalista, colonial e hetero-patriarcal”.
Com informações do UOL, CIMI, CPT, MST
 

Seminário “Reconhecimento de diferenças na escola no contexto de vulnerabilidades da democracia”


A Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Legislativa do DF (CLDF) realiza, nos dias 26/04 (das 19h às 21h) e 27/04 (das 8h30 às 17h30), o seminário “Reconhecimento de diferenças na escola no contexto de vulnerabilidades da democracia” – tema de fundamental importância na atualidade. As atividades serão no auditório da CLDF.
No primeiro dia haverá a conferência “As Relações Escola/Sociedade/Currículo no contexto de vulnerabilidades da democracia”. No dia seguinte ocorrem dois painéis: “Como abordar a questão da diversidade de gêneros na escola” e “O papel da escola na luta pela eliminação do racismo”.
>>> Confira a programação completa do seminário.
O evento conta com o apoio do Fórum Distrital de Educação, do Sinpro-DF e do Sinproep.
>>> Clique aqui para fazer já a sua inscrição 

V Corrida do Sinpro fortalece união da categoria; confira os resultados

Cerca de 3 mil educadores(as) da rede pública de ensino participaram da V Corrida, Caminhada e Passeio Ciclístico do Sinpro – evento que se consolida no calendário esportivo da categoria e do Distrito Federal -, na noite desse sábado (14), no estacionamento entre a Funarte e a Torre de TV. Mais uma vez, o Sindicato ofereceu toda a estrutura necessária para os(as) participantes e seus familiares. A novidade deste ano foi o horário da prova, às 19h, ao contrário dos últimos anos.
Destaque para a Banda Som de Classe – formada por educadores e diretores do Sinpro – que começou a animar a turma desde às 14h e pelo show da cantora Dhi Ribeiro, encerrando a noite.
“A categoria respondeu, foi um grande sucesso, com um número superior de inscritos em relação ao ano passado. O evento reforça a mobilização de professores(as) e orientadores(as) educacionais e fortalece a todos e todas em um momento de ataque à democracia”, afirma Thaís Romanelli, coordenadora da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro.
Patrício de Lavenere (Ticho), diretor da mesma Secretaria, endossa que a corrida foi extremamente positiva, tornando-se um espaço de convivência, troca de ideias e posicionamento “diante da ‘guerra’ que estamos travando em defesa da democracia e contra o golpe”. De acordo com Ticho, a corrida pode ser considerada um ato político, “na medida em que tivemos diversas manifestações em defesa da democracia, do direito de Lula ser candidato e, em última análise, do direito do povo brasileiro poder votar no candidato da sua preferência. Como educadores e educadoras que somos devemos, sim, nos posicionar contra injustiças a qualquer cidadão ou cidadã, e é por isso que defendemos Amarildo, Marielle, Anderson, Lula e a soberania nacional”, destaca.
Para a diretora Eliceuda França, também da Secretaria de Assuntos Culturais, a marca da corrida foram a animação e a participação, “mesmo diante da dura conjuntura que estamos vivendo”. Eliceuda enfatiza que a atividade se destacou como momento para “recarregar as baterias, confraternizar, mas também para defender a nossa maior bandeira, que são a democracia e a liberdade de Lula. A categoria respondeu em massa ao nosso chamado. Estamos todos e todas de parabéns”.
Confira abaixo os resultados da Corrida:
Vencedoras, divididas por faixa etária
Vencedores, divididos por faixa etária
Classificação geral feminino
Classificação geral masculino
Desclassificados
>>> Fotos da V Corrida, Caminhada e Passeio Ciclístico do Sinpro estão na página do Sindicato no Facebook

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