Banda Som de Classe anima a V Corrida, Caminhada e Passeio Ciclístico do Sinpro

O Sinpro comunica aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais que vão participar da V Corrida, Caminhada e Passeio Ciclístico do Sinpro que a Banda Som de Classe estará tocando a partir das 14h. O sindicato ainda informa que excepcionalmente neste sábado (14) os kits serão entregues das 9h às 12h, somente na sede do Sinpro.
O(a) atleta que não retirar o seu kit na data e horário estipulados pela organização perderá o direito aos acessórios. O Kit somente poderá ser retirado pelo(a) atleta inscrito, mediante apresentação do RG ou de outro documento de identidade . No sábado, dia do evento, aqueles(as) que não se inscreveram poderão pegar um kit até as 18h30, CASO AINDA TENHA KIT À DISPOSIÇÃO. Aqueles(as) que não tiverem identificação poderão participar das provas, mas não terão seus tempos computados.
Não se esqueça de trazer 1Kg (um quilo) de alimento não perecível – exceto sal e fubá – que corresponderá à inscrição no evento.
A organização informa que o tamanho das camisetas NÃO será pré-selecionado no ato da inscrição e está sujeita à alteração de acordo com a disponibilidade durante a entrega de kit, uma vez que é feita uma grade prevista nas edições anteriores.
Quaisquer novidades serão divulgadas pelos meios de comunicação do Sinpro.

CONAPE define novas lutas em defesa da educação pública

Professores(as), orientadores(as) educacionais, estudantes, comunidade escolar, movimentos sociais e sindicatos participaram da Conferência Nacional Popular de Educação (CONAPE), etapa Distrito Federal, realizado nesta sexta-feira (13), na EAPE. O evento foi realizado pelo Fórum Distrital de Educação (FDE) e debateu a construção de uma educação pública, gratuita, democrática, emancipadora, laica e socialmente referenciada, a partir da defesa do Plano Nacional de Educação, do Plano Distrital de Educação e da retomada democrática em nosso país.
Para o diretor do Sinpro Júlio Barros, representante do sindicato no FDE, o evento foi um espaço para o debate e para a construção de uma ação conjunta contra o amplo retrocesso na educação brasileira, promovido pelo atual governo federal. “A CONAPE distrital está coroada de êxitos, com a participação de mais de 500 delegados. Transformamos a CONAPE em Conferência Nacional Popular de Educação Lula Livre e avançamos em pontos importantes e que vão ajudar no combate a qualquer tipo de retrocesso imposto por este governo ilegítimo”, ressalta Júlio.
Durante o evento os(as) participantes desfizeram a plenária e ocuparam a pista que dá acesso ao Parque da Cidade, momento que manifestaram todo apoio ao ex-presidente Lula. Ao final da CONAPE os professores elegeram uma expressiva delegação, que participará da Conferência em Belo Horizonte, em maio.
 


Fotos: Deva Garcia

TJDFT condena o GDF a reconstruir a Escola Classe 410 de Samambaia

A 2ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) condenou o Governo do DF a reconstruir a Escola Classe 410 de Samambaia no prazo de um ano. A sentença foi proferida pelo TJDFT no final da tarde desta quinta-feira (12).
A escola foi inaugurada de forma provisória em 1990 para durar dez anos, mas nunca foi reconstruída. Desde então passou por várias reformas, hora com recursos do GDF, hora com recursos da própria comunidade escolar, a partir de eventos que professores e a comunidade realizaram, e recentemente passou por reformas com verbas vindas de emendas parlamentares, exemplo do que já tem ocorrido em outras escolas.
Pela estrutura da escola, construída com placas de concreto, sua utilização é totalmente inadequada para os estudantes e sempre apresenta problemas estruturais graves, que as reformas acabam apenas mascarando. No período mais quente do ano, por exemplo, as salas ficam superaquecidas devido ao tipo de material, impossibilitando professores e alunos a encostarem nas paredes. Já no período de frio, as salas ficam extremamente frias, uma vez que as salas possuem ventilação aberta permanentemente em um dos lados da parede.
Na sentença, o tribunal argumentou que ao analisar os aspectos fáticos, os julgadores destacaram que, a despeito da realização de pequenos reparos, os problemas crônicos da escola – como infiltrações, pisos desnivelados, portas danificadas, instalações elétricas aparentes, falta de condições de segurança e outros – se perpetuaram por mais de nove anos, colocando em risco a integridade física de pais, professores e alunos. O tribunal concluiu que o argumento do Governo do Distrito Federal de inexistência de dotação orçamentária específica para a realização da obra não pode prosperar, “uma vez que, em decorrência do longo período em que a escola se encontra em condições de extrema precariedade, a solução definitiva do problema tem de ser tratada de forma efetivamente prioritária”.
 
Problemas recorrentes
Outras escolas públicas do Distrito Federal padecem do mesmo problema. No Paranoá, um prédio alugado atende estudantes como se fosse escola, procedimento totalmente inadequado. Outras escolas têm sofrido com o mesmo problema, exemplo de escolas em São Sebastião.
Além dos problemas estruturais, os professores e estudantes convivem com manobras ilegais, como o fechamento de laboratório para transformar em sala de aula e o transporte de alunos de uma região administrativa para uma escola localizada em outra região. A explicação pode muito bem ser encontrada, uma vez que o GDF não constrói ou reforma uma escola desde 2015. Enquanto isto, estudantes convivem com tetos furados, inundações, escolas sem teto.
A diretoria colegiada do Sinpro espera que o GDF não recorra da ação, mas cumpra a sentença e reconstrua a escola com materiais e estrutura adequados. A comunidade escolar, os professores e orientadores educacionais que trabalham lá aguardam por isto por muitos anos.

Sinpro realiza o 2º Encontro de Formação Continuada Modular – PPP nesta sexta

Nesta sexta-feira (20/4), o Sinpro realiza o 2º Encontro de Formação Continuada Modular – Projeto Político-Pedagógico (PPP), às 19h, na sede do Sindicato. Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que participarem receberão um certificado de participação de 3h.
O encontro será uma oportunidade para professores(as) e orientadores(as) educacionais avançarem na formação política a partir de uma análise da conjuntura e o cenário de ataque aos direitos da categoria.
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“A Formação é um dos instrumentos de disputa contra-hegemônica da classe trabalhadora e o Sinpro-DF tem sido protagonista nessa política de valorização desse espaço como meio de organizar a luta e fazer o enfrentamento necessário na defesa de nossos direitos, bem como na ampliação das nossas conquistas”, afirma Luciana Custódio, Coordenadora da Secretaria de Formação Sindical.

Falta de escolas continua penalizando estudantes do Paranoá


Lugar de assistir a aulas é em uma sala de aula. Pelo menos é que deveria ser. Porém, nessa quarta-feira (11/4), estudantes do Centro de Ensino Fundamental 5 (CEF 5) do Paranoá tiveram que assistir à aula no refeitório da unidade porque o teto de uma das salas estava com tantas goteiras que nem usando guarda-chuvas era possível prestar atenção em alguma coisa. Resultado: o espaço foi interditado, e o refeitório, transformado em sala de aula temporariamente. Fotos distribuídas em um grupo de WhatsApp mostram o forro da sala de aula totalmente quebrado. Segundo os estudantes, a situação é a mesma desde o início do ano, e foi agravada pelas chuvas recentes.
Em nota, a Secretaria de Educação (SEE) informou que o prédio está alugado há cerca de três anos e, durante esse período, o proprietário não realizou reparos estruturais necessários para solucionar problemas de infraestrutura. A SEE só não disse que não paga o aluguel do imóvel há um bom tempo, o que impede o proprietário de fazer qualquer reparo no local.
Superlotação – No final de março passado, integrantes do Grêmio Estudantil “Não me Kahlo”, do Centro de Ensino Médio 1 do Paranoá (CEM 1), além de estudantes, professores, diretores do Sinpro e a comunidade escolar participaram de uma manifestação, na regional de ensino, contra a superlotação das turmas do ensino médio e pela construção de novas escolas na região administrativa. O CEM 1 é a única escola do Paranoá que atende ensino médio nos três turnos, fator que se torna insuficiente para o número de estudantes. Devido à superlotação das escolas do Paranoá, vários estudantes estão sendo transferidos para escolas no Plano Piloto.
Do Paranoá para o Cruzeiro – Após o lamentável episódio – em novembro de 2017 – em que um garoto de oito anos passou mal em uma escola do Cruzeiro, porque estava com fome, o GDF repete o erro e continua a transferir várias crianças do Paranoá para estudarem no Cruzeiro, a 40 km de casa.
Indo totalmente na contramão do bom senso, ao invés de construir novas escolas, a SEE enviou ainda mais crianças do crianças do Paranoá, do Itapoã e do Condomínio Paranoá Parque para a Escola Classe 6 ou para a Escola Classe 8 do Cruzeiro, no início do ano letivo. Com a data de entrega de uma nova escola pública cada vez mais distante, pelo menos até meados do ano, cerca de 250 estudantes de baixa renda continuarão percorrendo 40 km diariamente, na ida e na volta, para assistir às aulas. Em razão da distância, mesmo com o transporte escolar do governo, famílias afirmam que as crianças precisam almoçar muito cedo. Às vezes, o tempo gasto no trajeto ultrapassa uma hora.
O Sinpro tem lutado junto ao GDF pela construção de novas escolas públicas, pela contratação de professores(as) e orientadores(as) educacionais e pela reforma necessária em várias escolas, pontos necessários para o oferecimento de uma educação pública de qualidade.
A diretora de Formação Sindical do Sinpro, Luciana Custódio, explica que é prática no Paranoá, como em demais regionais de ensino, o GDF construir “puxadinhos” ou alugar imóveis – muitas vezes impróprios -, que não resolvem de maneira nenhuma a questão da carência de vagas, quando deveria construir novas escolas. “A situação vivida no Paranoá é de precariedade. Uma realidade dramática, que atinge estudantes do ensino infantil até o ensino médio”, enfatiza.

EC 19 de Taguatinga apresenta o 1º Sarau Mágico Literário, neste sábado (14)

Aproximar os pequenos estudantes do universo literário, de uma maneira divertida, é o compromisso do 1º Sarau Mágico Literário – que será realizado neste sábado (14/4), na Escola Classe 19 de Taguatinga (QNA 39). O evento, aberto a toda a comunidade escolar, começa às 10h e vai até às 14h, trazendo muitas atrações.
De acordo com as professoras Neuza Monteiro e Kátia Aparecida, a ideia é fazer um evento dinâmico para “que as crianças vejam a parte literária como algo divertido”.
Por isso mesmo, enfatizam as professoras, haverá contadores de histórias, escritores, apresentação dos estudantes, bazar, brincadeiras diversas – como pula-pula, pintura de rosto -, sem falar de um delicioso lanche e do almoço.
As professoras ressaltam que todos os recursos arrecadados serão revertidos à sala de leitura da escola, para aquisição de novos livros e para melhorias em geral a fim de deixar o espaço ainda mais agradável.
Vamos participar!!!

Audiência pública debate a obrigatoriedade do professor de Educação Física na rede pública

A diretoria colegiada do Sinpro convida os(as) professores(as) de Educação Física para audiência pública no dia 16 de abril, às 19h, para debater a obrigatoriedade da presença de profissional licenciado em Educação Física no sistema de ensino do Distrito Federal, bem como a situação dos(as) aprovados(as) no concurso (2013) de professores de Educação Física. A audiência ocorrerá no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
De iniciativa do deputado distrital Julio César, a audiência ainda contará com a presença do diretor do Sinpro Manoel Alves; Patrick Novaes Aguiar, presidente do Conselho Regional de Educação Física (CREF 7/DF); Júlio Gregório, Secretário de Educação do Distrito Federal; e Roberto Corrêa dos Anjos, Mestre em educação física, especialista em crescimento e desenvolvimento infantil, Coordenador de educação física, pós-graduado das faculdades São José e professor do Instituto de aplicação da UERJ.
O Sinpro convida os(as) professores(as) concursados(as) de Educação Física a comparecerem à audiência pública. Em nossa última campanha publicitária, o sindicato reforçou a luta pela nomeação dos(as) professores(as) de Educação Física aprovados(as) no último concurso público e tem denunciado a manobra do GDF de deixar a rede pública de ensino sem professor da modalidade.
Diante disto a participação de todos e todas é de grande importância para debater o tema e lutar pela convocação dos aprovados.

Ciclo de Debates vai discutir questões dos pedagogos-orientadores educacionais

O Ciclo de Debates Pedagógicos – um esforço que a diretoria colegiada do Sinpro vem fazendo para a formação pedagógica da categoria a partir de debates e construções coletivas para fortalecer a discussão interna na escola – desta vez aborda temas referentes aos(às) pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais.
Sob o tema “Pedagogos-Orientadores Educacionais: Lutas e Conquistas”, o debate acontecerá no dia 20 de abril, às 9h, na sede do Sinpro.
De acordo com os diretores do Sindicato Luciano Matos e Meg Guimarães, esses profissionais têm ao longo de sua trajetória grandes desafios. “É preciso reafirmar o papel e a importância dos(as) pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais em um momento de forte ataque à democracia, à educação e aos direitos adquiridos”, enfatizaram.
Para os dirigentes, faz-se necessário um espaço como este para fortalecer e instrumentalizar esses profissionais para a luta.
“Neste momento, mais do que nunca, é necessário o fortalecimento da unidade desses profissionais e o sentimento de pertencimento à categoria em suas ações”, destacaram Meg e Luciano.
Atualmente, há uma carência em torno de 500 pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais na rede para atender a uma demanda de pelo menos um profissional por escola, conforme preconiza o plano de carreira do Magistério Público do DF. “Isso tem acarretado sobrecarga e adoecimento daqueles(as) que estão nas escolas exercendo suas atividades. O Sinpro e os aprovados no concurso de 2014 conseguiram forçar o GDF a nomear 45 profissionais (cinco em 2016 e 40 em 2018), sendo que no edital estavam previstas 50 vagas para nomeação imediata. Isso, por si só, já demonstra a falta de compromisso do GDF com a educação, precarizando o serviço público – que é essencial para a população”, denunciaram.
A debatedora desta edição do Ciclo será a professora Hélvia Leite Cruz – Orientadora Educacional (aposentada pela SEEDF); Professora da EAPE; Professora de Educação Superior (aposentada pela UnB); Mestre em Psicologia da Educação pela PUC/SP; Doutora em Sociologia pela UnB; filiada ao Sinpro e à ADUnB.
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Doação de sangue: toda força ao professor Chicão!!!

Professores(as) e orientadores(as) educacionais, o professor Chicão, do Centro de Ensino Médio Integrado (CEMI) do Gama, está passando por uma situação muito difícil e necessita da ajuda da categoria.
Ele foi diagnosticado com um tumor raro e precisa de doação de sangue para prosseguir com o tratamento.
Qualquer tipo sanguíneo vale, e a doação deve ser feita na Hemoclínica de Brasília (716 Sul), em nome de Francisco Carlos Monteiro Wolfgram – internado no Hospital Home.
Vamos mostrar nossa solidariedade ao Chicão!!! Vamos doar sangue!!!

Sinpro convida novos empossados para recepção neste sábado (14), às 9h

A diretoria colegiada do Sinpro dá as boas-vindas a todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais empossados(as) e os(as) convida para uma recepção neste sábado (14), às 9h, na sede do sindicato (SIG Quadra 6 Lote 2260 – Setor Gráfico). O Sinpro acompanhou toda luta destes(as) professores(as) até a posse e agora, em um momento de grandes desafios pela frente, abre as portas do sindicato para que todos e todas conheçam e participem das lutas da categoria.
Muitos(as) destes(as) professores(as) e orientadores(as) já acompanhavam nossas atividades e agora poderão acompanhar na condição de efetivos(as). Para aqueles(as) que não estavam nesta luta nem como temporários(as), é a oportunidade de, juntos, lutarmos pelo respeito aos nossos direitos e pelo magistério público do Distrito Federal.

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