Golpe concentrou riqueza e derrubou a renda dos brasileiros, mostra IBGE

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Em 2017, um ano após o golpe que destituiu uma presidenta honesta e legitimamente eleita e colocou no lugar o grupo de investigados por corrupção comandado pelo ilegítimo Michel Temer (MDB-SP), uma minoria rica formada por apenas 10% dos brasileiros concentrava 43,3% da renda total do país. Já para os 10% mais pobres sobraram apenas 0,7% da renda total.
Se forem considerados apenas os 1% dos brasileiros que estão no topo, a renda média foi de R$ 27.213 por mês – 36,1 vezes a mais do que a média recebida pela metade mais pobre da população, que ganhava R$ 754 por mês. A desigualdade é maior na região Nordeste, onde a onde os mais ricos embolsaram 44,9 vezes a mais do que os mais pobres.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) – Rendimento de todas as fontes, de 2017, divulgados nesta quarta-feira (11), pelo IBGE.
Com Temer, constata a pesquisa, a renda média da metade mais pobre da população caiu 2,5% de 2016 para 2017. O rendimento médio mensal real domiciliar per capita (por pessoa) foi de R$ 1.271 em 2017 e de R$ 1.285 em 2016. Nas regiões Norte (R$ 810) e Nordeste (R$ 808) foram registrados os menores valores. Na Região Sul, o maior (R$ 1.567).
Menos brasileiros recebem Bolsa Família
A CUT também alertou que os golpistas iriam reduzir ou até mesmo acabar com os programas sociais. Entre 2016 e 2017, caiu da 14,3% para 13,7% o percentual de domicílios brasileiros que recebiam dinheiro do Programa Bolsa Família. As regiões Norte (25,8%) e Nordeste (28,4%) foram as que apresentaram os maiores percentuais. O rendimento médio mensal real domiciliar per capita nos domicílios que recebiam o Bolsa Família foi de R$ 324 e naqueles que não recebiam foi de R$ 1.489.
60,2% da população brasileira tinham algum tipo de rendimento em 2017
Em 2017, o país tinha 207,1 milhões de habitantes. Desse total, 124,6 milhões (60,2%) possuíam algum tipo de rendimento. A região Sul (66,0%) teve o maior percentual de pessoas com algum rendimento, e a Norte (52,6%) e a Nordeste (56,5%), os menores.
As pessoas com rendimento de todos os trabalhos correspondiam a 41,9% da população residente (86,8 milhões) em 2017, enquanto 24,1% (50,0 milhões) tinham algum rendimento de outras fontes. Em 2016, esses percentuais eram: 42,4% dos residentes tinham rendimento de todos os trabalhos (87,1 milhões) e 24,0% possuíam rendimentos de outras fontes (49,3 milhões).
A região Sul, em 2017, apresentou o maior percentual de pessoas com rendimento efetivamente recebido de todos os trabalhos (46,8%) e o segundo maior percentual com rendimento proveniente de outras fontes (25,9%).
Por sua vez, o Nordeste tinha o menor percentual de pessoas com rendimento efetivamente recebido de todos os trabalhos (34,7%) e o maior percentual daquelas que recebiam de outras fontes (27,8%).
Rendimento de outras fontes predomina no Norte e no Nordeste
Entre os rendimentos de outras fontes, o mais frequente era a aposentadoria ou pensão (14,1%), seguido por outros rendimentos (7,5%), categoria que inclui seguro-desemprego, programas de transferência de renda, poupança, entre outros. Pensão alimentícia, doação ou mesada de não morador (2,4%) e aluguel e arrendamento (1,9%) estão na sequência.
O Nordeste tinha o maior percentual de pessoas com outros rendimentos (12,1%), e o Norte vinha a seguir (10,2%). No Norte, este percentual superou o de quaisquer outras fontes diferentes do trabalho.
Nas demais regiões, a categoria aposentadoria ou pensão foi a que registrou os maiores percentuais, com destaque para o Sul, que tinha 18,1% da população residente com esse tipo de rendimento, contra 17,3% em 2016.
Gráfico do percentual de pessoas com rendimento, na população residente, por Grandes Regiões, segundo o tipo de rendimento proveniente de outras fontes – 2017

Norte e Nordeste têm os menores rendimentos médios mensais
Em 2017, as pessoas com rendimento (de todas as fontes) recebiam, em média, R$ 2.112, contra R$ 2.124 em 2016. O Centro-Oeste registrou o maior valor (R$ 2.479) e o Nordeste (R$ 1.429), o menor. Já em 2016, o Sudeste (R$ 2.547) tinha o maior rendimento médio de todas as fontes.
O rendimento médio mensal real de todos os trabalhos foi R$ 2.237, em 2017, e R$ 2.268, em 2016. O Nordeste (R$ 1.570) tinha o menor valor e o Centro-Oeste (R$ 2.566), o maior. No Sudeste houve a única variação negativa de 2016 (R$ 2.663) para 2017 (R$ 2.526).
Em 2017, o rendimento médio mensal real de outras fontes foi de R$ 1.382, sendo o menor valor (R$ 884) observado na Região Norte, e o maior (R$ 1.700), na Região Sudeste.
No Brasil, entre as categorias que compõem o rendimento de outras fontes, a aposentadoria ou pensão tinha o maior valor (R$ 1.750). Isso ocorreu em todas as regiões, com o Centro-Oeste mostrando o maior valor (R$ 2.105) e o Nordeste, com o menor (R$ 1.442). O 1% mais bem remunerado da população recebe 36,1 vezes mais que a metade da população com os menores rendimentos
No Brasil, o rendimento médio efetivo de todos os trabalhos da metade da população com os menores rendimentos foi de R$ 754 em 2017, 2,5% a menos que em 2016 (R$ 773). Nesses dois anos, a região Sul foi a que apresentou os maiores valores desse indicador: R$ 978 (2016) e R$ 974 (2017). A média observada em 2017 nessa região foi o dobro da verificada na região Nordeste (R$ 487).
Em 2017, as pessoas que faziam parte do 1% da população brasileira com rendimentos mais elevados (rendimento médio mensal real de R$ 27.213) recebiam, em média, 36,1 vezes o rendimento da metade da população com os menores rendimentos (rendimento médio mensal real de R$ 754). A região Nordeste foi a que apresentou a maior razão (44,9 vezes) e a região Sul a menor (25,0 vezes). No Brasil, em 2016, essa razão havia sido de 36,3%.
O índice de Gini mede a concentração de uma distribuição e varia de zero (perfeita igualdade) até um (desigualdade máxima). No Brasil, o Índice de Gini do rendimento médio mensal real efetivamente recebido de todos os trabalhos foi de 0,525 em 2016 para 0,524 em 2017.
O Sudeste passou do segundo maior índice em 2016 (0,520) para o segundo menor em 2017 (0,510). Nesses dois anos, o Sul apresentou as menores desigualdades (0,465 em 2016 e 0,469 em 2017) e a região Nordeste, as maiores (0,545 em 2016 e 0,559 em 2017).
Os 10% melhor remunerados receberam 2/5 dos rendimentos do país
A massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita foi de R$ 263,1 bilhões em 2017, e de R$ 263,9 bilhões em 2016. Os 10% da população com os menores rendimentos detinham 0,7% da massa de rendimento, enquanto os 10% com os maiores rendimentos ficavam com 43,3% dessa massa, ou mais de 2/5 dos rendimentos domiciliares per capita.
No Brasil, o rendimento médio mensal real domiciliar per capita foi de R$ 1.285 em 2016 e de R$ 1.271 em 2017. No Norte (R$ 810) e no Nordeste (R$ 808) estavam os menores valores e no Sul, o maior (R$ 1.567).
Em 2017, o índice de Gini do rendimento médio mensal real domiciliar per capita para o Brasil foi de 0,549 (o mesmo registrado em 2016).
no Brasil, em 2017, 73,8% do rendimento médio mensal real domiciliar per capita efetivamente recebido pela população era composto pelo rendimento de todos os trabalhos e os outros 26,2%, por outras fontes (aposentadoria ou pensão; aluguel e arrendamento; pensão alimentícia, doação ou mesada de não morador; e outros rendimentos).
Entre as grandes regiões, a menor participação do rendimento de todos os trabalhos foi no Nordeste (67,4%) e a maior no Centro-Oeste (77,8%).
A participação do rendimento proveniente de aposentadoria ou pensão foi de 19,4% no Brasil. Entre as regiões, essa participação foi de 23,8% no Nordeste; 20,4% no Sul; 18,6% no Sudeste; 15,7% no Centro-Oeste e 15,0% no Norte.
28,4% dos domicílios do Nordeste recebiam Bolsa Família
No Brasil, em 2017, 13,7% dos domicílios recebiam dinheiro do Programa Bolsa Família em 2017, um percentual menor que o de 2016 (14,3%). Norte (25,8%) e Nordeste (28,4%) foram as regiões que apresentaram os maiores percentuais. O Benefício de Prestação Continuada (BPC) era recebido por 3,3% dos domicílios do País, em 2017. Mais uma vez, Norte (5,6%) e Nordeste (5,2%) apresentaram os maiores percentuais.
O Rendimento médio mensal real domiciliar per capita nos domicílios que recebiam o Bolsa Família foi de R$ 324 e naqueles que não tinham foi de R$ 1.489. Para os domicílios que recebiam o BPC foi de R$ 696 e os que não recebiam, R$ 1.293.
Com informações da CUT

Jornalista questiona imprensa e compara situação do Brasil a "Terra em Transe"

A jornalista Malu Fontes, em comentário na Rádio Metrópole (de Salvador, Bahia), detonou a atitude “surreal” do jornalismo brasileiro diante da falsa moral do Judiciário – homenageado em um cabaré de luxo em São Paulo – e do avanço sem cerimônias da extrema direita no país.
Para Malu, só mesmo o nome do filme de Glauber Rocha para traduzir o que é o Brasil desses dias: uma “Terra em Transe”. Confira o comentário da jornalista (transcrição e áudio), feito no dia 9 passado:
“Nos últimos dias, o Brasil – sobretudo se observado pela TV, pelas redes sociais, pela imprensa – parece traduzir nas imagens algo de irreal, dando a impressão de que todos estávamos assistindo a cenas de um filme desses experimentais; sem sequências lógicas e com imagens extraídas de um cenário surrealista.
A cenas de uma quase romaria religiosa em torno do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, em São Paulo, se sucederam imagens de uma batalha campal nas imediações da carceragem da Polícia Federal em Curitiba, Paraná, para onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi levado em um avião monomotor, preso.
Entre as cenas de romaria de São Bernardo do Campo, onde Lula foi carregado nos braços por uma multidão, com efeitos visuais e iconográficos para inscrever-se na história do país, e as bombas de efeito moral, as balas de borracha e a repressão em Curitiba, houve espaço para mais surrealismo.
Um cafetão de luxo, em São Paulo, oferecia cerveja de graça e prostitutas nuas para uma multidão de homens, no meio da rua, diante do prostíbulo mais famoso da cidade e sob fotografias gigantes do juiz Sérgio Moro e da presidente do Supremo, Carmem Lúcia. As cervejas, as prostitutas nuas, a festa e a homenagem aos juristas eram tudo elementos para celebrar a prisão de Lula. Tudo sob os aplausos, a complacência e até convites distribuídos por representantes da extrema direita brasileira, que não via nada demais na festa do cafetão, na exposição das putas nuas, amordaçadas e bolinadas pelo organizador diante de uma multidão.
O espantoso é o fato de que as pessoas que celebravam, nas redes sociais, a festa no puteiro serem as mesmas que recentemente obrigaram, na marra e em nome dos valores da família brasileira e dos bons costumes, o cancelamento de exposições artísticas em museus e de peças de teatro Brasil afora. Só mesmo o nome do filme de Glauber Rocha para traduzir o que é o Brasil desses dias, uma “Terra em Transe”. Onde mais em todo o mundo a direita faz festa sexual, com prostitutas nuas na rua e distribuição gratuita de bebida alcoólica, enquanto a esquerda se reúne diante de uma caminhão de som para ouvir um bispo celebrar uma missa?
Na televisão, o jornalismo surta junto e no principal canal de TV por assinatura voltado exclusivamente para notícias o que se vê parece um delírio. Todo o time dos principais jornalistas da casa se reúne para ficar 24 horas por dia entrevistando uns aos outros e todos dizendo a mesma coisa que o colega de trabalho já disse e vai voltar a dizer no momento seguinte. Não há espaço para o contraditório, para fontes externas entrevistadas nas ruas ou convidados no estúdio. É uma extensão ininterrupta de uma conversa de bar. Não é à toa que, por conta de uma briga entre a Rede Globo o jornal Folha de São Paulo, Marcelo Coelho – membro do conselho editorial da Folha – disse que no jornalismo da Globo News, os jornalistas que ancoram os programas parecem sempre dez jogadores de futebol cobrando pênaltis o tempo inteiro sem ninguém no gol.
Que jornalismo é esse que, enquanto um bispo celebra missa atrapado num caminhão e um cafetão chupa os peitos de uma puta e a bolina no meio da rua diante de aplausos e de um retrato homenageando a presidente da Suprema corte do país, fica trancado no estúdio entrevistando a si mesmo e com uma abordagem de mão única, enquanto a história do país acontece nas ruas?
Malu Fontes”
Ouça: 
9/4/2018 – Terra em transe
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Leia também >>> O Bispo e a puta

Confira a edição do Folha do Professor nº 198

O Sinpro disponibiliza a edição nº 198 do jornal Folha do Professor, que aborda o 11º Congresso das(os) trabalhadoras(es) em Educação Chico Mendes. O Congresso será realizado nos dias 31 de maio, 01 e 02 de junho, no auditório da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio – CNTC (SGAS 902).
Clique aqui e confira a edição completa.

Após cobranças do Sinpro, GDF publica portaria que regulariza afastamento remunerado para estudos

Após muita insistência do Sinpro e cobrança dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais selecionados(as) para o afastamento remunerado para estudos, o Governo do Distrito Federal publicou, no Diário Oficial do DF desta terça-feira (10), a Portaria nº 83/2018, que autoriza a dispensa do(a) servidor(a) da Educação selecionado pelo Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação (EAPE) para sua formação continuada (Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado).
O afastamento remunerado é uma conquista da categoria, que na última reformulação do Plano de Carreira (Lei 5.105/13, art. 12, parágrafo 3º) possibilitou que o benefício pudesse ser usufruído sem prejuízo. Como resultado desta alteração, desde 2013 tem aumentado o número de professores que buscam o aperfeiçoamento profissional, usufruindo assim do benefício previsto no Plano de Carreira. Mesmo diante disto, a não liberação destes profissionais por conta da burocracia da SEE e do GDF causaram prejuízos, uma vez que estes(as) professores(as) não tem mais abonos e folgas de TRE que possam liberá-los de suas atividades em suas escolas para a continuidade dos estudos, que tiveram início em março.
A Secretaria de Educação do DF precisa tratar com responsabilidade a revogação do Decreto nº 29.290/2008 para que ele não seja mais objeto de retardamento no processo de seleção do afastamento remunerado do segundo semestre de 2018, acabando assim com os transtornos e prejuízos sofridos pelos(as) servidores(as), a exemplo do que aconteceu agora. Outro ponto que o Sinpro destaca e que precisa ser corrigido é a migração do número de vagas no mesmo certame de Mestrado/Doutorado/Pós-doutorado. Na avaliação do sindicato, as vagas deveriam poder migrar de um para o outro, caso sobrem vagas.
A diretoria colegiada do Sinpro solicitará uma reunião com o Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação (EAPE) e a SEPLAG para discutir estratégias que evitem os transtornos na vida funcional dos professores e orientadores que demandam afastamento. É importante salientar que a SEE está aplicando um decreto de 2008, que na avaliação do Sinpro está totalmente obsoleto, já que antecede à Lei Complementar 840/2011 e burocratiza os procedimentos de afastamento.
Pendência
O Governo do Distrito Federal ainda não publicou a solicitação de afastamento para quem fará Doutorado fora do país. A SEE nos informou que a Casa Civil é quem analisa os processos de afastamento de servidores para cursos no exterior.

Dono de cabaré, em São Paulo, comemora prisão política de Lula com opressão à mulher

A prisão política do ex-presidente Lula surgiu nas redes sociais de várias formas. Mas uma delas aparece com maior destaque porque traz uma imagem de uma mulher sendo amordaçada em um palco de um cabaré de luxo situado na capital de São Paulo. A grosseria chega aos limites da imoralidade.

A imagem traz uma mulher subjugada como um troféu. O dono do estabelecimento a aprisiona, com as mãos amarradas e a cabeça jogada para trás. Imobilizada, ela é exposta ao público como um animal humilhado, mutilado de sua liberdade. Ao lado dessa cena violenta, a homenagem propriamente dita expõe duas imagens imensas, impressas em banners de lona, da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, e do juiz federal da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, Sérgio Moro, que, desde 2014, coordena a  Operação Lava Jato.
Trata-se de uma foto de Oscar Maroni, dono do Bahamas Hotel Club – considerado o maior prostíbulo de luxo do país –, vestido de presidiário,que circula na internet.
Ele agarra por trás uma de “suas” prostitutas seminuas e tapa sua boca. De acordo com informações contidas na própria imagem, essa cena ocorreu numa festa de comemoração da prisão do ex-presidente Lula, na qual ele teria distribuído bebidas e oferecido mulheres de graça para uma plateia formada somente por homens.
É o que está nas redes sociais, mostrando total desrespeito à mulher e desmoralização da sociedade brasileira. Revela a decadência do Poder Judiciário, o fracasso da Operação Lava Jato e o escárnio com o Estado democrático de direito. Apresenta, sem máscaras, os lacaios do neoliberalismo que, desprovidos de qualquer respeito à Nação e a seu povo, não gosta de Lula e nem da esquerda mesmo quando se favorecem com as lutas em nome de direitos e garantidas sociais levadas adiante por movimentos, ativistas e até políticos de esquerda.
“A imagem publicizada enseja comparações terríveis: figuras proeminentes do país e do Poder Judiciário homenageadas num cabaré, como a ministra e o juiz. Ou seja, justamente num estabelecimento comercial em que a moeda de troca é o corpo da mulher, o qual deveria ser protegido e respeitado pela Justiça. O fascismo é assim: violento. Ele naturaliza o crime e comemora as injustiças”, diz Vilmara Pereira do Carmo, coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF.
A imagem mostra a verdadeira face do fascismo tropical e neoliberal, que atua nos subterrâneos diuturnamente para sabotar toda uma nação e favorecer organizações criminosas nacionais e internacionais e, quando se revela, mostra sua total falta de respeito a tudo. Como disse Márcia Tiburi em um de seus artigos sobre a criminalização do ex-presidente Lula, “não é só a ingenuidade do corpo docilizado que entra em jogo na inércia da população, é também a covardia interesseira que o ‘aburguesamento’ do mundo nos legou. E, assim, muitos que um dia foram honrados com a consciência de serem trabalhadores, perdem, agora, o seu desejo de lutar”.
“É uma foto que se traduz como uma ameaça concreta a todas as vozes que se levantam contra o subjugo da nação e a ignomínia da mulher. Quer calar as lideranças que atuam em movimentos sociais contra todo tipo de expropriação, como Luiz Inácio Lula da Silva e Marielle Franco: a vereadora do PSOL, no Rio de Janeiro, e de seu motorista, Anderson Gomes, assassinados brutalmente no centro do Rio por denunciar os crimes da intervenção federal e policial do Poder Executivo. Que se manifestam e e denunciam o extermínio sistemático, impune e cotidiano de líderes do movimento dos trabalhadores rurais e do movimento indígena”, afirma a diretora.
E mostra um Brasil estigmatizado pela injustiça, neoliberalizado, subjugado ao colonialismo internacional e onde o fascismo jurídico-político se espraia, contaminando pessoas e eliminando qualquer vestígio de democracia e respeito. É o fascismo tropical, que, como todos os outros tipos de fascismo da história do mundo, usa práticas e procedimentos incompatíveis com os princípios e as garantias fundamentais de um Estado de direito democrático para calar lideranças políticas contrárias à entrega das riquezas do país e ao subjugo da nação.
Confira um dos vídeos com a “comemoração”:

 

TV Sinpro desta terça (10) divulga curso sobre os 30 anos da Constituição e o desenvolvimento nacional

Luciana Custódio de Castro, coordenadora da Secretaria de Formação Sindical do Sinpro-DF, participará da TV Sinpro, na TV Comunitária, desta terça-feira (10), para divulgar o curso de formação que o Sinpro-DF realiza em parceria com o Ipea sobre os 30 anos da Constituição Federal e o desenvolvimento nacional.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça vai ao ar às 17h, no Canal 12 da NET, no site e na fanpage da TV Comunitária. O programa também é disponibilizado na página do Sinpro no Facebook para quem não dispõe da TV a cabo.
As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana. Confira a programação a seguir:
Terças – 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30

Prorrogado prazo para se inscrever no IX Concurso de Redação e Desenho do Sinpro

As inscrições para o IX Concurso de Redação e Desenho, que este ano terá como tema Água: sede de viver, sede de sobreviver, foram prorrogadas. As inscrições poderão ser feitas até o dia 13 de abril, no site do Sinpro. A entrega dos desenhos e redações também podem ser feitas até o dia 13 de abril na Sede do Sindicato (no SIG, das 7h às 19h) e nas Subsedes do Sinpro (em Taguatinga, Planaltina e Gama, de 8h às 17h).
Fonte de vida e recurso necessário para a sobrevivência de toda a cadeia humana, a água é um bem natural, vital, insubstituível e imprescindível para a humanidade. Apesar de tanta importância, este recurso tem sido utilizado de forma errada, o que tem impedido sua disponibilidade de uma forma sustentável para todos. Fatores como o desperdício, a poluição e a forma incorreta que muitas vezes a utilizamos nas cidades e no campo tem colaborado com a exclusão social, a pobreza e o acesso democrático à água.
É diante deste cenário e com esta grande preocupação que o Sinpro lança o IX Concurso de Redação e Desenho, que em 2018 trabalhará com o tema Água: sede de viver, sede de sobreviver. As inscrições já estão abertas no site do sindicato para os estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal, que poderão debater a temática na forma de redação ou desenho. A partir deste contexto os inscritos poderão sugerir formas conscientes para gerir os recursos hídricos; propor maneiras de diminuir as desigualdades em seu repasse e no acesso à agua tratada; promover seu uso de uma forma sustentável e, principalmente, encontrando soluções para acabar com a má utilização desta fonte, da qual brota a vida. As redações e os desenhos deverão ser entregues até o dia 06 de Abril de 2018, na sede ou nas subsedes do Sinpro-DF.
Para a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa, com o Concurso de Redação o Sinpro cumpre a tarefa de levar o debate sobre a ameaça da falta de água no planeta para as escolas, discutindo um problema que afeta toda a humanidade. “O problema que estamos passando vai desde os pequenos gestos até o consumo industrial. É a minha forma de escovar os dentes, mas também de como as indústrias tratam isto”, analisa a diretora. “O objetivo é levar esta discussão para dentro das salas de aula, para despertar os estudantes e professores a pensarem a sua prática, encontrando saídas”.
As inscrições estão abertas para estudantes da Educação Infantil, de 4 e 5 anos de idade, até o Ensino Médio. Cada participante deverá fazer sua inscrição no site do sindicato, porque será gerado um código de identificação, o qual deverá ser usado para preencher a Folha da Redação ou a Folha de Desenho. Essas folhas também serão disponibilizadas pelo Sinpro. Importante lembrar que nem a redação nem o desenho serão aceitos em outro tipo de folha.
Os prêmios serão distribuídos para estudantes vencedores(as) e professores(as) ou orientadores(as) educacionais indicados(as) pelos(as) participantes. É importante observar que os(as) professores(as) que fazem parte da Comissão Julgadora não podem ser indicados(as) pelos(as) estudantes. Formada por professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino, a Comissão receberá os trabalhos sem identificação da escola, do nome do estudante ou do professor que orientou o trabalho para garantir a transparência do processo.
Os(as) estudantes da Educação Infantil, do CEE e classes especiais, bem como os(as) matriculados(as) do 1º ao 3º ano do ensino fundamental/EJA 1° e 2° semestres expressarão sua opinião por meio de desenho. Os(as) estudantes do 4º e 5º ano do Ensino Fundamental/EJA 3º e 4º semestre, por sua vez, discutirão a temática na forma de redação. Já os(as) estudantes do 6º ao Ensino Médio/EJA– 2º e 3º Segmento, expressarão sua opinião por meio de desenho ou redação do tema do concurso (devem escolher apenas uma categoria para participar).
As inscrições devem ser feitas via internet para que o(a) inscrito(a) obtenha o código de participante, o qual será utilizado na Folha de Redação como único instrumento de identificação do trabalho.
O coordenador da Secretaria de Imprensa do Sinpro, Cláudio Antunes, afirma que o Sinpro tem feito um excelente investimento em proporcionar um concurso em que os estudantes da rede pública possam expressar sua opinião sobre os diversos temas que a educação do DF debate no dia-a-dia da escola. “Este concurso vem com uma temática contemporânea, sobretudo pela participação dos movimentos sociais nos debates sobre a água. Portanto, é uma forma que o sindicato encontrou de oportunizar que cada estudante e professores possam debater este tema que é imprescindível para a humanidade”, conclui Cláudio.
O Concurso de Redação do Sinpro-DF faz parte da Campanha contra a Violência nas Escolas, uma iniciativa do sindicato adotada em 2008 para ensejar, entre os(as) estudantes da rede pública de ensino, a reflexão sobre as causas, as consequências e as soluções para a violência – um problema que afeta toda a sociedade.
 
Folha Pautada 
Folha Desenho Horizontal
Folha Desenho Vertical 
Cartaz 
Regulamento
 

Lula livre!!!


A Diretoria Colegiada do Sinpro-DF, preocupada com o trágico momento político em que vive o país, vem a público denunciar a terceira etapa do golpe jurídico-parlamentar-midiático, iniciado em 2016, que é a decretação da prisão do ex-presidente Lula.
A primeira fase foi a derrubada de uma mulher honesta; a segunda foi a retirada dos direitos do povo trabalhador.
O ato inconstitucional da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de negar o habeas corpus ao ex-presidente Lula fere frontalmente o artigo 5º, inciso LVII, da Constituição Federal – que preconiza que ninguém será condenado até o trânsito em julgado em última instância.
Esta não é a primeira vez que o STF avaliza um estado de exceção. Foi assim que o fez em 1964, com o golpe militar; e em 1936, entregando Olga Benário, grávida, a Hitler.
Portanto, estamos passando novamente por um estado no qual a democracia é escanteada. Enquanto Aécio, Jucá, Temer, Serra e tantos outros estão soltos e à vontade para arrochar a classe trabalhadora e entregar as nossas riquezas, assistimos à condenação sem provas e à prisão de um operário que alçou o país a 6ª economia do mundo, tirou 50 milhões de brasileiros da pobreza, criou uma nova classe média de mais de 100 milhões com emprego, renda, carteira assinada, incluiu milhões de brasileiros na educação e melhorou as condições de vida do nosso povo, sobretudo os mais pobres.
O “crime” mais recente de Lula é estar na frente das pesquisas para a Presidência da República. Por isso mesmo, o arbítrio e o conservadorismo chegaram ao limite, impondo uma espécie de cegueira moral e ética baseada em falácias, fraudes e distorções das normas legais. A elite brasileira nunca concordaria com a volta do maior líder popular da América Latina ao poder. A personalidade e o ideário de Lula são incompreensíveis para as forças do atraso, a exemplo do que aconteceu com Mahatma Gandhi, Martin Luther King e Nelson Mandela.
É fundamental destacar que a prisão de Lula é a senha para abrir caminho para a criminalização dos sindicatos dos trabalhadores e demais movimentos sociais e populares. A prisão de Lula representa a prisão dos direitos dos trabalhadores.
É hora de nos posicionarmos. É hora de defender a democracia e o direito de Lula ser candidato. Não podemos perder a capacidade de lutar.
Convocamos todos e todas para o ato nesta sexta-feira, às 16h, na Praça Zumbi dos Palmares, em frente ao CONIC.
– Em defesa da democracia;
– Em Defesa dos Direitos Sociais;
– Pelo Direto de Lula ser candidato;
– Lula livre!!!

Ciclo de Debates aborda a Educação Infantil no Distrito Federal

Dando continuidade ao projeto de Ciclo de Debates, o Sinpro realiza no dia 18 de abril, às 14h, na sede do sindicato, o debate sobre a Educação Infantil. Este projeto é um esforço que a diretoria colegiada do Sinpro vem fazendo para a formação pedagógica da categoria a partir de debates e construções coletivas, e vem sendo realizado desde 2017 com o objetivo de trazer a categoria para os debates, que hoje interessam e fortalecem a discussão interna na escola.
Segundo a coordenadora da Secretaria de Política Educacional do Sinpro, Berenice D’arc, este Ciclo de Debates terá grande importância no congresso do sindicato, já que vai aprofundar o tema junto aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais. A diretora ressalta que os debates são construções pedagógicas necessárias para o dia-a-dia da escola e que a Educação Infantil é um tema caro para o sindicato.
“É de grande importância lutarmos pela ampliação do atendimento na rede pública para os estudantes de 0 a 14 anos. O GDF não garante 100% da educação infantil e temos esta meta garantida no Plano Distrital de Educação. É diante disto que precisamos lutar pelo respeito ao PDE, que é uma lei distrital”, garante Berenice Darc.
Entre os debatedores estão Leda Gonçalves (Doutora em Psicologia Social, Mestre em Pedagogia e professora do programa de pós-graduação em Psicologia da Universidade Católica de Brasília) e Selma de Sousa Silva (Especialista em Educação Inclusiva pela FAE/DF, gestora em educação infantil e professora da rede pública de ensino do DF).
Clique aqui e faça já a sua inscrição.

Fique atento ao 11º Congresso dos Trabalhadores em Educação Chico Mendes

Com o lema Você tem sede de quê? Água, soberania, direitos, democracia, saber…, o Sinpro realiza, dos dias 31 de maio a 02 de junho, o 11º Congresso dos(as) trabalhadores(as) em Educação Chico Mendes. Faça já a sua inscrição e participe do Congresso, que será realizado no auditório da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC – SGAS 902) e ocorre no momento de aprofundamento do golpe parlamentar, jurídico e midiático que derrubou uma presidenta honesta, retirou direitos do povo trabalhador na famigerada “reforma” trabalhista e no congelamento dos investimentos sociais; e ainda tenta cassar o direito de um operário disputar a eleição. O Congresso acontece no exato momento em que os golpistas querem entregar as nossas riquezas, como o petróleo, a energia, a terra e a água para o capital internacional e para os grandes banqueiros.
Aliado a tudo isso, assistimos ao autoritarismo na educação com o projeto fascista da “Escola sem Partido”, a malfadada (contra) reforma do ensino médio, as alterações na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o desmonte no financiamento da educação com a Emenda Constitucional nº 95.
>>> Mais informações pelo telefone 3343-4209 ou pelo email joelma@sinprodf.org.br.
Com o objetivo de organizar a luta da categoria para o próximo período, convocamos todos e todas para o bom debate. Vamos preparar, na base, um processo que resulte num Congresso qualificado e que nos arme, de maneira unitária, para enfrentarmos os ataques à classe trabalhadora.
No Distrito Federal não é diferente do que ocorre no país. O governador segue a mesma cartilha neoliberal do governo federal: endurecimento com os sindicatos dos trabalhadores(as), não cumprimento dos acordos salariais e desmonte dos serviços públicos.
Inscrições – As inscrições, já encerradas, estiveram abertas até o dia 30 de abril e foram prorrogadas até o dia 10 maio.

LOCAL DO CONGRESSO E REGRAS INTERNAS

O acesso ao local do Congresso – no CNTC (SGAS 902) – se dará mediante apresentação obrigatória do crachá de identificação que os(as) delegados(as) receberão no momento do credenciamento. Mais informações e esclarecimentos necessários ligar para Joelma: 3343-4209.
Às mães com filhos(as) menores de 7 (sete) anos, informamos que haverá creche e brinquedoteca com profissionais da área. A informação sobre as crianças é obrigatória e será feita na ficha de inscrição. Tudo isto com o objetivo de garantir uma estrutura adequada para este atendimento, a tranquilidade das mães e dos pais, bem como o conforto e a alegria de todos e todas.
Atenção: a creche funcionará nos dias 31 de maio e 01 e 02 de junho (quinta, sexta e sábado).
 
Clique aqui e confira a Ata de eleição dos(as) delegados(as)
Confira a edição do Folha do Professor sobre o 11º Congresso
 
Confira a programação completa do 11º Congresso 

31/05, 01 e 02/06 de 2018

PROGRAMAÇÃO:

 

 
Dia: 31/05/2018 (quinta–feira)
CREDENCIAMENTO A PARTIR DAS 7h

 
7h30 – Café da manhã
8h – Solenidade de abertura:
8h15 – Apresentação Cultural – Tribo KAMAYURÁ
8h30 – Mesa de Abertura: SINPRO/CNTE/SAE/SINPROEP/CUT/MST/UBES/UNE/CONTEE/MEMORIAL CHICO MENDES
Leitura e aprovação do Regimento do Congresso
10h- Intervalo
10h às 12h – Mesa Tema: Os desafios da educação para o Brasil no contexto do golpe de Estado:
Os desafios enfrentados pelo Brasil na educação aumentaram com o golpe jurídico, parlamentar e midiático. A educação foi a primeira área atacada em todas as frentes.  A (contra) reforma do Ensino Médio, o congelamento dos investimentos, a “escola sem partido”, a dilapidação das universidades públicas. As várias concepções pedagógicas precisam se manifestar nesse cenário. Qual o papel da educação pública, de qualidade para todos/as nessa quadra de desmonte neoliberal das políticas públicas?
Palestrante: Edson Marcelo Húngaro – Doutor em Educação Física pela UNICAMP e Pós-Doutor em Educação pela UNICAMP. Professor Associado da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília, e na pós-graduação. Coordenador do AVANTE, vice-diretor (2014-2108) e Coordenador do curso de Educação Física da UnB de 2010 a 2013, membro da Direção Nacional do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte/CBCE por duas gestões e, representando o CBCE, Membro do Conselho Nacional de Esporte do Ministério do Esporte (2011-2013). 
 Palestrante: Olgamir Amância Ferreira – Dra. em Educação pela Universidade de Brasília, Decana de Extensão da Universidade de Brasília, Professora Adjunta da FUP/UnB, Membro do Conselho Superior do Instituto Federal Brasília – IFB, Membro da Direção Nacional da União Brasileira de Mulheres – UBM, Representante da UBM no Fórum Nacional Popular de Educação – FNPE, Professora aposentada da SEE-DF. Primeira Secretaria de Estado da Mulher do DF (Gestão  2011-2014) e Diretora do Sinpro-DF em duas gestões (1992 – 1998).
 
12h30 – Almoço
14h – Mesa Tema: Conjuntura e os reflexos das políticas do capital global no Brasil e demais países da América Latina:
Educação e Saúde como setores primordiais para o desmonte neoliberal em escala global. O Capital precisa se legitimar do ponto de vista econômico e político para ampliar a acumulação e a exploração, para isso surge a necessidade de desarticular a resistência da classe trabalhadora, sobretudo na educação.
Palestrante: Hugo Yasky – Líder sindical argentino, Secretário Geral da Central de Trabalhadores da Argentina-CTA, e Deputado Nacional pelo Partido Obrero.
Palestrante: Jessé de Souza – Sociólogo, Professor universitário e pesquisador. Autor de vários livros, entre eles A Elite do Atraso.
16h às 18hMesa Tema: Educação como Mercadoria: a lógica privatista do mercado no contexto neoliberal
A entrada da chamada “Organizações Sociais” na educação pública. O sistema financeiro de olho na educação pública do país. Sucateamento das universidades e escolas públicas como forma de justificar a privatização da educação.
Palestrante: Eudes Baiman – Doutor em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará, professor da Universidade Estadual do Ceará, autor do livre Direito à Educação e Progressão Continuada (2015).
Palestrante: José Geraldo de Sousa Júnior –  Professor da Faculdade de Direito e Ex – reitor da Faculdade da UnB. É um dos signatários de representação à Procuradoria Geral da República – PGR.
 19h – Solenidade de abertura
Mesa Tema: VOCÊ TEM SEDE DE QUÊ? água, soberania, direitos, democracia, saber…
Palestrante: Leonardo Boff –  teólogo, escritor e professor universitário brasileiro, expoente da Teologia da Libertação no Brasil e conhecido internacionalmente por sua defesa dos direitos dos pobres e excluídos. Atualmente é professor emérito de Ética, Filosofia da Religião e Ecologia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Seu trabalho atual está relacionado principalmente às questões ambientais.
21h – Encerramento – Atividade cultural, exposição, painel e noite de autógrafos
 

Dia: 01/06/2018 (Sexta-feira)

 
8h – Café da manhã
8h30 – Mesa Tema: Democratização dos meios de comunicação: o papel da comunicação de massa na consolidação da hegemonia do pensamento único conservador.
Analisar o poder dos grandes meios de comunicação como manipuladores da chamada opinião pública e sua influência nos valores políticos, morais e econômicos da sociedade brasileira.  Internet, novas mídias e suas influências no convívio social e político atual. Buscar alternativas para construir uma comunicação democrática e de acesso a todos e todas.
Palestrante: Laurindo Lalo Leal – Jornalista, sociólogo, escritor, apresentador de televisão e Professor aposentado.
 Palestrante: João Brant – Doutorando em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. Foi secretário-executivo do Ministério da Cultura, coordenador-executivo do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social entre 2007 e 2012, e consultor para Unesco, Fundação Ford, Observacom e Global Partners.
 Palestrante: Lizely Borges – Jornalista e mestre em Políticas de Comunicação e Cultura pela UnB. Pesquisadora sobre a relação entre participação política, instituições democráticas e políticas de comunicação. Integrante do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – Comitê DF.
 10h- Intervalo
10h30 às 12h30 – Mesa Tema: Educação, diversidade e direitos humanos.
Aprofundar as questões de raça, gênero, diversidade sexual no contexto de avanço da pauta conservadora que deseja excluir os diferentes com propostas fascistas, como o fim da “ideologia de gênero”, a homofobia, a “Escola sem Partido”, a intervenção militar em curso no Rio de Janeiro e os reflexos em todo o país.
Palestrante: Andrey Roosewelt Chagas Lemos – Mestre Profissional de Políticas em Saúde da Fiocruz/Brasília e Presidente da União Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais no Brasil.
Palestrante: Jandyra Uehara – Secretária de Políticas Sociais e Direitos Humanos da CUT – Nacional
Palestrante: Sarah de Roure – Mestre em Cooperação internacional pela Universidade do Pais Basco e militante da Marcha Mundial das Mulheres no estado de São Paulo.
 12h30 – Almoço
 14h às 16h – Mesa Tema: Financiamento da educação. Soberania: água e energia.
 Debater o financiamento da educação a partir da defesa da soberania nacional, com a visão de que recursos oriundos do petróleo e da energia possam ser revertidos para as políticas sociais, sobretudo para a Educação e a Saúde. A importância do recurso natural da água como elemento educativo no processo de luta.
 Palestrante: Raimundo Angelim – Economista, Professor, Deputado Federal (PT/AC) e membro da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.
 Palestrante: Luiz Alencar Dalla Costa – Geógrafo, mestre em desenvolvimento territorial na América Latina e Caribe, militante do Movimento Atingidos por Barragens (MAB) e da Plataforma Operária e Camponesa da Água e Energia.
Palestrante: Milton Canuto Almeida – Professor e Consultor Técnico em: Financiamento da Educação, Planejamento e Gestão da Educação, Plano de Carreira e Previdência Pública.
 
16h – Intervalo
16h15 às 18h – Mesa Tema: Gestão Democrática e Avaliação
Avaliar a gestão democrática nas escolas, a implementação do Plano Distrital de Educação e do Plano Nacional de Educação, os retrocessos em curso e as propostas para enfrenta-los.
 Palestrante: Edileuza Fernandes da Silva – Professora aposentada da SEDF,  Doutora em Educação pela FE-UnB e professora da FE/UnB programa de Pós – graduação em Educação. Desenvolve pesquisa na área da Educação com ênfase em Profissão Docente, Currículo e Avaliação, e lider do Grupo de Pesquisa Marxismo e Formação do educador – MaxEduca da FE/UnB.
Palestrante: Ana Maria de Albuquerque Moreira – Doutora em Educação – Políticas Públicas e Gestão da Educação Superior, Mestre em Educação – Políticas Públicas e Gestão da Educação, e Pedagoga pela Universidade de Brasília – UnB. Professora Adjunto III do Departamento de Planejamento e Administração (PAD) da Faculdade de Educação da UnB. Atua principalmente nos seguintes temas: planejamento e gestão educacional.
 18h – Homenagem a Chico Mendes – Ângela Mendes (filha do Chico Mendes)
O legado histórico dos 30 anos do assassinato do sindicalista e ambientalista
 20h – Encerramento – Atividade Cultural
 

Dia: 02/06/2018 (Sábado)

 8h30 – Mesa Tema: Ecossocialismo
Abrir um debate mais estratégico sobre o resgate da herança histórica de luta da humanidade pela justiça social, pela democracia como valor essencial e pelo direito à diferença (de gênero, da diversidade cultural dos povos e de orientações sexuais e religiosas). As novas formas de luta em defesa do meio ambiente e de uma economia voltada para o conjunto do povo em detrimento do grande capital.
Palestrante: Luiz Soares Dulci – Educador, ex-ministro da Secretaria Geral no governo Lula.
Palestrante: Isabel Freitas – Assistente Social, especialista em saúde pública, educação popular (Movimento de Educação e Cultura), ativista e feminista da Marcha Mundial de Mulheres.
Palestrante: Lucélia Santos – Atriz, diretora, autora e produtora brasileira e ativista ambiental.
 
10h – Plano de Lutas e Organização Sindical
Debater e aprovar um Plano de Lutas que ao mesmo tempo garanta conquistas e que fortaleça a nossa estrutura e organização sindical.
12h30 – Almoço
14h às 16h – Grupos de Trabalho – GT`s
Tema: A escola inserida num contexto de exclusão social/econômica e os seus reflexos.
Palestrante: Olga Cristina Rocha de Freitas – MsC. em Neurociência do Comportamento, doutoranda em Ciências da Educação, Professora da SEEDF e Professora IESB
 
 Tema: Saúde (saúde do trabalhador e o adoecimento psicossocial)
Palestrante: Luciane Kozicz Reis Araujo – Mestre em Saúde Pública pela ENSP/ Fiocruz, Especialização em andamento em Psicoterapia Analítica de Grupos pela SPPB, Graduada em Psicologia pela UnB, pesquisadora do CNPq e do Núcleo de Trabalho Vivo da UnB.
 
 Tema: Meio Ambiente (a situação do cerrado e os impactos na região Centro Oeste).
Palestrantes: Rosângela Azevedo Corrêa – Graduação em História pelo Centro Universitário de Brasília (1983), mestrado em Antropologia Social (1988) e doutorado em Antropologia Social (2000) pela Universidad Iberoamericana, México. Pós-doutorado em Ecologia Humana na Universidad Autónoma de Barcelona (2016). Atualmente é professora adjunta II na graduação e na pós-graduação no Departamento de Estudos Latino-Americanos (ELA) da UnB e coordenadora da Área de Educação e Ecologia Humana na FE/UnB.
 Palestrante: Marco Antônio Baratto – Mestre em Educação do Campo e Educação Ambiental, Doutor em Política Social com ênfase em questão agrária e Direção do MST.
16h- Plenária final
Aprovação dos textos, do Plano de Lutas e Resoluções.
19h – Encerramento – Show acústico com Ana Canãs

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