Sinpro participa do FAMA com tenda Espaço Chico Mendes

O Sinpro tem marcado presença no Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA). Desde o último sábado (16) o sindicato montou, ao lado do palco principal, a tenda Espaço Educador Chico Mendes, onde recepciona estudantes, professores(as) e participantes em geral, apresentando o trabalho que o Sinpro exerce na área de educação ambiental, nas oficinas que organiza, como o Espaço Chico Mendes, na Chácara do Professor.
Além do trabalho realizado pela tenda, o Sinpro vai propor, nos intervalos das plenárias gerais, oficinas de educação ambiental (horta orgânica, minhocário) para os professores e estudantes, além da apresentação do Espaço Chico Mendes. “Aqui terão várias plenárias unificadas para discutir a conjuntura; estratégias do capital sobre a água; experiências de luta e resistência; projeto dos povos para a água; plataforma de lutas; assembleia de povos originários e tradicionais e água, dentre outros temas que serão abordados durante os quatro dias de Fórum. Paralelo às plenárias temos distribuído nosso materiais (revistas, jornais, informativos) e denunciado a crise hídrica no DF e todo o descaso do Rollemberg com o setor na capital federal”, explica o diretor do Sinpro Gabriel Magno.
O Sinpro informa que disponibilizará ônibus para as escolas que tiverem interesse em levar os estudantes de escolas públicas para o FAMA. “É um espaço de mobilização, socialização, oficinas e de formação de estudantes, professores e participantes em geral. A participação de todos e todas é de grande importância para debater e entender sobre este tema tão importante”, finaliza Gabriel.

Professores(as) que fizeram o PNEM e PNAIC podem obter os comprovantes para o IRPF

Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais do ensino médio que receberam bolsa para os cursos do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio (PNEM) ou o Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) no ano de 2017 já podem obter a declaração de renda da bolsa para a declaração de Imposto de Renda.
O Sinpro lembra que alguns pagamentos de 2016 foram enviados com atraso e pagos em 2017, portanto podem ter gerado a declaração. Para não cair na malha fina orientamos àqueles que participaram destes cursos que verifiquem, no link, se existe alguma declaração de 2017.
Os valores recebidos na forma de bolsa não são tributados, portanto todos(as) devem declarar os valores recebidos na declaração de ajuste anual.
Para fazer isso, devem acessar o link disponibilizado abaixo e imprimir o comprovante anual de rendimentos pagos a título de bolsas.
Clique aqui para acessar o link.

Nota de falecimento

É com grande pesar que a Diretoria Colegiada do Sinpro informa o falecimento do professor Hudson Leonardo França. Sempre dedicado e com muito profissionalismo, o professor de Atividades trabalhava no Centro de Ensino Fundamental 101 do Recanto das Emas e nos últimos anos também atuou como alfabetizador no CEF.
O sepultamento será às 11h desta terça-feira (20), no Cemitério de Taguatinga (Setor F, Quadra 118, Lote 801).
O Sindicato dos Professores presta toda sua solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.

Sinpro marca presença no FAMA 2018

Desde sábado, está ocorrendo em Brasília o FAMA 2018 (Fórum Alternativo Mundial da Água). Este Fórum questiona a legitimidade do Fórum Mundial da Água (que também ocorre na cidade) como espaço político para promoção da discussão sobre os problemas relacionados ao tema em escala global, envolvendo governos e sociedade civil. Os participantes do FAMA dizem “não” ao Fórum Mundial da Água, apontando a falta de independência, representatividade e legitimidade do conselho organizador, por estar comprometido com empresas que têm como objetivo a mercantilização da água.
Após as atividades autogestionadas realizadas sábado (17) e domingo (18) na UnB, o evento ocorre até quinta-feira (22), agora no pavilhão do Parque da Cidade, com plenárias unificadas, assembleias, atividades culturais, debates sobre a água e democracia.
O Sinpro marca presença com uma tenda, no qual recepciona estudantes e professores (as) e apresenta o trabalho que o Sindicato exerce na área de educação ambiental, tanto nas oficinas que organiza, como o Espaço Chico Mendes, na Chácara do Professor.
Confira abaixo a programação:

 

SINPRO-DF: 39 anos na luta junto com você

Esta quarta-feira (14/3) é uma data histórica – motivo de comemoração – para professores(as) e orientadores(as) educacionais da carreira Magistério Público do Distrito Federal. Há 39 anos, a então Associação Profissional de Professores do DF (APPDF) recebeu carta do Ministério do Trabalho, autorizando a denominação de Sindicato dos Professores no DF (SINPRO-DF).
A aparente troca do nome da nossa entidade de representação parece ter sido mera formalidade, mas, em função disso, a sua área de atuação foi ampliada, abrangendo a representação política da categoria e a defesa dos seus interesses nas esferas judiciais e extrajudiciais.
Nesse contexto, o SINPRO-DF surge pela necessidade de conquistar melhores condições de trabalho e salários mais justos – além de entrar no debate dos grandes temas locais e nacionais -, sem perder o foco na luta por uma escola pública de qualidade para todos(as).
Não à toa, e como marca da combatividade do magistério e de sua vontade de expressar o pensamento dos educadores frente aos acontecimentos, apenas dois meses após a criação do SINPRO-DF, o Sindicato sofreu intervenção federal militar. A diretoria eleita foi destituída e instalada uma junta interventora até a eleição e posse da nova diretoria, em 21/7/1980. A intervenção durou nove meses.
Os ecos da ditadura militar reduziram os sindicatos a meras agências assistencialistas, inclusive como braços do Estado nas questões de saúde e previdência social.
De lá para cá muita coisa mudou. E é claro que muito dessa mudança se deu pelo fortalecimento e atuação do SINPRO-DF – que se legitimou no dia a dia das lutas travadas pelos educadores e educadoras.
Hoje, o SINPRO-DF e a categoria se firmam como interlocutores e lideranças, criando condições necessárias para que as nossas concepções se aflorem, se dialoguem, se confrontem e busquem, na diversidade, os elementos de unidade para uma ação unificada e fortalecedora da nossa identidade de classe.
Porém, não podemos perder de vista que a valorização de fato, com salário, formação, jornada e carreira dignas, é uma conquista de todos os dias e de todas as horas.
Nos últimos três anos, o SINPRO-DF e categoria têm lutado pelo reajuste do auxílio-alimentação; pelo descongelamento da nossa remuneração; pelo cumprimento da lei das pecúnias devidas aos(às) aposentados(as); pela convocação em número suficiente os profissionais aprovados em concurso necessários ao bom funcionamento das escolas, entre outros exemplos de luta. O quadro de penúria utilizado pelo executivo local para justificar tamanho descaso não se mantém e esconde, apenas, a má gestão levada adiante pelo governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), e a sua deliberada opção por enfraquecer os serviços públicos e seus servidores.
A verdade é que vivemos tempos de truculência e desrespeito das leis que regem o Magistério, tanto na esfera local como na nacional. Está evidente um retrocesso proposital das normas vigentes para consolidar um projeto político golpista que não dialoga com as necessidades da população – sobretudo a mais carente e necessitada dos serviços públicos.
Organização do Magistério e da Classe Trabalhadora – Depois de 1930, a partir da intensa urbanização que veio concomitantemente com a industrialização, as matrículas explodiram e o magistério começou a ser ocupado crescentemente por homens e mulheres que dependiam do salário para sobreviver.
Porém, até os anos 1950, a maioria dos professores e professoras era constituída de pessoas que não subsistiam com seu salário. Ou eram homens da zona rural que, além das aulas, se dedicavam e usufruíam seu trabalho agropecuário; ou eram moças e senhoras que contavam com as rendas do pai ou do esposo.
Esta é a causa da dinâmica associativista ter-se aprofundado e expandido neste período, levando o magistério para suas primeiras e efetivas lutas sindicais.
Os anos se passaram e a necessidade de união da classe trabalhadora se tornava cada vez mais evidente.
De 1964 a 1985 perdurava no Brasil o regime militar, caracterizado pela falta de democracia, supressão dos direitos constitucionais, perseguição política, repressão, censura e tortura. Porém, no final da década de 1970 e meados dos anos 1980 inicia-se no país um amplo processo de reestruturação da sociedade. Este período registra, ao mesmo tempo, o enfraquecimento da ditadura e a reorganização de inúmeros setores da sociedade civil, que voltam aos poucos a se expressar e a se manifestar publicamente, dando início ao processo de redemocratização.
Neste cenário de profundas transformações políticas, econômicas e culturais, protagonizadas essencialmente pelos movimentos sociais, surge o chamado “novo sindicalismo”, a partir da retomada do processo de mobilização da classe trabalhadora. Estas lutas, lideradas pelas direções sindicais contrárias ao sindicalismo oficial corporativo, há muito estagnado, deram origem à Central Única dos Trabalhadores – fundada em 28 de agosto de 1983 -, resultado da luta de décadas de trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade pela criação de uma entidade única que os representasse. A CUT, maior central sindical do país, baseia-se em princípios de igualdade e solidariedade, e tem como principais objetivos organizar, representar sindicalmente e coordenar a luta dos trabalhadores e trabalhadoras da cidade e do campo, do setor público e privado, ativos e inativos, por melhores condições de vida e de trabalho e por uma sociedade justa e democrática.
Mais à frente, em 1988, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) – então Confederação dos Professores do Brasil – filia-se à CUT, assumindo seu caráter classista, autônomo e democrático, cujo compromisso é a defesa dos interesses imediatos e históricos da classe trabalhadora.
As ações da Confederação desde então têm se intensificado, lutando em defesa do Plano Nacional de Educação, do piso salarial profissional nacional e da carreira para os profissionais da educação básica, do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb, dos Royalties do Petróleo. Também é expressiva a atuação contra as reformas trabalhista e da previdência.
A Secretária de Finanças da CNTE e do SINPRO-DF, Rosilene Corrêa, observa que um aspecto importante vivenciado pela educação brasileira com o golpe de 2016 foi a desfiguração do Fórum Nacional da Educação, espaço até então participativo de construção de processos de monitoramento e avaliação de políticas educacionais. E, por meio de decreto, o governo golpista desconstruiu o calendário da Conferência Nacional de Educação de 2018.
“Em resposta às ações antidemocráticas e como demonstração de que a sociedade civil não tolera intervenções unilaterais, a CNTE articulou com entidades e profissionais da educação, estudantes e organizações da sociedade civil a construção do Fórum Nacional Popular da Educação. Este, em respeito à comunidade educacional e como reafirmação do compromisso com uma educação verdadeiramente transformadora, convocou a Conferência Nacional Popular da Educação. A CONAPE está sendo construída por meio de conferências municipais e/ou intermunicipais, e conferências estaduais. A etapa nacional será em abril de 2018”, destaca a dirigente.
Somos Fortes! Somos CUT! – Como a segunda maior Confederação brasileira filiada à CUT, a CNTE em sua luta extrapola as questões específicas da categoria, discutindo temas polêmicos como: exploração do trabalho infantil, reforma agrária, emprego, saúde no trabalho, racismo e opressão de gênero, contribuindo para uma maior participação no cenário político-social do Brasil.
Por isso mesmo, a luta por educação pública, de qualidade e democrática está nas raízes da CNTE, entidade que representa cerca de quatro milhões de trabalhadores em educação, associados em 50 entidades filiadas – inclusive o SINPRO-DF.
Os educadores são, junto aos rurais, a categoria mais numerosa, ligada organicamente às CUTs Estaduais e à Nacional. O símbolo mais forte desta presença foi a eleição, no ano 2000, do professor João Antonio Felício, ex-dirigente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP), para a Presidência Nacional da CUT.
De acordo com o professor João Felício, a CUT é “a mais bela experiência da classe trabalhadora nos últimos tempos”. Não somente “bela experiência”, no sentido estético, mas expressão cada vez mais politizada da ação pedagógica dos educadores, que transborda das escolas para a sociedade.
A grande lição que tiramos dessa união de classe e da estrutura formada pelo SINPRO-DF, CNTE e CUT é que essas entidades permitiram, e permitem, aos profissionais da educação muito mais do que reivindicar questões próprias da categoria, mas exigir dos governos um país digno, igualitário e melhor para todos e todas.
Confira abaixo imagens das diretorias eleitas:


Confira abaixo imagens da categoria na luta:

Sinpro participa do FAMA com tenda Espaço Chico Mendes

O Sinpro tem marcado presença no Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA). Desde o último sábado (16) o sindicato montou, ao lado do palco principal, a tenda Espaço Educador Chico Mendes, onde recepciona estudantes, professores(as) e participantes em geral, apresentando o trabalho que o Sinpro exerce na área de educação ambiental, nas oficinas que organiza, como o Espaço Chico Mendes, na Chácara do Professor.
Além do trabalho realizado pela tenda, o Sinpro vai propor, nos intervalos das plenárias gerais, oficinas de educação ambiental (horta orgânica, minhocário) para os professores e estudantes, além da apresentação do Espaço Chico Mendes. “Aqui terão várias plenárias unificadas para discutir a conjuntura; estratégias do capital sobre a água; experiências de luta e resistência; projeto dos povos para a água; plataforma de lutas; assembleia de povos originários e tradicionais e água, dentre outros temas que serão abordados durante os quatro dias de Fórum. Paralelo às plenárias temos distribuído nosso materiais (revistas, jornais, informativos) e denunciado a crise hídrica no DF e todo o descaso do Rollemberg com o setor na capital federal”, explica o diretor do Sinpro Gabriel Magno.
O Sinpro informa que disponibilizará ônibus para as escolas que tiverem interesse em levar os estudantes de escolas públicas para o FAMA. “É um espaço de mobilização, socialização, oficinas e de formação de estudantes, professores e participantes em geral. A participação de todos e todas é de grande importância para debater e entender sobre este tema tão importante”, finaliza Gabriel.

5º Festival de Capoeira Adaptada é destaque do Programa Alternativo

 O Programa Alternativo deste sábado (17) mostra o 5º Festival de Capoeira Adaptada do Distrito Federal. O projeto apresenta à sociedade toda a alegria e disposição do estudante especial, e tem o objetivo de integra-lo à sociedade, mostrando que ele também é capaz de viver, de sonhar e de fazer capoeira.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Protesto marca um ano da queda do muro do CED 04 de Taguatinga

Professores(as), estudantes, servidores(as), membros da comunidade escolar e a direção do Centro Educacional 04 de Taguatinga realizaram uma manifestação pacífica e pedagógica durante a manhã desta sexta-feira (16) com o objetivo de alertar as autoridades locais da necessidade de reconstrução do muro do CED 04. O muro do colégio caiu no dia 16 de março de 2017 e até o momento o Governo do Distrito Federal não fez nada. Segundo professores e pais de alunos, da forma como está o restante do muro o risco para todos que passam pelas proximidades do CED é muito grande.
Durante a manifestação, que teve a participação maciça da comunidade escolar, um bolo foi cortado para simbolizar o descaso do GDF e os presentes deram um abraço simbólico na escola. Para a estudante Ana Elisa, o governo deveria valorizar a educação e a segurança dos professores e estudantes da escola.
O Sinpro tem cobrado do GDF uma solução para o muro do CED 04, que hoje completa um ano de descaso. O Distrito Federal tem várias escolas públicas que precisam de uma reforma urgente, situação que acarreta riscos não somente para os(as) professores, orientadores(as) educacionais e servidores, mas para os estudantes e a comunidade.

Queda nos investimentos sociais e segurança alimentar são temas de debate no FSM

A queda nos investimentos sociais, especialmente para a reforma agrária e o Bolsa Família, além de outros desmontes de políticas públicas determinados pelo governo golpista de Michel Temer (MDB), foram fortemente criticados na Oficina Produção de Alimentos e Soberania Alimentar, realizada na quinta-feira (15), na Tenda da CUT, no Fórum Mundial Social 2018, em Salvador.
É um ataque a um direito humano essencial que é a alimentação, criticou a presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Elisabetta Recine. “O que está evidenciado, neste momento, é um retrocesso nas conquistas, nas reduções das desigualdades”. Para Elisabetta, é inadmissível o Brasil voltar ao Mapa da Fome por causa das medidas de redução de gastos nas políticas de saúde, nos programas sociais e no programa de apoio a agricultura familiar.
“Precisamos resistir, conversar com a sociedade brasileira para que ela perceba que não é admissível que haja fome e desigualdade no Brasil. O país fica pior para todos, não só para quem tem fome”, disse a dirigente.
Os avanços durante os governos Lula e Dilma
O professor Sérgio Sauer, da Universidade de Brasília (UnB), lembrou que o Brasil avançou bastante no direito à alimentação durante os governos Lula e Dilma. Mas, o golpe e a política de austeridade, com o corte de 96% nos programas sociais, como o programa de aquisição de alimentos, o Minha Casa Minha Vida, Luz para Todos, e a retirada de 1,5 milhão de famílias beneficiárias do Bolsa Família, entre outras perdas de direitos, deixaram mais vulnerável a população.
“O primeiro aspecto que afeta as famílias, é a alimentação”, diz o professor, que complementa: “A política de valorização do salário mínimo nos governos Lula e Dilma, foi um programa chave de combate à fome e a pobreza, mas agora com reajustes abaixo da inflação, tem o menor valor em 24 anos”.
Agricultura Familiar e Segurança Alimentar
Carmem Foro, vice-presidenta da CUT, afirma que o tema do direito à terra e alimentação é um tema mundial, mas no Brasil, a fome, por exemplo, só foi de fato enfrentada pelo governo Lula que, no dia da posse do primeiro mandato disse que o objetivo principal dele era que todos os brasileiros fizessem três refeições por dia. “E, com isso ele acabou com a fome no Brasil”.
Para ela, “estamos falando de uma questão estrutural que o Brasil enfrenta há muito tempo, mas só no governo Lula, como decisão política e pessoal dele, passamos a tratar desse problema”, disse Carmen, lembrando que as políticas públicas do ex-presidente ajudaram a tirar o Brasil do Mapa da Fome.“Mas, agora, com esse governo golpista, corremos o risco de voltar”, enfatiza. De acordo com Carmen, é estratégico que se façam debates sobre o orçamento em políticas públicas para a agricultura familiar. É preciso fazer do campo brasileiro um espaço digno de vida, e não de miséria”.
Marielle Franco
Um grupo de participantes do FSM promoveu, na manhã desta quinta-feira (15), um ato em protesto contra o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ). A manifestação ocorreu na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Com faixas, cartazes e muita indignação, os manifestantes se reuniram às 10 horas para exigir a solução do caso.
Com gritos de “Marielle, presente”, os manifestantes caminharam pelo campus da UFBA, no bairro de Ondina, na capital baiana. De acordo com organizadores do ato, cerca de três mil pessoas participam do protesto.
(Com informações da CUT e Revista Fórum)

Campanha do Sinpro aborda a falta de orientador educacional nas escolas do DF

O(a) orientador(a) educacional tem um importante papel dentro da escola. Além de ser um dos membros da equipe escolar, ao lado do(a) diretor(a) e do(a) coordenador(a) pedagógico(a), é o principal responsável pelo desenvolvimento pessoal de cada estudante, dando suporte à sua formação como cidadão, à reflexão sobre valores morais e éticos e à resolução de conflitos. Mesmo diante disto o Governo do Distrito Federal não nomeia os concursados e ainda não valoriza o profissional enquanto integrante da carreira do magistério público. O descaso do GDF é notório, uma vez que mais de 200 escolas não tem nenhum orientador.
Dando continuidade à luta por uma educação pública de qualidade e pelo respeito ao magistério, o Sinpro lança a campanha: Minha escola não tem orientador(a) educacional. E agora, Rodrigo? Além de mostrar à sociedade a carência de orientadores(as) na rede pública de ensino, a campanha tem o objetivo de denunciar, mais uma vez, a manobra do GDF em não nomear os orientadores aprovados no último concurso público (2014). 1.013 profissionais da área ainda aguardam a nomeação.
Com o objetivo de traçar as escolas da rede pública que não têm orientador educacional, o sindicato solicita que os(as) professores(as) e os(as) orientadores(as) identifiquem as escolas que não têm este profissional.
   
 
Orientadores efetivos entram na luta
Em 2008 mais de 300 orientadores educacionais foram nomeados após insistentes cobranças dos orientadores efetivos, que apontavam a necessidade de mais profissionais nas escolas públicas. Durante a manhã desta sexta-feira (09) o Sinpro se reuniu com os orientadores de Ceilândia para debater a carência de profissionais na rede. A reunião acontecerá em outras regionais e a luta dos efetivos será fundamental para a nomeação de todos os concursados.
Segundo o diretor do Sinpro Luciano Matos, a falta de orientador na rede provoca uma precarização do serviço público, tendo em vista que a demanda pela atuação deste profissional junto aos estudantes, professores e comunidade tem aumentado a cada ano. “Embora o governo tenha nomeado 40 profissionais no dia 06 de março, alguns não tomaram posse, pois já haviam passado em outros concursos, mantendo a carência na rede. Mesmo com estas nomeações, o governo ainda não cumpriu o edital, que era de convocar 50 orientadores. A nomeação de todos os profissionais aprovados no último concurso público contribuiria por uma educação pública de qualidade, haja vista que o orientador trabalha com todos os segmentos da escola e da comunidade, diminuindo conflitos e problemas existentes no ambiente escolar”, finaliza o diretor.

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