Sinpro completa 38 anos na luta

Nesta terça-feira (14/3), o Sinpro completa 38 anos de luta fazendo o que sabe melhor: lutando para transformar a história da carreira Magistério Público do DF.
Não à toa, amanhã damos início a nossa greve, integrando o movimento nacional pela Educação. >>> Clique aqui e leia o Manual da Greve
A luta do Sinpro se confunde com a luta da sociedade do Distrito Federal na busca incessante por liberdades, por democracia, por melhores salários e condições de trabalho, por ética na política, por respeito aos trabalhadores, por uma escola pública de qualidade para todos e todas.
Mas é fundamental dizer que nada dessa história seria possível sem o empenho, o comprometimento e a consciência de classe dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais em torno de sua representação – o Sinpro-DF.
História – Em 14 de março de 1979 nascia o Sindicato dos Professores no Distrito Federal, entidade de luta reconhecida como uma das mais importantes do Brasil. Desde então, a categoria tem conquistado importantes vitórias. As lutas contra a perda de direitos e por melhorias salariais e de trabalho digno para os professore(as) foram duras, mas a garra de todos(as) nos levou a diversas vitórias.
Mesmo com tantas dificuldades o Sinpro se consolidou como uma entidade de luta, se engajando em todas as batalhas por igualdade, respeito, democracia e solidariedade que mobilizaram a sociedade brasileira ao longo desse tempo. De 5.485 filiados no primeiro ano, passamos hoje a mais de 35 mil sindicalizados(as).
Desde a sua fundação, ainda como Associação Profissional dos Professores do DF, foram muitos desafios, não apenas pela garantia de uma educação pública de qualidade. De lá para cá acabou a ditadura, a duras penas foi conquistada a redemocratização e uma nova Constituição que deu mais liberdade à livre organização dos(as) trabalhadores(as). Durante esse tempo as lutas foram árduas contra a perda de direitos, contra a visão neoliberal do Estado mínimo, contra a flexibilização da legislação trabalhista e por melhorias salariais e de trabalho para a categoria.
Mas a despeito de todas as dificuldades, o Sinpro se consolidou ao longo do tempo como uma entidade cutista, de classe e de luta, se engajando em todas as batalhas por igualdade, respeito e solidariedade que mobilizaram a sociedade brasileira ao longo desse tempo.
Por sermos uma categoria aguerrida, na mesma medida em que são os desafios, a nossa capacidade de união e combate é o que nos assegura e fortalece nas horas mais difíceis, como nos enfrentamentos que tivemos no ano passado em prol da valorização da carreira, das condições de trabalho e do cumprimento das leis que tangem o magistério público do DF.
Estes 38 anos são só o começo de muitos outros que virão com o Sinpro e a categoria unidos e mobilizados por avanços e novas conquistas! Parabéns a todos e todas que não desistiram da luta e constroem esta história.
Nossa luta e nossa história continuam!!!


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CLDF debate a importância dos Orientadores Educacionais, nesta terça

A Câmara Legislativa do DF realiza, nesta terça-feira (14), a audiência pública “A importância dos orientadores educacionais na escola”.
Iniciativa do deputado Professor Israel (PV), a atividade será às 19h, no Plenário da CLDF.
A diretoria colegiada do Sinpro estará presente e convida a categoria a também comparecer neste importante momento, no qual a contratação de orientadores para as escolas públicas é uma necessidade absoluta.
Vale lembrar que esta atividade faz parte da agenda de mobilização da greve.

Sinpro realiza assembleia de Previsão Orçamentária para 2017

A diretoria colegiada do Sinpro convoca todos(as) os(as) professores(as), orientadores(as) educacionais e especialistas em educação da rede pública de ensino, bem como os(as) professores(a), orientadores(a) educacionais e especialistas em educação autônomos e aposentados, na base territorial do Distrito Federal, para Assembleia Geral Ordinária com vistas a deliberar sobre a Previsão Orçamentária para o ano de 2017.
O evento será realizado no dia 13 de março de 2017 (segunda-feira), às 18h, em primeira chamada, no auditório da sede do Sindicato dos Professores, localizada no Setor de Indústrias Gráficas – SIG Q. 06 – Nº 2.260.
Não havendo número legal para a instalação da assembleia na hora marcada, os trabalhos terão início meia hora após, em segunda convocação, a fim de deliberarem sobre a ordem do dia acima citada.
Participe!!!

No Sinpro, parlamentares debatem reforma da Previdência e PDE

Parlamentares do Distrito Federal participaram de um debate, na sede do Sinpro, sobre o Plano Distrital de Educação (PDE) e a reforma da Previdência – temas que norteiam a Greve Geral Nacional da Educação, por tempo indeterminado, a partir da próxima quarta-feira (15/3).
A atividade ocorreu na manhã desta segunda-feira (13/3) e, para tal, foram convidados os 24 deputados distritais, os oito deputados federais e os três senadores do DF.
O distrital Wasny de Roure (PT) lembrou que o momento é adverso no plano local, mas que a greve será vitoriosa. “O governo do DF tem dificuldade para ouvir; está numa posição ‘cristalizada'”, disse. O parlamentar enfatizou que será necessária “uma ampla mobilização social, não apenas dos professores, mas da sociedade. Wasny lembrou do debate que será realizado na Câmara Legislativa e defendeu o tratamento diferenciado entre homens e mulheres e a manutenção da aposentadoria especial para o magistério nas regras previdenciárias.
Para Chico Vigilante (PT), o governo federal monta “armadilhas e ilude as pessoas com o discurso de que o país está quebrado para justificar reformas danosas aos trabalhadores. No caso da Previdência, a solução é a derrubada da PEC no Congresso”, afirmou. Chico reforçou que o governador Rollemberg adere a este ideário e “tenta implantar aqui no DF as mesmas medidas antipopulares, contra os trabalhadores, que retiram direitos”. Para ele, é preciso ir às ruas combater e denunciar os autores dessas reformas.
“A população não se aposentará no Brasil e a categoria docente, formada em sua maior parte por mulheres, será penalizada duas vezes”, disse a deputada federal Érika Kokay (PT). “Montaram um projeto de Brasil que, na verdade, representa a ausência de um projeto de país, de nação, de desenvolvimento nacional. Querem destruir os espaços públicos de construção coletiva, atacando a educação e os educadores com a reformas previdenciária e trabalhista. Mas estamos em movimento para barrar esses retrocessos”, afirmou.
O senador Hélio José (PMDB) enfatizou a disposição de luta do Sinpro e seu peso na história política do DF. Vice-líder do PMDB no Senado, Hélio assegurou que 2/3 da bancada não votam na PEC da Previdência do jeito que ela está.
De acordo com o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto, a hora é de intensificar a luta, fazer o enfrentamento e “trazer as pessoas para o nosso lado”. Na mesma linha, o secretário-geral da entidade, Rodrigo Rodrigues, destacou que o governo federal não tem legitimidade para encaminhar reformas, mas os parlamentares têm que ter compromisso. “Eles [parlamentares] têm responsabilidade nisso e devem se posicionar e votar contra esses projetos que visam a retirar direitos”.
Os deputados distritais Cristiano Araújo (PSD), Reginaldo Veras (PDT) e Chico Leite (Rede), assim como os federais Izalci (PSDB) e Roney Nemer (PMDB) enviaram representantes e se colocaram à disposição da categoria para discutir a pauta da greve. Todos os presentes receberam do Sindicato uma carta fundamentando a posição do Sinpro sobre a adesão à greve nacional.
Os demais parlamentares não compareceram ao evento e nem enviaram representantes.
>> Clique aqui e leia a carta aos deputados distritais
>> Confira a carta aos deputados federais e senadores
 

Atenção, professores!

O Departamento Jurídico do Sinpro solicita aos professores e professoras relacionados na listagem abaixo que compareçam o quanto antes na sede ou subsedes do Sinpro para tratar de assunto do seu interesse. Se você conhece alguma destas pessoas, por favor, informe-a que ela está sendo procurada pelo sindicato.
 
 MARÇO/2011
VERA LUCIA RIBEIRO
 ABRIL/2011
HELIANE SILVA DE SOUZA
MARIA ELENA
MAIO/2011
CELIA RIOS CARNEIRO
NELIA MARIA DA SILVA
 
JULHO/2011
ELUISA MARIA DE MAGALHÃES MALAQUIAS
IOLIVAN FERNANDES DE ARAUJO
 
NOVEMBRO/2011
LIDIA BARBOSA SOARES
 
MARÇO/12
 ANDREIA APARECIDA FONSECA
HELIANE SILVA FERNANDES
MARIA DA PENHA VIEIRA TAVARES
JUNHO/12
JOACY OLIVEIRA MACHADO
RAIMUNDA HELENA DE OLIVEIRA BRESSANE
JULHO/12
MARIA APARECIDA DE SOUSA SANTOS
MIRIAM DAS GRAÇAS DE MELO DAMASCENO
NIZE GLAUCIA JACOBINA CASTRO
SETEMBRO E OUTUBRO/12
ANTONIO FERREIRA DE SOUSA
ODMAR MARCOS DE MEDEIROS AZEVEDO
ROSIMAURA RIBEIRO DA SILVA
NOVEMBRO E DEZEMBRO /12
PEDRO HENRIQUE AMORIM DOS SANTOS
JANEIRO /13
MARIA DE FATIMA  CLAUDINO SILVA
ABRIL E MAIO /13
LUCIANO MOREIRA MARINHO
JULHO /13
ELIANE MARIA BARNABE CERQUEIRA
ELISABETE ALVES DE SOUSA
JOANA MARIA GIANZANTI
MARGARETH NASSER
ORLANDO DA SILVA SANTOS FILHO
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MARIA APARECIDA RODRIGUES DE SOUSA
OUTUBRO /13
FATIMA D’ABADIA VIEIRA DA COSTA
GLAUCIA NOGUEIRA ALVES
DEZEMBRO /13
WALMIRA SILVA
FEVEREIRO /14
MARIENE ROCHA
NIEDJA TEIXEIRA MACIEL FIGUEIREDO
JUNHO /14
MARILDA RODRIGUES MOREIRA
WALMIRA SILVA
NOVEMBRO/2014
IVANA JURACI RORIZ OLVEIRA
DEZEMBRO/2014
EDILEUSA PEREIRA DE OLIVEIRA
HELENA GOMES DE LIMA
FEVEREIRO/2015
EDNA ARAUJO NEVES
MARIA TERESA BACELAR DE CARVALHO
RAYMUNDA ROSA DE OLIVEIRA NASCIMENTO
TELMA OLIVEIRA SANTOS
JUNHO/2015
SANDRA ISABEL GIMENES CARVALHO
JANEIRO/ 2016
ANTONIO CARLOS DE MEDEIROS
CARLOS HUMBERTO DA SILVA
ESTER LESSA DA SILVA LOPES
MARA  FELICIA DA SILVA RODRIGUES
SEBASTIANA LEA DA CRUZ OLIVEIRA
FEVEREIRO/ 2016
PATRICIA MOREIRA ALVES
ABRIL/2016
IRACY SALES DE SOUTO
NELMA DINIZ ALVES
ROSILEY SOARES ANTUNES
VANIA TEREZINHA DE LIMA TEIXEIRA
MAIO/2016
MARIA DO DESTERR0 FONTENELE
MARIA EUGENIA DE OLIVEIRA
MAURICIO MEIRA DE SOUSA
VANIA TEREZINHA DE LIMA TEIXEIRA
VERA LUCIA RODRIGUES DE MENDONÇA
JUNHO/2016
DOURIVAL ALVES DE OLIVEIRA
LIONARDA RODRIGUES LOPES
MARIA EUGENIA DE OLIVEIRA MENDES
MARIA LUSA MATEUS DE OLIVEIRA MOREIRA
MARIA TERESA DE ARAUJO DOS SANTOS
MARLY DA SILVA CANARIO SANTOS
ODILARDO NETO DE FATIMA
ZELIA CRISTINA SILVA PINHO
AGOSTO E SETEMBRO/2016
ANTONIA ROSILENE ALVES LIMA ANDRADE
ANTONIO CARLOS DE MEDEIROS
CLAUDIA PEREIRA DA SILVA
ELISA GERALDA FEITOSA
LUZIA FERREIRA DE MORAIS
MARIA TERESA DE ARAUJO DOS SANTOS
ROSILEY SOARES ANTUNES
VANIA DE FATIMA MEIRA
OUTUBRO/2016
ANA CRISTINA DE OLIVEIRA FONSECA
MARIA CORACI GOMES DOS SANTOS
ORMEZINA APOLIANO MOREIRA
REGIANE PEREIRA
SANDRA REGINA PEREIRA DOS SANTOS
DEZEMBRO/2016
ELIENE FERREIRA DE OLIVEIRA
FEVEREIRO/2017
LUCI VANDA GUEDES MOURÃO
SHIRLEY DOS SANTOS
MARÇO/2017
ANTONIO TEIXEIRA DO CARMO FILHO
ABRIL/2017
IVAN FERREIRA DE BARROS
___________________________________________________________________________
JOSE VANDERVAL CHAVES DE OLIVEIRA
SOLANGE ALMEIDA B DOS ANJOS
SONIA MARIA E DA SILVA BRITO
VANIA DE FATIMA MEIRA
AGOSTO/2017
SHIRLEY DOS SANTOS
MARILIA GOMES DOS SANTOS
JULHO/2018
ANDRE CONCEIÇÃO DO CANTO
AGOSTO/2018
EMILIANE GONÇALVES – FALECIDA
MARIA APARECIDA LEITE DE ARAUJO MORAIS
SETEMBRO/2018
ADRIANA PEREIRA BARROS
ELIANA ROMAO BATISTA DA COSTA
MARIA CRISTINA DE PAULA
MARINEY GONCALVES MOREIRA
MARISTELA  MENEZES DA SILVEIRA  RIBEIRO
NELMARA MILCA CERQUEIRA ALVES
SAMUEL MORAIS PEREIRA

MARÇO/2019
– ANA CLÁUDIA SILVA CASSIMIRO
– LORAINE SEBASTIANY DOS SANTOS AMARAL
– MARGARIDA DA CONCEIÇÃO OLIVEIRA
– MARIA APARECIDA BORGES DE SOUSA
– RONALDO IUNES
– SANDRA GOMES DE AZEVEDO

Programa Alternativo mostra Feira de Ciências do CEM 304 de Samambaia

Uma Feira de Ciências realizada por estudantes do Centro de Ensino Médio 304 de Samambaia será o destaque do Programa Alternativo deste sábado (11). Segundo uma professora do CEM, a Feira tem o objetivo de estimular os estudantes às ciências exatas. “Além da parte teórica, este projeto oferece a oportunidade deles terem respostas práticas. Aqui ele começa a questionar, fomenta este incentivo a tecnologias, a dissociar o senso comum e o científico. A grande importância da Feira é fazer e pensar junto”, salienta a professora Samantha.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Sinpro exige Escola Parque de qualidade e estrutura para todos e todas

O Conselho de Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal, em parceria com o Sinpro, entrarão com um mandado de segurança para garantir o direito da Escola Parque para todos e todas. Desde segunda-feira (06), início das atividades nas escolas parque, uma série de reclamações tem sido feitas pela comunidade escolar. Segundo os relatos, os ônibus não estão cumprindo horário, chegando muito atrasados, devido ao atraso vários estudantes não conseguem se alimentar, o refeitório não comporta o número de estudantes e não tem colchonete suficiente para eles descansarem.
Toda esta falta de planejamento só confirmou o que o Sinpro denunciou no final de 2016. Em dezembro a Secretaria de Educação do DF apresentou uma proposta de promover uma educação em tempo integral com um número mínimo de estudantes. O projeto excluiria grande parte dos alunos das Escolas Parque.
Durante uma audiência pública realizada no auditório da Escola Parque 313/314 Sul, o diretor do Sinpro Polyelton de Oliveira afirmou que caso o projeto da SEE seja concretizado, os 70% dos estudantes das escolas públicas do DF que hoje tem acesso a uma Escola Parque deixarão de ser contemplados. Hoje, 43 escolas são atendidas nas 5 Escolas Parque e a meta da secretaria, respeitando o novo modelo, é de apenas 17 escolas atendidas a partir de 2017.
Para a diretora da Secretaria de Saúde do Sinpro Gilza Lúcia, o sindicato quer garantir o direito de uma Escola Parque com qualidade e estrutura necessária para todos, exemplo de como era.  “Nós continuamos afirmando que a Escola Parque é um direito de todos e que a forma de mudança imposta, trouxe um transtorno pela falta de planejamento. Exigimos Escola Parque em todas as cidades para que todos tenham acesso”, finaliza Gilza.

Greve começa em 15 de março e não tem data para terminar

Os/as professores/as da rede pública de ensino do Distrito Federal irão paralisar suas atividades por tempo indeterminado a partir do dia 15 de março. A greve foi aprovada na Assembleia Geral do dia 13 de fevereiro. A categoria entendeu que o Governo do Distrito Federal (GDF) tem descumprido leis distritais e provocado sucessivos prejuízos salariais, sucateamento das escolas e aviltamento das condições de trabalho.
“O GDF não apresenta nada de concreto à comissão de negociação e não encaminha nossa Pauta de Reivindicações. Além do que, não cumpre a Meta 17 do Plano Distrital de Educação, o PDE; não paga a tabela de setembro de 2015 do Plano de Carreira, não ajusta o tíquete alimentação; atrasa, insistentemente, o pagamento do 13º salário”, informa a diretoria colegiada do Sinpro-DF.
A categoria também reivindica a isonomia com as carreiras de nível superior do DF, conforme estabelece a Meta 17 do PDE. A comissão de negociação tem discutido com o GDF os parâmetros para elaboração do cálculo da média salarial, mas o governo não cumpre a legislação. A Lei do PDE estabelece, na Meta 17, que os professores devem receber, no mínimo, a média das categorias de nível superior do DF.
ATAQUES FEDERAIS –  A paralisação dos professores do DF se soma à greve geral nacional do setor de educação contra as reformas em tramitação no Congresso Nacional, sobretudo a da Previdência, que elimina o direito à aposentadoria da maioria dos trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada.
Com a reforma, os/as professores/as vão perder definitivamente o direito à aposentadoria especial e serão nivelados à regra geral do INSS. A PEC 287/16 eleva e iguala a idade mínima para aposentadoria dos/as trabalhadores/as da iniciativa privada e do serviço público em 65 anos de idade. Isso irá aumentar o tempo de trabalho dos/as professores/as.
Atualmente, professores podem se aposentar com salário integral aos 55 anos ou 30 anos de contribuição e, as professoras, aos 50 anos de idade ou 25 anos contribuição. Ao elevar e igualar a idade mínima para aposentadoria, o governo federal obriga as professoras, que hoje podem se aposentar aos 50 anos, a trabalharem mais 15 anos para conseguir se aposentar. Os professores, por sua vez, que hoje podem se aposentar aos 55 anos, terão de trabalhar mais 10 anos para se aposentar.
Quanto ao tempo de contribuição para recebimento da aposentadoria integral, todos/as trabalhadores/as terão de contribuir por 49 anos. O valor da aposentadoria, contudo, será calculado de acordo com a média de todas as contribuições e não haverá mais paridade. Atualmente, os professores se aposentam com 30 e as professoras com 25 anos de contribuição. Com a reforma, esse tempo passa para 49 anos.
“Vamos ter de trabalhar mais tempo porque a proposta iguala a idade mínima entre homens e mulheres em tempo de contribuição e em idade. Além disso, vamos perder a aposentadoria especial pela qual lutamos durante o século XX para tê-la. Essa reforma aumenta o tempo laboral de todo mundo de forma irresponsável para 65 anos de idade e 49 anos de contribuição”, explica a diretoria.
O governo federal investe pesado em mídia para reverter a rejeição da população à reforma. O presidente da República, Michel Temer, já ameaçou de retirar o Bolsa Família se a reforma da Previdência não for aprovada e toda semana vai para a mídia dizer que quem é contra esta reforma é contra o Brasil.
“O discurso na mídia dá a impressão de que a reforma da Previdência é boa para o país, mas o trabalhador está sendo seriamente ludibriado. Não é isso que o governo Temer está fazendo. Ele está simplesmente está acabando com o direito do/a trabalhador/a de se aposentar. Para se ter uma ideia, em São Paulo, 80% dos trabalhadores não vivem até os 65 anos de idade”, afirma Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Calendário de Mobilização
11/3 – Seminário “Reforma da Previdência”, às 9h, na sede do Sinpro-DF
13/3 – Café com parlamentares, no Sinpro-DF, às 9h
14/3 – Audiência pública, no Plenário da Câmara Legislativa do DF, 19h, sobre a “A importância dos orientadores educacionais na escola”
15/3 – Manhã – Atos públicos, às 8h
16/3 – Manhã – Assembleias regionais para eleição do comando de greve
Tarde – 15h – Audiência pública sobre reforma da Previdência
Noite – reunião do comando de greve
17/3 – Agenda do comando de greve
18/3 – Ação nas rádios comunitárias e carros de som nas feiras livres
19/3 – IV Caminhada, Corrida & Passeio Ciclístico
20/3 – Manhã – Piquete
Tarde – Audiência pública sobre as Meta 17 e 20, na Câmara Legislativa do DF
21/3 – Assembleia geral, às 9h, na Praça do Buriti
 

Sinpro-DF realiza seminário sobre reforma da Previdência neste sábado (11)

O Sinpro-DF realiza, neste sábado (11), o seminário “O impacto da reforma da Previdência na vida de mulheres e homens da carreira do magistério”. O evento ocorrerá no Auditório Paulo Freire, na sede do sindicato, das 9h às 14h.
Com essa atividade, a diretoria colegiada, por intermédio da Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras, pretende instrumentalizar, formar, informar a categoria sobre os impactos da reforma da Previdência na vida de cada professor/a e orientador/a educacional.
O debate deste sábado terá um recorte de gênero por vários motivos, sendo o principal deles o fato de que todas as professoras do ensino básico do país serão triplamente prejudicadas com esta reforma. Elas irão perder vários direitos conquistados e já assegurados em lei. Além disso, a reforma irá impedir que futuros profissionais do magistério e de todas as categorias profissionais do país se aposentem.
Daí a importância de se debater o assunto, esclarecer o conteúdo das reformas e participar ativamente da luta contra as mudanças em tramitação no Congresso Nacional. Foi por isso que o Sinpro-DF realizou, nesta semana, vários debates itinerantes sobre os impactos negativos da reforma da Previdência na vida dos/as docentes e orientadores/as educacionais.
Este seminário e os debates são uma iniciativa da diretoria colegiada do sindicato para levar esclarecimentos sobre este tema a toda a categoria e prepará-la para a greve geral a partir do dia 15 de março. Participe do seminário! A reforma da Previdência irá sim afetar de forma negativa a sua vida. Venha esclarecer suas dúvidas e participar das atividades do seu sindicato!
Serviço:
Evento: Seminário “O impacto da reforma da Previdência na vida de mulheres e homens da carreira do magistério”
Data: 11/3
Hora: De 9h às 12h
Local: Auditório Paulo Freire, sede do Sinpro-DF no SIG.
Debatedores: Joana Mostafa, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Luciano Fazio, consultor em previdência social; e Camila Moreno, assessora da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados.

Inscrições para a Corrida e Passeio Ciclístico do Sinpro se encerram nesta sexta (10)

As inscrições para a Corrida e Passeio Ciclístico do Sinpro se encerram nesta sexta-feira (10). Porém, não há mais vagas para a participação na Caminhada, as inscrições estão esgotadas.
Quem quiser participar da Corrida e do Passeio Ciclístico, devem se inscrever até esta sexta-feira (10).
Mais informações podem ser obtidas na Secretaria de Cultura do Sindicato, no telefone 3343-4209.
Inscreva-se! Categoria forte é a categoria unida. As entregas dos kits começam no dia 14 de março.
Clique aqui e faça sua inscrição
Regulamento
Percurso da corrida
Percurso da caminhada
Percurso do passeio ciclístico

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