Luta do Sinpro e dos professores aposentados garante pagamento das pecúnias de 2015

Fruto de muita luta realizada pelo Sinpro e pelos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as), o Governo do Distrito Federal pagou a pecúnia da licença-prêmio de todos(as) os(as) profissionais que se aposentaram nos meses de outubro e novembro, quitando o ano de 2015. O pagamento foi realizado neste sábado (25) e o crédito já está disponível na conta destes(as) servidores(as).
A luta pelo pagamento da pecúnia, direito garantido pela Lei Complementar nº 840/2011 e que assegura que este benefício deve ser pago em até 60 dias após a aposentadoria, motivou um acampamento de nove dias no Palácio do Buriti (novembro de 2016). Neste período um grupo de diretores do Sinpro, professores(as) e orientadores(as) aposentados(as) permaneceu no local em vigília reivindicando o pagamento do benefício.
Segundo a coordenadora da Secretaria de Assuntos dos Aposentados Silvia Canabrava, o pagamento deste benefício dá tranquilidade e o sentimento de justiça àqueles que trabalharam a vida toda por uma educação pública de qualidade. “Só conseguimos este avanço no pagamento das pecúnias porque travamos uma luta muito grande com o governo. Ficamos acampados no Buriti por nove dias e estaremos firmes para lutar até que todos recebam seus benefícios”, salienta a diretora, comentando que o GDF se comprometeu em discutir com o Sinpro o pagamento das pecúnias a partir de 2016. “O GDF fez o compromisso de em março discutir com o sindicato o pagamento das pecúnias dos que se aposentaram a partir de 2016 e garantiu que as mesmas não cairão em exercício findo”.
O Sinpro continuará defendendo os(as) professores(as) e orientadores(as), cobrando do governo o cumprimento das leis e lutando pelo respeito aos direitos da categoria.

8 de março: Assembleia Geral com paralisação, às 14h30, no Teatro Nacional

A diretoria do Sinpro-DF convoca a categoria para Assembleia Geral, com paralisação, no dia 8 de março, às 14h30, no estacionamento do Teatro Nacional. Com os lemas “18% é o caminho: isonomia” e “PDE Já!”, a categoria intensifica as mobilizações pela campanha salarial.
Com o lema “Não à reforma da Previdência, nenhum direito a menos!”, adere à paralisação nacional e mundial que é contra supressão de direitos conquistados. “A Assembleia a ser realizada no 8 de março, Dia Internacional da Mulher, também tem a intenção de fortalecer a paralisação nacional e internacional das mulheres contra todo tipo de opressão e retirada de direitos”, informa Cláudio Antunes, coordenador da Secretaria de Imprensa e Divulgação do Sinpro-DF.
Em Assembleia Geral realizada no dia 13 de fevereiro, a categoria docente aprovou a greve por tempo indeterminado com início no dia 15 de março, contra a reforma da Previdência do governo federal, que visa a retirar o direito de aposentar da classe trabalhadora, sobretudo das mulheres.
Com esta reforma, o governo federal afeta duplamente as professoras, que irão ter a idade mínima para se aposentar igualada à dos homens (65) – portanto, ampliando em mais 15 anos sua atuação em sala de aula – e a categoria do irá perder também a aposentadoria especial.
A paralisação no dia 8 de março integra a greve geral das mulheres, em todo o planeta. As feministas chamam todas as mulheres do mundo a paralisarem suas atividades e irem para as ruas a fim de mostrar que os ataques aos direitos das mulheres se ampliaram ao mesmo tempo no mundo inteiro e que outros direitos são colocados em xeque de maneira brutal.
Não é somente no Brasil, mais de 30 países aderiram à greve internacional das mulheres  contra a violência e as retiradas de direitos trabalhistas. No Brasil, a pauta contra as reformas da Previdência e trabalhista integram a mobilização das mulheres no dia 8 de março. No mundo inteiro, as mulheres promovem o “Um dia sem mulher” pelo o direito à saúde e à segurança na velhice, direitos que estão sendo desmantelados e evidenciando, em vários países, a face atual do neoliberalismo.
Para as feministas, “o sexismo, a xenofobia, o racismo e a transfobia estão articulados à redução das garantias de trabalhadoras e trabalhadores e ao aumento das desigualdades e da violência, por isso, elas chamam as mulheres para uma greve internacional no 8 de março para que mulheres de diferentes partes do mundo estejam nas ruas contra todas as violências e retiradas de direitos.
Confira, a seguir, o calendário das mobilizações:
8/3 – Dia Internacional da Mulher – Realização de Assembleias Gerais nos sindicatos locais, com atos e passeatas para deliberar sobre o início da greve em cada uma das redes de ensino do país. Conferir atividades relacionadas ao Dia Internacional da Mulher
Até 14/3 – Mobilização de preparação da Greve Nacional da Educação.
Dia 15/3 – Deflagração da Greve Nacional da Educação.
Dia 25/3 – Reunião da Coordenação Nacional da Greve Nacional.
De 27 a 31/3 – Período para as entidades filiadas à CNTE e entidades parceiras realizarem avaliações do movimento paredista.
 

GDF e MEC fazem acordo para acabar com cursos da Escola Técnica de Ceilândia

Reunião dos/as docentes da ETC, nessa sexta-feira (24/2)

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai acabar com vários cursos da Escola Técnica de Ceilândia (ETC). A denúncia foi feita na manhã dessa sexta-feira (24), durante reunião dos/as professores/as e orientadores/as educacionais com lideranças do Sinpro-DF.
No encontro, professores/as da ETC informaram que a decisão chegou de forma autoritária, sem nenhuma discussão com a categoria. Apenas receberam o anúncio da Secretaria de Estado da Educação (SEEDF) de que vários cursos considerados importantes pela comunidade serão eliminados e professores/as que atuam na escola há décadas serão devolvidos/as.
Afirmaram também que isso está acontecendo porque o secretário de Educação fez um acordo com o Ministério de Educação (MEC) para introduzir, de qualquer jeito, o Pronatec na ETC. A diretoria da escola recebeu apenas um documento com uma tabela na qual a SEEDF indicava os cursos do Pronatec que vão ocupar o espaço já ocupado pelos cursos ministrados há 35 anos com professores de carreira.
Márcia Jales, vice-diretora da ETC, diz que os/as atuais professores/as não são habilitados nas áreas que eles e elas dão aula – como elétrica, corte e costura, marcenaria –, mas todos/as têm cursos nas áreas que lecionam e, por isso, formam profissionais nessas áreas. Numa reunião com a SEEDF, o governo informou que os/as professores/as que estão na escola, mesmo os/as que estão há muito tempo, serão devolvidos/as e a direção terá de ocupar as vagas com um monte de cursos do Pronatec.
“Contudo, na reunião dessa sexta, realizada na escola, a gente concordou em aceitar oferecer Pronatec, mas para as oficinas que estão fechadas, como a de mecânica, que está fechada há muitos anos, e outros, como a de corte e costura no período vespertino.E até podemos entrar na mesa de negociação para negociar, mas nada que devolva meus professores que estão lá, há décadas, fazendo a formação profissional”, afirma.
A diretoria do Sinpro-DF informa que defende as escolas de natureza especial, em particular, da Escola Técnica de Ceilândia, que irá completar 35 anos este ano e é considerada muito importante pela comunidade.
“Essa escola já formou várias gerações de profissionais e muita gente reorganizou a vida a partir do aprendizado na escola. Vamos buscar o diálogo com governo para resolver e, se não houver boa vontade, vamos pôr o bloco na rua. Se preciso, realizaremos paralisações para impedir mais um desmonte”, avisa Eliceuda França, diretora da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro-DF.
Márcia informa que os cursos ameaçados de extinção existem na escola desde a sua inauguração. “A Escola Técnica de Ceilândia foi criada, em 1982, com o nome de Centro de Educação para o Trabalho, para formar cidadãos e cidadãs em cursos técnicos e de formação inicial e continuada e já formou muito mais de cinco mil profissionais nesta cidade”.
À época, seu corpo docente foi contratado e não havia concurso público. Professores e professoras acabaram exercendo essa função de docentes nas áreas profissionais de cabelereiro, eletricista, marceneiro, corte e costura sem a habilitação de graduação. Alguns anos depois, graduaram-se e licenciaram-se e, hoje, todos têm graduação em Atividades.
“Mas de algum tempo para cá, a SEEDF passou a questionar a habilitação desses docentes, alegando, por exemplo, que professores de elétrica não são habilitados em elétrica. Só que o meu professor de elétrica está na escola há 33 anos lecionando esse curso”, afirma Márcia.
Desde que o governo avisou da intenção de acabar com as oficinas, usando como argumento a desculpa da habilitação, a categoria viu que a intenção era desmontar uma escola que há 35 anos forma gerações de profissionais na Ceilândia.
“A gente percebe que essa questão da habilitação agora é para que a gente aceite os cursos do Pronatec: um programa do MEC que contrata professores para oferecer educação profissional por meio de bolsas de tutoria, que são pagas por hora aula. Só que tem um detalhe, os professores a serem contratados pelo Pronatec também não têm habilitação. Também são contratados e basta terem experiência de regência para enfiarem esses professores nas nossas oficinas”, denuncia.
Ela informa que esse projeto da SEEDF precariza a educação profissional porque vão substituir professores de carreira, que atuam na escola há mais de 30 anos, por bolsistas, que não vão receber essa bolsa todo mês e, portanto, não terão o compromisso com a carreira do magistério público.
“Isso irá acabar com esses cursos. O fim dos cursos irá prejudicar fortemente a comunidade e toda essa precarização vai acabar com a escola pública. Estamos preocupados. A intenção deste governo é mesmo acabar com tudo. Daqui a pouco a gente não terá mais profissionais concursados para ministrar na educação profissional”, protesta.

Distribuição de carga horária dos professores e orientadores readaptados. Tire suas dúvidas

Pela primeira vez os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais readaptados(as) poderão participar do procedimento de distribuição de carga horária para readaptados. O procedimento acontecerá nesta quarta-feira (22). As portarias nº 12/2017 e 13/2017, da Secretaria de Educação do Distrito Federal, falam sobre o exercício, a lotação e atuação dos professores e orientadores que estão readaptados, fazendo também a proposta de distribuição da carga horária/atividade dos servidores da carreira magistério público do Distrito Federal.
Esta é a primeira portaria que versa sobre o exercício do servidor readaptado nas escolas públicas do DF, o documento apresenta uma segurança jurídica a mais para estes servidores. Esta segurança foi solicitada pelos próprios professores diretamente à Secretaria de Educação. O sindicato acompanhou todas as discussões para a construção da portaria, que tem o objetivo de resguardar o máximo de direitos que o professor readaptado tem. Portanto, é uma portaria nova e que vai carecer de aperfeiçoamento nos próximos anos.
Para dirimir algumas dúvidas, o Sinpro responde as questões mais polêmicas a respeito do procedimento que será feito nesta quarta-feira (22). Confira:
Onde pontuar o tempo como readaptado?
O tempo de readaptado deverá ser considerado entre os itens I a VIII da Portaria, conforme circulares editadas na manhã desta quarta-feira (22). Veja-as logo ao final da matéria.

Quem deve participar do procedimento de distribuição de carga horária do dia 22 de fevereiro?

Professores e orientadores educacionais readaptados que estejam em exercício em unidades escolares.
 
Os readaptados que têm lotação e exercício definitivo na regional e na escola onde estão devem participar do procedimento de distribuição de carga?
Sim
 
Os professores e orientadores que têm lotação provisória na regional devem participar da distribuição de carga?
Sim. Neste caso, o item 3.2 da Portaria 12/2017 concede automaticamente a lotação na regional no ato da publicação desta portaria.
 
Quem não tinha lotação definitiva na regional onde está trabalhando passou a ter?
Sim.
 
Uma vez que todos passaram a ter lotação definitiva na regional que estão atuando, como adquirir o exercício definitivo na escola onde estão?
Participando do procedimento de distribuição de carga que será realizado no dia 22 de fevereiro.
 
Caso o readaptado não queira adquirir lotação definitiva na regional onde está em exercício provisório, o que ele deve fazer?
Deve requerer à SEE a manutenção da lotação anterior à publicação desta portaria. Neste caso ele não terá direito de participar do procedimento de distribuição de carga feita no dia 22 e poderá ser ao longo do ano letivo de 2017, devolvido da unidade escolar caso não participe do novo Concurso de Remanejamento específico para professores e orientadores que estão readaptados.
 
O procedimento de distribuição de carga será feito pelo uso do SIGEPE como no caso dos professores em regência de classe via web?
Não. Ele será feito por preenchimento manual da ficha de pontuação, que está disponível na Portaria nº 13/2017.
 
Professores e orientadores readaptados podem fazer permuta?
Sim, somente após participarem do procedimento de distribuição de carga horária/atividades dos servidores.
 
Como será feita a jornada de trabalho do professor readaptado?
Conforme o item 14 da Portaria nº 12, o servidor readaptado deverá seguir a jornada da escola. Caso a escola seja de jornada ampliada, o trabalho dele será em jornada ampliada. Caso a escola funcione no regime 20h+20h, o servidor deverá trabalhar conforme o regime de trabalho da escola.
 
Caso queira, é possível o servidor trabalhar com a jornada de trabalho diferente do regime da escola?
Sim. O item 14.1 da Portaria nº 12 possibilita que mesmo que a escola esteja funcionando em regime de jornada ampliada, o readaptado fique no regime de 20h+20h. Neste caso a equipe gestora e o professor deverão solicitar à regional, de forma consensuada, a atuação em formato diferente do da escola.
Ex 1: a escola funciona em regime de jornada ampliada, mas o readaptado quer trabalhar 20h+20h. Se for do interesse da escola e do servidor, ele poderá trabalhar no regime 20h+20h.
 
Ex 2: a escola funciona no sistema 20h+20h, mas o readaptado deseja trabalhar no esquema de jornada ampliada.
Isto será possível caso as partes (direção e professor) queiram e deverá ser encaminhada a solicitação justificada à CRE (item 14.1).
 
Regime de carga horária de trabalho para atuantes em Sala de Recurso, SEAA e Sala de Apoio.
Nestes casos os servidores deverão seguir o regime de trabalho dos serviços destes espaços.
Exemplo: a sala de recurso funciona em regime 20h+20h. Neste caso não há possibilidade, nem por consenso, de que o readaptado trabalhe em jornada ampliada.
 
O readaptado pode fazer cursos da EAPE?
Sim. O item 16 garante a participação dos servidores readaptados em cursos de formação.
 
Quais os locais possíveis de atuação do readaptado?
Os readaptados deverão observar o item 17 da Portaria nº 12/2017 para definir os locais que desejam concorrer. As direções de escola também devem observar estes espaços, que podem ser disponibilizados para atuação dos servidores readaptados.
 
Quem já atua em algum espaço citado no item 17 poderá perder o espaço no processo de distribuição de carga?
O item 17.4.1 destaca situações de servidor que já se encontre readaptado no dia da publicação desta portaria. Neste caso ele terá assegurado a sua permanência no atendimento a que já realiza.
 
O readaptado poderá atuar em área que necessite de entrevistas?
Sim, mas deverá ser observado o item 17.6, onde é exigido que haja compatibilidade de formação em entrevista e cumprimento das normas da portaria de procedimento de remanejamento interno e externo realizado com os professores no ano de 2016.
 
Haverá Concurso de Remanejamento Interno e Externo para professores readaptados?
Sim. Até o final de 2017 haverá o primeiro Concurso de Remanejamento Interno e Externo para professores e orientadores readaptados que desejarem mudar de unidade escolar.
 
Readaptado pode atuar como tutor de educação à distância?
Sim. Mas para o procedimento de distribuição de carga do dia 22 terão prioridade apenas os que já atuam. As demais vagas serão abertas no procedimento de remanejamento.
 
Readaptado pode atuar na sala de recurso, como itinerante, como intérprete, na sala de apoio e/ou no SEAA (Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem)?
Sim. Mas terão prioridade no dia 22 aqueles que já atuam. As demais carências deverão seguir a orientação do item 20 da Portaria 12/2004, onde estas vagas serão disponibilizadas somente quando do procedimento de remanejamento interno e externo para servidores readaptados em Centros de Ensino Especial, PROEM, Escolas Meninos e Meninas do Parque, Núcleo de Ensino de Unidades de Internação Socioeducativas e Centro de Educação 1 de Brasília.
 
Quantos servidores readaptados cada escola tem direito de ter?
Para saber a quantidade, cada escola deve observar o capítulo 5 da Portaria 12/2017, observando também os itens 21 a 21.9.
 
Por que o readaptado deve preencher o quadro de pontuação?
O quadro de pontuação estabelecerá uma ordem de classificação entre os servidores readaptados na unidade escolar. Mesmo que a escola não tenha readaptados excedentes, a classificação deve ser feita, já que ela irá compor o quadro de carências a serem apresentadas no concurso de remanejamento para readaptados. Em caso de servidores que venham a exceder ou se readaptar posteriormente, esta classificação serve de referencial para estabelecer quem tem direito de permanecer na escola e quem deverá obrigatoriamente participar do procedimento de Concurso de Remanejamento.
 
Qual quadro de pontuação deve ser seguido?
O item 24 da Portaria nº 12 apresenta o quadro de pontuação. O mesmo quadro é apresentado na Portaria nº 13, demonstrando claramente que itens que são multiplicados pelo tempo de serviço do servidor. Alguns critérios não são multiplicados pelo tempo do servidor. Diante disto cada um deverá observar, a partir da Portaria nº 13, o que é multiplicado ou não.
As direções de escola devem observar que o procedimento de preenchimento deste quadro é semelhante ao dos professores regentes, tendo o cuidado de se preencher alguns itens que, embora sejam semelhantes, possuem formato específico. É o caso do item XIV, onde encontramos várias dúvidas da categoria. Neste item encontramos a seguinte expressão: “em atuação como readaptado em atividade prevista no item 17 desta portaria na atual unidade de exercício”.
Neste caso quase todos os professores readaptados marcarão 90 pontos se forem 40h ou 45 pontos se forem 20h. O item 14 não deve ser, em hipótese alguma, multiplicado por nenhum tipo de número, anos de serviço na rede ou anos de serviço na unidade escolar. Ou o servidor marca os 90/45 pontos ou não marca.
 
Existe arredondamento no tempo de serviço?
Sim. Como no caso dos professores regentes, o item 27 da Portaria nº 12 faz o procedimento de arredondamento da contagem de tempo de serviço, tendo como referência o tempo total de trabalho.
 
O readaptado que é PCD terá prioridade no procedimento de escolha de turma?
Sim. O item 32 da Portaria nº 12/2017 indica que o critério para o professor ou orientador readaptado que seja PCD seja o mesmo dos professores regentes. Neste caso estes servidores escolherão primeiro as cargas, independente da pontuação obtida no quadro que todos devem preencher.
 
Caso a modulação aponte que há servidores excedentes. Estes serão devolvidos?
Não. O item 33 garante que para o exercício de 2017, mesmo que hajam excedentes, todos os readaptados deverão permanecer até o final do ano letivo. O Sinpro acompanhará as discussões e desdobramentos do concurso de remanejamento e outra mesa de negociação será estabelecida para definir a devolução ou não dos servidores readaptados que estão, pela modulação expressa na Portaria 12, excedendo.
De qualquer forma, desde já orientamos que aqueles que estejam na classificação excedendo a modulação, estejam atentos às orientações do sindicato ao longo do ano e participem do procedimento de remanejamento para orientador e professor readaptado, que será realizado ainda este ano.
 
O Sinpro solicita a todos os professores e orientadores educacionais que tiverem acesso a esta informação, que imprimam este material e levem para a escola nesta quarta-feira (22) para ajudar no procedimento de distribuição de carga horária dos readaptados.
Para ver a  PORTARIA Nº 12, DE 13 DE JANEIRO DE 2017, clique aqui
Para ver a PORTARIA Nº 13, DE 17 DE JANEIRO DE 2017, clique aqui
Para ver a CIRCULAR Nº 07/2017, clique aqui
Para ver a CIRCULAR 08/2017, clique aqui

Aposentadoria proposta por golpistas destrói seus direitos. Confira no simulador

O sistema criado pelo Sinpro-DF já está disponível no site em caráter experimental. Para acessá-lo, basta clicar no link ao final deste texto e seguir os procedimentos indicados. Qualquer sugestão ou problema, entrar em contato pelo e-mail simuladoraposentadoria@sinprodf.org.br.
O simulador de aposentadoria é mais um instrumento que o Sinpro-DF põe à disposição da categoria para ela calcular os prejuízos que terá caso a proposta de reforma da Previdência do governo Michel Temer seja aprovada no Congresso Nacional.
Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais poderão calcular o valor do benefício que receberia se aposentasse segundo as regras atuais e também conforme as regras preconizadas pela Proposta de Emenda à Constituição nº 287 (PEC 287), de 2016.
Basta colocar nos campos indicados a data de nascimento, a data de admissão e o tempo de contribuição. O mecanismo calculará a aposentadoria da pessoa no regime atual, fará uma simulação se a PEC for aprovada e indicará o ano em que, provavelmente, a pessoa  vai se aposentar.
Informará também as possíveis condições salariais segundo as regras previstas na proposta de reforma em curso no Congresso Nacional.
Clique no link do simulador a seguir e faça sua previsão:
http://www.sinprodf.org.br/professor/simulador_aposentadoria
Para esclarecimentos, entre em contato pelo email: simuladoraposentadoria@sinprodf.org.br

Programa Alternativo mostra projeto contra o preconceito e a discriminação

O Programa Alternativo deste sábado (25) vai mostrar uma exposição de trabalhos realizada pela Escola Classe 203 de Santa Maria com a autora do livro Uma Joaninha Diferente. Escrita por Regina Célia Melo, a obra conta a história de uma joaninha sem bolinhas, que descobre uma forma inteligente e criativa de lutar contra o preconceito e a discriminação.
Segundo a autora, o objetivo da obra é promover a diferença existente nas escolas sobre as desigualdades, sejam elas de caráter social ou racial, fazendo com que as crianças visualizem tais questões. Respeito ao próximo, independente de cor, raça, sexo ou credo são os assuntos abordados no livro.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Missa de sétimo dia: professor Djalma Marcos dos Santos


A Diretoria Colegiada do Sinpro informa que a missa de sétimo dia do professor Djalma Marcos dos Santos será neste domingo (19/2), às 19h, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, Quadra 8, Sobradinho I.
O professor atuou no CED Fercal; foi diretor da EC Córrego do Ouro; vice-diretor no CEF 01; supervisor no CEF 05 – sempre em Sobradinho.

Programa Alternativo mostra a Festa das Regiões Brasileiras

Um projeto pedagógico desenvolvido pela Escola Classe 61 de Ceilândia será destaque do Programa Alternativo deste sábado (18). Anualmente a escola realiza a Festa das Regiões Brasileiras, onde os estudantes mostram toda riqueza cultural brasileira através de danças, teatro, culinária e apresentações diversas.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Confirmada ordem de crédito para pagamento da pecúnia dos aposentados de setembro/2015

Foi confirmado na manhã desta quinta-feira (16), pelo Governo do Distrito Federal, que a ordem de crédito referente ao pagamento da pecúnia da licença-prêmio dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) em setembro de 2015 já foi enviada para o banco.
A luta pelo pagamento da pecúnia, direito garantido pela Lei Complementar nº 840/2011 e que assegura que este benefício deve ser pago em até 60 dias após a aposentadoria, motivou um acampamento de nove dias no Palácio do Buriti (novembro de 2016). Neste período um grupo de professores(as) e orientadores(as) aposentados(as) permaneceu no local em vigília reivindicando o pagamento do benefício.
A previsão para conclusão do pagamento dos meses restantes é para o dia 23 de fevereiro. O compromisso do governo é abrir negociação e debater com o Sinpro um cronograma para o pagamento das pecúnias dos que se aposentaram em 2016, que até o momento não foram pagas.
A Comissão de Negociação do Sinpro tem cobrado permanentemente o cumprimento da lei e o pagamento da pecúnia. É inconcebível que esta situação se prolongue ainda mais.

Artigo da Retratos da Escola traz debate sobre o professor na Constituinte

O terceiro artigo da revista Retratos da Escola Vol., 2, n. 2/3, de janeiro a dezembro de 2008, trata do tema da formação de professores e dos impasses e perspectivas.  O artigo, de Andréia Ferreira da Silva, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás (UFG), resgata os debates ocorridos durante a elaboração do capítulo da educação no período constituinte (1987- 1988), analisando as propostas referentes ao professor, sua formação e profissionalização apresentadas por diferentes sujeitos coletivos.
Estuda como o   Estado em  sentido estrito  e a   sociedade civil defenderam suas proposições na Constituinte.  Nas  discussões,  a  preocupação  das  entidades  e parlamentares que se articularam  na  defesa da  escola pública   centrou-se  na  garantia  da  dignidade profissional  do professor e na defesa da destinação dos recursos públicos às escolas públicas e de sua democratização.
Confira o texto na íntegra no link a seguir e boa leitura!
Debates sobre o professor na Constituinte

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