CEMI do Gama promove Feira de Ciência e Tecnologia
Jornalista: sindicato
O Centro de Ensino Médio Integrado do Gama (CEMI) realiza, hoje e amanhã (5 e 6/9), a VII Expocemi – Feira de Ciência e Tecnologia da escola.
E a variedade dos projetos – que podem ser vistos das 9h às 12 e de 14h às 17h – é grande, abrangendo Ciências Biológicas, Ciências Humanas, Ciências Exatas, Saúde, Engenharia e muito mais.
O CEMI funciona na EQ 12/16 Área Especial – Setor Oeste do Gama.
Mais informações pelo fone 3901-8203.
Vamos participar!!!
GDF não paga pecúnia da licença-prêmio e mantém aposentados no prejuízo
Jornalista: Maria Carla
Categoria não vai descansar enquanto o governador não pagar o que lhe deve
Professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) e a diretoria do Sinpro-DF ocuparam a frente do Palácio do Buriti, na tarde desta quinta-feira (2), para cobrar do Governo do Distrito Federal (GDF) o pagamento da pecúnia da licença-prêmio. Há um ano o governo Rodrigo Rollemberg (PSB) não paga esse direito aos(às) aposentados(as)e mais uma vez descumpre o calendário firmado com a categoria no dia 19 de maio.
A comissão de negociação foi recebida no Anexo do Palácio do Buriti por Wilson José de Paula, secretário Adjunto da Fazenda, que assumiu o compromisso de retomar o calendário com o pagamento da pecúnia da licença-prêmio, a partir do dia 15 de setembro, aos(as) servidores(as) públicos(as) aposentados(as) em 2015. A comissão de negociação cobrou um calendário para os(as) mais de 800 professores(as) e orientadores(as) educacionais que estão se aposentando em 2016, os(as) quais já estão contabilizando esse mesmo prejuízo.
Apesar dos vários alertas sobre a impaciência e irritabilidade da categoria docente com o governo Rollemberg por causa da falta de seriedade e de compromisso com este e outros pagamentos devidos, como, por exemplo, o não pagamento da última parcela do Plano de Carreira, e da antipatia que este governo já conquistou no DF em menos de dois anos de mandato por causa dessas e de outras atitudes prejudiciais à classe trabalhadora, o adjunto disse que não poderia assegurar um cronograma.
Contudo, ele afirmou que assim que o governo definir o montante a ser disponibilizado para o pagamento da pecúnia da licença-prêmio, irá manter o Sinpro informado, mês a mês, sobre os valores a fim de que o sindicato possa realizar um monitoramento de tempo e quantia. Informou, ainda, que, segundo a metodologia adotada, o GDF definirá o valor máximo a ser pago todo mês e que após considerar esse valor é que irá efetuar o pagamento da pecúnia da licença-prêmio aos(às) servidores(as) públicos(as) do DF que têm esse direito a receber.
“O importante é que os companheiros e companheiras que estiveram lá tenham a total certeza de que a reunião que tivemos hoje com o secretário Adjunto de Fazenda é resultado da mobilização e da disposição de luta de todos e todas. Significa dizer que a nossa luta não acaba hoje, não se esgota agora, até porque o governo já disse várias vezes que faria o pagamento e não o fez. Por isso é importante que continuemos apostando na mobilização e na unidade da categoria”, declara Cleber Soares, diretor de Imprensa. A comissão de negociação informou sobre a realização da próxima Assembleia Geral da categoria, no dia 22 de setembro, e que professores(as) e orientadores(as) educacionais estão insatisfeitos como este governo.
“Essa política adotada pelo governo Rollemberg está condizente com o momento que estamos vivendo no país: um movimento nacional de retirada de direitos do(a) trabalhador(a). Rollemberg está alinhado com essa política e, por isso, mais do que nunca, a categoria precisa ter um olhar muito atento e solidário. Neste caso, o da pecúnia da licença-prêmio, o problema é, aparentemente, somente de quem está se aposentando, mas é de todos. Isso é uma demonstração do ataque que poderemos vir a sofrer. Diante dessa situação, a categoria precisa estar unificada, com um olhar crítico para as políticas dos governos e solidário para com a classe trabalhadora”, afirma Rosilene Corrêa, coordenadora da Secretaria de Finanças do Sinpro-DF.
Paralisação Nacional com Assembleia Geral no dia 22 de setembro
Jornalista: sindicato
A categoria docente tem um encontro marcado no dia 22 de setembro, quinta-feira, às 9h30, na Praça do Buriti.
Nesta data, trabalhadores de vários segmentos se organizarão e paralisarão as atividades em todas as cidades do país para combater a pauta imposta pelo governo à classe trabalhadora.
Será uma paralisação nacional organizada pela CUT e CNTE – e demais entidades sindicais – com vistas a organizar uma greve geral nos próximos dias.
No DF, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais se reunirão em assembleia geral para discutir e deliberar sobre os próximos passos da luta.
O quadro colocado para a educação e educadores, tanto em nível local quanto nacional, é extremamente grave e desfavorável, exigindo da categoria uma postura corajosa para que direitos não sejam retirados e que avanços não sejam impedidos. Confira a pauta:
. Pelo pagamento das pecúnias dos aposentados;
. Pelo reajuste imediato do vale-alimentação;
. Gestão Democrática / Eleições 2016;
. Contra a Lei da Mordaça;
. Contra a PEC 241;
. Contra o PLP 257/PLC 54;
. Contra o PL 4567;
. Contra a Reforma da Previdência;
. Em defesa da Lei do Piso.
Sinpro impede que GDF desconte VPNI de aposentados
Jornalista: sindicato
O Governo do Distrito Federal estava tentando descontar arbitrariamente dos professores que se aposentaram, de forma proporcional, supostos valores recebidos a maior decorrentes da VPNI de código 1610 nos contracheques.
Vale lembrar que a VPNI é fruto de uma luta do Sinpro para garantir o reajuste dos servidores aposentados de forma proporcional no mesmo patamar daquelas da ativa, e não apenas pelo índice oficial aplicado ao INSS. A diferença entre o reajuste garantido aos servidores ativos e o índice de correção aplicada ao INSS era pago através dessa VPNI.
O TCDF alegou que o GDF realizou os cálculos de forma incorreta para proceder ao pagamento da gratificação. Diante desta decisão, o GDF decidiu arbitrariamente descontar eventuais valores pagos a maior diretamente dos contracheques dos professores.
O Sindicato conseguiu uma Antecipação de Tutela, que resguarda todos os professores aposentados de forma proporcional para que não tenham descontos realizados em seus contracheques referentes à VPNI.
Portanto, o GDF está proibido – pela decisão judicial – de realizar qualquer desconto referente à VPNI dos aposentados proporcionais até a decisão final do processo. Qualquer professor que por ventura sofrer qualquer desconto deve procurar imediatamente o Sinpro para que o TJDFT seja informado sobre o descumprimento da decisão judicial.
Importante destacar que muitos professores iriam ter descontos de valores pequenos, que provavelmente só seriam notados com o contracheque em mãos, o que revela a importância dos professores aposentados estarem atentos a qualquer ilegalidade cometida pelo GDF.
>>> Clique aqui e confira a íntegra da Decisão Interlocutória da Juíza de Direito Mara Silda Nunes de Almeida
Senador Cristovam encerra sessão após protesto de professores e estudantes
Jornalista: Maria Carla
“Não vai ter mordaça!” Esse foi o grito de protesto do público estudantil e docente que participou, na manhã desta quinta-feira (1º/9), no Senado Federal, do debate sobre Liberdade de Expressão na Sala de Aula, promovido pela Comissão de Educação Cultura e Esporte e sob a coordenação do senador Cristóvam Buarque (PPS-DF). A principal pauta do debate foi a censura à liberdade de expressão em sala de aula preconizada pelo Programa Escola sem Partido.
A palavra de ordem ecoou nos intervalos entre as falas dos palestrantes. Buarque interrompeu a exposição de Bráulio Porto de Matos, professor da Universidade de Brasília (UnB), ao avistar cartazes que o chamavam de golpista, pediu que os cartazes fossem expostos em frente ao Plenário para que pudesse ser visto na televisão e encerrou o debate.
Ele justificou o encerramento repentino dizendo que teve de morar fora do Brasil por causa do golpe de Estado de 1964 e que não admite ser chamado de golpista. Mesmo com a sessão encerrada, estudantes e professores permaneceram no local com palavras de ordem contra a lei da mordaça.
“Essa atitude deixa claro que mesmo com a sessão interrompida seguiremos na luta porque, como diz a própria palavra de ordem, apesar do golpe de Estado aplicado no Brasil nesta quarta-feira (31), “não vai ter mordaça”, afirma Cláudio Antunes, diretor do Sinpro-DF.
Após a abertura da audiência pública pelo senador Cristóvam Buarque (PPS-DF) e da defesa do programa, apresentada seu criador, o advogado Miguel Nagib, o membro do Fórum Nacional de Educação, Tony Reis, denunciou o conteúdo e avisou que ele é ruim para todos.
“Foi Impeachment ou golpe? O Brasil foi descoberto, ocupado ou invadido? Essas questões, que devem sim fazer parte dos diálogos e das discussões pedagógicas realizadas nas escolas, são fundamentais para formação do senso crítico. Com esse projeto nenhum debate será possível, e isso será ruim para todos”, afirmou.
Reis criticou duramente os defensores do projeto por tentarem desqualificar o educador Paulo Freire, patrono da educação brasileira, respeitado e adotado mundialmente. “Os defensores desse programa criticam Paulo Freire, mas, Paulo Freire é o patrono da educação brasileira, uma referência para todos nós, professores e professoras”, declarou o integrante do FNE.
Pecúnia: Sinpro exige que Rollemberg cumpra a lei e respeite a categoria
Jornalista: Leticia
O mês de agosto se encerrou e o GDF não fez nenhum depósito das pecúnias dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as). São centenas de pessoas que se aposentaram em 2015 e outras centenas já se aposentaram em 2016 e não receberam a pecúnia, prevista em Lei.
O pagamento da pecúnia é um direito do(a) servidor(a), já que o próprio GDF criou e cria dificuldades para que o(a) servidor(a) usufrua da licença-prêmio no exercício da função, portanto, ao final, no momento da aposentadoria, o(a) servidor(a) deve receber a pecúnia, conforme consta na legislação. Mas o governo do DF está na ilegalidade, descumprindo a Lei.
Portanto, o Sinpro convoca todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) para reunião que vai ocorrer na sexta-feira (2), às 14 horas, na Sede do Sindicato.
Sinpro realiza reunião nesta sexta (2) com aposentados que não receberam a LPA
Jornalista: sindicato
O Sinpro convoca para reunião todos os(as) professores(as) aposentados(as) e que ainda não receberam o pagamento das pecúnias da licença-prêmio (LPA). O encontro será às 14h, na sede do Sindicato.
O fato é que o GDF tem causado enormes transtornos a estes professores desde que, no ano passado, deixou de pagar com regularidade este benefício garantido em lei.
Atualmente, vários professores aposentados no exercício 2015 não receberam a LPA, assim como nenhum recebeu neste ano.
O que o golpe acarretará na vida do trabalhador é tema do Canal da Educação desta quinta (1º)
Jornalista: sindicato
O Canal da Educação desta quinta-feira (1º/9), às 20h, traz como tema a discussão de como o golpe à presidenta Dilma Rousseff afetará a classe trabalhadora daqui para frente.
No programa desta quinta, a diretora do Sinpro-DF Rosilene Corrêa irá mostrar o que está em jogo e qual deverá ser o posicionamento dos trabalhadores frente aos ataques que virão.
O Canal da Educação é um programa de TV que oferece ao telespectador a possibilidade de participação ao vivo e em tempo real. Apresentado quinzenalmente, ele vai ao ar às 20h, sempre quinta-feira, pelo site do Sinpro e pela TopTV Brasil. A produção e a apresentação são do jornalista Valdir Borges.
As perguntas podem ser enviadas ao vivo pelo próprio site do sindicato (o vídeo disponibilizará um espaço para interação) ou por mensagens via WhatsApp pelo número (61) 98162-0065.
>> Clique para assistir ao programa ao vivo pelo YouTube
O dia 31 de agosto de 2016, definitivamente, entra para a história do Brasil. Pela porta dos fundos.
Sessenta e um senadores – com a moralidade questionável para ser síndico de prédio – impuseram ao país e aos trabalhadores, de forma rasteira, um golpe parlamentar que pôs fim a um ciclo de avanços e conquistas sociais; de mobilidade social e desenvolvimento nacional nunca visto até então; um ataque à própria democracia, enfim, com a aprovação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, afastada definitivamente da presidência um ano e oito meses depois de assumir seu segundo mandato.
Na verdade, este é o final apoteótico – com direito até a cantoria do Hino Nacional no plenário do Senado – de um plano sujo que vinha sendo arquitetado desde o dia seguinte após a reeleição de Dilma à presidência, em 2014.
“A direita inconformada com a derrota nas urnas vem, desde então, fabricando escândalos e divulgando inúmeras mentiras pelos meios de comunicação como se fossem verdades absolutas com vistas a tornar o golpe possível. Ele foi elaborado a partir da ação diária do oligopólio de mídia com o apoio financeiro da indústria, do setor de finanças e do agronegócio”, afirmou em artigo o professor Antônio Lisboa, secretário de Relações Internacionais da CUT Brasil e representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Para se ter uma ideia, o nó dado na cabeça das pessoas com este turbilhão de mentiras foi tão grande que mais de 80% dos brasileiros não sabiam do que se tratava o impeachment. Apontavam para tudo, de Petrobrás à Lava Jato; de crise internacional à queda da arrecadação no país. Tudo fabricado para parecer culpa e responsabilidade de Dilma e de seu governo. Ou seja, falava-se de tudo, menos do que a presidenta estava sendo acusada – de um crime de responsabilidade que não cometeu. Pior: com esta confusão de ideias, acabaram apoiando a instalação de um nefasto projeto de país, derrotado em quatro eleições consecutivas.
Não à toa, Dilma disse que a confirmação de Michel Temer na presidência ameaça direitos trabalhistas e das minorias. “O golpe é contra os movimentos sociais e sindicais e contra os que lutam por direitos em todas as suas acepções. O golpe é misógino. O golpe é homofóbico. O golpe é racista. É a imposição da cultura da intolerância, do preconceito, da violência”.
Visto de fora, sem a influência da retórica golpista, respeitados veículos de comunicação do exterior colocaram o dedo na ferida e expuseram toda a farsa ocorrida aqui. Veja:
Le Monde (França): “Dilma é vítima de um ‘golpe’ encenado por seus adversários”; Página 12 (Argentina): “Um golpe em formato de farsa tragicômica”; The Washington Post (Estados Unidos): “Se uniram pela retirada de Dilma sabendo que seria injusto”; The Guardian (Reino Unido): “Senadores conspiram para tirar Dilma e matar a Lava Jato”; El País (Espanha): “Impeachment é castigo desproporcional”; Al Jazeera (Catar): “Impeachment de Dilma: um caso de estudo em hipocrisia”; RT (Rússia): “Senadores acusados de corrupção atacam Dilma justamente por ela ter permitido o combate à corrupção”.
E o que nos reserva o futuro?
Nas proféticas palavras de Millôr Fernandes, “o Brasil tem um enorme passado pela frente”. Já estão em curso iniciativas que vão atingir, sobretudo, os mais humildes e a classe trabalhadora.
O governo golpista prepara uma série de retrocessos gravíssimos nas políticas sociais, tais como: a insistência em uma Reforma da Previdência que dificulte ainda mais o acesso dos trabalhadores à aposentadoria e reduza os seus benefícios; reforma trabalhista que torne os direitos garantidos pela CLT em objeto de negociação, prevalecendo o negociado sobre o legislado; redução do tamanho do Sistema Único de Saúde; cobrança de mensalidades em cursos de extensão e de pós-graduação nas universidades públicas; cortes no programa Bolsa Família que podem atingir até 30% dos beneficiários; fim de programas habitacionais para a população de baixa renda, geridos em parceria com movimentos sociais; ataques ao direito democrático de manifestação; e política externa submissa aos interesse dos grandes impérios.
No mais grave ataque aos direitos sociais desde a promulgação da constituinte de 1988, o governo golpista pretende que os investimentos em saúde e educação sejam corrigidos, por um prazo de dez anos, apenas pela variação da inflação do ano anterior. “Caso essa regra estivesse valendo desde 2006, o orçamento federal da saúde seria hoje 30% menor e o da educação sofreria com um corte brutal da ordem de 70% – vale lembrar, que essa regra, proposta por Temer, também iria incidir nos orçamentos dos governos estaduais e prefeituras municipais. Seria a destruição dos nossos sistemas públicos de saúde e educação”, destacou Antônio Lisboa.
E o que fazer daqui para frente?
Assim como lutamos contra o golpe, cabe continuarmos lutando nas ruas e nos locais de trabalho para trazer o país de volta ao Estado de Direito e à Democracia, opondo-nos à redução dos direitos dos trabalhadores e às iniciativas que procuram colocar o Brasil em um papel subordinado à economia internacional. Cabe não aceitarmos que a classe trabalhadora e os setores mais pobres da população tenham que sofrer ainda mais sacrifícios.
Ou, como disse a própria presidenta, “não desistam da luta. Essa história não acaba assim. Nós voltaremos. Voltaremos para continuar nossa jornada rumo a um Brasil em que o povo é soberano”.
E é isso o que faremos. Guarde esses nomes. Eles votaram a favor do impeachment, contra os mais humildes e contra a classe trabalhadora: Cristovam Buarque – PPS-DF Reguffe – Sem Partido-DF Hélio José – PMDB-DF
Acir Gurgacz – PDT-RO
Aécio Neves – PSDB-MG
Aloysio Nunes – PSDB-SP
Alvaro Dias – PV-PR
Ana Amélia – PP-RS
Antonio Anastasia – PSDB-MG
Antonio Carlos Valadares – PSB-SE
Ataídes Oliveira – PSDB-TO
Benedito de Lira – PP-AL
Cássio Cunha Lima – PSDB-PB
Cidinho Santos – PR-MT
Ciro Nogueira – PP-PI
Dalirio Beber – PSDB-SC
Dário Berger – PMDB-SC
Davi Alcolumbre – DEM-AP
Edison Lobão – PMDB-MA
Eduardo Amorim – PSC-SE
Eduardo Braga – PMDB-AM
Eduardo Lopes – PRB-RJ
Eunício Oliveira – PMDB-CE
Fernando Bezerra Coelho – PSB-PE
Fernando Collor de Mello – PTC-AL
Flexa Ribeiro – PSDB-PA
Garibaldi Alves Filho – PMDB-RN
Gladson Cameli – PP-AC
Ivo Cassol – PP-RO
Jader Barbalho – PMDB-PA
João Alberto Souza – PMDB-MA
José Agripino – DEM-RN
José Aníbal – PSDB-SP
José Maranhão – PMDB-PB
José Medeiros – PSD-MT
Lasier Martins – PDT-RS
Lúcia Vânia – PSB-GO
Magno Malta – PR-ES
Maria do Carmo Alves – DEM-SE
Marta Suplicy – PMDB-SP
Omar Aziz – PSD-AM
Paulo Bauer – PSDB-SC
Pedro Chaves – PSC-MS
Raimundo Lira – PMDB-PB
Renan Calheiros – PMDB-AL
Ricardo Ferraço – PSDB-ES
Roberto Rocha – PSB-MA
Romário – PSB-RJ
Romero Jucá – PMDB-RR
Ronaldo Caiado – DEM-GO
Rose de Freitas – PMDB-ES
Sérgio Petecão – PSD-AC
Simone Tebet – PMDB-MS
Tasso Jereissati – PSDB-CE
Telmário Mota – PDT-RR
Valdir Raupp – PMDB-RO
Vicentinho Alves – PR-TO
Waldemir Moka – PMDB-MS
Wellington Fagundes – PR-MT
Wilder Morais – PP-GO
Zezé Perrella – PTB-MG
Curso de formação sindical, do ciclo básico, tem reunião nesta segunda (5)
Jornalista: Leticia
Na próxima segunda-feira (5), a partir das 19 horas na sede do Sindicato, ocorrerá a reunião e oficina para ser constituída a 21ª turma de formação sindical do Sinpro, do nível básico, para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) da ativa.
Participe! Mais informações no telefone 3343-4209.