Nota de falecimento: professor Luiz Carlos Nascimento
Jornalista: Luis Ricardo
É com grande pesar que a Diretoria Colegiada do Sinpro informa o falecimento do professor de Educação Física Luiz Carlos Nascimento, o Cacau. O professor trabalhava no Centro de Ensino Fundamental 01 do Guará e faleceu neste domingo (19).
O velório será nesta segunda-feira (20), às 9h, na Capela 04, e o enterro às 11h no Cemitério Campo da Esperança (Plano Piloto).
O Sindicato dos Professores presta toda sua solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.
Estudantes do CEE 01 de Samambaia mostram projeto de dança no Programa Alternativo
Jornalista: Luis Ricardo
Um projeto realizado há oito anos com estudantes do Centro de Ensino Especial 01 de Samambaia será destaque no Programa Alternativo deste sábado (18). Como forma de desenvolver a interatividade, a autonomia e a expressão corporal, os estudantes participaram da peça de teatro Frozen. Segundo a professora de dança e teatro Sônia Ramalho, o projeto tem como objetivo trabalhar a expressão corporal dos estudantes e oferecer a possibilidade dos estudantes serem os interpretes da sua própria dança e expressividade.
“Quando comecei este projeto tínhamos estudantes se perdendo para as drogas, deixando a escola, e com o passar do tempo eles foram voltando. Notamos que muitos melhoraram seu comportamento, seu modo de vestir e o aproveitamento em sala de aula”, comenta a professora, complementando que a partir do projeto “eles se sentem inseridos dentro da sociedade, principalmente da vida social”.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Assembleia de prestação de contas será no dia 28 de junho
Jornalista: sindicato
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para a Assembleia Ordinária de Prestação de Contas 2015, a ser realizada na terça-feira (28/6), a partir das 18h30, no auditório do Sindicato.
Compareça! A sua presença é fundamental para a construção e o fortalecimento da nossa luta e pela garantia de nossas conquistas.
Autora do PL da Mordaça tenta emplacar outro projeto contra a Educação
Jornalista: sindicato
A deputada distrital Sandra Faraj (SD), mais uma vez, afirma sua maneira de enxergar a escola pública e os educadores com base nos princípios do Movimento Escola Sem Partido. Ou seja, existe um pensamento único com relação à educação e nenhum diálogo com os professores da rede, além de se inventar temas transversais absurdos.
Na terça-feira (14/6), por iniciativa da deputada, a Câmara Legislativa aprovou, em primeiro turno, o Projeto de Lei (PL) nº 137/2015, que dispõe sobre a inclusão do tema “valores de ordem familiar” como conteúdo transversal nos currículos da rede pública de ensino fundamental e médio do Distrito Federal.
Em poucas linhas, o projeto em si é bastante simples, mas denota, em sua justificação, claramente o que se quer fazer. O PL é uma crítica ao trabalho dos professores, focando apenas a escola pública.
Em determinado trecho do PL, Faraj afirma que “A abordagem da doutrinação na educação de valores está presente em todas as disciplinas do currículo escolar, contudo no decálogo da educação em valores, não está inserido o tema transversal sobre “Valores de ordem familiar”, inspirada nas práticas de formação religiosa, crenças e comportamento ou vivências morais da família”.
Além de rotular os(as) professores(as) de doutrinadores, novamente a deputada Faraj tenta cercear a educação e também condicioná-la a critérios absolutamente subjetivos de valores de família. “O professor não dá aula para apenas um aluno, e sim para 30 ou 40 de diversas expressões religiosas, bem como de diversas formas de entender os seus valores. Como nós vamos, como educadores, atender à diversidade de valores que constitui o universo de uma sala de aula?”, indaga o diretor do Sinpro-DF, Cláudio Antunes. Segundo o dirigente, o propósito do PL parece ser o de suprimir a diversidade e o papel da Educação – que é o de trabalhar conteúdos historicamente acumulados pela humanidade, de forma que este conhecimento possa interagir e transformar a sociedade de hoje numa melhor. “Neste aspecto, não cabe ao professor desenvolver papel de pai ou de mãe no espaço da escola, pois este papel é da própria família”, completa.
Mais uma vez a deputada Sandra Faraj desrespeita os professores da rede pública de ensino do DF. Ela não entende o professor como um servidor público que tem responsabilidade constitucional – a qual ela pretende distorcer com seus projetos, adequando a Educação ao que ela, Faraj, entende como apropriada. Os(as) professores(as) cumprem, sim, os parâmetros estabelecidos e não aqueles distorcidos que a deputada tenta empurrar para a sociedade.
Os educadores não podem ficar reféns de projetos como este, pois há um programa curricular e um projeto pedagógico para ser desenvolvido. “A categoria deve ficar alerta e acompanhar o desenrolar deste PL na Cãmara Legislativa. A qualquer momento, o Sinpro poderá convocar uma atividade para fazer valer o direito de a categoria ser ouvida”, disse Cláudio Antunes.
Dos 13 parlamentares presentes à sessão da terça-feira, os deputados Ricardo Vale (PT), Professor Reginaldo Veras (PDT) e Chico Leite (Rede) votaram contra o PL. A análise em segundo turno não tem data marcada, mas pode acontecer até o dia 30, quando ocorre a última sessão legislativa do semestre.
É sempre bom lembrar que Sandra Faraj é autora do PL da Mordaça – outra perversidade do Escola sem Partido contra a educação e educadores -, que só não foi à frente graças à ação do Sinpro-DF e dos(as) professores(as), manifestando sua indignação nas ruas e junto aos demais parlamentares da Câmara Legislativa. Escola sem Partido – Propostas inspiradas no Escola Sem Partido partem da premissa de que os alunos constituem uma “audiência cativa em sala de aula”. Esta analogia com um cativeiro é levada ao extremo por esse movimento, que chega a falar em Síndrome de Estocolmo – este é o título de umas das seções do site dessa organização – para se referir à relação emocional estabelecida entre os professores e seus alunos.
Resumidamidamente e em termos bem simplistas, os professores seriam os agentes de um ‘sequestro intelectual’ dos alunos, que, por sua vez, se apegariam aos seus captores, a ponto de defendê-los, enquanto seus libertadores – no caso a própria Escola Sem Partido – estariam tentando resgatá-los.
O discurso do Movimento Escola Sem Partido, ao difundir essa visão absurda da figura do professor, não poderia gerar nada além de ódio a toda a categoria profissional. Esse movimento chega a afirmar que professores não são educadores, removendo o que há de mais caro à profissão docente.
>>> Clique aqui e confira a íntegra do PL nº 137/2015
Sinpro ganha na Justiça ação que dá direito a contratos temporários tirarem folgas concedidas pelo TRE
Jornalista: Luis Ricardo
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) deferiu ação impetrada pelo Sinpro quanto ao usufruto das folgas concedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) aos(às) professores(as) de contrato temporário. A Secretaria de Educação do DF já está cumprindo a decisão do TJDFT.
Em 2015 o Governo do Distrito Federal, em um conjunto de reinterpretações, definiu que não aceitaria que os(as) professores(as) em regime de contratação temporária usufruíssem das folgas de TRE adquiridas até o exercício de 2014. Com isto, os professores, embora tivessem o direito, não puderam usufruir deste benefício durante todo o ano de 2015 e agora em 2016. Como o governo não se prontificou em rever sua posição em mesas de negociação, só restou ao Sinpro fazer a judicialização da temática, e agora o TJDFT deferiu aos professores o direito de poder tirar seus abonos de TRE.
A sentença foi julgada parcialmente procedente, já que o Sinpro pleiteou dois objetos: o uso do abono de TRE e a transformação em pecúnia dos abonos nos casos em que os(as) professores(as) não tivessem renovado o seu contrato. O Tribunal de Justiça entendeu que é direito do professor em regime de contratação temporária usufruir do abono de TRE, mas não aceitou a tese de transformação em pecúnia, caso o professor não renove o contrato de trabalho. Clique aqui e confira a sentença na íntegra
Seminário debate a ofensiva contra os direitos sociais e trabalhistas
Jornalista: Luis Ricardo
A reforma da Previdência e o PLP 257/2016, que prevê o congelamento de salários e o desligamento voluntário de servidores, foram debatidos em seminário realizado na quarta-feira (15), na sede do Sinpro. A atividade fez parte das programações da Frente em Defesa da Educação, dos Direitos e da Democracia, que tem denunciado o golpe em curso contra as conquistas trabalhistas e as consequências negativas deste golpe para a área da Educação.
Assessor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), Neuriberg Dias abriu o seminário comentando que os ataques orquestrados pelo governo ilegítimo de Michel Temer são ofensivas contra os direitos sociais e que o processo está combinado com a retirada de conquistas dos trabalhadores. “O PLP 257 e a reforma da Previdência traduzem esta ofensiva neoliberal de ataques aos direitos sociais e trabalhistas”, revela Neuriberg, analisando que a ideia a partir de agora é articular uma resistência contra este retrocesso.
O diretor do Sinpro Gabriel Magno diz que a Frente em Defesa da Educação, dos Direitos e da Democracia vem propondo esta resistência e organizando a luta contra o golpe. “O que precisamos a partir de agora é debater e entender como está sendo estruturado este ataque. Este é um dos papéis da Frente. A partir de agora temos de levar isto às escolas e mobilizar a categoria e a comunidade escolar para barrar estes ataques”, explica Gabriel. Clique aqui e confira a apresentação completa de Neuriberg Dias.
Fotos: Deva Garcia
Canal da Educação aborda a luta em defesa da educação e da democracia
Jornalista: Luis Ricardo
As ações de combate às pautas retrógradas que o governo federal tem encaminhado ao Congresso Nacional, com projetos de lei que prejudicam os(as) trabalhadores(as), e a criação do Comitê em Defesa da Educação, dos Direitos e da Democracia serão o destaque do Canal da Educação desta quinta-feira (16). O coordenador da Secretaria de Imprensa do Sinpro, Cláudio Antunes, abordará os temas durante o programa.
O governo de Michel Temer já causou prejuízos ao povo brasileiro, quando foram aprovadas pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados, respectivamente, a entrega da exploração do Pré-Sal ao grande capital e a lei que criminaliza os movimentos sociais. Outras pautas que prejudicarão a classe trabalhadora caso sejam aprovadas estão a entrega da Petrobrás à iniciativa privada, a privatização das estatais, a reforma da Previdência, a terceirização sem limites e a Lei Antiterrorismo.
O programa, apresentado quinzenalmente, vai ao ar às 20h, ao vivo, no site do Sinpro e na TopTV Brasil.
A produção e apresentação são do jornalista Valdir Borges. Perguntas podem ser enviadas ao vivo, através do próprio site do Sindicato (o vídeo disponibilizará um espaço para interação) ou por mensagens via whatsapp, no número (61) 98162-0065.
O Sinpro informa aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais que devido a uma reforma, a subsede de Planaltina estará funcionando provisoriamente em novo endereço: Av. São Paulo, Quadra 68, Lote 25, Loja 1 e 2 – Setor Tradicional.
Pedimos desculpas pelo transtorno, mas a reforma tem como finalidade proporcionar à categoria maior conforto e qualidade no atendimento, bem como melhores condições de trabalho aos funcionários da subsede.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 99323-8114.
Secretaria de Educação ignora Gestão Democrática e pune direção do CEM 01 de Sobradinho
Jornalista: Luis Ricardo
O Centro de Ensino Médio 01 de Sobradinho (Ginásio) tem uma trajetória de orgulho para toda comunidade escolar e hoje é referencial quando se refere a qualidade da educação pública no Distrito Federal. Tudo isto é fruto de um trabalho coletivo realizado pelo corpo docente, do Projeto Político-pedagógico construído coletivamente por sua direção e da avaliação formativa inserida no PPP, que já colhe bons resultados pedagógicos. Em 2015 o CEM 01 foi a escola da rede pública de ensino que mais aprovou no PAS/UnB (69 estudantes). Apesar das conquistas e de todo avanço pedagógico obtido pelos estudantes do Centro de Ensino Médio, é extremamente contraditória a decisão tomada pela Secretaria de Educação do DF no início do mês.
Por meio de um Processo Administrativo, a SEE puniu o diretor e a vice-diretora do CEM 01 com 30 dias de suspensão e o corte dos salários durante o período. Segundo a secretaria, os professores foram punidos por suspeitas de irregularidades administrativas e pedagógicas. As suspeitas passam desde a instalação de um alambrado, consenso entre gestores e o corpo docente da escola para garantir a segurança de servidores os estudantes, até o processo de avaliação formativa contida no PPP da escola, que segundo a SEE estaria em desacordo com o Regimento Interno da pasta. A direção afirma que todas as ações questionadas pela SEE foram construídas ou acordadas coletivamente com o corpo docente.
O Sinpro questiona a punição dada pela Secretaria de Educação por entender que a mesma ameaça a autonomia da escola na construção do seu Projeto Político-pedagógico e desrespeita a Lei da Gestão Democrática. A diretoria colegiada reconhece o trabalho realizado pelos educadores na busca por uma escola pública de qualidade e informa que o departamento jurídico do sindicato já tomou todas as medidas cabíveis para a defesa dos gestores punidos.
Todos(as) à assembleia desta terça (21/6), com compactação de horário. Sinpro disponibilizará ônibus
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro convoca todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para assembleia geral dia 21 de junho, às 14h30, na Praça do Buriti. A categoria está em campanha salarial e pautas referentes à campanha de 2016 estarão em discussão na assembleia.
Além de nossa campanha salarial, a assembleia trará ao debate o pagamento da pecúnia dos(as) aposentados(as), a liberação dos coordenadores pedagógicos e a análise de conjuntura que está convergindo para a perda de direitos dos(as) trabalhadores(as).
É na luta, na garra e na unidade que se constroem as vitórias e se busca o respeito aos direitos da categoria. Todos(as) à assembleia com compactação de horário.
>>> Confira os locais e horários dos ônibus para a assembleia