As VPNIs da carreira do magistério público do Distrito Federal são legais

A diretoria do Sinpro-DF informa que não haverá corte da Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI) na carreira do magistério público do Distrito Federal. Esclarece que a carreira do magistério público não foi afetada pela Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2012.00.2. 023636-5, que declara inconstitucional o artigo 5º da Lei 4.584/2011, o qual transformou a incorporação da remuneração de servidores (as) por cargo em comissão em VPNI e determinou a aplicação do mesmo índice de reajuste do salário.
A diretoria do sindicato informa, por meio da Secretaria para Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos, que as VPNIs dos (as) professores (as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais são legais e estão mantidas. O reenquadramento e as correções serão feitas apenas no contracheque de servidores (as) públicos (as)do DF que tiveram, indevidamente, reajuste nas VPNIs resultantes de gratificações advindas de cargo comissionado.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) aceitou a ADI e entendeu que somente as VPNIs dos (as) servidores (as) que receberam esse reajuste indevido é que foram declaradas ilegais e terão os valores corrigidos e retornados aos patamares iniciais. Não é o caso das VPNIs dos(as) professores(as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais: as VPNIs da carreira do magistério são legais.
Legalidade
O que aconteceu é que a imprensa divulgou, nesta semana, matéria sobre a declaração de ilegalidade e corte da VPNI de 21 mil servidores públicos distritais que tiveram cargos comissionados e suas respectivas comissões foram transformadas em VPNIs. Essa notícia criou uma expectativa negativa falsa entre os (as) professores (as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais. “Porém, não há ilegalidade nas VPNIs dos planos de carreira do magistério público”, assegura Dimas Rocha, coordenador da Secretaria para Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos .
Ele explica que “as VPNIs são institutos legais e ocorrem, na maioria dos casos, quando há mudança nos planos de carreira e, por causa desses realinhamentos de carreira, as VPNIs são constituídas para cobrir as diferenças de eventuais correções de salários”.
O problema é que elas não podem ser reajustadas, contudo, alguns servidores que ocuparam cargos comissionados tiveram suas gratificações advindas desses cargos tornadas VPNIs e, ao longo do tempo, essas VPNIs sofreram reajustes. O TJDFT entendeu que essas correções são indevidas, portanto, esses (as) servidores (as) terão as VPNIs retornadas aos valores iniciais.
Os(as) professores(as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais afetados com essa decisão do tribunal são, em sua maioria, aposentados (as). Em razão da possibilidade de haver essa redução nas VPNIs de aposentados (as) da carreira do magistério, a diretoria do sindicato comunica que, ao perceberem alguma redução no contracheque por causa desse entendimento do TJDFT, os (as) prejudicados deverão procurar o Sinpro-DF.

GDF não libera coordenadores pedagógicos e prejudica escola pública

Várias escolas públicas do Distrito Federal estão com a execução do projeto pedagógico prejudicada porque o Governo do Distrito Federal (GDF) não liberou professores para atuar como coordenadores pedagógicos.
No ano passado, o GDF já dava sinais de que iria prejudicar o projeto político-pedagógico das escolas ao reduzir o número de coordenadores pedagógicos e ao demorar a liberação deles. Este ano, a situação se agravou mais ainda: continuou com a política de redução do número de coordenadores pedagógicos por escolas e, mesmo com o número mínimo a que cada escola tem direito, o governo não liberou mais nenhum professor (a) para exercer essa função.
A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) liberou poucos (as) professores(as) para realizarem essa função em algumas escolas, porém, desde lá suspendeu a liberação. Nas reuniões com o governo, o Sinpro-DF cobra insistentemente essa liberação, mas até agora o GDF não atendeu.
“Já estamos quase na metade do ano de 2016 e muitas escolas não estão com a quantidade de coordenadores a que têm direito liberados para atuarem nessa função. O governo não se manifesta. Enquanto isso, a comunidade escolar fica prejudicada porque a falta dessa função atrapalha fortemente o andamento do projeto político-pedagógico da escola”, afirma a diretoria colegiada do Sinpro-DF.
Confira, a seguir, matéria produzida, este ano, pelo sindicato, sobre esse tema.
Sinpro exige liberação dos coordenadores pedagógicos eleitos em fevereiro

Assembleia geral nesta quarta-feira (27), na Praça do Buriti

O Sinpro convoca todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para assembleia geral nesta quarta-feira (27), às 14h30, na Praça do Buriti. A categoria está em campanha salarial e pautas referentes à campanha de 2016 estarão em discussão na assembleia.
A Comissão de Negociação do Sinpro está reunida neste momento com o governo do Distrito Federal para debater alguns pontos da pauta de reivindicações e o resultado da reunião será tratado durante a assembleia.
O Sinpro disponibilizará ônibus para que a categoria compareça à assembleia.
É na luta, na garra e na unidade que se constroem as vitórias e se busca o respeito aos direitos da categoria.
 
Confira os locais e os horários a seguir:
 
Ceilândia –      Estacionamento do BRB                   13h30
Taguatinga –   Nene’s Chopp                                     14h
Gama –           CEM 02                                                   13h30
Planaltina –     Centro de Ensino Especial 01         13h30
Samambaia – CEF Myriam Ervilha BR 060 passando pela Escola Buritis  13h30
Samambaia – Feira da 202                                        13h30
Santa Maria – C.E.E 01 passando pelo CEF 215    14h
Sobradinho – CEM 01                                                  13h30
Recanto –       Faculdade da Terra                            13h30
Brazlândia – Praça do Laço                                     13h30

Abertas inscrições para o Seminário “Por uma Educação Antirracista e sem LGBT Fobias”

A luta por uma educação antirracista e contra todo tipo de discriminação é uma bandeira histórica e uma política que o Sinpro-DF defende com toda dedicação. Nos dias 25 e 26 de abril, a diretoria realizará o Seminário “Por uma Educação Antirracista e sem LGBT Fobias”.
Os(as) professores(as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais poderão se inscrever aqui no site, no link disponibilizado ao final deste texto. O seminário é uma importante iniciativa de combate ao racismo, à lesbofobia, bifobia, homofobia, transfobia. Serão três dias de debate com professores e professoras para promover a formação dos(as) filiados(as) interessados.
A atividade é realizada por intermédio da Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade e tem também o objetivo de subsidiar e empoderar professores(as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais para atuar no combate ao racismo e à LGBT fobias na execução do magistério.
Com esse seminário, a Secretaria de Raça e Sexualidade busca trazer temas pulsantes e delicados para o debate, como, por exemplo, o enfrentamento do racismo e da LGBT fobia no âmbito do currículo escolar, não somente na documentação existente, mas também no dia a dia na sala de aula.
Um dos palestrantes, Edson Cardoso, é professor-doutor da Universidade Católica de Brasília (UCB) e já lançou vários livros sobre a questão racial. Anatalina Lourenço é professora e sindicalista no Estado de São Paulo. Ieda Leal, que participará do primeiro dia, é representante da CNTE. Roberta Fernandes de Souza é psicóloga e mestre em saúde mental pela Universidade de Campinas (Unicamp). Todos são militantes do movimento negro.
Durante o seminário, a diretoria do Sinpro-DF irá realizar o “Abraço Negro”: uma campanha antirracista em curso, iniciada em 21 de março e que vai até 20 de novembro. Confira aqui informações sobre o Abraço Negro.
Vale lembrar que as inscrições para o seminário serão feitas por turno. Basta clicar no link a seguir.
Confira a seguir a Programação:
SEMINÁRIO POR UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA E SEM LGBT FOBIAS
 
PROGRAMAÇÃO
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1° DIA – NOITE
DIA: 25 DE ABRIL DE 2016 – SEGUNDA-FEIRA
LOCAL: Sede do Sinpro-DF
 
18h – Credenciamento
19h30 – Mesa de abertura
Ieda Leal – Secretária de Combate ao Racismo (CNTE)
Zezinho Prado – Secretário de Direitos Humanos (CNTE)
Carmen Helena Ferreira Foro – Vice-Presidenta da CUT Nacional
Wiviane Farkas – Coordenadora da Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF.
20h – Palestra: Mídia e Racismo – Palestrante: Professor Edson Lopes Cardoso
21h – Debate
22h – Momento Cultural – Música e coquetel
 
2° DIA – MANHÃ
DIA: 26 DE ABRIL DE 2016 – TERÇA-FEIRA
 
8h – Credenciamento – Café da manhã.
9h – Palestra: Currículo na perspectiva de uma educação sem LGBT fobias.
Palestrante: Roberta Fernandes de Souza – Psicóloga e mestre em saúde mental pela UNICAMP.
9h40 – Palestra: Por uma educação antirracista.
Palestrante: Anatalina Lourenço – Professora da rede estadual e municipal de São Paulo.
10h20 – Debate
11h – Encerramento
 
TARDE
13h  – Credenciamento
14h – Palestra: Educação e diversidade. Palestrante: Edson Lopes CardosoProfessor
14h40 – Palestra – Educação e diversidade. Palestrante: Roberta Fernandes de Souza –  Psicóloga e mestre em saúde mental pela UNICAMP.
15h20 – Palestra: Educação e diversidade. Palestrante: Anatalina Lourenço – Professora da rede estadual e municipal de São Paulo.
16h – Intervalo
16h20 – Debate
17h – Encerramento
 

Sinpro convoca professores aposentados para vigília nesta terça (26), entre o anexo e o Palácio do Buriti

O Sinpro convoca os(as) professores(as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais aposentados para uma vigília nesta terça-feira (26), às 15h, entre o anexo e o Palácio do Buriti. No mesmo horário a diretoria do Sindicato se reunirá com o Governo do Distrito Federal para tratar do pagamento da pecúnia da licença-prêmio e a presença de todos e todas é de grande importância para pressionar o governo a cumprir uma promessa feita com a categoria.
O Governo do Distrito Federal tem dificultado o pagamento da pecúnia dos(as) profissionais da carreira do magistério aposentados de julho a novembro de 2015, impedindo que estes profissionais usufruam deste direito após trabalharem mais de 30 anos na Secretaria de Educação do DF. Além disto, o Sinpro não foi chamado para nenhuma reunião para tratar do assunto e o governo não apresentou o calendário de pagamento da pecúnia para aqueles que se aposentaram de julho a novembro de 2015.
Durante as negociações o governo apontou para o pagamento de todas as pecúnias até março de 2015, porém vem insistindo em outra interpretação, dizendo que o pagamento seria feito até a folha de junho. O desrespeito tem deixado vários(as) professores(as) sem nenhuma previsão de pagamento, sendo que o compromisso do governo era de que até abril todas as pecúnias seriam pagas.
Esse atraso é uma quebra de acordo firmado com o Sinpro. A Diretoria Colegiada do sindicato entende que atrasar ainda mais direitos de professores(as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais é, no mínimo, falta de respeito e observa que esses(as) profissionais que se aposentaram no ano passado estão sendo duplamente injustiçados e desrespeitados no seu direito ao recebimento da pecúnia, assegurado na Lei Complementar nº 840/2011.

Na escola é arte, na rua é lixo

O lixo, os monumentos de Brasília e o combate ao Aedes aegypti. O que isso tem que ver com a escola pública? Cleiton Torres, professor de arte no Centro de Ensino Médio (CEM) 01 Sobradinho, provou que, além de ter relação com a escola pública, esses três temas estão inter-relacionados entre si e com a temática da água, da saúde e da “arte efêmera”.
Ele usou a concepção de arte efêmera e resíduos sólidos para mostrar essa reciprocidade. Estudantes de 1º e 2º ano do CEM 01 de Sobradinho, integrantes de 12 turmas (nove primeiros anos e três segundos anos), expuseram trabalhos artísticos com os formatos dos monumentos de Brasília feitos com tampinhas de garrafas PET.
A atividade fez parte de uma ação pedagógica da escola que, no dia 4 de abril, realizou o dia letivo temático “água e saúde” com foco na Campanha de Combate ao Aedes aegypti. Para isso, os (as) estudantes encararam o desafio de recolher as oito mil latinhas de alumínio e oito mil tampinhas e produziram a denominada “arte efêmera”.
Antes de iniciar a elaboração do projeto artístico, os (as) estudantes assistiram ao documentário Lixo Extraordinário. Após a projeção do vídeo houve uma roda de conversa reflexiva e propositiva para criação de uma agenda de ações que contemplasse assuntos ligados ao tema da responsabilidade ambiental.
A coleta das oito mil tampinhas e das oito mil latinhas nas ruas foi uma das ações propostas do professor de arte executadas pelos (as) estudantes que participaram do projeto. “O objetivo da ação era mostrar para os (as) estudantes que, por meio da coleta desses resíduos, poderíamos transformar o nosso ambiente com produções artísticas e geração de renda”, conta Cleiton Torres.
“Nenhuma turma conseguiu atingir o objetivo de coletar exatamente oito mil tampinhas e oito mil latinhas, mas todas trouxeram uma quantidade significativa desses resíduos sólidos, dando, dessa maneira, sua contribuição ambiental, social e artística para nossa cidade”, comenta o professor.
Ele informa que, com as tampinhas, foi realizada uma produção artística coletiva, e, com as latinhas, a equipe levantou recursos financeiros para prover a escola de materiais mais técnicos e de melhor qualidade para utilização nas aulas de arte, como violões, instrumentos de percussão, um bom pincel, uma boa tinta, um papel com uma gramatura adequada para produção de uma pintura, entre outros.
O professor explica que a relação dos monumentos de Brasília com todas essas temáticas é muito emblemática. “Numa sondagem inicial percebi que os (as) estudantes de Sobradinho não reconhecem os monumentos pelos seus nomes. A grande maioria desconhece esse patrimônio cultural e artístico local. Aproveitei o mote e sugeri que fizéssemos nossa produção artística inspirada nos monumentos de Brasília. E, por acaso, estamos no mês de aniversário da capital. Então tudo foi se encaixando”.
Os (as) estudantes envolvidos no projeto também desconheciam o conceito de arte efêmera. Daí, ele sugeriu que fosse realizado um o trabalho no chão, nos corredores e nas praças da escola, saindo dos espaços convencionais das paredes e murais, e que o trabalho tivesse a duração de um dia. “Tivemos uma semana de imersão na produção artística e convivência com esses monumentos que, mesmo estando tão próximos de nós, parecem muito distantes”, afirma o professor.
Durante as produções muitas personalidades, como Nicole Luz, representante do Distrito Federal no The Voice Kids, Deuzair Amancio, diretora do Sinpro-DF, e Hellen Gárcia, artista plástica da cidade, passaram pela escola e tiveram a oportunidade de apreciar o trabalho.
“Encontrar o professor Cleiton e seus (suas) estudantes tão entusiasmados (as) com esse projeto, no dia da realização de uma Plenária Regional em que discutimos a Campanha Salarial/PDE, apenas reforça a importância de continuarmos a luta pelo cumprimento das metas, estratégias e diretrizes do plano. Essas traduzem em mais investimentos para a Educação”, comenta Delzair Amancio, diretora da Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF.
Ela lembra que, além de garantir a valorização salarial da categoria, a exemplo da Meta 17 – referência da Campanha Salarial 2016, O PDE, no geral, assegura a melhoria da Educação pública e gratuita do DF de forma que professores (as), estudantes, pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais sintam prazer no ambiente escolar.
“Esse ambiente é possível com o PDE porque ele define como serão os investimentos de recursos financeiros, pedagógicos e trabalhistas da rede pública de ensino, como recursos humanos e materiais, bem como estruturas físicas adequadas e em quantidade suficiente. Por isso, o esforço do sindicato em envolver toda a comunidade escolar na defesa desta Lei Educacional denominada de PDE”, finaliza.
Ao todo foram trabalhados 12 monumentos. Confira as fotos:

  1. Torre Digital
  2. Congresso Nacional
  3. Palácio da Alvorada
  4. Dois Candangos
  5. Catedral
  6. Terceira ponte
  7. Museu da República
  8. Memorial JK
  9. Panteão da Pátria
  10. Igrejinha da 307/308 Sul
  11. Torre de TV
  12. Palácio da Alvorada

 


 
 
 
 
 
 
 
 
 

3ª Corrida do Sinpro registra aumento da participação dos aposentados

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Aposentadas e aposentados que participaram da 3ª Corrida e Caminhada do Sinpro

Aposentados e aposentadas da carreira do magistério participaram intensamente da 3ª Corrida e Caminhada do Sinpro. Sílvia Canabrava, coordenadora da Secretaria para Assuntos dos Aposentados, disse que o aumento do número de aposentados (as) nesse evento é resultado do estímulo à participação que a secretaria promove com o objetivo de trazer, cada vez mais, esse segmento da categoria para dentro do sindicato.
Ela disse que, a cada ano, o número de participantes nesse evento aumenta e que isso é resultado da ação da Secretaria para Assuntos dos Aposentados, que segue à risca um dos mais importantes princípios desta diretoria: o de estimular a participação da categoria em todas as atividades sindicais.
“Incentivamos a participação em todas as atividades que a nossa entidade sindical promove. Isabel Portuguez dizia que ‘inativo é quem não luta’ e, inspirados nessa máxima dela, fizemos uma faixa, que levamos durante a caminhada, na qual dizíamos assim: ‘Somos aposentados (as). Continuamos ativos (as) em todos os eventos de nossa categoria’”, contou a diretora.
Ela disse que é muito importante a presença dos (as) aposentados (as) em todas as ocasiões, discussões, eventos etc. “Digo a eles e a elas que precisamos da intensa participação de todos (as desde as assembleias, atos públicos, manifestações, seminários, discussões até as corridas, bailes, festas, shows, oficinas. Queremos a presença deles e delas porque eles e elas continuam sendo professores (as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais e, portanto, continuam sendo membros desta categoria e do nosso sindicato”.

Oficinas ecológicas para aposentados são sucesso

Um experimento da diretoria colegiada do Sinpro-DF se tornou um sucesso entre os (as) aposentados(as) da categoria. Na terça-feira (19), e por intermédio da Secretaria para Assuntos dos Aposentados, o Sinpro-DF realizou, pela primeira vez, oficinas ecológicas para mobilizar e atrair os (as) aposentados (as).
Mais de 60 inscritos (as) participaram da Oficina de Cultivo de Hortas em Pequenos Espaços e da Oficina de Ervas Aromáticas e Medicinais na Cozinha e na Varanda, realizadas na Chácara do Professor, entre 9h e 17h. “É uma atividade diferente na rotina do (a) aposentado (a) e também uma forma de esse segmento da categoria desfrutar da Chácara do Professor com outras atividades além do lazer”, informa Sílvia Canabrava, coordenadora da Secretaria para Assuntos dos Aposentados.
Ela conta que a diretoria colegiada do sindicado pensou nessas oficinas porque se trata de ações pedagógicas e políticas que envolvem o professor (a) e o (a) pedagogo(a)-orientador(a) educacional aposentados (as), durante um dia inteiro, com a natureza, conhecendo a proposta agroecológica e os princípios da sustentabilidade adotados na chácara, bem como adquirindo novos conhecimentos sobre o meio ambiente, ocupando-se com uma atividade coletiva e aprendendo a evitar a degradação ambiental e doenças por meio do cultivo de suas próprias hortaliças”, explicou.
As oficinas mostraram para os (as) aposentados (as) que eles e elas podem usar o cultivo de plantas como uma terapia ocupacional e que, até mesmo quem mora em apartamento, pode ter sua própria jardineira com hortas e ervas livres de agrotóxicos.
Nessas oficinas inaugurais, os(as) participantes tiveram aulas teóricas e práticas. Aprenderam a plantar e a cultivar. Quem se inscreveu na oficina de cultivo de hortas, levou a jardineira e plantou alface, couve e outras hortaliças. Quem optou pelas ervas medicinais e aromáticas, ao final da atividade, fez patês e sucos variados e saudáveis e serviu  durante o encerramento.
Sílvia disse que a Chácara do Professor tem um projeto de sustentabilidade e é um local apropriado para esse tipo de aprendizado. “É como explicou o professor: os produtores usam agrotóxico para que as plantas se desenvolvam mais rápido, para evitar pragas e outras ações da natureza que, para eles, redundam em prejuízo econômico”, esclarece a diretora.
Durante as oficinas, os (as) aposentados (as) tiveram uma “aula” de agroecologia. Eles e elas foram levados à trilha existente na chácara, local em que puderam conhecer uma plantação baseada no conceito da agroecologia. “Eles e elas viram a agrofloresta de perto. Após finalizarmos as oficinas, todos (as)  os (as) participantes reivindicaram a continuidade do projeto e sugeriram outras abordagens também destinadas ao aprendizado de cultivo de plantas. Estamos pensando sobre isso”, informou  a diretora.
Ela disse que as oficinas fizeram tanto sucesso entre os (as) participantes que ela e os demais diretores da Secretaria para Assuntos dos Aposentados, Francisco Raimundo (Chicão) e Francisco Assis, divulgaram e estimularam os (as) aposentados (as) a se inscreverem no II Seminário Socioambiental, que será realizado na Chácara do Professor, no dia 7 de maio. Durante o seminário, será inaugurado o Espaço Calliandra, às 17h. No encerramento dessa atividade, haverá um sarau.
Confira, a seguir, o álbum de fotos:

3ª Corrida e Caminhada do Sinpro é destaque do Programa Alternativo

O Programa Alternativo deste sábado (23) destaca a 3ª Corrida e Caminhada do Sinpro. Com 3 mil participantes, o evento foi um sucesso. O Sindicato disponibilizou toda a infra estrutura para os(as) atletas e suas famílias, com apoio médico com ambulâncias, tendas de massagem muscular, área kids (com diversos brinquedos para a criançada se divertir), guarda volumes e música ao vivo.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Sinpro e CUT participam de reunião com ministro Berzoini sobre PLP 257

No final da tarde desta terça-feira (12), a diretora do Sinpro, Rosilene Correa, Pedro Armengol e Valeir Ertle, dirigentes da CUT Nacional, e representantes de outras centrais sindicais se reuniram com o ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, com o objetivo de que o governo retirasse o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/2016. O projeto anti-servidor, que tramita no Congresso, pretende alongar a dívida pública dos estados, mas impõe condicionantes que retiram direitos da classe trabalhadora e dá força para instalar de vez uma política de Estado Mínimo.
Durante a reunião o governo fez um compromisso de reforçar o debate a respeito do projeto junto à área econômica pela retirada de urgência do PLP, fato que deve adiar sua votação. Um dos pontos mais criticados pelos sindicalistas, o governo se compromete em não condicionar a renegociação da dívida dos estados com a União aos itens conflituosos com servidores públicos, ou seja, estes itens serão debatidos com representantes da classe trabalhadora. “O gesto do governo aponta para um processo de negociação, mas não nos tranquiliza. Portanto, precisamos nos manter atentos porque este debate será feito e é nossa mobilização que impedirá prejuízos e a retirada de direitos”, ressalta a diretora Rosilene Correa.
Sendo assim, neste momento não será necessário que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais compareçam ao Congresso Nacional em horário de coordenação. Porém, a categoria deverá continuar acompanhando o debate em torno do PLP 257, pois caso haja mudanças no que foi acordado na reunião desta terça a categoria pode ser convocada.

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