CED 02 de Taguatinga lança Semana de Educação com doação de alimentos
Jornalista: sindicato
O CED 02 de Taguatinga – Centrão – inicia neste sábado (7) a Semana de Educação para a Vida. Com abertura às 8h30, a escola preparou uma manhã especial de lazer para a garotada.
O objetivo da atividade de sábado, além da confraternização, é fazer a entrega de donativos arrecadados para a Creche Renascer, da Estrutural. São mais de 500 kg de alimentos. “As crianças da creche virão para nossa escola, onde terão uma manhã de lazer com brinquedos, lanche e almoço”, informou Murilo Marconi, vice-diretor do Centrão .
O convite é aberto a toda a comunidade escolar.
Canal da Educação desta quinta (5) debate o II Seminário de Educação Socioambiental
Jornalista: Leticia
O II Seminário de Educação Socioambiental será o tema do Canal da Educação desta quinta-feira (5). O evento, promovido pelo Sinpro, terá como tema “Educação para a sustentação da vida” e será realizado no sábado, dia 7 de maio, no Espaço Educador Chico Mendes, situado na Chácara do Professor. A diretora do Sinpro Iolanda Rodrigues abordará o tema durante o programa.
O programa vai ao ar às 20h desta quinta-feira (5). Ele é apresentado quinzenalmente, ao vivo, no site do Sinpro e na TopTV Brasil.
A produção e apresentação são do jornalista Valdir Borges. Perguntas podem ser enviadas ao vivo, através do próprio site do Sindicato (o vídeo disponibilizará um espaço para interação) ou por mensagens via whatsapp, no número (61) 8162-0065.
Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais presentes na assembleia realizada durante a tarde desta quarta-feira (27), na Praça do Buriti, aprovaram o calendário de mobilização. A próxima assembleia geral acontecerá no dia 21 de junho, às 14h30, na Praça do Buriti, com compactação de horário.
No conjunto das falas a diretoria do Sinpro deu informes relacionados à reunião realizada na tarde de terça-feira (26), entre representantes da Mesa Permanente de Negociação e do Governo do Distrito Federal. Entre os pontos abordados, o pagamento das pecúnias da licença-prêmio dos(as) professores(as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais que se aposentaram entre julho e novembro de 2015 e os que se aposentaram em 2016. O GDF tem dificultado o pagamento da pecúnia destes profissionais, impedindo que eles usufruam deste direito após trabalharem mais de 30 anos na Secretaria de Educação do DF. O Sinpro tem insistido pela apresentação de um calendário de pagamento deste benefício, mas até o momento o governo não apresentou. Uma nova reunião ficou marcada para o dia 5 de maio para tratar do pagamento das pecúnias. Outro ponto que será tratado na reunião do dia 5 é a Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE), que é o eixo norteador da Campanha Salarial 2016. Esta meta deverá ser o motor das negociações e reivindicações, porque prevê valorizar os profissionais da Rede Pública de Educação, ativos e aposentados, de forma a equiparar seu vencimento básico, no mínimo, à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos com as demais carreiras de mesma formação do GDF.
A Mesa de Negociação ainda tratou do Plano de Saúde. O GDF disse que já estabeleceu o primeiro contato com a GEAP, que enviou as primeiras informações com o objetivo de firmar um possível convênio com a Secretaria de Educação. Sobre o auxílio-alimentação, o governo está fazendo o levantamento com sua área econômica para reajustar o auxílio ainda este ano, respaldado nos índices do INPC, levando em consideração o não reajuste dos últimos 24 meses. O GDF sinaliza que quer conceder este reajuste ainda no exercício de 2016.
Ainda foram tratadas a nomeação de orientadores(as) educacionais e de um novo concurso público para professores(as). O governo disse que está previsto um concurso para professores de educação básica e monitores ainda este ano, com expectativa de nomeação a partir de janeiro de 2017. Foram cobradas ainda a publicação do abono administrativo das faltas e das paralisações de 2015 e o avanço na discussão sobre o PL da GAEE, que o Sinpro, na última reunião, entregou uma proposta de redação.
Para a diretora Rosilene Corrêa, a categoria tem desafios enormes pela frente e somente a união e a mobilização de todos e todas garantirá a vitória. “Até aqui conseguimos muitas vitórias, mas ainda temos muito a avançar. Nossa campanha salarial é um dos pontos que merece atenção especial, porque não aceitaremos nenhum tipo de retrocesso. Precisamos que a categoria esteja em peso na próxima assembleia (21 de junho) para mostrar a este governo que lutaremos pela valorização dos professores e orientadores educacionais e pela manutenção dos nossos direitos”, finaliza a diretora do Sinpro.
Política de bônus não valoriza a educação pública e seus profissionais
Jornalista: sindicato
O anúncio, por meio da grande imprensa, de que o Vice-Presidente Michel Temer, em assumindo de fato a cadeira de Presidente da República, instauraria a meritocracia na educação básica, privilegiando o pagamento de bônus aos professores e a certificação permanente desses profissionais, até onde se sabe, não é uma medida que conta com a rejeição apenas da maioria dos/as trabalhadores das escolas públicas – filiados aos sindicatos que integram a CNTE –, mas, conforme entrevista concedida ao jornal Valor Econômico, em 02/02/2016, o integrante da equipe de trabalho do Vice-Presidente, o economista Ricardo Paes de Barros, também se posicionou radicalmente contra a meritocracia num país tão desigual como o Brasil.
À época da referida entrevista, disse o Sr. Barros na condição de economista-chefe do Instituto Ayrton Senna e professor no Insper: “Sem resolver a desigualdade de oportunidades, ficar falando em meritocracia é piada. Como discutir o mérito de quem chegou em primeiro lugar em uma corrida onde as pessoas saíram em tempos diferentes e a distâncias diferentes?”
A CNTE considera essa afirmação válida tanto para os estudantes que frequentam escolas em condições extremamente desiguais, como para os educadores que trabalham nessas mesmas escolas e que, portanto, sofrem com os fatores que determinam as condições de aprendizagem dos estudantes. Querer fazer com que professores e professoras das escolas menos assistidas sejam “super-heróis”, a ponto de superar todas as mazelas a que eles e os estudantes estão submetidos, apenas por meio de pagamento de bônus, sem dúvida, constitui uma falácia e demonstra a falta de compromisso do Vice-Presidente com as políticas verdadeiramente eficazes para transpor o atual nível de qualidade da educação pública de nível básico no Brasil.
Também é primordial levar em consideração, em nosso debate nacional, a experiência norte-americana da política de bônus a professores, hoje considerada falida pela educadora e gestora pública Diane Ravitch, mentora e principal articuladora do programa empregado pelo Governo Federal dos EUA. Além de não ter melhorado a qualidade da educação nas escolas periféricas daquele país, a bonificação estimulou a corrupção entre gestores, professores e estudantes, especialmente no tocante ao desempenho forjado nos testes estudantis.
A CNTE considera que as políticas para superar o déficit de qualidade na educação pública estejam elencadas no Plano Nacional de Educação (PNE), o qual aponta a necessidade de maior investimento financeiro (inclusive por meio de vinculação orçamentária) e de recursos pedagógicos em todos os níveis, etapas e modalidades.
No caso da valorização dos profissionais da educação, o PNE recomenda a profissionalização de todos os educadores – professores, especialistas e funcionários de escola –, com formação inicial e continuada específica para as áreas de atuação na escola; o ingresso na carreira da educação exclusivamente por concurso público; o cumprimento do piso salarial nacional do magistério e a regulamentação do piso nacional para os demais trabalhadores escolares (à luz do art. 206, VIII da CF); além da necessidade de constituir diretrizes nacionais para os planos de carreira dos profissionais da educação básica, como forma de equalizar as condições de trabalho nas escolas do país.
No tocante à equalização da oferta escolar, ou seja, da garantia de condições universais de acesso, permanência e aprendizagem dos estudantes à escola pública de qualidade social, o PNE orienta a instituição do Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi) e, posteriormente, a vigência permanente do Custo Aluno Qualidade (CAQ), aliado à regulamentação do Sistema Nacional de Educação, que tem por finalidade garantir a necessária coesão das políticas tidas como estruturantes para a educação.
Atualmente, o Ministério da Educação mantém grupos de trabalho em âmbito do Fórum Nacional de Educação – instância oficial que comporta a participação de membros da sociedade civil – para estabelecer os critérios de regulamentação do PNE. E é imprescindível que esse trabalho seja mantido em quaisquer governos.
Brasília, 28 de abril de 2016
Diretoria Executiva
Centralização da perícia médica continua gerando problemas
Jornalista: Maria Carla
A centralização da perícia médica continua dando errado, conforme denúncias do Sinpro-DF. Na tarde desta sexta-feira (29), mais de 50 servidores (as) públicos (as) adoentados enfrentaram uma desgastante espera pelo atendimento dos médicos peritos na Subsecretaria de Segurança e Saúde do Trabalho (SubSaúde), da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag).
Silmara Carvalho, professora de Atividades da rede pública de ensino, está indignada com a situação e diz que “não adianta investir o dinheiro público na instalação da perícia médica num prédio muito chique no centro de Brasília e não ter mão de obra suficiente para atender às pessoas adoentadas que, ao chegarem na SubSaúde, ficam horas a fio, e de forma desconfortável, esperando pelo atendimento”.
A professora conta que, nesta sexta, passou a tarde inteira na SubSaúde para homologar um atestado médico. “Não é possível a pessoa doente enfrentar essa demora, num espaço pequeno e desconfortável, simplesmente por falta de mão de obra. Hoje tinha apenas dois funcionários na recepção e, um dos quais, saiu para almoçar se queixando que não aguentava mais tantas horas sem comer, deixando apenas um no balcão”, conta. Ela disse que, após passar horas para ser atendida na recepção, ficou ainda mais duas horas para ser atendida pelo médico perito. “Na recepção, há seis cadeiras de recepcionista, porém, efetivamente, somente uma é ocupada pelo atendente. Na perícia propriamente dita, há várias portas de consultórios, porém, poucas abertas. O que temos ali é muita demora para ser atendido. Em vez de dificultar, o governo deveria humanizar o atendimento, afinal, a pessoa que busca a SubSaúde não está bem e não deveria se desgastar tanto para homologar um atestado médico”, diz a professora.
Os (as) servidores (as) que estiveram no local reclamam também do desconforto do ambiente. Um espaço pequeno para receber todos (as) os servidores (as) do Governo do Distrito Federal (GDF) adoentados e com demandas médicas. Na tarde desta sexta-feira, havia gestantes com máscara, mães e pães com crianças doentes, pessoas recém-operadas , idosos e idosas , numa situação caótica e sem a menor chance de atendimento prioritário.
Na avaliação da diretoria do Sinpro-DF, essa situação tem todas as características de sucateamento do serviço público. Além de ter reduzido o número de locais, o governo Rodrigo Rollemberg (PSB) reuniu todos os setores do funcionalismo na mesma perícia médica. O GDF modificou o atendimento da perícia médica para piorar o atendimento. A nova perícia é o retrato fiel da concepção de Estado mínimo: pouco funcionário para atendimento e espaço reduzindo, inconveniente e impróprio para atendimento ao público.
A diretoria do sindicato informa que em todas as Pautas de Reivindicações das Campanhas Salariais, a categoria reivindica a descentralização da perícia médica e o aumento do número de locais para que essa atividade seja feita com mais humanidade e rapidez. Contudo, desde 2015, o GDF adotou uma política de choque de gestão que já começa a causar os prejuízos anunciados, como é o caso da perícia médica.
No ano passado, o Sinpro-DF denunciou essa atitude e apontou os problemas que essa unificação iria causar. Numa reunião do GDF com o Sinpro, em agosto de 2015, o governo informou que faria uma nova descentralização em abril de 2016, abrindo uma nova perícia médica em Taguatinga, contudo, o mês acabou e essa promessa não foi cumprida.
“Estamos pautando esse problema da centralização com a Secretaria de Estado da Educação (SEEDF). Não tem como centralizar e não criar condições para o atendimento. Mexer para piorar não tem jeito. Por isso voltamos a denunciar esse tratamento desumano”, afirma Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF.
Confira, a seguir, matérias do Sinpro-DF sobre o problema da perícia médica: Governo Rollemberg fecha Cosaúde de Taguatinga Após muita luta, Cosaúde mantém atentimento em Taguatinga
Em defesa da democracia e dos direitos da classe trabalhadora, a CUT Brasília e outras dezenas de entidades que compõem o Comitê em Defesa da Democracia e Contra o Golpe e as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo convocam a população do Distrito Federal para participar de duas importantes atividades do Dia do Trabalhador.
Com o título “Dia do Trabalhador: muita arte e ato político contra Golpe”, o texto da CUT Brasília informa que, o primeiro será Virada Cultural: um evento que terá início às 16h deste sábado (30) no estacionamento da Torre de TV. Prosseguirá até às 2h da madrugada do dia 1º de maio, com uma rica e diversificada sequência de atividades teatrais, musicais e políticas. O segundo evento será o Ato Unificado contra o Golpe que começa às 10h de domingo (1°). O encerramento das atividades será realizado com o grupo Samba de Tapera, com uma roda de samba, também no estacionamento da Torre de TV. Todas as atividades fazem parte da série de mobilizações de ruas que visam a reafirmar a posição da classe trabalhadora contra a ruptura democrática no país.
A Virada Cultural contará com a participação do Movimento de Artistas pela Democracia de Brasília, que reúne cerca de 300 profissionais da cultura da cidade. São artistas que estão integrados, desde o início, à luta contra o golpe de Estado em curso no país e vêm se apresentando voluntariamente em atos políticos que aconteceram na cidade, contribuindo com as manifestações em defesa da democracia e dos direitos dos trabalhadores.
“É parte da política da CUT enxergar a cultura como um instrumento de luta classista e valorizar esses artistas populares que estão ao nosso lado na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Há muito tempo realizamos atividades como a Guerrilha Cultural, que buscam a integração de movimentos culturais e políticos. A Virada foi pensada para contemplar, dar espaço e valorizar esses companheiros, que lutam e resistem diariamente para expressar sua arte, principalmente agora quando os direitos do povo, conquistados com muito suor, luta e sangue, inclusive os de acesso à produção da cultura popular e progressista, são atacados e hostilizados pelos segmentos da elite econômica e social e pela imprensa golpista”, explica o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto.
A Virada Cultural é parte de uma série de atividades que visam mostrar para o Senado Federal que, ao contrário do que se veicula na grande imprensa comercial, não é a maior parte da população do país que está a favor do golpe de estado escondido atrás impeachment da presidenta Dilma Rousseff. “Entendemos que um parlamento corrupto e sedento por poder não tem legitimidade para afastar Dilma do cargo de presidenta da República. Sabemos que o golpe atinge ilegitimamente o mandato democrático popular, que acumulou mais de 54 milhões de votos em 2014, e atenta contra a soberania nacional, contra as empresas públicas, os direitos da classe trabalhadora e a democracia, que foi a maior conquista recente do povo brasileiro. Afastar Dilma do poder hoje é o caminho mais rápido para atacar os trabalhadores e a população menos favorecida e para acabar com um projeto concreto de combate à corrupção que expôs crimes que há muito tempo eram escondidos. Por isso, é importante que todos e todas compareçam a esta e outras atividades que tomarão conta de Brasília até a votação do processo de impeachment no Senado Federal. Só nas ruas e pressionando os golpistas é que defenderemos a democracia e os direitos que o projeto da direita quer nos tomar”, explica Rodrigo Britto.
Veja a programação detalhada da Virada Cultural que está disponível também nas redes sociais da CUT Brasília e do Comitê em Defesa da Democracia e Contra o Golpe.
Entenda o golpe
Alegando um crime de responsabilidade pela prática da chamada “pedalada fiscal” (um procedimento contábil que não constitui crime de qualquer espécie) e expondo um verdadeiro arsenal de preconceitos e objetivos políticos escusos, a Câmara dos Deputados composta em grandíssima maioria por empresários, ruralistas e conservadores (mais de uma centena deles investigados ou acusados de crimes de corrupção) aprovou no último dia 17, o prosseguimento do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
Agora, o processo está em tramitação no Senado Federal, onde há dois turnos de votação. Se aprovado, quem assume a presidência da república temporariamente é o vice, Michel Temer (PMDB), citado como beneficiário de propinas no Lava Jato e também acusado da prática de pedalada fiscal. Na ausência dele, seja por renúncia, morte ou cassação, toma posse o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, réu em processos de corrupção e lavagem de dinheiro e principal beneficiado com a saída de Dilma Roussef, uma vez que o mesmo já teve abrandamento em seus processos de cassação após aprovação do impeachment na Câmara. Ambos, mais os tucanos e outros derrotados nas eleições presidenciais, são apontados de patrocinarem o golpe de Estado.
Ironicamente, Dilma Rousseff não possui nenhuma denúncia de crime de corrupção, desvio de dinheiro público, enriquecimento ilícito ou ocultação de contas bancárias no exterior. Por isso, para a CUT e para os movimentos sindical e sociais, se não há crime, é golpe. Por isso, vamos engrossar a Virada Cultural, o Ato Unificado Contra o Golpe do 1º de Maio do Trabalhador e todas as manifestações que se seguirão para barrar ataques à democracia, aos direitos e ao patrimônio do povo brasileiro.
O Caderno de Educação nº 29, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), produzido no segundo semestre de 2015, já está em circulação. O primeiro artigo traz uma discussão sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), cujo objetivo é analisar os avanços ocorridos na garantia dos direitos da criança e do adolescente desde a sanção da Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990. O artigo também levanta alguns desafios a serem enfrentados para a plena efetivação desses direitos, especialmente, no que diz respeito à discussão da redução da idade penal.
O primeiro artigo, intitulado “Os 25 anos do ECA – Avanços e desafios –, foi produzido por Maria Izabel da Silva – coordenadora geral de Convivência Familiar e Comunitária da Secretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (2014-2015).
A autora é também conselheira do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, de 1997 a 2007, representando a CUT (2013-1014) e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Secretária de Políticas Sociais da FETEC/CUT/SP, 2006 a 2012. São Paulo/SP.
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Confira o resultado final da 3ª Corrida e Caminhada do Sinpro
Jornalista: Leticia
A categoria compareceu em peso na 3ª Corrida e Caminhada do Sinpro. Com 3 mil participantes, o evento foi um sucesso. O Sindicato disponibilizou toda a infra estrutura para os(as) atletas e suas famílias: apoio médico com ambulâncias, tendas de massagem muscular, área kids (com diversos brinquedos para a criançada se divertir), guarda volumes e música ao vivo.
Todos os(as) participantes da Corrida e Caminhada ganharam medalhas. Confira abaixo a relação dos vencedores da Corrida, divididos por categorias, ressaltando que não há resultado (aferição de tempo) para os participantes da caminhada. 5km_masculino_professor 5km_geral_masculino 5km geral feminino 5km_feminino_professora faixa_etaria_feminino faixa_etaria_masculino
Hoje é dia de lembrar Massacre de Rollemberg contra servidores
Jornalista: sindicato
Hoje é dia para refletir sobre a resistência e capacidade de luta dos(as) professores(as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais.
Há exatos seis meses, em 28 de outubro do ano passado – Dia do Servidor Público -, acontecia o que entrou para a história do DF como Massacre de Rollemberg ou Massacre do Eixão – uma ação truculenta e desastrada da tropa de choque da Polícia Militar contra educadores em greve, que protestavam contra a intransigência do governo Rollemberg em não negociar com os servidores e não apresentar uma solução para o pagamento de reajuste ao Magistério Público do DF, previsto para setembro de 2015 e que foi adiado pelo governador.
Naquele dia, dezenas de servidores bloquearam as saídas de Brasília nos Eixões Norte e Sul da cidade, à tarde. A resposta do GDF às justas reivindicações dos servidores foi o envio de policiais.
Conforme atesta o vídeo (link abaixo), os(as) educadores foram arrancados de seus próprios veículos; alvejados por balas de borracha à queima roupa e receberam bombas de gás lacrimogênio. Um dia que não pode ser esquecido.
Vídeo: