Projeto de reforma fiscal do governo prevê até congelamento de salários

Na quarta-feira passada (23), o governo federal enviou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/2016 que, na realidade, trata-se de uma bomba para a classe trabalhadora, pegando de surpresa os servidores públicos das três esferas de governo.
O objetivo do tal PLP é permitir o refinanciamento da dívida dos estados e do Distrito Federal. Mas, na contramão do que espera a classe trabalhadora, o projeto prevê alterações na Lei de Responsabilidade Fiscal que aprofundam as restrições em relação aos servidores da União, dos estados, do DF e municípios, e impõe uma série de exigências fiscais como condição para adesão ao plano de auxílio aos estados e ao Distrito Federal.
Para se valer do refinanciamento da dívida, os entes federativos deverão adotar medidas como o corte de 10% das despesas mensais com cargos de livre provimento; a não concessão de aumento de remuneração dos servidores a qualquer título; a suspensão de  contratação de pessoal, exceto reposição de pessoal nas áreas de educação, saúde e segurança e reposições de cargos de chefia e direção que não acarretem aumento de despesa; e a vedação de edição de novas leis ou a criação de programas que concedam ou ampliem incentivos ou benefícios de natureza tributária ou financeira.
Como se fosse pouco, em nome da responsabilidade da gestão fiscal, determina, ainda, que os entes aprovem normas contendo, no mínimo, os seguintes dispositivos: 1) a instituição do regime de previdência complementar, caso ainda não tenha publicado outra lei com o mesmo efeito; 2) a elevação das contribuições previdenciárias dos servidores e patronal ao regime próprio de previdência social (sendo a elevação para pelo menos 14%, no caso dos servidores); 3) a reforma do regime jurídico dos servidores ativos, inativos, civis e militares para limitar os benefícios, progressões e vantagens ao que é estabelecido para os servidores da União; 4) a definição de um limite máximo para acréscimo da despesa orçamentária não financeira a 80% do crescimento nominal da receita corrente líquida do exercício anterior; 5) a instituição de monitoramento fiscal contínuo das contas do ente, de modo a propor medidas necessárias para a manutenção do equilíbrio fiscal; e 6) a instituição de critérios para avaliação periódica dos programas e projetos do ente.
Ainda em relação às exigências aos estados e ao Distrito Federal como condição para a renegociação, o projeto impõe, como contrapartida à amortização, em caráter provisório, dos contratos de refinanciamento celebrados, que sejam entregues à União bens, direitos e participações acionárias em sociedades empresariais, controladas por estados e pelo Distrito Federal, os quais deverão ser privatizados ou vendidos pela. Ou seja, a União se tornará um novo motor de privatizações de empresas estatais dos Estados nas áreas de saneamento, transportes, gás, tecnologia da informação, portuárias, de energia, de abastecimento, etc.
Perdas – Divididas em três estágios, as medidas para adequar o gasto público incluem a suspensão da política de aumento real do salário mínimo, cujo reajuste ficaria limitado à reposição da inflação; redução em até 30% dos gastos com servidores públicos decorrentes de parcelas indenizatórias e vantagens de natureza transitória; e implementação de programas de desligamento voluntário e licença incentivada de servidores e empregados, que representem redução de despesa.
Como se vê, o projeto adota uma política de ajuste fiscal e controle de gasto, de redução do papel do Estado e estímulo à privatização e, principalmente, de corte de direitos dos servidores públicos.
Parece que o governo não atentou que a saída é a adoção de políticas anticíclicas, a exemplo do que ocorreu na crise de 2008/2009. Na época, a opção por injetar – e não cortar – investimentos na economia barrou os efeitos da crise.
O momento exige ações justamente ao contrário daquelas expressas no PLP 257/2016, ou seja, deve-se sim prosseguir com a recuperação do salário mínimo, com a recuperação salarial dos trabalhadores, no sentido de que os trabalhadores tenham dinheiro em mãos e façam a economia girar mesmo neste período mais acentuado de crise política, que artificializa parte da crise econômica. Não é possível ao trabalhador pagar a conta toda vez que o mercado entrar em crise.
A opção por congelamento dos salários, programas de demissão voluntária ou venda de empresa estatal só vai gerar retrocessos, tanto a economia quanto, e principalmente, nos direitos e conquistas da classe trabalhadora.
Tramitação – A proposta tramita em urgência constitucional, ou seja, o prazo de votação é de 45 dias para a Câmara e mais 45 para o Senado. Se a votação não for concluída nesse período, o projeto passará a trancar a pauta da Casa em que estiver tramitando. Enquanto a pauta estiver trancada, nenhuma proposta legislativa pode ser votada.
Durante a tramitação em ambas as Casas Legislativas – Câmara dos Deputados e Senado Federal – poderão ser apresentadas emendas para altera o PLP 257/16. Na Câmara é necessária a assinatura de 1/5 dos 513 deputados Federais, ou seja, 103 para apresentação de emendas ou a assinatura de líderes partidários que represente esse número.
O prazo para apresentação de emendas na Câmara dos Deputados está aberto até a próxima quinta-feira, dia 31 de março.
Assim, é fundamental que os trabalhadores se unam em torno de suas entidades representativas no sentido de pressionar parlamentares no Congresso Nacional a rever este nocivo Projeto de Lei Complementar.
A CUT está de plantão acompanhando a tramitação do PLP.

Assembleia para eleger membros da comissão eleitoral da eleição do Sinpro será sábado (2)

Neste sábado (2), a partir das 9h30 na Sede do Sindicato, ocorre assembleia geral para eleger os membros da Comissão Eleitoral da eleição do Sinpro, em conformidade com o estatuto da entidade.
Lembrando que o registro das chapas ocorrerá de 11 a 18 de abril.
Confira aqui o estatuto da entidade.

Reunião de delegados(as) sindicais dia 29 de março, na sede do Sinpro

Seguindo o calendário de mobilização da categoria aprovado na última assembleia (17), o Sinpro realizará reunião de delegados(as) sindicais no dia 29 de março, às 19h, na sede do Sindicato. Esta reunião tem como objetivo a organização da luta dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais.
A importância dos delegados sindicais é muito grande, já que são eles que vão agir como um elo entre a diretoria e os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. As atividades essenciais do delegado sindical são, entre outras: organizar e mobilizar a categoria sempre que necessário; representar a direção do Sindicato junto à categoria, divulgar no seu local de trabalho e locais próximos, defender os direitos da categoria; organizar a categoria em seu local de trabalho; buscar juntamente com a diretoria do Sindicato soluções para questões individuais e coletivas identificadas em seu local de trabalho; além de cumprir e fazer cumprir as deliberações do Estatuto, das assembleias e da diretoria do Sindicato.
Participe!

Expediente no Sinpro durante a Páscoa

Em virtude do feriado da Páscoa a Diretoria Colegiada informa que a sede e subsedes do Sinpro estarão fechadas na quinta (24) e sexta-feira (25). O expediente voltará ao normal na segunda-feira (28).
Um bom feriado a todos e todas.

Sinpro exige liberação dos coordenadores pedagógicos eleitos em fevereiro

Apesar da publicação da portaria que regulamenta as normas para a coordenação pedagógica, a Secretaria de Educação do DF não tem cumprido com as metas estipuladas no documento. As normas foram publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal do dia 19 de fevereiro de 2016.
Após diminuir o número de coordenadores(as), a secretaria ainda não liberou estes profissionais eleitos durante a semana pedagógica (25 de fevereiro). A situação se agrava pelo fato de algumas escolas não terem nenhum coordenador liberado, enquanto outros estão com a liberação parcial. Além disto, por orientação da Proeduc a SEE está colocando coordenadores pedagógicos para substituir professores. As substituições tem as mais variadas justificativas, que vão desde aposentadorias a ausências médicas.
Mais uma vez o Sinpro exige que a Secretaria de Educação regularize a situação, uma vez que o impasse precariza a educação pública do DF. Além da importância que o coordenador tem no sistema educacional, cabe a ele a articulação com os projetos pedagógicos da escola.

Sinpro abre inscrições de oficinas para professores e orientadores aposentados

O Sinpro está com inscrições abertas de oficinas para professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) sindicalizados(as). As oficinas são de meliponicultura (criação de abelhas nativas), o uso de ervas aromáticas e medicinais e hortas em pequenos espaços.
Elas serão realizadas na Chácara do Professor, no dia 19 de abril (terça-feira), de 9h às 17h. Para cada oficina são disponibilizadas 33 vagas. As inscrições, que são gratuitas, podem ser feitas com Ana Regina, nos telefones 3343-4235 e 9161-2072.
Abaixo, mais algumas informações sobre as mesmas:

  • Meliponicultura (criação de abelhas nativas)

Aprender a lidar com as abelhas nativas mansas é contribuir para preservar as espécies, manter a biodiversidade do cerrado e ainda poder usufruir um delicioso mel de origem segura.
Material necessário: os(as) interessados(as) devem trazer: 10 folhas de jornal, 4 garrafas PET de 2 litros ou mais.

  • Ervas aromáticas e medicinais na cozinha e varanda

O uso das ervas aromáticas permite uma variação de sabores e aromas na culinária do dia a dia, seja em molhos, patês…
Material necessário: os(as) interessados(as) devem trazer: 1 vasinho ou 1 garrafa PET de 2 litros ou mais, que será transformado em vaso..

  • Hortas em pequenos espaços (alimentação segura)

A oportunidade de aprender sobre como cultivar o seu próprio alimento – hortaliças e ervas para temperos, em pequenos espaços.
Material necessário: os(as) interessados(as) devem trazer 1 vaso tipo jardineira para três mudas ou  1 garrafa PET de 3 litros que fará o papel de jardineira, além de um par de luvas.

Mais educação libertadora, menos mercado

Neste artigo, Alessandra Terribili traz as reflexões do educador Gaudêncio Frigotto, que abriu o ano letivo no Sinpro condenando a privatização da educação e a Lei da Mordaça.
Como ser educador (a) em um sistema cuja lógica é o desequilíbrio? Essa foi a grande questão trazida pelo professor Gaudêncio Frigotto a um auditório lotado nesta segunda-feira (21), em palestra que marcou a abertura do ano letivo pedagógico no DF.
Para Frigotto, a crise que vivenciamos hoje não se resume à política e à economia, mas sim, tem diversas dimensões: ela também é do meio-ambiente, da cultura e dos valores. Tampouco se trata de uma crise localizada, porque se apresenta globalmente e é contínua. A crise, afinal, é inerente ao capitalismo, um sistema que se baseia na exploração dos trabalhadores. E lançou um questionamento: será que o mundo melhorou desde o colapso da experiência de socialismo existente?
No que se refere à educação propriamente dita, o professor observou que a realidade, mais do que nunca, é de promoção da educação como negócio, não como direito de todos e todas. Essa privatização se verifica tanto na gestão quanto nos conteúdos trabalhados nas escolas, e sendo assim, o mercado prega que se desconsidere a heterogeneidade. “O professor deve se preparar para lidar com a diversidade”, apontou. “É por isso que educação de qualidade demanda tempo, não é possível que um professor lecione em duas ou três escolas”.
Frigotto destacou que a lógica mercadológica da competição não favorece uma escola de qualidade. “A educação não pode ser aprisionada pela empregabilidade, não podemos simplesmente formar pessoas para o mercado de trabalho”.
O debate veio em boa hora, em meio às ameaças que o GDF têm empreendido contra conquistas históricas da categoria – muitas delas foram barradas pela greve de outubro e novembro de 2015. Frigotto também falou da Lei da Mordaça, afirmando que as escolas são permeadas pela ideologia da classe dominante. O cerceamento de conteúdos e de práticas pedagógicas que o PL de Izalci Lucas (PSDB) e Sandra Faraj (SDD) pretende, portanto, dirige-se à educação libertadora, aquela que procura construir senso crítico e viabilizar a formação de cidadãos e cidadãs que pensem por si sós. É essa perspectiva que esses parlamentares querem calar.
Ao comentar a atuação tendenciosa da Justiça brasileira, bem como a manipulação de discursos e fatos promovida pela grande mídia, notadamente pela Rede Globo, o professor Gaudêncio Frigotto arrematou sua palestra com uma questão provocadora: por que somos nós que merecemos uma Lei da Mordaça?
*Alessandra Terrbili é assessora política do Sinpro-DF
 

Diretoria do Sinpro lança a campanha Abraço Negro e convida a categoria a aderir

O Sinpro-DF lança, nesta segunda-feira (21), a campanha Abraço Negro. Uma campanha político-pedagógica de combate ao racismo, que vai desde esta segunda, dia 21 de março – Dia Internacional de Combate ao Racismo –, até o dia 20 de novembro – Dia Nacional da Consciência Negra.
A diretoria colegiada do sindicato convida a todos e todas para o seu lançamento, a realizar-se no Auditório Paulo Freire, na sede do Sinpro-DF, a partir das 19h, durante a palestra intitulada “O papel pedagógico do professor”, com Gaudênci Frigotto.
Segundo as regras da campanha, a escola que aderir deverá desenvolver atividades pedagógicas de combate ao racismo e se transformar em local livre de racismo. Para isso, a própria campanha oferece mecanismos de conversação com estudantes, professores(as), diretores(as), pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais e demais trabalhadores(as) da Educação a fim de viabilizar ações aplicáveis ao conteúdo curricular, ao longo do ano, de forma sistemática.
Um desses instrumentos é a mudança de comportamento e o modo de agir. Diariamente, todas as vezes que surgir o problema da violência racial nas escolas que aderirem à campanha todos terão o compromisso de combatê-lo nas diversas formas. “Pensamos em várias oficinas para dar suporte aos trabalhadores(as) da Educação para que eles e elas deem conta e saibam como reagir”, explica Ieda Leal, secretária de Combate ao Racismo da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
O Abraço Negro é uma campanha nacional da CNTE e também um movimento em favor da permanência dos(as) estudantes na escola. Ieda diz que a campanha combate a evasão escolar porque oferece a proteção necessária às crianças negras e estimula as não negras a ajudarem no combate ao racismo. “É mais uma forma de barrar a evasão escolar”.
Ela esclarece que o objetivo maior é fazer com que as atividades sejam divulgadas para que a sociedade as veja. “Elegemos o Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, como a data de encerramento, dia em que apresentamos para a sociedade todo esse trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo. Contamos à sociedade quais e como executamos as iniciativas de combate ao racismo”, informa.
Os(as) trabalhadores(as) da Educação pública do Distrito Federal já atuam diariamente no enfrentamento ao racismo nas escolas, utilizando a Lei nº 10.639/2003. Todavia, a campanha Abraço Negro é mais um instrumento que vem enriquecer e trazer novas iniciativas e ideias que visam a transformar a sociedade brasiliense mais justa e a escola pública em um território livre de racismo e de todo tipo de discriminação e preconceito.
As diretoras da Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF, Wiviane Farkas, Delzair Amancio e Jucimeire Barbosa, informam que o Sinpro abraçou a causa assim que a CNTE adotou a campanha como uma atividade nacional. “A partir de 2016 estaremos unidos(as) com campanha nacional da CNTE Abraço Negro. Muitos de nós já trabalhamos em sala de aula e no espaço escolar contra o racismo com a Lei nº 10.639/2003 e a CNTE lançou essa campanha para que todas as escolas do país deem um abraço negro, um abraço simbólico contra o racismo”.
Wiviane diz que se trata de “uma conduta simples, porém, demonstra muita atitude. É uma forma de viabilizar essa data e mostrar para toda a sociedade que naquela escola o racismo, a discriminação, o preconceito não têm vez. Desde a criação do Sinpro-DF vimos desenvolvendo debates com a categoria e levamos a temática étnico-racial para as escolas. Essas ações de combate à discriminação e à criminalização das pessoas em razão da cor da pele e da sexualidade vem sendo desenvolvidas por meio dos “Ciclos de Debates”, uma atividade permanente do Sinpro-DF nas escolas, bem como a produção de materiais. Estamos na terceira edição do Caderno Etno-Racial”, informa a diretora.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convida a todos e todas os(as) professores(as), pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais e estudantes a aderir à campanha Abraço Negro e a divulgar, nas redes sociais, as iniciativas realizadas nas escolas,  mostrando que ali não tem espaço para o racismo.
As diretoras de Raça e Sexualidade informam também que os(as) professores(as), pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais, diretores(as) e demais trabalhadores(as) da Educação que atuam com a temática étnico-racial e de combate à discriminação devem procurar a sede do Sinpro-DF para adquirir materiais de apoio, “como os Cadernos que publicamos para nos apoiar nesse trabalho de combate ao racismo”, finaliza.
HISTÓRICO
A Campanha Abraço Negro foi criada pelo Movimento Negro Unificado (MNU), em Goiânia, e contou, logo de saída, com a parceria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás (Sintego). Ela começou a ser executado nas escolas públicas da capital goiana em 2000, com 300 estudantes de uma única escola.
O Sintego ofereceu todos os suportes para que a atividade fosse desenvolvida ao longo do ano e conseguisse fomentar discussões sobre relações raciais no ambiente escolar. O projeto cresceu na capital goiana de forma que, a partir de 2002, foi ampliado para o interior do estado. O sucesso desse projeto foi tão grande que ele ganhou dimensão nacional.
O primeiro sindicato de professores a aderir à campanha foi o Sinpro-DF. “Sinpro-DF é o primeiro a aderir de forma concreta, desenvolvendo o trabalho conforme nossa orientação e fará também os abraços simbólicos”, informa Ieda.
A campanha é um instrumento de divulgação e aplicação da Lei nº 10.639/2003. A CNTE, que a transformou em uma campanha nacional, a lançou para que todas as escolas do país deem um Abraço Negro. A CNTE e a CUT-GO passaram a apoiá-lo e decidiram compartilhá-lo com outras redes públicas de ensino em outras unidades da Federação. Assim, o Abraço Negro passou a ser também uma campanha da CNTE, nas escolas, contra o racismo.
Ieda Leal é secretária de Combate ao Racismo da CNTE, vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) e vice-presidente da CUT-Goiás. Militante do Movimento Negro Unificado (MNU), conselheira no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial, coordenadora pedagógica do Centro de Referência Negra Lélia Gonzales, Ieda é também conselheira estadual de educação do Conselho Estadual de Educação de Goiás.
Ela parabenizou o Sinpro-DF e a categoria docente por aderirem ao movimento e diz que deseja um crescimento muito grande dessa campanha a fim de que um dia a comunidade escolar possa dar um imenso abraço negro no Brasil. Wiviane Frakas, diretora de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF informa que “a diretoria colegiada do sindicato está unida com campanha nacional da CNTE Abraço Negro. Muitos de nós já trabalhamos em sala de aula e no espaço escolar contra o racismo”.

Sinpro realiza plenárias regionais em abril

O Sinpro realizará em abril as plenárias regionais em escolas públicas do Distrito Federal, na Sede e Subsedes do Sindicato. As plenárias ocorrerão no horário de coordenação do(a) professor(a) e têm como objetivo atualizar a pauta de reivindicação da categoria. A participação de todos e todas é de grande importância porque a luta é construída a partir desta pauta e durante as plenárias teremos a oportunidade de esclarecer as dúvidas sobre a carreira, além de incluir novas reivindicações.
Os locais ainda serão definidos, mas já é divulgada as datas de cada região administrativa do DF:
11 de abril – 8h30 e 14h – plenárias em Taguatinga, Brazlândia, Samambaia e São Sebastião
11 de abril – 19h – Subsede do Sinpro em Taguatinga
12 de abril – 8h30 e 14h – Guará, Plano Piloto/Cruzeiro e Santa Maria
12 de anril – 19h – Sede do Sindicato
14 de abril – 8h30 e 14h – Ceilândia, Gama, Recanto das Emas e Sobradinho
14 de abril – 19h – Subsede do Sinpro no Gama
15 de abril – 8h30 e 14h – Riacho Fundo I e II, Núcleo Bandeirante e Paranoá
15 de abril – 19h – Subsede do Sinpro em Planaltina

Sinpro cria página no Facebook para a Campanha Salarial 2016

O Sinpro criou mais uma ferramenta importante para a discussão e troca de informações referentes à Campanha Salarial 2016. A fanpage ‎Vem Professor também tem a tarefa de envolver e engajar a categoria, os pais, as mães e os estudantes em torno de nossa campanha salarial, que vai além da pauta corporativa. Neste espaço também discutiremos com a comunidade mais investimentos para a escola pública do Distrito Federal.
Por isto é importante que professores(as), orientadores(as) e a comunidade escolar entrem na fanpage da Campanha Salarial 2016, curta e convide seu ciclo de amigos para conhecer e entender um pouco mais. O engajamento em torno deste propósito ajudará a comunidade escolar a compreender, a partir das discussões que serão disponibilizadas neste espaço, o que é o Plano Distrital de Educação (PDE) e sua importância para a escola pública.
 
Clique aqui e confira o link da fanpage
Confira o jungle da Campanha Salarial 2016
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