TV Sinpro na TV Comunitária entra nas comemorações do Dia Internacional da Mulher
Jornalista: Luis Ricardo
O programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (08) abre espaço para as comemorações do Dia Internacional da Mulher. Para falar um pouco mais sobre esta celebração e da necessidade de permanecer lutando para coibir qualquer forma de violência contra as mulheres, foram convidadas a diretora do Sinpro Eliceuda França e a educadora Gina Vieira.
Durante o programa a professora Gina falará um pouco sobre o lançamento do livro Mulheres Inspiradoras, trabalho feito por estudantes das escolas da rede pública de ensino, em Ceilândia. O livro é resultado do projeto de mesmo nome, que surgiu da necessidade de uma resposta às recorrentes práticas, entre estudantes, de sexting, cyberbullying e outras formas de violência contra as mulheres nas redes sociais. O projeto recebeu reconhecimento e prêmios no Brasil e no mundo.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17 horas, no Canal 12 da NET. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programa a baixo). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
Programação:
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30
Verdades e mitos sobre o 8 de março: Dia Internacional de Luta das Mulheres
Jornalista: Maria Carla
São muitos os mitos sobre a origem do dia 8 de março como um dia de luta e mobilização das mulheres. Apesar da data ter sido reconhecida pela ONU como Dia Internacional da Mulher, em 1975, desde o início do século XX as mulheres, organizam-se, em diversas partes do mundo, para lutar por direitos.
A proposta de um dia de luta unificado, de caráter internacional, foi apresentada por Clara Zetkin, durante a 2ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, na Dinamarca, em 1910. A proposta foi aprovada, mas a data não ficou definida, de forma que cada país realizava sua mobilização em dias diferentes.
Somente em 1921, durante a III Internacional Comunista, a Conferência de Mulheres decretou o dia 8 de março como Dia Internacional da Mulher. Não bastassem as polêmicas sobre a origem desse dia, o significado da data também vem sendo desvirtuado ao longo da história.
Atualmente, grandes redes de comércio e a própria mídia aproveitam a data para tentar obter benefícios financeiros, por meio da venda e distribuição dos mais variados produtos. Para muitas instituições, e até mesmo para as famílias, o dia se tornou ocasião de celebrar a “feminilidade” das mulheres, em detrimento, muitas vezes, do respeito e da garantia de direitos.
Diante de tantas ameaças sobre nossas conquistas, é urgente que se recupere o caráter original do dia 8 de março como um dia de luta e reivindicação. O objetivo da escolha do dia 8 de março, durante a Conferência de Mulheres na III Internacional Comunista, era homenagear as mulheres assassinadas em um incêndio criminoso numa fábrica têxtil, em Nova Iorque, porque pleiteavam melhores condições de trabalho e redução da jornada diária de 16h.
Com a escolha dessa data, a Conferência de Mulheres da III Internacional Comunista queria fixar na memória coletiva da classe trabalhadora que o Dia Internacional da Mulher não é data para reforçar as concepções capitalistas de exploração e exclusão social, como, por exemplo, o incentivo ao consumismo por traz dessa “celebração da feminilidade” de mulheres.
O dia 8 de março é dia de reflexão. Não é meramente uma data comemorativa. Para além de uma data reflexiva sobre a luta por direitos trabalhistas, o dia é mais uma pauta dentro dos debates sobre direitos humanos, violência doméstica, acesso à educação e saúde públicas e gratuita de qualidade, acesso igualitário ao mercado de trabalho e a salários pagos aos homens.
Neste 8 de março de 2016, e em todos os dias, nós vamos à luta!
Por Eliceuda França*
Diante da crise por que passa a democracia e da ameaça aos direitos conquistados das trabalhadoras e trabalhadores, nós, mulheres, maioria da educação básica no Distrito Federal e no Brasil, entendemos que nossa tarefa de educar vai além do espaço da sala de aula. Nosso lugar é em todo lugar, em qualquer lugar, é onde a gente quiser estar.
Por isso, com licença, eu vou à luta contra toda forma de violência sexual contra meninas e mulheres; pelo direito à creche e a uma educação integral gratuitas e públicas de qualidade; por uma reforma política que garanta a paridade na representação feminina nos espaços de poder; por emprego e isonomia salarial com os homens, bem como igualdade de oportunidades no mundo do trabalho; por uma educação não sexista, patriarcalista, lesbofóbica e racista.
Com licença, eu vou à luta, mas não estou só. Somos e seremos milhares nas ruas e praças, marchando, exigindo justiça social e igualdade. Foi assim na Marcha das Margaridas. Em conjunto com as camponesas, nós, mulheres da cidade, marchamos e marcharemos até que todas sejamos livres e tenhamos conquistado autonomia a soberania alimentar.
Na Primavera Feminista, apropriamo-nos das “hashtags” e enfrentamos os discursos machistas nas redes sociais. Ocupamos as ruas e marchamos, com as bênçãos divinas dos orixás, com as mulheres negras contra o racismo, a violência e o fundamentalismo religioso. Ecoamos o grito do bem viver.
Com licença, nós, mulheres educadoras, estamos na luta pelo enfrentamento das desigualdades na educação. Que o Plano Nacional de Educação (PNE) e o Plano Distrital de Educação (PDE) reafirmem nosso compromisso com a igualdade de gênero, uma vez que falar em identidade de gênero significa combater diferenças entre homens e mulheres em todos os sentidos; combater todas as discriminações e violências, como a de meninos contra meninas, a contra os gays e transexuais, o expressa no racismo, e todas as demais violências e desigualdades presentes no ambiente escolar.
Estamos na luta fazendo história. Em 2016 celebramos dez anos da Lei Maria da Penha. Essa lei ensejou outras conquistas importantes, como, por exemplo, a recentemente sancionada, a Lei do Feminicídio e a Lei Complementar nº 150/2015, que regulamenta os direitos trabalhistas das domésticas. E segue a luta…
Nós, educadoras, sempre estivemos na luta pela conquista e ampliação de nossos direitos. Em março de 2016, o Sinpro-DF comemora 37 anos, com uma história e posicionamento de vanguarda. Temos consolidada uma secretaria de mulheres que elabora e executa políticas que promovem a igualdade, a paridade e a participação das mulheres.
Conquistamos a paridade na composição da diretoria colegiada, nas mesas e comissões de negociação. Recentemente, reafirmamos essa igualdade nas assembleias com o direito às falas com alternância de gênero e fazemos o enfrentamento à violência contra as mulheres.
Incentivamos a ocupação de espaços de poder e de gestão da educação por mulheres, com uma postura diferenciada do machismo e do autoritarismo. Depois do jornal Sinpro Mulher, amadurecemos o discurso e passamos a produzir a revista Sinpro Mulher, que está na terceira edição. Temos a alegria de reconhecer a ousadia de muitas companheiras na luta por meio do Prêmio Mulher Educadora – Cidadã do Mundo.
Neste dia estamos espalhadas em cada escola, celebrando a luta e o 8 de Março. Neste Dia Internacional da Mulher estaremos com os movimentos sociais, feministas e sindicais, às 16 horas, participando do Março Lilás, na Rodoviária do Plano Piloto. E, às 19 horas, no Sinpro-DF, faremos um debate pelo enfrentamento à violência contra meninas e meninos.
Nós, mulheres educadoras, temos a certeza de que nossas conquistas são fruto de nossa organização em movimentos sociais, feministas, estudantis, centrais e sindicatos. Nessa conjuntura de desrespeito aos direitos sociais e trabalhistas, estaremos prontas para fazer o enfrentamento. Não abrimos mão de nenhum direito e estamos firmes para a defender a democracia em nosso país.
Com licença, eu vou à luta e aviso que, se mexeu com uma, mexeu com todas. *Eliceuda França – coordenadora da Secretaria de Assuntos para Mulheres Educadoras do Sinpro-DF
CED 7 do Gama conta apenas com diretor na gestão escolar
Jornalista: sindicato
O Centro Educacional (CED) 7 do Gama está com os trabalhos prejudicados desde o início do ano letivo.
Segundo os docentes da unidade escolar, a atual equipe gestora se limita apenas ao diretor. “Não temos supervisores nem coordenadores. Para piorar a situação, a vice-diretora está de licença-maternidade”, afirmaram.
No CED 7 estudam cerca de 2 mil alunos, ao longo dos três turnos.
“Sem equipe gestora, o trabalho pedagógico fica comprometido, assim como o trabalho disciplinar na escola. Como pode uma só pessoa [o diretor] ficar à frente como responsável em uma situação como esta?”, questionaram os professores.
Ainda segundo os docentes, a Regional de Ensino do Gama diz que está tentando resolver o problema, alegando uma série de dificuldades e entraves burocráticos. O fato é que no CED 7 do Gama até agora nada foi resolvido.
Dirigentes do Sinpro-DF estão acompanhando o caso, enfatizando que é urgente a complementação do quadro para que a escola cumpra sua função.
Publicada relação de afastamento remunerado para estudos
Jornalista: sindicato
A Secretaria de Educação publicou, no Diário Oficial desta terça-feira (8), portaria contendo a relação de professores(as) e orientadores(as) educacionais aprovados na última seleção para afastamento remunerado para realização de estudos – Mestrado e Doutorado.
>>> Clique aqui e confira a Portaria nº 52/16
De acordo com o atual Plano de Carreira, a cada semestre são oferecidas cerca de 120 vagas (liberações), sem prejuízo do salário.
Para o diretor de imprensa do Sinpro, Cláudio Antunes, esta é uma das grandes conquistas do último Plano de Carreira (Lei 5.105/13, art. 12, parágrafo 3º), “visto que até fevereiro de 2013 os professores liberados para estudos não recebiam a gratificação de regência de classe, hoje conhecida como GAPED”, disse. Indeferidos – A diretora Luciana Custódio informou que nos casos indeferidos com base na Portaria 259/13 – porque esses profissionais não estão em unidades de ensino -, “a própria comissão da EAPE [Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação, Esporte e Lazer] que analisa os processos já encaminhou recurso ao secretário Júlio Gregório, com previsão de que a autorização saia até o final desta semana, ou seja, autorizando o afastamento de quem está fora de unidade de ensino mas que desenvolve atividade pedagógica em outras instâncias da rede”.
Festa das Regiões Brasileiras é destaque do Programa Alternativo
Jornalista: Luis Ricardo
O Programa Alternativo deste sábado (05) mostra a pluralidade da cultura brasileira na II Festa das Regiões Brasileiras. Além de enaltecer a riqueza cultural do País, os estudantes do Centro de Ensino Fundamental 04 de Sobradinho mostraram toda esta pluralidade com apresentações musicais e teatrais, danças e comidas típicas de cada canto do Brasil.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Sinpro promove palestra sobre o papel pedagógico do professor na segunda (21)
Jornalista: Leticia
O Sinpro realiza no dia 21 de março, a partir das 19 horas, uma atividade de abertura do ano letivo pedagógico do Sindicato. Será realizada uma palestra/debate com Gaudêncio Frigotto. Ele é professor da UERJ, com licenciatura e bacharelado em filosofia e graduação em pedagogia. Doutor em história, política e sociedade, além de autor de mais de 20 livros.
Ele falará sobre o papel pedagógico do(a) professor(a) na condição política e social em que o país está inserido atualmente.
A palestra será realizada no auditório na Sede do Sinpro (SIG, Quadra 6, Lote 2260). A atividade é aberta e não carece de inscrição prévia, basta comparecer ao local.
Participe!
Sob o tema “Água e Saúde”, a Escola Classe 318 de Samambaia promoveu nesta sexta-feira (4) uma passeata pelas ruas da cidade, conscientizando a população sobre os riscos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika virus. Vestidos de preto, os estudantes fizeram caracterizações e os professores trabalharam com cartazes e faixas. Desenhos e bonecos alertando para o problema também não faltaram.
A ação contou com o apoio do Batalhão Escolar, Regional de Ensino, Administração Regional e da Vigilância Sanitária, que enviou um veículo “fumacê”. Durante a atividade houve a distribuição de panfletos informativos e os estudantes exlicaram para a população como fazer repelentes domésticos. O carro de som do Sinpro animou a passeata, contando com a professora Elisabete Gleibe Guedes devidamente vestida de Aedes aegypti. “A comunidade participou em peso. Esperamos realizar, em breve, outras ações como esta”, resumiram os professores.
O mesmo ocorreu na Escola Classe 01 Porto Rico, em Santa Maria. Estudantes e professores foram às ruas dar o seu recado contra o mosquito.
Todas as escolas públicas do DF devem organizar hoje atividades neste sentido, por ser esta sexta-feira o dia letivo temático – no caso, com foco no mosquito Aedes aegypti.
Debate abordará trabalho, adoecimento e direitos dos professores readaptados
Jornalista: sindicato
A Diretoria Colegiada do Sinpro-DF, por meio da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador, promoverá uma reunião com todos(as) os(as) professores(as) readaptados(as). A atividade ocorrerá no dia 30 de março de 2016, quarta-feira, das 8h às 13h, no auditório da Escola Parque 308 Sul (EQS 307/308, Asa Sul).
De acordo com os diretores da Secretaria para Assuntos de Saúde do Sindicato – Maria José Correia Barreto, Gilza Lúcia Camilo Ricardo e Manoel Alves da Silva Filho -, no encontro serão debatidos temas que giram em torno das condições de trabalho, adoecimento da categoria e direitos trabalhistas dos professores readaptados. Para tanto, foram convidados a Dra. Graziele Alves Amaral (Doutoranda em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações pela UnB), Dra. Victoria Ayelén Gómez (Mestranda em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações pela UnB e Psicóloga do Trabalho pela Universidade Nacional de Córdoba, Argentina) e o Dr. Victor Mendonça Neiva (Advogado do Departamento Jurídico da Saúde do Sinpro-DF).
Os diretores afirmam que “com os alarmantes dados apresentados pela pesquisa Trabalho e Saúde dos Professores da Rede Pública do Distrito Federal, encomendada pelo Sinpro-DF, a entidade toma a iniciativa pioneira de acolher e oferecer um espaço de escuta psicológica para que os professores consigam encontrar possibilidades de saúde e reconhecimento no trabalho”.
Porém, os atendimentos realizados pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde e Trabalho no Sinpro-DF, com professores readaptados, evidenciam que a readaptação não garante saúde. “Os profissionais, deparados com o sofrimento no trabalho que gerou um adoecimento, que teve como consequência a readaptação, mais uma vez se deparam com o sofrimento. Sofrimento este que causa um esvaziamento de desejo, de esperança, e uma falta de lugar, que não é apenas física. A readaptação, apresentada como saída saudável, muitas vezes não cumpre seu papel, possibilitando a produção de novos sintomas, geradora de um sentimento de exclusão e desvalorização da capacidade laborativa. Lidar com a aceitação dos novos limites e com a experiência de transtornos mentais e doenças físicas que as estigmatizam é uma preocupação inerente ao profissional readaptado. A nossa preocupação é discutir e encontrar meios pelos quais os professores e professoras possam encontrar uma nova possibilidade de realização após a readaptação e proporcionar ações de prevenção e promoção da saúde”, enfatizaram.
Para confirmar presença à reunião basta ligar nos telefones 3343-4211 (Patrícia), 3343-4212 (Edna), 3562-4856 (Maria Elieuza), 3556-9105 (Manoel) e 3388-5144 (Eduardo).
Participem!!!
Inscrições para atendimento psicológico ainda estão abertas
Jornalista: Luis Ricardo
As inscrições para a Clínica do Trabalho, na sede do Sinpro (Plano Piloto), ainda estão abertas. Os(as) professores(as) interessados(as) em participar dos atendimentos psicológicos oferecidos pelo Sinpro deverão preencher uma ficha de inscrição na Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sindicato e aguardarem o contato através de ligação telefônica ou telegrama.
O Sinpro, por meio da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador, vem investindo na saúde da categoria com ações voltadas para a promoção, prevenção e proteção da saúde de seus sindicalizados. O trabalho teve início com uma pesquisa realizada em 2008, pelo Laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB), dirigido pela Profª. Dra. Ana Magnólia Bezerra Mendes, onde se investigou a inter-relação entre as condições de trabalho dos professores e os indicadores de adoecimento na categoria profissional. Para dar continuidade a esses atendimentos o Sinpro abre nova etapa de inscrições.
Os próximos atendimentos em grupos iniciarão no dia 10 de março, às 9h e 14h e as inscrições também podem ser feitas durante o ano todo.
As atividades da Clínica do Trabalho realizadas atualmente são: Clínica da Cooperação, Clínica das Patologias e Clínica da Inclusão, através de sessões coletivas com professoras e professores. A Clínica da Cooperação pressupõe um trabalho nas escolas, ou seja, com professores(as) que ainda se mantem na ativa. A Clínica das Patologias é realizada na sede do Sinpro e tem como público professores(as) em sofrimento psíquico, afastados de suas atividades por depressão, transtornos psicossociais, entre outros, ou para aqueles que mesmo em atividade percebem o trabalho como fonte de stress e sofrimento.
Mais informações com Patrícia (3343-4211), Edna (3343-4212), Eduardo/Maria de Fátima (3388-5144), Denise/Ana Lúcia (3562-4856) e Maria de Jesus (3556-9105).