Ato unificado nesta sexta-feira (16), na Catedral de Brasília
Jornalista: sindicato
Nesta sexta-feira (16) a categoria está convocada a participar do ato unificado, às 10h, na Catedral de Brasília. É graças a nossa unidade e força que, ao longo de nossa história, vencemos nossas batalhas. Nem mesmo ações judiciais colocarão o movimento grevista como ilegal, porque ilegal é o governador, que não cumpre a lei.
Confira o calendário de mobilização:
dia 16/10 (sexta-feira) – ato unificado na Catedral de Brasília, às 10h
dias 17/10 e 18/10 (sábado e domingo) – campanhas na mídia
dia 19/10 (segunda-feira) – assembleias regionais e eleição do comando de greve
dia 20/10 (terça-feira) – assembleia geral na Praça do Buriti, às 9h30.
Ato Público marca início da greve dos(as) professores(as)
Jornalista: sindicato
No dia 15 de outubro, Dia do Professor(a), a categoria docente da rede pública de ensino do Distrito Federal mostrou que está pronta para a luta em defesa de todos os seus direitos. Em ato público realizado na Praça do Relógio, em Taguatinga, mais de 3 mil professores e orientadores educacionais se uniram às outras do funcionalismo público do DF e deram início à greve contra a perda de direitos e salário.
Várias escolas amanheceram com faixas de greve nos portões, demonstrando toda insatisfação da categoria. O governo Rollemberg tem prejudicado os servidores públicos, que têm sofrido diversas perdas. Regido pelo choque de gestão, o GDF reduziu direitos públicos e sociais, aumentando deveres (tarifas, taxas e alíquotas) e privatizando os serviços públicos. Para dizer não a todo este pacote de maldades do governo do DF, os professores compareceram ao Ato Público no primeiro dia de greve da categoria.
Partindo da Praça do Relógio, a categoria caminhou pela avenida principal de Taguatinga e em seguida fechou as vias. No asfalto, mais de 20 mensagens com os dizeres “Rollemberg, Calote Não” foram reproduzidas nos principais cruzamentos e pontos importantes da região, como na entrada do metrô. Durante a manifestação os diretores do Sinpro conversaram com a população e ainda foram distribuídos materiais que explicavam os motivos do movimento paradista e o alerta para o pacote de maldades que o GDF está jogando nas costas da sociedade e dos trabalhadores, servidores públicos ou não. Em seguida todos cantaram o tradicional parabéns e pedaços de bolo foram distribuídos aos participantes do Ato.
Durante a manifestação, dirigentes do Sinpro criticaram a postura do governo Rollemberg, que insiste em não cumprir as leis, aplicando o calote nos docentes. “O governo do DF não estão cumprindo a lei e ainda reduziu os salários dos professores. Estamos tendo prejuízos nos salários devido ao calote do Rollemberg e isto não aceitaremos”, declarou o diretor Cláudio Antunes.
Ao não pagar o reajuste concedido, assegurado nas tabelas conquistadas juntamente com o Plano de Carreira, durante uma greve de 52 dias em 2013, a categoria vai às ruas reivindicar seus direitos. É graças a nossa unidade e força que, ao longo de nossa história, vencemos nossas batalhas.
Entendemos que o processo de negociação tem de ser concluído com atitudes respeitosas e com propostas sérias. É neste contexto que exigimos respeito à história desta categoria e a toda importância que tem na sociedade e no futuro deste país.
É com grande pesar que o Sinpro-DF comunica o falecimento da professora Francis Franqueira Fernandes, ex-diretora do Sindicato durante várias gestões, no período em que a entidade também representava os professores das escolas particulares.
Por isso mesmo, mais tarde, Francis foi diretora e uma das fundadoras do Sinproep-DF – uma das mais atuantes militantes do movimento sindical dos professores do Distrito Federal, há mais de 20 anos.
O velório será nesta sexta-feira (16), a partir das 9h, na Capela 6 do Cemitério Campo da Esperança (Plano Piloto). O sepultamento está marcado para as 15h.
A diretoria do Sinpro-DF presta toda sua solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.
Reunidos em ato público, professores(as) e orientadores(as) educacionais estão neste momento realizando uma caminhada nas avenidas pelo centro de Taguatinga – partindo da Praça do Relógio.
Durante a manifestação, dirigentes do Sinpro-DF criticaram a postura do governo Rollemberg que insiste em não cumprir leis, aplicando o calote nos docentes.
Além do protesto, que marca o início da greve da categoria docente da rede pública de ensino do Distrito Federal, diretores do Sindicato estão conversando com a população e distribuindo material que explica os motivos do movimento paredista e alerta para o pacote de maldades que o GDF está jogando nas costas da sociedade e dos trabalhadores, servidores públicos ou não.
No asfalto, mais de 20 mensagens com os dizeres “Rollemberg, Calote Não!!” foram pintadas nos principais cruzamentos e pontos importantes da região, como na entrada do metrô.
Por volta do meio dia, os manifestantes irão cantar o tradicional parabéns e distribuir pedaços de bolo aos participantes do ato. Aguarde mais informações
15 de outubro: às 10h começa nossa manifestação em Taguatinga
Jornalista: sindicato
Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais têm encontro marcado nesta quinta-feira (15), às 10h, na Praça do Relógio (Taguatinga).
Lá, iremos “comemorar”, com um ato público, o Dia do Professor dando início à greve geral da categoria docente da rede pública de ensino do Distrito Federal.
Tudo graças à ação ilegal do governo Rollemberg, que insiste em não cumprir leis, dando o calote em diversas categorias do funcionalismo e seguindo a lógica da política econômica neoliberal – que já se mostrou nefasta para a sociedade tempos atrás.
A categoria docente não aceita e não aceitará calotes, redução de direitos públicos e sociais, aumento de deveres (tarifas, taxas e alíquotas) e privatização dos serviços públicos, como prega a gestão Rollemberg.
>>> Leia também: Dia do Professor: a luta continua! Aguarde mais notícias sobre a nossa mobilização neste 15 de outubro
A categoria docente da rede pública de ensino do Distrito Federal (DF) chega ao Dia do Professor com vários problemas a resolver e desafios a superar. Inicia o dia 15 de outubro com uma greve geral e um ato público na Praça do Relógio, em Taguatinga. Com isso, a categoria se une a todas as outras do funcionalismo público do DF que estão mobilizadas contra a perda de direitos e de salário.
Sob a batuta de uma gestão neoliberal, a educação pública e os demais setores do serviço público do DF têm sido regidos segundo as diretrizes do choque de gestão: redução de direitos públicos e sociais, aumento de deveres (tarifas, taxas e alíquotas) e privatização dos serviços públicos.
É que a lógica da política econômica neoliberal, que tem como um dos seus panos de fundo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), visa a transferir dinheiro público para bancos privados. E a forma mais rápida de aportar esse caixa ávido de recursos financeiros públicos é reduzindo serviço público, aumentando impostos e retirando direitos trabalhistas assegurados em lei, como o nosso reajuste salarial.
Esse tipo de gestão atua com a perspectiva dos banqueiros privados e a meta é atingida com enxugamento do quadro de pessoal, redução da Folha de Pagamentos, sucateamento dos serviços públicos e imposição de novas taxas e aumento de novas formas de arrecadação para apenar também a população. É o dinheiro do povo que se esvai para os caixas privados sedentos de dinheiro público.
Esse cenário vem se configurando desde o início do ano e, como num jogo de truco desonesto, no qual a mentira leva o jogador a se dar bem e a malandragem conduz cada jogada, o Governo do Distrito Federal (GDF) inicia o segundo semestre com uma cartada de “mestre”: reduzindo salários.
Ao não pagar o reajuste concedido, assegurado nas tabelas conquistadas juntamente com o Plano de Carreira, em 2013, durante uma greve de mais de 50 dias, o governo age como um jogador de truco que se baseia na trapaça para ganhar o jogo.
Chegamos, assim, ao quinquagésimo quinto Dia do Professor da capital do país em luta. Radicalmente contra a transformação da educação e demais direitos sociais em mercadoria, iniciamos, mais uma vez, o 15 de outubro em batalha contra a retirada de direitos e pelo cumprimento das tabelas salariais vigentes.
É graças a nossa unidade e força que, ao longo de nossa história, vencemos nossas batalhas. Estamos mais uma vez diante de governos comprometidos com o jogo neoliberal de choque de gestão em que as cartas estão sempre marcadas para atender a interesses alheios aos da classe trabalhadora.
A categoria docente não joga e não partilha dessa concepção de jogo. Nós debatemos com seriedade temas da vida e do trabalho, da educação enquanto direito social, do serviço público e, dentre muitos outros temas, discutimos também as questões de classe. Não jogamos com coisa séria, com a vida das pessoas. Todavia, somos empurrados para um tipo de jogo nefasto de perdas de direitos. É nessa situação que temos de agir e defender nossos direitos.
Entendemos que o processo de negociação é o caminho natural e que ele, neste ano de 2015, tem de ser concluído com atitudes respeitosas e com propostas sérias. Não jogamos, mas sabemos lidar com esse tipo de jogada. Sabemos que, para ganharmos esta partida, temos de vestirmo-nos da personalidade do Ás de Paus: a carta dos assuntos legais.
Assim, revestidos dessa ideia de legalidade, exigimos a adoção de nossa tabela salarial vigente porque ela não é objeto de jogo político. Como todos os ases do carteado, o Ás de Paus, segundo a leitura mística, indica-nos um novo vislumbrar da luta, uma nova oportunidade de resolver os nosso problemas com toda a nossa criatividade pedagógica.
Neste 15 de outubro de 2015, estamos de volta às ruas porque a luta continua!
Não aceitamos o calote!
GDF reúne-se com dirigentes do Sinpro-DF e não apresenta proposta
Jornalista: sindicato
Realizada na tarde desta quarta-feira (14), a reunião ocorreu para atender a uma solicitação da diretoria colegiada do Sinpro-DF, mas não aconteceu o esperado: o governo Rollemberg apresentar uma proposta concreta, digna de ser analisada pela categoria. Representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) ficaram de marcar nova reunião.
As lideranças sindicais do Sinpro-DF foram para o encontro na expectativa de que o governo apresentasse uma proposta que atendesse à categoria, porém, infelizmente, foi mais uma mesa de negociação que não resultou em nada de concreto para professores (as) e orientadores (as) educacionais.
Vale lembrar que a principal pauta que levou a categoria a deflagrar greve no dia 8/10 para iniciá-la nesta quinta (15), Dia do Professor, é o descumprimento da Lei nº 5.105/2013 no item que se refere às tabelas.
A situação é de impasse. Atravancado, o processo de negociação não alcançou o resultado esperado. Por causa disso, nesta quinta-feira (15), a categoria docente inicia greve por tempo indeterminado.
Professores(as) e orientadores(as) educacionais em greve
Jornalista: sindicato
Reunidos(as) em assembleia do Sinpro, na Praça do Buriti na manhã desta quinta-feira (8), milhares de professores(as) e orientadores(as) educacionais deliberaram entrar em greve por tempo indeterminado, pois o governo está descumprindo o pagamento da tabela salarial vigente. A categoria vai cumprir o anúncio de greve de 72 horas (portanto as aulas ocorrerão normalmente nos dias 9, 13 e 14 de outubro). Confira o calendário de mobilização:
dia 09/10, sexta-feira – início da contagem das 72 horas de aviso de greve; aulas normais e diálogo com a comunidade escolar
dias 13/10 (terça-feira) e 14/10 (quarta-feira) – aulas normais, ainda cumprindo as 72 horas de aviso de greve e diálogo com a comunidade escolar; campanha na mídia
dia 15/10 (quinta-feira) – greve geral, início da greve com ato público na Praça do Relógio, em Taguatinga, às 10h
dia 16/10 (sexta-feira) – ato unificado na Catedral de Brasília, às 16h
dias 17/10 e 18/10 (sábado e domingo) – campanhas na mídia
dia 19/10 (segunda-feira) – assembleias regionais e eleição do comando de greve*
dia 20/10 (terça-feira) – assembleia geral na Praça do Buriti, às 9h30.
*os horários e locais das assembleias regionais serão divulgados posteriormente Crédito da foto: Deva Garcia / Sinpro
Durante a greve, Chácara do Professor funcionará apenas aos finais de semana
Jornalista: sindicato
Em virtude da greve dos professores que se inicia nesta quinta-feira (15) e das manifestações e atos públicos deste período, a Chácara do Professor estará fechada durante a semana (nos dias úteis).
Aos finais de semana, o funcionamento da mesma será normal.
O governo Rollemberg apelou para a judicialização dos movimentos que as categorias do funcionalismo público estão realizando contra o calote dado pelo próprio GDF. Uma medida desesperada que visa a inibir os servidores.
Na verdade, a ação do governo se traduz numa inversão total de valores. O governo Rollemberg dá o calote nas categorias, descumpre leis aprovadas – portanto age na ilegalidade -, mas parte para a Justiça buscando a “ilegalidade” do movimento, ou seja, culpa os servidores pela situação a que chegamos.
Em uma ação bastante rápida, curiosa até, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal considerou ilegal a greve dos servidores da saúde, agentes penitenciários e agentes socioeducativos, sob pena de multa de R$ 100 mil diária caso não retornem imediatamente ao trabalho.
Em nota, o SINDSSE/DF – sindicato que representa os servidores da carreira socioeducativa – explica que não foi notificado de tal decisão. E indaga: “Como a justiça é tão hábil para declarar ilegal um movimento legítimo de uma categoria e não se posiciona quanto às ilegalidades cometidas pelo GDF?”
O sindicato esclarece ainda que a greve dos servidores do SSE do DF não acabou e, caso haja notificação, “convocaremos uma assembleia para que a categoria defina se haverá ou não continuidade do movimento paredista”.
A mesma situação estão passando os profissionais da Saúde representados pelo SindSaúde. Nota divulgada pelo sindicato enfatiza que “por meio de reportagem de jornal local tomamos conhecimento de suposta decisão judicial declarando a ilegalidade do movimento paredista deflagrado essa semana. O SindSaúde/DF esclarece que ainda não foi intimado da ordem e, acaso confirmada, no exercício do seu pleno direito, irá apresentar recurso para garantir o direito dos servidores em face a gritante arbitrariedade imposta pelo GDF. É imprescindível que haja uma sensibilidade dos magistrados para a peculiaridade da situação atual dos servidores, especialmente considerando o descumprimento injustificado de lei aprovada regularmente pelo Poder Legislativo local. Justiça!”
Ambos os sindicatos realizam assembleias na manhã desta terça-feira (13) para determinar os rumos do movimento, inclusive porque o governo anunciou o corte de ponto dos “grevistas”. >>> Leia a nota do Sinpro-DF: Orgulho de fazer parte de uma categoria de garra >>> Calendário de Mobilização dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais Nota do GDF
O governo Rollemberg publicou, no final de semana, nota nos principais veículos de comunicação do DF, na qual se exime de qualquer responsabilidade.
Faz o velho discurso da falta de verbas e tem a cara de pau de dizer que “o bom senso é um dever” do servidor – e, por extensão, não deve fazer greve.
Por falar em “bom senso”, isso faltou – e muito – à nota do GDF quando diz que, além de não promover os reajustes previstos em lei, “não pode também se comprometer com um prazo para fazer o reajuste”.
Que governo é esse???