Confira os locais dos ônibus para ato público nesta quinta (15), na Praça do Relógio

O Sinpro-DF irá disponibilizar transporte para que os(as) professores(as) e orientadores(as) possam participar do ato público que será realizado nesta quinta-feira (15), às 10h, na Praça do Relógio.
 
 

Local Horário
CEILÂNDIA                                         Estacionamento do BRB 9h
BRASILINHA                                      VAN  8h
BRAZLÂNDIA                                    Praça do Laço 9h
FORMOSA                                          Praça da Matriz/Catedral 8h
GAMA                                                  CEM 02 9h
LUZIÂNIA                                           Em frente à Prefeitura, passando pela passarela                                                                  do Valparaiso 8h30
 PARANOÁ                                          Praça da igreja, próximo ao Posto Policial  8h30
PLANALTINA                                    Centro de Ensino Especial 01 8h30
RECANTO DAS EMAS                     Faculdade da Terra 9h
SAMAMBAIA                                    CEF Myriam Ervilha – BR 060 (8h30), passando                                                                    pela Escola Buritis (9h)
SAMAMBAIA                                    Feira da 202 9h
SANTA MARIA                                 CEE 01,  passando pelo CEF 215 9h
SOBRADINHO                                   CEM 01 8h30

 

TV Sinpro na TV Comunitária aborda os vetos ao PDE e a greve dos(as) professores(as)

 

Os vetos ao Plano Distrital de Educação (PDE) e a greve dos(as) professores(as), que terá início no dia 15 de outubro, Dia do Professor, serão os destaques do programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (13).

Para debater os temas foi convidado o diretor do Sinpro, Júlio Barros.

O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17 horas, no Canal 12 da NET. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programa a baixo). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.

Programação:

Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30

Editorial: Orgulho de fazer parte de uma categoria de garra

Professores (as) da rede pública de ensino do Distrito Federal iniciam uma greve por tempo indeterminado no Dia do Professor: data em que deveria comemorar o magistério. Em vez de festa, a categoria vai à luta contra a redução salarial e pelo cumprimento das tabelas salariais vigentes do plano de carreira. No dia 15 de outubro, professores (as) e orientadores (as) iniciam uma greve deflagrada nessa quinta-feira (8).
Não é a primeira vez que a categoria docente deixa de comemorar o Dia do Professor para atribuir ao 15 de outubro uma carga de luta e de protestos. Mas é a primeira vez que um governador do DF reduz o valor do salário da categoria e nem sequer se preocupa com o fato de estar infringindo a Constituição Federal. Andar na ilegalidade, tornou-se uma marca da gestão neoliberal do governador Rodrigo Rollemberg.
A categoria docente não aceita retrocessos e não hesitará em transformar o Dia do Professor em data de luta. É uma categoria de garra e vai parar sem previsão de volta às salas de aula porque não admite retrocessos trabalhistas e, muito menos, a imposição de uma redução salarial injustificada, bem como o descumprimento de leis que asseguram qualidade de vida aos (às) professores (as) e orientadores (as) educacionais.
Estamos em greve porque o governo Rollemberg não pagou e se nega a pagar a tabela salarial vigente. Diferentemente do argumento veiculado na mídia, os reajustes previstos para setembro, advindos dessas tabelas, foram concedidos a partir do princípio do diálogo e da pressão das 32 categorias de servidores do Governo do Distrito Federal (GDF) em 2012.
Com essa intransigência, a atual gestão pública, no Palácio do Buriti, desrespeita um processo construído no passado, mesmo sabendo que o chefe do Poder Executivo, governador Rollemberg, também colaborou, na ocasião, para a solução dos impasses ocorridos três anos atrás, quando a categoria docente parou suas atividades por mais de um mês para que o governador de então atendesse a seu pleito salarial. Foi uma greve de 52 dias que resultou na construção do novo plano de carreira e nas tabelas salariais em vigor.
Na época, o então senador Rodrigo Rollemberg, apoiou a nossa luta e intercedeu para que o governador daquele momento aceitasse o nosso atual plano de carreira. O mesmo que ele desrespeita todos os dias. Essa ambiguidade e falta de clareza do atual governador do DF beira ao total desrespeito e descompromisso. Não se pode tratar o serviço e os servidores públicos com tamanho descaso. Essa série de ataques a nossos salários e a nossos direitos trabalhistas, desde o início do ano, revela, no mínimo, inaptidão para lidar com o dinheiro público.
No dia 24 fizemos uma paralisação de alerta ao governo. Todas as categorias realizaram uma greve de 24 horas. Houve uma imensa adesão dos servidores. Ainda assim o governo Rollemberg preferiu apostar na desmobilização e que não haveria greve por tempo indeterminado. Como afirma o secretário geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Brasília, Rodrigo Rodrigues, “ao apostar na desmobilização dos servidores, o governo revela sua irresponsabilidade com os serviços públicos”.
Mas o movimento unificado está conduzindo a greve geral dos servidores públicos do DF e todas as categorias, cada uma a seu tempo, estão paralisando e aderindo ao movimento. Ou o governo negocia, apresenta propostas sérias numa mesa de negociação e respeita o sindicato e a representação das categorias ou os serviços continuarão parados. A responsabilidade pela interrupção do serviço público é do governador que não cumpre a lei e não garante o pagamento dos reajustes.
Estamos em greve porque não aceitamos ser responsabilizados pela má gestão do dinheiro público e nem pela inabilidade deste governo em gerir as contas do DF. Nossa luta é também para desmascarar esse forjado ambiente de crise financeira. Não compartilhamos dessa estratégia do quanto pior melhor.
Não reconhecemos o clima de falta de recursos no DF porque já sabemos o que vem depois disso. Já vivemos situação semelhante em outros governos neoliberais e conhecemos muito bem os discursos e os caminhos que os gestores privatistas: depois do discurso da suposta crise, adotam o discurso da saída pela privatização de direitos sociais, como a educação, a saúde entre outros.
Mais do que reduzir, inconstitucionalmente, o valor do salário, o governo revela uma voracidade incomum para atacar direitos trabalhistas garantidos em lei. Todos somos trabalhadores e temos direito ao nosso salário atualizado, condizente com nossas atividades e com o seu poder aquisitivo assegurado. Não adianta ter salário que não tem poder de compra e nem ficar com ele retido nos cofres do GDF.
Trabalhos para receber salário. E somo servidores públicos porque estudamos, investimos em um emprego digno, livre das injustiças trabalhistas cotidianas e impunes da iniciativa privada. Lutamos muito para que, pelo menos nos órgãos do Estado, os empregos fossem dignos, bem remunerados, com ingresso democrático e isonômico, ou seja, por meio do concurso público. Lutamos para o GDF estabelecer uma boa relação trabalhista com o funcionalismo.
E toda essa luta é para garantirmos na capital de nosso país serviços públicos, gratuitos, de qualidade, afinal, são serviços caros que pagamos com nossos impostos, independentemente de estarmos empregados ou desempregados.
A aprovação da greve na assembleia geral realizada na quinta-feira (8) é a demonstração da categoria que chegamos no limite. Desde o início do ano tentamos negociar. Na última rodada de negociação, em vez de se abrir ao diálogo e dar um basta nessa tensão, o governador instituiu a intolerância e a intransigência.
Para nós, professores e professoras, orientadores e orientadoras, chega. Ou negocia ou não voltaremos ao trabalho. Hoje, somos mais de 30 mil professores (as) e orientadores (as) da ativa e mais os (as) aposentados (as) com redução salarial num ano em que a inflação retoma forte o cenário econômico do país.
Confira a seguir a situação do movimento grevista nessa sexta-feira (9)
O Fórum de Defesa do Serviço Público do DF e o Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público divulgou nota em que afirma que 17 movimentos sindicais de servidores do GDF atenderam de pronto ao chamado e estiveram presentes na assembleia de quinta-feira (8) e que funcionários do quadro das 31 administrações regionais e das 24 secretarias de Estado de Brasília aderiram à paralisação.
Entraram em greve também servidores da Saúde, do Departamento de Trânsito (Detran), do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), do Instituto Médico Legal (IML), do Na Hora, da Fundação Hemocentro de Brasília, da Defensoria Pública do DF, da Fundação Jardim Zoológico de Brasília, do Complexo Penitenciário da Papuda, do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), dos funcionários de carreira da assistência social e do sistema socioeducativo, do Instituto de Defesa do Consumidor (Procon), do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e da Vigilância Sanitária.”
A Polícia Militar precisou usar gás de pimenta para conter manifestantes. De acordo com o comando da corporação, no entanto, não eram servidores. Um grupo de trabalhadores sem-terra acampado entre a Praça do Buriti e o Memorial dos Povos Indígenas queimou pneus e tomou a Via N1 em frente do Palácio do Buriti. Essas pessoas teriam incitado a violência, mas foram rapidamente contidas. Não houve prisões.
Categorias envolvidas na mobilização
Apoio a atividades da procuradoria
Assistência à educação
Assistência pública à saúde
Atividades complementares de segurança pública
Atividades culturais
Atividades de trânsito
Atividades do Hemocentro
Atividades do meio ambiente
Atividades penitenciárias
Atividades rodoviárias
Atividades de transportes urbanos
Auditoria de atividades urbanas
Auditoria de controle interno
Cirurgião-dentista
Desenvolvimento e fiscalização agropecuária
Enfermeiro
Fiscalização e inspeção de atividades urbanas
Gestão de apoio de atividades da Polícia Civil
Gestão fazendária
Gestão sustentável de resíduos sólidos
Magistério
Médica
Músico da orquestra sinfônica
Planejamento e gestão urbana e regional
Policiamento e fiscalização de trânsito
Políticas públicas e gestão governamental
Pública de assistência social
Regulação de serviços públicos
Socioeducativa
Vigilância ambiental e atenção comunitária à saúde
 

Programa Alternativo divulga horta comunitária solidária neste sábado (10)

O Programa Alternativo vai ao ar, no SBT, neste sábado (10), às 13h15, com entrevistas sobre a Horta Solidária no CED 06 de Taguatinga. No programa deste sábado, o telespectador verá uma experiência nova de horta comunitária feita na escola que envolve toda a comunidade escolar. A Horta Solidária veio juntamente como o Projeto de Jardinagem, dois projetos que investem na integralidade da escola com a comunidade, propiciando ao estudante o entendimento de que o plantio e a colheita são atividades coletivas e que os legumes são importantes para alimentar os próprios estudantes do CED 06, que é uma escola integral.
O Programa Alternativo transmite entrevistas e matérias sobre a realidade da educação no Distrito Federal. Dentre outras ações, oferece uma oportunidade a escolas e professores de participem da discussão e enviarem sugestões de pauta para os próximos programas. As pautas podem ser enviadas para o endereço eletrônico faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Logo abaixo divulgamos as datas de exibição dos trabalhos das escolas. A critério do SBT essas datas podem mudar em virtude de mudança da programação da emissora, mas em princípio é este o cronograma. Confira e avise a comunidade escolar.

CRONOGRAMA 2015:

• Dia 03 de Outubro de 2015 – Projeto: Trabalho realizado no CAS do CE Especial 01 de Brasília
• Dia 10 de Outubro de 2015 – Projeto: Estreitando os laços no PROEM
• Dia 17 de Outubro de 2015 – Projeto: Horta Solidária no CED 06 de Taguatinga
• Dia 24 de Outubro de 2015 – Projeto: Feira de Ciências no CEF Myriam Ervilha em Samambaia
• Dia 31 de Outubro de 2015 – Projeto: Geração Cult no CEMAB em Taguatinga
• Dia 07 de Novembro de 2015 – Projeto: Lousa Digital no CEF 102 Norte
• Dia 14 de Novembro de 2015 – Projeto: Semana de Arte Moderna na EC 114 Sul

Últimos projetos veiculados:

  • Dia 26 de Setembro de 2015 – Projeto: Festa da Família na EC 111 Sul

Minuta que elimina jornada ampliada no PROEIT foi suspensa

Após reunião entre diretores do Sinpro-DF, o subsecretário de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação Educacional (Suplav), Fábio Pereira de Sousa, tornou sem efeito uma minuta que estava em elaboração e iria decretar o fim da jornada ampliada para os (as) professores (as) e orientadores (as) educacionais que atuam nas unidades do Programa de Educação Integral (Proeit). A reunião foi realizada nesta sexta-feira (9), na Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
“Ele prometeu, durante a reunião, que tornaria tal minuta sem efeito e se comprometeu a não apresentar nenhum outro projeto que venha a eliminar a jornada ampliada na rede pública de ensino do DF, de forma que o critério permanece sendo o de cinco horas de regência e de três horas de coordenação”, informaram as diretoras do Sinpro-DF que participaram, Berenice D’Arc e Luciana Custódio .
Todavia, com relação ao transporte escolar, o qual viabiliza a complementação escolar externa, ficou definido que o estudante terá garantidas as cinco horas de regência. As escolas deverão informar aos pais que o atendimento será reduzido em virtude do problema da licitação dos ônibus.
A reunião desta sexta-feira é resultado de uma outra, realizada no dia 6 de outubro e convocada pela diretoria colegiada do Sinpro-DF, na qual professores (as) do Proeit demonstraram preocupação com as possíveis mudanças na jornada ampliada anunciadas para 2016 pela Secretaria de Educação e no transporte escolar.
A partir dessa reunião, a diretoria colegiada buscou entender o que estava acontecendo e se reunir com o subsecretário para impedir modificações que trazem prejuízos para a educação pública e gratuita do Distrito Federal.
Curiosamente, esse documento que foi tornado sem efeito, estava em discussão entre membros da SEEDF, trazia mudanças na concepção da jornada ampliada das unidades de ensino que ofertam educação integral.
 

Confira o calendário de mobilização e luta

calendário de mobilização1
calendario_novo

Câmara autoriza GDF a mexer em recursos dos servidores; CUT repudia

Mesmo com a intensa mobilização dos servidores do DF, que ocuparam o plenário e a área externa da Câmara Legislativa na tarde dessa terça-feira (29), a quase totalidade dos deputados distritais aprovou  o Projeto de Lei Complementar (PLC) 30/2015, de autoria do governo local, que altera o regime do Instituto de Previdência do DF (Iprev), permitindo que seus recursos sejam temporariamente utilizados em outras contas do GDF.

Após reunião de manhã convocada às pressas com o Fórum em Defesa do Serviço Público, coordenado pela CUT Brasília, o governador comunicou sua intenção de seguir com a urgência na aprovação do PLC 30, contrariando pedido do funcionalismo, e revelou a intenção de incluir dois substitutivos de segurança para o empréstimo junto ao fundo de pensão dos servidores. O primeiro deles obriga Rollemberg a justificar toda a verba que será retirada do Iprev para que a população tenha clareza de onde está sendo empregado o recurso. O segundo substitutivo prevê 180 dias para que o governo avalie seus terrenos no DF e coloque como garantia as áreas com valor similar ao que for retirado do fundo.

“Entendo que os substitutivos são mecanismos de segurança, uma tentativa respeitosa para com os servidores no momento de dificuldade que nós passamos. Apesar disso, meu voto contrário ao PLC 30/ 2015 se justifica no fato de que existe todo um trâmite necessário para realizar esse tipo de acordo. Essa proposta deveria ter passado pelo Conselho do Iprev, pela secretaria do ministério da Previdência Social e só depois pela Câmara Legislativa”, explica o deputado distrital Wasny de Roure (PT-DF). O parlamentar foi o único a votar contra o PLC 30 e recebeu aplausos dos servidores presentes nas galerias do plenário.

A sessão plenária também aprovou outras medidas recentemente lançadas pelo governo local, como os Projetos de Lei que tratam do aumento do ICMS, que incide no valor de bebidas e cigarros e dos impostos relativos às compras eletrônicas.

Na próxima quinta- feira (1º), às 11h, Rollemberg terá encontro com as representações dos servidores públicos, dessa vez para tratar dos reajustes salarias das categorias.

A insatisfação em relação à aprovação do PLC 30 foi demonstrada pelos servidores e por lideranças sindicais CUTistas que se concentraram diante da Câmara durante toda a tarde. Os dirigentes da CUT Brasília e dos sindicatos de servidores filiados reuniram-se no início da noite, quando elaboraram nota pública de repúdio à aprovação açodada do nefasto Projeto de Lei.
Veja a nota:
CUT Brasília e sindicatos repudiam novo golpe do GDF
O governo Rollemberg, agora com apoio dos deputados distritais, deu mais um golpe no funcionalismo. Conseguiu aprovar projeto (PLC 30) autorizando o GDF a meter a mão nos recursos do Instituto de Previdência – Iprev, sem consulta e anuência dos servidores, os donos desse dinheiro. Assim, o governo Rollemberg usará recursos do funcionalismo para financiar a crise do GDF e fazer pagamento de salários dos servidores, aliás sem os reajustes devidos.
A CUT Brasília e os sindicatos de servidores filiados repudiam mais esse golpe e esclarecem:
Em momento algum o governo Rollemberg aceitou criar um processo de negociação com as entidades do funcionalismo e seus fóruns coletivos desde o início desta etapa da crise financeira do GDF, iniciada com calotes nos auxílios alimentação, na quitação da pecúnia das licenças-prêmio dos recém aposentados e no pagamento de horas extras dos servidores da área da Saúde, com o envio de três projetos de lei (PLCs 18, 19 e 20) que mexem prejudicialmente no sistema previdenciário e na gestão do Iprev em desfavor dos servidores, bem como com a grave decisão de não pagar os reajustes salariais conquistados e estabelecidos em lei às 32 categorias de servidores do DF.
Além de não atender os ofícios da CUT, do Fórum em Defesa do Serviço Público e do Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público, solicitando a abertura de diálogo, o governador Rollemberg acabou enviando o PLC 30 à Câmara Legislativa, pedindo autorização para usar as reservas financeiras do fundo de pensão dos servidores (Iprev) para pagar salários dos próprios servidores. Mais uma vez, adotou medidas sem ouvir os verdadeiros donos dos recursos.
Apenas poucas horas antes da votação em regime de urgência do PLC 30, o governador Rollemberg chamou nesta terça (29) pela manhã uma reunião com as lideranças sindicais onde comunicou a intenção de dar garantias ao “empréstimo” que tomava junto ao Iprev. As lideranças sindicais reafirmaram posição contrária ao nefasto projeto de lei e ao uso de recursos dos servidores, exigindo que o PLC 30 não fosse votado no atropelo. Essa manifestação foi feita tanto verbalmente como oficialmente em documento protocolado na Presidência da Câmara Legislativa e também distribuído a todos os deputados distritais na segunda-feira (28). Nota de Repúdio com mesmo teor foi publicada na imprensa neta terça (29/9).
O mesmo documento e as mesmas posições foram levadas pelos dirigentes da CUT e dos sindicatos de servidores ao colégio de líderes de bancada da Câmara Legislativa do DF e à presidente da Casa, deputada Celina Leão, em encontros posteriores ao realizado com o governador. Portanto, a deputada mentiu quando disse que todos os dirigentes concordavam com o substitutivo apresentado ao PLC 30 e aprovado à toque de caixa pelo plenário da CLDF na tarde desta terça.
Não houve em momento algum um processo de negociação. Para que esse processo fosse estabelecido, deveria haver debate, consulta às bases, fechamento de acordo com aprovação em assembleias das categorias.  Nada disso ocorreu.
Os servidores e suas entidades estiveram o tempo todo com a faca no pescoço, com o governo do GDF atropelando todo e qualquer diálogo, tentando responsabilizar os dirigentes sindicais e os servidores por eventuais atrasos em pagamentos. O açodamento objetivou tentar transferir para o funcionalismo a responsabilidade por uma crise que não foi criada pelos servidores. Não cabe, portanto, ao funcionalismo assumir a culpa por problemas de gestão governamental, muito menos financiar a crise.
Repudiamos as tentativas de culpar, intimidar e dividir os servidores. Seguiremos mobilizados para garantir nosso patrimônio, que, apesar das novas garantias apresentadas e aprovadas pela CLDF, correndo sério risco de descapitalização, ameaçando o futuro dos servidores.
Combateremos o autoritarismo desse governo e manteremos nossa pressão para que o diálogo seja restabelecido e que todos os calotes e prejuízos impostos por medidas do GDF sejam solucionados. Estão em jogo não só as condições de vida e de trabalho dos servidores, mas a qualidade de todo o serviço público oferecido à população.
Fonte: CUT Brasília
 

CEF Queima Lençol, em Sobradinho, realiza evento sobre os Jogos Olímpicos

Com o tema “Jogos Olímpicos de 2016”, o CEF Queima Lençol, em Sobradinho, preparou uma série de atividades que promete mexer com a escola.
O evento esportivo vai de 16 a 21 de outubro, mas a abertura acontece nesta sexta-feira (9), com a presença da ex-atleta olímpica Carmem de Oliveira e da Banda do CBMDF.
Confira:
queima_lencol
queima_lencol1

GDF não apresenta proposta e empurra servidores para a greve

Ao contrário de apresentar propostas concretas para a questão do reajuste salarial dos servidores, o GDF trouxe apelos aos dirigentes sindicais para que contenham as suas bases e evitem uma greve geral do funcionalismo.
O fato aconteceu em reunião na manhã desta quarta-feira (7), no Palácio do Buriti, com a presença de diversos secretários de Estado e representantes das 32 categorias do serviço público do DF. O governador Rollemberg não compareceu.
f
A resposta dos sindicalistas foi imediata. Sem proposta não há conversa.
Para o coordenador do Fórum em Defesa do Serviço Público e dirigente da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues, é um absurdo, na véspera da assembleia de várias categorias apontando para a greve, o GDF não apresentar nenhuma proposta que possa ser negociada com os sindicatos. “O arrocho está estabelecido e o calote está dado. Nós não aceitaremos que se retirem direitos dos servidores e não aceitaremos justificativas como forma de não pagar o que é devido ao funcionalismo público”, enfatizou.
f
“Com certeza, o governo consagrou hoje a postura que tem adotado desde 1º de janeiro, ou seja, de desrespeito aos servidores públicos do Distrito Federal. Ao chamar dirigentes sindicais para fazer apelos, o GDF foi desrespeitoso. Queremos propostas, soluções. Não cabe a nós cumprir o papel do governo. Amanhã [quinta-feira, 8], a categoria vai avaliar e decidir em assembleia sobre a entrada ou não em greve por tempo indeterminado”, destacou a diretora do Sinpro-DF Rosilene Corrêa.
f
Ainda na terça-feira (6), a dirigente concedeu entrevista ao programa TV Sinpro na TV Comunitária, abordando o calote sobre o reajuste salarial que o GDF deu nos professores. Clique aqui e confira.
A primeira categoria a paralisar as atividades, já a partir de hoje, é a dos técnicos e auxiliares em enfermagem. Os médicos param na quinta-feira.
Também amanhã, além dos professores, outras categorias realizarão assembleia para definir os rumos do movimento.

Canal da Educação aborda calote do GDF e assembleia, ao vivo, nesta quarta-feira

O Canal da Educação fará uma análise sobre o calote sobre o reajuste salarial que o GDF deu nos professores e abordará a assembleia que a categoria realiza na amanhã, quinta-feira (8). O programa vai ao ar nesta quarta-feira (7), às 20h, ao vivo, no site do Sinpro e na TopTV Brasil.
A diretora do Sinpro Rosilene Corrêa será a entrevistada.
O programa é interativo, ou seja, perguntas dos telespectadores serão respondidas ao vivo, durante o programa.
Quem quiser mandar perguntas, basta enviá-las por WhatsApp para o número (061) 8162-0065.

Acessar o conteúdo