TV Sinpro vai ao ar, nesta terça (23), às 17h, com o tema do PL da Mordaça

Cléber Soares e Wijairo Mendonça, da Diretoria Colegiada do Sinpro-DF, estarão ao vivo na TV Sinpro, nesta terça-feira (23), às 17h, para falar sobre o Projeto de Lei (PL) nº 01/2015, o PL da Mordaça. No programa, que vai ao ar toda terça-feira na TV Comunitária do Distrito Federal, Canal 12 da NET e Canal da TV Comunitária no You Tube, os dirigentes sindicais vão explicar o que o projeto de lei preconiza, como impacta na ação pedagógica, quais os prejuízos que a categoria docente terá caso ele venha a ser aprovado na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e  por que é chamado de PL da Mordaça.
O PL da Mordaça, uma proposta da deputada distrital Sandra Faraj (Solidariedade), está  articulado com o PL 867/2015, de autoria do deputado federal Izalci Lucas (PSDB/DF), e com o PL 1.411/2015, do deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN) em tramitação na Câmara dos Deputados. O de Izalci Lucas, intitulado “Escola sem Partido”, elimina a concepção do educador Paulo Freire de transmissão de conhecimento e atua como instrumento de repressão ideológica.
O PL do deputado Rogério Marinho, por sua vez, criminaliza o magistério e vai mais longe: institui pena de reclusão e multa a professores (as) que expressarem suas ideias em sala de aula. Na lei, ele classifica a pedagogia paulofreiriana de “assédio ideológico” em ambiente escolar. Todos eles têm sido veementemente refutados e rejeitados pela categoria docente por atentar contra a liberdade de cátedra.
Confira nesta terça (23), às 17h e às 22h, na TV Sinpro, mais esclarecimentos sobre o PL da Mordaça e seus impactos no magistério do Distrito Federal. Se não der tempo de vê-lo hoje, a TV Comunitária oferece reprises do programa em horários de dias diferentes, confira: na terça, às 22h; às quarta-feira, às 18h30; quinta-feira, às 13h30 e às 22h30; sábado, às 13h; domingo; às 18h30; segunda-feira, às 6h30.

Defensores da Mordaça hostilizam e tentam intimidar professores

Se alguém ainda tinha dúvidas sobre o PL da Mordaça e as intenções de seus mentores é melhor repensar a situação. A Escola sem Partido – que tem como expoente aqui no DF a deputada distrital Sandra Faraj (Solidariedade), e agora o também deputado Rafael Prudente (PMDB) – partiu com tudo para cima de professores e professoras, tentando intimidar os que querem e vão participar do ato de quarta-fera (24) organizado pelo Sinpro, o #EDUCACAOLIVRE. A ideia do Sindicato é que a categoria use roupas brancas nesse dia, marcando a luta pela liberdade do docente ensinar e pelo direito dos estudantes de aprender.
Em uma ofensiva completamente insana, chamam também para amanhã o #DiaDoFlagra, uma campanha que pretende indentificar – para punir depois – os docentes que aderirem ao ato do Sinpro. Na página desse grupo em uma rede social está estampada a seguinte frase: “Saibam quem são os professores a favor do abuso intelectual dos estudantes”. E tem mais: “Atenção: Campanha do Sinpro vai identificar professores que usam a sala de aula ilegalmente para fazer a cabeça dos alunos”.
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Intimidação pura.
Nos pensamentos enviesados dos defensores da Escola sem Partido, a categoria passa de educadora a doutrinadora. É no âmbito de movimentos como este que se escondem pessoas adversas às liberdades – previstas, inclusive, na Constituição brasileira.
E vão além. Chegam ao absurdo de criticar a postura dos professores paranaenses que discutiram com os estudantes o massacre promovido pelo governador Beto Richa (PSDB). Classificam o debate como um “sintoma trágico do verdadeiro boicote ao futuro que está se alastrando pelo sistema de ensino nacional”.
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Isso tudo tem nome e já foi expurgado da História: fascismo.
A diretoria colegiada do Sinpro enfatiza que a categoria não se intimidará diante de situações como a que se apresenta e reforça o apelo para que professores e professoras adiram em massa ao #EDUCACAOLIVRE.
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O PL da Mordaça e seus desdobramentos serão objeto de debate na Comissão Geral na Câmara Legislativa. A atividade ocorre na quinta-feira (25), no plenário da Casa, a partir das 15h. A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca toda a categoria para participar.
Leia mais >>> 24 de junho: Dia de Luta contra o PL da Mordaça

Mídia repercute 'PL da Mordaça' , que censura professores e alunos

Na edição desta terça-feira (23) do jornal “Correio Braziliense”, foi publicada uma matéria chamada “Partido, só do lado de fora”, a respeito do ‘PL da Mordaça’, projeto de lei n° 1/2015, da deputada distrital Sandra Faraj (SD).
A reportagem entrevistou defensores do projeto (como a própria deputada e coordenador do movimento ‘Escola sem Partido’) e também quem vê este projeto como algo absolutamente inaceitável. No entendimento do Sindicato, o PL impede os(as) professores(as) de ensinar e os(as) alunos(as) de aprender, onde o(a) profissional apenas emite o conteúdo, como se fosse um robô, sem provocar o diálogo e a reflexão dos estudantes, precarizando o ensino e censurando esta interação dentro da sala de aula.
No texto, o especialista em políticas educacionais e professor da Universidade de Brasília (UnB), Carlos Augusto de Medeiros, classifica a proposta como “absurda”. De acordo com ele, “o projeto supõe que não há profissionalismo, que falta ética aos professores. Sinto-me ofendido porque minha profissão caminha exatamente no sentido contrário: sou educador porque sou formador de cidadãos críticos, reflexivos e autônomos”, afirma. Ele prossegue: “não cumpro meu papel se meu estudante não for capaz de, com recursos próprios, tomar suas próprias decisões sem interferências de quem quer que seja”, acrescentou.
Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro, endossa o pensamento do professor. “Esse projeto rotula os professores como militantes de esquerda em sala de aula, o que é absurdo. Há profissionais que militam, outros sem partido, há professores de direita e de esquerda. Isso não pode ser interpretado como um risco de influência em sala”. Na entrevista, a diretora afirma que o Sinpro “defende a escola plural, que incentive alunos a discutir os fatos da história e da atualidade, e, para isso, o debate não pode ser cerceado”.
Em protesto contra este projeto repressor, o Sinpro convoca todos(as) os(as) profissionais da Educação a trabalharem vestidos de branco nesta quarta-feira (24). Pela liberdade de ensinar dos(as) professores(as), pelo direito de aprender dos estudantes, a liberdade de expressão deve prevalecer!
(Com informações do jornal Correio Braziliense)

Pedagogos-orientadores educacionais e professores realizam ato no próximo dia 3

Diante do descaso do governo do Distrito Federal em relação à nomeação de professores(as) e pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais habilitados no último concurso, o Sinpro convoca a categoria para um ato público, em frente ao Palácio do Buriti, no dia 3 de julho, às 9h30.
O ato será para cobrar do governo a convocação imediata desses profissionais tão importantes para o fortalecimento da educação pública. Aqueles(as) que estiverem em coordenação no dia 3 devem se juntar ao ato que contará com os que aguardam a convocação. Sempre é bom lembrar que o fortalecimento da carreira passa pela convocação de professores e orientadores.
Este ano, nenhum professor foi convocado, mesmo com quase 500 aposentadorias já publicadas. Com isso, o governo precariza a educação, colocando professores temporários em vagas definitivas.
O Sinpro lembra ainda que a ampliação da quantidade de pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais nas escolas é uma das reivindicações mais importantes do Sindicato, considerando que o atual Plano de Carreira (Lei n° 5.105/2013) prevê a criação de 1.200 cargos para esse segmento.
Além disso, há a Portaria n° 32/2012, que garante a ampliação do número de pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais em no mínimo 500 profissionais.
Vale ressaltar ainda que, antes do concurso de 2014, o último certame para a área foi realizado em 2004 e que as últimas convocações aconteceram em 2008, razão pela qual o Sinpro considera urgente a convocação de mais pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais para atender a crescente demanda da rede de ensino.
“Portanto, diante do descaso do GDF, convocamos todos os pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais que já estão atuando na rede pública de ensino a se somarem a nossa luta, pela convocação imediata desses profissionais, participando e ajudando a mobilizar para o ato”, enfatizaram os diretores do Sinpro.

Professores de Brazlândia estão convocados a pressionarem distritais contra o PL da Mordaça

 

A Diretoria Colegiada do Sinpro convoca todos os professores e professoras de Brazlândia a acompanharem as atividades da Câmara Legislativa do Distrito Federal nesta terça-feira (23). Como parte do projeto Câmara na Cidade, o trabalho dos deputados distritais será em Brazlândia.

Para fazer o trabalho de mobilização a Diretoria Colegiada do Sinpro fará um mutirão de visitas na cidade e pede para todos os que estarão em coordenação pedagógica na parte da tarde para acompanhem as atividades da CLDF. A visita da diretoria será no período matutino para que de tarde todos possam acompanhar o trabalho dos parlamentares. O objetivo é sensibilizar os deputados distritais a não aprovarem o Projeto de Lei da Mordaça.

Nesta segunda-feira (22) a diretoria visitou os gabinetes dos deputados na tentativa de sensibilizar os parlamentares a não votarem o projeto, que foi rejeitado pela categoria na última assembleia geral.

Acesso à educação infantil será discutida em audiência pública na UnB

Nesta terça-feira (23), haverá audiência pública sobre a universalização da oferta da educação infantil e expansão ao acesso às creches no Distrito Federal, às 19h, no auditório Papirus da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), para discutir sobre o acesso à educação infantil (creche e pré-escola)
Proposta do deputado Joe Valle (PDT), a audiência pública é uma solicitação da Coordenação Nacional pelo Direito à Educação. Professor e professora, a sua presença é fundamental para enriquecer o evento. Para participar, é preciso confirma presença pelo telefone (61) 3348-8133, com Rafaela Andrade, ou pelo e-mail rafaela.andrade@cl.df.gov.br.

Professores(as), compareçam à Assembleia de Prestação de Contas 2014 nesta quinta (25)

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca a categoria docente para a Assembleia Ordinária de Prestação de Contas 2014, a ser realizada na quinta-feira (25/6), a partir das 18h30, no auditório da CUT Brasília.
Professor e professora, compareçam! A sua presença é fundamental para a construção e o fortalecimento da nossa luta e pela garantia de nossas conquistas.

Histórias de emoção, superação e luta marcam abertura do V Encontro de Mulheres

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Lançamento da 2ª edição da revista Sinpro Mulher no V Encontro de Mulheres Educadoras, no Espaço Educador Chico Mendes, na Chácara do Professor

Marcada pela emoção, a abertura do V Encontro de Mulheres Educadoras do Sinpro-DF trouxe três histórias de mulheres negras que encontraram a superação do preconceito e da exclusão social na educação pública e gratuita e a liberdade de construir sua subjetividade e profissionalismo na sala de aula, por intermédio da atuação político-pedagógica de professoras e professores. Ao final das atividades dessa sexta-feira (19), a diretoria colegiada do Sindicato participou do lançamento da segunda edição da revista Sinpro Mulher. O encerramento ficou por conta da apresentação do grupo de cultura popular Tambor de Crioula do Mestre Teodoro.
Cleusa Maria Santos, presidente do Sindoméstico da Bahia, contou a sua história de luta e de enfrentamento do racismo e da discriminação de gênero que viveu e ainda vive no mercado de trabalho doméstico da capital baiana. As superações são tantas diariamente que ela se tornou exemplo de vida e de luta, uma liderança sindical. Após anos de batalha, ela entendeu que somente por meio da educação poderia superar todo tipo de exclusão que a impedia de viver. somente agora, ela estuda psicologia em Salvador.
Cristiane Sobral, autora dos livros “Não vou mais lavar pratos”, “Só por hoje vou deixar meu cabelo em paz” e “Espelhos, miradouros, dialéticas da percepção”, também contou um pouco de sua história e os motivos que a levaram a escrever poemas libertários sobre ser mulher negra e pobre no Brasil racista, machista e excludente. Ela disse que a superação faz parte da vida dela desde que nasceu, quando foi encontrada por moradores do bairro em que residia numa lata de lixo. Aos seis anos perdeu a mãe adotiva. E, de lá para cá, sua vida inteira foi construída por meio da educação, dentro das escolas que possibilitaram seu crescimento intelectual e profissional.
Gina Albuquerque, professora da rede pública de ensino do Distrito Federal, também fez um breve relato de sua vida e disse que, após ler os livros de Cristiane, assumiu a sua negritude de todas as formas e resolveu deixar o cabelo em paz não apenas por hoje, mas por toda a sua vida. “Depois que li a obra de Cristiane, tudo mudou na minha vida”, afirmou. Gina falou sobre suas superações por meio da educação, apresentou uma foto da professora que a levou a amar o magistério. “Foi ela que me influenciou, juntamente com minha mãe e meu pai, a amar a educação. E do alto dos meus 8 anos de idade decidi ser professora”, lembrou. Ela falou sobre as novas formas de ofensa e discriminação de mulheres e de meninas e demonstrou isto por meio da apresentação do seu premiado e transformador trabalho pedagógico “Mulheres Inspiradora”.
Eliceuda França, Neliane Cunha e Vilmara Carmo, diretoras da Secretaria de Mulheres Educadora do Sindicado, dividiram o espaço da Mesa de abertura com Isis Tavares, secretária de Gênero da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE); Maria Júlia Nogueira, secretária Nacional de Combate ao Racismo da CUT Nacional; e Izaura Oliveira Santos, secretária de Mulher da CUT Brasília. Elas realizaram uma análise da situação da educação, do movimento sindical e da necessidade de fortalecimento da luta das mulheres na categoria docente, “sobretudo agora, com esse Congresso Nacional e Câmara Legislativa com parlamentares conservadores”.
Após os debates e os relatos de experiência de vida, três participantes foram homenageadas com o III Prêmio Mulher Educadora – Cidadã do Mundo: Cristiane Sobral, Isis Tavares e Maria Júlia Nogueira. A diretoria colegiada do Sinpro-DF se reuniu ao final das atividades dessa sexta-feira (19) do V Encontro de Mulheres Educadoras para lançar a edição 2015 da revista Sinpro Mulher. Estiveram presentes e participaram do lançamento da segunda edição da revista Sinpro Mulher, além das três diretoras da Secretaria de Mulheres Educadoras, as (os) integrantes da diretoria colegiada do Sinpro-DF Zezé, Sílvia, Meire, Meg, Vilmara, Fatinha, Neliane, Eliceuda, Berenice, Rosilene, Cirane, Marco Aurélio, Delzair, Geraldo, Júlio, Regina e Luciana (Fotos da esquerda para a direita).
Confira a seguir, nas fotos de Deva Garcia, um pouco das imagens que marcaram as atividades da noite dessa sexta-feira (19):
 

Professoras e professores começam a chegar na Chácara do Professor

Faltam alguns minutos para a abertura do V Encontro de Mulheres Educadoras do Sinpro-DF. As primeiras pessoas chegaram mais cedo para prestigiar o lindo e contemplativo pôr de sol que se pode admirar da varanda do recém-inaugurado Espaço Educador Chico Mendes, na Chácara do Professor.
O V Encontro de Mulheres Educadoras do Sinpro-DF reúne a categoria de dois em dois anos para discutir temas de interesse das professoras, da categoria docente, do movimento sindical e, enfim, discutem e deliberam sobre assuntos que definem a luta das mulheres educadoras na sociedade. Este ano, 239 professoras se inscreveram pela internet. Mas o número de participantes efetivas só saberemos ao final do encontro, neste sábado (20).
O V Encontro de Mulheres Educadoras irá homenagear 36 mulheres. Esse número, por sua vez, é também uma homenagem aos 36 anos de luta e existência do SinproDF.
Fotos: Deva Garcia


 

Sinpro se reúne com o GDF para tratar da unificação na perícia médica

 

A Comissão de Negociação do Sinpro e diretores da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sindicato se reuniram nesta sexta-feira (19) com representantes da Secretaria de Gestão Administrativa e Desburocratização (SEGAD) para tratar da unificação da perícia médica proposta pelo governo. A reunião foi solicitada pelo Sinpro após a direção tomar conhecimento do caso.

Atualmente o governo do DF disponibiliza perícias médicas separadas para os servidores da polícia, saúde e educação, além da perícia do GDF que atende os demais servidores. Com esta unificação, deixará de existir as perícias médicas separadas. Todos serão atendidos no serviço médico do GDF.

A Comissão de Negociação levantou os problemas que poderão surgir com a centralização do serviço médico. Segundo a diretora Gilza Lúcia, o Sinpro é contra centralizar as perícias médicas em apenas um local e reivindica polos nas regionais de ensino para a homologação de atestados médicos. “Também reivindicamos a paridade no Conselho de Saúde e Segurança do Trabalho do GDF entre os representantes dos trabalhadores e do governo, bem como a situação dos(as) professores(as) que trabalham na COSAÚDE (psicólogos, odontólogos, assistentes sociais, etc)”.

Durante a reunião ainda foram tratadas a paridade dos atestados médicos entre professor efetivo e contrato temporário; o reconhecimento do nexo-técnico epidemiológico das patologias ou moléstias da categoria; alteração na Lei Complementar nº 840/2011 e no Decreto nº 34.023 de 10/12/2012, que regulamenta as questões de saúde com relação a não aceitação de atestados médicos emitidos por profissionais da área de saúde (psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, acupunturistas e outros profissionais de saúde), que não sejam médicos e odontólogos; e a questão dos laudos técnicos feitos nos presídios, que atestam a retirada da gratificação de insalubridade para os professores que lá atendem.

O GDF informou que assim que o decreto for publicado o Sinpro terá reuniões periódicas com a Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SUBSAUDE), para discutir os ajustes que deverão ser feitos. Garantiu ainda que haverá paridade no Conselho de Saúde, apontou para a resolução do problema dos profissionais que atuam na COSAÚDE em outras funções e pediu um prazo para tratar da descentralização da homologação dos atestados.

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