Dia Internacional da Mulher: momento de celebração.

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Programa Alternativo entra nas comemorações dos 25 anos do CED 15 de Ceilândia

Os 25 anos do Centro Educacional 15 de Ceilândia será destaque no Programa Alternativo deste sábado (07). Durante a Semana Cultural, projeto desenvolvido pelo CED 15 há mais de dez anos, cada turma pesquisou notícias de destaque nos cenários internacional, nacional, do Distrito Federal e da comunidade escolar dos estudantes. Ao final do projeto a pesquisa foi retratada em peça de teatro, dança, produção de uma revista e discussões.

“Este projeto é de grande importância para o aluno porque trabalha multidisciplinarmente. Atinge diretamente a socialização, a pesquisa, atividades lúdicas e todo processo cultural”, diz o professor de História do CED, Carlos dos Santos.

O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Movimento de paralisação dos(as) professores(as) é legal

Em audiência de conciliação realizada na tarde desta quinta-feira (05), no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), o desembargador João Egmond homologou a extinção do processo que pedia a ilegalidade do movimento de paralisação dos professores sem o pagamento de multa e o corte de ponto dos educadores. Durante a audiência o Governo do Distrito Federal apresentou proposta que pedia aos professores renúncia ao movimento de greve futuramente, proposta considerada descabida pelo desembargador. O magistrado reforçou que a greve é um direito do trabalhador, afirmação reforçada pelo Sinpro.
Para o coordenador da Secretaria de Assuntos Jurídicos do Sinpro, Dimas Rocha, a decisão do judiciário confirma a legitimidade do movimento dos professores e a importância da luta do trabalhador pela garantia dos seus direitos. “Esta é uma vitória da unidade da categoria. Portanto é de grande importância que todos e todas continuem mobilizados para que o GDF cumpra o acordo firmado na negociação e também mantenha a disposição de garantir a Lei do Plano de Carreira que reajusta nossas tabelas salariais”, afirma.

GDF abandona ARO e juros do BRB abraçam professores

O governador Rollemberg tem a capacidade de se enrolar cada vez mais quando tenta explicar alguma atitude. Desta vez foram as questões da Antecipação de Receita Orçamentária (ARO) e do remanejamento de recursos dos fundos distritais.
Em nota, ao festejar que os salários de fevereiro serão pagos em parcela única – graças à entrada de recursos dos fundos distritais, feito aprovado pela Câmara Legislativa na semana passada – Rollemberg afirmou que desistiu da Antecipação de Receita Orçamentária (ARO) de R$ 400 milhões, pois a “medida significaria pagamento de juros de 15% por parte do DF, ainda neste ano”.
Engraçado, o GDF desiste de uma prerrogativa que poderia saldar todas as dívidas trabalhistas com os servidores, de uma única vez, e se alegra ao não ter que pagar 15% de juros – no ano. E os professores que estão pendurados no BRB? Qual é o percentual de juros a que estão submetidos por mês? Como fica a vida dessas pessoas, sem saída, tendo que arcar com os juros exorbitantes do BRB – o banco oficial do governo, que muito bem poderia ter firmado a ARO a juros camaradas há muito tempo -?
Outro atropelo
Perguntado pelo jornal Correio Braziliense se não seria mais conveniente o governo buscar a alternativa do remanejamento no início do governo, Rollemberg justificou que a medida chegou a ser pensada nos primeiros dias de gestão, mas que “não havia ambiente político” para encaminhar essa discussão na Câmara. “Era necessário que a Câmara percebesse a gravidade da situação em que se encontra o DF”, justificou.
Engraçado, pois desde o dia 1º de janeiro de 2015 Rollemberg conta com maioria na Câmara. Além disso, houve um período de transição entre os governos. Nesse tempo, a equipe do atual governador e parlamentares da base aliada tiveram a oportunidade de identificar possíveis problemas e agir, de imediato, já nos primeiros dias da nova gestão. Por que não o fizeram?
A justificativa de não haver ambiente político é, no mínimo, um exercício fantasioso.

Professores(as) já podem obter comprovantes para declarar Imposto de Renda

Os(as) professores(as) que fizeram os cursos do Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), devem apontar os valores recebidos a título de bolsa, na declaração de Imposto de Renda.
Para fazer isso, o(a) professor(a) deve acessar o link disponibilizado abaixo e imprimir o comprovante anual de rendimentos pagos a título de bolsas.
Clique aqui para acessar o link.

Audiência pública na CLDF discute calendários das redes pública e privada

Na manhã desta quinta-feira (5) ocorreu uma audiência pública, chamada pelo presidente da Comissão de Educação da CLDF, Reginaldo Veras, no auditório da Casa. Estiveram presentes representantes do Sinepe/DF (Sindicato das Escolas Particulares), Sinproep-DF (Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino), Aspa-DF (Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino), Fábio Pereira de Souza (Subsecretário de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação Educacional do GDF) e a representando o Sinpro, a diretora Berenice Jacinto.
A pauta do encontro foi a unificação do calendário das redes pública e privada. Também estavam no auditório professores(as) da rede pública e privada, assim como empresários do setor. No debate foram apontadas as diferenças dentre os dois setores (como por exemplo, na forma de contratação e nas propostas pedagógicas).
Berenice afirmou que o assunto é importante, pois abre uma discussão que aponta para um caminho pelo qual é possível conciliar os calendários entre as escolas (começando entre as próprias instituições de ensino privado), na tentativa de que os descansos/recessos dos estudantes das escolas particulares sejam semelhantes aos da rede pública.
“As diferenças de contratação, da livre organização de cada trabalhador(a), podem ser dificultadores na discussão dos calendários se coincidirem. Temos especificidades da rede pública que são diferentes da rede privada. Nós, da rede pública, construímos o calendário escolar ouvindo a comunidade e resguardando os direitos trabalhistas da categoria. E claro, reafirmamos o princípio da LDB (Leis e Diretrizes e Bases) da livre organização do calendário, observando os 200 dias letivos”, disse a diretora do Sinpro.

CUT Brasília realiza Encontro das Mulheres Trabalhadoras nesta sexta-feira (6)

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A igualdade de direitos entre homens e mulheres, a paridade de gênero nos espaços sindicais e a inserção da mulher na Reforma Política serão temas debatidos no Encontro de Mulheres Trabalhadoras da CUT Brasília. A atividade será realizada nesta sexta-feira (6), no auditório Adelino Cassis da Central, a partir das 18h.
De acordo com a secretária de Mulheres Trabalhadoras da CUT Brasília, Eliceuda da Silva, o evento é destinado às mulheres do movimento sindical, dos movimentos sociais e da sociedade em geral. “O importante é que a mulher se sinta à vontade para participar dessas discussões; que elas tomem essa luta e ocupem cada vez mais os espaços sociais e políticos. Que a cultura machista não seja um empecilho para que a mulher conquiste e avance na luta”, avalia a dirigente sindical.
No Encontro da CUT Brasília, será formada uma delegação de mulheres sindicalistas para participar do Encontro Nacional de Mulheres promovido pela CUT, que reunirá trabalhadoras de todos os estados do Brasil. Este ano, a atividade será no Distrito Federal, nos dias 27, 28 e 29 de março. Veja programação completa abaixo.
Luta histórica
A paridade entre gênero nos espaços sindicais é uma luta histórica das mulheres CUTistas. Trata-se de uma política para fortalecer e incentivar a participação igualitária das mulheres no mundo sindical, um direito democrático das mulheres atuarem em igualdade de condições.
“Essa participação igualitária é uma questão de justiça social e de qualidade da democracia interna. A paridade se sustenta em um princípio de justiça democrática para que o sexo não seja critério para discriminar as mulheres no acesso à política e cargos de liderança. Queremos ver mulheres atuantes nos locais de trabalho, nas direções dos sindicatos e da CUT”, afirma a secretária de Mulheres Trabalhadoras da CUT Brasília.
A sindicalista lembra que a paridade altera a naturalização de que o homem esteja sempre à frente em lideranças e em instâncias de poder de decisão, garantindo a presença de uma massa crítica suficiente de mulheres nessas estruturas. “Aplicar a paridade, portanto, significa mudar a conformação das estruturas de poder e democratizar as práticas políticas”, afirma Eliceuda da Silva.

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Participe das redes sociais do Sinpro

Os professores e professoras podem participar das redes sociais do Sinpro. O Sindicato tem contas no Facebook (/sinprodf), Twitter (@sinprodf) e Instagram (sinprodf) e é de grande importância a participação de todos e todas.

Compartilhe e curta as atividades divulgadas pelo Sinpro pelas redes sociais.

Sinpro-DF solidariza-se com a mobilização de artistas e agentes culturais do DF

O Sinpro-DF se solidariza com a mobilização de artistas e agentes culturais do Distrito Federal, em luta para receberem pagamentos atrasados e pela garantia de verbas para que continuem desempenhando seu trabalho nas condições adequadas.
Estivemos juntos na Praça do Buriti em dezembro/2014, exigindo que o GDF honrasse seus compromissos com nossas categorias – coisa que jamais deveria ser objeto de negociação, mas sim, de puro e simples cumprimento. Estaremos juntos sempre que trabalhadores e trabalhadoras sejam lesados em seus direitos.
 
Saudações solidárias.

Reajuste salarial da categoria entra na pauta do TV Sinpro

O programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (03) falará um pouco sobre a ameaça de não pagamento do reajuste salarial a ser executado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em março, proveniente do plano de carreira em curso. A suspensão do movimento e apontamento para indicativo de greve para 9 de abril também serão abordados por diretores do Sinpro.

O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17 horas, no Canal 12 da NET. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programa a baixo). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.

Programação:

 
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30

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