Sinpro esclarece: professores efetivos não são obrigados a se associarem ao CREF-DF

Em relação ao pleito do Conselho Regional de Educação Física do Distrito Federal (CREF-DF) de impor aos professores(as) de educação física da rede pública de ensino a obrigatoriedade do registro ao CREF, o departamento jurídico do Sinpro entende que os (as) professores (as) que já estão na rede, não são obrigados (as) a se associarem a este conselho.
Em relação aos demais professores (as), aprovados (as) no último concurso, o Sinpro já entrou com uma ação para tomar parte do processo e estamos organizando uma mobilização com estes (as) professores para tratar deste assunto.
O Sinpro discorda da ação do CREF-DF de ingerência nas escolas públicas, uma vez que os professores que atuam na rede já cumpriram as exigências para exercer tal função. Tal ação do CREF tem acarretado intimidação e constrangimento aos (as) professores (as) que atuam nas escolas.

Ciclo de Debates sobre raça, sexualidade e diversidade está de volta nas escolas

A Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro informa às professoras e professores que o Ciclo Debates, que aborda questões de raça, sexualidade e diversidade está à disposição dos interessados para agendamentos.
Para uma perfeita adaptação do grupo de educadores, as reuniões serão realizadas durante o horário de coordenação dos professores e professoras da rede de ensino. O Ciclo de Debates está disponível para toda a categoria, desde professoras e professoras da Educação Infantil até aos da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Para marcar as reuniões nas escolas, os interessados devem entrar em contato com a Secretaria do Sinpro: 3343-4206 (agendamentos com Ana Lúcia).

Pisa mostra que a educação vai mal no Brasil, mas não explica por quê

O Brasil voltou a sair-se mal no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, em inglês), um levantamento comparativo promovido pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com o objetivo de medir e comparar o quanto e como os países participantes preparam seus jovens para uma vida adulta produtiva”, estampa o jornal Estado de São Paulo (Estadão) em seu editorial.
É fácil afirmar que a educação vai mal no Brasil quando se usa parâmetros como os do Pisa. Inicialmente, deve-se analisar os recursos disponibilizados para a educação pelos países que se destacaram na avaliação e pelo Brasil. Ainda atendo-se ao aspecto da questão econômica, se faz necessário uma comparação entre as remunerações pagas aos professores europeus e até asiáticos com os salários do magistério nacional.
Tais discrepâncias econômicas, que podem variar de 100 a 200%, explicam, em parte, a falta de maior qualidade e quantitativos positivos na educação brasileira. Deve-se, ainda, adicionar os aspectos de infraestruturas ofertados nos países com resultados positivos e no Brasil. Estudantes em salas de aula com mais de 30 ou 35 alunos não podem ter o mesmo rendimento no aprendizado que aqueles que frequentam salas com, no máximo, 15 colegas.
Também é preciso se fazer uma reflexão sobre a chamada “preparação dos jovens para uma vida adulta e produtiva”. Parece que está se falando de um produto que será lançado no mercado de trabalho para fomentar o capitalismo. O Sinpro defende uma educação básica de qualidade que leve a criança e o jovem a se tornar uma pessoa consciente de seus direitos e deveres. Ou seja, um cidadão em sua plenitude.
Para se chegar a tal estágio, o Sindicato dos Professores considera que a primeira coisa a ser feita é acabar com a demagogia sobre a educação. Ela não pode mais ser encarada para fins políticos ou para explicar a lógica do capital. Sua prioridade tem que ser real. Como exemplo: o PNE – Plano Nacional de Educação – que tramita no Congresso há anos. As metas do Plano que deveriam servir para o decênio 2010/2020, evidentemente, já estão comprometidas pelo longo atraso.
O adiamento da Conae – Conferência Nacional de Educação – pode ser outro exemplo da falta de prioridade para o setor educacional. Seu adiamento para depois das eleições – de fevereiro para novembro – deixa claro que não há pressa em se debater e se obter soluções para os problemas enfrentados pela educação no Brasil.
O Sinpro luta para que sejam atendidas as metas básicas, que são: propiciar as condições de acesso; de alfabetização e de sucesso escolar; a ampliação de recursos investidos na educação pública e a melhora da gestão destes recursos; e, também, a devida e necessária valorização do magistério. Feito isto, com toda certeza, o comparativo feito pelo Pisa irá apresentar resultados para a educação no Brasil bem semelhantes aos dos países que deram prioridade para a educação de seus povos.

Movimento estudantil e repressão policial são temas do TV Sinpro desta terça (8)

O diretor do Sinpro, Gabriel Pereira Cruz, da Secretaria de Políticas Sociais, será o entrevistado do programa TV Sinpro na TV Comunitária, que vai ao ar, ao vivo, nesta terça-feira (8), às 17 horas. Acompanhado de estudantes, o diretor vai falar sobre os movimentos estudantis no País e a desmilitarização da força policial brasileira.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária é exibido, ao vivo, todas as terças-feiras, às 17 horas. Também é reprisado nas terças, às 22h; nas quarta às 18h30; nas quintas às 13h30 e às 22h30; nos sábados às 13h, nos domingos às 18h30 e nas segundas às 6h30.
A TV Comunitária pode ser acessada no Canal 12 da NET. Para quem não possui a TV a cabo, o Sindicato disponibiliza o vídeo do programa na sua página na internet, no dia seguinte ao programa.

Professora lança seu novo romance na Bienal do Livro e da Leitura de Brasília

Sertão de  Maravaia
A professora e escritora Ana Maria dos Reis (Ana Cunha Magalhães) lança o seu 4º livro “Sertão de Maravaia” – romance regionalista mineiro – na Bienal do Livro e da Leitura, que ocorrerá em Brasília, entre os dias 11 e 21 de abril.
Ana Cunha Magalhães é autora de outros livros: Saga Mineira(2006); Minha Alma Azul (2006); Supravida – contos e crônicas (2011). A autora já participou de duas coletâneas do Sinpro (2007 e 20013); uma pelo Sesc-DF, em 2004 e outra pelo Academia Taguatinguense de Letras (2007).
Autora é formada em Letras e pós-graduada em Língua Portuguesa e trabalha na Secretaria de Educação do DF desde março de 2000, mas começou sua carreira no magistério em Carmo do Paranaíba-MG, sua terra natal.

Correção na Revista Sinpro Mulher

Diferente do que foi publicado na página 16 da Revista Sinpro Mulher, a Lei nº 10.639 não é de 2013, mas de 2003. A informação está publicada na matéria Educação antirracista: celebrar a diversidade.

Sessão Solene em homenagem aos 35 anos do Sinpro é destaque no Programa Alternativo

O Programa Alternativo deste sábado (05) entra nas comemorações dos 35 anos do Sinpro e dá destaque à Sessão Solene realizada na Câmara Legislativa em homenagem ao aniversário do Sindicato. A realização da sessão solene foi de iniciativa dos deputados distritais do PT e contou com a presença de vários professores e professoras, além de representantes da atual diretoria e de ex-diretores do Sinpro.

O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Plano Distrital de Educação foi destaque do programa TV Sinpro na TV Comunitária

O programa de entrevistas ao vivo da TV Sinpro na TV Comunitária, da última terça-feira (01/04), teve como destaque o Plano Distrital de Educação (PDE). O diretor do Sinpro, Júlio Barros, coordenador da Secretaria de Organização e Informática, explicou o entendimento do Sindicato sobre o significado de um plano distrital para a educação.
O Plano Distrital de Educação está em sua fase de elaboração. No decorrer de abril e maio serão realizadas reuniões do Fórum Distrital de Educação, plenárias e debates nas regionais de ensino, e a conferência distrital. O documento elaborado, com base nos debates, será apresentado à Câmara Legislativa do DF como um projeto de lei.
A entrevista do diretor Júlio Barros, na integra, já pode ser vista no site do Sinpro ou nas reprises exibidas pela TV Comunitária, aos sábados, às 13 horas, aos domingos, às 18h30, e nas segundas, às 6h30. A TV Comunitária pode ser acessada no Canal 12 da NET.
 

Professor faz exposição de xilogravuras sobre Brasília na Câmara dos Deputados

O artista plástico e professor da Escola Parque 303/304 Norte, Valdério Costa, está com seus trabalhos em xilografia em exposição na Galeria de Artes do 10º andar, no anexo IV, da Câmara dos Deputados.
A mostra “Xilos Brasilianas”, que contém xilogravuras com temas referentes à Brasília – personagens e cenas da cidade –, ficará exposta até o dia 2 de maio e pode ser visitada das 9h às 17h, das segundas as sextas-feiras. Na próxima terça-feira (8), está marcado para as 18h30, na Galeria de Artes, o “Encontro com o Artista”.
Professor de Artes da Secretaria de Educação do DF há 14 anos, Valdério Costa há dois anos desenvolve trabalhos em xilografia e, desde o ano passado, passou a realizar projetos pedagógicos sobre a arte com seus alunos. Segundo o professor, o trabalho na escola, além de desenvolver o potencial artístico dos estudantes, é uma fórmula de resgate desta tradicional arte da cultura popular.
bia e o pássaro

Investimento em formação não é reconhecido pelo GDF

Em reunião realizada na última terça-feira (01), na sede do Sinpro, diretores do Sindicato e professores(as) que possuem mestrado e/ou doutorado nos países do Mercosul e em Portugal debateram o Projeto de Lei 379/2011, que trata do reconhecimento no Distrito Federal de tais diplomas, sem a necessidade de reconhecimento do Ministério da Educação (MEC). O PL já havia sido sancionado pela Câmara Legislativa do DF, mas foi vetado pelo governador Agnelo Queiroz.

A admissão de diplomas de pós-graduação expedidos por instituições estrangeiras, de acordo com o tratado de reciprocidade acadêmica assinado pelo Brasil com o Mercado Comum do Sul (Mercosul) e Portugal, já é realidade em outros estados brasileiros, mostrando o comprometimento do governo local com a busca por uma educação de qualidade. A situação é de total desrespeito aos tratados internacionais e para com os professores, que não tem seus direitos garantidos.

Dados da Associação Brasileira de Pós-Graduados no Mercosul (ABPOS-Mercosul) revelam que existem no Brasil 13 milhões de pessoas com cursos de graduação concluídos. Deste total, apenas 784 mil possuem uma pós-graduação e considerando uma média de mil habitantes, apenas 1,6 são doutores. O fato demonstra a falta de reconhecimento com educadores e educadoras que investiram na busca por mais conhecimento a fim de contribuir com o desenvolvimento educacional do país.

Diante deste cenário a diretoria do Sinpro necessita criar um banco de dados com o nome de todos os professores que estão nesta situação, com o objetivo de juntar forças para forçar a possibilidade da derrubada do veto do governador. Para isto pedimos que os interessados enviem o nome, escola, telefone e matrícula para o e-mail mercosul@sinprodf.org.br. “Os professores nesta situação estão indignados porque investiram na carreira e agora não têm seus esforços reconhecidos. O que pretendemos com este banco de dados é ter o contato de todos para marcarmos reuniões e formar uma força conjunta para derrubar este veto. Fizemos contato com a presidência da Câmara Legislativa e depois agendaremos uma ida à CLDF com um grupo de professoras para visitarmos os gabinetes dos parlamentares”, diz a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa.

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