Foi publicado nessa quinta-feira (26), no Diário Oficial do Distrito Federal, a Portaria n°249 que designa os integrantes da Comissão Eleitoral Central 2013, responsáveis pela organização das eleições da gestão democrática (Lei 4.751/2012).
Nesse processo eleitoral, além de diretores e vices, serão eleitos os membros do conselho escolar. Os eleitos terão um mandato de três anos, que terá início em janeiro de 2014 e encerra-se em dezembro de 2016.
Uma das atribuições da Comissão será a de organizar a portaria e o edital normativo dos procedimentos eleitorais. Diretores do Sindicado dos Professores do DF (Sinpro/DF) participarão da Comissão Eleitoral Central. Os diretores do sindicato indicados para a Comissão foram:
*Cláudio Antunes Correia
*Wijairo José da C. Mendonça
A Comissão deverá se reunir nos próximos dias para dar início aos trabalhos do processo eleitoral. Desde já, o Sinpro/DF orienta os prováveis candidatos desse pleito a se absterem da propaganda eleitoral fora do prazo.
“As eleições devem ocorrer com tranquilidade nas escolas, visto que os professores e professoras e a comunidade escolar já se apropriaram desse debate. O sindicato acompanhará cada escola através das Comissões Regionais que serão criadas”, explicou Cláudio Antunes.
Segundo o diretor, essa é a 2° edição das eleições dentro dessa lei vigente, porém, a rede pública experimentou em outras ocasiões o processo de eleição direta para as direções dos Conselhos Escolares. As eleições irão ocorrer no dia 27 de novembro de 2013, conforme prevê o calendário escolar.
Série Profissão Professor/Professora faz homenagem à categoria
Jornalista: sindicato
No mês que se comemora o Dia do Professor, o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) está fazendo uma homenagem à categoria com uma série de matérias. Diariamente estamos publicando no site do sindicato depoimentos de educadores e educadoras sobre a realidade da educação na capital federal, as conquistas alcançadas, problemas que afligem a categoria e os desafios que ainda temos pela frente.
As matérias estão disponibilizadas no banner do Profissão Professor/Professora. Ver mais…
GDF trava negociações sobre reajuste de aposentados
Jornalista: sindicato
Sob a alegação de que o GDF está no seu limite de responsabilidade fiscal, o secretário de Administração, Vilmar Lacerda, não apresentou nenhuma proposta para corrigir as distorções na tabela salarial dos professores e professoras aposentados proporcionalmente.
Uma nova rodada de negociações da Comissão do Sinpro com o GDF ocorreu na tarde desta segunda-feira (30), cujo tema principal voltou a ser a situação desses professores que não tiveram reajuste ou obtiveram reajustes insignificantes.
Diante da indignação dos diretores do Sinpro, Lacerda optou pela tentativa de ganhar tempo. Ele e os demais representantes do GDF que participaram da reunião, Jacy Braga, secretário-adjunto de Educação, e Jaqueline Domingues, secretária-adjunta de Administração, e José Eudes, subsecretário da Superintendência de Gestão de Pessoas, se comprometeram a apresentar um novo estudo sobre a situação dos 2.762 professores/as aposentados/as com distorções salariais.
A Comissão do Sinpro, mais uma vez, reivindicou que o reajuste devido às/aos aposentadas/os seja retroativo ao mês de março, ou seja, ao mês em que foi implantado o Plano de Carreira.
A coordenadora da Secretaria de Assuntos dos Aposentados, Isabel Portuguez, diz que a atitude do GDF em relação aos aposentados é inaceitável. Ela diz que enquanto aguarda por uma nova rodada de negociações, o Sinpro mobilizará a categoria para cobrar coerência do governo.
Profissão Professor – Ainda há muito que conquistar
Jornalista: sindicato
A trajetória de lutas dos professores e professoras do Distrito Federal resultou em uma série de conquistas para a categoria ao longo dos últimos anos. O novo Plano de Carreira do Magistério Público do DF (Lei nº 5105/13), que reestrutura as carreiras e oferece vários benefícios aos professores, entre eles reajuste salarial e a incorporação definitiva da Tidem, é apenas uma das vitórias alcançadas graças à garra desta categoria. Apesar disto, ainda há muito que conquistar. A opinião é compartilhada pelo professor Fabiano Gomes Félix, do CAIC Ayrton Senna de Samambaia. Para o educador, é preciso mais atenção com a qualidade de vida do profissional em educação e com a infraestrutura das escolas.
“Precisamos de escolas melhores, munidas de equipamentos, laboratórios, e de uma melhor infraestrutura para acomodar os alunos. Além disto, é necessária uma atenção especial com a qualidade de vida dos professores”, explica Fabiano Gomes. Segundo o educador, a falta de um plano de saúde é um dos maiores motivos para o aumento no número de licenças médicas. “Muitas doenças poderiam ser prevenidas se tivéssemos um plano de saúde. O governo deveria ter programas de qualidade de vida para o professor, mas infelizmente o que mais vemos são colegas doentes”.
A falta de reconhecimento por parte da sociedade e do Estado são fatores que fazem, segundo Fabiano, muitos profissionais da área de educação abandonarem o magistério. “Deveria ser criada uma faculdade distrital para incentivar até mesmo os alunos ao magistério. Outra conquista que temos pela frente é a isonomia salarial com outras carreiras de nível superior do DF, já que não temos compatibilidade salarial com outras áreas, e isto é muito ruim”, lamentou.
Para o futuro, a expectativa é que a categoria alcance as conquistas que ainda estão na pauta de reivindicação, a luta por mais qualidade no atendimento aos alunos e que a educação do Distrito Federal seja referencial para o país. “Plantamos uma sementinha que pode dar bons frutos no futuro e tudo isto começa com uma boa educação. Temos excelentes profissionais e o que espero para o futuro é que possamos manter a educação da capital federal de qualidade”, finalizou o professor do CAIC Ayrton Senna.
Nome: Fabiano Gomes Félix
Função: Professor
Série: 4º ano do Ensino Fundamental
Tempo de Magistério: 9 anos
Escola: CAIC Ayrton Senna de Samambaia
A análise da pesquisa da Codeplan sobre a Educação Básica do Distrito Federal, em parceria com a Secretaria de Educação do DF, divulgada nesta quarta-feira (02), evidencia que a educação na Capital apresenta índices de qualidade de ensino superiores à média nacional.
O diretor do Sinpro, Claudio Antunes, coordenador da Secretaria de Imprensa, comenta que os dados analisados, referentes a anos anteriores a 2013,não são melhores em razão dos problemas estruturais nas escolas.
As ausências de laboratórios, salas de leitura, quadras cobertas, o elevado número de alunos nas classes e falta de professores na rede pública, dentre outros, são apontados pelo diretor como entraves a índices ainda melhores na educação no DF.
Apesar de tudo, Claudio Antunes assinala que o grande diferencial no Distrito Federal é a formação educacional dos professores. Segundo ele, 99% do corpo docente possui curso superior e 60% tem pós-graduação. ESTUDO
Segundo a Codeplan, O estudo é um retrato da área e deve servir de subsídios para a melhoria do setor no DF. São inúmeras as variáveis que afetam direta e indiretamente de forma positiva ou negativa o rendimento escolar.
O estudo identifica que muitas escolas, sobretudo as públicas, dependendo do local, não possuem nem os requisitos mínimos de infraestrutura e segurança dignos de uma instituição de ensino qualificado. Promover a educação requer a garantia de um ambiente com condições para que a aprendizagem possa ocorrer.
Dentre os aspectos mais marcantes deste trabalho, relacionam−se os seguintes pontos como reflexão:
• Em 2009, 65 países participaram do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), e o Brasil ocupou o 54° lugar. Os alunos do Distrito Federal foram os de melhor desempenho no exame, comparável aos obtidos pelo Chile, país citado no relatório do Pisa com o melhor resultado entre os latino−americanos.
• Consta no Distrito Federal um total de 1.108 estabelecimentos de Educação Básica − 632 são escolas públicas distritais, 466 privadas e dez públicas federais − a maior concentração é de escolas urbanas, em torno de 97%.
• A quantidade de escolas manteve−se praticamente sem alterações nos últimos três anos, o que induz à percepção de que houve uma estagnação na capacidade física capaz de absorver a população escolar certamente crescente.
• No Distrito Federal, as matrículas registradas em 2012 mantêm a tendência de declínio verificada em 2011, reflexo da retração de 3,0% ocorrida nas matrículas das escolas públicas urbanas do governo distrital. Em 2013, confirma−se a tendência de redução das matrículas.
• As matrículas nas escolas federais urbanas, embora pouco expressivas, destacam−se pelo crescimento substancial (60% em relação a 2011), assim como foram crescentes as matrículas da rede privada e nas escolas rurais.
• No Distrito Federal, em 2011, foram registradas taxas de aprovação de 88,1% no Ensino Fundamental e 74,2% no Ensino Médio, ficando as taxas de reprovação com 10,8% e 18,5%, respectivamente. A taxa de abandono no Ensino Fundamental se mostrou pequena (1,1%), enquanto que no Ensino Médio observa−se um índice mais acentuado de 7,3%.
• A rede federal é responsável pelos melhores indicadores no Distrito Federal − em 2011, os índices de aprovação (94,2%), reprovação (5,8%) e taxa de abandono praticamente zero, tanto no Ensino Fundamental como no Ensino Médio.
• As taxas médias de distorção série−idade (percentual de alunos com idade superior à recomendada em cada nível de ensino), em 2011, no Distrito Federal, são de 17,3% para o Ensino Fundamental e de 28,0% para o Ensino Médio − resultados preocupantes especialmente quando se analisa as escolas do governo distrital, com taxas de 21,7% para o Ensino Fundamental e de 35,5% para o Ensino Médio.
• No Distrito Federal, os índices de desempenho do Ideb alcançados em 2011, no Ensino Fundamental − anos iniciais (5,7) e anos finais (4,4) −, mostram uma evolução desde 2005 e uma superação de todas as metas nos anos de 2007, 2009 e 2011. No Ensino Médio, os índices ultrapassaram as metas de 2007 e 2009 e, em 2011, manteve a taxa de 3,8 alcançada em 2009, porém um pouco abaixo da meta de 3,9 e inferior ao índice alcançado em 2007 − embora o DF tenha um dos melhores desempenhos educacionais do país, superando as notas nacionais em todas as fases do Ideb, ainda precisa melhorar, sobretudo, na segundafase do Ensino Fundamental e no Ensino Médio.
• De acordo com o MEC/Inep, são 384 escolas públicas distritais − séries iniciais. Destas, um volume expressivo de 70,8% tiveram índices abaixo das metas, 16,6% atingiram ou ultrapassaram as metas, e 12% não apresentaram o Ideb.
• Das 191 escolas que ofertam Ensino Fundamental – anos finais −, registradas pelo MEC/Inep, 45,0% alcançaram ou passaram do teto das metas do Ideb, 39,8% ficaram abaixo das metas e 15,2% sem o índice.
• Das instituições públicas estaduais que participaram do Ideb em 2011, 57 escolas do Ensino Fundamental − anos iniciais – apresentaram índices 6,0 ou superior. Destas, 22 se localizam na RA de Brasília; 12 em Taguatinga; seis em Ceilândia; três em Sobradinho; duas no Gama e no Guará e apenas uma escola nas demais cidades.
• Das escolas do Ensino Fundamental − anos finais − apenas oito escolas alcançaram índice 5,0 ou mais no Ideb de 2011 e, destas, cinco localizam-se em Brasília e 01 nas cidades de Brazlândia, Planaltina e Taguatinga.
Sinpro comunica apoio à greve nacional dos bancários
Jornalista: sindicato
A diretoria do Sinpro-DF comunica seu apoio à greve nacional dos bancários, por considerar inadmissível que os bancos, que têm no Brasil os maiores lucros e a mais alta rentabilidade do sistema financeiro internacional e pagam salários milionários a seus executivos, desrespeitem os trabalhadores que produzem esses resultados.
Diante da recusa dos bancos em apresentar uma proposta que contemple as reivindicações por aumento real, valorização do piso, mais contratações, melhores condições de trabalho, mais segurança e igualdade de oportunidades, a greve dos bancários entra no seu 14º dia, com o fechamento de mais de 11 mil agências e centros administrativos em todo o país nesta quarta-feira (02) os trabalhadores que produzem esses resultados.
Esta já é considerada a maior greve da categoria nos últimos 20 anos.
Profissão Professora – Alfabetização aos oito anos no DF
Jornalista: sindicato
Não podemos falar de alfabetização sem falar em Emília Ferreiro. Com certeza suas pesquisas contribuíram, e muito, para uma grande mudança nas salas de aula, principalmente na maneira de se pensar alfabetização. De acordo com a professora Maria Amélia Caires Silva, coordenadora da Escola Classe 410 de Samambaia, deixamos de pensar no como se ensina para voltarmos a pensar no como se aprende. Ressalta a importância de Jaime Luiz Zorzi e Arthur Gomes de Moraes, que nos levam a refletir na importância de conhecer nossa língua materna e de se refletir no como a criança aprende.
Segundo Maria Amélia, aqui no Distrito Federal a implantação do projeto Bloco Inicial de Alfabetização (BIA) também contribuiu para que essas mudanças aconteçam. Com a implantação do projeto e a ampliação de dois para três anos do período inicial de alfabetização, proporcionaram mais tempo para que os alunos pudessem se desenvolver integralmente.
Também, diz a professora, a implantação dos ciclos e todas as propostas de organização do tempo e espaço, juntamente com a proposta do trabalho coletivo e com avaliação diagnóstica, formativa e processual; assim como o reagrupamento e o projeto interventivo, muito contribuíram para o desenvolvimento dos estudantes no processo inicial de alfabetização e também na permanência das crianças na escola e, consequentemente, em dar a elas o direito de ter uma oportunidade de se desenvolverem em todas as suas potencialidades.
Ainda, de acordo com a coordenadora, “nem tudo são flores, por causa das muitas dificuldades, principalmente no acompanhamento dos alunos com problemas familiares e com necessidade de diagnóstico, o excesso de alunos em sala e a falta de estrutura física e material também contribuem para as dificuldades”.
Como vê a carreira e as expectativas da categoria para o futuro:
Maria Amélia, professora a 23 anos da Secretaria de Educação, descreve a profissão como sendo muito árdua, devido às lutas que a categoria tem que travar para conseguir realizar bem o trabalho. A professora conta que durante toda a sua carreira muitas coisas mudaram, algumas para melhor, outras para pior, e outras permaneceram como está.
A professora afirma, ainda, que a condição de trabalho é um ponto negativo na carreira no DF. Maria Amélia relembra que durante muito tempo as escolas foram literalmente abandonadas e o resultado disso são escolas sucateadas que a muito deveriam ter sido reconstruídas e estão sendo simplesmente reparadas, e reconhece que anos de abandono não se recupera em dias. “É necessário um tempo para que essas mudanças aconteçam”, diz.
Ressalta ainda que a relação professor, pai e aluno vem sofrendo mudanças. “Estamos vivendo num período de direito e acho muito importante que isso aconteça. Porém, a falta de reconhecer que não temos apenas direitos, mas também deveres, muitas vezes nos leva a situações insustentáveis não só na relação professor e aluno, mas também na relação professor e pais. Observo que através da luta tivemos muitas conquistas na educação, como: coordenação pedagógica ampliada, plano de carreira com a valorização da nossa formação acadêmica, redução da carga horária para professor de 20 anos em sala de aula, dentre outras. Muitas vezes me sinto cansada de ter que sempre lutar para ter nossos direitos garantidos, mas quando olho para trás tenho ânimo para continuar, pois sei e vejo que a nossa luta nos trouxe até aqui e a minha expectativa para o futuro da categoria é saber que juntos podemos muito mais”, afirma.
Nome: Maria Amélia Caires Silva
Profissão: Professora
Função: Coordenadora
Tempo de magistério: 23 anos
Escola: Escola Classe 410 de Samambaia
A Diretoria Colegiada do Sinpro-DF deseja que os brasileiros se conscientizem, cada vez mais, do respeito devido a esta importante parcela da sociedade.
A inestimável contribuição para o desenvolvimento do país que nossos idosos deram, e ainda dão, faz jus a um profundo agradecimento de toda sociedade.
O desejo dos diretores do Sinpro é que estes bravos brasileiros mantenham a garra, que sempre tiveram, para encarar a dura batalha do dia a dia.
A Diretoria do Sinpro, em nome de toda categoria, presta sua sincera homenagem aos nossos verdadeiros heróis, que atravessaram tempos duros e tempestuosos em seus passados, e têm uma grande história de luta em seus currículos.
Professor Paulo Freire é homenageado na Câmara dos Deputados
Jornalista: sindicato
Nesta terça-feira (01), as Comissões de Educação realizam duas audiências públicas na Câmara dos Deputados, a pedido dos deputados Fátima Bezerra (PT/RN) e José Stédile (PSB/RS).
A primeira audiência está marcada para às14h30, no Plenário 08 da Câmara e durante a sessão o professor Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira, será homenageado pelos 50 anos dedicados ao trabalho de alfabetização de jovens e adultos, em Angicos, no Rio Grande do Norte.
A deputada Fátima Bezerra declarou que Paulo Freire é mundialmente reconhecido pela significativa contribuição à educação, é um dos pensadores brasileiros mais respeitados e figura de maior destaque na educação brasileira contemporânea.
“Pelo que representa sua luta em defesa da educação, considero oportuno que a Câmara dos Deputados faça este registro dos 50 anos do trabalho pioneiro de Paulo Freire na alfabetização de jovens e adultos na cidade de Angicos, considerada também como 40 horas de esperança”, destaca.
Participam da cerimônia: Aloizio Mercadante, Ministro da Educação; Nita Freire e Lutgardes Costa Freire, familiares de Paulo Freire; Maria Eneide de Araújo Melo e Luzia de Andrade, Alunas de Angicos; e Marcos Guerra, coordenador do projeto de alfabetização em Angico. Também estarão presentes representantes do MOVA Brasil; do Instituto Paulo Freire; do legislativo e reitores das universidades do RN; além de professores e pesquisadores, como Donaldo Macêdo, professor da Universidade de Massachussets.
Neste sábado (05), venha aproveitar a festa do Professor, a partir das 21h, no Opera Hall (SHTN Quadra 5, Bloco A Parte A, Asa Norte). A Atração principal da Festa do Professor deste ano, Serjão Loroza & US Madureira animarão a categoria em nosso tradicional baile. Logo após o show principal a animação ficará por conta da Banda Esquema Seis, que agitará os professores e professoras até a madrugada.Outra atração é uma tenda com música eletrônica, que será montada ao lado do Lago Paranoá. O ingresso do(a) professor(a) e seu(sua) acompanhante será feito mediante a apresentação da carteirinha de sindicalizado ao Sinpro. Não deixe para a última hora. Faça o quanto antes sua carteirinha e garanta sua presença em nossa festa.
Segue abaixo dois links para o professor conhecer melhor detalhes da atração.
Você não pode faltar!