Quem quiser ter seus trabalhos escolares pedagógicos e fotos publicados na Fan Page do Sinpro no Facebook deve a curtir a página e depois clicar em mensagem.
A Fan Page do Sindicato dos Professores do DF, já conta com mais de oito mil seguidores. A Fan Page é hoje uma forma de divulgar os trabalhos desenvolvidos nas escolas da rede pública.
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Começa o Remanejamento Interno na maioria das cidades
Jornalista: sindicato
Os professores da rede devem observar o cronograma divulgado e comparecer no horário marcado. O professor que bloquear a carência na 1ª etapa do remanejamento não poderá participar da 2ª etapa interna. Porém continua habilitado para participar da fase externa. Caso o horário de atendimento do remanejamento coincida com o horário das aulas, a direção das escolas devem organizar as aulas do professor, pois o mesmo está liberado para comparecer na Coordenação Regional de Ensino (CRE). O Sindicato dos Professores no DF (SINPRO) acompanhou algumas situações de denuncias de carências que não apareceram no remanejamento, sendo que aquilo que foi constatado como erro, as CREs e a Subsecretaria de Gestão de Pessoas (SUGEPE), já atenderam ao pleito do SINPRO e tais carências serão disponibilizadas no momento do remanejamento, no site talvez não haja atualização.
Sinpro realizará palestras sobre temas do acampamento no Senado
Jornalista: sindicato
Durante todo o mês de setembro um acampamento organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) permanece montado em frente ao Senado. O alojamento está instalado no local desde 30 de agosto, data em que a Confederação realizou um ato público com mais de 300 trabalhadores e trabalhadoras em Educação de todo o Brasil. Na ocasião, a entidade cobrou do Congresso Nacional, e dos senadores, que o Plano Nacional de Educação (PNE) seja votado de acordo com o relatório que foi aprovado na Câmara dos Deputados (que deixa claro que 10% do PIB precisam ser investidos na educação pública).
O Sinpro/DF tem apoiado desde início a mobilização. E para ampliar as ações o sindicato irá realizar nos dias 17 e 18 de setembro palestras sobre os temas discutidos no acampamento e pelas Centrais Sindicais de variados estados. Professores (as) e escolas de Ensino Médio interessados nas atividades devem entrar em contato com o Sinpro/DF pelo telefone 3343-4236 ou falar com o diretor do sindicato que visita a sua escola. Com o mesmo contato é possível fazer o agendamento de ônibus, caso necessário. Além disso, o Sinpro/DF pede aos professores (as) que apoiem as ações do acampamento durante os horários de folgas e coordenação.
Além da votação do PNE, a pauta é composta dos seguintes itens: redução da jornada de trabalho para 40h semanais sem redução de salários; fim do fator previdenciário; 10% do PIB para a Educação; 10% do orçamento da união para a saúde; transporte público e de qualidade/mobilidade urbana; valorização dos aposentados; reforma agrária; suspensão dos leilões de petróleo; contra o PL 4330 (das terceirizações). A pauta específica é sobre Piso, carreira, profissionalização dos funcionários, além da votação do PL da Câmara sobre a destinação dos Royalties.
Festival de Teatro, Dança e Música no Programa Alternativo
Jornalista: sindicato
O Programa Alternativo deste sábado (07) mostra um projeto desenvolvido pelo Centro Educacional 02 do Cruzeiro Novo. O Festival de Teatro, Dança e Música, trabalhado pelos alunos do CED, tem como objetivo aproximar os estudantes destas três artes, expandindo seus conhecimentos e oferecendo maior interação com o universo cultural.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Durante a manhã desta sexta-feira (06/09), a diretoria do Sinpro/DF voltou a se reunir com representantes das Secretarias de Administração Pública do (Seap) e de Educação (SEE) do DF para discutir questões da categoria, como a correção da tabela salarial dos aposentados proporcionalmente, negociação da paralisação do dia 30 de agosto e o concurso para a Secretaria de Educação do DF.
A reunião contou com a presença da secretária adjunta de Administração, Jaqueline Domingues, e a subsecretária de Gestão de Pessoal (Sugepe) da SEE, Patrícia Jane.
Sobre a correção das distorções na tabela salarial dos professores/as aposentados/as proporcionalmente, foi justificado que, devido às mudanças de secretários no GDF, houve atraso na elaboração da proposta. Uma nova reunião foi agendada para a próxima terça-feira, às 11h, na Seap, quando será apresentado pelo governo o estudo de impacto financeiro e a situação individual dos cerca de 2,5 mil professores que tiveram um reajuste inferior ao mínimo de 23,74%.
Com relação à paralisação do dia 30 de agosto, os professores irão apresentar, o mas rápido possível, o calendário de reposição, sendo que a reposição deverá ser feita até 31 de outubro.
Em relação ao concurso público, será feito um adendo no edital permitindo que os professores licenciados em ciências naturais possam concorrer ao certame. A secretaria adjunta informou que será organizada também a banca para a prova prática de línguas e instrumentos. O cadastro reserva definido será composto por cinco vezes o número de vagas disponíveis. Os classificados serão convocados em uma segunda chamada, de acordo com a necessidade da Secretaria de Educação.
O concurso para o cargo de pedagogo-orientador educacional está sendo elaborado pela Secretaria de Administração. A previsão é que o edital seja publicado no prazo de dois meses.
No decorre do mês de setembro, no Centro de Ensino Fundamental 08 de Sobradinho aconteceráo I Encontro de Educação Inclusiva – Desafios da Inclusão: “O olhar pedagógico na perspectiva de uma educação para todos – com eventos nos dias 4, 13, 23, 24, 25 e 28.
Segundo as responsáveis pela organização do Encontro, professoras Aira Carina e Ray Oliveira, o objetivo do evento é refletir sobre a prática pedagógica inclusiva, integrando saberes e experiências na busca de uma escola que eduque para “SER”.
As professoras pedem a colaboração de parceiros para que o evento seja um sucesso. O Encontro está em consonância com o dia 21 de setembro, data que marca o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Elas ressaltam que boas ações precisam de grandes parceiros. Clique aqui para acessar a programação do Encontro
A Secretaria de Administração do Distrito Federal divulgou nesta quinta-feira (05/09) no Diário Oficial do DF nº 185, a distribuição de vagas para o próximo concurso público para professores (as), no cargo de Professor de Educação Básica, da Carreira Magistério Público do Quadro de Pessoal do Distrito Federal, mediante condições estabelecidas no Edital.
O concurso destina-se ao provimento de 804 (oitocentas e quatro) vagas de Professor de Educação Básica da Carreira Magistério Público do Distrito Federal. As inscrições para este Concurso Público serão realizadas exclusivamente pela internet, no endereço eletrônico do IBFC (www.ibfc.org.br), no período das 8h do dia 25 de setembro às 23h59min do dia 24 de outubro de 2013, observado o horário de Brasília.
O concurso para o cargo de Pedagogo-Orientador Educacional está sendo elaborado pela Secretaria de Administração Pública.
Confira abaixo a distribuição das vagas por atividade.
Novo secretário de Educação toma posse e aponta prioridades da pasta
Jornalista: sindicato
O novo secretário de Educação do DF, Marcelo Aguiar, tomou posse ontem (4), em solenidade no Palácio do Buriti, e afirmou que sua meta à frente da pasta é dar atenção às crianças, à estrutura das escolas e também aos professores e servidores.
“As principais metas da minha gestão, determinadas pelo governador Agnelo Queiroz, são a conclusão dos projetos em andamento, construção das creches previstas, ampliação da educação integral e a erradicação do analfabetismo”, explicou o secretário.
Segundo Aguiar, até o fim de 2014, a secretaria deve entregar 111 creches e atingir a meta de 98% de alfabetização no DF – superior à determinação do Ministério da Educação, de 96%.
“Temos a meta de eliminar o analfabetismo, não só diminuir. O Marcelo está com essa missão. Vamos alfabetizar 15 mil pessoas em 2014”, afirmou o governador Agnelo Queiroz, acompanhado do vice, Tadeu Filippelli.
O governador também mencionou a proposta de ampliar a educação integral para toda a rede pública. “Faremos do DF a primeira capital a ter todo o ensino público em tempo integral. Isso não é missão para um mandato”, disse.
O secretário reforçou a intenção de manter um diálogo permanente com os sindicatos de professores e servidores da rede pública.
PERFIL – Aguiar já havia ocupado o cargo de secretário de Educação do DF em 2010. Em 2012, ocupou a Secretaria de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho e, posteriormente, tornou-se secretário Executivo da pasta, até abril deste ano.
Além dos cargos públicos, Aguiar também foi consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e publicou três livros sobre educação pública.
Aguiar substituiu Denílson Bento da Costa, que deixou o cargo para compor a assessoria especial da Governadoria.
Professor de multisseriada do campo terá curso de formação
Jornalista: sindicato
Gestores das redes públicas de ensino de estados e municípios, que tenham escolas multisseriadas no campo ou quilombolas, têm prazo até 19 deste mês para aderir ao Escola da Terra. O programa do Ministério da Educação oferece formação continuada e gratuita a professores que trabalham nessas unidades de ensino.
Dados da coordenação geral de políticas de educação no campo da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) mostram que até 30 de agosto 1.303 municípios de 26 estados da Federação aderiram ao programa, além das secretarias estaduais de educação do Acre, Goiás, Rondônia e Sergipe. Antônio Lídio Zambom, que coordena o programa, explica que poucos estados têm escolas multisseriadas e quilombolas com matrículas até o quinto ano do ensino fundamental.
Para aderir, o secretario municipal ou estadual precisa entrar na página eletrônica do Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC (Simec) e informar seu CPF e senha. Dentro do Simec, acessa o Plano de Ações Articuladas (PAR) e o programa Escola da Terra. Nesta etapa do processo, o gestor informa apenas o número de escolas multisseriadas e quilombolas de sua rede e o número de professores.
2013 e 2014 – Antônio Lídio Zambom lembra aos gestores que a adesão para cursos de formação que começam em 2013, ministrados por sete universidades federais, e aqueles que serão abertos em 2014, deve ser feita agora. Em 2014, ele explica, não haverá nova adesão, daí a importância do secretário garantir acesso ao programa.
Em 2013, sete universidades federais foram selecionadas para participar de um projeto piloto da Escola da Terra em quatro das cinco regiões do país. O piloto terá 7.500 vagas distribuídas entre as universidades federais do Amazonas (UFAM) com 1.500 vagas, da Bahia (UFBA), do Pará (UFPA), de Pernambuco (UFPE), do Rio Grande do Sul (UFRGS), de Minas Gerais (UFMG) e do Maranhão (UFMA), com 1.000 vagas cada. Em todas as unidades da Federação, os cursos estão previstos para 2014.
Dados do Censo Escolar informados pela Secadi indicam que o país tem hoje 865 escolas quilombolas do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental e 53.713 escolas com classes multisseriadas do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental.
O programa – A Escola da Terra compreende quatro ações: formação continuada e acompanhada de professores que trabalham com estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental em escolas multisseriadas no campo, e em escolas quilombolas, além dos assessores pedagógicos que terão a função de tutores; oferta de materiais didáticos e pedagógicos; monitoramento e avaliação; gestão, controle e mobilização social.
Educadores e tutores terão curso de aperfeiçoamento com carga horária mínima de 180 horas. A formação compreende dois períodos – a frequência no curso denominada tempo-universidade e outro para as atividades realizadas em serviço (escola-comunidade), que será acompanhada por tutores. A qualificação dos docentes será de responsabilidade das instituições públicas de ensino superior que aderirem à Escola da Terra.
A produção dos materiais didáticos e pedagógicos é de responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). São jogos, mapas, recursos para alfabetização, letramento e matemática. Também cabe ao FNDE o pagamento de bolsas ao coordenador estadual e ao tutor que acompanham e orientam os educadores durante a formação.
Ministro da Educação negocia votação do PNE no Senado
Jornalista: sindicato
O ministro da Educação, Aloísio Mercadante, esteve no Senado ontem (4) negociando para que o Plano Nacional de Educação (PNE) seja votado o mais rápido possível. A matéria passou pela Câmara dos Deputados e atualmente depende de aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e da Comissão de Educação (CE) do Senado.
Segundo o ministro, o ponto mais sensível do texto é o que estabelece que as crianças e os jovens com deficiência deverão ser universalmente atendidos em escolas públicas de ensino regular. Mercadante tem feito reuniões com representantes das associações e escolas especiais e com os parlamentares na tentativa de chegar a um acordo que possibilite a votação rápida do PNE. A expectativa é que o projeto seja votado na CCJ na próxima semana e logo em seguida seja apreciado na CE. “Esse [estudantes especiais] é o tema mais sensível. Nós estamos tentando chegar em um entendimento amplo para facilitar a votação e depois o retorno para a Câmara, porque lá já demorou muito tempo”, disse o ministro.
Mercadante ressaltou que a ideia do governo é que as associações dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) atuem de forma complementar ao estudo regular e continuem recebendo financiamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Ele defendeu que as crianças estudem em escolas públicas comuns como forma de estimular o respeito e a convivência com pessoas diferentes.
“Por exemplo, uma criança surda precisa estar em um momento do desenvolvimento dela na escola especial para aprender Libras [Língua Brasileira de Sinais], aprender a conversar na linguagem dos surdos. Mas ela precisa ir para a escola pública para aprender a conviver com os outros e para os outros aprenderem a conviver com a diferença. Isso é importante para a democracia e para o desenvolvimento da cultura da diversidade, do respeito ao outro, que a escola tem que estar sempre preservando”, exemplificou.
O ministro também voltou a falar sobre o Programa Mais Professores, lançado recentemente pelo governo federal. A proposta, segundo ele, é parecida com a do Mais Médicos, de levar profissionais para áreas isoladas e pobres do país, onde é difícil fixá-los. No entanto, Mercadante ressaltou que o governo não tem a pretensão de trazer professores estrangeiros para o Brasil e vai apenas oferecer estímulos para que professores brasileiros queiram colaborar com escolas que tenham baixo desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
“Estamos discutindo com os secretários de Educação do Brasil, vamos fazer um edital público e vamos convidar professores qualificados. Vamos dar uma bolsa adicional, além do salário que ele receberia, para ele ajudar a formar os professores daquela escola, a melhorar o padrão pedagógico e impulsionar a qualidade de ensino. Por isso vamos chamar professores, mas são professores brasileiros sempre, inclusive aposentados que não estão mais na sala de aula, e talvez, com um estímulo como esse, se disponham a voltar e ajudar as escolas que precisam de apoio”, explicou o ministro.