Encerra hoje inscrições do Procedimento de Remanejamento

Termina nessa segunda-feira (12), o período de inscrições para o Procedimento de Remanejamento interno e externo 2013. Os professores que estão concorrendo nas disciplinas que exigem declaração tem até esta terça-feira (13), às 17h, para entregá-las nas GRGPS de exercício.
 
O concurso é dividido em diversas etapas, sendo a primeira o período de inscrições e entrevistas, com previsão de início para os primeiros dias de agosto (veja cronograma abaixo).
 
A seleção é realizada anualmente, cumprindo a Lei do Plano de Carreira da categoria (Lei 5.105/2013 e LC 840/20110), e é destinado para professoras/es e orientadoras/es que desejam mudar o seu local de exercício ou apenas regularizar o exercício atual.
 
Vale a pena ressaltar para os mais de 1.600 professores contratados este ano a importância de participar do procedimento de remanejamento, tendo em vista que, independentemente do atual local de exercício ou tipo de carência que ocupa (definitiva ou provisória), todos terão que regularizar algum ponto do seu exercício.
 
PREVISÃO DE ATIVIDADES DO PROCEDIMENTO DE REMANEJAMENTO INTERNO E EXTERNO 2013
 

Período de Inscrições 02/08 a 12/08
Período de Entrevistas 05/08 a 09/08
Avaliação Médica – Portadores de Necessidades Especiais (PNE) – COSAÚDE 05/08 a 09/08
Receber declarações dos PNE – Avaliados pela COSAÚDE 05/08 a 13/08
Receber os Requerimentos Gerais dos PNE que tomaram Posse na SEDF como PNE 05/08 a 13/08
Receber declarações de aptidão das Disciplinas Especiais ou que exigem Entrevistas 05/08 a 13/08
Mudança de endereço devidamente comprovado Até 06/08
Divulgação do Resultado Preliminar – (Classificação para RE / RI e Geral) 19/08
Período para Recursos 19/08 a 21/08
Divulgação do Resultado Final – (Classificação para RE / RI e Geral) 27/08
Divulgação das Carências e do Cronograma da 1ª Etapa do Remanejamento Interno 03/09
1ª Etapa do Remanejamento Interno 10/09 a 13/09
Divulgação das Carências e do Cronograma da 2ª Etapa do Remanejamento Interno 30/09
2ª Etapa do Remanejamento Interno 07/10 a 09/10
Divulgação das Carências e do Cronograma da 1ª Etapa do Remanejamento Externo 22/10
1ª Etapa do Remanejamento Externo 29/10 a 01/11
Divulgação das Carências e do Cronograma da 2ª Etapa Remanejamento Externo 13/11
2ª Etapa do Remanejamento Externo 20/11 a 22/11

Uma Lei para expressar a liberdade

para expressar a liberdade
Lançamento nacional da Lei da Mídia Democrática acontece este mês em Brasília. O objetivo é conscientizar a sociedade brasileira sobre o direito da liberdade de expressão para o todo.
O Fórum Nacional sobre a Lei da Mídia Democrática e o lançamento do Projeto de Lei de Iniciativa Popular das Comunicações será realizado no próximo dia (22) de agosto, a partir das 9h, no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados.
O evento será aberto ao público e contará com a presença de representantes de movimentos sociais, ativistas, personalidades públicas e políticos que apoiam a democratização da Comunicação no Brasil.
O projeto propõe a regulamentação dos artigos da Constituição de 1988 que garantem a pluralidade, diversidade e impedem monopólio ou oligopólio dos meios de comunicação de massa, estabelecendo princípios para a Radiofusão sob concessão pública (rádio e televisão).
O objetivo é envolver e conscientizar todos os cidadãos e cidadãs e os setores da sociedade brasileira sobre a busca de uma liberdade de expressão com direito de todos, de acordo com a Constituição Federal Brasileira, e explicar a necessidade da renovação do marco que regulamenta a Comunicação no país.
A iniciativa é o principal instrumento político de ação e de pressão para o avanço e a conscientização da sociedade quanto à renovação da legislação.

Termina prazo para escolha do livro didático por escolas públicas

Brasília – As escolas públicas têm até hoje (12) para escolher os livros didáticos que serão usados por alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental a partir de 2014. A escolha deve ser feita pelos professores, diretores e coordenadores pedagógicos. Eles deverão selecionar livros para todas as disciplinas:  português, matemática, história, geografia, ciências e língua estrangeira (inglês ou espanhol),pela internet.
Até a última sexta-feira (9), 26 mil escolas públicas ainda não tinham selecionado os livros didáticos de seus estudantes, segundo balanço divulgado pelo  Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Para ajudar, uma lista com todas as obras está disponível no portal do FNDEO Guia de Livros Didáticos 2014traz resumos e informações de cada uma das obras selecionadas para o Programa Nacional do Livro Didático.
Os professores podem indicar os livros mais adequados ao projeto de ensino de cada escola. O FNDE disponibiliza ainda uma série de documentos de apoio, como orientações para a escolha, compromissos e normas de conduta. Os representantes das escolas podem escolher duas opções para cada disciplina, de editoras diferentes. Caso não seja possível negociar os livros com a editora da primeira opção, o FNDE tenta adquirir as obras da segunda opção.
A autarquia ressalta as vantagens de participar do programa. Pedindo os livros dentro do prazo pelo FNDE é possível conseguir preços abaixo dos de mercado, uma vez que as obras são adquiridas para todo o país, em grande quantidade. A previsão é comprar quase 90 milhões de exemplares para 13 milhões de alunos e 1 milhão de professores dos anos finais do ensino fundamental.
Os livros devem ser usados por três anos consecutivos, explica o FNDE, por isso têm uma estrutura física resistente. A autarquia destaca também a importância da conservação do livro para que possa ser aproveitado por mais de um aluno.
Fonte: Agência Brasil

Programa Alternativo mostra projeto da Escola Classe 53 de Taguatinga

O projeto Educando Juntos: A Paz!, desenvolvido pela Escola Classe 53 de Taguatinga, é um dos destaques do Programa Alternativo deste sábado (10). O trabalho é elaborado com todas as turmas com o intuito de trabalhar valores, respeito, afetividade e autonomia. Segundo a professora Maria Amélia Soares da Silva, o objetivo é ensinar os alunos a serem mais seguros na vida e vencerem seus desafios. “A vida não é só um sim, mas um não. Portanto, os alunos precisam saber enfrentar tudo isto, mesmo que eles vivam em um contexto de drogas e outros problemas sociais”, diz Maria Amélia.

O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Homenagem do Sinpro ao Dia do Estudante

foto_homenagem2Se quiseres ser um verdadeiro estudante,

não aprenda só o superficial,
pois o difícil pode se tornar barreira vencida.
Para aquele cujo momento chegou agora,
nunca é tarde demais!
Aprender o ABC não basta, mas aprenda-o.
Procura na escola o que deseja para tua vida,
pois ela te recolherá, orientará, dirigirá.
Confia nos teus mestres: eles não te decepcionarão.
Se não tens teto, cobre-te de saber, de vontade, de garra.
Se tens frio, se tens fome,
agarra-te ao livro: ele é uma boa arma para lutar.
Se te faltar coragem,
não tenha vergonha de pedir ajuda.
Certamente haverá alguém para te estender a mão.
Seja leal, fraterno, amigo, forte!
Nunca te deixes ser fraco, desleal, covarde.
Pois tu, jovem estudante, tens que assumir o comando do teu país.
Respeita para ser respeitado.
Valoriza para ser valorizado.
Espalha amor para seres amado.
Não tenhas medo de fazer perguntas: toda resposta terá sentido.
Não te deixes influenciar por pensamentos alheios ou palavras bonitas.
Tenha a tua própria linguagem (aperfeiçoa-te).
Quando te deparares com a injustiça, a impunidade, a corrupção, a falta de limites e o abuso de poder,
pensa na existência de tudo o que te cerca.
Busca o teu ideal e lembra: um valor não se impõe, se constrói.
Não faça do teu colega, uma escada para subir.
Isto é imoral e a imoralidade não faz parte da tua lição.
 
Neste 11 de agosto, data em que se comemora o Dia do Estudante, o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) em nome de todos os professores e professoras parabeniza todos os estudantes e deseja que a busca pelo conhecimento e pelo crescimento pessoal esteja sempre em sua vida; afinal de contas, está nas suas mãos o futuro deste país. Parabéns pelo seu dia!

Professor reúne apelidos racistas e cria projeto contra preconceito

Mais de 125 anos depois da Lei Áurea, o racismo entre alunos do ensino fundamental chamou a atenção de Luiz Henrique Rosa, professor de biologia da Escola Municipal Herbert Moses, no Jardim América, Zona Norte do Rio. Assustado com a agressividade das crianças, Rosa pediu que todos colassem no papel os apelidos já ouvidos na escola. O resultado? Das mais de 400 terminologias catalogadas, cerca de 360 continham conteúdo racista, como “macaco”, “galinha de macumba” e “asfalto”.
 
No mesmo período dessa pesquisa, Rosa, entusiasta da história dos negros no Brasil, ficou impressionado com a falta de curiosidade pelo aniversário da Revolta de Vassouras, rebelião escrava ocorrida em 1838. Pressionado pelo racismo em sala de aula, de um lado, e o desconhecimento da cultura negra, de outro, o professor resolveu agir. Assim nasceu, no fim de 2009, o projeto “Qual é a Graça?”.
 
No quintal então abandonado da escola, Rosa pediu para que seus alunos escrevessem e colassem no muro os quase 200 nomes de escravos que participaram da revolta. O objetivo era que cada um “apadrinhasse” um cativo, estimulando o sentido de responsabilidade. Cada estudante contribuiu com R$ 6 pelo pedaço de mármore. É possível encontrar nomes cristãos como “Concórdia”, “José” e “Cesário”, dados aos cativos assim que chegavam ao Brasil. Já as pedras com os dizeres “Deus Sabe seu Nome” representam os escravos não identificados, fazendo uma analogia com o “Soldado Desconhecido”, no monumento em homenagem aos combatentes da Segunda Guerra Mundial.
 
Da canela ao café, uma aula de história
 
Depois, no mesmo espaço, Rosa fez os alunos cultivarem plantas e espécies ligadas à História do Brasil. O cultivo das plantas começa por especiarias como canela e noz-moscada. Em uma viagem no tempo, passa-se pelo pau-brasil, cana-de-açúcar e café. Para incutir nos estudantes o tempo de viagem entre Moçambique e o Brasil a bordo de um navio negreiro, o professor Luiz Henrique Rosa pediu para que eles plantassem e acompanhassem o ciclo da couve e da alface por 90 dias — o período em que um escravo sofria nos porões da embarcação. Para a viagem entre Brasil e Angola, pepinos e mostardas, que têm ciclos de 60 dias.
 
— Meus alunos olham para a planta e perguntam: “Ele ainda tá amarrado, professor?”, referindo-se ao escravo. Desse jeito consigo trabalhar com eles a dureza da escravidão e o desenvolvimento dos vegetais — explicou Rosa.
 
Nascido para combater o racismo, o projeto “Qual é a Graça?” ganhou contornos pedagógicos e agora é transdisciplinar, afirmou. Para ele, é impossível separar os conteúdos no jardim:
 
— Por que eu planto essa berinjela? Na biologia, para mostrar como as plantas nascem e se reproduzem. Já o professor de português pode botar uma plaquinha com o nome dela e lembrar que “berinjela” se escreve com “j”, não com “g”. O aluno nunca mais vai errar.
 
Sem apoio financeiro
Os trabalhos no jardim de Rosa não contam para a nota final do aluno, mas todos são incentivados a participar. E dá resultados. Aos 12 anos, a estudante Aretha Barra Mansa Nascimento era chamada na escola de “petróleo”. Hoje, com 14, ela diz que a iniciativa do professor ajudou a amenizar o clima entre as crianças, e agora atender apenas por Aretha no colégio.
 
— No começo os alunos mais velhos vinham aqui no jardim e destruíam as plantas, mas agora todos participam. Fora que é muito melhor aprender as matérias da aula na prática do que em um livro, dentro de sala — contou ela.
 
Em seus dois anos e meio de existência, o projeto nunca recebeu incentivos financeiros da Secretaria municipal de Educação. Segundo o diretor da escola, Renato Borges Giagio, um grupo de professores chegou a levar uma coleção de fotos e um relatório ao órgão para convencer os gestores, sem sucesso. Rosa calcula que o “Qual é a Graça?” já consumiu mais de R$ 6 mil da comunidade, entre professores, pais e alunos.
 
— Estamos fazendo a nossa parte, mas cadê a deles? A educação vai além da sala de aula, e quando se coloca amor, o resultado é isso aí — disse Giagio.
 
Situada próxima às comunidades de Vigário Geral e Parada de Lucas, em 2011 a Herbert Moses teve nota 4.1 no Ideb, contra 4.7 da média nacional.
 
Fonte: O Globo

Mais de 60% das escolas ainda não escolheram livros didáticos para 2014

Brasília – Mais da metade das escolas públicas ainda não escolheram os livros didáticos que serão usados pelos estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental no ano que vem. O prazo para a escolha vai até a próxima segunda-feira (12) pela internet. Segundo o último levantamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), até esta quinta-feira (8), 32.119 escolas, que correspondem a 63% dos centros de ensino ainda não selecionaram as obras que vão usar.
A escolha deve ser feita pelos professores, diretores e coordenadores pedagógicos. Eles deverão selecionar livros para todas as disciplinas:  português, matemática, história, geografia, ciências e língua estrangeira (inglês ou espanhol).  Para ajudar, uma lista com todas as obras está disponível também no portal do FNDE (www.fnde.gov.br). O Guia de Livros Didáticos 2014 traz resumos e informações de cada uma das obras selecionadas para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD).
Os professores podem indicar os livros mais adequados ao projeto de ensino de cada escola. O FNDE disponibiliza ainda uma série de documentos de apoio, como orientações para a escolha, compromissos da escola e normas de conduta. Os representantes das escolas podem escolher duas opções para cada disciplina, de editoras diferentes. Caso não seja possível negociar os livros com a editora da primeira opção, o FNDE tenta adquirir as obras da segunda opção.
A autarquia ressalta as vantagens de participar do programa. Pedindo os livros dentro do prazo pelo FNDE é possível conseguir preços abaixo dos de mercado, uma vez que as obras são compradas para todo o país, em grande quantidade. A previsão é comprar quase 90 milhões de exemplares para 13 milhões de alunos e 1 milhão de professores dos anos finais do ensino fundamental.
Os livros devem ser usados por três anos consecutivos, explica o FNDE, por isso, têm uma estrutura física resistente. A autarquia destaca também a importância de se conservar o livro para que possa ser aproveitado por mais de um aluno.
Fonte: EBC

Governo deve universalizar ensino básico até 2016

De acordo com o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Romeu Weliton Caputo, o governo brasileiro poderá cumprir, até 2016, a meta da emenda constitucional EC 59/2009 que garante a universalização da educação básica para a população brasileira que têm entre 14 e 17 anos.
“Até 2016, temos razoável segurança de que vamos cumprir a Emenda 59. Devemos chegar lá com uma condição de atendimento melhor em creches e pré-escolas”, afirmou Caputo.
Um aliado importante nessa luta é o programa Pró-Infância, criado pelo governo federal para auxiliar os municípios com construção de creches e escolas. Ontem, 07/8, o programa foi assunto de audiência na Comissão de Educação (CE) do Senado. Até o momento, estima-se que o programa tenha permitido a construção de 1500 unidades e tenha aberto 1,5 milhão de vagas.
No entanto, alguns prefeitos temem não conseguir manter as unidades escolares que serão construídas pelo programa. O formato de um prédio padrão foi criticado por não responder às particularidades das diferentes regiões do país e o preço cobrado pelas empresas vencedoras da licitação para construir as instalações é alto.
José Carlos Wanderley, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, respondeu que os prédios são pré-moldados para facilitar a implementação mas que não há obrigação de seguir o modelo.
 
Fonte: UOL Educação

Livro eletrônico grátis traz orientação para professor de alunos cegos

e-book gratuito ‘Saberes docentes para a inclusão do aluno com deficiência visual em aulas de Física’, de Eder Pires de Camargo, professor da Unesp de Ilha Solteira, é resultado de um estudo de pós-doutorado sob a supervisão do professor Roberto Nardi, da Unesp (universidade Estadual Paulista) de Bauru.
 
Com apoio da Fapesp, a publicação analisa perfis linguísticos e contextos comunicacionais adequados e inadequados para a promoção de processos de ensino e aprendizagem de física em ambiente que contou com a presença de alunos com e sem deficiência visual.
 
A obra traz uma análise da relação entre tipo de percepção e conceito e fenômeno físico, indicando qualitativamente os conceitos e fenômenos que estabelecem relações vinculadas ou indissociáveis da percepção visual. Mostra que muitos conceitos físicos são independentes da visão para serem compreendidos além de indicar aqueles que necessitam da percepção visual para o pleno entendimento.
 
Traz um estudo qualiquantitativo de perfis linguísticos mais empregados em sala de aula, explicitando duas estruturas centrais da linguagem, ou seja, empírica e semântico-sensorial.  Mostra que perfis linguísticos fundamentados em estrutura empírica audiovisual interdependentes formam a base de dificuldades de comunicação, e, portanto de ensino, entre professor e aluno cego.
 
Finaliza apontando um conjunto de saberes inerentes aos conceitos e fenômenos físicos e à deficiência visual necessários para a promoção de participação efetiva de alunos cegos ou com baixa visão em aulas de física.
 
O objetivo é propor práticas adequadas à nova realidade educacional. Alunos com deficiência visual, por exemplo, começaram a frequentar espaços sociais como a escola sem que antigos paradigmas de normalização de comportamentos tenham sido revistos.
 
Eder Pires de Camargo analisa os saberes que professores do ensino médio devem mobilizar para incluir alunos com deficiência visual em atividades de ensino. Toma como exemplo a interessante experiência de uma disciplina de graduação (Prática de Ensino) na qual futuros licenciados estruturaram e implementaram novas práticas de ensino para turmas mistas. A originalidade e contribuição deste trabalho está em propor atividades desenvolvidas por futuros professores e avaliá-las durante os cursos de licenciatura.
 
O livro na íntegra e de forma gratuita está disponível no catálogo da Editora da Unesp. O texto também pode ser adquirido em papel.
 
Fonte: UOL Educação

Coro Sinprônico participa de Festival de Corais de Poços de Caldas

O Coro Sinprônico participa, de 12 a 16 de agosto, do Festival de Corais de Poços de Caldas. Esta é a primeira vez que o coral do Sinpro-DF integra um encontro em outro estado e durante o festival terá a oportunidade de cantar no Teatro da Urca, em uma missa e em praças da cidade. Além da atividade principal que são as apresentações, o festival oferece aos coristas passeios pelas principais atrações turísticas, dois bailes no principal hotel da cidade, além da confraternização com coros de várias partes do país. A próxima viagem do Coro Sinprônico será para Goiás Velho, em outubro.

O coral faz apresentações em escolas da rede pública de ensino do DF e para participar basta comparecer aos ensaios, às segundas-feiras, às 19h30, na sede do Sinpro.

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