Ginástica das Quadras:um programa de sucesso!

  Um diferencial na educação. Assim pode ser definido de maneira simples o Programa Ginástica nas Quadras. Muito mais do que um projeto de governos é uma iniciativa que vem transformando a vida de muitas famílias em todo Distrito Federal. A regulamentação veio por meio da Lei nº 543, de 23 de setembro de 1993 e do Decreto nº 18.368 de 26 de junho de 1997 com o nome: Programa Escola Comunidade/Ginástica nas Quadras, que especifica claramente o objetivo do projeto; o de envolver a comunidade escolar nas atividades físicas, sociais e culturais extrapolando os muros das escolas.
Dados recentes revelam que cerca de 12 mil pessoas de todas as idades são atendidas nas 14 regionais de ensino durante todo o ano. Uma história de 25 anos em que os profissionais de educação física, servidores da Secretaria de Educação, vem escrevendo com a presença da comunidade. Muito mais que um projeto educacional o Ginástica nas Quadras é um programa que vem consolidando a melhoria da qualidade de vida da população com vínculos de cooperação social. As atividades integradas entre escola pública e a comunidade vaio além dos limites das escolas e hoje abrange praças, postos de saúde, clubes comunitários e espaços públicos que favorecem a vida das pessoas.
O retorno positivo do Programa Ginástica nas Quadras além de comprovado é notável, são inúmeros benefícios que revertem a favor da comunidade escolar, que não podem ser mensurados simplesmente em cifras numéricas. O impacto positivo vem somando as conquistas por uma sociedade com melhor qualidade de vida no DF.
A intenção do GDF em transferir o programa para outras secretarias, além de um equívoco é uma afronta a todos que o desenvolvem. O Sinpro-DF(Sindicatos dos Professores no Distrito Federal), apóia e defende veementemente a manutenção na íntegra do programa junto à SEEDF. Lamentamos a possibilidade da existência dessa proposta e juntos aos profissionais de educação física da Secretaria de Educação do DF, devidamente credenciados para suas funções, fazemos coro para que o programa tenha continuidade como vem sendo implementado, com sucesso absoluto e uma referência nacional.
Veja o vídeo sobre o progama:

CNTE avalia o andamento do PNE no Congresso

A CNTE reconhece o esforço da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, encarregada em analisar o PL 8.035/10, no sentido de negociar com a sociedade as metas propostas pelo Poder Executivo ao Plano Nacional de Educação. No entanto, o atraso na leitura do substitutivo do relator expôs limitações de diálogo entre a Comissão e o Governo Federal, situação que poderá comprometer a votação do PNE, neste ano de 2011, ou mesmo inviabilizar avanços reivindicados pela sociedade.
Sobre o mérito do substitutivo, protocolado dia 5/12, não há dúvida de que o relator foi sensível em atender várias propostas da sociedade, muitas consubstanciadas nas deliberações da Conae 2010. Contudo, a estrutura do documento ainda não permite garantir mudanças substanciais nas políticas públicas educacionais, com vistas a atingir um projeto de educação nacional, com qualidade e equidade, sobretudo em razão de omissões na área do financiamento público e da perspectiva de construção do sistema nacional de educação.
Financiamento
Uma das principais deficiências do PNE permanece nesta questão. Embora o substitutivo tenha absorvido o conceito de Custo Aluno Qualidade e fixado prazo de dois anos para sua regulamentação – sob acompanhamento do Conselho e do Fórum Nacional de Educação –, a falta de critério para seu financiamento efetivo não permite determinar, por exemplo, qual a parcela de responsabilidade do Governo Federal, e também de Estados e Municípios, perante o percentual do PIB a ser destinado à educação nacional (sobretudo a pública). Em suma: os planos plurianuais e os orçamentos dos entes federados permanecem sem orientação para atingir com qualidade as metas do PNE e dos planos locais que se sucederão. Igualmente, não é possível saber de onde sairão os recursos para se elevar o percentual do PIB para a educação.
A proposta do relator não contempla o percentual defendido pela sociedade de 10% do PIB para investimento na educação. Estão previstos 8%, até o final da década (aumento de 0,3% ao ano), o que é insuficiente, ainda mais contabilizando-se os repasses do Poder Público à iniciativa privada, como as bolsas do Prouni e do Pronatec. A proposta da Conae prevê aumentar anualmente em 1% a porcentagem do PIB, com investimento exclusivo na educação pública. Ademais, o relator indicou como verbas extras para a educação apenas os recursos provenientes do Fundo Social do Pré-sal e dos royalties do petróleo e demais minerais, sem indicar o percentual mínimo dessas receitas, tampouco outras fontes financeiras necessárias para garantir, além da universalização do acesso e a qualidade no nível básico, as metas de expansão da educação superior pública (graduação e pós-graduação).
Sistema Nacional de Educação
As incongruências ainda existentes na meta 20 (financiamento) – que a CNTE considera vícios de origem do PL 8.035/10, pois o governo optou em não adentrar na questão, sobretudo em âmbito da reforma tributária – omitem o importante debate sobre a construção do Sistema Nacional de Educação (SNE). Sem fontes seguras de financiamento, que expressem o compromisso do Estado brasileiro para com a educação, permanece a lógica do regime de colaboração que submete estados, municípios e o DF às políticas do Governo Federal – hoje expressas nos Planos de Ações Articuladas e nas metas do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Ou seja: o plano reforça a postura concentradora da União frente a uma desejável visão republicana.
Conforme destacado na primeira avaliação da CNTE sobre o PL 8.035/10 (fevereiro de 2010), a qualidade educacional (com equidade) prescinde de uma estrutura organizativa e de financiamento que seja capaz de comprometer os entes da federação, indistintamente, mesmo à luz da descentralização dos sistemas de ensino. Ao não estabelecer mecanismos de financiamento cooperativo (institucionalizado) para o atendimento das metas, o PNE continua apostando na benevolência dos gestores públicos, cujo resultado, até hoje, mostrou-se incapaz de superar as contradições tributárias ou as disputas políticas sobre o papel da educação para a construção de uma sociedade justa e igualitária.
Ademais, o SNE teria ainda por objetivo induzir e acompanhar a regulação do setor privado frente às metas do(s) Plano(s) de Educação, tema que se encontra aberto em todas as metas de acesso aos níveis, etapas e modalidades da educação, inclusive nas que tratam da formação dos profissionais da educação e do percentual de investimento do PIB no setor.
Controle Social
Importante registrar que as emendas acatadas pelo relator com o objetivo de estabelecer prazos intermediários a quase todas as metas – com exceção do financiamento e de algumas outras –, tende a facilitar o acompanhamento social e institucional do Plano nas unidades da federação. Destaca-se, também, a inclusão da estratégia 20.4, que trata da divulgação periódica das receitas e despesas dos entes públicos, através de mídia eletrônica, e incentiva a participação popular nos processos de elaboração e discussão dos planos, leis de diretrizes orçamentárias e orçamentos.
Em outra frente de luta envolvendo o controle social, a CNTE tem acompanhado a tramitação do PL 8.039/10, que visa aprovar a Lei de Responsabilidade Educacional. O projeto enviado pelo Governo ao Congresso possui abrangência restrita à Lei da Ação Civil Pública (de caráter patrimonial), porém encontra-se apensado a outras duas propostas que visam tipificar condutas de gestores e educadores em âmbito do Estatuto da Criança e do Adolescente e da própria legislação em comento. Na avaliação da CNTE, os três projetos, além de outros tantos já protocolados em diversas ocasiões no Congresso, merecem um amplo debate com todos os atores da educação, a fim de atender aos objetivos centrais da proposição.
Acesso e permanência
O substitutivo mantém a limitação de atendimento às creches em 50% até o final da década e incentiva a expansão das vagas em creches conveniadas (estratégia 1.7). As demais etapas da educação básica encontram-se sintonizadas com a meta estabelecida pela Emenda Constitucional nº 59, de universalização das matrículas até 2016. Quanto aos ensinos fundamental e médio, as principais metas consistem no aumento das projeções de concluintes dessas etapas e de frequência entre os estudantes em idade regular (6 a 14 anos e 15 a 17 anos, respectivamente). O aumento da escolaridade da população de 18 a 29 anos também deverá saltar de 9 para 12 anos entre o quinto e o décimo ano de vigência do PNE. A educação profissional técnica de nível médio conta com a expectativa de triplicar as vagas, devendo 50% concentrar-se no setor público. A medida é importante para limitar o avanço das matrículas na rede privada, que são financiadas em grande parte com recursos públicos. Para as universidades públicas, o substitutivo prevê aumento de 40% na oferta das vagas em cursos de graduação, com suporte a programas especiais de assistência estudantil. As pós-graduações (mestrado e doutorado) também foram contempladas com percentuais mais elevados de atendimento que os propostos originalmente pelo Executivo.
Gestão Democrática
No tocante à gestão democrática, o relator contemplou boa parte das emendas propostas pela sociedade, em particular pela CNTE, sobretudo em três aspectos:
1. Sobre o Fórum Nacional de Educação, o parecer amplia as atribuições dessa instância, inclusive acerca da competência para analisar e propor a revisão do percentual de investimento do PIB em educação, que ficará, em última instância, a cargo do Congresso Nacional.
2. Quanto ao processo democrático de construção dos planos estaduais e municipais de educação, o substitutivo indica a participação das comunidades escolares, de trabalhadores da educação, de estudantes, de pesquisadores, de gestores e de organizações da sociedade civil no processo de formulação das leis locais.
3. Especificamente sobre a meta 19, o parecer estabelece prazo de dois anos para estados, municípios e DF criarem leis que regulamentem a gestão democrática. As mesmas devem observar a participação da comunidade escolar no processo de escolha (eleição) de diretores. Não obstante a contemplação de propostas da CNTE, o parecer mantém a indicação de critérios técnicos de mérito e desempenho para a nomeação das direções escolares, o que, infelizmente, dá margem à gestão empresarial na educação. Outros destaques do substitutivo: i) prioriza os repasses voluntários da União para os entes que regulamentarem a gestão democrática; ii) recomenda ampla oferta pública de formação para os conselheiros do Fundeb, da Merenda e de outros colegiados voltados ao controle social e ao acompanhamento das políticas públicas educacionais; iii) incentiva a constituição de Fóruns Permanentes de Educação nos entes federados, a fim de coordenar as conferências de educação e de monitorar a execução do PNE e dos planos locais de educação; iv) estimula a constituição de grêmios estudantis e a constituição e fortalecimentos dos conselhos escolares e de conselhos de educação nos municípios, este último de caráter fiscalizador e com funcionamento autônomo; v) induz a construção democrática dos projetos político-pedagógicos das escolas, bem como dos currículos escolares, dos planos de gestão escolar e dos regimentos escolares por meio de profissionais, alunos e familiares.
Valorização Profissional
Com relação à valorização dos profissionais da educação básica, as principais metas e estratégias do Plano trataram de adequar as nomenclaturas dos profissionais à LDB, contemplando os funcionários da educação.
Sobre a carreira (meta 18), o parecer agrega várias propostas da CNTE, sobretudo a que prevê o PSPN para todos os profissionais da educação (art. 206, VIII da CF). O prazo de dois anos para constituir os planos de carreira estaduais e municipais, por um lado, no que concerne ao magistério, contraria dispositivo da lei do piso; porém, com relação aos funcionários constitui avanço que engloba a regulamentação do piso salarial amplo. Outros pontos contemplados pelo substitutivo: i) licença remunerada para qualificação profissional; ii) inclusão dos cursos tecnológicos (funcionários) no rol da formação profissional; iii) estímulo à constituição de comissões permanentes de profissionais da educação, nos entes federados, para subsidiar a implantação dos planos de carreira, além de outras questões abordadas pelo projeto original.
No que tange à formação profissional (meta 16), embora o substitutivo contemple todos os trabalhadores da educação, conforme propôs a CNTE, apenas os professores contam com meta quantitativa a ser alcançada até o fim da década – embora seja preciso adequá-la ao art. 62, § 3º da Lei 9.394 (LDB), que dá preferência à formação inicial de caráter presencial. Falta, no entanto, estabelecer percentuais de atendimento em relação à escolaridade e à profissionalização dos funcionários da educação, bem como indicar as fontes de financiamento dessa política pública. Frise-se que a previsão de bolsas de estudos para pós-graduação contempla professores e demais profissionais.
Quanto à remuneração do magistério (meta 17), o substitutivo prevê equiparar o rendimento médio dos professores com de outros profissionais de escolaridade equivalente. Até o sexto ano de vigência do PNE (o que é muito tempo!) a remuneração deve atingir 85% da média remuneratória dos demais profissionais e até o final da década deverá, no mínimo, ser totalmente equiparada. Hoje, a remuneração média do magistério equivale a 60% da dos profissionais em atividade nos diferentes setores produtivos do país. O maior “pecado”, contudo, da meta 17 do PNE consiste em não vincular a previsão mínima do piso salarial profissional nacional do magistério aos vencimentos iniciais das carreiras, nos estados e municípios, conforme determina a Lei 11.738. E esperamos corrigir essa incoerência através de emendas ao substitutivo do relator Vanhoni.
Importante registrar que esse compromisso do PNE corre sério risco de ser considerado natimorto no caso de a Câmara dos Deputados confirmar a votação da Comissão de Finanças e Tributação da Casa, que atrelou única e exclusivamente o reajuste do piso do magistério à correção inflacionária do INPC/IBGE. Em sendo o piso a principal política de valorização e estímulo ao cumprimento da meta 17, seu “congelamento” inviabilizará qualquer tentativa de equiparação da remuneração média do magistério com outras profissões.
Avaliação da Educação
O substitutivo conserva a lógica dos testes nacionais e do Ideb na estrutura do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica. Retirou-se do texto original a perspectiva de o INEP empreender “estudos para desenvolver outros indicadores de qualidade relativos ao corpo docente e à infraestutura das escolas de educação básica”, o que é um retrocesso. O substitutivo do relator apenas aponta ao INEP a necessidade de fornecer novos indicadores (mais amplos) sobre a avaliação institucional, mas não induz a transformação do Ideb. Assim, permanece a educação brasileira condicionada a uma abordagem da pedagogia das competências, a qual se sustenta em currículos mínimos e na omissão de fatores sociais que determinam a qualidade educacional, a exemplo do perfil socioeconômico dos estudantes; da formação, salário, carreira e condições de trabalho dos profissionais da educação; da relação professor/aluno em sala de aula; da infraestrutura das escolas e dos recursos pedagógicos disponíveis à aprendizagem; do processo de gestão democrática, dentre outros.
Sobre os resultados dos testes, o parecer mantém a lógica de restrição dos resultados individuais (por aluno, turma, escola e rede de ensino) às escolas e às redes de ensino, numa tentativa de evitar sua publicização por ranking. Em breve, a CNTE divulgará as emendas que proporá à Comissão Especial do PNE, com o objetivo de contemplar questões relevantes que deixaram de ser atendidas nesta primeira versão de substitutivo da Câmara dos Deputados.
(Fonte: CNTE)

Contrato temporário será renovado

Professores e professoras em regime de contratação temporária continuarão com a mesma classificação para o ano de 2012. Segundo a secretária-adjunta de Educação, Maria Luiza, a contratação será renovada porque o cronograma de realização de um novo processo seletivo simplificado ultrapassaria a data limite de início do próximo ano letivo. De imediato o Sinpro já alertou a secretária-adjunta que desde o início deste ano a diretoria está em negociação para que o(a) professor(a) em contrato temporário receba pelo piso da categoria. De acordo com edital normativo nº 1/2010, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal do mesmo ano, em seu item nº5, “a remuneração é fixada em razão da hora-aula de efetivo trabalho”. A fundamentação legal do edital está em algumas leis que normatizam a gestão compartilhada, que em breve será substituída pela lei de Gestão Democrática. Nesta última a precarização do trabalho não será mais permitida. Desta forma, a Secretaria deve se organizar para pagar os(as) professores(as) pelo piso da carreira.

Educadoras participam do 1º Encontro para um Movimento Pedagógico Latinoamericano na Colômbia


O Sinpro e a CNTE participaram da reunião da Rede de Trabalhadoras da Educação da Internacional da Educação para a América Latina (IE), realizada nos dias 2 e 3 de dezembro, em Bogotá, Colômbia. A reunião foi uma prévia do Primeiro Encontro para um Movimento Pedagógico Latinoamericano, que começou nesta segunda-feira (5) e termina na quarta(7),  também na capital colombiana. Participam do evento 40 mulheres, representantes de 20 organizações nacionais de 13 países da América Latina, da Espanha e da Suécia. Integram a delegação da CNTE nove membros da direção, entre elas a Secretária Geral, a Secretária de Gênero, Secretária de Assuntos Municipais e dirigentes do Sinpro-DF, do SindiUte/MG, Sintero/RO, Sintego/GO e Sintese/SE.  O Sinpro-DF está representado  pela diretora, Neliane Cunha, da Secretaria de Mulheres. O 1º Encontro por um Movimento Pedagógico Latino-americano acontece de segunda (5) a quarta-feira (7), com presença das diretoras Neliane e Berenice Darc, da Secretaria de Políticas Educacionais. As participantes discutem o trabalho da Internacional da Educação para a América Latina e seus sindicatos filiados na defesa da educação pública e da igualdade de gênero na área educacional.
Ainda no dia 05 de dezembro aconteceu uma reunião entre presidentes e secretários gerais de confederações. A representação do Brasil foi do presidente da CNTE, Roberto Leão, e da vice-presidenta da IEAL, Fátima Silva.  ( fonte:CNTE)

Orientadoras e Orientadores são homenageados em encontro promovido pelo Sinpro


Em comemoração ao Dia do(a) Orientador(a), 4 de dezembro, o Sinpro-DF realizou na manhã de terça-feira (6), um Encontro de Orientadoras e Orientadores, na sede do Sindicato. A categoria compareceu em peso ao evento, lotando o auditório. Na abertura, a diretora da Secretaria de Políticas Sociais, Magnete Guimarães (Meg), fez a leitura de uma mensagem da diretoria colegiada em homenagem àquela categoria pela passagem da data comemorativa. Logo em seguida, o Coro Sinprônico, um coral formado de professoras e professores sob a regência do maestro Tonicesa Badu, encantou a platéia com a apresentação desde músicas populares até canções natalinas.
O evento foi também uma oportunidade de a categoria discutir suas questões específicas como: formação, aposentadoria especial, jornada de trabalho, plano de carreira, bem como a proposta em tramitação na Câmara dos Deputados, que torna obrigatório a presença de um orientador educacional formado em pedagogia na educação infantil e no ensino fundamental e médio. Uma palestra sobre a “Formação e Carreira do Orientador: Desafios e Perspectivas” foi ministrada pelo secretário de Formação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Gilmar Soares, seguida de debate.
Informe sindical – Os diretores do Sinpro, presentes ao evento, aproveitaram a ocasião para repassar à categoria informações sobre a atuação sindical. A diretora Eliceuda França explicou a participação do Sindicato na “Campanha do Laço Branco”: homens pelo fim da violência contra a mulher, e convidou a plateia a fazer parte dessa ação. O diretor Julio Barros falou sobre o projeto de Gestão Democrática, que será votado na próxima semana, na Câmara Legislativa, explicando os pontos positivos alcançados graças ao trabalho do Sinpro, e conclamando a categoria a acompanhar a votação.
A diretora Bernadete Silva informou sobre os cursos de formação sindical promovidos pelo Sindicato com apoio da CUT (EcoCUT) e a importância de fazê-los. Os cursos de pós-graduação oferecidos gratuitamente pelo Sinpro em parceria com a Universidade Federal do Tocantins (UFT), e que estão com as inscrições abertas, foram abordados pelo diretor Cláudio Antunes. O diretor Francisco Alves (Chicão), que coordenou o encontro junto com os diretores Meg e Cláudio, falou sobre andamento de um processo de pedido de aposentadoria especial de uma orientadora da rede e sobre a proposta de tornar obrigatória a presença do orientador educacional desde a pré-escola até o ensino médio. O encontro terminou com um almoço de confraternização oferecido pela diretoria colegiada.

GDF garante pagamento da diferença do 13º

Após contato do Sinpro-DF com o GDF, durante a manhã de terça-feira (06), o secretário de Educação, Denilson Bento, garantiu o pagamento da diferença do 13º salário para quem fez aniversário durante os meses que antecederam os reajustes salariais. É importante lembrar que a diretoria já havia entrado em contato com a Secretaria anteriormente e na época a pasta havia se comprometido em fazer o pagamento junto com a folha normal de dezembro. Como não fez o pagamento, afirma agora que fará em uma folha suplementar até dia 20 de dezembro de 2011. A diferença é devida aos professores e professoras que fizeram aniversário e receberam o 13º antes do reajuste de março e setembro deste ano.

Projeto que criminaliza a homofobia deve ser votado dia 8 na CDH

O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, que criminaliza a homofobia, deve ser votado na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa na próxima quinta-feira, dia 8. O projeto amplia a abrangência da Lei 7.716/1989, que trata da discriminação decorrente de raça, religião e origem, para incluir também motivações ligadas a gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.
A proposta, relatada pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), está na pauta da CDH desde maio deste ano. O assunto é alvo de discussões principalmente entre evangélicos e entidades ligadas aos direitos dos homossexuais. Segundo o senador Paulo Paim (PT-RS), há um entendimento para que o projeto seja votado logo, ainda que não haja consenso total quanto ao substitutivo a ser apresentado pela relatora.
Fonte: Agência Senado

Professores estão em contagem regressiva, mas GDF não retoma negociações

No dia 8 de março de 2012 os professores fazem assembleia e podem decidir pela greve se até esta data o GDF não apresentar uma proposta que possa ser avaliada pela categoria. A decisão de iniciar a contagem regressiva para esta data foi tomada pela assembleia do dia  17 de novembro, justamente porque a diretoria avaliou, e a categoria referendou, que ainda é possível apostar na negociação  em torno da nossa pauta de reivindicações, já que a proposta apresentada nem de longe vem ao encontro do anseio da categoria de conquistar a isonomia salarial com outras carreiras de nível superior até 2014.
Infelizmente parece que o GDF não pensa da mesma maneira. Chegamos a enviar um ofício solicitando uma audiência para negociação direta com o governador Agnelo Queiroz, mas não recebemos qualquer resposta. Com a rejeição à proposta de tabela salarial apresentada pelo governo, todas as negociações sobre o Plano de Carreira, seja a respeito da tabela seja de sua estrutura, foram paralisadas.
Pontos  importantes que começaram a ser discutidos não foram finalizados, como por exemplo, a distribuição de carga horária, o que poderá comprometer a organização das escolas para o próximo ano.
Tememos que ocorra o mesmo que ocorreu com a proposta de Gestão Democrática. A demora no envio da proposta à Câmara Legislativa impediu que as eleições para as direções de escola pudessem ocorrer em tempo hábil.  Vale lembrar que o compromisso do governo era enviar o projeto de lei da gestão até o dia 30 de junho.
A forma de contratação dos professores de contrato temporário  também demanda uma definição urgente! É inaceitável que há menos de um mês do fim do ano não haja definição se o contrato será prorrogado e se eles terão atendida a reivindicação de não receber como horistas e sim com base no piso salarial dos professores efetivos, o que é mais justo.
Ao definir o prazo de 8 de março para que o GDF se manifeste sobre nossa pauta, esperávamos que o GDF cumprisse a sua parte e retomasse o processo negocial, em respeito aos professores.
Não podemos mais esperar! Exigimos negociação Já!
 

CEF 602 vence o Prêmio HIP-HOP Zumbi 2011 na categoria "Sem Preconceito"

No dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra,  o Projeto Relações Étnico-Raciais na Escola do CEF 602 do Recanto das Emas foi o vencedor do Prêmio HIP-HOP Zumbi 2011 na categoria “Sem Preconceito”. O Prêmio está em sua 2ª Edição e pela primeira vez uma Escola da rede pública do DF se sagra
vencedora. O Sinpro parabeniza o CEF 602 e a todos envolvidos no projeto.  O evento é uma celebração entre os 04 elementos, reconhecimento aos alicerces e fortalecimento as novas raízes. O Museu da República foi palco do Premio Hip Hop Zumbi, que em 2011 celebra nossa guerreira Dandara e nisto dialogo e reflete sobre equidade em gênero e machismo na cultura Hip Hop. As apresentações foram tomas por MCs e grupos femininos.Por lá passaram Atitude Feminina, Beladona, FabGirl, Thabata MC, Ninne Ribeiro, Layla Moreno, além dos companheiros BraVoz, ColetivAção e Los Guerreros.Tendo início com tambores afro brasileiros em um cortejo de Maracatú, nossa literatura marginal e bela voz de Thabata MC, o grupo DF Zulu firmou território vencendo nas duas primeiras categorias: Destaque do Ano de Breaking, artista e crew. Satão, coordenador do grupo e um dos pioneiros da arte em Brasília explana “Não há melhores e sim destaques”. Logo a coordenação e produção do evento assume tal responsabilidade em partilhar e multiplicar o ensinamento.
Premiações, apresentações artísticas, exposição e mostras de vídeos marcaram a tarde. Destaque para apresentação de vídeo do 1º Concurso de Rap de Brasília em 1991, que arrancou sorrisos do público e emocionou inúmeras pessoas; Uma desta o histórico DJ Raffa, maior produtor de Rap brasileiro, presente no vídeo.
Logo anunciou-se a premiação Menção Honrosa que este ano celebra a vida e talento dos DJs Celsão e Nino Mix. (Vida Longa). Anunciamos ainda homenagem aos DJs Markinhos, que através da Smurphies Disco Club, uma das mais antigas e maiores equipes de Som do Brasil e rádio colaborou com o crescimento da cultura no Distrito Federal e DJ Chokolaty, produtor, militante e grande representante do elemento DJ no país.
Tamanha emoção também se deu através do Prêmio Tito de Grafite, cuja nomenclatura é uma homenagem ao artista Tito, que faleceu em 2011 e era uma das revelações neste elemento. Com carisma, talento e traços únicos Tito se destacava na cena candanga, sendo esta uma singela homenagem aos seus amigos, amigas e familiares que teem a certeza, assim como nós, que Tito hoje está colorindo o Céu. Na ocasião a Original Gangstar anunciou produção de documentário sobre a vida do artista.
Cada apresentação artística e em destaque a nossas guerreiras preenchia todas e todos presentes de um sentimento de superação, luta e respeito. Nossas irmãs RAPresentaram!
A coordenação do evento agradece a todas e todos presentes. A cada uma e cada um que se increveu, todas as obras inscritas são merecedoras do reconhecimento. O Hip Hop candango a cada dia surpreende com ótimas produções e talento. PARABÉNS
Conheça as vencedoras e vencedores:
Prêmio Hip Hop Mulher
Atitude Feminina
Hosana
Prêmio Mídia e Comunicação
Destaque do ano Crew de Breaking
DF Zulu Breakers
Destaque do ano Artista de Breaking
B.boy Taysson
Prêmio Tito Destaque do ano Crew de Grafite
Força Tarefa
Prêmio Tito Destaque do ano Artista de Grafite
R-Doze
Prêmio Multiplicação da Revolução
Projeto Roda de Rap (Japão Viela 17)
Prêmio Sem Preconceito
Projeto de Relações étnicas raciais do CEF 602 do Recanto das Emas
Prêmio Literatura Marginal
Rapa comum – vida imperfeita (A.R Guerrilha Sonora)
Prêmio Raiz e Essência
Japão – Viela 17
Prêmio Reconhecimento
Rivas
Prêmio Audiovisual
Destaque do ano DJ
DJ Brother
Destaque do ano Vídeo clipe
Destaque do ano Produtor musical
Duckjay – Tribo da periferia
Destaque do ano Melhor Single
Geração Profética http://palcomp3.com/GP/#!/geracao-profetica-a-missao-prossegue
Destaque do ano EP
Benjamin http://www.benjamim.art.br/
Destaque do ano Mixtape
BraVoz http://palcomp3.com/bravozz/
Destaque do ano CD
O  Sinpro parabeniza os vencedores deste ano.

Sinpro premia vencedores do II Concurso de Redação


A cerimônia de premiação do II Concurso de Redação promovido pelo Sinpro, realizada durante a tarde desta terça-feira (29), foi de grande festa entre os alunos participantes, diretores do Sindicato e professores presentes. O Coro Sinprônico abriu a cerimônia com a apresentação de quatro músicas e foi aplaudido pelos presentes no Auditório da Imprensa Nacional. Em seguida a diretora Cláudia Bullos tomou a palavra e agradeceu a todos(as) os(as) estudantes pelo sucesso do Concurso, que faz parte de uma campanha contra a violência nas escolas. Ausente devido a uma cirurgia, a diretora de imprensa  do Sinpro,  Rosilene Correa, mandou uma mensagem a todos que participaram: “O objetivo maior deste projeto não é premiar, mas promover o debate e a reflexão em busca de soluções e construção de um mundo melhor”.
Representando a Imprensa Nacional o coordenador-geral de Publicação e Divulgação da instituição, Jorge Guerra, fez questão de enaltecer o trabalho desenvolvido pelo Sinpro. “A iniciativa do Sinpro é de grande importância para a sociedade, já que o tema traz à tona um sério problema vivido atualmente. Com isto oferece mecanismos para uma sociedade cada vez mais pacífica e um ambiente escolar saudável”. O diretor Fernando Ferreira, que também compôs a mesa, fez questão de dizer que a história de que a escola é violenta não é verdade. “A sociedade em que a escola está inserida é que faz com que o ambiente escolar se torne violento. Compreendemos que todos precisam propor medidas e mecanismos de pensar em alternativas para mudar esta realidade”.
No momento de premiação os alunos presentes fizeram uma grande festa. Thauany Pires dos Santos, primeira colocada no Concurso cujo tema deste ano foi: Bullying: Essa brincadeira não tem graça, agradeceu a oportunidade dada pelo Sinpro. “Estou muito feliz e quero dizer que o ambiente escolar pode ser de paz e não de violência e intolerância”, afirma a aluna do Centro de Ensino Fundamental Myriam Ervilha de Samambaia. Já a segunda colocada, Agda Exztrana da Silva, complementou dizendo que é a partir de debates que se consegue compreender certas atitudes. Este ano mais de 1.100 alunos do ensino médio da rede pública participaram do certame.
Além dos(as) autores(as) das três melhores redações, um quarto aluno(a) foi sorteado(a) e cada um recebeu um notebook. Os(as) três professores(as) indicados(as) pelos alunos(as) vencedores(as) também ganharam um iPad. O Sinpro agradece a participação de todos e parabeniza cada aluno participante.
 
Confira o resultado final abaixo:
1º – Thauany Pires dos Santos – 3º A (CEF Myriam Ervilha – Samambaia)
2º – Agda Exztrana da Silva – 2º F (CEM Paulo Freire – Plano Piloto)
3º – Maike Vinicius da Costa Silva – 1º (CEM 304 de Samambaia)
 
Aluno sorteado
Alex do Carmo Silva – FUNAP
 
Professores indicados
Giselly Lins (CEF Myriam Ervilha – Samambaia)
Valdirene Souza Brito (CEM Paulo Freire – Cruzeiro)
Valdinéia Gonçalves de Oliveira (CEM 304 de Samambaia)

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