Assista a reprise do "Outras Pautas" na TV Cidade Livre
Jornalista: sindicato
O Sinpro estreiou no dia 08 de novembro um novo e amplo espaço de debates, o “Outras Pautas”. Nesse primeiro momento o encontro entre o ativista social MV Bill e GOG, foi mediado pelo jornalista Eduardo Chauvet e pela diretora do Sinpro, Rosilene Corrêa. O evento que foi gravado pela TV Cidade Livre-TV Comunitária- passa a ser reprisado a partir de hoje. Basta acessar a TV Cidade Livre, canal 8-Net. Confira os horários que o “Outras Pautas”,uma realização do Sinpro, será exibido:
25/11 -13h
26/11-Sábado:14h
27/11-Domingo:10h e 21h
28/11-13h
29/11-14h
30/11-16h
01/12- 15h
03/12- Sábado: 8h
04/12- Domingo: 8h e 21h
Prestigiem!
Diretoria acompanha discussão do orçamento para 2012
Jornalista: sindicato
Após acompanhar as discussões em torno da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2012, que ocorreu no fim do primeiro semestre, a diretoria do Sinpro retornou à Câmara Legislativa do DF para dar continuidade à discussão. Durante a tarde de quinta-feira (24), vários diretores estiveram na Casa dando início ao diálogo com o legislativo, com o objetivo de discutir emendas que garantam reajuste para a categoria e a contratação de novos professores, dentro da Lei Orçamentária Anual (LOA) do próximo ano.
Contrato Temporário: prorrogação da Licença-maternidade
Jornalista: sindicato
As professoras que possuem contrato temporário assinado com a Secretaria de Estado de Educação do DF tem direito a 180 (cento e oitenta) dias de Licença-Maternidade, porém a concessão tem sido limitada a 120 (cento e vinte) dias, ou somente até o dia 19/12, data do término do contrato.
Assim, as professoras que não tiveram a licença maternidade de 180 (cento e oitenta) dias fornecida pela Diretoria de Saúde Ocupacional (DSO) deverão comparecer à sede ou subsedes do Sinpro-DF no horário de plantão do advogado da saúde, para ajuizar processo INDIVIDUAL com o objetivo de pleitear a prorrogação do período da licença-maternidade por mais 60 (sessenta) dias ou até que se complete 180 dias.
Documentos Necessários:
– 02 procurações (fornecida pelo SINPRO-DF);
– 02 declarações de baixa de custas (fornecida pelo SINPRO-DF);
– cópia da Carteira de Identidade e do CPF;
– cópia dos 3(três) últimos contracheques;
– cópia do Contrato Temporário assinado com a Sec. de Educação;
– cópia da Certidão de Nascimento da criança;
– cópia do Atestado Médico referente à concessão da licença-maternidade fornecido por médico Ginecologista/Obstetra;
– cópia de Formulário de Inspeção Médica fornecido pela Diretoria de Saúde Ocupacional (DSO) constando a concessão da licença-maternidade por apenas 120 (cento e vinte) dias.
Sinpro pede a condenação do assassino de estudante
Jornalista: sindicato
Representantes do Sindicato dos Professores no Distrito Federal, da CUT, além da deputada distrital Rejane Pitanga e da deputada federal Érika Kokay se reuniram em frente ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF), durante a tarde desta sexta-feira (25), para pedir a condenação do ex-professor de direito Rendrik Vieira Rodrigues, autor confesso do assassinato da estudante Suênia Farias de Sousa, de 24 anos. Apesar dos protestos e pedidos de Justiça da família, a primeira audiência de instrução do caso foi adiada devido um pedido feito pelos advogados de defesa. Ainda não há data para a nova sessão, mas há possibilidade da audiência ocorrer ainda este ano.
Para a diretora Maria de Fátima (Fatinha), é preciso que o autor seja julgado e condenado pelo crime que cometeu. “Nós do Sinpro-DF somos solidários à dor da família. A Secretaria de Política para as Mulheres deste Sindicato luta justamente contra violências como esta e é por isto que buscamos o respeito à Lei Maria da Penha”, salientou. Já a diretora Neliane Cunha afirma que é inadmissível casos de violência contra a mulher. “Nós estamos aqui mostrando para a sociedade que violência contra a mulher não pode ser banal. É preciso condenar quem mata”, afirma Neliane. Entenda o caso – No dia 30 de setembro o ex-professor Rendrik esperou Suênia no estacionamento da universidade (707/907 Norte) onde ela estudava e quando a viu, pediu para conversarem. Após passar de carro por vários pontos da cidade, Rendrik estacionou em frente ao Jóquei Clube e ordenou que a vítima ligasse para o companheiro, pedido negado pela vítima. Logo após o ex-professor assassinou a estudante com três tiros e em seguida dirigiu com o corpo dela no carro por mais de uma hora antes de se entregar. O Brasil é o 102º país do mundo em casos de violência.
Rock Brasília é a atração do cineclube Bancários nesta segunda
Jornalista: sindicato
Para quem ainda não teve a oportunidade de ver, mais uma chance para assistir o documentário que conta a história dos primórdios do rock em nossa cidade: o cineclube dos bancários apresenta nesta segunda, dia 28, o “Rock Brasília – a Era de Ouro”. Vladimir Carvalho colheu depoimentos e gravações históricas que contram a trajetória do cenário rock/musical de Brasília nos anos 80 e o embrião das bandas Legião Urbana, Plebe Rude e Capital Inicial.
Dia 28/11, segunda-feira, 20h.
Teatro dos Bancários (314/315 Sul)
Chácara do Professor: quiosques interditados para reforma
Jornalista: sindicato
Caras professoras e professores sindicalizados: os quiosques menores da Chácara do Professor estão temporariamente interditados para reforma. Ressaltamos que os quiosques maiores continuam funcionando normalmente. Para tirar dúvidas sobre o local, entre em contato com a administração do Sinpro: 3343.4240.
Seminário apresenta estrutura da pós-graduação dia 02 de dezembro
Jornalista: sindicato
O Sindicato dos Professores no Distrito Federal realizará, às 19h do dia 2 de dezembro, seminário para apresentar a estrutura do curso de pós-graduação do Sinpro, em parceria com a Universidade Federal do Tocantins. A diretoria apresentará a estrutura detalhada do curso durante o seminário, que ocorrerá na sede do Sindicato. As inscrições para a pós-graduação estarão abertas a partir do dia 01 de dezembro.
Equipe de Planaltina é campeã brasileira de basquete em cadeiras de rodas de 2011
Jornalista: sindicato
O Sinpro parabeniza a equipe de basquetebol em cadeira de rodas do CEE-01 de Planaltina, que conquistou em São Paulo no último dia 06 de novembro o Campeonato Brasileiro da modalidade. Além de reconhecer o empenho dos atletas o Sinpro enaltece o empenho dos professores que trabalham na escola e do diretor, Enilson Antoni. Na solenidade de premiação, compuseram a mesa a presidente da Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas, Naíse Pedrosa; o Secretário Municipal de Esporte Lazer e Recreação de São Paulo, Bebeto Haddadi e o técnico da Seleção Brasileira Feminina, Wilson Caju. A presidente Naíse também aproveitou a oportunidade para parabenizar o empenho de todas as equipes e lembrar da participação das atletas do All Star, terceiro lugar na competição, que fazem parte da Seleção Brasileira que disputará os Jogos Parapan-Americanos do México. Ainda sobre os jogos de Guadalajara, Naíse homenageou o árbitro Gustavo Mathias e o Classificador Marco Antônio Ferreira Alves pela convocação para compor a equipe que atuará no México. Os nomes de Isabel Sampaio e Marcus Gama também foram citados pois os mesmos farão uma clínica durante o Parapan para pleitear a categoria de classificadora e árbitro internacional, respectivamente. Por fim, a presidente ressaltou o trabalho realizado pelo técnico da equipe de Brasília, Professor Enilson Antonio da Silva, que mesmo na direção de uma escola pública de Planaltina, ainda consegue tempo para se dedicar ao Basquetebol em Cadeira de Rodas. Graças ao apoio com a doação das cadeiras esportivas pelo GDF e orientação tecnica dos professores da SEE/DF, em especial do CID-Paraolímpico de Planaltina e do Centro de Ensino Especial nº 01 de Planaltina, os atletas tiveram o êxito na competição.
É com imenso pesar que o Sinpro comunica o falecimento da professora Geusa Maria Arnaldo do Nascimento. O corpo será velado a partir das 15h30 desta terça-feira na capela 9, do Cemitério Campo da Esperança e depois da cerimônia de despedida, o corpo segue para o sepultamento no Piauí, terra natal da professora. Geusa Maria era professora de biologia no Centro e Ensino Médio 04 de Ceilândia e lecionava também no CEF 123 de Samambaia. O Sinpro se solidariza com a dor da família e dos amigos lhe fazendo uma singela homenagem com a frase: “a vida não lhe foi tirada, mas transformada!”
Alunos, professores e a comunidade do Paranoá comemoraram nesta segunda-feira, 21, os 20 anos do Centro de Atenção Integral à Criança (Caic) Santa Paulina. A festa foi marcada por muito saudosismo daqueles que conheceram o colégio há mais tempo, quando prevalecia um método de ensino guiado por atividades extracurriculares. Fotos e depoimentos de ex-integrantes da instituição formavam murais que resgatavam as lembranças de quando o primeiro Caic do DF ainda merecia destaque nacional pela educação inovadora. Os estudantes atuais, por sua vez, buscaram mostrar, em apresentações musicais, que o espírito original persiste nos valores da escola.
O projeto desses centros foi idealizado a partir de uma proposta diferente: receber as crianças em período integral e oferecer a elas aulas regulares de artes e educação física, além de apoio psicológico e atendimento médico e odontológico. Mas, desde a inauguração, em 18 de outubro de 1991, muita coisa mudou no Caic do Paranoá. Antes, eram 12 turmas que passavam o dia na escola. Hoje, esse número cresceu para 43, totalizando 1,2 mil crianças matriculadas nos turnos vespertino e matutino — o colégio funciona sob o modelo da Escola Classe desde 1998.
A professora Maria de Jesus Figueiredo se recorda de quando o prédio triangular recebeu os primeiros alunos e profissionais. “Vieram só as pessoas que acreditavam no projeto. Muitas não queriam vir, porque não sabiam o que era”, conta. Por meio dos recursos federais e graças a parcerias com a Universidade de Brasília (UnB), logo o centro de ensino tornou-se referência no país todo. Hoje, a realidade é outra. O inchaço do corpo de alunos levou à descaracterização das salas de artes, música e atendimento médico, e a estrutura física mostra sinais de pouco cuidado.
A comemoração das duas décadas da escola contou com a participação do músico Antonio Neto Epaminondas, responsável pelos antigos coral, grupo de violões e banda do Caic. O agora maestro da Escola de Música lembra que houve uma grande batalha para manter o projeto de musicalização infantil do colégio no Paranoá funcionando. “Acabou por causa de corte de custos. Uma grande perda, porque, até hoje, encontro alguns antigos alunos”, lamenta o músico. Hoje, os instrumentos estão guardados no fosso do elevador do prédio, onde enferrujam.
Persistência
Lígia Bruna dos Santos Moura, 27 anos, empregada doméstica, se lembra de quando estudou no Caic Santa Paulina de 1995 a 1996. “Foi muito divertido. Todas as turmas interagiam e sempre havia muitas festas em que eu participava com a banda.” Com a intenção de oferecer educação semelhante às filhas, Lígia matriculou Bianca, 6, no mesmo colégio. Porém, ela admite que as coisas não são as mesmas. “Agora, tem muita criança e pouca estrutura”, critica. Mesmo assim, ela ainda planeja colocar a filha mais nova, Beatriz, no Caic a partir do ano que vem.
Bianca não pôde participar da banda como sua mãe, mas faz aulas de balé e informática. Há dois anos, 250 crianças fazem parte do programa federal Mais Educação e ficam em sala até as 17h, desfrutando das atividades. Mesmo sem o apoio do Estado, o Caic teima em inserir conteúdos artísticos e culturais nas aulas tradicionais. “Ainda tem os insistentes que trabalham dentro da concepção original. Procuramos dar aulas mais dinâmicas e passar essa filosofia para os professores que chegam”, aponta Valdir de Castro Silva, professor da quarta série e ex-aluno do Caic.
Para a diretora da instituição, Neila Bretas, a tentativa de recriar os antigos princípios costuma bater sempre no mesmo obstáculo: a falta de verba e de professores. “Os projetos que adotamos nem se comparam ao modelo inicial da escola. O que precisamos na educação infantil é de recursos humanos. Não tem como um professor que dá aula a manhã toda ensinar educação física depois, não é nem a área dele”, afirma Neila.