Orientadores/as debatem a reformulação do Plano de Carreira

Orientadoras e orientadores educacionais da rede pública de ensino estiveram reunidos com a diretoria do Sindicato dos Professores no DF, na tarde do dia 3 de agosto, quarta-feira, para debater a reformulação do Plano de Carreira do Magistério Público do DF. No encontro, realizado na sede do Sinpro, foram apresentadas propostas de interesse próprio desse segmento da categoria, como a criação de mais 300 cargos de orientadores, o que ampliará o quadro dos atuais 1.200 para 1.500 profissionais.
Organizada pelos diretores do Sinpro Francisco Alves (Chicão), Magnete Guimarães (Meg) e Vanuza Silva, a reunião foi considerada positiva pela diretoria, não só pelo número expressivo de comparecimento, mas também pelo debate de pontos importantes do Plano de Carreira. O encontro também serviu para a discussão de pontos de interesse de orientadoras e orientadores educacionais, como foi o caso da portaria que trata do remanejamento interno e externo de servidores.

Escola de Planaltina inaugura Biblioteca Cidade de Esmeralda na segunda(08)

A Escola Classe 08 de Planaltina convida a todos para a inauguração da Biblioteca Esmeralda Fonseca na próxima segunda-feira, dia 08 de agosto às 10h. O projeto denominado “Cidade Esmeralda”, de autoria da professora Ana dos Reis tem o objetivo de incentivar o hábito da leitura entre os alunos, a comunidade escolar e todos da cidade já que o espaço será aberto para a comunidade em geral. Para mais informações entre em contato com a profesora Ana dos Reis pelo telefone: 9614.2430 ou 3901.4440 ou pelo email:ana.reisps@uol.com.br. Compareçam e prestigiem a Biblioteca!

Sinpro divulga proposta de Calendário Escolar para 2012

O Sindicato dos Professores elaborou uma proposta de calendário escolar para 2012. As propostas enviadas pela categoria por meio dos e-mails e nas discussões nas escolas resultaram na construção da proposta que apresentamos neste espaço e na edição do jornal Quadro Negro. A Secretaria de Educação já está iniciando os procedimentos para acolher as sugestões da categoria, por isso, indicamos esta proposta de calendário como uma alternativa de calendário escolar que visa organizar a vida escolar para além dos critérios técnicos. Esta é uma proposta que busca atender as dimensões administrativas, pedagógicas e trabalhistas, visto que entendemos que os direitos das trabalhadoras(es) devem ser levados em conta nesta discussão. Por isso, montamos um calendário escolar com a visão das trabalhadoras e trabalhadores da educação. As(os) professores e orientadoras (es) ainda podem enviar suas sugestões para o Sinpro. Envie para o e-mail suas contribuições: calendarioescolar2012@sinprodf.org.br.
A previsão é de que cada escola deverá construir um modelo de calendário escolar até meados de agosto, sendo que o Sinpro solicitou que na proposta da escola, conste a Ata de assinatura dos(as) professores(as) e orientadores(as) que participaram da discussão. Fiquem atentos aos pontos que destacaremos logo abaixo, já que muitas vezes as sugestões enviadas das escolas para a SEE são desconsideradas por não atenderem a legislação vigente.
Um bom calendário escolar deve ser montado considerando alguns aspectos administrativos (legais), pedagógicos e políticos (pauta de reivindicação dos professores e orientadores), por isso, destacamos abaixo os pontos que são obrigatórios/importantes em um calendário:
→ Conter 200 dias letivos, sendo 100 em cada semestre;
→ Calendário escolar para o regime anual e semestral: dois calendários que atendam as especificidades.
→ 30 dias de férias: as férias devem começar, 48 horas após o pagamento do 1/3 de férias. A SEE recebe o recurso no dia 1º de janeiro.
→ Semana pedagógica: ela geralmente varia de 2 a 5 dias úteis. Não há uma legislação específica que determina o seu tamanho.
→ Segunda e quarta-feira de carnaval: são recessos;
→ Semana de Educação para a vida: é Lei Federal e deve constar no calendário escolar, contudo a semana pode ser escolhida pela rede de ensino (uma para a rede);
→ Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência – Lei 11.133/2005: é Lei Federal e deve constar no calendário escolar (dia 21 de setembro);
→ Avaliação Pedagógica do Semestre: reunião com participação de toda comunidade escolar (dia letivo temático). Esse dia foi uma conquista do pedagógico da escola, criado no ano de 2010 (com caráter letivo), após amplo debate do Sinpro com a SEE e com o CEDF. Para o ano de 2012, estamos propondo 3 dias;
→ Olimpíada da Matemática (dia letivo temático): deve constar no calendário escolar, essa é uma orientação do MEC, contudo a data de 2012 ainda não foi divulgada.
→ Recesso escolar de julho: o professor pelo novo Plano de Carreira, lei 4.075/2007, passou a ter direito a 15 dias de recesso entre o 1º e o 2º semestre letivo. E 7 dias entre o segundo semestre letivo e o início do próximo ano letivo;
→ Dia da Consciência Negra: essa data deve ser assinalada no calendário escolar das redes públicas de ensino – orientação federal.
→ Dia do Orientador Educacional: reivindicação dos companheiros que têm uma especificidade em nosso Plano de Carreira, como forma de valorização, essa data passaria a constar no calendário escolar do ano que vem (04/12);
→ Recuperação final: para as escolas de regime anual: deve ser destinado um período para essa atividade, esse período não pode estar dentro dos dias letivos – orientação federal.
Para ver a proposta de Calendário Escolar 2012, clique aqui.

Mostre seu trabalho no Programa Alternativo

Professoras e professores, o Sinpro-DF disponibiliza um espaço para quem quer mostrar iniciativas positivas e trabalhos realizados com os alunos das escolas públicas do Distrito Federal. O Programa Alternativo, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação em Brasília. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão. Todos(as) que tiverem interesse em contribuir para o crescimento do ensino no DF podem enviar suas pautas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br. Seja um incentivador da educação e participe deste espaço mostrando seu trabalho.

Brasil se destaca no 6º Congresso da Internacional da Educação

No workshop “Unidos somos mais fortes: construindo sindicatos melhores”,  representantes de Trinidad Tobago, Nigéria, Dinamarca e Brasil apresentaram as perdas e ganhos de cada sindicato em seus países. O Brasil apresentou a experiência mais bem sucedida. Juçara Dutra Vieira, representando a CNTE, fez um balanço positivo: a conquista da lei do piso salarial, em 2008, a interlocução com o governo federal, que garantiu a realização da Conferência Nacional sobre Educação Básica, em 2010; e a atuação consistente da Esforce, Escola de Formação da entidade. Contando com publicações próprias e sólido conteúdo para capacitação de dirigentes sindicais, a Esforce já se tornou referência no meio sindical.
Confira a Galeria de Fotos
 
Juçara lembrou que os desafios agora são aprovar o financiamento da educação para 10% do PIB (hoje é 5%) e atrair novos quadros para o sindicato. Porém, é preciso pressionar os governos para que ofereçam Planos de Carreira para a educação pública que combinem salário digno e formação e, assim, despertar nos jovens o desejo de se tornarem professores. “Há poucos horizontes para superação desse problema em curto prazo”, lamentou.
Todos concordaram que ações conjuntas fortalecem os sindicatos e garantem mais poder de negociação e como consequência, mais conquistas. A fragmentação, a dificuldade de interlocução com os governos locais e as lutas contra as tentativas de privatização da educação pública foram pontos recorrentes durante o debate.
Fátima Silva, secretária de Relações Internacionais, representou a CNTE no workshop “Escola Inclusiva: um sonho ou uma realidade?”. Fátima afirmou que é possível desenvolver escolas inclusivas no país, desde que o ambiente escolar esteja preparado para atender as diferenças multiculturais, de etnia e diversidade.  “Os professores têm papel fundamental nesse processo e, por isso, devem ser valorizados profissionalmente e receber  formação continuada”. Fátima relatou a experiência da CNTE na disseminação de campanhas nas escolas por igualdade de oportunidades.
“Uma pergunta provocativa: A educação para a solução da crise econômica?” foi o tema do workshop que contou com representantes da Argentina, Inglaterra, Brasil e Austrália. Ficou claro que o desenvolvimento do capital humano é fundamental para uma economia fortalecida, mas não pode ser feito a reboque do mercado.
Camila Crosso, presidente mundial da Campanha pelo Direito à Educação chamou a atenção para a ameaça da mercantilização da educação e a intenção dos governos, sob o pretexto do enfretamento da crise, incentivarem a formação de mais profissionais para o mercado.
Para Camila, os governos deveriam estar voltados para o estabelecimento de uma justiça econômica que promova  a geração de riqueza e a distribuição dela, a cidadania e a formação de pessoas com pensamento crítico, “com capacidade de questionar e propor alternativas”.
Pedro Sanlorentti, representante da Federação Nacional dos Professores Universitários da Argentina (CONANDU) criticou a interferência do FMI e do Banco Mundial nas economias. “Pagamos a dívida para que não digam o que temos que fazer”, disse ele fazendo referência ao pagamento das dívidas externas da Argentina e do Brasil ao Fundo Monetário Internacional.
Pedro afirmou que no caso da Argentina possibilitou o investimento de 6% do PIB em educação e no Brasil, a construção de um plano para desenvolvimento da educação autônomo, sem a imposição de regras desses organismos internacionais.  (CNTE, 25/07/11)
 

Parcelas de junho e julho do laptop já foram pagas

O Sinpro-DF informa que as parcelas dos meses de junho e julho deste ano, referentes ao laptop, foram depositadas conforme anunciado pela Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP) na última quinta-feira (21). Em relação ao mês de maio, embora o recurso esteja disponível o Banco de Brasília (BRB) apresentou problemas técnicos, motivo pela qual o valor ainda não foi depositado. O problema está sendo corrigido e a qualquer momento a parcela deverá ser depositada. Em relação às pendência dos quatro meses do ano passado a Fundação disse que ainda não tem previsão de pagamento, uma vez que depende do remanejamento de recursos. É importante que os(as) professores(as) acompanhem suas contas para averiguar se o crédito foi realmente depositado.

25 de Julho!Dia da Mulher Negra Afrolatino Caribenha

O Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha foi criado em 25 de julho de 1992, durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, em Santo Domingos, República Dominicana. Estipulou-se que este dia seria o marco internacional da luta e da resistência da mulher negra. Desde então, sociedade civil e governo têm atuado para consolidar e dar visibilidade a esta data, tendo em conta a condição de opressão de gênero e racial/étnica em que vivem estas mulheres, explícita em muitas situações cotidianas.
O objetivo da comemoração de 25 de julho é ampliar e fortalecer às organizações de mulheres negras do estado, construir estratégias para a inserção de temáticas voltadas para o enfrentamento ao racismo, sexismo, discriminação, preconceito e demais desigualdades raciais e sociais. É um dia para ampliar parcerias, dar visibilidade à luta, às ações, promoção, valorização e debate sobre a identidade da mulher negra brasileira. O Sinpro parabeniza a apoia a luta das mulheres negras e caribenhas!

Abertas as inscrições para o Prêmio Professores do Brasil

Estão abertas, até 15 de setembro, as inscrições para o Prêmio Professores do Brasil, promovido pelo Ministério da Educação (MEC). A quinta edição vai selecionar até 40 experiências concluídas ou em execução, sendo oito por região do País. Os autores dos trabalhos receberão R$ 5 mil em dinheiro, troféus e certificados.Para concorrer, os educadores devem relatar projetos desenvolvidos ou em desenvolvimento, com resultados comprovados no ano letivo de 2010, que atendam aos objetivos do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) , lançado em 2007. Visitem o site do MEC abaixo onde estáo disponìveis todas as informaçóes.  
http://www.premioprofessoresdobrasil.mec.gov.br/  
                                                                                                             (Fonte: MEC)

CUT cobra apuração de crimes contra sindicalistas rurais

Em audiência nesta segunda-feira (25), em Brasília, com técnicos dos ministérios da Justiça, dos Direitos Humanos e da Secretaria Geral da Presidência da República e também do Incra e do Ibama, representantes da Executiva Nacional da CUT e presidentes da central de cinco estados, além de um representante da Comissão Pastoral da Terra (CPT), cobraram do governo a federalização e apuração dos crimes que estão atingindo, principalmente lideranças rurais da região amazônica; e também  proteção para os que estão marcados para morrer. 
Os dirigentes sindicais afirmaram que a impunidade ainda impera na região, onde os pistoleiros contratados por madeireiros e fazendeiros ameaçam, agridem, matam e destroem moradias e plantações. E, para agravar ainda mais a situação, as investigações praticamente não ocorrem e, quando os inquéritos são concluídos, as Justiças Estaduais raramente prendem os criminosos.
Os técnicos do governo reconheceram a gravidade da situação no campo e que todas as denúncias feitas são pertinentes, mas lembraram que existem obstáculos para a atuação do governo federal. Entre eles citaram o fato que de a Força Nacional de Segurança, por exemplo, só pode agir quando os governos dos estados solicitam formalmente ao governo federal. E muitos governadores não solicitam, apesar de, em alguns casos, a situação ser insustentável.  Eles pediram aos representantes da CUT apoio para aprovação de uma PEC, que está tramitando no Congresso Nacional que amplia o número de autoridades locais que podem solicitar a federalização.
Alguns líderes rurais da região amazônica, vítimas desta violência e que estão ameaçados de morte, foram trazidos pela CUT à reunião para contar o drama que estão vivendo e seus relatos emocionaram a todos.
Uma das vítimas é Nilcilene Miguel de Lima, 45 anos, presidente da Associação Deus Proverá, criada pela CUT em 2009, que há três meses precisou fugir de casa para não morrer. Ela foi espancada em sua casa, no assentamento do Incra – Projeto de Desenvolvimento Sustentável Gedeão – que fica no sul de Lábrea (AM), onde vivem cerca de 150 pessoas. O nome Gedeão é uma homenagem a um trabalhador rural assassinado no local em 2007.
A vida desta mulher miúda e corajosa, mudou depois que ela ousou fazer uma denúncia contra madeireiros do Amazonas e matadores de aluguel foram até sua propriedade, queimaram sua casa, suas plantações e ameaçaram toda a família de morte. Os filhos de Nilcilene foram mandados para Estados diferentes e ela foi para outro. Desde então, ela só dorme com a ajuda de medicamentos, toda noite sonha que está sendo assassinada e acorda em pânico, apesar de viver escondida em algum canto do País, longe de sua terra e dos filhos.
Apesar do medo, Nilcilene que encerrou sua fala aos prantos, disse que vai voltar pra sua terra, pois não pode ficar a vida inteira prisioneira enquanto os bandidos estão soltos. “Eu sei que se voltar, vou morrer. Se eu for assassinada, a culpa será do Estado brasileiro que não tomou providências para prender os pistoleiros”, concluiu chorando.
Bastante emocionado, Adilson Machado, da CTP, que vive em um pré-assentamento do Incra, em Rondônia, relatou a situação em sua região. Segundo ele, uma liderança local – Ademir José Carvalho – que também teve a casa queimada, sumiu há um ano e meio e até agora ninguém sabe o que aconteceu com ele. “É comum – na nossa região – os pistoleiros aparecerem ameaçando. Tem até policiais a paisana junto com os pistoleiros. Não temos a quem recorrer”. Adilson terminou de falar chorando, ao relatar que ele, sua esposa e filhos também foram ameaçados de morte.
O diretor executivo da CUT, Júlio Turra, lembrou que a central já informou sobre problemas como esses para os dois ministros da Justiça do governo do ex-presidente Lula, Tarso Genro e Márcio Thomaz Bastos e que queria informar o atual ministro José Eduardo Martins Cardoso. Júlio lamentou que o ministro não estivesse presente e todos os diretores da CUT o acompanharam neste protesto contra a ausência do ministro da Justiça.
Carmen Foro, secretária de Meio Ambiente da CUT, disse que mantém o pedido de audiência ao ministro e, na próxima reunião, a central vai exigir  ações concretas do governo, com prazo para resolução dos problemas.
Jacy Afonso, secretário de Organização da CUT, disse que não dá mais para sair aceitar a incapacidade do governo de lidar com esta situação. “Não podemos sair daqui sem uma resposta efetiva do governo”.
A presidente da CUT Pará, Mirian Andrade, acrescentou que em todas essas regiões com conflitos de terra que terminam em morte de trabalhadores rurais existe uma certa ausência do Estado, seja a nível Estadual, Municipal ou Federal e que é preciso uma ação forte do governo federal para resolver o problema. “Não queremos que a região amazônica apareça para o mundo como a terra de ninguém”.
A presidente da CUT Amapá, resumiu o sentimento de todos os presentes: “A gente não pode se acostumar a enterrar nossos companheiros nem tampouco com a morte em vida, como é o caso dos companheiros que contaram seus dramas aqui”.
A secretária de Combate ao Racismo Julia Nogueira, que fez um relato sobre as ameaças de morte aos quilombolas do Maranhão e entregou um dossiê aos assessores dos três ministérios presentes, pediu providências e disse que “o estado brasileiro não pode mais se omitir. Tem de assumir o seu papel de proteger os cidadãos”.Segundo Júlia, em sua região tem 79 ameaçados de morte.
Operação em defea da vida
O assessor da Secretaria Geral da Presidência da República, Nilton Tubino, disse que a presidente Dilma já se reuniu ministros, com governadores do Amazonas, Pará e Rondônia, que desde as mortes de lideranças rurais ocorridas no mês de junho e criou a Operação em Defesa da Vida, que reúne vários ministérios.
Desde a criação da operação, comitivas de todos os ministérios já visitaram as regiões, tiveram audiências com representantes do ministério público, justiça, governadores e sociedade civil. Segundo ele, todas as pessoas ameaçadas de morte que estão na lista que a CPT entregou estão sendo visitadas e cada caso está sendo avaliados. Em alguns, as pessoas estão recebendo a proteção do governo federal.
Ele também afirmou que foi constituído um grupo interministerial para acompanhar as ações, mas lembrou que a Força Nacional de Segurança só pode se deslocar a pedido do governador. Eles estão em Marabá e Altamira, ambos em Rondonia, e hoje, estão indo para o sul Labrea, no Amazonas, região de Nilcilene.
Tubino disse que está sendo realizada uma mesa de Dialogo para discutir os problemas e as ações nas regiões afetadas pela violência no campo e convidou a CUT para participar das discussões. Participam da mesa a Fetrafi, a Contraf, a Contag, o Cimi, a CPT, CNBB e o MST. A próxima reunião será na primeira quinzena de agosto. Até agora, o grupo só fez uma reunião. E uma das propostas apresentadas foi a criação de bases móveis formada pelo membros da Força Nacional de Segurança, Incra e Ibama.
Ele informou, ainda, que em agosto, será realizada uma reunião, em Brasília, entre membros do governo federal e secretários de segurança da região amazônica.
Também participaram da reunião, as presidentes da CUT Amapá, Odete Gomes Figueiredo; Roraíma, Rosa Barroso; e Acre, Rosana Nascimento; e o presidente da CUT Rondônia Edirceu Jonas de Almeida.
Linha Verde
Na reunião com os técnicos, várias lideranças e vítimas de pistoleiros, falaram sobre o receio de denunciar as ameaças ao IBAMA e as polícias locais, pois essas denúncias vãos parar nas mãos de fazendeiros e madeireiros. Eles afirmaram que já viram nas mãos dos pistoleiros denúncias que acabaram de fazer as autoridades.
O técnico do IBAMA, informou que o órgão está investigando todas as denúncias contra servidores e que, só nos últimos 8 anos, já foram demitidos mais de 200 servidores, contra apenas 4 nos 15 anos anteriores.
Ele disse, ainda que os líderes rurais podem fazer denúncias sem precisar se identificar, basta ligar para a linha verde, no número 0800 61 8080.

 
                           (Fonte: CUT)                                       

Trabalhadores vão elaborar o CALENDÁRIO ESCOLAR 2012

O Sindicato dos Professores está  elaborando a proposta de calendário escolar de 2012. Em discussão com a Secretaria de Educação, a principal reivindicação na construção do calendário escolar foi a de que os direitos trabalhistas previstos em diversas leis (em destaque o nosso Plano de Carreira) devem ser respeitadas. Solicitamos que os professores(as)/orientadores(as), enviem ao SINPRO as sugestões para a formulação de nossa proposta.  As sugestões serão analisadas pelo Sindicato e respondidas à medida que forem chegando. Envie para o e-mail suas contribuições: calendarioescolar2012@sinprodf.org.br.
A Secretaria de Educação deve enviar, em breve, um pedido de sugestão de calendário para cada escola da rede. A previsão é de que cada escola deverá construir um modelo de calendário escolar até o dia 12 de agosto, sendo que o Sinpro solicitou que na proposta da escola, conste a Ata de assinatura dos(as) professores(as) e orietandores(as) que participaram da discussão. Fiquem atentos aos pontos que destacaremos logo abaixo, já que muitas vezes as sugestões enviadas das escolas para a SEE são desconsideradas por não atenderem a legislação vigente. Fiquem atentos também ao calendário que o SINPRO enviará para a categoria na próxima edição do Jornal Quadro Negro, pois ele irá conter as sugestões da categoria, e portanto, é montado com a visão dos(as) trabalhadores(as) da educação.
Um bom calendário escolar deve ser montado considerando alguns aspectos administrativos (legais), pedagógicos e políticos (pauta de reivindicação dos professores e orientadores), por isso, destacamos abaixo os pontos que são obrigatórios/importantes em um calendário:
→ Conter 200 dias letivos, sendo 100 em cada semestre;
→ Calendário escolar para o regime anual e semestral: dois calendários que atendam as especificidades.
→ 30 dias de férias: as férias devem começar, 48 horas após o pagamento do 1/3 de férias. A SEE recebe o recurso no dia 1º de janeiro.
→ Semana pedagógica: ela geralmente varia de 2 a 5 dias úteis. Não há uma legislação específica que determina o seu tamanho.
→ Segunda e quarta-feira de carnaval: são recessos;
→ Semana de Educação para a vida: é Lei Federal e deve constar no calendário escolar, contudo a semana pode ser escolhida pela rede de ensino (uma para a rede);
→ Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência – Lei 11.133/2005: é Lei Federal e deve constar no calendário escolar (dia 21 de setembro);
→ Avaliação Pedagógica do Semestre: reunião com participação de toda comunidade escolar (dia letivo temático). Esse dia foi uma conquista do pedagógico da escola, criado no ano de 2010 (com caráter letivo), após amplo debate do Sinpro com a SEE e com o CEDF. Para o ano de 2012, estamos propondo 3 dias;
→ Olimpíada da Matemática (dia letivo temático): deve constar no calendário escolar, essa é uma orientação do MEC, contudo a data de 2012 ainda não foi divulgada.
→ Recesso escolar de julho: o professor pelo novo Plano de Carreira, lei 4.075/2007, passou a ter direito a 15 dias de recesso entre o 1º e o 2º semestre letivo. E 7 dias entre o segundo semestre letivo e o início do próximo ano letivo;
→ Dia da Consciência Negra: essa data deve ser assinalada no calendário escolar das redes públicas de ensino – orientação federal.
→ Dia do Orientador Educacional: reivindicação dos companheiros que têm uma especificidade em nosso Plano de Carreira, como forma de valorização, essa data passaria a constar no calendário escolar do ano que vem (04/12);
→ Recuperação final: para as escolas de regime anual: deve ser destinado um período para essa atividade, esse período não pode estar dentro dos dias letivos – orientação federal.

Acessar o conteúdo