Não haverá expediente no Sinpro dia 11/12
Devido à reunião interna de final de ano, o Sinpro-DF não terá expediente no dia 11 de dezembro, sexta-feira. O atendimento prossegue normalmente na segunda-feira.
Diretoria Colegiada do Sinpro-DF
Devido à reunião interna de final de ano, o Sinpro-DF não terá expediente no dia 11 de dezembro, sexta-feira. O atendimento prossegue normalmente na segunda-feira.
Diretoria Colegiada do Sinpro-DF
Com a autorização da Secretaria de Educação, representantes da Umesb têm percorrido algumas escolas do DF oferecendo aos alunos do terceiro ano do ensino médio a possibilidade de fazer uma formatura coletiva a preços muito abaixo do que qualquer comissão de escola pública poderia conseguir. Os professores e alunos, que durante todo o ano se organizaram para fazer uma bela formatura na sua escola estão sendo desrespeitados no seu esforço de arrecadar recursos e definir como se dará a formatura do ensino médio.
O Sinpro apóia os professores em sua indignação, por entender que as formaturas devem ser organizadas internamente por cada escola, de acordo com a autonomia escolar prevista em lei.
Cerca de 400 alunos de escolas públicas de todo o DF estiveram no auditório da Imprensa Nacional na manhã do dia 24 de novembro para a aula “Saúde e Prevenção na Escola – Atitude para curtir a vida”. Apresentações culturais, palestras e muito bate-papo marcaram o aulão, organizado com o apoio do Sinpro e da CNTE. E na manhã do dia 25, o trabalho foi novamente realizado no presídio feminino da Colméia, no Gama.
No dia 24, as estrelas foram os estudantes do grupo teatral Turma da Vila, um projeto educativo do CEF Nossa Senhora de Fátima com adolescentes de Planaltina, sob coordenação do professor Clayton. O Turma da Vila fez uma apresentação teatral/musical/jornalística chamando a atenção para as transformações pelas quais a epidemia vem passando e pela necessidade de informação. Nas palavras dos estudantes: “ninguém espera que a criança atravesse a rua sozinha pela primeira vez para, então, advertí-la sobre o perigo dos automóveis”.
As mudanças no perfil da epidemia foram confirmadas pela palestrante Maria Adrião, mestranda em saúde coletiva pela Unifesp e consultora da Unicef. Recentemente tem havido um aumento dos casos entre pessoas acima de 50 anos, e também entre as mulheres, especialmente as adolescentes.
Por trás do avanço da epidemia sobre as adolescentes está o preconceito da sociedade e de alguns agentes de saúde, que dificultam o acesso da jovem à camisinha nos postos de saúde, por exemplo, e que estigmatizam aquela que carrega, por conta própria, camisinhas na bolsa. Já entre as pessoas com mais de 50 anos, o Viagra e drogas relacionadas possibilitam uma vida sexual cada vez mais ativa nessa idade, mas são pessoas desacostumadas com o uso da camisinha e que ainda não se conscientizaram completamente do risco que estão correndo.
Já está abandonado o conceito de “grupos de risco” e a falsa segurança que ele propiciava – hoje todos estão em risco e precisam se proteger, e é papel da sociedade facilitar o acesso de todos à prevenção, sem julgar ou condenar aqueles que desejam apenas uma vida sexual saudável. Os estudantes aprenderam a lição.
A diretora da Secretaria de Saúde do Sinpro, Zezé (Maria José Barreto), disse que o Sinpro apoia essas iniciativas porque entende que a escola é um ambiente favorável à adoção de ações preventivas, pois os jovens necessitam ter conhecimento e informações sobre a sexualidade, doenças sexualmente transmissíveis e práticas seguras que previnam essas doenças, além da Aids.
O Sinpro esclarece que não deu qualquer autorização para que pessoas façam pesquisa junto aos professores a respeito do Plano de Saúde. Fazemos este alerta porque uma professora informou que foi contatada por telefone por um profissional que dizia ser designado pelo Sinpro para fazer uma pesquisa com ela.
Assim que houver alguma decisão a respeito da implantação do Plano os professores serão informados nos informativos, por correspondência ou pela página do Sindicato, mas jamais por pessoas falsamente credenciadas para comparecer às residências dos professores. Fiquem atentos, pois este pode ser um golpe de empresas interessadas em abocanhar uma fatia desse lucrativo negócio.
O Sinpro-DF comunica que a subsede de Taguatinga já está pronta e voltará a funcionar a partir de segunda-feira (16), com atendimentos específicos e no prosseguimento da entrega de documentos para o professor que trabalha ou já trabalhou com ensino especial possa reivindicar o pagamento da Gratificação do Ensino Especial (Gate). Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone 3562-4856. Confira os horários:
Segunda-feira (16): 9h às 11h30 – atendimento com advogado civil.
Terça-feira (17): 9h30 às 11h30 – atendimento com advogado trabalhista.
Quarta-feira (18): 9h às 13h – atendimento com advogado de saúde.
Quinta-feira (19): 9h30 às 11h30 – atendimento com advogado trabalhista.
Sexta-feira (20): 9h às 11h30 – atendimento com advogado civil.
A partir de 19 de novembro de 2009, às quintas e sextas, das 14h30 às 17h30, o Sinpro-DF oferecerá em sua sede um serviço de atenção à saúde dos professores sindicalizados. O trabalho em grupo será realizado por uma psicóloga e tem como missão promover o desenvolvimento de ações de melhoria da qualidade de vida dos professores e contribuir para o seu bem-estar físico, mental e social.
O objetivo é criar um espaço coletivo para discutir as situações que geram mal-estar no trabalho dos professores, construir ações preventivas, e complementar qualitativamente a pesquisa sobre trabalho e riscos de adoecimento realizada pelo Sindicato em 2008.
“Queremos que o professor saiba que ele não está só. Como ele, ou ela, vários companheiros adoecem por estresse e sofrimentos diretamente relacionados a questão do trabalho. Esperamos com essa ação ter mais subsídios para fortalecer as negociações da categoria em termos de melhorias das condições de trabalho que provocam sofrimento e adoecimento, influenciando de modo mais fundamentado na prevenção e nas políticas de saúde para os professores” afirma Maria José Barreto, a Zezé, coordenadora da Secretaria de Saúde do Sinpro.
Interessados deverão inscrever-se com Shirlei 3343-4211, Edna 3343- 4212, Maria de Jesus 3556-9105, Sirlene 3388-5144 e Patrícia 3562-4856. Vagas limitadas.
Desencadeada pelo Sindicato, a mobilização dos professores no dia 15 de outubro começa a dar resultados. Vários professores que faziam jus às incorporações de gratificações por conta do nosso plano de carreira começaram a receber esses valores no contracheque de outubro. Os valores variam de acordo com o posicionamento do professor na tabela do plano de carreira e dependendo do tempo e número de gratificações que foram incorporadas.
Para solicitar o pagamento das incorporações, o professor que tenha recebido gratificações deve preencher o requerimento geral na sua própria escola, citando a lei nº 4075/07, a que criou o nosso plano de carreira.
Essa é mais uma conquista da nossa luta! O Sinpro continuará a reforçar a batalha pelo cumprimento de todos os pontos do Plano de Carreira e pelo pagamento de todas as pendências financeiras. São direitos nossos, conquistados com muita garra e não abriremos mão!
Os professores da Escola Classe 218 de Santa Maria estão reunidos na tarde desta terça-feira para debater com a comunidade escolar mais um caso de violência contra professor da escola pública. Na tarde de ontem uma professora foi agredida verbalmente e fisicamente por uma mãe de aluno.
A luta pela divisão sexual do trabalho, por representação política e pela igualdade de direitos entre homens e mulheres foram causas históricas travadas ao longo dos séculos. Mesmo com as conquistas e espaços alcançados nos âmbitos legislativo, judiciário e executivo, nas hierarquias religiosa e militar, além da conquista do mercado de trabalho, as mulheres ainda buscam mais espaço. Foi com esta preocupação que várias professoras e estudiosas se reuniram na sexta-feira, 06, na sede do Sindicato dos Professores no Distrito Federal, para o 1º Seminário de Mulheres Educadoras do Sinpro cujo tema foi “Mais mulheres no poder, mais poder para as mulheres”.
A assessora parlamentar do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), Patrícia Duarte Rangel, a secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Arlete Sampaio, e a presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-DF), Rejane Pitanga, abordaram vários temas e metas para garantir cada vez mais a participação da mulher nos espaços de poder e em todas as instâncias da sociedade.
Durante o seminário, que além da presença de diversas professoras contou com a participação de diretores do Sinpro-DF, foram discutidos “O mundo político visto sob a ótica feminista”, “Mecanismos para ampliar a participação das mulheres nos espaços sindicais”, e “As mulheres na gestão das políticas públicas”. Ao final do evento propostas foram levantadas pelos participantes e serão discutidas durante o 4º Encontro de Mulheres Educadoras, que será realizado em março de 2010. Entre as propostas estão a importância da mulher na mídia e na política, a mulher negra, a saúde e os direitos reprodutivos da mulher; a mulher na preservação do planeta; o incentivo para que as escolas incluam a Lei Maria da Penha no currículo pedagógico; divulgação nos meios de comunicação das “Boas Práticas da Aplicação da Lei Maria da Penha”; indicação literária e experiências positivas da ampliação da participação política da mulher nos espaços de poder no Jornal Sinpro-Mulher; curso de oratória para mulheres; formação de negociação coletiva; e a discussão do tema com as Promotoras Legais Populares (PLP’s).
De acordo com a presidente da CUT-DF, a reviravolta feminina pode ter início a partir do próximo ano. “Acho que temos um enorme desafio pela frente. No próximo ano, nas eleições, temos de refletir muito, pois temos uma responsabilidade muito grande e queremos avançar colocando mais mulheres no poder. Nosso compromisso é de mudar a vida de outras mulheres”, argumentou Rejane Pitanga. É importante salientar que mesmo a população feminina sendo a maioria e ocupar quase a metade da classe trabalhadora, ainda recebe salários inferiores aos dos homens e exerce pouco espaço nas decisões políticas.
” Este 1º seminário é relevante, pois nos empodera para o debate por mais espaços de poder e decisão. Nós educadoras, temos que ser protagonistas, e a escola pode ser o ponto de partida, do fortalecimento da luta pela implementação de polítcas públicas que promovam a igualdade para todos e todas. 2010 será um ano que teremos um papel muito significativo, mais mulheres no poder, para que as políticas, que norteiam nossas vidas, tenham também o olhar e a decisão das mulheres, ” afirma a coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro, Eliceuda França.
O Sinpro repudia veementemente as notinhas publicadas na coluna do jornalista Cláudio Humberto no Jornal de Brasília do último domingo, dia 8. Mais uma vez eles generalizam para transformar todos os professores que sofrem de doenças em “malandros”, um total desrespeito aos profissionais da educação.
O Sindicato tomará as medidas judiciais cabíveis neste caso para exigir direito de resposta e pede à professora supostamente demitida (ele não divulgou o nome) que entre em contato com o jurídico da Secretaria de Saúde do Sinpro o mais urgente possível para que possamos defendê-la, se necessário. Todos os outros professores que estão nessa situação também devem procurar o Sinpro.