Conheça o site Observatório Social

O Instituto Observatório Social trabalha desde 1997 na luta pela garantia dos direitos fundamentais dos trabalhadores. Com a preocupação de ser um braço em defesa da classe, o Instituto se respalda na preocupação do respeito aos direitos assegurados nas convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que tratam da liberdade sindical, negociação coletiva, trabalho infantil, trabalho forçado, discriminação de gênero e raça, meio ambiente, saúde e segurança ocupacional.
Ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e cooperação do Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (CEDEC), Departamento Intersindical de Estudos Sócio-Econômicos (DIEESE) e Rede Inter-Universitária de Estudos e Pesquisas sobre o Trabalho (UNITRABALHO), o Observatório surgiu a partir do debate sobre a adoção de cláusulas sociais e ambientais nos acordos de comércio internacional.
Mediante tais questões de interesse direto da classe trabalhadora, a diretoria do Sindicado dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) convida toda a categoria a conhecer mais do assunto e do Instituto no link disponibilizado no site www.sinprodf.org.br.

Professoras ganham direito a licença maternidade

A Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador, do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), ajuizou ação perante o poder judiciário para garantir às professoras que possuem contrato temporário com a Secretaria de Educação do Distrito Federal, direito à licença maternidade de 180 dias. O benefício faz parte da Lei Complementar 769, que relata que a gestante faz jus à licença-maternidade pelo prazo de 180 dias, sem prejuízo da remuneração, a contar do dia do parto.

Segundo a direção do Sinpro, as educadoras haviam sido chamadas pela Gerência de Perícia Médico-Odontológica (GPMO), órgão ligado à Secretaria de Educação, e orientadas a retornarem às salas de aula no prazo de 120 dias de licença, desrespeitando assim a Lei. Mediante Mandado de Segurança com pedido de liminar para dilatar o prazo do benefício, os juizes da segunda e oitava Vara da Fazenda Pública do DF deram parecer favorável às professoras, mantendo assim o prazo legal de 180 dias.

As professoras com contratos temporários que estão em situação semelhante devem comparecer à sede do Sinpro no horário de plantão do advogado de saúde para ajuizar processo individual.

Documentos Necessários:
– Cópia da carteira de identidade e do CPF
– Cópia do último contracheque
– Cópia do contrato temporário
– Cópia de documento que demonstre a concessão de licença-maternidade por 180 dias
– Cópia de documento que comprove a redução da licença para 120 dias
– Cópia da certidão de nascimento da criança.

Obs: Se a criança ainda não tiver nascido, é necessário apresentar cópia de exame médico que ateste o estado de gravidez.

Horário de plantão:
Terça-feira de 10h às 12h e das 16h às 18h
Quarta-feira de 10h às 14h
Sexta-feira de 10 às 12h e das 16h às 18h

Telefones para contato: 3343-4211 ou 3343-4212

Dia do estudante

Todo mundo tem o seu dia
O professor, o médico, o dentista
O engenheiro, o poeta, a poesia

O estudante também tem o seu
Para lembrar aos outros dias
O que na escola aconteceu.

Muitos amigos e brincadeiras
Muitos obstáculos e desafios
Muito conhecimento verdadeiro

Viva, pois, essa simples comemoração
Com a saudade dos que foram
Com o entusiasmo dos que são.

Professor Sóter

Adiado encontro de Educação de Jovens e Adultos (EJA)

Seguindo as recomendações da Secretaria de Educação que se evite a aglomeração de pessoas em ambientes fechados, o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) informa o adiamento do VXVIII Encontro de Educação de Jovens e Adultos – EJA, que se realizaria sábado, 15, na EAPE. O Sindicato colocará no site a nova data assim que for definida pelos organizadores.

NEGOCIÇÃO SINPRO X GDF NO DIA 13/08/2009

PAUTA: PROVIDÊNCIAS PARA ENFRENTAR A GRIPE TIPO A.
O SINPRO LEVARÁ AO GOVERNO AS SEGUINTES PROPOSTAS:
1)Garantir todo o material necessário para higiene e desinfecção – DIARIAMENTE!

2) Garantir atendimento imediato de pessoas que apresentem os sintomas, com as devidas providências medicas.

3)Acompanhamento monitoramento diário em todos os locais de trabalho da categoria.

4)Afastamento de todas as pessoas da categoria que compõem o grupo de risco: GRÁVIDAS, ENSINO ESPECIAL, DOENÇAs PREEXISTENTES, OBESAS, MAIORES de 60 ANOS, ETC…

5)Que os atestados médicos com o CID de gripe sejam entregues pela família, ou quese prorrogue o tempo para esta entrega.

6)Contratar médicos profissionais em todas as especialidades para o GPMO.

OBS: Novas informações, amanhã após as negociações.

Parceria pelas cotas

O Sinpro faz parte do Comitê de Articulação de Defesa das Cotas, uma reunião de diversas entidades da sociedade civil pela manutenção do programa de cotas da UnB até o fim de sua duração programada. Fazem parte dessa articulação entidades como o Fórum de Mulheres Negras do Distrito Federal, o Centro de Convivência Negra da UnB, a Central Única dos Trabalhadores e vários outros, com o apoio da UnB e dos deputados Paulo Tadeu e Erika Kokay.

Como parte da parceria, o Sinpro colocará sua secretaria jurídica à disposição do comitê. “Não apenas é nosso dever defender o acesso universal à educação, esse é também um assunto que afeta diretamente nossos filiados, já que muitos foram, são ou pretendem ser alunos da UnB”, comentou Washington Dourado, diretor da secretaria jurídica do sindicato. Também serão realizados eventos conjuntos entre a UnB e a Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade do Sinpro, como um ciclo de debates sobre a questão racial. “Vamos estreitar ainda mais essa parceria, e anunciaremos as datas no site do Sinpro em breve”, garantiu Misael dos Santos, diretor da secretaria.

A Universidade de Brasília foi a primeira instituição federal de ensino a adotar o sistema de cotas raciais, em 2004. Cinco anos depois, 92 outras federais adotam algum tipo de cota, 70% delas utilizando o enfoque racial. São grandes conquistas, e tanto alunos quanto reitoria concordam quanto ao sucesso do programa que mudou a cara da universidade. Segundo o plano original, as cotas devem continuar sendo aplicadas por mais cinco anos, quando se espera que não sejam mais necessárias.

Mas apesar das conquistas do sistema de cotas, não faltam aqueles que gostariam de derrubá-las. Várias Ações Diretas de Inconstitucionalidade contra as cotas circulam no Supremo Tribunal Federal, e no Rio de Janeiro a justiça chegou a suspender a lei estadual de cotas. No caso da UnB, as cotas estão sendo questionadas por uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, proposta pelos Democratas ao STF.

Reunião do coletivo de mulheres

A Secretaria de Mulheres do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) convida todas as professoras a participarem da reunião do coletivo de mulheres. O evento está marcado para as 14h30 de quinta-feira, 13, na sede do Sinpro.

Abertura oficial da Exposição Itinerante “Nos caminhos de Zumbi”

A Prefeitura dos Condomínios do Setor de Diversões Sul e o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) convidam todos os professores para a abertura oficial da Exposição Itinerante “Nos caminhos de Zumbi”, a partir das 19h de quarta-feira, 12, na sede do Sinpro, com o show da cantora Ellen Oléria. Venha conhecer e participar da programação que mostrará toda a riqueza da raça negra como uma das marcas construtoras da nação Brasil.

Atenção, professores de educação física!

O Sinpro convoca as professoras e professores de Educação Física para uma plenária no dia 25 de agosto, terça-feira, às 19h, na sede do Sinpro. Na pauta a discussão sobre a circular nº 140, que estabelece as diretrizes pedagógicas da disciplina para o ano de 2010 e o projeto de Lei que pretende obrigar os professores de Educação Física a serem filiados ao CREF (Conselho Regional de Educação Física). Participe! O debate é fundamental para que possamos ter uma postura coletiva sobre assunto que diz respeito ao exercício da nossa profissão!

Jurídico à disposição

O departamento jurídico do Sinpro estará à disposição das professoras grávidas e demais professores que se considerem grupo de risco (com baixa imunidade, por exemplo) e que desejarem ingressar com ação individual para serem dispensados temporariamente. Também disponibilizamos o endereço de e-mail prevencaogripe@sinprodf.org.br para que os professores possam denunciar a falta de kits de higiene em suas escolas e falhas nos procedimentos de prevenção.

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