Websérie Ópera na Cidade mostra o papel da mulher na música

A ópera e o papel da mulher na música sob o olhar de artistas do Distrito Federal. Essa é a premissa da websérie em 10 episódios Ópera na Cidade, que explica a trajetória e a importância do gênero operístico a novos públicos e revela o talento de mulheres instrumentistas atuantes na capital federal.

O projeto, que conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF, visa a promoção e democratização da Educação Musical e pode ser veiculado nas escolas dentro da disciplina Arte. O conceito é dividido em quatro blocos.

No bloco Entendendo a Música, o Maestro Matheus Avlis de Sousa apresenta um recorte histórico e social da evolução do conceito de Música em diferentes épocas e culturas. No bloco Por dentro da Orquestra, apresentado por Ana Cançado, violista PcD portadora de Síndrome de Ehlers-Danlos, o público conhecerá 10 mulheres instrumentistas atuantes no DF que contam sobre sua trajetória na música. Nesse bloco, Monique dos Anjos (violino), Juliana Santos (fagote), Millena Brito (harpa), Liliane Santos (trombone), Jamily Cordeiro (violoncelo), Thainá Nóbrega (trompete), Maria Silva (flauta), Gislene Barros (trompa), Amanda Sucupira (contrabaixo) e Elaine Rodrigues (clarinete) apresentam seus instrumentos, explicando como são construídos, que sons produzem e quais as técnicas de execução.

No bloco Live Recital, cada uma das 10 mulheres instrumentistas apresenta performances de peças solos em seus instrumentos. O público poderá assistir performances de músicas de diferentes épocas e estilos: indo da música clássica à música popular, desde uma música celta tocada na Harpa, passando por minuetos de Bach até um samba de Noel Rosa tocado no trombone. No bloco Ópera na Cidade, o público terá informações sobre a história, a evolução e a produção da Ópera no Brasil e no mundo. Os temas abordados são: a Ópera na atualidade; o surgimento da Ópera; a Ópera italiana, francesa e em língua alemã; o canto de ópera e os diferentes tipos de voz; além de apresentar um panorama da história da Ópera no Brasil e destacar os principais teatros e festivais de Ópera do país.

O Ópera na Cidade visa a inclusão sociocultural, bem como o aprimoramento técnico das áreas de produção cultural, produção criativa e educação estética dentro do gênero da música de orquestra e ópera. O projeto ainda traz como objetivos promover a educação musical; formar público consumidor de produções de música sinfônica e ópera do DF; e introduzir o universo da música sinfônica e operística ao público proveniente de todas as regiões administrativas do DF.

Saiba mais acessando a página do Ópera na cidade no Instagram (@operanacidade) e assista aos episódios no YouTube (https://www.youtube.com/@operanacidade).

Projeto da UnB oferece curso de extensão para professores(as) de português da rede

Curso de Extensão Gramaticoteca nas Escolas, que começa dia 4 de maio, é tema do podcast da Eape e em extensão da UnB

No mais recente episódio do podcast da Eape, Prosa ao Pé do Ouvido, disponível no Youtube, o apresentador Pedro Artur Melo recebeu as professoras Eloísa Pilati e Ana Carolina de Castro, responsáveis pelo Projeto Gramaticoteca nas Escolas. As pesquisadoras apresentaram um pouco do trabalho que desenvolvem com metodologias inovadoras para o ensino de língua portuguesa, com foco no desenvolvimento das habilidades de análise linguística, leitura e escrita.

Dentre as ações desenvolvidas no âmbito do projeto está o Curso de Extensão Gramaticoteca nas Escolas, que será realizado na Universidade de Brasília, nos sábados do mês de maio, com certificação da UnB de 60 horas. A primeira aula será no próximo dia 4 de maio, às 9h.

O Gramaticoteca nas escolas é um curso gratuito de formação continuada especialmente preparado para professores e professoras da Educação Básica – incluindo oficinas, jogos, materiais e sequências didáticas com materiais manipuláveis.

“O curso é voltado para professores(as) de Educação Básica que trabalham com habilidades linguísticas, como análise, leitura e escrita. Por isso, é indicado para professores(as) de português, mas também para docentes do ensino de línguas de maneira geral”, lembra Carolina.

A pré-inscrição está aberta até o dia 2 de maio, disponível no link abaixo.

Faça sua inscrição

Veja o podcast Prosa do Pé do Ouvido

Pesquisadora da UnB defende mais políticas para a educação

Em matéria publicada no Jornal Correio Braziliense, a professora aposentada da Secretária de Educação do DF e professora e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), Edileuza Fernandes, fala sobre uma vida dedicada à pedagogia e de sua dedicação integral à educação, estudo, ensino e pesquisa. Dentre os trabalhos realizados está o Observatório de Educação Básica (ObsEB), na Faculdade de Educação, em parceria com outros(as) professores(as). O projeto discute e acompanha as políticas públicas voltadas à educação básica, especialmente no contexto da pandemia, à época.

Outro ponto abordado pela educadora, fruto de pesquisas, foi a saúde dos docentes que ministraram aulas durante a pandemia da Covid-19. O Novo Ensino Médio e seu currículo, a avaliação da alfabetização de crianças, o currículo da Escola Parque e a formação continuada dos(as) professores(as) da rede pública são outros temas investigados por Edileuza.

Confira abaixo a matéria na íntegra:

 

Teoria e prática de mãos dadas: pesquisadora da UnB defende políticas para educação

De aluna da rede pública a pesquisadora da UnB, Edileuza Fernandes se dedica a discutir políticas voltadas à educação. Já a diretora Viviane Lima coloca em prática projetos inovadores que têm ressignificado o CEF 102 Norte

 18/04/2024 Crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF - Edileuza Fernandes, professora e pesquisadora da UnB. - (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
A ligação de Edileuza Fernandes, 60 anos, professora aposentada da Secretária de Educação do DF e professora e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), com a rede pública de ensino nasceu muito antes de ela se formar em pedagogia. Nascida e criada em Taguatinga Sul, a doutora em educação faz parte da primeira geração de brasilienses e, durante toda a vida escolar, frequentou escolas públicas. Quando adulta, decidiu permanecer na sala de aula — agora, como professora.

Para além do trabalho em sala de aula, Edileuza decidiu dedicar-se integralmente à educação, estudando, ensinando e pesquisando. Em 2020, criou, com outros professores, o Observatório de Educação Básica (ObsEB), na Faculdade de Educação, para discutir e acompanhar as políticas públicas voltadas à educação básica, especialmente no contexto da pandemia, à época.

“O Observatório é um espaço pedagógico de discussão e acompanhamento das políticas públicas voltadas à educação básica. O objetivo é reunir estudantes, educadores e pesquisadores, de diversos níveis, em torno de questões relacionadas à área. Fazemos isso com base nos pilares da UnB, procurando articular o ensino à pesquisa e à extensão universitária”, detalhou.

No ano seguinte, em 2021, ainda provocados pela pandemia, os professores criaram uma pesquisa, na qual fizeram uma imersão para compreender como as redes públicas do DF se organizaram no ano anterior, quando passaram a ofertar o ensino remoto. A pesquisa interinstitucional recebeu o apoio do Sinpro-DF, da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Legislativa do DF, além de outras entidades que integram o Observatório.

“Fizemos um levantamento de dados na rede e, a partir disso, tivemos uma discussão sobre a gestão das escolas durante o ano de 2020. Os resultados revelaram as consequências do período pandêmico e como isso impactou no desempenho dos estudantes e influenciou na elevação da evasão do ensino médio”, informou a pesquisadora.

Desafios

A saúde dos docentes que ministraram aulas durante a pandemia também foi objeto de estudo. A professora destacou que a sobrecarga de trabalho e a pressão de lidar com o desconhecido adoeceram profissionais. “Os resultados, disponíveis em nosso site, mostram informações preocupantes. Percebemos a ausência de investimento dos governos na formação dos professores em relação ao uso das novas tecnologias e também de investimento nas estruturas físicas das escolas, quando se trata de internet, por exemplo. Os dados mostraram que nós não estávamos preparados para viver a pandemia e continuar garantindo a aprendizagem”, pontuou.

A pesquisa foi publicada e traz dados que concluem que não havia estrutura para que o ensino público do DF atuasse durante a pandemia, apesar dos esforços dos professores. “Os resultados revelam as consequências do período que foi vivido durante a pandemia e como isso impactou no desempenho dos estudantes e influenciou na elevação da evasão do ensino médio.” Edileuza participou diretamente desse trabalho e escolheu falar exclusivamente sobre ele, mas também desenvolveu outros estudos.

Apesar de ter nascido na pandemia, o ObsEB continua a desenvolver pesquisas. O Novo Ensino Médio e seu currículo, a avaliação da alfabetização de crianças, o currículo da Escola Parque e a formação continuada dos professores da rede pública são alguns dos temas investigados.

“Hoje, eu me dedico à educação como professora, formadora de professores e como pesquisadora, sempre procurando manter o vínculo forte com a rede pública e com as escolas.” Edileuza Fernandes destaca que professores que formam professores não podem abrir mão da qualidade do trabalho, uma vez que a capacidade do ensino influencia diretamente na formação de novas gerações.

Matéria publicada no Jornal Correio Braziliense.

Bloqueio arbitrário de redes sociais | Sinpro comenta tema na TV Justiça

Em 2022 e 2023, as contas do Sinpro nas redes sociais foram arbitrariamente bloqueadas pelas plataformas. Um dos principais meios de comunicação do sindicato com a categoria, a suspensão dos perfis trouxe prejuízos à entidade sindical.

A conta do Youtube foi reativada após pedido feito direto à plataforma, mas as contas do Instagram e do Facebook só voltaram após ação judicial. A diretora do Sinpro Márcia Gilda fala sobre o tema em entrevista na TV Justiça.

O Sinpro não é a única entidade a ter no seu histórico caso de perfis das redes sociais bloqueados arbitrariamente. Essa é uma prática das plataformas, que quase nunca são punidas por isso, mesmo diante dos prejuízos gerados aos usuários.

Assista à entrevista aos 21 minutos e 10 segundos

Últimos dias para submissão de trabalhos e inscrição no IX CONCOCE

O IX Congresso Centro-Oeste de Ciências do Esporte convida professores(as) da rede pública do Distrito Federal (DF) a submeterem seus trabalhos e a inscreverem-se. O prazo final para submissão de trabalhos é dia 30 de abril.

Os(as) professores(as) interessados em submeter seus trabalhos devem acessar o link a seguir. Submeta aqui: https://cbce.org.br/evento/concoce/submissoes. Confira no final desta matéria os procedimentos para apresentação dos trabalhos.

Para as inscrições, acesse o link no site do cbce: https://www.cbce.org.br/evento/concoce/inscricoes

Este ano, o IX Congresso Centro-Oeste de Ciências do Esporte (CONCOCE) terá como temática a “Formação humana e intervenção em Educação Física” com o intuito de contribuir com muitas reflexões na área.

O congresso será realizado entre os dias 29 de maio de 2024 e 1º de junho de 2024 na Universidade Estadual de Goiás UnU Goiânia ESEFFEGO.

O evento é organizado pelo Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE), mas, na edição deste ano, tem sido organizado coletivamente pelas Secretarias Estaduais de Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul.

 

PROCEDIMENTOS PARA SUBMISSÃO DOS TRABALHOS

 

💠 Formatos de Submissão:

  1. a) Trabalhos Completos – Comunicação Oral
  2. b) Resumo Expandido – Apresentação em Pôster

 

SERVIÇO

🗓️ Evento: 29/05 a 01/06/2024
📍 Local: UEG/ESEFFEGO, Goiânia, Goiás

 

Livro ressalta a evolução de Brasília sob as exigências da modernidade

Professor da rede pública de ensino do Distrito Federal e doutor em Geografia, Tony Marcelo Gomes de Oliveira explicita, em seu novo livro, a formação da capital federal por meio do contexto geohistórico. Indicando que a Bacia Hidrográfica do Lago Paranoá, que recebeu o plano urbanístico de Lucio Costa como o local ideal já estudado e mapeado desde o século XVIII. A obra Preexistências Geográficas de Brasília traz com profundidade as abordagens geográficas referentes às práticas de planejamento urbano, contribuindo e compondo o referencial científico na formação de Brasília.

Ao longo do tempo, muito antes da Missão Cruls e da política de J.K, por meio da contribuição da pesquisa de campo e da produção cartográfica na região – ambas práticas sólidas da ciência geográfica – foi possível reconhecer o caminho e identificar o sítio original com características ideias e estratégicas para acomodar a evolução e a prática do pensamento urbano moderno no Brasil.

Para Tony Marcelo, o livro tem muito a contribuir para a geo-história da nossa cidade. “Além de compromissado com a ciência, explicita a importância em reconhecer a construção e evolução de Brasília agregada a evolução dos tempos, sob as exigências da modernidade”, ressalta.

O lançamento do livro Preexistências Geográficas de Brasília será no dia 23

de abril, às 19h, no Beirute (109 Sul).

Atividade temática comemora o Dia da Educação do Campo

Professores(as) e orientadores(as) educacionais da Regional de Ensino de Brazlândia realizaram uma atividade especial na última quarta-feira (17), na Chácara do Sinpro, em comemoração ao Dia da Educação do Campo. Terceira região administrativa do Distrito Federal com o maior número de escolas do campo, as escolas de Brazlândia trabalham as Diretrizes Pedagógicas para Educação Básica do Campo, que objetivam atender a população rural em suas variadas formas de produção da vida, dentre elas agricultores familiares, extrativistas, pescadores artesanais, ribeirinhos, assentados e acampados da reforma agrária, trabalhadores assalariados rurais, povos e comunidades tradicionais (quilombolas, indígenas, ciganos, caiçaras, caboclos, ribeirinhos), povos da floresta, e demais populações que produzam suas condições materiais de existência a partir do trabalho no meio rural.

Durante todo o dia os(as) educadores(as) participaram de uma palestra sobre a história da Escola Classe Chapadinha; momento de estudo sobre as Diretrizes Pedagógicas da Educação Básica do Campo; roda de conversa sobre Saúde mental, com o psicólogo Mayron Pereira; fechando com um Caça ao Tesouro para explorar as áreas naturais presentes na Educação do Campo.

Para o diretor do Sinpro Alberto Ribeiro, a atividade não é exclusiva da Escola Classe Chapadinha, mas para todas as escolas do DF, inclusive presente no Calendário Escolar da rede pública. “Esta atividade é importante para que todos possam refletir, estudar um pouco mais sobre a diretriz e comemorar os avanços que tivemos durante todo este período, além de auxiliar no reconhecimento da realidade e valorização da identidade dos estudantes e sujeitos envolvidos na educação do campo”, ressalta Alberto, acrescentando que o Dia da Educação do Campo é mais um dia de luta e resistência conquistado pela categoria magistério público.

As atividades foram elaboradas pelas Equipes Gestora, Pedagógica e Apoio da Própria Escola, com o incentivo da Coordenação Regional de Ensino de Brazlândia.

Clique aqui e confira o álbum de imagens do Facebook.

Confira o vídeo do evento abaixo:

Educação Inclusiva no DF é tema de audiência pública em Ceilândia

Dia 24 de abril (quarta-feira), às 10 horas, na Escola Parque Anísio Teixeira, em Ceilândia, acontecerá uma audiência pública com o tema “Fortalecimento da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no Distrito Federal”. O evento é uma iniciativa do mandato do deputado distrital Chico Vigilante, e o Sinpro-DF participará da mesa de debates.

Em pauta, o direito de todos(as) os(as) estudantes de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação, e com garantia de igualdades de oportunidades. A audiência pública pretende contribuir para que a educação inclusiva ocupe o espaço central para a superação da lógica da exclusão, debatendo alternativas para superá-las.

Audiência pública: “Fortalecimento da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no Distrito Federal”

🗓️ Data: 24/04
⏰ Horário: 10 horas
📍 Local: Escola Parque de Ceilândia

CEP Saúde realiza atividades na Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho

O Centro de Educação Profissional de Planaltina realiza nos dias 22 e 23 de abril, segunda e terça-feira, atividades na Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho. Nos dois dias, o evento, aberto à comunidade escolar, será das 13h30 às 17h. As atividades são gratuitas.

Segurança do trabalho na construção civil, além de prevenção de combate a incêndio e controle de foco de incêndio domiciliar são alguns dos temas que serão trabalhados no evento.

Entre os objetivos da Sipat estão a conscientização dos(as) trabalhadores sobre a importância da segurança no trabalho e dos riscos ocupacionais; divulgação das normas de segurança e saúde do trabalho; além da melhora do ambiente de trabalho.

Acesse AQUI a programação completa

 

Nota de Pesar | Markinhos Caeté

Com muita tristeza, a diretoria colegiada do Sinpro-DF informa o falecimento do professor Marcos Arcanjo Martins, mais conhecido como Markinhos Caeté.

Markinhos era professor de Atividades e atuava na regional do Paranoá. Músico e compositor, colocava generosamente seu dom da música a serviço da educação, como uma ferramenta poderosa de trazer alegria e de contribuir para a aprendizagem de seus estudantes.

A letra de uma de suas composições, Subir na Vida, diz: “Tô estudando pra um dia descobrir por que a educação neste país não tem valor”.

Aguerrido defensor da educação pública, Markinhos também era quadrilheiro no Paranoá, mantendo um bonito compromisso com nossas melhores tradições culturais.

Markinhos Caeté deixa sua esposa, filhos e neto. Deixa também amigos e fãs de seu trabalho na educação, na música e na cultura popular. Deixa muitas saudades, e a certeza de que fará muita falta.

O velório acontece nesta segunda-feira, 22 de abril, de 9h a 10h30 no Campo da Esperança (Asa Sul), capela 05. O sepultamento está marcado para 11h.

Professor Markinhos Caeté: presente!

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