Próximas plenárias regionalizadas serão realizadas de forma unificada, na CLDF
Jornalista: Alessandra Terribili
As plenárias regionalizadas do Paranoá, Plano Piloto, Recanto das Emas e Samambaia, agendadas para dia 6, e as plenárias de Santa Maria, São Sebastião e Taguatinga, agendadas para dia 13, serão realizadas de forma unificada. As reuniões serão na Câmara Legislativa do DF (CLDF), dia 13, às 9h e às 14h.
A mudança foi realizada devido ao ponto facultativo para servidores(as) do GDF no dia 6 de abril, e o local foi escolhido para dar amplitude à luta.
“É importante que toda a categoria participe das plenárias regionalizadas. São nesses encontros que ‘afinamos’ a luta da nossa campanha pela reestruturação da carreira. Precisamos de unidade na luta para avançarmos. Leve seus e suas colegas, converse com a comunidade escolar, pois o apoio dela também é muito importante!”, afirma a diretora do Sinpro Luciana Custódio.
O Sinpro disponibilizará ônibus nos dois turnos para facilitar a ida da categoria às plenárias. Os horários e locais de saída serão disponibilizados em breve.
As plenárias regionalizadas compõem o calendário de mobilização da “Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação – reestruturação da carreira já!”. Elas vêm sendo realizadas desde o dia 23 de março. A plenária geral está agendada para dia 15 de abril, no auditório do Sinpro.
Dia 26 de abril será realizada assembleia geral com paralisação e indicativo de greve. A atividade será às 9h, no estacionamento da Funarte.
Magistério intensifica luta pela reestruturação da carreira
Jornalista: Vanessa Galassi
O plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou nesta terça-feira (4/4) o reajuste imposto pelo governador Ibaneis Rocha aos servidores públicos do DF. A categoria do magistério público, que pressionou os(as) parlamenteares durante a sessão, intensifica a luta pela reestruturação da carreira como medida mais eficaz na recomposição das perdas acumuladas nos últimos oito anos.
A proposta do Executivo, prevista no projeto de lei nº 237/2023, define que as carreiras do funcionalismo público receberão reajuste salarial de 6% em julho deste ano; 6% em julho de 2024 e 6% em julho de 2025.
“São oito anos de congelamento salarial. Não podemos desconsiderar isso. A reestruturação da carreira do magistério continua sendo eixo central da nossa campanha salarial. Com os princípios da isonomia e da paridade, a reestruturação da carreira traz conquistas importantíssimas a efetivos e contratos temporários, para quem está na ativa ou já aposentou. As mudanças possíveis com ela alteram positivamente tanto questões financeiras como pedagógicas”, afirma a diretora do Sinpro Luciana Custódio.
Entre os avanços que podem ser obtidos com a reestruturação da carreira estão a valorização das tabelas de especialização, mestrado e doutorado; a incorporação da Gaped/Gase aos vencimentos básicos; o fortalecimento da carreira com a nomeação de concursados; a possibilidade de atingir o teto do vencimento antes dos 25 anos de carreira, com a antecipação de padrões.
“Nosso calendário de mobilização segue firme. Dia 26 de abril temos assembleia. A responsabilidade de uma greve está nas mãos do GDF”, disse Luciana Custódio.
O projeto de lei 237/2023 segue agora para a sanção do governador Ibaneis Rocha.
Cobrança
Na sessão desta terça-feira, diversos parlamentares discursaram para exigir que Ibaneis Rocha negocie questões específicas com o magistério público – e outras carreiras.
O deputado Gabriel Magno (PT) ressaltou a situação de professores(as) e orientadores educacionais das escolas públicas. Ele lembrou que a categoria está nas últimas posições das 33 carreiras de nível superior do DF em relação ao salário.
Já o deputado Chico Vigilante (PT) lembrou que os 6% “já foram engolidos pela inflação”, o que mantém a defasagem salarial.
Emendas
Aprovada pelos parlamentares distritais, emenda do deputado Jorge Viana (PSD) destaca que deve ficar claro a forma de incidência dos percentuais de 6% anuais do reajuste imposto pelo GDF. Isso para que a parcela seja cumulativa.
O deputado Fábio Felix (Psol) também apresentou emenda, mas a proposição foi rejeitada pela maioria do plenário. O texto tinha como objetivo fazer com que o reajuste salarial dos servidores públicos do DF fosse feito em duas parcelas anuais e sucessivas de 9%, a partir de julho deste ano.
Plenárias
As ações do calendário de mobilização do magistério público seguem.
As plenárias regionalizadas do Paranoá, Plano Piloto, Recanto das Emas e Samambaia, agendadas para dia 6, e as plenárias de Santa Maria, São Sebastião e Taguatinga, agendadas para dia 13, serão realizadas de forma unificada. As reuniões serão na Câmara Legislativa do DF (CLDF), dia 13, às 9h e às 14h.
A mudança foi realizada devido ao ponto facultativo para servidores(as) do GDF no dia 6 de abril, e o local foi escolhido para dar amplitude à luta.
O Sinpro disponibilizará ônibus nos dois turnos para facilitar a ida da categoria às plenárias. Os horários e locais de saída serão disponibilizados em breve.
Dia 26 de abril será realizada assembleia geral com paralisação e indicativo de greve.
Campanha Salarial 2023: Outdoors estampam luta do magistério
Jornalista: Vanessa Galassi
Outdoors com a frase “Reestruturação da carreira já” foram espalhados pelas principais vias do Distrito Federal nesta segunda-feira (3/4). Este é eixo central da “Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação!”.
“Estamos mostrando para todo o DF a nossa luta e a nossa pauta. Os outdoors são apenas um dos materiais de diálogo com a categoria e a população. A cidade inteira precisa saber que nossa campanha reflete o cenário imposto: 8 anos de congelamento salarial e condições de trabalho precárias”, afirma a diretora do Sinpro Luciana Custódio.
A dirigente sindical destaca que a reestruturação da carreira atende aos princípios da Campanha Salarial 2023: paridade e isonomia. “A reestruturação da carreira atinge efetivos e contratos temporários, ativos e quem está aposentado.”
Com a reestruturação da carreira, o Sinpro reivindica, entre outros pontos, valorização das tabelas de especialização, mestrado e doutorado; incorporação da Gaped/Gase aos vencimentos básicos; fortalecimento da carreira com a nomeação de concursados; a possibilidade de atingir o teto do vencimento antes dos 25 anos de carreira com a antecipação de padrões.
Reestruturação da carreira: Sinpro convoca categoria para ação na CLDF, nesta terça (4)
Jornalista: sindicato
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) poderá votar nesta terça-feira (4/4) o projeto de lei nº 237/2023, que define reajuste salarial de 18%, dividido em três anos, para professores(as), orientadores(as) educacionais e demais carreiras do serviço público distrital. Diante do percentual insuficiente para suprir as perdas acumulas nos últimos 8 anos, o Sinpro-DF convoca toda a categoria para comparecer ao plenário da Casa e exigir o avanço para a reestruturação da carreira do magistério público. A concentração será às 14h.
“A categoria deve ficar atenta. Estamos acompanhando e, caso haja essa antecipação, informaremos à categoria. É essencial que estejamos todos e todas, em peso, nessa sessão. Vamos fazer pressão sobre os deputados e deputadas distritais para reestruturação da nossa carreira”, afirma a diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio.
Entre outubro e dezembro de 2022, grupo de trabalho (GT) composto por representantes da Secretaria de Educação (SEEDF), da Secretaria de Fazenda e pela comissão de negociação do Sinpro reuniu-se com o objetivo de elaborar uma proposta de reestruturação da carreira do magistério. Essa é a pauta central da “Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação!” por garantir paridade e isonomia, com ganhos para efetivos(as) e contratos temporários, quem está na ativa e aposentados(as).
Com a reestruturação da carreira, o Sinpro reivindica, entre outros pontos, valorização das tabelas de especialização, mestrado e doutorado; incorporação da Gaped/Gase aos vencimentos básicos; fortalecimento da carreira com a nomeação de concursados; a possibilidade de atingir o teto do vencimento antes dos 25 anos de carreira com a antecipação de padrões.
Má fé
No dia 23 de março, o governador do DF, Ibaneis Rocha, anunciou pelo Twitter que o índice de reajuste aos servidores públicos distritais seria de 18%. O percentual foi definido arbitrariamente. Pela proposta, o funcionalismo público receberia 6% em julho deste ano, 6 % em julho de 2024 e 6% em julho de 2025. Com essa estratégia, o GDF ainda indica um novo engessamento de negociações pelos próximos anos.
Para tentar justificar o percentual totalmente dissonante da necessidade da categoria do magistério público e demais carreiras do funcionalismo público, o GDF vem tentando emplacar a narrativa de que enquanto o governo federal concede 9% de reajuste para servidores públicos, o GDF garante 18%.
“Temos que lembrar de questões importantes: a primeira é que o reajuste para o funcionalismo do DF é de 6% por parcela a cada ano. Isso depois de cinco anos de gestão do governador Ibaneis. No caso dos servidores federais, o reajuste é de 9% já no primeiro ano do novo governo. Não estamos falando que 9% é um percentual suficiente, mas mostrando que essa narrativa do GDF tem tons de má fé”, afirma a diretora do Sinpro Luciana Custódio.
Assembleia
Assembleia geral com indicativo de greve está agendada para dia 26 de abril. Há possibilidade de antecipação da data. A atividade compõe o calendário de mobilização da Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação – Reestruturação da carreira já!. Horário e local serão divulgados em breve.
Acesse os materiais da Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação!
Jornalista: Vanessa Galassi
A Campanha Salarial 2023 da categoria do magistério público do DF está a todo vapor. Com o lema “Basta de descaso com a educação – Reestruturação da carreira já!”, a campanha reflete o cenário imposto à categoria do magistério público do DF, que traz desde o congelamento salarial de 8 anos até condições de trabalho precárias.
A campanha é estruturada em várias ações junto à categoria e outros setores, como plenárias regionalizadas, Sinpro nas Cidades, reuniões com gestores, delegados(as) sindicais, concursados(as); mutirão nos gabinetes da Câmara Legislativa, entre outras. Todas as atividades estão no calendário de mobilização aprovado na assembleia geral do dia 14 de março, que aprovou indicativo de greve. “Isonomia e paridade são princípios da nossa campanha. Nossa pauta atinge toda a categoria: efetivos e contratos temporários, ativos e aposentados”, explica a diretora do Sinpro Luciana Custódio.
>> Acesse o link para ver o calendário de mobilização da Campanha Salarial 2023 e a conjuntura imposta a professores(as) e orientadores(as) educacionais – https://bit.ly/40tk9Bb
Para dialogar com professores(as) e orientadores(as) educacionais e com a população do DF, o Sinpro elaborou materiais gráficos que mobilizam, falam da situação imposta pelo GDF e indicam a luta como saída para o cenário de desvalorização e descaso.
Foram feitas duas edições do Folha do Professor, uma delas é especial para professores(as) de contrato temporário. Os dois informativos são utilizados nas plenárias regionalizadas como materiais pedagógicos.
Também vem sendo distribuído o Sinpro Cidadão. O material é direcionado à sociedade, mas também chegou às unidades escolares.
Ainda foram confeccionadas faixas com motes da campanha salarial, como reestruturação da carreira, recomposição salarial e convocação imediata dos(as) aprovados(as) no último concurso público, realizado em 2022. Elas são levadas às unidades escolares por dirigentes do Sinpro, que realizam reuniões para dialogar sobre as pautas de reivindicação e a importância da unidade na luta.
“Registramos todas as visitas com fotos. É essencial que professores e orientadores educacionais saiam nas fotografias. Isso é importante para mostrar a força do nosso movimento. As fotos são postadas nas redes sociais do nosso Sindicato”, afirma a dirigente do Sinpro-DF Letícia Montandon.
O Sinpro também distribui plaquinhas com a frase “Basta de retirada de direitos das aposentadas e dos aposentados”, para denunciar a situação vivida por este segmento, que vem sendo duramente combatida pelo Sinpro. Os materiais já foram levados a quase 300 escolas e milhares de professores(as), orientadores(as) educacionais, cidadãos e cidadãs.
O Sinpro orienta que esses materiais sejam distribuídos por toda a categoria para estudantes, familiares, amigos. “Uma ideia é, nos bilhetes e mensagens enviadas a pais, mães e responsáveis, anexar nossos materiais. O objetivo é dialogar também com a sociedade para denunciar o descaso com a educação, explicar a legitimidade da campanha salarial e mobilizar para a luta”, orienta Letícia Montandon. (Acesse todos os materiais no fim da matéria. Leia, imprima, compartilhe com seus contatos)
Convoca Já!
A luta pela convocação imediata de todos os aprovados e todas as aprovadas no concurso público para o magistério do DF é uma das pautas prioritárias da campanha salarial da categoria.
A qualidade da educação pública está necessariamente ligada à qualidade das condições de trabalho dos profissionais do magistério da rede pública de ensino. E aos professores(as) de contrato temporário é imposto um vínculo empregatício frágil, que gera insegurança e medo.
A reivindicação é para que nomeiem, imediatamente, tanto os aprovados para vagas de provimento imediato como aqueles que ficaram no cadastro reserva. Isso porque, mesmo com essa convocação, as carências da rede pública de ensino não serão resolvidas.
Mutirão na CLDF
Outra ação que o Sinpro realiza para fortalecer a Campanha Salarial 2023 são os mutirões nos gabinetes da Câmara Legislativa do DF. Pela terceira vez neste ano, a Comissão de Negociação do Sinpro visitou a os gabinetes dos(as) parlamentares para pedir apoio na luta pela reestruturação da carreira e recomposição salarial.
Por intermédio do deputado Gabriel Magno (PT), na última terça-feira (28/3), a comissão foi recebida pelo presidente da CLDF, deputado Wellington Luiz (MDB). O compromisso foi de que a Câmara faça a mediação de diálogo com o GDF para que não se encerrem as negociações com a proposta de reajuste de 18%, parcelado em três anos, apresentada unilateralmente pelo governador Ibaneis Rocha ao conjunto do funcionalismo público.
A luta da categoria do magistério público conta com o apoio parlamentares de diversas legendas.
Assembleia geral Assembleia geral com indicativo de greve e paralisação está agendada para 26 de abril, com possibilidade de antecipação. Segundo a Comissão de Negociação do Sinpro, “a resposta se haverá greve ou não está nas mãos do governador”.
Acesse os materiais gráficos da Campanha Salarial 2023 e veja fotos das visitas às unidades escolares. Interessados(as) podem retirar exemplares de materiais impressos na sede do Sinpro (SIG) ou nas plenárias regionalizadas. Ainda é possível obter os materiais com os(as) dirigentes do Sinpro que visitam a sua escola.
Sinpro leva às ruas materiais sobre campanha salarial
Jornalista: Vanessa Galassi
Materiais gráficos sobre a “Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação!” estão sendo distribuídos à sociedade do DF e à categoria do magistério público. Sinpro Cidadão, Folha do Professor e Folha do Professor – especial professores de contratação temporária falam da situação imposta pelo GDF a professores(as) e orientadores(as) educacionais das escolas públicas e indicam a luta como saída para este cenário.
As duas edições do Folha do Professor são um dos materiais utilizados nas plenárias regionalizadas. Nas reuniões realizadas com professores(as) e orientadores(as) educacionais, os informativos são utilizados como materiais pedagógicos.
O Sinpro Cidadão é direcionado à sociedade, mas também chegou às unidades escolares. De forma didática, o material mostra não só o congelamento salarial de 8 anos e a desvalorização dos profissionais do magistério, mas o prejuízo que isso traz à população.
O objetivo dos materiais distribuídos é, a partir da informação e do diálogo, fortalecer a luta pela campanha salarial dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais.
“É importante que esses materiais sejam distribuídos por toda a categoria, seja para estudantes, familiares, amigos. Vamos divulgar aos quatro cantos a situação que nos foi imposta por uma decisão do GDF”, orienta a diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio.
Assembleia geral com paralisação e indicativo de greve está agendada para 26 de abril.A atividade será às 9h, no estacionamento da Funarte.
Clique nas imagens abaixo para ler os materiais. Você pode imprimir ou copiar os links e mandar para seus contatos.
Assembleia dia 26 de abril: a responsabilidade de uma greve está nas mãos do GDF
Jornalista: Alessandra Terribili
Dia 26 de abril professores(as) e orientadores(as) educacionais realizarão assembleia geral com indicativo de greve e paralisação. O encontro faz parte do calendário de mobilização da “Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação”. Com os princípios da isonomia e da paridade, a reestruturação da carreira é eixo central da campanha, e traz benefícios para efetivos e contratos temporários, quem está na ativa ou já aposentou.
Com a reestruturação da carreira, o Sinpro reivindica, entre outros pontos, valorização das tabelas de especialização, mestrado e doutorado; incorporação da Gaped/Gase aos vencimentos básicos; fortalecimento da carreira com a nomeação de concursados; a possibilidade de atingir o teto do vencimento antes dos 25 anos de carreira com a antecipação de padrões.
Professores(as) e orientadores(as) educacionais das escolas públicas do DF estão há 8 anos sem reajuste salarial. O último foi em 2012, para repor a perda inflacionária de décadas anteriores. O valor foi parcelado em seis vezes, até 2015.
O congelamento salarial gera um cenário caótico para quem trabalha para/pela educação pública do DF. Em 2015, o vencimento básico de um(a) professor(a) PQ3 padrão 1 estava 101,2% acima do Piso Nacional do Magistério. Hoje, professores com esse mesmo perfil recebem vencimento básico 4,3% abaixo do piso.
Além disso, das 29 carreiras de nível superior do GDF, o magistério público está em 26º lugar no ranking de remuneração e em penúltimo lugar quando o foco é o valor do vencimento básico.
A realidade contradiz a própria lei. A Meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação) garante à carreira magistério da rede pública de ensino do DF, tanto para ativos como para aposentados, isonomia salarial com a média das carreiras de nível superior.
Mais lutas
Além das questões financeiras, a Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação pauta, entre outros pontos, questões como o fim de salas de aulas superlotadas com estratégia de matrícula negociada com o Sinpro, adequação da infraestrutura das unidades escolares que impossibilitam a aplicação do projeto político pedagógico, ampliação do número de monitores e convocação imediata dos aprovados no último concurso público para o magistério, realizado em 2022, tanto dos que foram aprovados para as vagas de provimento imediato como aqueles do cadastro reserva.
Calendário de mobilização: plenárias regionalizadas e mais
Para fortalecer a “Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação!”, a categoria do magistério público aprovou um calendário de mobilização.
Nele, estão plenárias regionalizadas, reuniões com gestores, atos.
Veja abaixo o calendário de plenárias regionalizadas. E atenção: as plenárias originalmente previstas para 6 de abril serão adiadas para 13 de abril, em virtude do feriado e do ponto facultativo decretado para servidores públicos do DF.
23 de março (quinta-feira)
Brazlândia: CEM 01 Núcleo Bandeirante: CEM Urso Branco Sobradinho: CEF 05
30 de março (quinta-feira)
Ceilândia: CEM 02 Gama: CEM 02 Guará: CED 03 (Centrão) Planaltina: CEF 02 (Paroquial)
06 de abril (quinta-feira) – Atenção: as plenárias originalmente previstas para 6 de abril serão adiadas para 13 de abril, em virtude do feriado e do ponto facultativo decretado para servidores públicos do DF.
Paranoá: CEF 01
Plano Piloto: Auditório do Sinpro
Recanto das Emas: CEF 301
13 de abril (quinta-feira)
Samambaia: CEE 01
Santa Maria: CED 310 São Sebastião: CAIC Unesco Taguatinga: CEMAB
15 de abril (sábado)
Plenária Geral às 9h Auditório do Sinpro no Plano Piloto
Texto publicado originalmente em 20/03. Atualizado em 24/03.
Atualizado em 28/03.
Atualizado em 3/04.
CAMPANHA SALARIAL 2023: Assembleia define rumos da luta da categoria
Jornalista: Vanessa Galassi
Professores(as) e orientadores(as) educacionais realizarão assembleia geral com indicativo de greve e paralisação dia 26 de abril. A data foi aprovada dia 14 de março, quando a categoria deliberou também calendário de mobilização que compõe a Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação. A data da assembleia poderá ser antecipada, caso haja novidades no processo de negociação com o governo. Local e horário da atividade serão informados em breve.
O foco da campanha salarial 2023 da categoria do magistério público é a reestruturação da carreira, com isonomia e paridade. Com isso, professores(as) e orientadores(as) educacionais reivindicam recomposição salarial e outros avanços que atingem quem está na ativa e aposentados, efetivos e professores(as) de contrato temporário. Entre eles, a redução da quantidade de padrões da tabela salarial, para fortalecer a carreira pela garantia de qualidade no acesso, permanência e conclusão, e a incorporação das gratificações, começando pela Gaped (Gratificação de Atividade Pedagógica)/Gase (Gratificação de Atividade de Suporte Educacional).
Arrocho
Professores(as) e orientadores(as) educacionais das escolas públicas do DF estão há 8 anos sem reajuste salarial. O último foi em 2012, para repor a perda inflacionária de décadas anteriores. O valor foi parcelado em seis vezes, até 2015.
O congelamento salarial gera um cenário caótico para quem trabalha para/pela educação pública do DF. Em 2015, o vencimento básico de um(a) professor(a) PQ3 padrão 1 estava 101,2% acima do Piso Nacional do Magistério. Hoje, professores com esse mesmo perfil recebem vencimento básico 4,3% abaixo do piso: R$ 191,99 menos que o mínimo obrigatório a ser pago em qualquer lugar do país para exercer a docência na educação básica.
Além disso, das 29 carreiras de nível superior do GDF, o magistério público está em 26º lugar no ranking de remuneração e em penúltimo lugar quando o foco é o valor do vencimento básico.
A realidade contradiz a própria lei. A Meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação) garante à carreira magistério da rede pública de ensino do DF, tanto para ativos como para aposentados, isonomia salarial com a média das carreiras de nível superior.
Mais lutas
Além das questões financeiras, a Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação pauta, entre outros pontos, questões como o fim de salas de aulas superlotadas com estratégia de matrícula negociada com o Sinpro, adequação da infraestrutura das unidades escolares que impossibilitam a aplicação do projeto político pedagógico, ampliação do número de monitores e convocação imediata dos aprovados no último concurso público para o magistério, realizado em 2022, tanto dos que foram aprovados para as vagas de provimento imediato como aqueles do cadastro reserva.
Calendário de mobilização
Em assembleia, professores(as) e orientadores(as) educacionais aprovaram calendário de mobilização para reforçar a luta da Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação. Entre as ações, estão plenárias regionalizadas, reuniões com gestores, atos. Veja o calendário completo abaixo.
Sinpro reúne delegadas(os) sindicais em meio à mobilização da campanha salarial
Jornalista: Alessandra Terribili
Na terça-feira (21), aconteceu a primeira reunião do ano do Sinpro com delegados e delegadas sindicais. O encontro foi deliberação da assembleia do dia 14.
Segundo a diretora do Sinpro Vanilce Diniz, a reunião representou um importante momento de escuta das demandas das escolas: “Neste momento de campanha salarial é ainda mais importante termos muita nitidez da realidade dentro das escolas. Há muitas deficiências se acumulando e nós cobraremos uma atitude do governo”, disse ela.
A campanha salarial 2023 tem como principais reivindicações a recomposição salarial e a reestruturação da carreira.
Na reunião, a diretoria do Sinpro divulgou a campanha “Some na luta em defesa do piso e de nossa recomposição salarial”. A ação tem início nesta quarta-feira (22). Para participar, grave um vídeo de até 20 segundos dizendo por que você defende a carreira do magistério público, a reestruturação da carreira do magistério distrital e o Piso Nacional da categoria. Envie o material para o whatsapp 99323-8131, informando também seu nome e a escola em que você atua.
A reunião de delegadas e delegados sindicais fez parte do calendário de mobilização e preparação para a próxima assembleia geral, que está marcada para 26 de abril, mas pode ser antecipada. Também integram o calendário aprovado em assembleia as ações Sinpro nas Cidades e plenárias regionalizadas – estas têm início nesta quinta-feira, 23 de março, em Brazlândia, Núcleo Bandeirante e Sobradinho.
Veja abaixo fotos feitas pelo fotógrafo do Sinpro-DF, Deva Garcia.
Após assembleia, Hélvia reconhece necessidade de reajuste da categoria
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Em entrevista ao Correio Braziliense um dia após a assembleia da categoria, a secretária de Educação do Distrito Federal reconheceu que os vencimentos da categoria estão defasados. Em conversa com o programa CB Poder, Hélvia declarou que o governo já estuda o reajuste de professores(as) e orientadores(as) educacionais.
Hélvia anunciou que a decisão sobre o reajuste aguarda a conclusão dos resultados do Grupo de Trabalho entre o Sinpro e a Secretaria de Fazenda, que trabalha no plano de cargos e salários: “estou aguardando estudarem o projeto e ver o que é possível, se agora ou no segundo semestre (…) conceder algum reajuste para as nossas categorias, que realmente estão defasadas.”
A secretária Hélvia se equivocou. O grupo de trabalho entre o Sinpro e a Secretaria de Orçamento (ainda) não existe. No momento, a Secretaria de Orçamento estuda os impactos do reajuste da categoria sobre o orçamento do Distrito Federal.
Quando essa etapa de estudos estiver concluída, o resultado será apresentado do governador e ao sindicato, e então deverá ser criado o Grupo de Trabalho, reunindo Sinpro e as secretarias de Educação e Orçamento do Distrito Federal.
O Sinpro já solicitou com a máxima urgência a retomada das negociações com o (agora reempossado) governador Ibaneis Rocha sobre o reajuste da categoria, e aguardamos os estudos sobre os impactos financeiros.
A declaração de Hélvia é resultado e consequência direta da Assembleia da categoria ocorrida na última terça-feira, em que professores(as) e orientadores(as) educacionais compareceram em peso ao estacionamento da Funarte para exigir reestruturação de carreira.
Quanto maior o comparecimento da categoria às assembleias, maior é a pressão sobre o GDF.
Continuamos com nossa mobilização intensa e ininterrupta para que o governo do Distrito Federal entenda a importância do cumprimento das metas do Plano Distrital de Educação, cuja vigência vence daqui a dois anos, e muito pouco avançou.
Fique atento(a) ao nossos Calendário de Mobilizações!