Grande ato contra ameaças às empresas e aos serviços públicos na segunda (20), às 12h

A CUT Brasília, os sindicatos filiados e as entidades dos movimentos sociais convocam toda a população brasiliense para defender o fortalecimento dos serviços públicos e das empresas públicas, como o Banco do Brasil, Caixa, Petrobras e Correios. Vamos denunciar e combater as ameaças aos serviços públicos e os riscos de privatização e enfraquecimento das estatais,apresentados no programa tucano e de seus aliados. O chamamento é para a participação em ato público nesta segunda-feira (20), às 12h, no Setor Bancário Sul, diante da Sede 1 do Banco do Brasil, em Brasília. O local é conhecido também como Praça do Cebolão (praça Betinho), na saída da Galeria dos Estados,
“As mesmas forças conservadoras da elite econômica do país que, nos anos 90, entregaram os bancos públicos estaduais, a Vale do Rio Doce, as riquezas minerais e outras estatais ao capital financeiro e especulador , nacional e internacional, agora voltam novamente a mirar a privatização do Banco do Brasil, da Caixa, da Petrobras, dos Correios e outras estatais. Não podemos permitir que instituições e empresas de tamanha importância para a economia, o desenvolvimento agrícola e a sustentação de políticas sociais sejam atacadas, retiradas das mãos do Estado e entregues aos interesses de minorias que vivem de explorar o povo”, alerta o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto.
Ele lembra que está mais do que provado que essas empresas tiveram e têm papel importante no combate à miséria, no estímulo à educação, no financiamento agrícola e de programas de moradia popular, e especialmente para pressionar a redução dos juros bancários e assegurar oferta de crédito barato à população.  “Os governos de Lula e Dilma combateram com sucesso os efeitos da crise econômica mundial usando bancos públicos para assegurar menores juros e promover o mercado de consumo interno, gerando empregos e renda, exatamente o contrário do que vimos no mundo. A Petrobras tem as maiores reservas do mundo e tecnologia de ponta. Não podemos deixar que sejam entregues aos monopólios petrolíferos estrangeiros e abrir mão das nossas riquezas naturais, deixando de investir em saúde e educação, como ameaçam os tucanos”, acrescentou Rodrigo Britto.
Não bastasse defenderem a privatizações de empresas estratégicas, as forças reacionários em torno da candidatura tucana são exatamente as mesmas que vêm atacando os direitos e conquistas dos trabalhadores. São os mesmos grupos que chamamos de ladrões de direitos, que querem realizar uma reforma trabalhista e precarizar o trabalho, com subcontratações sem limites, mais desemprego, menos concursos e carreira, reduções de salários e aumento da rotatividade.  “Não podemos deixar que essas forças avancem mais, Elas já constituem ampla maioria no Congresso, que terá na próxima legislatura a composição mais conservadora e patronal desde a ditadura militar. O sinal de perigo já está aceso para a classe trabalhadora. Precisamos mostrar à população quem está contra e quem está a favor da classe trabalhadora”, esclarece o presidente da CUT Brasília.
Serviços públicos
O programa tucano e de seus aliados da direita é baseado no Estado Mínimo, com redução de serviços públicos, precarização do trabalho e do atendimento à população. A CUT e as entidades dos movimentos sociais defendem, ao contrário, o crescimento do país acompanhado da ampliação e do aperfeiçoamento das políticas sociais voltadas para a saúde, educação, mobilidade urbana, habitação e segurança, entre outras áreas. Isso só pode ocorrer com maior investimento no serviços públicos e na valorização dos servidores.
“Acreditamos que só com o fortalecimento dos serviços e dos servidores públicos, com mais concursos, valorização salarial, progressão nas carreiras e aperfeiçoamento profissional, vamos fazer com que as políticas sociais se concretizem e se consolidem de forma a combater a miséria e as desigualdades sociais, construindo uma sociedade justa”, avalia Rodrigo Britto.
Todos ao ato contra ameaças à privatização das estatais e aos direitos da classe trabalhadora.
Segunda-feira(20), às 12h
Setor Bancário Sul, em frente à sede do Banco do Brasil
Praça do Cebolão, junto á Galeria dos Estados 

Caminhada de mulheres em defesa de direitos ocupa ruas de Taguatinga neste sábado

Coletivos de mulheres, CUT, Sinpro, organizações LGBT, União Brasileira de Mulheres, Marcha Mundial e parlamentares realizam grande manifestação em Taguatinga Norte no próximo sábado (18), a partir das 8h. A concentração se dará no Sesc localizado na CNB 12. Haverá uma caminhada que percorrerá a comercial Norte até chegar à Praça do Relógio, localizada no centro de Taguatinga
“O objetivo da ação é levar as mulheres para as ruas, a fim de discutir com os comerciantes, moradores da redondeza e transeuntes, sobre a atual conjuntura política-eleitoral, onde estão em disputa posições antagônicas no que diz respeito a políticas sociais, trabalhistas e de gênero”, explica Neliane Cunha, uma das organizadoras do evento e diretora da Secretaria de Assuntos e Políticas para as Mulheres Educadoras do Sindicato dos Professores – Sinpro.
Na opinião das dirigentes sindicais CUTistas, um dos projetos em disputa é claramente contrário ao avanço das conquistas dos trabalhadores de forma geral, propondo retrocessos, com precarização das relações do trabalho, redução das políticas sociais, privatização de serviços e estatais, enfim o roubo de direitos da classe trabalhadora.
A ação é uma releitura de um movimento análogo que aconteceu no mesmo local em 2010. “Nós, de movimentos sociais feministas, entendemos que quanto mais espaço político for dado às mulheres, mais políticas públicas serão aprovadas a nosso favor”, afirma a diretora. Segundo Neliane, a mobilização está sendo feita principalmente pela internet, mas alguns grupos de mulheres estão imprimindo e distribuindo convites por conta própria.

Trabalhadores dão “abraço” na Matriz da Caixa em defesa do banco público

Trabalhadores de várias categorias, especialmente os bancários, “abraçaram” a Caixa Econômica Federal para simbolizar a defesa dos bancos públicos contra a privatização. O ato nacional em defesa da Caixa foi realizado em vários estados brasileiros. em Brasília, aconteceu nessa quinta feira (16), no horário do almoço, em frente à matriz l da Caixa, no Setor Bancário Sul.
Para reforçar a campanha contra a privatização dos bancos públicos, conforme ameaça o programa tucano, uma série de manifestações tem sido realizada pela a categoria.  A próxima será na segunda feira (20), ao meio dia, em frente ao Banco do Brasil, na praça do Cebolão (praça Betinho), no Setor Bancário Sul de Brasília.
“É importantíssimo que todos reforcem a luta em defesa dos bancos públicos. É preciso que todos nós nos empenhemos em garantir instituições que deem sustentação às políticas sociais em benefício da população e do setor produtivo, gerando emprego e renda”, afirma Antônio Abdan, secretário de Formação do Sindicato dos Bancários de Brasília.
Durante o ato a categoria deixou clara sua reivindicação, que, segundo o presidente da Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Carlos Cordeiro,  não é somente defender os interesses dos trabalhadores bancários e sim de toda a população brasileira. “A Caixa é o banco do povo, que tem beneficiado milhões de brasileiros através do apoio a programas como o Bolsa Família, Prouni/FIES, Minha Casa Minha Vida, oferecendo crédito com taxa de juros reduzida para os trabalhadores agrônomos. Não vamos permitir que ninguém coloque em risco isso”, afirma.

Professores de escolas particulares vão ao TRT pedir respeito à categoria

Ao invés de aproveitar o feriado comemorativo do Dia do Professor da última quarta feira (15) para descansar de sua árdua e exaustiva rotina de trabalho, os professores de estabelecimentos privados de ensino  participaram de ato pacífico em frente ao Tribunal Regional de Trabalho (TRT). Além das costumeiras faixas de protesto, os profissionais levaram um quadro negro para a porta do tribunal onde se lia: “Cidadania, Respeito e Dignidade para o professor”,síntese clara de suas revindicações.
“Somos os professores que ensinam os filhos dos juízes, os filhos dos advogados, os filhos dos engenheiros. Não é assim que se trata a categoria que ensina a sociedade”, afirma Trajano Jardim, diretor de Comunicação do Sinproep, o sindicato que representa a categoria.
Atualmente, professores de aproximadamente 100 escolas privadas do DF, especialmente do ensino infantil, recebem salários que, bruto, somam R$ 740. Há mais de dois anos não recebem aumento salarial, enquanto as mensalidades das escolas particulares são reajustadas com frequência, como explica  Rodrigo de Paula, diretor Jurídico do sindicato: “As escolas particulares brasileiras nunca faturaram tanto, e os professores nunca ganharam tão pouco”. A previsão, segundo levantamento preliminar feito por notificações enviadas pelo Correio, para o próximo ano é de um aumento de 17,5% nas mensalidades das principais redes de ensino particular do DF. Em Brasília há 482 escolas particulares.
Julgamento do dissídio coletivo
Em maio de 2013 foi apresentado ao TRT o Dissídio Coletivo da categoria, ação que tem por finalidade solucionar questões trabalhistas que não puderam ser resolvidas pela negociação direta entre trabalhador e patronato. A pauta reivindicatória era de aumento de R$ 360 no piso da categoria,  o que levaria o salário a atingir o valor de R$ 1.100. Além disso, os professores esperam que seus salários sejam reajustados de forma proporcional ao aumento da mensalidade, porém o tribunal ainda não julgou a ação.
“Estamos aqui nessa data simbólica para pedir aos juízes do TRT um presente pelo nosso dia: queremos a data do julgamento do nosso dissídio coletivo”, afirmou o diretor jurídico do sindicato. “Estamos há mais de um ano esperando por isso, e  pedimos para que o presidente desembargador do tribunal receba uma pequena comissão de professores para entregar um documento que sintetiza o sentimento de mais de 16.000 profissionais da área”, completou o diretor.
Durante o ato, o advogado do sindicato entrou em contato com a assessoria do presidente do tribunal, que recebeu a comissão de professores e marcou a data provável do julgamento para o próximo dia 26.
Baile do Professor no dia 24
O Dia do Professor será comemorado com tradicional baile no próximo dia 24 de outubro, sexta-feira, às 21 horas, no Net Live Brasília (antigo Ópera Hall). O Sinproep contratou este ano para animar a festa os sertanejos Bonni e Belluco, a dupla brasiliense Pedro Paulo e Mateus e a Banda Squema 6.
Fonte: Secretaria de Comunicação CUT Brasília

Campanha pelo plebiscito popular intensificará organização, formação e lutas

Na assembleia final da plenária da 5ª Plenária Nacional da campanha do Plebiscito Constituinte, realizada em Brasília, a organização do econtro divulgou duas cartas. Na primeira, fez um balanço da campanha e afirmou que a luta terá continuidade. Na segunda, as entidades defenderam a reeleição de Dilma contra o retrocesso e os ataques a direitos e conquistas dos brasileiros.
O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria da Presidência da República, participou do encerramento 5ª plenária nacional e afirmou que a reforma apontada por Dilma como “mãe” das outras reformas, será prioridade no próximo mandato, caso seja reeleita. “Da parte dela, não faltará apoio (ao plebiscito), mas precisamos massificar processo para que a maioria dos brasileiros se convença da importância da reforma. Para que os mais ricos, mais poderosos ou que se deixam corromper pelo Capital não se elejam deputados ou senadores  e deturpem completamente a representação do povo no Poder Legislativo”, afirmou.
Integrante do comitê do plebiscito popular, Ricardo Gebrim destacou que a proposta de consulta popular apresentada pela presidenta como resposta as manifestações de junho de 2013 é a bandeira que unifica a juventude organizada em torno dos protestos, os movimentos estudantis, a maior central do país e os partidos progressistas.
Ele também rechaçou o temor de que uma consulta popular possa ser vencida pela direita. Para exemplificar, resgatou o exemplo da campanha pelas Diretas Já, no início da década de 1980. Na ocasião, o maior partido era a Arena (Aliança Renovadora Nacional), ligado aos governos militares, mas na construção da campanha os setores progressistas cresceram.
“A força se constrói na luta de massas”, avaliou Gebrim. “A história não é uma fotografia, é um filme em movimento. Como ontem quando a burocracia do Congresso não queria nos deixar entrar e o ato elevou nossa consciência. Fe z com que entendêssemos o papel do Congresso Nacional e nos ensinou mais em alguns minutos do que muitos cursos.”
Intensificação da campanha
Plebiscito
A campanha deve ter agora como foco três pontos: organização, formação e lutas. Os comitês serão mantidos e os militantes promoverão reuniões para discutir mobilizações e apresentar o balanço das ações à população que votou e participou do plebiscito. A ideia é também fazer um curso da campanha com base nos pontos unitários e, no dia 15 de novembro deste ano, quando a proposta da consulta popular completa um ano, preparar um jornal e mobilizações.
O dirigente propôs ainda um dia nacional de lutas, inicialmente, pensado para março de 2015
“O  papel do lutador popular é jogar fagulhas. Muitos fósforos queimam antes de o fogo pegar, mas um deles pode acender a fogueira”, comparou.
Para o dirigente do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), Marcos Araújo, a manutenção do debate será fundamental para impedir que discursos e propostas vazias de reforma política sem participação popular iludam a sociedade. “A transformação será feita pela luta da população”, definiu.
Diretor Executivo da CUT, Júlio Turra, alertou que se a aprovação da proposta de plebiscito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB-RN), teve a intenção de desmobilizar as organizações, foi um equívoco.
“Ele disse não ver problema algum na consulta porque, por si só, ao define para qual lado vai a decisão. Se esse discurso pretende nos acalmar, não conseguira, porque estaremos atuantes para que proposta de Constituinte Exclusiva e Soberana se concretize e que a composição dessa constituinte se dê em outras bases, sem financiamento empresarial e com respeito às diversidades”, falou.
Câmara recebe abaixo-assinado
Representantes de movimentos sociais, estudantis e sindicais de todo o Brasil entregaram nessa terça feira (14) ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, abaixo-assinado reivindicando um plebiscito constituinte para debater uma possível reforma política no país.
Foram recolhidas quase 8 milhões de assinaturas por todo o Brasil, contando com a colaboração de 480 entidades sociais, que pedem ao Congresso a aprovação da convocação de um referendo, que, segundo a Constituição brasileira, somente o Congresso Nacional tem o poder de convocar.
A entrega do abaixo-assinado é resultado de uma série de atividades programadas na semana da 5ª Plenária Nacional da campanha do Plebiscito Constituinte, que teve início na segunda feira (13).
Nesta abertura da Plenária Nacional da campanha, diante de ativistas de vários estados do Brasil e uma plateia majoritariamente jovem que lotou um teatro da capital federal, a presidenta Dilma Rousseff recebeu das mãos de militantes a comprovação de uma tese (resultado do plebiscito) na qual acredita e traduziu sua importância: O Brasil deseja mudar as regras do sistema político.

Bancários de Brasília e entidades sindicais fazem ato nesta quinta (16) às 12h em defesa da Caixa

O Sindicato dos Bancários de Brasília, a CUT, a  Contraf/CUT, a Fenae, as Apcefs e outras entidades do movimento dos trabalhadores e da sociedade civil realizam nesta quinta-feira (16), em todo o país, o Ato em Defesa da Caixa. O objetivo é reforçar a mobilização dos empregados pelo fortalecimento da empresa, ou seja, contra a ameaça de privatização da empresa apresentada pela campanha tucana à Presidência.
Em Brasília (DF), o ato será realizado a partir das 12h, em frente ao prédio da Matriz I.
No Rio de Janeiro (RJ), vai ocorrer na unidade do Edifício Almirante Barroso, no centro da cidade. Na capital paulista, as ações estão ocorrendo diariamente e serão reforçadas na quinta-feira. Já em Fortaleza (CE), a concentração será na agência da Praça do Ferreira. Nesta terça-feira (14), houve mobilização em Juiz de Fora (MG).
“A Caixa é um patrimônio do povo brasileiro, protagonista na construção de um País mais justo e democrático que começou com Lula e continua com Dilma Rousseff. Por isso, é preciso repudiar qualquer proposta que represente uma ameaça concreta ao futuro do País, do banco e dos seus 100 mil empregados”, diz o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira. Ele acrescenta: “A atuação da Caixa, do Banco do Brasil, do BNDES, do BNB e do Basa foi fundamental para os avanços da última década, como a recente saída do Mapa Mundial da Fome da ONU”.
Clique aqui e veja o Manifesto em Defesa da Caixa.

Vencedores e finalistas do Prêmio Luiz Gushiken

Saiba quem foram os vencedores e finalistas de cada uma das sete categorias do 1º Prêmio Luiz Gushiken de Jornalismo Sindical Popular e quem levou o primeiríssimo lugar. A cerimônia de entrega da premiação foi realizada nessa segunda-feira (13), em cerimônia no Teatro dos Bancários de Brasília. Mais de cem trabalhos inscritos disputaram o Prêmio.
ARTES
artes
1º lugar – Dia da Mulher
Sindicato dos/Bancários DF
Autor: Valdo Virgo
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Projeto visual para panfleto, banner e web. Tipologia e cores empregadas, aliadas à ilustração do salto alto, vão direto ao ponto. Captam atenção imediata do leitor para o tema.
Finalista: Revista Sinpro Mulher
Publicação do Sinpro-DF
Autor: Samuel Alves de Paula
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: O Projeto gráfico-editorial de bom gosto, com apresentação didática e contemporânea. Ilustrações contextualizadas, com elementos regionais na capa, e adequadas. Permitem ao leitor ótima interação com o conteúdo.
Finalista: Capa Quadro Negro 185
Publicação do Sinpro DF
Autor: Samuel Alves de Paula
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Capa criativa, muito bem relacionada ao tema. O trabalho visual usado no desenvolvimento do assunto dá excelente ideia da mensagem. Material limpo, direto e objetivo.
ESTUDANTIL
A única inscrição foi infelizmente invalidada pela Comissão Organizadora.
FOTOGRAFIA
fotografia
1º lugar – Trabalhador
Autor: Wagner Fraga Friaça
Exposição Talentos do Senado
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Um autêntico trabalhador brasileiro. Com boa luz e corte, a foto retrata a exploração do trabalhador brasileiro. A vida deixa de ser colorida, passa em preto e branco.
Finalista: Passeata Palestina Livre
Autor: Marcelo Tavares Borges
ECOM – Escola de Comunicação Comunitária de Itapoã
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Um bom contraluz, com sol explodindo ao fundo e banhando toda a imagem, realçando os rostos. Traz a mensagem política da manifestação coletiva e solidária. O homem à frente da passeata é significativo. Não há idade para as lutas sociais.
Finalista: Direitos Indígenas
Autor: Wagner Fraga Friaça
Revista de prestação de contas do ex-senador Sérgio Souza (PMDB-PR)
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: A foto tem boa luminosidade e colorido atraente. O indígena com a Constituição é um registro incomum, captando um contraste social impactante.
IMPRESSO
Impresso2
1º lugar: Revista Sinpro Mulher
Autores: Eliceuda França, Neliane Cunha e Vilamara Carmo
Secretaria de Políticas para Mulheres do Sinpro-DF
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Com edição gráfica esmerada e apuração jornalística de caráter histórico, a publicação apresenta interessantes matérias sobre a participação das mulheres em várias questões na sociedade. Ao mesmo tempo, mantém o diálogo permanente com a categoria, abordando relações de gênero na escola e apontando saídas.
Finalista: Revista Ela por Elas
Autores: Mark Florest,Debora Junqueira, Denilson Cajazeiro, Saulo Martins e Nancy Alves
Sinpro MG
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Primorosa qualidade gráfica, com conteúdo informativo claro e direto. A temática de gênero é explorada em múltiplos aspectos (histórico, sociológico e jurídico, por exemplo), com fundamento no direito à cidadania e à inclusão social.
Finalista: HSBC é condenado por violar intimidade de funcionários afastados
Autora: Daniele Silveira
Brasil de Fato
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: A matéria é a expressão da preocupação editorial do jornal com interesses da classe trabalhadora. A denúncia, gravíssima, é apurada com qualidade, ouvindo diferentes atores. Indiscutivelmente um fato jornalístico que, na maior parte das vezes, é ignorado pela mídia comercial.
INTERNET
internet
1º lugar: Site do Sinpro-DF
Autores: Juliana Oliveira, Eduardo Homero e Cláudio Antunes
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Com uma diagramação limpa, o site consegue agregar informações atualizadas de interesse específico do sindicato, da categoria dos professores e notícias da luta geral dos trabalhadores. A navegação é intuitiva e bem organizada. Uma demonstração de que é possível e necessário fortalecer a comunicação sindical para a luta dos trabalhadores e para a construção de um país democrático.
Finalista: Facebook, muito além de um post
Autor: ECOM – Escola de Comunicação Comunitária de Itapoã
Representante: Joaquim Carvalho
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Uma proposta para administração do facebook do Sindicato dos Professores do DF – Sinpro-DF, que demonstra ser possível investir em comunicação como ferramenta de disputa de ideias e mobilização da categoria.
Finalista: SJPDF ganha ações de jornalistas demitidos pelo Estadão
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal
Autores: Gisliene Hesse e Jonas Valente
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Noticiário objetivo da vitória da ação sindical, que agrega, além do fato, orientações para o profissional estar mais atento sobre seus direitos.
RÁDIO
1º lugar: Os filhos da ditadura – 50 anos para não esquecer
Autores: Lucas Scherer, Natália Godoy, Rodrigo Nunes, Rodrigo Orengo e Weverton Borges
Veículo – BandNews FM Brasília 
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Conjunto de sete reportagens que trata dos efeitos danosos da ditadura sobre a vida de jovens e trabalhadores de todo o país. Com depoimentos de vítimas da ditadura e filhos de perseguidos, torturados e mortos, a produção aborda todo o período desde o golpe até a anistia, passando por todos os momentos críticos da luta política, social e sindical de resistência ao governo militar e às leis de exceção.
Menção Honrosa – Produções com temáticas atuais e interessantes, mas, na opinião das Comissões organizadora e julgadora, não diretamente pertinentes à proposta do Prêmio Luiz Gushiken, centrada na organização e luta dos trabalhadores e no tratamento de questões voltadas às relações do capital e trabalho.
Os órfãos da Justiça
Autores: Bruno Feittosa, Leandro Aislan, Weverton Borges, Luana Souza e Rodrigo Orengo
Veículo – Band News
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: O mérito dessas quatro reportagens é trazer à tona o problema da legião dos “sem sentença”, cerca de 200 mil pessoas encarceradas indevidamente. Aponta consequências, falhas na Justiça e possíveis soluções no âmbito dos três Poderes.
O tráfico que escraviza
Autores: Fernanda Makino, Leandro Aislan, Weverton Borges, Luana Souza e Rodrigo Orengo
Veículo – Band News
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Série de três reportagens que apresenta os desafios ao combate à rede mundial do narcotráfico.
TELEVISÃO E VÍDEOS

 1º lugar: Escola de Mídia Comunitária – Turma 3

Autores: Paula Rocha Nogueira, Diego Castro, Agostinho Reis, Rachel Porto e Paulo Miranda
TV em Movimento – TV Comunitária de BrasíliaJUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Programa produzido com crianças e adolescentes que mostram a realidade de sua escola, promovendo a reflexão sobre a importante participação da comunidade na construção do saber e nos desenvolvimento das crianças. O trabalho ganha maior dimensão ao se levar em conta a necessidade de massificação do debate sobre a importância da mídia na vida cotidiana da população.
Finalista: Corrida do Sinpro
Autores: Juliana Oliveira Maciel, Claudio Antunes e Deusilene Francesca de Souza.
Sinpro DF
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: O vídeo destaca a proposta de integração dos professores que por meio de uma atividade da corrida. A atividade alia e discute lazer, bem estar e condição de trabalho e, asism, amplia a ação sindical para outras perspectivas.
Finalista: Semelhança? Mera Coincidência?
Sindicato dos Bancários de Brasília
Autores: Wellington dos Santos Rocha e Rodrigo Couto
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: Vídeo criativo que esclarece e conscientiza sobre abusos dos banqueiros cometidos contra os bancários, que são tratados como “produtos descartáveis” após serem usados e explorados.
ESPECIAL
Especial
1º lugar: Campanha de segurança dos Jornalistas
Autora: Samira de Castro Cunha
(Mural, Cartilha, Doação de Sangue, Facebook)
Sindicato dos Jornalistas do Ceará – Sindjorce
JUSTIFICATIVA DOS JURADOS: O Mural apresenta a campanha de forma impactante quando mostra foto e preço dos equipamentos de segurança aos trabalhadores jornalistas. Sugere também uma segunda leitura quando se apresenta em forma de divulgação de panfleto de vendas de produto comercial. O Manual de segurança para jornalistas em coberturas de risco expressa claramente através da imagem a situação de risco que vivem os jornalistas
MENÇÃO HONROSA
PL 4330-FACE (1)
 
Os vídeos sobre o PL 4330 podem ser vistos no canal da CUT Brasília no Youtube, clique aqui
Não aos ladrões de direitos
CUT Brasília e sindicatos filiados
Equipe: Ricardo Oliveira, Jean Maciel, José Júnior, Guina Ferraz, Drielle Vasti, Ronaldo Barroso, Vanessa Galassi, André Barreto, Robson Silva, José Luiz Frare, Equipe ECOM/Sinpro-DF, Valdo Virgo, Elton Valdas, Pricilla Beine, Talita Régia e outros.
JUSTIFICATIVA: Peças produzidas para todos os veículos impressos, eletrônicos e redes sociais da bem sucedida mobilização e campanha de combate ao Projeto de Lei 4330, que precariza o trabalho e rouba direitos dos trabalhadores.
GRANDES VENCEDORES
1º lugar: Escola de Mídia Comunitária – Turma 3
Autores: Paula Rocha Nogueira, Diego Castro, Agostinho Reis, Rachel Porto e Paulo Miranda
TV em Movimento – TV Comunitária de Brasília
2º lugar: Dia da Mulher
Sindicato dos/Bancários DF
Autor: Valdo Virgo
 

Bancários assinam convenção e acordos coletivos com ganhos econômicos e sociais

A Contraf-CUT, federações e sindicatos de bancários assinaram com a Fenaban na tarde desta segunda-feira (13), em São Paulo, a 23ª Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), conquistada com a greve na Campanha Nacional 2014, que garante aumento real de salário pelo 11º ano consecutivo, além de avanços nas condições de trabalho, como os mecanismos de combate às metas abusivas e ao assédio moral. A solenidade foi realizada no hotel Macksoud Plaza, em São Paulo.
Além da CCT, as entidades sindicais assinaram também no mesmo local os acordos aditivos específicos com o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste do Brasil (BNB), além do acordo de Participação nos Resultados (PR) com o HSBC.
A CCT e o acordo de PLR já estão disponíveis na seção de Convenções e Acordos no site da Contraf-CUT.
“Essa foi mais uma campanha com a força da unidade e da mobilização da categoria, que conseguiu, em um período mais curto de tempo que nos anos anteriores, após intensas negociações, conquistar aumento real de salário e valorização do piso, contribuindo para avançar na distribuição da renda no Brasil, que tem a sexta maior economia mas ainda é um dos 12 países mais desiguais do planeta”, avalia o presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro.
Cordeiro destaca também outros avanços importantes. “Essa campanha não teve apenas vitórias econômicas. Tivemos importantes avanços na questão da saúde e condições de trabalho, combatendo o adoecimento e o afastamento de bancários. A proibição de cobrança de metas passa a abranger não somente SMS, mas qualquer outro meio eletrônico. Além disso, os bancos assumiram o compromisso para que o ‘monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva para prevenir conflitos nas relações de trabalho’.
“A partir de agora, o bancário que se sentir pressionado por cumprimento de metas, colocando em risco sua saúde física e mental, terá mais um canal de denúncias, que é o sindicato, e os bancos terão prazo para dar uma resposta sobre o caso”, enfatiza o dirigente sindical.
“Os bancários merecem os parabéns. Desde 2004, já acumulamos aumento real de 20,7% nos salários e de 42,1% nos pisos. Além disso, os bancários conquistaram avanços nas negociações específicas com os bancos públicos e uma conquista no HSBC”, salienta.
Cordeiro também aponta a importância da continuidade da discussão dos resultados do II Censo da Diversidade para, a partir dos resultados, serem tomadas medidas para acabar com a exclusão e a discriminação dentro dos bancos. Ela ainda frisou a necessidade de fortalecer o processo de negociação permanente, através das mesas temáticas, buscando aprofundar os debates e construir novas conquistas para a categoria.
AS PRINCIPAIS CONQUISTAS DA CONVENÇÃO COLETIVA
Reajuste – 8,5% (2,02% de aumento real).
Piso portaria após 90 dias – 1.252,38 (9% ou 2,49% de aumento real).
Piso escritório após 90 dias – R$ 1.796,45 (9% ou 2,49% acima da inflação).
Piso caixa/tesouraria após 90 dias – R$ 2.426,76 (salário mais gratificação mais outras verbas de caixa), significando reajuste de 8,87% e 2,37% de aumento real).
PLR regra básica – 90% do salário mais R$ 1.837,99, limitado a R$ 9.859,93. Se o total ficar abaixo de 5% do lucro líquido, salta para 2,2 salários, com teto de R$ 21.691,82.
PLR parcela adicional – 2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 3.675,98.
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Antecipação da PLR
Primeira parcela depositada até dez dias após assinatura da Convenção Coletiva e a segunda até 2 de março de 2015.
Regra básica – 54% do salário mais fixo de R$ 1.102,79, limitado a R$ 5.915,95 e ao teto de 12,8% do lucro líquido – o que ocorrer primeiro.
Parcela adicional – 2,2% do lucro líquido do primeiro semestre de 2014, limitado a R$ 1.837,99.
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Outras verbas
Auxílio-refeição – R$ 26,00 (R$ 572,00 ao mês), reajuste de 12,2%, ou 5,5% de aumento real.
Auxílio-cesta alimentação e 13ª cesta – R$ 431,16. (Somados, os auxílios refeição e cesta-alimentação resultam em R$ 1.003,13 por mês, o que representa reajuste de 10,76%).
Auxílio-creche/babá (filhos até 71 meses) – R$ 358,82.
Auxílio-creche/babá (filhos até 83 meses) – R$ 306,96.
Gratificação de compensador de cheques – R$ 139,44.
Requalificação profissional – R$ 1.227,00.
Auxílio-funeral – R$ 823,30.
Indenização por morte ou incapacidade decorrente de assalto – R$ 122.770,20.
Ajuda deslocamento noturno – R$ 85,94.
AS CONQUISTAS SOCIAIS
Combate às metas abusivas – Bancos incluirão na Convenção Coletiva o compromisso de que “o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva para prevenir conflitos nas relações de trabalho”. Trata-se de mais um passo no combate às metas abusivas, que tem provocado adoecimento e afastamento de bancários. Além disso, a cobrança de metas passará a ser proibida não somente por SMS, mas também por qualquer outro tipo de aparelho ou plataforma digital.
Dias parados – A compensação dos dias parados durante a greve será de uma hora por dia no período de 15 de outubro a 31 de outubro, para quem trabalha seis horas, e uma hora por dia no período entre 15 de outubro e 7 de novembro, para quem trabalha oito horas.
Certificação CPA 10 e CPA 20 – Quando exigido pelos bancos, os trabalhadores terão reembolso do custo da prova em caso de aprovação.
Adiantamento de 13º salário para os afastados – Quando o bancário estiver recebendo complementação salarial, terá também direito ao adiantamento do 13º salário, a exemplo dos demais empregados.
Reabilitação profissional – Cada banco fará a discussão sobre o programa de retorno ao trabalho com o movimento sindical.
Gestantes – As bancárias demitidas que comprovarem estar grávidas no período do aviso prévio serão readmitidas automaticamente.
Casais homoafetivos – Os bancos divulgarão a cláusula de extensão dos direitos aos casais homoafetivos, informando que a opção deve ser feita diretamente com a área de RH de cada banco, e não mais com o gestor imediato, para evitar constrangimentos e discriminações.
Novas tecnologias – Realização de seminários periódicos para discutir sobre tendências de novas tecnologias.
Campanha sobre assédio sexual – Os bancos assumiram o compromisso de realizar uma campanha junto com os bancários para combater o assédio sexual no trabalho.
Fonte: Contraf-CUT

Saem os finalistas do Prêmio Luiz Gushiken de Jornalismo

A Comissão Julgadora do 1º Prêmio Luiz Gushiken de Jornalismo Sindical e Popular selecionou 17 trabalhos inscritos como finalistas do concurso promovido pela CUT Brasília. Os ganhadores nas categorias em disputa no Prêmio serão conhecidos na próxima segunda-feira (13), em cerimônia no Teatro dos Bancários de Brasília (EQS 314/315), a partir das 18h30.
Entre os ganhadores das categorias, dois trabalhos serão eleitos os grandes vencedores, com uma premiação especial. O primeiríssimo lugar receberá viagem a Porto Seguro, com direito a um acompanhante, com estada paga e um cheque de R$ 2.500. O segundo lugar ganhará um prêmio de R$ 1.500.
A Comissão Julgadora contou com a participação de representantes da CUT nacional e de entidades da sociedade civil, como ANPT, Anamatra, Associação de Advogados Trabalhistas, FNDC, Dieese, Diap, MST, CMP, UnB, EcoCUT, Marcha Mundial de Mulheres, Elos LGBT, Secretaria de Igualdade Racial do GDF.
A escolha dos ganhadores de cada categoria cabe à Comissão Organizadora da CUT Brasília.
 
Conheça os finalistas:
Capa Quadro Negro 185
Autor: Samuel Alves de Paula
Publicação do Sinpro DF
 Revista Sinpro Mulher
Autor: Samuel Alves de Paula
Publicação do Sinpro-DF
 Dia da Mulher
Autor: Valdo Virgo
Sindicato dos/Bancários DF
 Passeata Palestina Livre
Autor: Marcelo Tavares Borges
ECOM – Escola de Comunicação Comunitária de Itapoã
Trabalhador
Autor: Wagner Fraga Friaça
Exposição Talentos do Senado
 Direitos Indígenas
Autor: Wagner Fraga Friaça
Revista de prestação de contas do ex-senador Sérgio Souza (PMDB-PR)
HSBC é condenado por violar intimidade de funcionários afastados
Autora: Daniele Silveira
Brasil de Fato
Revista Sinpro Mulher
Autores: Eliceuda França, Neliane Cunha e Vilamara Carmo
Secretaria de Políticas para Mulheres do Sinpro-DF
Revista Ela por Elas
Autores: Mark Florest,Debora Junqueira,  Denilson Cajazeiro, Saulo Martins e Nancy Alves
Sinpro MG
Facebook, muito além de um post
Autor:  ECOM – Escola de Comunicação Comunitária de Itapoã
Representante: Joaquim Carvalho
 SJPDF ganha ações de  jornalistas demitidos pelo Estadão
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal
Autores: Gisliene Hesse e Jonas Valente
 Site do Sinpro-DF
Autores: Juliana Oliveira, Eduardo Antero e Cláudio Antunes
Os filhos da ditadura – 50 anos para não esquecer
Autores: Lucas Scherer, Natália Godoy, Rodrigo Nunes, Rodrigo Orengo e Weverton Borges
Veículo  – BandNews FM Brasília
Semelhança ? Mera Coincidência?
Sindicato dos Bancários de Brasília
Autores: Wellington dos Santos Rocha e Rodrigo Couto
Escola de Mídia Comunitária – Turma 3
Autores: Paula Rocha Nogueira, Diego Castro, Agostinho Reis, Rachel Porto e Paulo Miranda
Corrida do Sinpro
Autores: Juliana Oliveira Maciel, Claudio Antunes e Deusilene Francesca de Souza.
Sinpro DF
 Campanha de segurança dos Jornalistas
Autora: Samira de Castro Cunha
(Mural, Cartilha, Doação de Sangue, Facebook)
Sindicato dos Jornalistas do Ceará – Sindjorce

Rodoviários da São José em greve vão ao TRT revindicar hora extra

Rodoviários da empresa Viação São José terão reunião no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) nesta quinta feira (9) para discutir qual medida deve ser tomada para que a empresa pague corretamente pelas horas extras trabalhadas.
Mesmo após três dias consecutivos de greve, a empresa de transporte público que atende à população de Ceilândia, Taguatinga, Brazlândia e Vicente Pires ainda não se mostrou disposta a negociar, inclusive o parcelamento de desconto de encargos sobre salários. “Existem casos de funcionários que fizeram até 40 horas extras e receberam por 10, e isso a gente não pode aceitar”, afirma João Jesus de Oliveira, diretor de comunicação do Sindicato dos Rodoviários. “Esperamos que essa situação se resolva com a reunião no TRT. Até lá, a greve continua”, disse o diretor.
Não é a primeira vez que a categoria entra em desacordo com o patronato. Ainda esse ano, houve uma campanha para o aumento do salário dos cobradores e motoristas da empresa. Após muita luta, foi concedido reajuste de 20%, a vigorar em 1º de maio, mas o acordo demorou a ser cumprido, levando a várias manifestações e paralisação até meados do ano.

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