CED Stella de Planaltina lança projeto Baú das Artes, que irá escrever um livro

O CED Stella Cherubins Guimarães Trois, em Planaltina, lançou, nessa segunda-feira (17/4), o projeto do livro que será a culminância da atividade pedagógica intitulada Baú das Artes – Pedra Fundamental. O lançamento dessa fase do projeto ocorreu no auditório Anjos Cênicos, da própria escola. A atividade contou com a presença da deputada federal Erika Kokay (PT-DF), do professor historiador Robson Eleuterio e de representantes do deputado distrital Gabriel Magno (PT), do administrador de Planaltina, da Coordenação Regional de Ensino (CRE), e do ECOMUSEU, dentre outras personalidades. Confira no Facebook do Sinpro o álbum de fotografias do evento.

 

A escola planeja lançar o livro em agosto deste ano. Por isso que a escritura do livro já vem sendo realizada desde o início de março deste ano e envolve as disciplinas história, a eletiva “Planaltina e suas peculiaridades”, bem como português, abrangendo redação e escrita criativa. Os(as) professores(as) das referidas disciplinas estão trabalhando com oito turmas, fazendo visitas técnicas na parte histórica da cidade, realizando palestras com pessoas de diversas áreas, como astronomia, geografia, povos originários

 

 Projeto centenário Pedra Fundamental foi realizado na ocasião das comemorações do centenário da Pedra Fundamental de Brasília no ano passado. A Pedra Fundamental de Brasília foi instalada no Morro do Centenário, em Planaltina. O obelisco foi construído como monumento arquitetônico para lançar a construção de Brasília e foi assentado no local em 7/9/1922.

 

Atual coordenadora da escola, a professora de matemática Mara Müller explica que a realização do projeto Baú das Artes em 2023 está relacionado com as atividades de 2022. “No ano passado, fizemos um projeto de comemoração do centenário da Pedra Fundamental de Brasília com várias atividades pedagógicas intitulado Baú das Artes – Pedra Fundamental, como um concurso de redação, passeio ciclístico, visita técnica à Pedra Fundamental contando a parte histórica, encontros com os estudantes registrando de que forma, como e por que a Pedra Fundamental da construção do Distrito Federal foi instalada em Planaltina-DF”, conta.

 

No ano passado, além dessas atividades, a escola enterrou a “Cápsula do Tempo” na área do obelisco, a qual será aberta em 2122, daqui a 99 anos. “Com isso, o projeto Baú das Artes, cujo criador foi o professor e historiador Robson Eleutério, tem subsídios para que este ano a gente escreva o livro sobre as comemorações para ter um registro histórico delas”, informa a professora.

 

Projeto pedagógico: a realização de um livro

 

“O livro terá cinco capítulos com participação dos estudantes com uma página nos quatro primeiros capítulos. O quinto e último capítulo será todo da escola. Ou seja, a escola vai escrever o quinto capítulo todo, relatando como surgiu toda a comemoração do centenário em 2022”, informa Mara Müller.

 

Ela afirma que este projeto só está sendo possível porque contou com o apoio da deputada federal Erika Kokay (PT-DF) e do deputado distrital Gabriel Magno (PT). “Eles estão na parte de apoio financeiro para que a gente consiga visitar os locais necessários, realizar as palestras e os estudantes ficam mais informados e adquiram mais conhecimento”, finaliza.

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Em audiência pública, CNTE reafirma legalidade da lei do Piso Nacional do Magistério

Em audiência pública proposta pela deputada federal Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP), a CNTE reafirmou a legalidade da Lei do Piso, e apontou que ilegais são as ações para fraudar o pagamento dos profissionais do magistério. A deputada Luciene disse ter apresentado um projeto de lei para tornar crime de improbidade o não cumprimento do piso do magistério, com mecanismos de punição. Leia abaixo matéria da CNTE sobre a audiência.

 

***

Em audiência pública, CNTE reafirma legalidade da lei do Piso Nacional do Magistério

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) participou nesta segunda-feira (17) de uma audiência pública proposta pela deputada federal Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP) na Comissão de Educação para discutir o pagamento do Piso Nacional do Magistério na educação básica. Apesar de garantido por meio da lei n° 11.738 desde julho de 2008, o piso não é cumprido por muitos estados e municípios, que buscam mecanismos para burlar o compromisso.

Durante o encontro, o coordenador da Comissão Permanente de Educação do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União, Lucas Sachsida Carneiro, apontou que a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) conta com um parecer jurídico que tenta impedir a aplicação da lei.

A vice-presidente da CNTE, Marlei de Carvalho, rebateu a afirmação e apontou que a medida já foi referendada inclusive pela maior instância do país, o Supremo Tribunal Federal (STF).

“A lei do piso está em vigência e precisa ser aplicada nos estados e municípios a partir da integralidade do que diz. Já tivemos duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI), 4.167 e 4.848, e ambas reiteraram a constitucionalidade do piso. A primeira, inclusive, dizendo que deveria ser aplicado no nível do magistério respeitadas as carreiras dos profissionais da educação do país. Essa história do parecer fake da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) é porque perderam na lei, nas duas ações diretas e neste Parlamento, quando não deixamos que fosse aprovado o recurso especial 108 que definiria o aumento apenas pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor)”, apontou.

A dirigente alertou ainda, que todas as ações dos governadores e prefeitos para fraudar o pagamento são ilegais, inclusive, o achatamento da tabela e a oferta de abono em vez de aumento, que têm sido utilizados para não elevar os salários com base na lei.

Para Marlei, ajustes são necessários, mas devem tratar apenas da inclusão e não da retirada de direitos. “Precisamos avançar e para isso a lei do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) traz a atualização para que possamos, de fato, colocar na Lei do Magistério os demais profissionais da educação que estão no artigo 61 da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional)”, pontuou.

Ainda precisa melhorar

De acordo com o coordenador-geral de Planos Decenais de Educação da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino e representante do Ministério da Educação (MEC) no debate, Maurício Prado, a lei do piso tem garantido aumento real para os profissionais do magistério, quase sempre acima da inflação. De 2012 a 2023, o piso aumentou mais de 300%, segundo Prado, enquanto o índice nacional de preços ao consumidor ficou pouco acima de 81% no mesmo intervalo.

Ainda assim, Prado ressaltou que o valor permanece abaixo da meta prevista no Plano Nacional de Educação de igualar os salários dos professores da educação básica à média recebida por demais profissionais de mesmo nível de escolaridade.

Em 2020, os professores do ensino médio recebiam, em média, R$ 5,4 mil por mês, o que representa 82% da renda média das pessoas empregadas com ensino superior (R$ 6,5 mil), um dos fatores que preocupa o país e pode provocar a carência de profissionais na área (https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2022-09/em-2040-brasil-podera-ter-carencia-de-235-mil-professores-diz-estudo).

Em janeiro deste ano, o MEC anunciou o reajuste do piso salarial dos professores e professoras em 14,95%, medida que elevou o pagamento de R$ 3.845,63 para R$ 4.420,55 aos profissionais da rede pública que mantém jornada máxima de 40 horas semanais.

O cálculo sobre o valor a ser aplicado é realizado pelo governo federal e pago pelos governos estaduais e prefeituras com recursos do Fundeb. O índice leva em conta a variação dos dois anos anteriores à data da atualização.

Punição a quem ataca a educação

O coordenador da Comissão Permanente de Educação do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União, Lucas Sachsida Carneiro, apontou que as alegações de prefeitos e governadores descomprometidos com a educação não têm fundamento jurídico, mas defende que a questão poderia ser resolvida por meio da alteração da nova lei do Fundeb com critérios claros de correção.

“É algo muito simples, porque não é possível se interpretar que a Lei do Piso deixou de existir, como querem muitos. Vivemos sob a vigência do princípio da continuidade das leis: uma lei só é revogada quanto outra a revoga expressamente, e a lei nova do Fundeb revogou a lei antiga, não a lei do piso”, disse.

A partir do documento apresentado pela CNM, o deputado estadual por São Paulo, Carlos Giannazi (PSOL), alertou que a confederação estaria instruindo os prefeitos a não pagarem o piso corretamente e, portanto, a orientação seria burlar a lei. Já a professora Luciene Cavalcante disse ter apresentado um projeto de lei para tornar crime de improbidade o não cumprimento do piso do magistério com mecanismos de punição.

 

Assista abaixo a audiência completa:

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Você já baixou o app do Sinpro?

No aniversário de 44 anos, o Sinpro lança um aplicativo para estar ainda mais próximo da categoria. Agora, o app está disponível gratuitamente tanto na PlayStore quando na AppleStore. Ao baixá-lo, você poderá atualizar cadastro, acompanhar as notícias do Sinpro, acessar a carteirinha virtual e fazer agendamentos para eventos na chácara do Sinpro, ver a listagem de convênios disponíveis e diversas outras ações. Além disso, se você está sob o regime de contrato temporário pode baixar o boleto de mensalidade sindical.

Para baixar o app do Sinpro:

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Primeira rodada do III Torneio de Futebol Paulo Freire

Foi realizada neste fim de semana (15 e 16/4) a primeira rodada da fase classificatória do III Torneio de Futebol Paulo Freire, na Chácara do Sinpro. A atividade já faz parte da agenda esportiva dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública filiados(as) ao Sinpro.

Goleadas historicamente inacreditáveis (ou inacreditavelmente históricas) ocorreram no fim de semana, entre as equipes.

No torneio feminino, o time das Divas bateu o GG por 9 X 1, e o Marielle venceu as Feministas Antifascistas por 15 X 0.

Entre os homens, o Deportivo Gama venceu o Saída Sul por 7 X 0 e, à tarde, venceu o Real Matismo por 9 X 2.

A segunda rodada está, a princípio, programada para o mês de maio, mas sua confirmação estará condicionada à agenda de lutas da categoria (Assembleia Geral dia 26/4 no estacionamento da Funarte com paralisação e indicativo de greve).

O III torneio de Futebol Paulo Freire recebeu mais de 300 inscrições, já que neste ano a equipe técnica dos times também foi incluída.

“O torneio já é um sucesso na categoria, temos a participação de profissionais de todas as regionais que vêm à chácara do Sinpro para curtir mais um momento de confraternização da categoria”, comemora Bernardo Távora, coordenador da secretaria de cultura do Sinpro.

No Facebook do Sinpro há um álbum com todas as fotos do evento. Clique aqui para ver.

Confira os resultados e a tabela de classificação:

JOGO  EQUIPE    EQUIPE GÊNERO
1 Divas FC 9 X 1 GG F
2 Deportivo Gama 7 X 0 Saída Sul M
3 100 Pressão 2 X 8 Lokomotiva 33 M
4 GG 1 X 3 Ceilândia “B” M
5 Tupamaros 3 X 0 Ursal M
6 Real Matismo 2 X 9 Deportivo Gama M
7 Lokomotiva 33 2 X 1 Ceilândia “B” M
8 100 Pressão 1 X 7 GG M
9 Real Matismo  2 X7 Dinossauros M

 

 

JOGO EQUIPE   EQUIPE GÊNERO
10 Tupamaros 2 X 5 Sub-óbito M
11 GG 1  X  5 Marielle FC F
12 100 Pressão 2 X11 Ceilândia “B” M
13 Dinossauros 3 X 2 Saída Sul M
14 Lokomotiva 33 4 X 0 GG M
15 Marielle FC 15 X 0 Feministas

Antifascistas

F
16 Sub-óbito 4 X 1 Ursal M
17 Deportivo Gama 4 X 0 Dinossauros M
18 Real Matismo 0 X 8 Saída Sul M

 

 

CLASSIFICAÇÃO – TORNEIO PAULO FREIRE DE FUTEBOL – Masculino 

 Em negrito equipes classificadas para a 2ª fase

 

GRUPO A

  EQUIPE PG V SG GP GC J
Deportivo Gama     9  3  18  20  2 3
Dinossauros  6  2  2  10  8 3
Saida Sul  3  1  0  10  10 3
4º  Real Matismo  0  0  -20  4  24 3

 

 

GRUPO B

  EQUIPE PG V SG GP GC J
 Lokomotiva 33  9  3  11  14  3 3
Ceilândia “B”  6  2  10  15  5 3
GG  3  1 0  8  8 3
4º  100 Pressão   0  0  -25  5  26 3

 

 

GRUPO C

  EQUIPE PG V SG GP GC J
Sub-óbito  6  2  6  9  3 2
Tupamaros 3     1 0     5     5 2
Ursal   0 0 -6 1 7 2

 

 

 

CLASSIFICAÇÃO – TORNEIO PAULO FREIRE DE FUTEBOL – Feminino

 

            GRUPO A

  EQUIPE PG V SG GP GC J
Marielle FC  6  2  19  20  1 2
 Divas 3 1 8 9 1 1
GG 0 0 -12 2 14 2
 Feministas Antifascistas 0 0 -15 0 15 1
5º  Elzas   0

 

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Assembleia Geral dia 26/4, às 9h30, no estacionamento da Funarte

O Sinpro informa que a Assembleia Geral da categoria com paralisação e indicativo de greve será realizada no dia 26 de abril (quarta-feira), às 9h30, no estacionamento da Funarte.

 

A Assemblei Geral faz parte do calendário de mobilização. “Todas as atividades estão no calendário de mobilização aprovado na Assembleia Geral do dia 14 de março, que aprovou indicativo de greve”, lembra Luciana Custódio, coordenadora da Secretaria de Finanças do Sinpro-DF.

 

Ela também destaca os princípios da Campanha Salarial 2023: “Isonomia e paridade são princípios da nossa campanha. Nossa pauta atinge toda a categoria: efetivos e contratos temporários, ativos e aposentados”, explica a diretora.

 

A Campanha Salarial 2023 da categoria do magistério público do DF está a todo vapor nas ruas, nas TVs, nas redes sociais e na categoria. Para o público brasiliense, o Sinpro divulgou vídeos da campanha na TV, em outdoors em toda a cidade e nas redes digitais. Clique na matéria a seguir e confira:

 

Assembleia Geral dia 26/4 com paralisação e indicativo de greve: acesse os materiais da Campanha Salarial 2023

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Sua escola já realizou a eleição para delegado e representantes sindicais?

A sua escola já tem delegado(a) e representantes sindicais? A Assembleia Geral da categoria, realizada dia 14 de março, aprovou um calendário de mobilização para estimular a categoria a cumprir sua agenda de luta e promover a eleição de delegados(as) e representantes sindicais no local de trabalho.

O Sinpro destaca que a eleição de delegados(as) e representantes sindicais pode ser realizada a qualquer tempo ao longo do ano e não é inflexível. Com isso, o sindicato sugere às escolas realizarem essa eleição na próxima reunião de coordenação coletiva. O mandato vale por 1 ano.

Por que é importante ter delegados e representantes sindicais na escola?

A eleição de delegados(as) e representantes sindicais nas escolas é fundamental para fortalecer e encaminhar a Campanha Salarial 2023. Reestruturação da carreira já! Por isso, o quanto antes os(as) delegados(as) e representantes sindicais forem eleitos, mais força teremos na nossa luta pela valorização da nossa carreira.

A eleição de delegados(as) e de representantes sindicais é essencial para o fortalecimento dos processos democráticos e de construção coletiva da luta por melhores condições de trabalho e salários dignos, bem como por uma educação gratuita, pública e referenciada socialmente.

Dentre as tarefas executadas pelos(as) delegados(as) e representantes sindicais estão a mobilização da categoria na escola, a articulação da presença do sindicato em coordenações coletivas, a divulgação de campanhas e mobilizações virtuais.

O(a) delegado(a) e o(a) representante sindicais são os(as) interlocutores(as) entre seus pares e a diretoria do sindicato, cumprindo as deliberações do Estatuto, das Assembleias e da Diretoria Colegiada da entidade. O fortalecimento da organização por local de trabalho é uma condição fundamental e importantíssima para o sucesso nas lutas da categoria.  

Como é a eleição?

Cada unidade escolar pode eleger um(a) delegado(a) sindical, além de um representante por turno. Por exemplo, uma escola que funciona nos três (3) turnos, pode eleger uma(a) (1) delegado(a) sindical e um/a (1) representante por turno, num total de quatro (4) pessoas. Não há verticalidade nessa relação; a eleição de delegado(a) e de representantes é uma estratégia importante para aumentar o nível de representatividade por escola. 

Quem pode se candidatar?

Podem ser delegados(as) e representante sindicais o(a) professor(a) efetivo(a), de contrato temporário, ou orientador(a) educacional desde que sejam sindicalizados(as) no Sinpro. A diretoria destaca que a existência de delegados(as) e representantes sindicais é o principal mecanismo do sindicato para a categoria se organizar no local de trabalho, principalmente durante a nossa “Campanha salarial 2023: Reestruturação Já!”.

Além disso, é uma forma de humanização dos ambientes de trabalho, de fortalecer o pertencimento classista e de fazer parte da estrutura sindical das entidades ligadas ao projeto organizativo da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que defende a autonomia e a independência dos sindicatos.

 

Confira o passo a passo abaixo:

1) Após a realização da eleição durante a coletiva, o (a) delegado sindical deverá acessar o LINK e informar o CPF.

 

 

2) Se houver representações sindicais por turno, o(a) delegado sindical, deverá preencher e informar no formulário. Havendo necessidade de inserir mais representantes, basta clicar em adicionar “representantes” e, em seguida, salvar os dados informados.

3) O delegado(a) irá inserir o CPF e nome de cada participante da reunião na qual ocorreu a eleição.

Atenção: É de extrema importância que todos os participantes que estiveram presentes na coletiva sejam inseridos no documento digital, independentemente de serem ou não filiados(as).  Para cada participante, é preciso salvar o documento.

 

4) Após o preenchimento de todas as informações, o Sinpro automaticamente receberá as informações  do formulário.

5) Por fim, clique em visualizar a Ata de Eleição, imprima ou salve o documento para você. 

 

 

Caso o candidato(a) queira fazer alguma mudança no formulário, basta acessar o e-mail que será enviado para o endereço eletrônico cadastrado. Os(as) delegados(as) sindicais serão eleitos para mandato de um ano.

 

Ata de Eleição 

 

É possível baixar a ata e a lista de presença, preencher e enviar em formato PDF para a Secretaria de Formação do Sinpro-DF pelo Whatsapp (61) 99323-8140 ou pelo e-mail joelma@sinprodf.org.br; ou ainda presencialmente na sede e subsedes do sindicato.

 

PDF da Ata de Eleição:

https://sinpro25.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2023/03/Ata-Delegado-Sindical-2023.pdf

 

Atenção: o(a) delegado(a) só será validado(a) quando o sindicato receber a ata devidamente preenchida! Caso tenha alguma dúvida, contatar a Secretaria de Formação no mesmo número de Whatsapp citado acima ou pelo telefone (61) 3343-4209.

 

Matéria originalmente publicada em 16 de março de 2023.
Editada em 11 de abril de 2023.

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Assembleia Geral dia 26/4 com paralisação e indicativo de greve: acesse os materiais da Campanha Salarial 2023

A Campanha Salarial 2023 da categoria do magistério público do DF está a todo vapor. No dia 26 de abril (quarta-feira), às 9h, no estacionamento da Funarte, professores(as) e orientadores(as) educacionais vão realizar uma Assembleia Geral com paralisação e indicativo de greve. Confira, no final desta matéria, os links dos vídeos da campanha na TV. O Sinpro também divulgou a campanha em outdoors em todo o Distrito Federal. Confira nas redes digitais toda a campanha. Com o lema “Basta de descaso com a educação – Reestruturação da carreira já!”, a campanha reflete o cenário imposto à categoria do magistério público do DF, que traz desde o congelamento salarial de 8 anos até condições de trabalho precárias.

A campanha é estruturada em várias ações junto à categoria e outros setores, como plenárias regionalizadas, Sinpro nas Cidades, reuniões com gestores, delegados(as) sindicais, concursados(as); mutirão nos gabinetes da Câmara Legislativa, entre outras. Todas as atividades estão no calendário de mobilização aprovado na assembleia geral do dia 14 de março, que aprovou indicativo de greve. “Isonomia e paridade são princípios da nossa campanha. Nossa pauta atinge toda a categoria: efetivos e contratos temporários, ativos e aposentados”, explica a diretora do Sinpro Luciana Custódio.

>> Acesse o link para ver o calendário de mobilização da Campanha Salarial 2023 e a conjuntura imposta a professores(as) e orientadores(as) educacionaishttps://bit.ly/40tk9Bb

Para dialogar com professores(as) e orientadores(as) educacionais e com a população do DF, o Sinpro elaborou materiais gráficos que mobilizam, falam da situação imposta pelo GDF e indicam a luta como saída para o cenário de desvalorização e descaso.

Foram feitas duas edições do Folha do Professor, uma delas é especial para professores(as) de contrato temporário. Os dois informativos são utilizados nas plenárias regionalizadas como materiais pedagógicos.

Também vem sendo distribuído o Sinpro Cidadão. O material é direcionado à sociedade, mas também chegou às unidades escolares.

Ainda foram confeccionadas faixas com motes da campanha salarial, como reestruturação da carreira, recomposição salarial e convocação imediata dos(as) aprovados(as) no último concurso público, realizado em 2022. Elas são levadas às unidades escolares por dirigentes do Sinpro, que realizam reuniões para dialogar sobre as pautas de reivindicação e a importância da unidade na luta.

“Registramos todas as visitas com fotos. É essencial que professores e orientadores educacionais saiam nas fotografias. Isso é importante para mostrar a força do nosso movimento. As fotos são postadas nas redes sociais do nosso Sindicato”, afirma a dirigente do Sinpro-DF Letícia Montandon.

 

O Sinpro também distribui plaquinhas com a frase “Basta de retirada de direitos das aposentadas e dos aposentados”, para denunciar a situação vivida por este segmento, que vem sendo duramente combatida pelo Sinpro. Os materiais já foram levados a quase 300 escolas e milhares de professores(as), orientadores(as) educacionais, cidadãos e cidadãs.

 

O Sinpro orienta que esses materiais sejam distribuídos por toda a categoria para estudantes, familiares, amigos. “Uma ideia é, nos bilhetes e mensagens enviadas a pais, mães e responsáveis, anexar nossos materiais. O objetivo é dialogar também com a sociedade para denunciar o descaso com a educação, explicar a legitimidade da campanha salarial e mobilizar para a luta”, orienta Letícia Montandon. (Acesse todos os materiais no fim da matéria. Leia, imprima, compartilhe com seus contatos)

Convoca Já!
A luta pela convocação imediata de todos os aprovados e todas as aprovadas no concurso público para o magistério do DF é uma das pautas prioritárias da campanha salarial da categoria.

A qualidade da educação pública está necessariamente ligada à qualidade das condições de trabalho dos profissionais do magistério da rede pública de ensino. E aos professores(as) de contrato temporário é imposto um vínculo empregatício frágil, que gera insegurança e medo.

A reivindicação é para que nomeiem, imediatamente, tanto os aprovados para vagas de provimento imediato como aqueles que ficaram no cadastro reserva. Isso porque, mesmo com essa convocação, as carências da rede pública de ensino não serão resolvidas.

>> Clique no link e saiba mais sobre a pauta https://bit.ly/3nvq6iG

Mutirão na CLDF
Outra ação que o Sinpro realiza para fortalecer a Campanha Salarial 2023 são os mutirões nos gabinetes da Câmara Legislativa do DF. Pela terceira vez neste ano, a Comissão de Negociação do Sinpro visitou a os gabinetes dos(as) parlamentares para pedir apoio na luta pela reestruturação da carreira e recomposição salarial.

Por intermédio do deputado Gabriel Magno (PT), na última terça-feira (28/3), a comissão foi recebida pelo presidente da CLDF, deputado Wellington Luiz (MDB). O compromisso foi de que a Câmara faça a mediação de diálogo com o GDF para que não se encerrem as negociações com a proposta de reajuste de 18%, parcelado em três anos, apresentada unilateralmente pelo governador Ibaneis Rocha ao conjunto do funcionalismo público.

A luta da categoria do magistério público conta com o apoio parlamentares de diversas legendas.

Assembleia geral
Assembleia geral com indicativo de greve e paralisação está agendada para 26 de abril, com possibilidade de antecipação. Segundo a Comissão de Negociação do Sinpro, “a resposta se haverá greve ou não está nas mãos do governador”.

Acesse os materiais gráficos da Campanha Salarial 2023 e veja fotos das visitas às unidades escolares. Interessados(as) podem retirar exemplares de materiais impressos na sede do Sinpro (SIG) ou nas plenárias regionalizadas. Ainda é possível obter os materiais com os(as) dirigentes do Sinpro que visitam a sua escola.

 

 

 

 

Vídeos da Campanha Salarial 2023 veiculados nas televisões:

 

 

 
 
 
 
 
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Sinpro nas Cidades
Planaltina, Gama e Guará https://bit.ly/3zl6eSk
Ceilândia, Planaltina e Gama https://bit.ly/3ntyY8B
Ceilândia, Brazlândia, Sobradinho e Núcleo Bandeirante https://bit.ly/3G4mACv
Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Sobradinho e Brazlândia https://bit.ly/3M35VTC
Plenárias regionalizadas dos dias 6 e 13/4 foram reunidas em uma só e realizadas na Câmara Legislativa do DF (CLDF): Paranoá, Plano Piloto, Recanto das Emas e Samambaia; Santa Maria, São Sebastião e Taguatinga https://bit.ly/3MOr8ks

 

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MTD inaugura Cozinha Popular no Sol Nascente nesta sexta (21)

O Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD) inaugura, às 12h desta sexta-feira (21), uma Cozinha Popular na Região Administrativa (RA) Sol Nascente, no Distrito Federal. O endereço é SHSN Chácara 84 – Conjunto H – Lotes 8 e 9, Sol Nascente, Trecho 3. Confira o vídeo no final desta nota.

 

A localização pode ser acessada pelo seguinte link: https://bit.ly/3KgE6Vw. Nas redes sociais, o MTD convida a todos(as) para prestigiar a inauguração. Para quem quiser participar, é preciso confirmar a presença pelo formulário a seguir: https://bit.ly/3Udr67F.

 

A entidade também convida o pública a ajudar esse projeto e, para isso, basta compartilhar a publicação nas redes digitais, comparecer à inauguração e fazer doações para a vaquinha permanente da Cozinha Popular. As doações podem ser feitas pelo PIX: asdocerradodf@gmail.com (Lyvian Cristina – Nubank)

 

 

SERVIÇO:

📍 Cozinha Popular? Segue a localização e endereço:
SHSN Chácara 84 Conjunto H Lotes 8 e 9, Sol Nascente, Trecho 3.
https://bit.ly/3KgE6Vw

 

Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária

Dia 17 de abril é o Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária. A data faz referência ao massacre de Eldorado dos Carajás, acontecido em 1996. Na ocasião, 21 trabalhadores sem terra ligados ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) foram assassinados pela polícia paraense quando marchavam em direção a Belém para reivindicar a desapropriação de terras para reforma agrária. Outras 69 pessoas ficaram feridas.

A reforma agrária continua sendo um tema muito atual e mal resolvido no país. Basta lembrar que a origem do latifúndio está ligada ao processo de ocupação do Brasil após a chegada dos portugueses, ainda no século XVI. Em 1536, a coroa portuguesa dividiu o território em grandes faixas de terras que iam do litoral até a linha imaginária determinada pelo Tratado de Tordesilhas. Eram as capitanias hereditárias, que estão na raiz do grande problema que é a concentração fundiária no Brasil: nossa história é baseada na concentração da propriedade, originada também na ocupação de terras públicas.

Segundo o Estatuto da Terra, “A Reforma Agrária é o conjunto de medidas que promovem a melhor distribuição da terra, mediante modificações no regime de sua posse e uso, a fim de atender aos princípios de justiça social e ao aumento de produtividade”. O MST, por exemplo, luta de forma articulada pela distribuição de terras e por um projeto de agricultura sustentável para a produção de alimentos e o combate à fome, e pela soberania alimentar.

Dados não mentem

A concentração de terras é uma triste e forte expressão da desigualdade social no Brasil. O último censo agropecuário, de 2017, revelou que 15 milhões de pessoas trabalhavam com atividades agropecuárias – 1,4 milhão a menos do que o censo anterior havia indicado (2006). A razão para a queda está no aumento do poder do agronegócio e na mecanização do campo: entre a realização dos dois censos, houve uma redução de 9,5% no número de estabelecimentos da agricultura familiar, enquanto no agronegócio o crescimento foi de 35%.

Análise do Dieese aponta que, em termos de número de estabelecimentos agrícolas, a maior parte continua sendo da agricultura familiar (77%); porém, ao se analisar pela extensão, a maioria das terras está nas mãos do agronegócio (77%). Os números mostram inequivocamente que a concentração de terras é um problema seríssimo no Brasil.

A democratização do acesso à terra contribuiria para fortalecer a democracia brasileira e para diminuir as desigualdades sociais. A Reforma Agrária também gera emprego e trabalho cooperado, garantindo dignidade para trabalhadoras e trabalhadores rurais.

Para a Via Campesina, movimento internacional que coordena organizações camponesas de pequenos e médios agricultores, trabalhadores agrícolas, mulheres rurais e comunidades indígenas e negras, a melhor homenagem que se pode fazer a um lutador ou lutadora é seguir lutando. Por isso, desde o massacre de Eldorado dos Carajás, o movimento instituiu 17 de abril como o Dia Internacional da Luta Camponesa. No Brasil, um decreto fez da data o Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária. Para o MST, que integra a Via Campesina no Brasil, o mês de abril é de lutas, com a Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária.

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Sinpro comemora o Dia Mundial da Arte na luta pela revogação do NEM

Celebrado mundialmente no dia 15 de abril, o Dia Mundial da Arte de 2023 está repleto de significados. No Distrito Federal, por exemplo, além de comemorar a importância das sete artes, o Sinpro destaca a luta da categoria, das comunidades acadêmicas, científicas e escolares e do movimento sindical pela revogação do Novo Ensino Médio (NEM) como um dos principais motes desta data comemorativa e, sobretudo, de valorização da Arte.

O NEM é um dos principais inimigos da Arte enquanto produção artística e como disciplina lecionada nas escolas. Basta ver o que foi feito com os setores da Cultura e da Educação nos governos autoritários do golpe de 2016: Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL). O objetivo desse projeto é esvaziar o currículo do Ensino Médio até corroer, completamente, o direito social à educação contido na Constituição. Ele retira do currículo escolar do Ensino Médio a obrigatoriedade de muitas disciplinas fundamentais para a formação humanística e cidadã, dentre elas, a Arte. Os prejuízos são incontáveis.

“São vários os prejuízos causados pela ausência das Artes na Educação. Os principais deles são a tentativa de inviabilizar toda a produção crítica e criativa ao longo da História, tirando o direito universal à criatividade consciente, construída a partir de um despertar da observação, percepção e sensibilidade, o que fomenta a imaginação e a criatividade crítica de enxergar para além daquilo que simplesmente se vê. A arte em sua complexidade torna o espaço da educação amplo com um mar de possibilidades”, afirma a professora Jucimeire Barbosa da Silva, professora de arte do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 404 e Centro de Ensino Médio (CEM) 304 de Samambaia.

Ela diz que a arte é vista pelos governos como algo que transforma a sociedade e que amplia horizontes e a criticidade, a produção cultural amplia a diversidade cultural de um Brasil com dimensão continental. “Para um governo autoritário, como foram os governos Temer e Bolsonaro, deixar o fomento cultural crescer é um risco constante, pois é um espaço contestador e de transgressão aos padrões preestabelecidos, numa conjuntura antidemocrática, e de silenciar vozes que denunciam todas as arbitrariedades de um governo fascista, como foi o governo Bolsonaro, que criminalizou a Arte em nosso País”, observa a professora.

Para ela, a eleição do governo Lula foi uma forma de o Brasil voltar a valorizar e dar a devida importância às diferentes disciplinas artísticas. “O governo  Lula  é progressista,  democrático,  acredita  na transformação  da sociedade  a partir  da diversidade  cultural,  do fomento  da produção  cultural, que promove  o empoderamento, a criticidade, que sabe  o quão  importante  é  para  o crescimento  da nação  a importância  que se dá  à  expressividade  artística  em suas diversas  linguagens  e possibilidades,  de um olhar  sensível e humanizado  de oportunidades pra o nosso  País e pode atuar na revogação nesse projeto neofascista e privatista denominado Novo Ensino Médio”, critica.

Dia Mundial da Arte

A data foi criada no 40º Congresso Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 2019, para promover o desenvolvimento das sete artes existentes, a saber: Arquitetura, Escultura, Pintura, Literatura, Música, Dança e Cinema. O dia escolhido, 15 de abril, coincide com o nascimento de Leonardo da Vinci, considerado um dos artistas mais importantes da história. Ele foi pintor, escultor, biólogo, engenheiro, desenhista, poeta e arquiteto. A editora Twinkl informa em seu site que, graças a este tipo de evento, são desenvolvidos aspectos importantes, como a criatividade e o conhecimento das diferentes culturas do mundo, o que desempenha papel fundamental na promoção do diálogo e promove o desenvolvimento das pessoas, além de viabilizar um mundo mais pacífico e respeitoso.

A arte enquanto disciplina desenvolve a capacidade de estabelecer vínculos entre as pessoas, além de outras vantagens. No currículo escolar, ela oferece centenas de benefícios aos estudantes, dentre os quais, aumenta a capacidade de concentração, ajuda a desenvolver uma estrutura de pensamento mais complexa, estimula a evolução da criatividade, as pessoas se tornam mais tolerantes, melhora a confiança e a autoestima, desenvolve uma ética de trabalho mais forte.

Estudos mostram que a disciplina “educação artística” no currículo escolar é fundamental porque é inerente ao desenvolvimento da humanidade e é um meio de expressar ideias, pensamentos e sentimentos. “Conhecer a linguagem artística das crianças permitirá seu desenvolvimento intelectual e criativo. Além disso, os alunos poderão valorizar o patrimônio artístico e cultural, especialmente aquele declarado Patrimônio da Humanidade”, afirma o site da editora Twinkl.

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