Exposição Sátira, do CEF 10 do Gama, problematiza uso excessivo de celular

No CEF 10 do Gama, um trabalho interdisciplinar das áreas de Artes e Geografia deu o que falar! Os e as estudantes do nono ano de toda a escola foram provocados(as) a refletir sobre o uso excessivo de celulares e o consumismo sem limites no contexto da revolução tecnológica que vivenciamos.

Os debates nas aulas de Geografia com o professor Wellington Araújo e as técnicas de fotografia, desenho e colagem oferecidas pelas aulas de Artes do professor Felipi Santos convidaram os(as) jovens a se expressarem sobre esse tema tão relevante! Eles(as) produziram ou reproduziram peças baseados na obra de três artistas contemporâneos – Pawel Kuczyński, Steve Cutts e Banksy.

Os professores envolvidos no trabalho destacam que a iniciativa fez com que os e as estudantes problematizassem o tempo que dedicam ao uso de celular e novas tecnologias. Em meio à preparação da exposição, foi feita uma pesquisa que apontou o tempo de uso desses aparelhos. “Pudemos perceber que foi impactante para eles!”, conta o professor Wellington. 

O resultado desse belo trabalho foi apresentado na exposição Sátira, montada na escola com todo apoio da coordenação, professor Eric Sales, e da diretoria, representada no vice-diretor Leandro Tonete. Confira algumas fotos abaixo para saber um pouquinho como foi!

 

Professora faz rifa solidária com vários itens

A professora, pedagoga e estudante de biomedicina Mabel Pereira do Nascimento está fazendo uma rifa solidária com vários itens. O sorteio será no dia 6 de maio. Cada número vale R$ 30,00 (trinta reais).

 

No Instagram, Mabel informa que “a rifa vai financiar a compra das lentes e do óculos que irão proporcionar um novo olhar na minha vida e a realização de atendimentos médicos necessários para minha total recuperação”.

 

Mabel é professora de Atividades e, atualmente, leciona no 2º Ano na Escola Classe 38 de Ceilândia (EC 38/Ceilândia). Também foi diretora da EC 13 de Ceilândia por 6 anos. No ano passado, foi afastada da sala de aula para tratamento de um câncer no globo ocular e pulmão.

 

“Estou fazendo a rifa porque perdi visão dos dois olhos e preciso adquirir uma lente e o novo óculos. Em razão disso, estou necessitando de exames, medicação, de alguns médicos especialistas. Como não tenho plano de saúde, estou custeando tudo e não estou dando conta só com o salário. Daí a ideia de fazer a rifa”, afirmou ela à Imprensa do Sinpro.

 

 

Para participar da “Rifa solidária da Mabel”, o primeiro passo é escolher um número entre 1 e 200 e entrar em contato com o WhatsApp (61) 9 9293-2423.

 

O segundo passo é efetuar o pagamento da rifa via PIX no valor de R$ 30,00. O número do PIX é o celular (61) 992932423. NUBANK – Mabel Pereira do Nascimento.

 

O terceiro passo é aguardar o sorteio no dia 6 de maio, ao vivo, pelo Instagram @abiscoitadoce. Confira, a seguir, a Rifa solidária da Mabel:

 

 

 

 

É hoje! Lançamento do coletivo LGBTQIA+ do Sinpro

A diretoria colegiada do Sinpro convida toda a categoria para o lançamento do coletivo LGBTQIA+, vinculado à Secretaria de Raça e Sexualidade do sindicato, e aberto à participação de todas, todes e todos. O evento será no próximo dia 18, a partir de 19h, na sede do Sinpro no SIG.

O lançamento terá um debate sobre os desafios atuais para os trabalhadores LGBTQIA+. Para Ana Cristina Machado, diretora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro, será um momento importante para dar os próximos passos: “É necessário refletir, compreender e lutar contra a os mecanismos patriarcais, opressores e contra a manutenção da LGBTQIAfobia em qualquer espaço, no caso do Sinpro, no chão da escola”, afirma ela. “Lutar pelo respeito à diversidade e pelo direito de ser na vida e no trabalho”, completa Ana.

João Macedo, professor e coordenador do Coletivo LGBT da CUT-DF, destaca que, apesar de algumas iniciativas de valorização à diversidade sexual e de gênero, como a aprovação da criminalização da LGBTIfobia em junho de 2019, o Brasil ainda precisa avançar bastante no que diz respeito aos direitos da comunidade LGBTQIA+. “O Sinpro e todas as demais instituições comprometidas com a democracia e com o direito à vida estão na luta para denunciar os atos de preconceito e alcançar o respeito às diferenças”, diz João.

O coletivo LGBTQIA+ do Sinpro tem como objetivo discutir ideias e propor ações sobre a vida da trabalhadora e do trabalhador LGBTQIA+. Ações e ideias que possam assegurar o direito e a dignidade de todes, sem que suas orientações e expressões de ser sejam oprimidas por padrões, sem que sejam arbitrariamente desqualificades como inferiores ou anormais.

Combater a LGBTIfobia

A LGBTIfobia maltrata diariamente trabalhadoras e trabalhadores que são marginalizados, perseguidos e mortos(as) por não terem o direito de ser e estar no mundo de maneira diferente.

No mundo do trabalho, são várias as situações vivenciadas pela comunidade LGBTQIA+. Muitos são os relatos de discriminação em razão da orientação sexual ou identidade de gênero no local de trabalho. E, em algumas situações, é negado um emprego até mesmo a quem tem boas qualificações profissionais.

Já para aquelas ou aqueles que trabalham, as empresas costumam ter uma cultura mais fechada com relação às iniciativas para ascensão, inclusão e desenvolvimento da população LGBTQIA+. Dessa forma, quem consegue um emprego, em sua grande maioria, decide por esconder sua sexualidade de gestores e colegas, por medo de perder o trabalho.

O coletivo LGBTQIA+ do Sinpro surgiu para enfrentar diversas barbáries que as trabalhadoras e trabalhadores LGBTs sofrem em seus locais de trabalho em decorrência de suas orientações. E que todes possamos lutar para o reconhecimento de suas vidas!

 

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Nota de pesar | professor e diretor de teatro Hugo Rodas

A diretoria colegiada do Sinpro-DF lamenta a morte do professor da Universidade de Brasília (UnB) e diretor de teatro Hugo Rodas. O Distrito Federal perdeu, nessa quarta-feira (13/4), uma das mais importantes personalidades da dramaturgia brasiliense com o falecimento de Hugo Rodas. Ele estava internado no Hospital Brasília e morreu após sofrer um AVC. Há 3 anos ele vinha lutando contra um câncer, mas, a metástase dificultou a sua recuperação.

 

Apuração do Correio Braziliense informa que Rodas era uruguaio e se mudou para o Brasil em 1970. No País, ele foi ator, diretor, bailarino, coreógrafo, cenógrafo, figurinista e professor de teatro. Em 1975, ele se mudou para Brasília e, desde então, participou ativamente da vida cultural e da cena teatral da capital do País. Recebeu três títulos concedidos pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A UnB também lhe concedeu dois títulos, o de Notório Saber em Artes Cênicas (1998) e, em 2014, o de Professor Emérito. Ele foi professor da UnB por 20 anos.  Clique aqui e confira o perfil e trajetória de Rodas. 

 

Para homenageá-lo, o professor e ator Luis Guilherme M. Batista, dedicou um poema ao mestre e um dos mais conceituados diretores de sua geração.

 

PARA SEMPRE HUGO

 

Hugo Rodas estava grávido

grávido de dores e tumores

grávido de algo não vivo

grávido talvez de outra vida.

 

Esperávamos pacientemente

pelo parto-partida,

dolorosamente, amorosamente.

 

Hugo é a pessoa mais importante do Teatro dessa capital concretada e empoeirada.

A personagem mais significativa que ajudou a construir o Teatro Brasiliense.

Nada se compara ao que Hugo fez.

Não existe nenhum demérito a todos e todas incríveis diretores e diretoras, atores e atrizes, produtoras e produtores que foram e são o Teatro de Brasília.

Apenas que Hugo é Rodas.

Nada, nem de perto, chega ao que ele criou e entregou para essa cidade.

Cidade que por sinal, atualmente, está a um universo de distância de sua proposta original.

Brasília foi fraudada por seus governos e por seus eleitores.

 

Mas não por Hugo.

 

Hugo deu sua alma, sua verve, seu sexo, sua loucura, sua dor, seu brilho, sua raiva, seus desejos, seu amor, sua paixão pelo Teatro.

Hugo foi violento, perverso, maquiavélico, drogado, bandido. E quem não foi ?

Hugo foi acolhedor, amoroso, delicado, equilibrado, suave, honesto. E quem pode dizer que foi ?

 

Você foi acolhido em Brasília por pessoas que lhe deram um porto seguro.

Você foi acolhido em todas as praças e cidades.

Você foi acolhido na UnB.

Você foi acolhido no coração e mente dos loucos.

 

Sei como professor que aprendemos com nossos alunos.

Sei que vc aprendeu com Iara, Herculano, Guila, Johanne, Neio, Dimer, etc, etc.

Sei que vc aprendeu com todos que trabalharam com você.

Sei que vc aprendeu com seus alunos na UnB, com seus amigos em São Paulo, em Goiânia, Paris, em Timbuktù e em todos os lugares onde pousou seus olhos brilhantes.

Sei que vc aprendeu com os grupos que criou.

Sei que talvez até tenha aprendido algo comigo.

Aí está o amor da genialidade. Aprender, de todas as formas.

Tudo é aula.

 

Mas você é um semideus.

E eu sou um ateu que te idolatra.

Sei que você morreu, mas e daí ?

Você vive em mim.

Você vive em milhares.

Você é um gigante.

Um maestro.

Um hércules.

Um césar.

Um augusto.

Um Uruguaio, que nunca perdeu o sotaque.

 

Felizes aqueles que te conheceram. Felizes aqueles que aprenderam com você.

Felizes aqueles que beijaram sua boca. Felizes aqueles que enlouqueceram com você.

Felizes todos aqueles que assistiram uma obra sua.

Felizes até os que nunca o assistiram, mas sabem que você existiu.

Que existiu algo magnificamente belo nessa vida.

Infelizes aqueles que odeiam arte, teatro, poesia e cultura. Infelizes os caretas.

Infelizes os que não se permitem viver.

Perdoai-os Hugo, eles não sabem o que fazem.

 

Como referenciar 50 anos de trabalho, 60 anos de dedicação, 70 anos de entendimento, 80 anos de tesão !?

Maldito seja você Hugo.

Bendito seja você.

Você é nosso ômega e nosso alfa.

Todos sabemos que você é nossa luz, nosso equilíbrio, nossa vontade de sermos deuses.

 

Eu sou deus.

Você dizia que era para nos sentirmos assim no palco.

Pois bem esse é o palco da vida onde você nos fez deuses.

 

Você foi nosso deus !!!

Como dizia Zaratustra: eu só poderia acreditar em um deus que soubesse dançar.

E você sempre soube dançar.

Dançou sobre nossos corpos, nossos espíritos e mentes.

Dançou com nosso sexo e nossa loucura.

Dançou suado na boates gays – Nada mais alegre.

Dançou sob a lua.

Dançou para o sol.

Você nos ensinou a respirar na dança.

Você nos ensinou a respirar debaixo d´água.

Você nos ensinou a gostar de gozar a vida.

Gozar na vida.

Gozado. Sendo sério.

Seríssimo.

Ser isso que você é.

 

O máximo, o mal, o bem, o super, o único, o Hugo, o Rodas, o monstro, o gênio, o homem, o menino, o mestre, o aprendiz, o eterno.

 

Você é eterno Hugo. Você é eterno Rodas.

 

Até um dia. Para sempre.

 

 

 

(*) Por Luis Guilherme M Baptista
Ator e Professor

 

CCBB Brasília recebe exposição de ex-professor da SEEDF

Uma boa pedida de passeio para este feriado da Semana Santa é o Centro Cultural Banco do Brasil. Uma dica é a mostra de arte sonora Extraclasse, do artista Luiz Olivieri. São cinco obras inéditas, uma delas criada em colaboração com alunos do artista, da época em que ele dava aulas na SEEDF.

Para a mostra, Olivieri utilizou materiais presentes no ambiente escolar como carteiras, lousas, projetor e a palavra escrita. A série Extraclasse, obra que empresta o nome para a exposição, é fruto de um exercício proposto a 12 alunos do ensino médio para que escrevessem listas de sons presentes em suas casas por um período de 48 horas. Dessa experiência, surgiram relatos sonoros (paisagens sonoras) que impressionam pela poesia cotidiana. “Este trabalho fala de uma outra relação entre professores e alunos, sobre a criação de redes entre pessoas para se ouvir mais”, ressalta Olivieri.

A mostra está em cartaz na Galeria 4 do CCBB Brasília até o domingo de Páscoa, 17 de abril, com visitação das 9h às 20h30. A classificação é livre para todos os públicos e a entrada é gratuita com retirada de ingressos na Bilheteria do CCBB Brasília.

Essas obras são parte do projeto de doutorado de Olivieri, em Artes, na Universidade de Brasília, com orientação do prof. Dr. e artista Christus Nóbrega. O projeto de Olivieri, busca pontos em comum entre som / palavra-texto e os componentes do sistema educacional brasileiro – o ambiente escolar, alunos, professores e currículos acadêmicos. Cada obra tem uma forma específica de interação com o público.

Luiz Olivieri nasceu em Brasília. Bacharel e Licenciado em Artes Visuais, Mestre e Doutor em Arte Contemporânea pelo PPG-UnB. Artista-pesquisador, trabalhou na educação básica e, atualmente, é professor do curso de licenciatura em Artes da Universidade Federal de Goiás. Investiga os espaços por meio da escuta e da experiência sonora.

Serviço:
Serviço:
Extraclasse
De Luiz Olivieri
Instalações sonoras
Galeria 4 do CCBB Brasília
Visitação | Até 17 de abril
De terça a domingo, das 9h às 20h30
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
Entrada | Gratuita
Ingressos | Na Bilheteria do CCBB
Localização| SCES, Trecho 2, Lote 22, Brasília, DF

Atenção para o expediente do Sinpro nos feriados de abril

A diretoria colegiada do Sinpro-DF alerta para o expediente da entidade nestas duas semanas com feriados prolongados. Assim, não haverá expediente nas sede e subsedes nesta quinta e sexta-feira (14 e 15 de abril). As atividades serão retomadas na segunda-feira (18/4) e prosseguem, normalmente, até quarta-feira (20/4). Daí, também em razão do feriado e do ponto facultativo da próxima semana, estará fechado na quinta e sexta-feira, dias 21 e 22 de abril.

 

Aproveitem as duas semanas de feriados prolongados e não esqueçam que a pandemia da covid-19 não acabou. É importante preservar o distanciamento social, usar a máscara e fazer a higienização das mãos. Bom feriado para todos e todas.

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TV Sinpro: aposentados são o alvo principal do golpe dos precatrórios

O programa TV Sinpro do último dia 30 de março abordou a questão que tanto vem afligindo nossa categoria nos últimos tempos: o Golpe dos Precatórios. No programa, os diretores do Sinpro Dimas Rocha e Silvia Canabrava, mais o advogado do sindicato, Dr. Lucas Mori, contaram sobre as estratégias de várias quadrilhas que atuam contra a categoria, e explicaram que os aposentados são os principais alvos dos bandidos.

“Recentemente houve a prisão de uma quadrilha, não é a única, mas é a que tinha os meios mais sofisticados. Eles chegavam a ligar pra 300 pessoas por dia, e roubaram cerca de R$ 4 milhões dessa forma”, contou Dr Lucas.

Os diretores Dimas e Silvia foram unânimes em lembrar, e relembrar aos espectadores: O Sinpro não pede nenhum tipo de contribuição, nenhum tipo de depósito, muito menos fala em urgência (“se o depósito não for feito em uma hora, você pode perder o benefício”). Essa é a principal estratégia dos golpistas. Fique atento!

Veja a entrevista completa no canal do Sinpro no Youtube e não caia em golpes!

Regional do Gama forma professores terapeutas comunitários

O projeto de Terapia Comunitária Integrativa de Professores e Professoras, que se iniciou em 2018 no CED Gesner Teixeira e chegou à Coordenação Regional de Ensino do Gama, acaba de se tornar um projeto de formação de terapeutas, em parceria com a Secretaria de Saúde.

O projeto, que foi inicialmente implementado na escola do Gama (e foi notícia no site do Sinpro em 2018), é resultado do trabalho conjunto de dois docentes da escola: a professora de história e coordenadora pedagógica Francisca Beleza e Cleison Leite Ferreira, professor de geografia e supervisor pedagógico. A eles se juntou a psicóloga Doralice Gomes, com o expertise para a implementação dos projetos de Terapia Comunitária Integrativa (TCI).

Em fevereiro de 2019, o sucesso do projeto no Gesner Teixeira levou a Coordenadora da Regional de Ensino do Gama, professora Cássia Maria Marques, a convidar Francisca e Cleison a atuarem na regional de ensino, para levarem o projeto a todas as escolas abarcadas pela regional.

Com a chegada do projeto na CRE, foram implantados projetos de acessibilidade física e emocional, bem como os projetos de TCI, que já vinham sendo realizados com sucesso no Gesner Teixeira.

Também foram feitos diversos workshops nas escolas: terapias, reiki, ayurveda, mosaicoterapia e tai chi chuan. Todas práticas integrativas de saúde, reconhecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Com a pandemia, as terapias comunitárias foram para o ambiente virtual, e o foco da atuação holística se voltou para o trabalho psicológico do luto, do sofrimento. Foi o momento de cuidar de quem cuida. Nesse período, das 50 escolas atendidas pela Regional, 48 receberam terapias virtuais online.

A retomada do ensino presencial traz agora a primeira turma de formação de terapeutas entre professores(as) e orientadores(as), formados pela secretaria de Saúde do DF e com certificação da UnB. Os cursos são reconhecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e serão ministrados pela psicóloga Doralice Gomes.

“Foi um sonho gestado por muito tempo pela atual Coordenação Regional de Ensino Do Gama (desde 2019). Vocês sabem que esta gestão tem trabalhado a questão da Saúde Mental desde antes da Pandemia. O que queremos é formar, agora, professores e professoras e orientadores para atuar nas Escolas colaborando com esse momento tão diverso que está sendo o retorno”, conta Francisca.

 

Vem aí o II Torneio de Futebol Paulo Freire

A diretoria colegiada do Sinpro anuncia o II Torneio de Futebol Paulo Freire, que acontecerá nos dias 14 e 15 de maio, na Chácara do Sinpro. A competição é aberta para professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) e as inscrições podem ser feitas de 13 a 25 de abril. 

As equipes podem ter até 14 integrantes inscritos(as). As partidas serão disputadas oito contra oito. O capitão ou capitã deve fazer a inscrição do time clicando AQUI. No final da matéria, você encontra o regulamento da competição e a ficha de inscrição dos times.

O evento tem como objetivo recepcionar a categoria para mais um ano letivo, além de promover momentos de confraternização e celebração dos 43 anos do sindicato. “Temos passado por momentos difíceis devido à Covid-19 e nada melhor que um momento de confraternização para mais um ano letivo e de muita luta. Convidamos todos e todas a participarem deste torneio, que tem o objetivo de trazer alegria e descontração”, afirma o diretor do Sinpro, Bernardo Távora.

O Torneio será dividido nas categorias masculina e feminina, com dez participantes em cada uma delas. Na parte da manhã os jogos terão início às 9h, e de tarde, às 14h. Os três primeiros colocados ganharão troféus e todos os participantes receberão camiseta do evento. É importante salientar que os uniformes dos times ficarão a cargo de cada equipe.

O capitão ou capitã de cada equipe será o responsável pelo preenchimento e envio da ficha de inscrição dos(as) jogadores(as) e deverá devolvê-la para o e-mail secretarias@sinprodf.org.br.  

Monte seu time, traga sua família e comemore esse momento conosco. “Mesmo em tempos difíceis, precisamos estar juntos em momentos alegres e de descontração. Isto nos dá mais garra e força para as lutas que estão por vir”, afirma o diretor do Sinpro, Tião Honório.

Clique aqui para inscrever seu time.

Clique aqui para baixar a ficha de inscrição.

Clique aqui e veja o regulamento.

 

Com colaboração de Alessandra Terribili.

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Campanha pressiona senadores(as) pela criação de CPI do MEC

O Sinpro-DF participa da campanha da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) Quem defende a Educação não teme investigação! CPI do MEC Já!. A campanha foi lançada na última sexta, 8 de abril, com o objetivo de pressionar os senadores e senadoras para que assinem a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias do que ficou conhecido como “bolsolão do MEC”.

>>> Leia nota da CNTE: Apropriação da política educacional brasileira é crime contra a Administração e Ministério Público Federal deve se pronunciar imediatamente

Nas últimas semanas, o Brasil vem assistindo à revelação de uma série de escândalos no âmbito do Ministério da Educação. O ex-ministro Milton Ribeiro pediu demissão uma semana após as denúncias de corrupção: áudio vazado, publicado pelo jornal Folha de S. Paulo, mostra o ministro dizendo priorizar repasse de verbas a municípios indicados por um pastor evangélico a pedido do presidente. Ele foi o quarto ministro da pasta no governo de Bolsonaro.   

No último dia 4 de abril, o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu a homologação do pregão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a compra de ônibus escolares por causa de fortes indícios de sobrepreço nas negociações. Em oitiva no Senado Federal, dia 5, três prefeitos confirmaram a existência do esquema de corrupção no órgão.

>>> Saiba mais: MAIS ESCÂNDALOS COM RECURSOS FINANCEIROS DO MEC E O SUCATEAMENTO DA EDUCAÇÃO

Depois, uma reportagem da Agência Pública do dia 6 revelou que a empresa do pai do vereador de Maceió João Catunda (PP/AL) recebeu R$ 54,7 milhões do FNDE através de emendas do relator de 2021. O pai do vereador é aliado do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que liberou para 64 prefeituras de Alagoas R$ 123,6 milhões do orçamento secreto gerido pelo FNDE em 2020 e 2021. O fundo é comandado por Marcelo Ponte, ex-chefe de gabinete de Ciro Nogueira (PP), que virou ministro-chefe da Casa Civil para garantir o apoio do centrão à reeleição de Bolsonaro.

Nesta terça-feira, 12, a imprensa noticiou que o FNDE autorizou a construção de 52 escolas “fake” no Piauí, estado do ministro, abandonando 99 obras de colégios, creches e quadras poliesportivas em andamento no estado. A maior parte dos contratos para as obras foi fechada com prefeituras piauienses comandadas pelo Progressistas, partido do qual Nogueira é presidente nacional licenciado. A imprensa denuncia que Nogueira usa dinheiro da educação para a campanha eleitoral de aliados.

CPI do MEC já

Por tudo isso, entidades sindicais da área da Educação no Brasil inteiro se unem em campanha exigindo a instalação da CPI. A campanha pede para que as pessoas que defendem a educação pública marquem senadores(as) nas redes sociais (Facebook/Instagram/Twitter), defendendo sua adesão à CPI do MEC, já que a o governo Bolsonaro vem atuando nos bastidores para impedir essa investigação.

Na última sexta-feira, 8, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) conseguiu as 27 assinaturas necessárias para protocolar o pedido de instalação da CPI. De acordo com o requerimento apresentado por Randolfe, a CPI do MEC deve ter 11 integrantes titulares e mesmo número de suplentes e 90 dias de prazo. No entanto, o governo Bolsonaro atua para impedir a investigação. Os senadores Weverton Rocha (PDT/MA), Oriovisto Guimarães (Podemos/PR) e Styvenson Valentim (Podemos/RN) recuaram no apoio à criação da comissão, e solicitaram a retirada de suas assinaturas, fazendo com que o documento não tenha o número mínimo de adesões e, portanto, não possa ser protocolado junto à Mesa Diretora do Senado.

As denúncias de corrupção que envolvem o Ministério da Educação precisam ser apuradas! Crimes contra a Educação não devem passar impunes! Seguimos em campanha e pressionando os senadores pela criação da CPI.

 

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