Sinpro põe em curso eleição de novos delegados. Participe!

A sua escola já tem delegado(a) sindical? Não? Então faça a eleição e escolha seus(as) representantes na escola. Está em curso a campanha do sindicato para eleição de novos(as) delegados(as) e representantes sindicais. A ideia dessa estrutura de representação é viabilizar uma melhor organização por local de trabalho e, assim, fortalecer a luta e a resistência da categoria dentro do ambiente laboral educacional.

 

Dentre as atividades essenciais dos(as) delegados(as) e representantes sindicais estão a mobilização da categoria, a articulação da presença sindical nas coordenações coletivas, a divulgação de campanhas e mobilizações virtuais e o fortalecimento da Organização do Local de Trabalho (OLT). O delegado sindical é o interlocutor entre seus pares e o representante da diretoria do sindicato na sua escola e, sobretudo, cumprindo as deliberações do Estatuto, das Assembleias e da Diretoria Colegiada do Sinpro-DF. 

 

Cada unidade escolar tem o direito de eleger um(a) delegado(a) sindical por escola e um representante por turno. Por exemplo: uma escola que funcione nos três turnos pode eleger 1 (um) delegado(a) sindical e 1 (um) representante por turno, num total de 4 (quatro) pessoas. Não há verticalidade nessa relação, o que é uma estratégia importante para aumentar o nível de representatividade por escola e para melhorar toda a organização de trabalho da unidade escolar. 

 

Podem ser delegados(as) sindicais o(a) professor(a) efetivo, de contrato temporário, ou orientador(a) educacional desde que sejam sindicalizados(as) no Sinpro-DF e estejam dispostos à luta. “Essa organização é essencial para que a gente enfrente os novos e velhos desafios. Tanto a plataforma de luta da classe trabalhadora, que é a defesa do serviço público, quanto a defesa da pasta da plataforma da política educacional. É imprescindível que cada escola tenha um delegado ou uma delegada sindical e seus ou suas representantes para fortalecer a resistência nas unidades escolares”, afirma Luciana Custódio, coordenadora da Secretaria de Formação Sindical. 

 

As eleições podem acontecer de forma presencial, em reuniões coletivas nas escolas, ou em formato remoto, numa coletiva virtual. Após o encontro (presencial ou remoto), o(a) delegado(a) sindical deverá acessar o link disponibilizado pelo Sinpro-DF, preencher os campos em branco e fazer o envio da Ata de Delegado(a) Sindical para registro e controle do sindicato. Aqueles que quiserem, podem fazer a impressão da ficha e entregá-la na sede ou subsedes do Sinpro-DF.

 

Assim, pode clicar AQUI para baixar a ata em seu computador, preenchê-la no Word, assiná-la e entregá-la em formato PDF no WhatsApp da Secretaria de Formação pelo celular (61) 9.9323-8140, ou pelo e-mail formacao@sinprodf.org.br. E também pode imprimir a ata, preenchê-la e entregá-la, presencialmente, na recepção do Sinpro-DF. Importante ressaltar que o(a) delegado(a) só será validado(a) quando o sindicato receber a ata assinada pelo(a) votante e que a ata virtual é recebida automaticamente pelo sindicato. Caso tenha alguma dúvida, ligar para este mesmo número de celular do WhatsApp (61 99323-8140)  e pegar orientações com a Secretaria de Formação. Confira, no final desta matéria, o vídeo com a diretora Luciana Custódio sobre a importância da eleição de delegadas e delegados para o sindicato.

 

Confira o passo a passo abaixo:

 

1) Após a realização da eleição durante a coletiva, o (a) delegado sindical deverá acessar o link e informar o CPF.

 

 

2) Se houver representações sindicais por turno, o(a) delegado sindical, deverá preencher e informar no formulário. Havendo necessidade de inserir mais representantes, basta clicar em adicionar “representantes” e, em seguida, salvar os dados informados.

 

3) O delegado(a) irá inserir o CPF e nome de cada participante da reunião na qual ocorreu a eleição.

 

Atenção: É de extrema importância que todos os participantes que estiveram presentes na coletiva sejam inseridos no documento digital, independentemente de serem ou não filiados(as).  Para cada participante, é preciso salvar o documento.

 

4) Após o preenchimento de todas as informações, o Sinpro automaticamente receberá as informações  do formulário.

 

5) Por fim, clique em visualizar a Ata de Eleição, imprima ou salve o documento para você. 

 

 

Caso o candidato(a) queira fazer alguma mudança no formulário, basta acessar o e-mail que será enviado para o endereço eletrônico cadastrado. Os(as) delegados(as) sindicais serão eleitos para mandato de um ano.

 

Para a diretora do Sinpro Luciana Custódio, a participação da categoria como delegados sindicais é de extrema importância para fortalecer os direitos conquistados por meio de lutas de todos e todas filiados junto ao Sinpro-DF. “Neste ano que se inicia, temos uma série de lutas a realizar, a começar pela estrutura do retorno das aulas, neste momento em que falta diálogo do governo tanto com o sindicato quanto com os gestores”.

 

Luciana lembra ainda da série de lutas na conjuntura nacional das quais dependem as lutas locais: “este anos voltaremos a combater a PEC32 e todo o desmonte promovido pelas ideologias neoliberais dos governos que, ao fim e ao cabo, visam a destruir a educação pública e de qualidade”.

 

Para acessar a Ata, clique aqui.

 

Eleja seu(a) delegado(a) sindical e fortaleça nossa rede de luta!

 

Confira no vídeo por que é importante a eleição de delegados e delegadas sindicais:

MATÉRIA EM LIBRAS

Novo golpe para extorquir dinheiro começa a circular nos celulares

“Informamos Que Foi Liberado Hoje Seu Alvará De Precatório Para Pagamento, Referente ao Processo: 0738645-86.2020.8.07.0000-INSS”. Essa é a frase de abertura do novo golpe financeiro que começou a circular nos aplicativos de mensagens por celular contra professores(as), orientadores(as) educacionais e servidores(as) públicos(as).

 

Uma professora da rede pública de ensino recebeu exatamente essa mensagem, na sexta-feira (4/3), e seguiu as orientações do Sinpro: não depositou nada, denunciou à polícia e informou o sindicato sobre o novo golpe para a entidade alertar a categoria sobre esse novo tipo de estelionato.

 

Chamamos essa fraude de “golpe do precatório do INSS” e o texto que chega no aplicativo de mensagens do WhatsApp começa assim: INSS – INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL (ADMINISTRAÇÃO CENTRAL) ⚖️. Olá Sr (a): FULANA DE TAL. Informamos Que Foi Liberado Hoje Seu Alvará De Precatório Para Pagamento, Referente ao Processo: aqui eles colocam o número verdadeiro do processo da vítima-INSS. Confira os prints da mensagem que a professora trocou com o(a) golpista:

 

 

A mensagem é assim mesmo: repleta de erros de digitação, de português e, sobretudo, de informação. Tudo que está escrito na mensagem enviada à professora Sheila está errado.  Os golpes pela Internet já existem desde quando o mundo começou a usá-la no dia a dia. E não param de crescer. Com a pandemia, essas fraudes aumentaram vertiginosamente porque os(as) brasileiros(as) passaram a aderir, em massa, à digitalização de vários tipos serviços.

 

 

 

 

 

 

Sinpro já identificou nove tipos de golpes

 

A situação está tão crítica que a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) tem feito pesquisas sobre os golpes de engenharia social no Brasil — em que dados das vítimas são usados por estelionatários digitais — e descobriu que esses golpes aumentaram 165% só no primeiro semestre de 2021 em comparação ao segundo de 2020.

 

O Sinpro-DF já identificou nove tipos de golpes contra a categoria. Com esse, já chegamos a dez tipos identificados. A entidade mantém os alertas e avisa à categoria para não cair no golpe e, para isso, não deve aceitar nenhuma proposta de depósito de dinheiro: não deposite dinheiro em hipótese alguma e, quando receber mensagens em nome do sindicato ou de escritórios de advocacia que atuam pela entidade, ligue para o sindicato para confirmar.

É importante saber que o Sinpro-DF não manda mensagens pedindo depósitos de dinheiro. Na semana passada, divulgamos nas redes digitais dicas de como de prevenir para não cair no golpe e toda semana fazemos matérias de alerta. Clique nos links a seguir e confira. Ao final desta matéria seguem alguns links de acesso a matérias do Sinpro sobre golpe da Internet. 

 

https://www.instagram.com/p/CapRjPrrtWN/

 

https://www.instagram.com/p/CaXHrQBLNjG/

 

 

Não caia no golpe!

O sindicato tem informado sobre a aplicação de golpes semanalmente e é importante que a categoria fique atenta, pois os criminosos mudam a forma de abordagem para confundir e obter êxito na prática criminosa. Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos golpistas, seguem, abaixo, todas as versões usadas:

 

 

 

 

Golpe 1

 

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto da logo do Sinpro-DF.

 

 

 

 

Golpe 2

 

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

 

 

 

Golpe 3

 

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

 

 

 

Golpe 4

 

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

 

 

 

Golpe 5

 

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

 

 

 

Golpe 6

 

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

 

 

 

Golpe 7

 

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

 

 

 

Golpe 8

 

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

 

 

 

Golpe 9

 

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Confira nas matérias

 

https://sinpro25.sinprodf.org.br/sinpro-alerta-dinheiro-facil-e-golpe/

 

https://sinpro25.sinprodf.org.br/bandidos-aplicam-novo-golpe-do-precatorio-contra-professores/

 

https://sinpro25.sinprodf.org.br/fraudes-pelo-telefone-aprenda-a-identificar-o-golpe/

 

https://sinpro25.sinprodf.org.br/criminoso-se-passa-por-funcionario-de-escritorio-de-advocacia-para-lesar-professora-fique-atento-e-nao-caia-no-golpe/

EAPE e GEAD abrem inscrição para o Curso de Games e e-Sports na Educação

Estão abertas as inscrições para o Curso de Games e e-Sports (eletronic Sports) na Educação (jogos e esportes eletrônicos). O curso é oferecido a todo e qualquer professor e professora da rede pública de ensino pela Gerência de Educação a Distância (Gead) em parceria com a Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape).

 

Professores(as) interessados em se aprofundar nesse universo, devem acessar o link https://sigeape.se.df.gov.br/app_Login/ para inscrição. As inscrições, por sua vez, estão abertas desde quinta-feira (3/3) e se encerram no dia 13/3. O curso terá 180 horas e começa no dia 24 de março e termina no dia 24 de novembro de 2022. Além disso, será, praticamente, on-line, com alguns encontros presenciais na Eape para promover vivências e práticas com os games e “e-sports”.

 

Importante ressaltar que ele será ministrado no período da tarde (vespertino). Dentre as atividades previstas, destaque para a presença de convidados de todo o País que participarão com o intuito de dialogar com os(as) cursistas sobre temas transversais, eixos integradores, temas contemporâneos, profissionalização e aspectos gerais do universo dos games e dos e-sports. Vale lembrar que o curso se insere na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) ao fazer essa interlocução da educação com o mundo do trabalho.

 

Nas vivências presenciais, serão disponibilizados videogames para viabilizar aulas práticas e, a depender do volume de trabalhos, poderá haver visitas às escolas com o objetivo de levar esse conteúdo aos(às) estudantes e, assim, possibilitar a intervenção pedagógica dos(as) cursistas. O número de horas foi definido para que o(a) professor(a) tenha também o benefício de utilizar o curso para pular barreiras e ser mais uma vantagem no processo de formação continuada.

 

David Leonardo da Silva Andrade Teixeira, professor de Educação Física e atuante na Gead, destaca a importância do curso no currículo dos(as) professores(as). “É importante o professor e a professora se apropriarem desses conhecimentos para utilizá-los da melhor maneira possível, mesmo porque é grande o interesse dos e das estudantes sobre essa temática. Não é para menos que já temos jogos escolares eletrônicos no Distrito Federal. Temos uma pesquisa de mais de duas mil respostas que revelou a existência de muitos estudantes interessados em ter aula disso e trabalhar com essa carreira. Daí a importância de professores e professoras dominarem o conteúdo da forma mais crítica possível para combater os malefícios e potencializar os benefícios em prol do desenvolvimento e da cidadania dos e das estudantes”, afirma Teixeira.

 

O professor convida a todos e todas para participarem e lembra, ainda, que o curso também está dentro das normas da LDB. “A LDB determina que a educação precisa ser vinculada ao mundo do trabalho e à prática social. Com esse curso, vamos trazer uma gama diversa de vertentes para que o professor possa se municiar de conhecimentos que o possibilite a uma ação pedagógica com processos de ensino e aprendizagem cada vez mais significativos para o estudante”, informa David.

Livro que aborda diversidade étnico-racial em História tem artigo de professora de Ceilândia

O livro Diversidade étnico-racial e as tramas da escrita: historiografia, memória e ensino de história indígena na contemporaneidade, lançado pela Paruna Editorial, está disponível para download gratuito no site da editora (link no final da matéria). Tendo como organizadores os professores Luis César Castrillon Mendes, Osvaldo Mariotto Cerezer, Osvaldo Rodrigues Jr, Renilson Rosa Ribeiro, a obra é resultado de um esforço coletivo no campo do ensino e da aprendizagem de História e suas relações com os debates acerca da educação para as relações raciais no Brasil contemporâneo.

Entre os artigos que compõem o livro está “Raça, gênero e cidadania: inter-relações”, da professora Fabiana Macena, da rede pública do Distrito Federal. “As reflexões para o artigo surgiram por oportunidade de meu estágio pós-doutoral em 2016, na Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), e têm se aprofundado no cotidiano docente no Centro de Ensino Fundamental 18 de Ceilândia”, conta Fabiana. Segundo ela, o livro é resultado do diálogo entre pesquisadores de diferentes estados e instituições que se dedicam às pesquisas e práticas em ensino de História: “O objetivo é pensar os desafios e possibilidades acerca da temática da diversidade étnico-racial em sala de aula, a partir de perspectivas e lugares de produção diversos”, diz ela.

A proposição da coletânea partiu dos estudos, pesquisas e ações desenvolvidas pelos organizadores nos grupos de pesquisa Cultura, Diversidade e Ensino de História, da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Etrúria: Laboratório de Estudos de Memória, Patrimônio e Ensino de História, da UFMT, com a colaboração de professores/pesquisadores de diferentes instituições brasileiras.

Os estudos e debates presentes na obra dão ênfase para diferentes aspectos do fazer historiográfico e do ensino de História, como: formação de professores para o exercício da docência na educação básica, ensino de História e educação escolar indígena, educação para as relações raciais africana e afro-brasileira, diversidade cultural, identidade e diferença, educação histórica, narrativas, memória, imaginário e patrimônio, fronteira, memória e ensino de História.

Faça o download em: https://www.parunaeditorial.com/ebooks.

*Com colaboração de Luís Ricardo.

Bandidos aplicam novo golpe do precatório contra professores

Quadrilhas cibernéticas especializadas no golpe dos precatórios reinventam a fraude e abordam professores(as) e orientadores(as) educacionais. No novo golpe, apresentam nomes falsos de funcionários do Sinpro-DF e até comprovante falso para pagamento de precatório.

 

Nessa quinta-feira (3/3), mais uma pessoa da rede pública de ensino viveu uma dessas abordagens e avisou ao sindicato. Confira no final deste texto o modo de operação dessas quadrilhas virtuais especializadas em extorsão de dinheiro.

 

O sindicato alerta: não acredite em mensagens ou em telefonemas que pedem para depositar dinheiro. E reforça que a categoria não deve depositar nenhum centavo em dinheiro em nenhuma conta. Outra informação importante: não existe pagamento prévio de taxas para desbloqueio de precatório porque, simplesmente, não existe nem bloqueio de precatório nem taxas.

 

O Sinpro explica que, quando o(a) servidor(a) público(a) ganha na Justiça alguma causa relacionada a precatório, o valor ganho é creditado, automática e diretamente, na conta da pessoa que ganhou a causa sem intermediários e não existe pagamento de taxas para recebimento de valores judiciais.

 

As quadrilhas usam vários modelos de extorsão para achacar a categoria. Clique aqui para conhecer os tipos de golpes. Todavia, dentre os vários tipos de fraudes relacionadas aos precatórios, existe uma, como a que foi usada nessa quinta (30), em que apresentam um comprovante falso do Banco do Brasil e uma mensagem repleta de erros gramaticais dizendo que o motivo do contato é sobre o precatório que a pessoa tem a receber.

 

Mensagem falsa e comprovante bancário

 

No golpe da mensagem e comprovante falsos, a quadrilha se passa pelo Jurídico do Sinpro e diz, com um texto cheio de erros gramaticais e tipográficos, que o precatório foi liberado. Mostram valores e taxas, até mesmo um comprovante falso do Banco do Brasil para dar veracidade ao golpe, e diz ser necessário entrar em contato com o setor ou núcleo de pagamentos do Tribunal de Justiça para receber o tal valor do comprovante falso e apresenta o nome falso de uma das golpistas: Regina Maria de Meneses.

 

Esse nome (Regina Maria de Meneses) é falso e é um dos vários nomes que as quadrilhas usam para extorquir a categoria. O Sinpro ressalta ainda que não há ninguém na entidade e nem no Jurídico com o nome “Antônio Alves” e recomenda a categoria a ligar para o sindicato para confirmar qualquer tipo de mensagem que chegue nos celulares.

 

Em caso de golpe, o sindicato orienta a ligar para a polícia. E, caso receba telefonemas, a dica é não passar nenhum tipo de informação pessoal, não depositar dinheiro e avisar à polícia. A seguir, apresentamos o modelo de mensagem e a imagem do comprovante (guia de depósito judicial) falsos e com muitos erros que as quadrilhas enviam para aplicarem o golpe.

 

Confira, a seguir, um dos tipos de mensagem falsa enviada a vários(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. A mensagem a seguir foi enviada nessa quinta (3) para algumas pessoas da categoria. Se você a receber, denuncie à política e siga a orientação que ela (a polícia) lhe der. Se achar importante divulgar para a categoria, conte ao Sinpro. E, principalmente, não deposite dinheiro.

 

 

Confira a mensagem fraudulenta que chega no celular:

O motivo desse contato é sobre o seu precátorio referente ao vale alimentação.
Está liberado!
É necessário o seu contato com o tribunal de justiça.
Falar com a doutora Regina Maria de Meneses do núcleo de pagamento
Telefones 2017-0758 / 3550-7364 / 996149415
Protocolo de liberação do seu pagamento 04546339/2022
Valor total Bruto do precátorio 78.914,50
– 6.394,00 de honorários advocatícios já descontados
Valor líquido á receber 72.520,50
Att: Dr. Antônio Alves
Setor jurídico Sinpro

Entre em contato com Dra Regina maria Pará finalizar sua movimentação ela está nó aguardo.

Os impactos da guerra na educação

Leia abaixo artigo do presidente da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), Heleno Araújo, publicado pelo portal Brasil de Fato Pernambuco, no qual ele analisa os impactos sofridos pelo direito à educação em contextos de guerra. Ele aponta o baixo índice de analfabetismo em Ucrânia e Rússia, protagonistas de um dos principais conflitos armados da atualidade, em contraste com os números tristes que o Brasil vem atingindo nessa área.

 

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Os impactos da guerra na educação

 

Dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) indicam que quase metade dos meninos e meninas que não estão na escola vivem em países em situação de conflito armado. Mesmo diante desse quadro, há um percentual muito baixo da ajuda internacional humanitária destinada a investimentos em educação para garantir esse direito social às crianças vítimas desse contexto. As guerras prejudicam o acesso à educação, tornando-se um dos principais motivos do fracasso da comunidade internacional em garantir esse que é o direito humano mais básico de todos, que se trata do acesso à educação.

Nos países que vivem conflitos armados, milhões de crianças estão privadas do seu direito de ter acesso à escola e ao sistema formal de ensino, aumentando as desigualdades entre as nações do mundo. São nestes países que se verificam os níveis mais baixos de alfabetização de sua população infantil. Em contextos de guerra e conflitos armados, as crianças e jovens ficam expostos a outras muitas situações de risco, como o aumento da violência sexual e da mortalidade infantil. Além de serem alvos fáceis de ataques, com escolas destruídas e aumento das violações dos direitos humanos, as guerras afetam as condições cognitivas para o aprendizado, gerando um clima de medo e paralisia generalizados, mantendo as pessoas em suas casas ou abrigos, isoladas de tudo e de todos, promovendo rupturas familiares que se perpetuam para sempre.

Na análise da UNESCO “a comunidade internacional anda ocupada com outras tarefas mais lucrativas. Sem dúvida, o gasto em armamentos militares consome os recursos que os países doadores poderiam destinar em apoio à educação das crianças das nações pobres. Somente com o que os países ricos dedicam a gastos militares durante seis dias, seria possível anular o déficit anual de financiamento do programa “Educação para Todos”, avaliado em 16 milhões de dólares”.

A prioridade de um mundo em guerra é o aumento vertiginoso dos gastos militares que servem, no fim das contas, para alimentar ainda mais a economia da guerra. O caos gerado pelas guerras em todo o mundo se presta a dar sobrevida a um sistema que tira das pessoas seus direitos humanos mais básicos, como a saúde, a educação e à própria alimentação.

Ao declarar guerra contra a Ucrânia, a Rússia termina por não evidenciar à comunidade internacional que é um dos países do mundo que possui um dos níveis de analfabetismo mais baixos do planeta, com apenas 0,6% de sua população ainda precisando ser alfabetizada. Ou seja, 99,4% da sua população sabe ler e escrever e conta com um sistema educacional básico que tem duração de nove anos. O seu ensino secundário pode ser concluído entre dois e três anos e o ensino superior, que possui quatro anos de duração, pode ser estendido com mais dois anos para o/a estudante russo fazer uma pós-graduação. Para fazer o doutorado, a população russa precisa de mais três anos de estudos. Pela potência que foi e é ainda hoje, a Rússia tem um bom desempenho na formação escolar e acadêmica da sua população, mas, devido a essa guerra, o país poderá ter impactos negativos na educação de seu povo. A decisão do Presidente Vladimir Putin de iniciar uma guerra poderá trazer sérias consequências para o seu país e para muitos outros do resto do mundo, em especial os seus vizinhos.

Na Ucrânia, a educação escolar tem acesso gratuito e, até a conclusão do ensino secundário, o ensino no país é obrigatório nas escolas públicas. O acesso ao ensino superior também é gratuito nas instituições públicas. O país, até os dias atuais, continua com a educação compartilhada oriunda ainda dos tempos da União Soviética e, por isso, conta com 99,7% da sua população acima de 15 anos de idade totalmente alfabetizada. A partir dos seis anos de idade o ensino primário tem quatro anos de duração, o ensino fundamental dura cinco anos e o ensino médio possui três anos de duração, com a possibilidade da formação em nível superior, com no mínimo, quatro anos.

Com as informações e os dados acima, fico a imaginar o que leva os líderes desses países a abandonar o diálogo para a resolução de seus conflitos e a promoverem uma guerra insana que desmonta toda a estrutura social que conta a população de seus países. E bate uma grande tristeza olhar os números da educação em nosso país que, mesmo não estando em conflito armado com nenhuma outra nação, abandona e destrói seu povo, negando o seu direito humano básico à educação escolar e acadêmica.

O Brasil tem cerca de 11 milhões de analfabetos, 5,1 milhões de crianças e adolescentes, com idade de 4 aos 17 anos, não contaram com o acesso à escola no ano de 2020. Entre nossos jovens, população de idade correspondente dos 14 aos 29 anos de idade, 10 milhões não tinham terminado alguma das etapas da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio). Temos apenas pouco mais de 2 milhões de jovens brasileiros nas universidades públicas. Infelizmente, no Brasil de hoje, a elite do dinheiro promove uma guerra permanente contra a maioria do nosso povo, negando os direitos humanos e sociais básicos para que possamos viver com dignidade. Precisamos manter em alta a nossa indignação com a situação que passa o nosso povo e valorizar muito o nosso voto nas eleições de outubro deste ano.

(Brasil de Fato Pernambuco, artigo de Heleno Araújo com edição de Vanessa Gonzaga, 3/03/2022)

Em defesa da EJA e do direito das mulheres ao estudo

No mês de março, em que se celebra o Dia Internacional de Luta das Mulheres, diversas temáticas se apresentam com muita atualidade. O combate à violência contra a mulher, que, sabidamente, aumentou durante a pandemia; a fome, a carestia e a pobreza, que também aumentaram, e atingem de forma particularmente agressiva as mulheres.

Uma questão muito importante se relaciona com as tarefas domésticas e de cuidados – que quase sempre são atribuídas automaticamente às mulheres. A muitas delas, sobretudo as mais pobres, são impostas limitações no trabalho, nos estudos e no lazer para que deem conta dessas tarefas.

Os movimentos de mulheres defendem que o trabalho doméstico e de cuidados seja dividido com os homens e também com o Estado. Isso significa exigir serviço público de qualidade nas áreas da Saúde e da Educação, por exemplo, para que a responsabilidade com as crianças, as pessoas idosas e as pessoas doentes não fique apenas sobre as mulheres. Restaurantes populares, lavanderias coletivas, creches e tantos outros equipamentos públicos, com seus servidores e servidoras, são fundamentais para combater a desigualdade.

Recentemente, vieram a público dois casos de mulheres que demandavam levar seus bebês à escola, para que elas pudessem assistir suas aulas na EJA (Educação de Jovens e Adultos) no período noturno, já que não tinham com quem deixar as crianças. Por mais que a escola se sensibilize pela situação, ela não dispõe da estrutura adequada para receber essas crianças, e, portanto, até mesmo pela proteção da própria criança, a escola não está autorizada a recebê-la.

É para oferecer suporte a essas mulheres que o Plano Distrital de Educação (PDE), em sua meta 9 – que se refere à EJA – traz o item 9.18, que diz: Assegurar sala de acolhimento com profissional capacitado e ambiente diferenciado para atender às necessidades de pais-estudantes, cujos filhos menores de 10 anos necessitem acompanhá-los enquanto estudam, para que não haja desistência. A oferta de creches em todos os períodos deve ser compreendida como um direito das crianças e um direito das mulheres.

>>> Acesse aqui a íntegra do Plano Distrital de Educação.

Na pauta de reivindicações do Sinpro essa questão consta de forma bastante explícita. É o ponto 42 e ele aponta: Garantia de que as escolas de EJA que funcionam no noturno tenham uma creche próxima à escola ou uma sala-creche na própria escola. A pauta de reivindicações norteia o sindicato em todas as negociações com o governo.

>>> Acesse aqui a íntegra da Pauta de Reivindicações do Sinpro.

Para além das questões de gênero envolvidas, combater a evasão na EJA é um aspecto importante da defesa dessa modalidade de ensino, que vem sendo muito atacada nos últimos anos. Turmas vêm sendo fechadas sob a desculpa da “falta de demanda”, mas o que vemos, na verdade, é pouco investimento do governo em divulgação e na busca ativa, bem como nos mecanismos e estímulo para garantir que o estudante não precise deixar o curso. A responsabilidade fica inteira sobre a escola e sobre os professores, que, muitas vezes, tiram dinheiro do seu bolso para comunicar às comunidades que as turmas existem, estão abertas e para mantê-las.

O GTPA-Fórum EJA/DF, movimento social que é um dos principais elaboradores na pauta da Educação de Jovens e Adultos no Distrito Federal, deu uma contribuição decisiva para as formulações que envolvem a EJAIT – Educação de Jovens, Adultos e Idosos Trabalhadores – no PDE. No plano, constam nossas principais ferramentas para a defesa dessa modalidade de ensino tão importante. Mas as resoluções ali contidas, embora aprovadas e sancionadas, seguem ter encaminhamento pelo governo distrital.

O Sinpro-DF vai continuar lutando pela real implementação do PDE, que foi aprovado e sancionado há quase sete anos, em defesa da EJA e dos direitos das mulheres. Da mesma forma, defendendo a democratização do Estado brasileiro, com acesso universal à saúde e à educação. A igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, certamente, passa por garantir serviços públicos de qualidade.

Quadrilha clona Instagram de diretora do Sinpro para aplicar golpes

A diretora do Sinpro-DF, Thaís Romanelli, informa que foi vítima de uma quadrilha de Internet e teve seu perfil no Instagram clonado e invadido. Os bandidos anunciaram venda de móveis e, em seguida, começaram a enviar mensagens no Direct para toda a lista de seguidores(as) da diretora. Após isso, anunciaram uma rifa.

 

 

Vários(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais seguidores(as) de Thaís caíram no golpe, inclusive comprando a rifa. A diretora pede a todos e todas para deixar de segui-la neste perfil https://www.instagram.com/thromanelli/.

 

 

“Na segunda-feira (28/2), meu Instagram foi clonado, começaram a anunciar venda de móveis e depois, em seguida, mandaram mensagens no Direct para vários conhecidos meus, inclusive para pessoas que estavam comigo na hora que foi clonado. Logo em seguida, fizeram o golpe de uma rifa dizendo que era para ajudar uma ONG que cuida de moradores de rua. Assim que eu soube, denunciei à polícia”, conta.

 

 

Ela informa que registrou um Boletim de Ocorrência (BO) e que a polícia avisou que está atrás dessa quadrilha há algum tempo e que há outras denúncias e vítimas. Também a orientou a pedir aos(às) seguidores(as) que denuncie o golpe no próprio Instagram e que a deixem de seguir nessa conta clonada.

 

 

“Segundo a polícia, à medida que isso for acontecendo, automaticamente, o Instagram irá tirar a conta invadida da Internet”, afirma. A diretora pede a todos e todas que tomem cuidado com esse perfil (citado acima), que façam a denúncia solicitada pela polícia e que deixem de segui-la. Pede também que passem a segui-la no seguinte perfil: https://www.instagram.com/thaisromanellileite/

 

 

 

 

5 de março: Participe da Marcha das Mulheres Taguatinga/Ceilândia

Como parte do março de lutas das mulheres, dia 5 de março, próximo sábado, acontece a Marcha das Mulheres Taguatinga/Ceilândia. A ação será um “esquenta” para a marcha de 8 de março, próxima terça-feira.

A concentração da atividade será às 14h, próximo à Feira da Ceilândia, onde acontecerão atividades culturais e a tribuna das mulheres até as 16h, horário em que as mulheres saem em caminhada até a Feira dos Goianos.

“A Marcha das Mulheres Taguatinga/Ceilândia vai abrir nosso mês de lutas, e nós, professoras, estaremos lá!”, convida a diretora da Secretaria de Mulheres do Sinpro Vilmara Carmo. Também compõe o calendário de lutas uma oficina sobre direito ao corpo e direitos reprodutivos, no dia 25 de março. Local e horário ainda serão definidos.

E, finalmente, no dia 8 de março, Dia Internacional de Luta por Direitos das Mulheres, professoras do DF tomarão as ruas da capital federal por um Brasil sem fome de comida e de educação. A concentração será às 17h, no Museu da República.

 

Sinpro alerta: dinheiro fácil é golpe!

Quase todo dia o Sinpro-DF recebe relatos de professor(a) ou de orientador(a) educacional da ativa ou aposentado(a) informando que foi vítima de uma tentativa ou de algum tipo de golpe pelo celular. A orientação do sindicato é, em primeiro lugar, não depositar dinheiro em hipótese alguma. Em segundo, denunciar à polícia.

 

Em terceiro, caso queira, relate ao sindicato o ocorrido para que possamos divulgar matéria com alertas sobre velhas e novas fraudes. É por meio dos relatos que explicamos, nas matérias, como ocorrem os golpes a fim de conscientizar cada um e cada uma de que é preciso estar atento(a) para não cair no golpe. Além disso, sempre que recebemos relatos com Boletins de Ocorrência contra algum golpe, nossos escritórios de advocacia registram queixa-crime contra os golpistas, o que ajuda a polícia a desbaratar quadrilhas. 

 

O golpe mais usado pelas quadrilhas de Internet é o do telefone – que, além de ligações telefônicas, envolve também mensagens de WhatsApp e outros aplicativos. Esse é o golpe que tem sido largamente usado contra outros(as) servidores(as) públicos(as) que têm dinheiro a receber advindos de processos judiciais e em tramitação na Justiça.

 

Os bandidos de Internet têm aperfeiçoado os golpes existentes e criado novos tipos para dar aparência de verdadeiros. Para isso, as quadrilhas envolvem nomes de funcionários, diretores de entidades, advogados de escritórios que prestam serviços aos sindicatos e empresas de prestação de serviço. Esse problema afeta todas as entidades sindicais e o Sinpro-DF não está imune.

 

Os relatos de fraudes financeiras são cada vez mais mirabolantes. O Sinpro-DF tem divulgado em suas redes digitais com explicações minuciosas acerca do “modus operandi” das quadrilhas. Clique aqui e confira os tipos de golpes .

 

No entendimento da diretoria, quanto mais a categoria estiver informada e atenta, menos irá cair no golpe. O breve manual, a seguir, informa como identificar os golpes mais comuns que chegam por celular mediante ligações, SMS, WhatsApp e até Telegram e ligação em telefones fixos.

 

Assim, antes de tudo, o sindicato adotou uma regra principal que vale para todo mundo: não depositar dinheiro em hipótese alguma para ninguém que se passe por pessoas ligadas à entidade porque nem o Sinpro-DF e nem o seu escritório de advocacia não pedem dinheiro. Ou seja: não deposite nenhum valor financeiro em nenhuma conta bancária porque o sindicato não pede dinheiro. Em seguida, ligue para o sindicato para relatar o golpe.

 

Clique AQUI e acesse todos os telefones do Sinpro-DF

 

Nos relatos recebidos foram observadas algumas características que, geralmente, por mais que inovem nos textos e nas abordagens, os golpes mantêm e sempre são identificáveis tanto no telefonema como nas mensagens. 

 

Características comuns dos golpes. Como identificá-los:

 

– O Sinpro-DF não pede dinheiro e não há necessidade de pagar nenhum valor adiantado para recebimento de ações judiciais e precatórios.

 

– Erros gramaticais e de grafia nas mensagens.

 

– Se passam por diretores, advogados e até funcionários do sindicato.

 

– Adotam nomes de escritórios de advocacia que atuam ou atuaram pelo Sinpro-DF.

 

– Extratos de processos com erros gramaticais.

 

– Extratos, visivelmente, com montagem de imagem.

 

– Extratos com valores altíssimos que a pessoa não faz jus.

 

– Mensagens de texto e ligações telefônicas pressionando a pessoa a depositar logo, por PIX, a quantia pedida com a promessa de que, ao depositar esse valor pedido, a pessoa terá o suposto montante do processo liberado.

 

– Não existem “facilitações” nem facilidades para aceleração de pagamentos de precatórios por meio de depósitos financeiros.

 

– Mente quem fala que o precatório vai sair com facilidade se o professor depositar o dinheiro pedido nas mensagens de celular ou ligações telefônicas.

 

– Advogados e Sinpro-DF não enviam guia de depósito judicial

 

– Custas processuais são pagas diretamente aos órgãos e não em contas de pessoas físicas

 

– Não tem que pagar taxa de cartório para liberação dos valores

 

– Os números de telefones informados na mensagem não são do escritório nem do Sinpro-DF.

 

Clique AQUI   para acessar os telefones do Sinpro-DF.

 

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