CNTE lança 20ª edição da Revista Mátria e presta homenagem à cantora Elza Soares
Jornalista: Maria Carla
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) lança, neste mês de março, a 20ª edição da Revista Mátria, publicação anual do periódico que celebra o Dia Internacional da Mulher – 8 de março. A publicação homenageia a cantora Elza Soares, artista incansável na luta contra o racismo e a discriminação contra as mulheres, que morreu cumprindo a promessa de cantar até o fim.
Além da homenagem, a revista traz ainda entrevista exclusiva com a cientista Lorena Barberia, professora do Departamento de Ciência Política da Universidades de São Paulo (USP) e membro do Observatório Covid-19 BR, que fala sobre a movimentação feminina na ciência e seu grande destaque no combate à pandemia. O encarte teórico desta edição – “Não é uma crise, é um projeto: os efeitos das reformas do estado entre 2016 e 2021 na educação” – apresenta dados analíticos a partir dos marcadores de gênero e raça, buscando compreender como essas categorias estão presentes nas desigualdades educacionais.
A Mátria será distribuída, gratuitamente, em sindicatos, escolas públicas e bibliotecas, estimulando o debate sobre temas importantes para as lutas das mulheres por mais segurança, equidade e direitos.
A Revista Mátria é produzida anualmente pela CNTE desde 2003, com a proposta de debater a luta da mulher pela igualdade de direitos, de maneira informativa e educativa. O intuito é contribuir para que o mundo seja um lugar onde todos tenham espaço, vez, voz e sejam tratados com justiça e igualdade de oportunidades. Acesse a versão digital (em PDF) e leia também as edições anteriores da revista.
Após a categoria aprovar o Calendário de Lutas na Assembleia Geral, realizada no dia 22 de fevereiro, o Sinpro-DF convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para as Assembleias Regionais a serem realizadas dias 10, 15, 17 e 22 de março em várias cidades-satélites do Distrito Federal.
Além de discutir a pauta de reivindicações e a luta que a categoria irá pôr em curso em 2022, as Assembleias Regionais também têm o objetivo de mobilizar todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais.
Os debates a serem realizados nas Assembleias Regionais terão grande importância na Assembleia Geral, prevista para ocorrer no dia 24 de março com paralisação.
Participe! Nossa luta depende da mobilização de cada um de nós!
Pauta de Reivindicações:
1 – Perdas financeiras:
Recomposição salarial e do vale-alimentação
Pagamento do reajuste 2015 (parcela)
Pagamento do referido reajuste com respectivos valores retroativos a setembro/2015
Cumprimento da Meta 17 do PDE (isonomia com as demais carreiras de nível superior)
2 – Realização de concurso público para profissionais das carreiras magistério e assistência
3 – Precarização da carreira magistério com mais de 1/3 de professores do contrato temporário
4 – Nomeação e novo concurso para monitores e monitoras
5 – Pagamento do PDAF em dia
6 – Salas de aula superlotadas
7 – Desmonte da educação inclusiva e especial
8 – Desmonte da EJA
9 – Novo Ensino Médio
10 – Transferência de recursos públicos para o homeschooling
11 – Covid-19 e ajustes sanitários
Confira os locais, datas e horário de cada assembleia regional:
10/3 (quinta-feira)
Plano Piloto: Sede – 19h
15/3 (terça-feira)
Ceilândia: CEM 02, às 9h e 14h
Recanto das Emas: CEM 111, às 9h e 14h
Samambaia: CEE 01, às 9h e 14h
Riacho Fundo I e II, Núcleo Bandeirante e Candangolândia: CEMUB, às 9h e 14h
17/3 (quinta-feira)
Sobradinho: CEM 01 – Ginásio, às 9h e 14h
São Sebastião: CAIC Unesco, às 9h e 14h
Santa Maria: CEE, às 9h e 14h
Brazlândia: CEM 01, às 9h e 14h
Guará e Cidade Estrutural: CEM 01 (GG), às 9h e 14h
22/3 (terça-feira)
Plano Piloto: Sede, às 9h, 14h e 19h (nos três turnos)
Paranoá e Itapoã: CAIC, às 9h e 14h
Planaltina: CEM 01 – Centrão, às 9h e 14h
Gama: CEM 01 (CG), às 9h e 14h
Taguatinga: CEMAB, às 9h e 14h
24 de março – Assembleia Geral Participe de todas as Assembleias! Sua presença é importante para definir os resultados positivos da nossa luta!
Morte matada ou morrida? A imprensa e os feminicídios no Brasil
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Recém lançado pela Drops Editora, o livro “Histórias de Morte Matada Contadas Feito Morte Morrida – A narrativa de feminicídios na imprensa brasileira” é chocante em vários sentidos. Escrito pelas jornalistas Niara de Oliveira e Vanessa Rodrigues, a obra demonstra como o machismo permeia não apenas os feminicídios, mas como a sociedade percebe e conta essas histórias.
“Histórias de Morte matada(…)” analisa a narrativa adotada pela imprensa brasileira, especialmente a escrita, na cobertura dos casos de feminicídio no país. As autoras mergulharam em matérias publicadas, nos últimos 40 anos, sobre o assassinato de mulheres por motivações misóginas, incluindo casos como os de Ângela Diniz e Eliane de Grammont, até Sandra Gomide, Eloá Pimentel, Eliza Samudio, Viviane do Amaral, Viviane Sptinizer, Patrícia Accioli, Marielle Franco e outras vítimas de menos repercussão, mas com igual importância. O conteúdo levanta também uma discussão sobre temas ainda pouco abordados, como o feminicídio político e os órfãos do feminicídio.
Segundo as autoras, existem dois artifícios que são praticamente clichê na construção de textos jornalísticos sobre feminicídios. Um é a corresponsabilização: a mulher também tem um pouco de culpa por sua própria morte. O ciúme do (ex-)parceiro explica, “desculpa” tudo e acaba por amenizar a responsabilidade do assassino.
O outro artifício é sintático. O feminicídio é comumente contado na voz passiva. Assim, o sujeito “Mulher morta” é muito mais comum do que “Homem mata mulher”. Esse artifício destaca dá o protagonismo da história à mulher, e “apaga” a importância do causador de sua morte.
Além disso, a vítima do feminicídio é muitas vezes colocada sob uma lupa moral, o que inclui desde a foto que estampa a matéria até a falta de busca por informações mais profundas sobre a história de vida dessa mulher assassinada. Para as autoras, é como se redações de imprensa de norte a sul do país seguissem um manual de redação informal, não escrito, sobre como fazer a cobertura dos casos de feminicídio.
O livro é obrigatório para jornalistas que buscam refletir, aprender e melhorar. E altamente recomendável para professores que querem trabalhar com seus alunos uma leitura crítica de notícias de jornal. Está disponível no site da Drops Editora por R$ 55,00.
GDF anuncia reajuste aos professores, mas ‘esquece’ que a 6ª parcela é dívida de sete anos
Jornalista: sindicato
Representantes da categoria “desmentem” governador Ibaneis Rocha e mostram os detalhes das negociações desde 2013, o acordo judicial e a briga nas barras dos tribunais
Os professores do Distrito Federal reagiram às declarações do governador Ibaneis Rocha (MDB) que anunciou esta semana o pagamento de uma 3ª parcela do reajuste salarial da categoria para o mês de abril.
“Na verdade, trata-se da 6ª parcela do acordo firmado com a Justiça em 2013 e, diferentemente do que o GDF tenta demonstrar, o pagamento que deveria ter sido feito em 1º de setembro de 2015 só vai ser pago agora depois de o governo distrital ter sido derrotado na justiça e obrigado a efetuar o pagamento”, explica a diretora do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), Letícia Mondandon;
O Sinpro-DF reitera, portanto, que o pagamento de reajuste apresentado como iniciativa do GDF, na verdade é cumprimento de decisão judicial referente ao pagamento da 6ª parcela do reajuste que foi aprovada em 2013
Após assembleia do Sindicato dos Professores do Distrito Federal, na última terça-feira, 22, o governador Ibaneis Rocha confirmou o pagamento da parcela do reajuste salarial para a categoria. Mas, disse também que há uma movimentação de caráter essencialmente político por parte do sindicato.
“Eles estão no direito de se manifestar e eu não tenho que interferir em nada nesta questão. Há um movimento político que temos que respeitar, feito pela presidente do sindicato, candidata ao governo, como ela já colocou”. Ibaneis Rocha se feriu à diretora do Sinpro-DF, Rosilene Corrêa que já anunciou sua pré-candidatura ao governo do Distritro Federal.
Governo diz ter concedido benefícios
Em relação à parcela do reajuste salarial a ser paga, Ibaneis disse que o pagamento evita compensação a professores. “Não estou tratando de nenhum tipo de recomposição, pois já concedemos tudo aquilo que era possível, que é a terceira parcela, que será paga no mês de abril”, declarou o governador.
Na avaliação do Sinpro, as declarações do governador dão a entender à população que os professores do Distrito Federal vão ter reajuste salarial novo e que é bondade do GDF o pagamento dessa parcela em abril para sair no salário de maio.
No entanto, essa 6ª parcela do acordo virá sem retroativo e nenhum ganho real nos últimos sete anos. Por isso, estamos reivindicando, reunindo a categoria para uma mobilização mais efetiva para cobrar o governo esses nossos direitos”, ressaltou a diretora do Sinpro-DF.
De acordo com o Sinpro-DF, a categoria está há sete anos sem reajuste salarial. Especificamente, desde março de 2015, quando foi atualizada a tabela. Até janeiro deste ano, a inflação total acumulada pelo INPC foi de 49%.
Assembleia Geral, 22 de fevereiro de 2022 Foto: Sinpro/DF
Acordo feito no governo Agnelo
Em maio de 2013, foi sancionada a Lei nº 5.105/2013, que estabelecia os servidores do GDF receberem 6 parcelas de reajuste a contar de março daquele ano. As parcelas foram definidas para as seguintes datas:
Parcela 1 – 1º março de março de 2013
parcela 2 – 1º de setembro de 2013
parcela 3 – 1º de março de 2014
parcela 4 – 1º de setembro de 2014
parcela 5 – 1º de março de 2015
parcela 6 – 1º de setembro de 2015
No entanto, a última parcela, prevista para setembro de 2015, não foi implementada. A partir de então, o Sinpro lembra que realizou uma série de articulações e movimentações para cobrar o cumprimento da lei, entre elas a deflagração de greve e ação judicial.
Rodrigo Rolemberg entra na Justiça
Por outro lado, o governo do Distrito Federal, na época Rodrigo Rolemberg, apresentou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no TJDFT para tentar declarar inválida a Lei 5.105 de 2013 e assim inviabilizar o direito dos professores.
O Sinpro-DF ingressou como amicus curiae na ADI e sustentou a legalidade do reajuste e o direito dos professores ao aumento previsto.
A ADI 0005592-34.2015.8.07.0000 e a justiça mandou pagar os professores que não cumpriu a determinação.
Em 2016, frustradas negociações com o governo e após a greve de 2015, a categoria decidiu ingressar na Justiça com ação coletiva requerendo o pagamento da última parcela do reajuste. Em outubro de 2017, o TJDF condena o GDF a pagar a 6ª parcela, mas o GDF recorre da decisão.
Ações na gestão Ibaneis Rocha
Em março de 2021, já no governo Ibaneis Rocha, o TJDFT nega o recurso do governo e reafirma a decisão do pagamento da 6ª do reajuste aos servidores do magistério.
Mas, o atual governo não se dá por vencido. Recorre ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão da justiça local, mas o ministro Ricardo Lewandowski indefere a liminar do GDF, mantendo a validade da decisão do TJDF.
“Mesmo assim, Ibaneis Rocha tenta protelar o desfecho da ação judicial com recursos incabíveis aos tribunais superiores, apenas como estratégia de retardar mais ainda o direito reconhecido judicialmente. É possível ver na movimentação da ADI, que o governo entrou com embargos de declaração e tentou de todas as formas não pagar a 6ª parcela do reajuste”, critica a direora do Sinpro-DF
Letícia Montandon ressalta que que na ação que corre no Supremo (ADI 6990), tanto o Ministério Público Federal como a Advocacia-Geral da União apresentaram pareceres favoráveis ao pleito dos educadores. A última movimentação do processo ocorreu no último dia 21 de fevereiro de 2022.
Gramática da Manipulação agora em versão para Kindle
Jornalista: sindicato
A Quintal Edições acaba de lançar em versão eletrônica, no site da Amazon, o livro Gramática da Manipulação. Escrito pela jornalista e linguista Letícia Sallorenzo, a versão impressa do livro foi lançada em 2018. Com prefácio do jornalista Franklin Martins, Gramática da Manipulação é o resultado da dissertação de mestrado defendida pela autora em março daquele ano pelo Programa de Pós Graduação em Linguística (PPGL) da Universidade de Brasília, sob o título Gramática e Manipulação: Análise cognitivo-funcional de manchetes de jornais durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2014.
No livro, escrito em linguagem simples e informal, Sallorenzo analisa 340 manchetes de jornal internas e de capa, publicadas pelos jornais O Globo e Folha de S.Paulo durante o segundo turno das eleições. Antes da análise, a autora explica as diferenças entre sintaxe, semântica e pragmática, e como as informações linguísticas são organizadas no cérebro, no que ela identifica como processo de categorização. Também apresenta uma pesquisa acadêmica que comprova que um título tendencioso levará o leitor a apreender o conteúdo da reportagem de forma tendenciosa.
O livro é uma aula de português leve e divertida, a garantia de que você nunca mais vai ler uma manchete de jornal como antes e uma excelente dica para professores de português que querem dar uma sacudida nas turmas do final do Fundamental II ou do Ensino Médio.
A versão para Kindle de Gramática da Manipulação está disponível no site da Amazon por R$ 21,00, ou de graça para os assinantes Kindle Unlimited. Quem preferir a versão impressa, ´também será contemplado, mas tem que pedir no site da Quintal Edições, a R$ 42,00.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que não haverá expediente no sindicato durante o carnaval e que a entidade retoma suas atividades normais após o feriado.
As sedes e subsedes ficarão fechadas nos dias 28 de fevereiro e 1º e 2 de março e voltam ao funcionamento nos horários normais na quinta-feira (3/3).
Informa ainda que A Chácara do Sinpro continua funcionando normalmente durante todo o feriado. A pessoa interessada em utilizá-la deverá fazer a reserva pelo Aplicativo do Sinpro.
Para reservá-la por telefone, o(a) interessado poderá ligar (somente nesta sexta-feria (25/2), véspera do feriado) para os números 3343-4240 e 3343-4221.
A vida das mulheres trabalhadoras discutida no Parque da Cidade
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convida todo mundo para debater sobre “A vida das mulheres trabalhadoras em meio à crise econômica gerada pelos governos federal e distrital”.
A atividade faz parte tanto do Calendário de Lutas do sindicato aprovado na assembleia da última terça-feira como do calendário de ações do 8 de março promovido pela CUT-DF.
O encontro será realizado neste sábado de carnaval (26/2), no estacionamento do Parque Ana Lídia, no Parque da Cidade de Brasília, entre 11h e 13h, e o Sinpro vai transmitir em seu Facebook.
“Vamos fazer uma roda de conversa sobre o impacto da crise gerada pelos governos federal e distrital no dia a dia das mulheres: sua autonomia no mundo do trabalho, nossos direitos básicos que estão sob constante ameaça no Congresso Nacional, com relação a questões de religiosidade, reprodução e sexualidade, educação, questão de gênero.”, explica a dirigente da pasta de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro-DF, Vilmara do Carmo.
“A gente precisa dialogar com a sociedade e explicar os porquês das mulheres, principalmente as negras, serem as principais prejudicadas nesse cenário de crise econômica. Não é por acaso. Mulheres são maioria no setor de serviços, além de também serem maioria na categoria dos trabalhadores informais. Esses foram setores muito atacados com a pandemia e com as reformas do governo Bolsonaro, principalmente a reforma trabalhista”, explica a secretária de Mulheres Trabalhadoras da CUT-DF, Thaísa Magalhães.
Paralela à crise econômica, as mulheres também tiveram mais horas dedicadas ao trabalho doméstico durante a pandemia, seja nas atividades realizadas em casa ou no cuidado com algum familiar. “Historicamente somos exploradas. Entretanto, desde a redemocratização do país, nunca tivemos um período em que isso fosse tão acentuado. E o problema não é apenas a pandemia da Covid-19, mas sobretudo a ausência de políticas públicas para mulheres”, alerta a dirigente da CUT-DF.
Corte sem precedentes
O Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) mostrou que, “após cinco anos de subfinanciamento das políticas para as mulheres”, o governo dispôs de R$ 425 milhões para o ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, de Damares Alves. “Porém, até meados de maio de 2020, o ministério executou somente R$11,3 milhões, o equivalente a 2,6% do que está disponível”, afirma o Inesc.
O Instituto ainda denuncia que, “o Plano Plurianual (PPA) 2020-2023 excluiu o ‘Programa 2016: Políticas para as Mulheres: Promoção da Igualdade e Enfrentamento a Violência’, que era destinado somente às mulheres, e criou o ‘Programa 5034: Proteção à Vida, Fortalecimento da Família, Promoção e Defesa dos Direitos Humanos para Todos’, que é um guarda-chuva para execução de políticas do ministério destinadas às mulheres, aos idosos e a pessoas com deficiência”. Com a fusão dos programas, as políticas específicas para mulheres tendem a ficar ainda mais prejudicadas e sem transparência.
Brasília Notícias entrevista Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro, sobre mulheres na política
Jornalista: Maria Carla
O dia 24 de fevereiro é data de comemoração dos 90 anos do direito ao sufrágio das mulheres brasileiras e antevéspera do dia 8 de Março – Dia Internacional da Mulher. Inspirado nessas datas, o programa Brasília Notícias, da TV Comunitária, entrevista Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF e da Confederação dos Trabalhadores em Educação (CNTE), sobre o tema das “mulheres na política ainda enfrentam desafios após 90 anos da conquista do voto feminino”.
O programa será transmitido ao vivo, nesta quinta-feira (24), às 15h30, no canal 12 da NET-DF e nas redes digitais da TV Comunitária no YouTube, Facebook e Instagram. Confira e participe!
Inscrições para o Prouni terminam nesta sexta (25) e, para o Fies, iniciam dia 8/3
Jornalista: Maria Carla
As inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni) terminam nesta sexta-feira (25/2). Interessados(as) em fazer o curso superior em uma universidade privada com bolsa do governo federal deverão acessar o site https://acessounico.mec.gov.br/, do próprio Prouni, para efetivar a inscrição.
Não basta fazer a inscrição. É importante ficar atento(a) aos requisitos exigidos. O principal deles é o(a) estudante ter participado das edições 2020 e/ou 2021 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ter obtido, no mínimo, 450 pontos; e não ter tirado nota zero na redação.
Vale ressaltar também que o Prouni tem outros critérios para a seleção, como, por exemplo, uma série de regras relacionadas às condições socioeconômicas do(a) candidato(a). O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 2 de março e, o de segunda chamada, em 21 de março.
Fies
As inscrições para o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) ocorrerão entre os dias 8 e 11 de março. Para participar, o(a) estudante deve se inscrever no site do programa e seguir o passo a passo.
O MEC disponibiliza informações sobre como utilizar a nota do Enem para fazer a graduação, aproveitando todas as oportunidades oferecidas pelo Estado brasileiro. No caso do Fies, acesse o site: https://acessounico.mec.gov.br/fies.
Fraudes pelo telefone: aprenda a identificar o golpe
Jornalista: Maria Carla
Cada vez que a Internet surge com aperfeiçoamentos e facilitações do acesso das pessoas aos vários sistemas de prestação de serviços, tais como os sistemas financeiro, jurídico, médico-hospitalar, educacional, etc., os golpistas criam e põem em prática novas fraudes para achacar e arrancar dinheiro das pessoas.
O golpe do telefone – que envolve o golpe do WhatsApp – é um dos mais comuns e utilizados pelas quadrilhas de Internet. Esse também é o golpe que tem sido largamente usado contra servidores públicos que têm dinheiro a receber advindo de causas ganhas em processos judiciais em tramitação na Justiça.
Os bandidos de Internet têm aperfeiçoado todos os tipos de golpe e, para dar aparência de verdade, envolvem nomes de funcionários, diretores, advogados e empresas de prestação de serviço dos sindicatos. Esse problema afeta todas as entidades sindicais e o Sinpro-DF não está imune.
Todo dia o sindicato recebe denúncias de professores(as) e orientadores(as) educacionais com relatos de fraudes financeiras cada vez mais mirabolantes. Cada golpe novo relatado à entidade, o sindicato faz matéria e divulga no site e em suas redes digitais com explicações minuciosas acerca do “modus operandi” da quadrilha. Cliqueaqui e confira os tipos de golpes em uso pelas quadrilhas.
Tudo isso para deixar a categoria informada e atenta para que não caia no golpe. Diante dessa profusão de fraudes, o Sinpro decidiu divulgar este breve manual de como identificar os golpes mais comuns que a categoria recebe no celular por meio de ligações, SMS, WhatsApp e até Telegram, bem como por ligação em telefones fixos.
Assim, antes de tudo, o sindicato adotou uma regra principal que vale para todo mundo: não depositar dinheiro em hipótese alguma para ninguém que se passe por pessoas ligadas à entidade porque nem o Sinpro-DF e nem o seu escritório de advocacia não pedem dinheiro. Ou seja: não deposite nenhum valor financeiro em nenhuma conta bancária porque o sindicato não pede dinheiro. Em seguida, ligue para o sindicato para relatar o golpe.
Clique AQUIe acesse todos os telefones do Sinpro-DF
Nos relatos recebidos foram observadas algumas características que, geralmente, por mais que inovem nos textos e nas abordagens, os golpes mantêm e sempre são identificáveis tanto no telefonema como nas mensagens.
Características comuns dos golpes. Como identificá-los:
– O Sinpro-DF não pede dinheiro e não há necessidade de pagar nenhum valor adiantado para recebimento de ações judiciais e precatórios.
– Erros gramaticais e de grafia nas mensagens.
– Se passam por diretores, advogados e até funcionários do sindicato.
– Adotam nomes de escritórios de advocacia que atuam ou atuaram pelo Sinpro-DF.
– Extratos de processos com erros gramaticais.
– Extratos, visivelmente, com montagem de imagem.
– Extratos com valores altíssimos que a pessoa não faz jus.
– Mensagens de texto e ligações telefônicas pressionando a pessoa a depositar logo, por PIX, a quantia pedida com a promessa de que, ao depositar esse valor pedido, a pessoa terá o suposto montante do processo liberado.
– Não existem “facilitações” nem facilidades para aceleração de pagamentos de precatórios por meio de depósitos financeiros.
– Mente quem fala que o precatório vai sair com facilidade se o professor depositar o dinheiro pedido nas mensagens de celular ou ligações telefônicas.
– Advogados e Sinpro-DF não enviam guia de depósito judicial
– Custas processuais são pagas diretamente aos órgãos e não em contas de pessoas físicas
– Não tem que pagar taxa de cartório para liberação dos valores
– Os números de telefones informados na mensagem não são do escritório nem do Sinpro-DF.
– Clique AQUI para acessar os telefones do Sinpro-DF.