Confira o passo a passo para acessar seu extrato no GDF Saúde

O Sinpro-DF preparou um passo a passo para você, professor(a) ou orientador(a) educacional, conferir seu extrato no INAS (Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal) para ter conhecimento e controle dos serviços efetuados no GDF Saúde. A iniciativa visa a contribuir para dar transparência às ações e cobranças feitas no âmbito do plano.

Confira os cards abaixo e siga as orientações contidas em cada um deles:

 

 

 

O sindicato também disponibiliza o De Olho no GDF Saúde, canal criado pelo sindicato com o objetivo de possibilitar que educadores(as) filiados(as) enviem suas dúvidas, reclamações e sugestões e dúvidas sobre o plano de saúde dos servidores públicos do GDF. Para acessar o canal, basta clicar AQUI ou salvar o número (61)99991-0687 na agenda do celular. O atendimento é prestado das 9h às 17h, de segunda a sexta-feira.

MATÉRIA EM LIBRAS

Nota de pesar: Aurelice Bezerra Aragão

O Sinpro comunica com muita tristeza o falecimento da professora Aurelice Bezerra Aragão. Ela faleceu na manhã desta segunda-feira (17/01), aos 81 anos de idade,  devido a problemas causados por diverticulite. 

Ela veio para Brasília assumir o magistério aos 18 anos. Trabalhou em Escolas do Campo, na Escola Classe 21 de Taguatinga Norte, em escolas do Guará e foi diretora do Cem EIT, onde se aposentou em 1987. Após se aposentar, continuou atuando como educadora, e trabalhou na gerência da regional de ensino de Santa Maria entre 1999 e 2006.

A professora Aurelice era viúva e, dos 4 filhos que teve, só dois são vivos. Ela deixa ainda 5 netos.

O Sindicato lamenta a morte da docente e presta toda solidariedade aos familiares e amigos. Com toda certeza seu legado ficará pra sempre no coração de seus alunos e colegas de profissão.

O velório da professora Aurelice ocorre amanhã, terça-feira, 18 de janeiro, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, das 13:30 às 15:30, na capela 05. O sepultamento ocorre às 16h.

Reajuste já para todos os servidores públicos

A CUT-DF faz o alerta: sem reajuste desde o início do governo Bolsonaro e em luta incansável contra a Reforma Administrativa, servidores públicos de todo o país iniciam uma série de mobilizações referentes à campanha salarial da categoria, que exige a recomposição da inflação acumulada nos últimos três anos.

Amanhã (18/01) começa a agenda de lutas do conjunto de trabalhadoras e trabalhadores do funcionalismo, que vão entregar a Pauta de Reivindicações para o Governo.

Às 10h, a mobilização é em frente ao Banco Central e às 14h, os militantes se reúnem em frente ao Ministério da Economia (Bloco P).

As entidades que representam a categoria, dentre as quais o Sinpro-DF se encontra, planejam ainda outras atividades para o mês de fevereiro.

 

 

Nota de pesar – Professora Maria Auxiliadora

O Sinpro comunica com muita tristeza o falecimento da professora Maria Auxiliadora Teixeira de Abreu. Maria Auxiliadora faleceu no dia 12 deste mês, aos 74 anos de idade. A causa da morte foi uma série de complicações incluindo insuficiência renal, pneumonia e pressão baixa.

A professora Dorinha, como era carinhosamente conhecida, era uma educadora aposentada que durante sua vida se dedicou à profissão. Ela exerceu o magistério com muita garra na busca por uma educação pública de qualidade em várias escolas do DF.

Além de professora, Dorinha foi diretora da Casa Candango e do Jardim de Infância 108 Sul, antes de se aposentar, também prestou serviços no Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asul Sul e no Centro de Ensino Médio Setor Oeste.

O Sindicato lamenta a morte da docente e presta toda solidariedade aos familiares e amigos. Com toda certeza seu legado ficará pra sempre no coração de seus alunos e colegas de profissão.

Em memória a professora, acontecerá a missa do sétimo dia. Nesta terça-feira (18), às 19h, na Igreja São Camilo na 303/304 da Asa Sul.

Dorinha, presente!

Não vacinados são maioria dos internados no DF, diz Paco Britto

De dois anos de pandemia mundial do novo coronavírus, foi possível extrair alguns aprendizados. Um dos principais deles mostra, com nitidez, que um não estará seguro se todos não estiverem.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) alertou que as vacinas precisam ser mais bem distribuídas pelo globo. Se os países ricos acumularem a maior parte de todas as doses disponíveis, os países mais pobres não conseguirão imunizar suas populações, tornando-se terreno fértil para o surgimento de novas variantes, talvez mais agressivas, talvez com capacidade de escapar da proteção das vacinas existentes. Então, disponibilizar imunizantes para os países mais pobres não é apenas uma questão ética – que já deveria ser o suficiente -, é também uma questão de segurança para todos os demais.

Dentro de uma determinada população, a questão se repete em escala semelhante. Hoje em dia, por exemplo, na atual fase da pandemia, especialistas e profissionais de saúde apontam – e o próprio ministro da saúde reconhece – que a grande maioria dos pacientes de covid-19 internados em UTIs Brasil afora é constituída por não-vacinados, ou aqueles(as) sem o ciclo de imunização completo (duas doses). Na semana passada, o governador do DF em exercício, Paco Britto, afirmou que 90% das pessoas internadas com covid-19 na capital federal são não vacinados ou sem o ciclo completo de imunização.

Essa pressão sobre os hospitais, as emergências, as unidades básicas e as UTIs prejudica, e muito, aqueles e aquelas que adoecem por outras enfermidades. Sabemos, por exemplo, que o verão, época de chuvas no DF, é propício para a proliferação da dengue. A busca por atendimento pelas pessoas com covid, neste cenário de explosão de casos, cuja transmissibilidade é favorecida pelas pessoas que não se vacinaram, impactará o atendimento às pessoas com dengue. Interferirá no atendimento a pacientes de doenças crônicas. Restringe o acesso de crianças e idosos ao sistema de saúde.

A imunização das crianças, que se iniciou neste domingo (16) no DF, é um passo importante para alcançar essa proteção coletiva. Até agora, elas era um segmento da sociedade que encontrava-se em vulnerabilidade em relação aos demais. A inclusão das crianças da campanha de vacinação contra covid-19, além de protegê-las, amplia a cobertura vacinal da sociedade.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF entende que, para além da proteção individual que o ato de vacinar-se representa, trata-se também de uma ação coletiva. Para reduzir a circulação do vírus, para evitar que ele chegue às pessoas com mais fragilidades, para impedir a sobrecarga do sistema de saúde, mais pessoas precisam estar imunizadas! Ou então, além de manter o vírus em circulação, como foi dito, abre-se caminho para surgimento de novas variantes – da mesma forma que pode acontecer se as doses forem tão desigualmente distribuídas pelo mundo. A responsabilidade é de cada um, e a responsabilidade é de todos.

MATÉRIA EM LIBRAS

Até um dia, poeta! <3

Foi-se deste plano Thiago de Mello, aos 95 anos, o mais conhecido dos poetas amazonenses. Ele cantou em verso e prosa sua luta pela preservação da Amazônia, além de ter lutado contra a ditadura militar.

Thiago de Mello abandonou a faculdade de medicina para ingressar na diplomacia na década de 1950. Trabalhou como adido cultural na Bolívia e no Chile, e sua carreira foi interrompida pelo golpe de 1964.

Em abril de 1964, Thiago escreveu Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente), poema cujas estrofes são “artigos” de um ato institucional, e que se conclui assim:

Artigo Final.
Fica proibido o uso da palavra liberdade.
a qual será suprimida dos dicionários
e do pântano enganoso das bocas.
A partir deste instante
a liberdade será algo vivo e transparente
como um fogo ou um rio,
e a sua morada será sempre
o coração do homem.

Os Estatutos do Homem foi incluído no livro “Faz Escuro, Mas Eu Canto: Porque a Manhã Vai Chegar”, publicado em 1965.

Thiago de Mello se engajou contra a ditadura, o que lhe custou o emprego, a liberdade (chegou a ser preso) e a vida longe de sua Amazônia natal: ele se exilou em países como Argentina, Portugal e Chile, onde vivia o amigo Pablo Neruda, cujos livros o brasileiro traduziu para o português.

Ao voltar ao Brasil, Thiago de Mello foi morar no Amazonas.

O diretor do Sinpro Jairo Mendonça lembrou que Thiago de Mello “é um dos poetas mais respeitados do mundo. Seus livros foram traduzidos para mais de 30 idiomas. Sua poesia tinha a característica do compromisso: “Poesia comprometida com a minha e com a tua vida”, é um dos títulos do livro dele.

Thiago de Mello morreu, segundo o relato de familiares, dormindo.

Obrigado por tudo, Thiago! Siga para a luz! Até um dia!

Thiago de Mello: PRESENTE!

Comunidade da EC 01 do Paranoá presta solidariedade à equipe gestora exonerada

Na manhã desta sexta-feira (14/01), o Diário Oficial do DF registrou a exoneração do diretor e da vice-diretora da Escola Classe 01 do Paranoá, vítimas de perseguição por conta de um banheiro destinado ao uso de crianças de 4 e 5 anos. A escola, como toda a rede, está em férias.

O agora ex-diretor Claudinei Batista convocou a comunidade na tarde dessa quinta (13/01), para informar da decisão encaminhada pela regional, pela Secretaria de Educação e endossada por figuras como o deputado federal Júlio César (Republicanos). Nenhum deles esteve na escola e nem conversou com a equipe sobre a situação. “Não veio ninguém da Secretaria de Educação averiguar, muito menos da Regional de ensino. A Regional só nos chamou para informar que seríamos exonerados”, afirmou o professor Claudinei à comunidade.

>> Clique AQUI para ver a fala emocionada de Claudinei Batista

A polêmica começou quando um perfil de notícias no Instagram publicou a foto de uma placa que indicava que o uso do banheiro era permitido aos meninos e às meninas. Como se sabe, as crianças não vão sozinhas ao banheiro, mas sempre acompanhadas de um monitor ou monitora. Meninas e meninos não frequentavam o banheiro ao mesmo tempo. Além disso, tratava-se de uma situação provisória, enquanto um segundo banheiro estava sendo reformado.

É importante lembrar que essa está longe de ser uma iniciativa pioneira no DF. Diversas escolas fazem uso de banheiros comuns para meninos e meninas, alguns deles, inclusive, dentro das salas de aula.

Na reunião, à qual o Sinpro esteve presente, a comunidade se mostrou indignada. Foi um momento de muita emoção, expressa por todas as pessoas que fizeram uso da fala. Os sucessores dos diretores exonerados já foram indicados pela SEEDF.

Indicação, também, foi o meio pelo qual Claudinei e Patrícia haviam assumido a direção da escola, sucedendo a diretora anterior, que se aposentou. Eles cumpriram honrosamente sua tarefa, para a qual foram designados diante de um contexto de ausência de chapas. Porém, tal condição configurou-se como uma fragilidade neste momento, pois uma direção eleita teria a força da gestão democrática contra arbitrariedades como essa, da qual a equipe foi vítima. Por isso, mais uma vez, o Sinpro alerta para a importância da participação nas eleições nas escolas! Fortalecer a gestão democrática é fundamental.

>> Leia também: GESTORES SÃO ALVO DE PERSEGUIÇÃO NO PARANOÁ

 

Professora lança 2° edição de livro sobre respeito às diferenças

A professora Geiziane Santana dos Reis lançou, neste mês, mais uma edição do livro O Reino das Cores. O livro é a 2º edição da obra já publicada por ela em 2018, com o intuito de abordar o respeito às diferenças, o diálogo, e a união. O enredo conta com uma narrativa simples, na qual cores são usadas para representar as pessoas e seus mundos, além de abordar as cores de forma lúdica e atrativa.

No livro, a autora aborda linhas de questionamentos como: e se o mundo fosse todo de uma só cor? Teria a mesma graça e esplendor? O Reino das Cores é uma história que fala exatamente sobre isso. A história é narrada sobre sete reinos, cada um com uma única cor, porém, as cores entram numa disputa para mostrar qual era a mais bonita e importante. No fim, elas descobrem que isso não é o principal, e que juntas poderiam criar algo encantador.

Geizy Reis, como gosta de ser chamada, é pedagoga especializada em orientação educacional e psicopedagogia, além de ser professora efetiva na rede pública há nove anos, atuando em turmas dos anos iniciais ao ensino fundamental.

“O livro foi um sonho que surgiu em 2010 ainda como professora do contrato temporário, para desenvolver um projeto de reagrupamento extraclasse em uma escola classe de Samambaia. Inicialmente não era um livro, apenas uma história escrita por mim, com intuito de atingir os objetivos de aprendizagem do projeto, trabalhando com valores diversos”, conta ela.

A história do livro traz uma escrita simples em forma de conto, com uma linguagem fácil, abordando o respeito às diferenças como tema central. “Desde 2018 venho realizando visitas a escolas, realizando a contação da história do livro, juntando o amor pela leitura, o amor pelo teatro infantil, espalhando as cores deste livro por aí”, diz Geizy.

Aos leitores interessados, o livro está disponível para venda nas seguintes lojas virtuais: Amazon, Lojas Americanas, Estante Virtual, Magalu, Mercado, Submarino e Livraria Asabeça.

Contato com a autora pelo e-mail: geizyreis@gmail.com ou pelo Instagram: @geizyreis

2º edição do livro: O Reino das Cores

Gestores são alvo de perseguição no Paranoá

Em tempos de “fake news”, o termo falsa polêmica também ganhou novos significados. Considerando que o presidente da República é um dos principais propagadores de mentiras embaladas em papel de notícia sobre temáticas variadas, e considerando que ele conta, para isso, com parlamentares em âmbito distrital e federal que se beneficiam dessa postura, chegamos a uma realidade alarmante para aqueles e aquelas que apenas querem desenvolver bem e verdadeiramente seu trabalho.

Nesta semana, o alvo da vez foi a Escola Classe 01 do Paranoá e sua equipe gestora. A escola, que está em processo de reforma de seus banheiros, virou “notícia” quando alguns pais de alunos acionaram um perfil de notícias no instagram para “denunciar” que um banheiro unissex estava sendo oferecido aos alunos e alunas da educação infantil. O centro da polêmica era uma simples placa que estabelecia que a utilização de determinado sanitário era permitido às meninas e aos meninos.

“A placa apenas indicava o uso comum, mas nunca ao mesmo tempo. Era apenas uma identificação. Papais e mamães podem trazer seus filhos sem preocupação alguma”, tranquilizou o representante do citado perfil de notícias depois de visitar a escola, acompanhado do diretor, professor Claudinei Batista. Em vídeo postado por esse perfil, Claudinei destacou que as crianças vão ao banheiro acompanhadas por monitores ou professores.

Entretanto, uma questão que poderia ser tão corriqueira ganhou notoriedade pela intromissão – ou desastrada ou mal intencionada – de quem deveria zelar pela educação pública, pelo bem-estar das crianças e pelo respeito aos profissionais do Magistério. O deputado federal Júlio César (Republicanos-DF), por exemplo, pronunciou-se por suas redes sociais, jogando luzes sobre o caso e incendiando a polêmica: “Não iremos admitir medidas impositivas lideradas por um determinado grupo de pessoas que não respeitam o desenvolvimento psicológico de nossas crianças”, bradou ele, demonstrando desconhecer completamente a realidade da escola.

Os fatos

O professor Claudinei explica que a EC 01 dispõe de banheiros feminino e masculino para a Educação Infantil. Entretanto, depois de reformar os banheiros de uso dos estudantes do Ensino Fundamental, chegou a vez de reformar o dos pequenos. Portanto, a utilização do mesmo banheiro por meninos e meninas – separadamente, ressalta-se – foi uma solução organizativa provisória adotada enquanto dura a reforma. Mais do que isso: uma solução que expressa zelo e cuidado com as crianças de 5 e 6 anos, para que não precisem dividir o banheiro com crianças maiores.

Ao mesmo tempo, podemos constatar que diversas escolas no DF oferecem banheiros unissex – em alguns casos, dentro da própria sala de aula, que são utilizados sempre sob supervisão de um monitor ou monitora. Cabe enfatizar que esses banheiros nunca foram palco de situação de assédio, violência ou constrangimento, ao contrário de outras instituições da nossa sociedade, que podem parecer “acima de qualquer suspeita”. A convivência e o compartilhamento do mesmo espaço tem potencial, inclusive, para fortalecer valores como respeito, empatia e alteridade, requisitos para construir uma sociedade mais tolerante e mais igualitária, diferente daquela representada na figura do deputado Júlio César, por exemplo.

Nas redes sociais, fala-se na possibilidade de exoneração do diretor e da vice-diretora. Tal arbitrariedade se constituiria numa profunda afronta aos valores da democracia e ao método democrático, sobretudo em se tratando de escola e de educação. A equipe gestora não foi ouvida e nem sequer foi convidada a explicar a situação. A destituição dos gestores da escola seria consequência, então, da deturpação dos fatos, não do verdadeiro cuidado com as crianças.

Situação acende alerta

A repercussão que o caso da EC 01 do Paranoá ganhou alerta para pontos importantes que representam bem a nossa triste conjuntura. Um deles é o reacionarismo de alguns setores, que estão sobre-representados nas casas legislativas, entre outras razões, por terem acesso a fartos recursos para suas campanhas eleitorais. Outro deles é a importância de se defender a gestão democrática das escolas e da educação, para que intervenções externas tenham menos força que a comunidade escolar para definir seus rumos.

Enquanto o país e o DF se mantêm reféns da propagação da covid-19, da influenza e outras enfermidades, enquanto a carestia é cada vez mais agressiva e evidente e o povo passa fome, enquanto os desastres naturais lembram que a relação predatória com a natureza custa vidas humanas, enquanto tudo isso acontece, aqueles que deveriam garantir os direitos do povo estão mais interessados em distrair a atenção das pessoas gerando e propagando fake news e falsas polêmicas para continuar como sempre estiveram: à parte dos reais problemas da nossa população.

Professora pede doação de sangue para salvar a vida da irmã

Irmã de professora precisa urgentemente de doação de sangue. Periciana Nunes Silva está internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no Hospital Home de Brasília há 19 dias, lutando pela vida.

A família pede a colaboração de todos e todas para se unirem nessa corrente de doação pela vida da paciente.

Onde doar:
Hemoclinica SHLS 716 – Bloco C, Entrada B, Terreo.
Centro Médico de Brasília

Horário de doação: Segunda a sábado das 07h às 12h.

Doe, e ajude a salvar a vida de Periciana!


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