Termina, nesta sexta (29), o prazo para inscrição no XI Concurso de Redação e Desenho

Termina, nesta sexta-feira (29/10), a prorrogação do prazo para inscrição no XI Concurso de Redação e Desenho. A diretoria colegiada convida professoras e professores que ainda não se inscreveram a participarem. 

Nesta edição do concurso, o tema “Eu, estudante, na pandemia” permite aos(às) professores(as) explorarem o tema da pandemia do novo coronavírus na vida de cada estudante. Todas e todos poderão contar uma história desde o dia em que o Brasil entrou em estado de calamidade pública, em março de 2020, para mostrar como a covid-19 interveio e modificou a própria vida de cada um(a) e na da escola.

 

O concurso também proporciona o compartilhamento das diversas experiências, dificuldades e desafios dos(as) estudantes das escolas públicas do Distrito Federal na pior crise sanitária do século. No Brasil, a crise foi agravada pelo negacionismo e ausência do Estado de bem-estar social no controle e combate da pandemia tanto no sentido sanitário e médico como no político e econômico, resultando em mais de 600 mil mortes em apenas 1 ano e meio. 

 

“A participação de todos e todas é uma forma de a gente fortalecer a educação como um ato político e uma prática de liberdade, bem como de conhecer as diversas realidades, dificuldades e sentimentos das/os estudantes diante de um período que mexeu com a vida de todas e de todos. É a partir daí que poderemos traçar, juntas e juntos, novos vôos”, explica a diretora do Sinpro-DF Letícia Montandon.

 

Podem participar do concurso, os estudantes de escolas públicas do ensino regular, ensino especial, Altas Habilidades e EJA (Educação de Jovens e Adultos), incluindo estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional.

 

>>Acesse aqui o regulamento do XI Concurso de Redação e Desenho 

 

 O regulamento do concurso divide a apresentação de trabalhos em sete categorias, nas modalidades redação e desenho. Para cada faixa etária/segmento há regras específicas, como, por exemplo, quantidade mínima e máxima de linhas para a redação.

 

Nesta edição, serão premiados os três primeiros lugares de cada categoria. Em todas elas, o 1º lugar receberá um tablet Samsung Galaxy Tab A7 lite 32GB 4G; o 2º será premiado com um aparelho celular Samsung Galaxy A12 64GB; e o 3º lugar leva um aparelho celular Samsung Galaxy A02 32GB. Estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional poderão ter o prêmio convertido em dinheiro.

 

Também serão contemplados professores(as) ou orientadores(as) indicados(as) pelos(as) estudantes vencedores(as) de cada categoria, com premiações de R$ 1.200 para o 1º lugar, R$ 500,00 para o 2º lugar e R$ 300 para o 3º lugar.

Embora as inscrições só possam ser feitas pela Internet, a entrega do trabalho poderá ser feita digital ou presencialmente, na sede ou em uma das subsedes do Sinpro-DF. 

 

O trabalho deve ser entregue em folha específica disponível para download no site do Sindicato, junto com autorização para utilização do trabalho concorrente em qualquer peça de comunicação do Sinpro-DF. O modelo de autorização também está disponível no link da inscrição. 

 

Com a prorrogação, os(as) estudantes proponentes poderão entregar os trabalhos até dia 29 de outubro, quando também encerra o prazo para a inscrição ao XI Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF.

Paulina Chiziane: primeira mulher negra a ganhar o Prêmio Camões de Literatura

Em 33 anos de existência, o Prêmio Camões de Literatura, um dos principais do mundo, nunca havia elegido uma mulher negra vencedora. A escritora moçambicana Paulina Chiziane, de 66 anos, é a primeira.

Os intelectuais de vários países que elegeram Chiziane vencedora da honraria levaram em conta não só o reconhecimento “acadêmico e institucional” de suas obras, mas também o que essas obras retratam majoritariamente: “os problemas da mulher moçambicana e africana”.

Longe de ter o mesmo reconhecimento dado a homens brancos ou mesmo mulheres brancas, Pauline Chiziane é a primeira moçambicana a publicar um romance. Em 1990, ela escreveu “Balada de Amor ao Vento”, nunca editado no Brasil. Chiziane também é autora de “Niketche: Uma História de Poligamia” e “O alegre canto da perdiz”, que estão entre as nove obras da escritora.

“A Lei Federal 10.639/03 determina o ensino da História e a Cultura da África para a Educação Básica, e é importante que conheçamos Pauline Chiziane: uma mulher negra que traduz a história do seu povo, sobretudo das mulheres. Em tempos de retrocesso e ataque aos direitos do povo preto, temos que fortalecer quem nos representa”, avalia a dirigente do Sinpro-DF Márcia Gilda.

O resultado do Prêmio Camões foi publicado na no último dia 20 de outubro.

Biografia de Paulina Chiziane
Paulina Chiziane nasceu em 04 de junho de 1955, em Manjacaze, vila rural moçambicana, mas, com seis anos de idade, mudou-se para Maputo. Seus pais eram protestantes, portanto, o cristianismo esteve fortemente presente em sua formação. Além disso, cresceu em um país dominado pelos portugueses.

A independência de Moçambique só ocorreria em 1975, depois de anos de luta armada entre guerrilheiros moçambicanos e soldados portugueses. Isso explica o anticolonialismo do pai da autora, que ensinou sua filha a se comunicar por meio do chope, um idioma ligado ao grupo étnico ao qual pertencia a sua família.

Além disso, Chiziane aprendeu a língua ronga, em Maputo, onde iniciou seus estudos em uma escola católica, e acabou aprendendo também o idioma português. Já sua juventude foi marcada pela atuação na Frelimo, a Frente de Libertação de Moçambique, responsável pela luta em prol da independência do país.

Após a independência, teve início uma guerra civil. Paulina Chiziane, então, tornou-se voluntária na Cruz Vermelha durante o conflito, e sua atuação política não cessou após o fim da guerra, em 1992. A autora passou a fazer parte do Núcleo das Associações Femininas da Zambézia (Nafeza), organização não governamental criada em 1997, na cidade de Quelimane.

Nessa época, já tinha publicado seu primeiro romance — Balada de amor ao vento —, em 1990, mas seu sucesso como escritora chegou em 2002, com a publicação do livro Niketche: uma história de poligamia. Por essa obra, ela ganhou o Prêmio José Craveirinha, da Associação dos Escritores Moçambicanos.

(Biografia escrita por Brasil Escola https://brasilescola.uol.com.br/literatura/paulina-chiziane.htm)

Parecer do comitê de monitoramento pede cautela quanto ao retorno 100% presencial

O Comitê de Monitoramento do Retorno às Aulas Presenciais na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal foi criado em agosto pela Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa (CLDF). O Sinpro faz parte desse coletivo de entidades, ao lado do Fórum Distrital de Educação; Conselho Distrital de Saúde; Defensoria Pública; Observatório de Educação Básica da UnB; Sindicato da Carreira Assistência a Educação (SAE); União dos Estudantes Secundaristas do DF (UESDF); e OAB-DF (Ordem dos Advogados do Brasil)

Nesta terça-feira, 26, o comitê publicizou um parecer, no qual apresenta dados e informações sobre o atual estágio da pandemia no DF e seus impactos sobre as escolas, bem como sugestões de medidas a serem adotadas antes de se cogitar o retorno 100% presencial. Hoje, as escolas funcionam em modelo híbrido, ou seja, metade dos alunos está no sistema presencial em uma semana, a outra metade, na outra semana. As semanas de presença física à escola intercalam-se com semanas de aulas remotas.

O documento destaca que iniciativas esperadas pelas secretarias de Educação e de Saúde do GDF para garantir o retorno seguro não foram tomadas. A ação conjunta não aconteceu, e há falhas importantes como a não testagem de casos sintomáticos; a não definição de UBS de referência para cada unidade; a não ampliação do número de profissionais da limpeza que garanta a higienização dos espaços; a não oferta adequada de materiais de limpeza e de proteção, entre outras.

O comitê visitou escolas presencialmente e também recebeu denúncias e sugestões através de telefones disponibilizados para esse fim. Até dia 22 de outubro, 144 escolas haviam contabilizado casos de covid-19, e, infelizmente, até agora, quatro professores vieram a falacer em decorrência da doença.

A pandemia não acabou

Embora a taxa de transmissibilidade do vírus venha caindo, é fato importante que, entre os adolescentes de 12 a 17, apenas 1,5% completaram sua imunização. Entre os jovens de 18 e 19 anos, esse número é de aproximadamente 23% – dados da própria secretaria de Saúde. Ou seja: ainda falta um longo percurso para imunizar os(as) integrantes da comunidade escolar que são aptos a receberem a vacina.

Enquanto isso não acontece, o vírus não deixa de circular e o risco de surgimento de novas variantes, mais resistentes, transmissíveis e letais, ainda é latente. “Os dados de agosto, divulgados pela mídia, indicam que a faixa etária de 0 a 19 anos representou 14% dos casos de Covid-19 no Distrito Federal. Dos 20.236 infectados em agosto, 2.925 são crianças e adolescentes, desse total, 14 casos vieram a óbito. Nesse sentido, seria preciso construir um novo Plano de Contingência ao qual todas as unidades possam ter acesso antes do provável retorno das atividades integralmente presenciais”, diz o documento.

Ao final do texto, o comitê apresenta oito sugestões para que o governo assegure as condições seguras de circulação nas escolas. A primeira delas é: “Que a retomada plena das aulas presenciais seja precedida pela construção de um Plano de Contingência com a participação e o pleno conhecimento de todos os Diretores das unidades, expressando o engajamento conjunto da Secretaria de Educação e da Secretaria de Saúde”.

Para a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa, o parecer do comitê corrobora com as opiniões do sindicato de que é necessária cautela antes de decretar aulas 100% presenciais: “Nada deveria acontecer sem o devido diálogo com a comunidade escolar”, diz ela. “Abolir o uso de máscara e levar todos ao mesmo tempo presencialmente às escolas, espaços de grande circulação de pessoas, pode representar um retrocesso e um grande empecilho para superarmos a covid-19”.

Para ter acesso à íntegra do documento, clique AQUI.

4º episódio do Folha do Professor Especial Saúde mostra peça-chave para melhorar vivência

A edição nº 210 do Folha do Professor – Especial Saúde aborda como a Secretaria de Saúde do Trabalhador do Sinpro-DF atuou, nesta pandemia do novo coronavírus, para melhorar a vivência, Mostrou, por meio das 80 horas dedicadas ao atendimento ao grupo de supervisão de orientadores(as) educacionais, que a supervisão a eles(a) é a chave para uma melhor vivência. A atividade começou em março de 2020 e finalizou em agosto de 2021.

 

Na matéria do jornal, intitulada “Supervisão a orientadores educacionais é peça-chave para melhor vivência”, o Sinpro-DF demonstra, ainda, o seu histórico comprometimento não só com esses(as) trabalhadores(as), mas também com a comunidade escolar e com a educação pública e gratuita. Clique na imagem, a seguir, e acesse a matéria no arquivo do jornal.

 

Sinpro abre canal tira-dúvidas sobre o processo seletivo 2021 para professores(as) em contrato temporário

O Sinpro-DF criou um canal específico para atender dúvidas e questionamentos dos(as) professores(as) em relação ao edital e ao processo seletivo simplificado para contrato temporário 2021. Os professores e professoras podem enviar suas dúvidas pelo whatsapp até domingo, 31 de outubro.

No próximo dia 4 de novembro, quinta-feira, essas dúvidas serão respondidas em live promovida pelo coletivo de professores(as) em contrato temporário do Sinpro. Em breve, daremos mais detalhes sobre a live.

As inscrições para a seleção começaram dia 18 de outubro e seguem abertas até 10 de novembro. O edital nº 27, de 22 de setembro de 2021, pode ser encontrado AQUI.

A diretoria colegiada considera importante o processo seletivo simplificado para professores(as) em contrato temporário, mas ressalta a necessidade da realização de concurso público para professores(as) efetivos(as) o mais urgente possível, para o fortalecimento e valorização da carreira magistério, conforme destacamos na campanha “contrato é temporário, concurso é permanente”.

EJA abre inscrições para novas matrículas nesta terça (26)

Nova oportunidade para jovens e adultos(as) que querem e precisam de estudar. A Educação de Jovens e Adultos (EJA) abriu inscrições para novas matrículas, nesta terça-feira (26). O prazo de inscrições prossegue até o dia 14 de novembro.

 

As vagas, segundo informações da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF), são para o primeiro semestre de 2022 e estão disponíveis para todas as Coordenações Regionais de Ensino (CRE).

 

Além da opção presencial, a SEE-DF oferece a possibilidade de cursar a modalidade a distância, pelo Centro de Educação de Jovens e Adultos e Educação Profissional (Cejaep) de Ensino a Distância (EaD) de Brasília.

O Sinpro-DF destaca a importância da EJA e mostra que estudar é o melhor instrumento de ascensão social e econômica. Lembra também que o governo Ibaneis Rocha (MDB) tem tentado fechar as turmas de EJA em várias escolas, provocando um retrocesso, sem precedentes, na democratização da educação e na inclusão educacional. Quando um governo elimina as possibilidades de uso desse instrumento, ele condena a população menos favorecida à violência da pobreza. 

 

Por isso, o sindicato tem divulgado essa modalidade em rádios. “Atualmente, há mais de 11 milhões de analfabetos no País e, praticamente, a única ferramenta para retirar essa multidão do analfabetismo e lhe oferecer condições melhores de trabalho e vida é a EJA, uma ferramenta capaz de reduzir o déficit na nossa educação”.

 

Clique no link e ouça o spot de rádio: https://youtu.be/0z7PPoc-6JY

 

Matrículas

 

As inscrições são permitidas para estudantes a partir dos 15 anos completos para o 1º e o 2º segmentos, correspondentes aos anos iniciais e finais do Ensino fundamental, respectivamente, e com 18 anos completos para o 3º segmento, equivalente ao ensino médio.

 

A partir desta terça (26), os interessados podem se cadastrar pelo telefone 156, opção 2, de segunda a sexta, das 7h às 21h, e, aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h, ou pelo site da Secretaria de Educação.

 

A divulgação do resultado das inscrições está prevista para o dia 21 de dezembro, a partir das 18h, pelo site da secretaria. A consulta ao resultado é de responsabilidade dos candidatos. Importante lembrar, que apenas se inscrever não garante a vaga.

 

É preciso que, após o resultado das inscrições, seja efetivada a matrícula, que deverá ser feito entre os dias 4 e 11 de janeiro de 2022, pelo site da Secretaria de Educação ou nas secretarias escolares. Será necessária a apresentação de documento de identidade (Registro Geral – RG); CPF (Cadastro de Pessoa Física) do estudante; declaração provisória de matrícula ou histórico escolar; e comprovante de residência ou local de trabalho.

Com informações da Agência Brasília

Nota de pesar | José Luiz de Moura Pereira

A diretoria colegiada do Sinpro-DF comunica, com pesar, o falecimento de José Luiz de Moura Pereira, escritor, membro da Academia de Letras de Brasília (Acleb) e pai da professora da rede pública de ensino Rosa Maria Pereira.

 

Zé Luiz, como era chamado carinhosamente, faleceu no sábado (23/10) do coração. Sua cremação ocorreu no domingo (24/10), numa cerimônia restrita aos familiares.

 

Paraense de Santa Izabel do Pará, chegou em Brasília em 1972. Foi autor de obras, tais como “Zé Luiz em traços & troças”, “Hipólito da Costa – O Patriarca da Imprensa Brasileira”, “O Brasil Simbólico – Um Atlas da Heráldica Oficial Brasileira”.

 

Além de escritor, era heraldista, cartunista, desenhista, humorista, jornalista-ilustrador, atuante no campo da medalhística, autor de inúmeras insígnias, selos, brasões corporativos, membro do Conselho da Sociedade Brasileira de Heráldica e Mdealhística, autor do brasão do Estado do Mato Grosso do Sul e da bandeira e brasão do Estado do Tocantins

 

A família comunicou o falecimento nas redes sociais e, numa das postagens, os filhos afirmam que ele era esposo amoroso, pai exemplar e amigo e deixa um legado de retidão e caráter. “Pedimos ao Grande Arquiteto do Universo – Deus, que ampare e conforte os corações feridos pela dor do luto. Não existirão despedidas aos que permanecem vivos em nossas almas e corações”, completa o texto.

 

O Sinpro-DF lamenta a morte de Zé Luiz e se solidariza com a família e os(as) amigos.

Semana do Dia do Servidor | Sinpro convida categoria para fortalecer pressão contra a PEC 32

Nesta terça-feira (25), a Frente Parlamentar dos Serviços Públicos informou que o deputado federal Cleber Verde (Republicanos-MA) declarou ser contra a PEC 32/2020, da reforma administrativa. Contudo, há mais 300 parlamentares que não se manifestaram contra essa proposta. Por isso, é preciso intensificar a pressão sobre eles(as), principalmente agora, uma semana depois que o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que é preciso votar essa reforma para o governo garantir auxílio emergencial à população sem renda.

 

O Sinpro-DF alerta para mais esse discurso travestido de boa-fé que visa a destruir os serviços públicos e convida a categoria a participar das mobilizações virtuais e presenciais contra a PEC 32 nesta quarta (27) e quinta-feiras (28). Fique atento(a) também para as atividades previstas para ocorrem no Dia do Servidor Público (28/10).

 

A reforma administrativa elaborada pelo ministro Paulo Guedes foi construída para satisfazer o mercado de capitais e os banqueiros, como André Esteves, dono do banco BTG Pactual.

 

Por isso e por muito mais é importante mostrar aos(às) parlamentares que se eles(as) votarem a favor da PEC 32/2020, eles(as) não voltam para o Congresso Nacional nem nas eleições de 2022 e nem nunca mais. O objetivo dessa PEC não é uma reforma administrativa para melhorar o atendimento do Estado de bem-estar social e a capacitação dos servidores, e sim para demolir e privatizar os serviços públicos. Essa PEC é o “marco legal” da corrupção.

 

Participe nas redes digitais com a hashtag #PEC32vaiCair e a pressão no(a) parlamentar para ele(a) votar contra essa proposta. O Sinpro convida para participar também, presencialmente, nas manifestações desta semana. Confira a agenda.

Agenda de mobilizações contra a PEC 32 em Brasília

Quarta-feira (27)
14h – Ato no Anexo II da Câmara dos Deputados e pressão nas redes sociais

Quinta-feira (28)
9h – Concentração no Espaço do Servidor para o ato público do Dia do Servidor e mobilização com muita pressão nas redes sociais.

Acesse Educação Faz Pressão e pressione: https://bit.ly/3jTXcED e confira, ao final deste texto, os contatos dos parlamentares desta semana para a pressão.

 

10 razões para ser contra a reforma administrativa

Atenção para golpes contra professores!

Reportagem do DFTV, da Rede Globo (acesse abaixo), aborda os golpes digitais que criminosos vêm aplicando em professores(as) e orientadores(as) educacionais.

As tentativas de extorsão são variadas. Geralmente, os criminosos fazem contato por telefone ou whatsapp, se apresentam como funcionários do Sinpro ou do escritório de advocacia que presta serviço para o sindicato. Forjam documentos com logo e fotos para enganar a vítima.

A última modalidade de golpe se aproveita dos precatórios que os(as) educadores(as) têm por receber, e solicitam pagamento para liberar o valor. Por isso, mais uma vez, o sindicato reafirma e alerta: o Sinpro não solicita nenhum tipo de transferência de valores! Se o professor(a) ou orientador(a) educacional receber qualquer chamada em nome do Sinpro solicitando dinheiro por pix, transferência ou depósito, é golpe! Não caia!

Ao identificar a farsa, ligue, imediatamente, para um dos números do Sinpro-DF disponíveis no site da entidade. A diretoria colegiada do Sinpro já denunciou várias vezes a situação à Polícia Civil do Distrito Federal e continua atenta para que não haja nenhum tipo de prejuízo às(aos) filiadas(os).

Veja abaixo as diferentes modalidades de golpe:

Golpe 1

Em uma nova artimanha para tentar lesar professores(as) e orientadores(as) educacionais, criminosos tem ligado para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento porque toda a conversa é feita em aplicativo com a logo do sindicato.

Golpe 2

Para o furto via telefone, usam vários nomes. Atualmente, o nome “Cláudia Maria Rodrigues” que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e, o celular/WhatsApp, 96519820 é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao sindicato que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 31810285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo” e o número de telefone 998497364.

O golpista identificado como “Dr. Marcelo Ricardo” usa a seguinte referência para enganar e furtar dinheiro e outras informações dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais: “Dr. Marcelo Ricardo – 998497364. Tribunal de Justiça do DF e Territórios, contatos: 31810041 e 9 9601-1693. Na mensagem, o golpista dr. Marcelo Ricardo também informa que a pessoa deve ligar para o Tribunal e falar com o Núcleo de Precatório com dra. Cláudia Maria Rodrigues. Protocolo de liberação de precatório 06142117112021”.

Golpe 3

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

Golpe 4

O novo golpe envolve transferência por PIX, ocorreu, na sexta-feira (27/8), com uma professora da rede pública de ensino e denunciado pela primeira vez agora. A professora, que não identificamos para preservar sua identidade, conta como a quadrilha age para furtar o seu dinheiro. 

Ela relatou ao Sinpro-DF que descobriu o novo golpe da pior forma possível. E conta que recebeu uma ligação no telefone fixo da casa dela. “Uma mulher, que se identificou com o nome Patrícia e como funcionária da área de segurança do BRB, queria saber se eu estava tentando fazer transferência por PIX no valor de R$ 2.800,00. Eu respondi que não. Ela então me orientou a ligar para o número RBR 3322-1515, o qual, realmente, é do BRB, mandou digitar a opção 9 para denunciar essa tentativa de fraude e me forneceu um número de protocolo”, conta a professora.

Ela fez a ligação e quem a atendeu foi uma funcionária de nome Tainá Albuquerque, que disse à professora o número do CPF, a data de nascimento, nome da mãe dela tudo corretamente e pediu  a ela para confirmar. Após coletados esses dados, a tal funcionária disse que precisava que a professora entrasse no aplicativo do BRB  em seu celular para  baixar  outro aplicativo  e  impedir  que  fraudassem  a conta dela. “Foi aí que percebi que estava fornecendo dados pessoais e que havia feito tudo o que não devia e digitei senhas de conta, do banknet, do PIX e tudo o mais. Eu estava numa espécie de demência, alheamento, que não percebia o golpe”, relata a professora.

Enquanto ela passava todos os dados pessoais para a falsa funcionária, a golpista afirmava estar  instalando o  tal recurso  de  segurança. “Como a conversa estava muito demorada, resolvi  acessar  meu  saldo do BRB no computador e já era tarde demais. Constava um empréstimo parcelado R$ 37 mil e mais dois  PIX  nos  valores de  R$ 21 mil e  R$ 16 mil do valor do empréstimo. Foi aí que minha ficha caiu e a ligação também. Meu celular foi, totalmente, desconfigurado”, conta a professora.

Ela disse que foi ao BRB comunicar o problema e descobriu que o empréstimo  foi  feito  em  33  parcelas de  R$ 2.100,00. “O gerente disse que se a análise do banco não for favorável a mim eu  terei  que  pagar as  parcelas do empréstimo até  que  saia o  resultado  do processo de  rastreamento da  operação do PIX. Disse também que se nada for provado, eu  fico  com o prejuízo de R$ 71.000,00. Simples assim”, relata.

A professora diz que “o gerente  foi  muito  prestativo  e  educado, fez  as  ligações  internas  para  iniciar  o  processo administrativo,  mas,  infelizmente , como  o  dinheiro saiu  da  minha  conta  não tem como  extornar e nem cancelar o tal empréstimo. Fui  à delegacia e  registrei a  ocorrência. É uma sensação horrível e humilhante de culpa, vergonha e raiva de mim  mesma e  do  mundo.

Sinpro convoca categoria para pressionar distritais contra o PL do Voucher

Apesar de estar com uma tramitação confusa e irregular, os PL do Voucher continuam na ordem do dia na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Eles constam da pauta desta terça-feira (26/10) com possibilidade de votação.

 

Está prevista, para esta terça, a discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei (PL) nº 852, de 2016, de autoria do deputado distrital Rafael Prudente (MDB), que “institui o Programa Bolsa do Estudante destinada a atender a alunos de Ensino Fundamental e Médio do Distrito Federal”. Esse PL tramita conjuntamente com o PL nº 1.380, de 2020, de autoria da deputada Júlia Lucy (Novo), que “institui o Programa Voucher Educação e dá outras providências”. 

 

Ambos os projetos de lei são denominados PL do Voucher porque defendem o mesmo objetivo. Ambos têm sido “pulados” e retirados de pauta, mas ainda consta da ordem do dia é preciso atenção de todos e todas. Por isso, o Sinpro-DF convoca a categoria a pressionar os(as) deputados(as) distritais para retirar, de uma vez por todas, o PL do Voucher da pauta e enterrar esse assunto.

 

É importante a categoria também pressionar os(as) distritais para retirar, definitivamente, da pauta da Casa Legislativa qualquer PL, como esse de Rafael Prudente (MDB) e o de Júlia Lucy (Novo), que só atendem aos interesse lucrativos de empresários que exploram a educação como mercadoria e, deliberadamente, prejudicam a população e a escola pública e gratuita.

 

O PL do Voucher só tem um único objetivo: transferir recursos financeiros públicos para a iniciativa privada por meio do que eles denominam de “bolsa do estudante” ou “voucher”. O artigo 2º do PL desmascara essa intenção e revela, de forma literal, que a proposta é usar financiamento público para sustentar escolas privadas.

 

Por isso, a hora de pressionar é agora. É muito importante que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais mantenham a pressão sobre os(as) parlamentares em defesa da escola pública, impedindo esse retrocesso. Participe!

 

Confira, a seguir, o contato e perfil do Instagram dos(as) deputados e deputadas distritais:

 

Agaciel Maia
https://bit.ly/3jw6ruD

Arlete Sampaio
https://bit.ly/3yxazPe

Chico Vigilante
https://bit.ly/3BsOzam

Claudio Abrantes
https://bit.ly/3juyUkr

Daniel Donizet
https://bit.ly/2Y2tXaj

Delmasso
https://bit.ly/3yxBk6b

Eduardo Pedrosa
https://bit.ly/3yreywU

Fábio Félix
https://bit.ly/38sFT7j

Hermeto
https://bit.ly/2Y2u1H5

Iolando
https://bit.ly/3kAdstM

Jaqueline Silva
https://bit.ly/3jtscey

João Cardoso
https://bit.ly/3t1EFt6

Jorge Vianna
https://bit.ly/3Bx53yf

José Gomes
https://bit.ly/2V841sY

Júlia Lucy
https://bit.ly/2Wy33XL

Leandro Grass
https://bit.ly/38uUEGA

Martins Machado
https://bit.ly/3kJIUG7

Rafael Prudente
https://bit.ly/3jtPukE

Reginaldo Sardinha
https://bit.ly/38xztUg

Reginaldo Veras
https://bit.ly/3mPbCI4

Robério Negreiros
https://bit.ly/3yyvXDZ

Roosevelt Vilela
https://bit.ly/3kEkxJU

Valdelino Barcelos
https://bit.ly/3gLSLd6

 

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